Verão com charme também em plus-size

Como uma menina assumidamente tamanho G, costumo divulgar aqui no blog algumas novidades na área de moda plus-size. Primeiro porque consumo as peças; e, em segundo lugar, porque acredito que é uma forma de manter outras meninas que vestem do manequim G para cima, sempre com autoestima elevada.

Para o Verão 2011, por exemplo, quem pensa que só as magérrimas é que vão à praia ou ficam belas e sexies em roupas de banho ou lingerie, um ensaio fotográfico com as cinco modelos Plus-size mais badaladas do país contraria a ditadura da magreza. O TOP 5 reúne Andrea Boschim, Bianca Raya, Celina Lulai, Mayara Russi e Simone Fiúza. Assinado pelo fotógrafo Spartacus Breches,  o ensaio mostra sensualidade e valorização da mulher como ela é. Para saber mais sobre o projeto, acesse o blog  Papo de Modelo – Plus Size ou então siga no twitter: www.twitter.com/top5oficial.

Veja também algumas fotos:

Nas vitrines – Além disso, marcas como a Lunender Plus já tem preview de peças da coleção Primavera-Verão 2010/2011. As roupas são cheias de frescor e leveza, em cores alegres, que vão dos tons vibrantes e cheios de energia aos pastéis mais açucarados. Confira detalhes aqui no site: www.lunenderplus.posthaus.com.br.

Vestidinho primaveril da Lunender Plus

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Revista Manequim investe em editorial “plus size”

Precisava dividir essa informação com vocês. Não é todo dia que uma revista como a Manequim (51 anos de moda no currículo), com um histórico de celebridades do mundo artístico e top models magérrimas ostentando modelitos de cair o queixo na capa, decide investir em um editorial “plus size”. Pois a edição deste mês, já nas bancas, traz a modelo Fluvia Lacerda (como gordinha que sou, estou me tornando uma verdadeira fã dessa modelo!) vestindo peças charmosas e ousadas, que valorizam as meninas G e GG, mostrando a beleza das suas formas exuberantes, mas tudo com muito bom gosto e alinhamento com as tendências da moda.

A produção da revista e a modelo criaram um ensaio com dicas para as leitoras aprenderem a valorizar o próprio corpo sem precisar sair por aí usando preto para disfarçar os quilinhos a mais. Gente, isso para mim tem nome: auto-estima!

A Fluvia Lacerda, que já rendeu outras notinhas aqui no blog, nasceu no Rio de Janeiro, mas vive em Nova Iorque (a meca da moda) há 13 anos. Ela tem uma história linda, digna de roteiro de comédia romântica hollywodiana: foi descoberta por uma editora de revista de moda em um ônibus, em Manhattan, quando trabalhava como babá. Daí foi convidada para fazer umas fotos e não parou mais.

Fluvia é a única brasileira a trabalhar como modelo plus size no exterior e faz parte do casting da Ford Models EUA (pensem em quantas magras tentam fazer parte do casting dessa agência!).

A modelo já fotografou nos EUA, Espanha, México, Canadá, Alemanha, Austrália, Jamaica, França, Holanda, Londres, África do Sul e para grandes marcas como Kmart, Biluzik, Tórrid e IGIGI. Entre os trabalhos mais importantes de Fluvia está a capa do calendário americano Curves (Curvas) que teve toda a renda voltada para instituições de pessoas com distúrbios alimentares. Além de bonita e bem resolvida, ainda é engajada!

Para saber mais sobre Fluvia, visite o site da modelo: www.fluvialacerda.com

E aqui, duas fotos do making off do editorial da revista Manequim:

Digam se ver uma menina GG bem vestida desse jeito não dá um estímulo a mais para uma gordinha como eu caprichar na produção? Adorei! Esse peep toe azul então, dá um charme a mais no visual.

