Utilidade Pública: Como sobreviver ao calor?

Calor grudento na capital baiana, desespero define!

Janeiro é tradicionalmente o mês da praia. Mas, devido ao calor excessivo, a rotina do verão já não permite esturricar a pele sob um sol abrasador. Existe até pesquisa que comprova: as altas temperaturas acarretam uma série de transtornos à saúde. A norma, em tempos de alerta climático global no nível ‘vermelho inferno’, é sair de casa – mesmo que para ir à padaria da esquina – com o kit básico: protetor solar, boné, óculos e garrafinha de água. Em Salvador, o calor ‘não está de Deus’. E no resto do país a situação vai pelo mesmo caminho escaldante, a julgar pelas queixas dos amigos que moram em outras cidades. Para ajudar outras criaturas tão desesperadas quanto eu nesses dias de fornalha que estamos vivendo, reuni algumas dicas, anotem aí:

*Para amenizar os efeitos do calor excessivo:

– Beba muito líquido, principalmente água pura, ao longo do dia. Vale também suco de frutas e água de coco;

– Evite ambientes abafados. Prefira aqueles com janelas. Use ventiladores, ar condicionado e, se possível, adote os umidificadores de ar, entre às 10h e às 16h;

– Ao sair, aplique protetor solar e use bonés ou chapéus. Leve o protetor na bolsa, para reaplicar;

– Prefira roupas de tecidos leves e frescos;

– Coloque frutas, verduras e legumes na dieta diária e diminua a ingestão de bebidas diuréticas, como álcool e café;

– Faça atividade física. Uma pesquisa da USP mostra que os exercícios ‘ensinam’ o corpo a ter melhor controle térmico. Mas dê prioridade aos horários mais frescos do dia, como o comecinho da manhã ou o final da tarde.

Previsão de hoje: mormaço, socorro!!

Proteção solar inteligente

Os pesquisadores que trabalham para a indústria cosmética andam esquentando a cabeça, com o perdão do trocadilho canhestro, na busca por soluções inteligentes para a proteção solar nossa de cada dia. Li sobre gadgets de beleza bem bacanas na Marie Claire: um é da marca Sundicators, que tem pulseira ou adesivo indicador de exposição solar, que avisa a hora de reaplicar o protetor. O outro é o Meu UV Patch, vendido junto com a linha Anthelios, da La Roche-Posay, que monitora, por meio de um app homônimo, a exposição solar ao longo do dia e mostra a quantidade de radiação recebida.

Enquanto isso, nas prateleiras das farmácias, tem protetor de tudo quanto é tipo e para bolsos variados. Na hora de optar pelo seu, vale prestar atenção ao tipo de pele. No Brasil, mais de 70% das mulheres tem pele mista a oleosa. Então, a dica é adotar aqueles com textura gel, gel-creme ou loção fluída, além de ação matificante (anti-oleosidade), toque seco e controle de brilho. Comentei aqui outro dia sobre o que estou usando, que é da Avène.

Já quem tem manchas como melasma, deve escolher os protetores com cor, que uniformizam o tom e protegem contra a luz visível, aquela emitida por lâmpadas e pelas telas do celular e do computador.

 

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*Fonte: Revista Saúde

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