E essa combinação, numa linha mais mocinha? Achei muito bacana. Notem que as peças escolhidas tem caimento perfeito e valorizam a exuberância a "La Botero" de Fluvia, mas sem marcar o corpo. Até a sobriedade na escolha das cores mostra que é possível ampliar o guarda-roupas de uma menina GG para além do pretinho básico!

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Novidades para o corpo

Álcool em gel Doctor Clean

O álcool em gel entrou de vez na vida das pessoas depois do surto da gripe A , que ficou popularmente conhecida como gripe suína. Daí que virou um produto indispensável na bolsa, fora que dá uma sensação muito agradável de limpeza, além de refrescar as mãos e secar rapidamente.

A Doctor Clean aproveitou o clima de Copa do Mundo para lançar um kit com duas versões de 60ml nas fragrâncias Neutro e Mamãe. O consumidor leva ainda mais um pote de 30ml, de Aloe Vera.

Veja onde adquirir o kit no site oficial da marca, ou participe das promoções no twitter. O preço sugerido de venda é de R$ 12,53.

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Sabonetes Francis Protection

Quatro novas versões dos sabonetes Francis estão no mercado. Com extratos naturais na fórmula, os novos sabonetes em barra agem eliminando as bactérias do corpo, segundo o material de divulgação.

Eles são testados dermatologicamente e estão disponíveis em embalagens de 90g. Você pode escolher: óleo de girassol com proteção eficaz; extrato de aveia com proteção nutritiva; nutrientes marinhos com proteção total; e extrato de calêndula com proteção delicada, para peles sensíveis.

Para saber onde adquirir, é só ligar para o SAC Francis: 0800 703 4071.

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Cosméticos Flores & Frutas DeMillus D

A linha é composta por uma caixa de sabonetes com duas unidades de 90g cada (R$ 11,00), loção hidratante desodorante 200ml (R$ 13,00) e água de colônia 200ml (R$ 15,00).

A fragrância é uma associação das propriedades do pêssego, da flor de cerejeira e do jasmim branco. De acordo com o material de divulgação, além do perfume, a linha oferece hidratação e maciez à pele.

Para saber como adquirir, acesse o site oficial da marca.

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Sabonete líquido Castanha do Pará !Parla

Hidratante, o sabonete líquido de castanha do pará da !Parla age sobre a elasticidade e a aparência viscosa do corpo todo.

De acordo com o material de divulgação, “o produto agrega limpeza profunda, deixando mãos e corpo perfumados e hidratados por muito mais tempo”.

Para adquirir, consulte no site oficial da marca ou pelo SAC 11- 2971-8290.

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Hidratantes da Futura Biotech

Duas novidades da Futura Biotech prometem prolongar a hidratação cutânea e restabelecer o mecanismo de hidratação natural da pele.

São eles o Omera Hidratante Corporal Isoativo (R$ 72,04 o pote com 135g), que atua na hidratação da pele, e o Omera Hidratante Facial Isoativo (R$ 58,24 o pote com 50g), que também atua na hidratação da pele da face, é de uso diário e com fragrância neutra, segundo informa o material de divulgação.

Para adquirir, consultar o site oficial da marca.

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Nova linha da Akakia cosméticos no mercado

A nova linha da Akakia Cosméticos já está no mercado. Tem sabonete líquido, esfoliante e hidratante corporal, além de body splash. As fragrâncias são variadas para agradar todo tipo de mulher. Você pode escolher entre: erva doce e anis fresco; lavanda de provence; flor de gardênia com toque de Alecrim; e flor de lótus e maçã vermelha.

De acordo com o material de divulgação dos produtos, a fórmula do sabonete tem ingredientes que previnem o ressecamento, dando um toque sedoso à pele; o esfoliante tem propriedade hidratante e condicionante; a loção hidratante tem vitamina E e textura eve, promovendo o amaciamento da pele; e o body splash ajuda a manter a sensação de frescor durante todo o dia.

A Akakia está completando cinco anos de atuação no setor. Ainda não usei os produtos da marca e se você já usou e conhece, deixa um comentário para dividir as impressões e experiências conosco.

| SERVIÇO |
Sabonete líquido – R$ 22,90
Esfoliante – R$ 24,90
Hidratante – R$ 27,90
Body Splash – R$ 29,90
Kit composto pelos 4 itens – R$ 99,00

Onde encontrar – veja no site oficial da marca ou ligue para o SAC (48) 3283-6000.

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Kapeh: cosméticos à base de extrato de café

A Kapeh Cosméticos é uma marca nascida no sul de Minas Gerais, que utiliza na fórmula de seus produtos a essência do extrado de café. Eu confesso que não conheço os produtos, mas recebi um e-mail bem bacana de divulgação dos itens que eles colocam no mercado e fiquei com uma vontade enorme de experimentá-los para saber o resultado. Abaixo divido com vocês algumas das indicações deles de tratamentos para os cabelos e o corpo. E se vocês já utilizaram os produtos da Kaphe, deixem comentários no post, pra que possamos dividir as experiências.

Máscara Capilar Tratamento Intensivo

Fortalecedora e revitalizante, traz resultados em apenas três minutos. Indicada para cabelos secos, danificados ou quimicamente tratados. A promessa é de cabelos hidratados, bem nutridos, fortes e brilhantes.
Preço sugerido: R$ 18,00 – R$ 25,50

Shampoo e Condicionador

Há produtos para cabelos secos, danificados ou tingidos, e também para cabelos normais, istos ou oleosos. Eles são enriquecidos com filtro solar e têm em sua fórmula ingredientes condicionantes que promovem hidratação
Preço sugerido: R$ 14,90 – R$ 19,70

Sabonetes em barras Kapeh

Os aromas são de café verde, café maduro e café torrado. Todos elaborados com óleo de palma 100% vegetal e associam em sua formulação as propriedades revitalizantes e energizantes do extrato de café com o efeito hidratante e emoliente da manteiga de karité. O sabonete café torrado promove ainda uma esfoliação com seus grãos de café torrados e moídos.
Preço sugerido: R$ 5,90 – R$ 8,70

Hidratante Iluminador Kapeh

A fórmula une a base do extrato de café aos efeitos hidratantes e emolientes da vitamina E. Proporciona um brilho dourado à pele, realçando o seu tom natural. Sua textura é leve e de rápida absorção, oferecendo hidratação prolongada, deixando a pele macia.

Preço sugerido: R$ 22,00 – R$ 31,20

Óleo de Banho Kapeh

Perfuma e amacia delicadamente a pele. O óleo desodorante corporal Kapeh associa as propriedades do extrato de café a agentes hidratantes e emolientes que mantêm a umidade natural da pele ao longo do dia, formando um delicado filme protetor, deixando-a macia e revitalizada.

Preço sugerido: R$ 24,60 – R$ 34,70

| SERVIÇO |
Como adquirir – consulte no site da Kapeh

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Mãe é mãe, como já dizia aquele velho ditado

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Mãe é mãe, já diz o ditado, que não poderia ser mais preciso na sua afirmação. Em um post anterior, eu havia mencionado por alto os mistérios da maternidade e agora volto ao assunto. Para mim é mesmo algo insondável essa questão da maternidade que daqui a pouco terá seu dia celebrado comercialmente. Dentro de mim, o desejo de ser mãe ainda não despertou. Não sei se quero ser mãe e ao longo de minha vida inteira, pensar assim não foi um suplício. Acredito que seja um sentimento, o desejo de ser mãe, que nasce com a mulher e tem a ver com sonho e propósito de vida. Sem falar que para levar adiante este projeto, é preciso no mínimo encontrar alguém que queira segurar o rojão junto, o que nem sempre acontece. Não são poucas as mulheres que conheço que sofrem com a falta de compromisso de certos pais,  ainda hoje, em pleno 2010. Talvez esta seja a parte mais complicada do processo todo.

Olha eu e minha mãe, Dona Lourdes, sob o belíssimo pôr do sol do Solar do Unhão

Mas quero falar é do fato consumado, da mulher que já é mãe. Tenho amigas que são mães de crianças pequenas, mães de  pré-adolescentes, amigas que não querem e não vão mesmo ser mães, e minha própria mãe, que de maneira inusitada e diferente da maioria das potenciais vovós, me recomenda não ter filhos. Ela acredita que mãe sofre muito porque “acaba sentindo o que os filhos sentem, quando o filho sofre, a mãe sofre igual”, ela diz. É isso. Que experiência é essa? Que mágica é essa que arrasta todas as mulheres que têm filhos para um universo particular composto por algo que todas descrevem como amor incondicional, uma experiência única e transformadora e afirmam, sem exceção, que passaram a ser mulheres diferentes menos auto-centradas e mais generosas com o mundo todo, ao tirar o foco de si mesmas para transferir ao serzinho que sai de dentro da sua barriga, outro enorme mistério para mim. Essa criança que é gestada dentro do corpo. Que experiência é essa, gente! Já entendi que não dá para saber sem passar por isso.

Uma vez perguntei à minha mãe o que uma mulher sente quando está grávida e ela não me explicou muito bem não, acho que tudo está no âmbito daqueles sentimentos que não podem ser descritos em palavras. Uma das poucas coisas que ela conseguiu descrever e que ficou marcada no meu pensamento durante dias e ainda me assalta de vez em quando foi quando ela falou que às vezes incomodava dormir porque ela sentia o cotovelo da criança forçando a barriga assim como a cabeça. Isso me impressionou bastante e tive a sensação mais próxima do que pode representar levar um ser humano dentro do próprio corpo. Lembro ainda de um episódio da badalada série americana “Sex and the city” quando Miranda (Cinthia Nixon) descobria que estava grávida de um menino e Carrie (Sarah Jessica Parker) brinca com ela: “Você já parou para pensar que está levando um penisinho aí dentro da sua barriga?”.
Mais uma coisa a se pensar…

Maternidade tem lá seus mistérios insondáveis que deixam tudo mais intrigante

Fato é que mãe desarma, mãe quebra a nossa guia, mãe diz coisas que a gente não pensa, mas que acabam virando realidade, que vai desde o “vai chover menina,  leva a sombrinha” até coisas mais complexas. Minha mãe me fala o tempo todo do cordão umbilical. Para ela, este vínculo que é cortado no momento do parto,  na verdade não é mesmo cortado. Segue pela vida inteira. Acredito que seja mesmo verdade. Minha mãe me liga ainda hoje, mulher adulta que sou, para saber se almocei. Coisas que deveriam ter caído no esquecimento lá pelos meus 11, 12 anos de idade. Ainda me liga para saber se estou agasalhada quando está chovendo, ou se peguei engarrafamento ou cheguei bem ao trabalho.

De uma coisa não tenho dúvida, mãe é peça obrigatória no universo de todo ser humano, acredito que particularmente de toda mulher porque é espelho e objeto de contestação e auto-afirmação em um só pacote. Mãe te coloca o tempo todo em contato com o que você quer ser ou o que você não gostaria de ser. Minha mãe me emociona, me intriga, é um caso de amor daqueles bem sérios e que não tem fim. Já tive reações bem exageradas somente de pensar na possibilidade de perdê-la, ainda tenho, e sofro diariamente por antecipação com o fato de saber que isso vai acontecer um dia. Temo não ter desfrutado o bastante, não ter beijado o bastante, não ter mostrado o que sinto milhões de vezes. Não gosto de pensar nisso… Não sou mãe, mas sou filha de minha mãe e de certa forma, mesmo ainda não tendo parido, sei um pouco deste mistério que somente mães e filhos compartilham.

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Test Drive: Sabonete íntimo !Parla

Está aí a embalagem do sabonete íntimo da !Parla

Eu gosto dessa coisa de ter produtos específicos para áreas determinadas do corpo. Acredito que cada região tem suas especificidades e o avanço tecnológico vem permitindo à ciência desenvolver produtos bem particulares, que atuam diretamente naquela parte do nosso corpo. Todo esse rodeio, meninas, é para falar de um sabonete íntimo. Recebi da assessoria de comuicação da !Parla uma amostra do sabonete íntimo feminino e já há algum tempo venho usando o produto para poder falar dele a vocês.

Eu já escrevi algumas dezenas de vezes que não costumava ser muito vaidosa. Eu não era nem um pouquinho vaidosa, é verdade. O tempo, no entanto, me fez perceber a necessidade de dar uma atenção especial a mim mesma. Comecei a usar o sabonete íntimo da !Parla há cerca de um mês, diariamente. Engraçado que eu ficava pensando, no início, se sentiria alguma diferença, até porque não tinha o hábito de usar sabonete íntimo. Mas fiquei impressionada com a sensação de conforto que o produto traz. Tanto que viciei, uso diariamente, e estou adorando.

>> Veja outros produtos já testados por nossa equipe

Fiz várias pesquisas, inclusive, para saber sobre as recomendações do uso diário de sabonete íntimo. É tanta informação, que a gente até se confunde. Isto porque uns aconselham, outros dizem que não é para utilizar todos os dias, e há quem defenda que não há necessidade do uso de sabonetes íntimos. O que eu defendo é o seguinte: converse com sua ginecologista, que é quem melhor conhece a saúde da parte íntima do seu corpo e siga a orientação dela. Se ela permitir o uso, experimente e você mesma vai poder julgar a diferença do sabonete comum.

A consistência do sabonete é bem cremosa, não chega a ser líquida. Ah, e o bico da embalagem não é assim, meninas. Está assim, porque eu derrubei o frasco e quebrei. Mas é bem protegida a embalagem.

Lendo sobre o que os médicos falam sobre sabonetes íntimos, descobri que os que aconselham se baseiam na ideia de que a composição neutra do produto, que não agride a mucosa vaginal, traz uma maior proteção à sensível região. Por isso, é importantíssimo observar se o Ph do produto é neutro, que foi umas das primeiras coisas que olhei quando recebi a amostra da !Parla. Outra questão levantada é que os sabonetes íntimos provocam menos riscos de alergias, devido aos componentes da composição, que são mais leves e evitam irritações.

Voltando ao sabonete íntimo da !Parla, que foi o que eu experimentei durante as últimas semanas, minha avaliação pessoal é bastante positiva. Não tive irritação, coceira, nenhuma reação ruim. E o melhor foi a sensação de frescor, de higiene mesmo. É algo até difícil de explicar com palavras, porque parece um pouco de exagero. Mas quando você experimenta o produto consegue entender, na prática, que o uso faz sim diferença. Além de tudo, o sabonete tem um cheirinho bem suave e agradável. Muito bacana mesmo.  E quem já testou, comenta pra dividir as impressões com a gente.

| SERVIÇO |
Sabonete íntimo 220ml
Marca: !Parla
Valor sugerido: R$ 14,29
Onde encontrar: consulte no site

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Test Drive: Creme para mãos !Parla com silicone

Recebemos da assessoria de comunicação da !Parla uma amostra do creme para as mãos com silicone. Eu já fui bem relapsa com relação ao cuidado com as mãos, mas de um tempo para cá (alguns meses para ser mais precisa) comecei a hidratar as mãos diariamente, principalmente no período em que estou no trabalho, já que o ar condicionado resseca bastante a pele. Então, o produto caiu como uma luva para o teste. Deixei de lado o que uso comumente, e coloquei o creme à prova.

Confesso que sou um pouco receosa com relação a cremes e hidratantes. Como aqui em Salvador o tempo é bastante quente, qualquer substância que reaja ao calor, a ponto de parecer que está derretendo, é reprovada imediatamente. Foi a primeira boa impressão que tive com o creme. A absorção dele é super rápida, e não há aquela sensação de que nossa mão está “melecada”. Pelo contrário, a pele fica muito macia e com um cheirinho bem gostoso.

Engraçado que no primeiro dia que cheguei ao trabalho usando o creme, uma amiga comentou o cheirinho bom de tutti-fruti que estava no ar. Pois é, meninas, o cheirinho é uma delícia. Inclusive, você pode até dispensar o perfume, se quiser. Eu sou “perfumólatra” e não consigo sair de casa sem um perfume no corpo. Daí que fiz o teste, preocupada com o fato de o cheiro do creme se misturar com o cheiro do perfume. Outra coisa boa do creme: o cheirinho é tão suave, que se você usa seu perfume, não há qualquer mistura de cheiros. Os aromas são perfeitamente compatíveis.

Eu usei o creme durante duas semanas. E confesso a vocês que ele já entrou para a minha lista de produtos que valem à pena e que pesam pouquíssimo no bolso. A !Parla já ganhou mais uma consumidora: eu. Até troquei o hidratante que estava usando. Deixei ele de lado e continuo com o uso do creme para mãos até que ele acabe. Ah, e deve demorar para acabar, porque com uma pequena quantidade a gente consegue um resultado maravilhoso. E além de hidratar as mãos, eu usei nos cotovelos e funcionou perfeitamente bem.

| SERVIÇO |
Creme para mãos com silicone 100g
Marca: !Parla
Valor sugerido: R$ 12,00
Onde encontrar: consulte no site

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Uma conversa sobre Aids, Carnaval e juventude

Durante estes dias de cobertura carnavalesca pela mídia, ouve-se muito falar em Aids e fala-se muito da importância da camisinha, principalmente porque o Carnaval é uma festa que tem fama de mais permissiva. Toda a ênfase no beijar na boca, na “ficação”, no curtir o momento, todo o mito da máscara e do não saber como e com quem, é excitante, sem dúvida. Existe um fetiche na “festa da carne”, isso é inegável e a intenção aqui não é ser moralista. Sexo é bom sim, mas quando feito com consciência, ainda fica melhor. Quando digo consciência, quero enfatizar o conhecimento do próprio corpo, das próprias necessidades e também das necessidades da pessoa com quem compartilhamos esse momento, seja parceiro (a) fixo ou não.

Embora se divulgue mais a escalada da epidemia de Aids entre os brasileiros em datas especiais, perto do Carnaval ou no Dia Mundial dedicado a conscientização sobre a doença, por exemplo, os números não são fantasia e nem estratégia de marketing para comover. Eles refletem a condição de milhares de pessoas reais. Liberar a informação perto ou durante o Carnaval, acredito, tem intenção de aproveitar sim que as pessoas estão focadas no sexo, mas ainda assim, os fatos existem, a epidemia existe, continua a crescer silenciosamente e atinge uma faixa etária cada vez menor.

Segundo o último boletim que recebemos (via email) do Ministério da Saúde, na faixa etária de 13 a 19 anos, o número de casos de Aids é maior entre as mulheres.  Dos 20 aos 24 anos, a divisão por gênero é semelhante e atinge tanto eles quanto elas (independente da orientação sexual) em percentagens iguais. Já entre os homens jovens, ainda segundo o MS, há maior incidência de infecção nas relações homossexuais. Vê-se com isto que a Aids nunca foi uma doença restrita a um gênero ou opção sexual, mas é alarmante o fato de tanta gente jovem adquirir o vírus. É falta de campanha? Acredito que não é só isso. Ainda assim, este ano, o foco da campanha pró-camisinha do MS durante a folia de Momo tem como alvo os jovens.

Acredito que, além da necessidade de se divulgar com mais frequência os números e as estratégias de prevenção, existe também uma falta de consciência corporal, um excesso de fé no outro (principalmente daqueles que tem parceiro (a) fixo), uma grande subserviência das mulheres (que ainda não aprenderam a agir de igual para igual com seus parceiros na relação) e, diante de tantos jovens ainda em tenra idade contaminados, um desejo até meio mórbido de desafiar a morte e dizer: “comigo não acontece”. Só que pode acontecer. E, até o momento, ainda não inventaram método mais simples de prevenção do que a camisinha.

Outro dia, respondi um comentário de alguém que dizia não gostar de sexo com camisinha. Ela revelava que não conseguia sentir prazer com a camisinha, mas acredito que sentir ou não prazer em uma relação está além da camisinha, porque está além da penetração. Cada casal deve buscar nas suas preferências e práticas, fazer o joguinho de sedução, caprichar nas preliminares, descobrir outras zonas de excitação no corpo do parceiro (a), para não limitar o sexo só ao ato da penetração. Ser criativo na vida é fundamental e o sexo faz parte disso. Então, para mim, esse aumento do número de casos de Aids entre gente jovem demais, ou de HPV, ou de outras doenças sexualmente transmissíveis (e aqui vale lembrar que a Aids se transmite por outros meios que não apenas o sexo), tem um pouco também de relação com falta de maturidade para gerenciar uma vida sexualmente ativa.

Os jovens se iniciam no sexo mais cedo, mas não estão preparados para administrar a situação, negociar o uso do preservativo, ainda não possuem aquela consciência corporal que já falei acima, as meninas mais novas são ainda mais vulneráveis à vontade do parceiro, sobretudo nas relações heterossexuais, que é onde a carga machista da sociedade traz toda aquela ideia de que a iniciativa é deles e só deles e que elas devem se submeter, espera-se até que se submetam. Creio que tudo isto ocorre porque a adolescência (e são pessoas de 13 a 19 anos se contaminando), é uma idade de tantas incertezas em tantas áreas da vida, porque não seria neste fator, o sexo?

Os pais, a escola, a sociedade, todos precisam atentar para o fato de que existe um alerta (e não é dos números do Ministério da Saúde) quando tantos jovens se contaminam em tão grande proporção com o vírus da Aids. Existe um alerta que perpassa a educação recebida em casa, a educação recebida na escola, a falta de diálogo, a erotização precoce de crianças que sequer foram alfabetizadas ainda mas estão expostas a letras de música e programas na tv acima da sua capacidade de compreensão. É uma cruzada social impedir que tantas vidas precoces se comprometam com algo tão complexo quanto ser portador de HIV. Todos, de alguma forma, temos de contribuir!

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Confira a íntegra do Boletim do Ministério da Saúde divulgado em fevereiro:

*Epidemia de Aids atinge jovens entre 13 e 19 anos

Mariângela Simão, do Ministério da Saúde. Crédito da imagem: Agência Brasil

Os números mais recentes da Aids no Brasil mostram que a epidemia, na década de 2000, comporta-se de forma diferente entre os jovens. Na população geral, a maior parte dos casos está entre os homens e, entre eles, a principal forma de transmissão é a heterossexual.

Considerando somente a faixa etária dos 13 aos 24 anos, a realidade é outra. Na faixa etária de 13 a 19 anos, a maior parte dos registros da doença está entre as mulheres. Entre os jovens de 20 a 24 anos, os casos se dividem de forma equilibrada entre os dois gêneros. Para os homens dos 13 aos 24 anos, a principal forma de transmissão é a homossexual.

Diversos fatores explicam a maior vulnerabilidade dos jovens para a infecção pelo HIV. Entre as meninas, as relações desiguais de gênero e o não reconhecimento de seus direitos, incluindo a legitimidade do exercício da sexualidade, são algumas dessas razões.

No caso dos jovens gays, falar sobre a sexualidade é ainda mais difícil do que entre os heterossexuais. “Eles sofrem preconceito na escola e, muitas vezes, na família. Isso faz com que baixem a guarda na hora de se prevenir, o que os deixa mais vulneráveis ao HIV”, explica Mariângela Simão, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

Feminização – O aumento de casos de Aids entre as mulheres se deu em todas as faixas etárias. Em 1986, a razão era de 15 casos em homens para cada um caso em mulheres. A partir de 2002, a razão de sexo estabilizou-se em 15 casos em homens para cada 10 em mulheres. Na faixa etária de 13 a 19 anos, o número de casos de Aids é maior entre as mulheres jovens. A inversão apresenta-se desde 1998, com oito casos em meninos para cada 10 casos em meninas.

Entre 2000 e junho de 2009, foram registrados no Brasil 3.713 casos de Aids em meninas de 13 a 19 anos (60% do total), contra 2.448 em meninos. Na faixa etária seguinte (20 a 24 anos), há 13.083 (50%) de casos entre elas e 13.252 entre eles. No grupo com 25 anos e mais, há uma clara inversão – 174.070 (60%) do total  de 280.557 de casos são entre os homens.

A Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira, lançada pelo Ministério da Saúde em 2009, também ajuda a explicar a vulnerabilidade das jovens à infecção pelo HIV. De acordo com o estudo, 64,8% das entrevistadas entre 15 e 24 anos eram sexualmente ativas (haviam tido relações sexuais nos 12 meses anteriores à pesquisa). Dessas, apenas 33,6% usaram preservativos em todas as relações casuais, que são as que apresentam maior risco de infecção.

Nos homens, 69,7% dos entrevistados eram sexualmente ativos. Entre eles, porém, o uso da camisinha é maior: 57,4% afirmaram ter usado em todas as relações com parceiros ou parceiras casuais.

Homossexuais – Na faixa etária de 13 a 19 anos, entre os meninos, houve mais casos de Aids por transmissão homossexual (39,2%) do que heterossexual (22,2%), no ano de 2007. Essa tendência é diferente do que ocorre quando se observa todos os casos de Aids adquiridos por transmissão entre homens – 27,4% homossexual e 45,1% heterossexual.

Nas escolas – O carro-chefe das ações de prevenção à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis é o programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação. Criado em 2003, o SPE tem como objetivo central desenvolver estratégias para redução das vulnerabilidades de adolescentes e jovens. As ações se dão de forma articulada entre escolas e unidades básicas de saúde. Hoje, 50.214 escolas de todo o país participam do programa.

A iniciativa trabalha a inclusão, na educação de jovens das escolas públicas, dos temas saúde reprodutiva e sexual. O SPE reúne ações que envolvem a participação de adolescentes e jovens (de 13 a 24 anos), professores, diretores de escolas, pais dos alunos, e gestores municipais e estaduais de saúde e educação. É no âmbito deste programa que se disponibiliza preservativos nas escolas.

*Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde – Brasília

Saiba mais:

Para ver material da campanha do MS durante o Carnaval, que este ano está focada nos adolescentes, visite: www.aids.gov.br.

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*Yoga é coisa de homem também

O material abaixo foi encaminhado ao Conversa de Menina pela assessoria do professor de yoga Leonardo Jales, de São Paulo. Reproduzimos aqui porque toda informação que contribua para melhorar a qualidade de vida e promover o equilíbrio entre corpo, mente e espírito, merece ser divulgada. Confiram:

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*Yoga é coisa de homem também

ioga-1Cada vez mais é comum encontrar homens em centros de Yoga. Além dos benefícios físicos, muitos homens buscam o Yoga para aprimorar suas capacidades de reflexão, afastar o estresse e desenvolver a concentração.

“A busca do equilíbrio físico e mental é o principal benefício para os praticantes de Yoga” explica o Prof. Leonardo Jales, que ensina Yoga há 5 anos e complementa: “Equilíbrio para o homem significa poder conciliar atividades físicas de alto impacto como corrida e musculação com o alinhamento do corpo e alongamento; e ainda, poder aliviar as pressões do trabalho através de uma técnica que estimula a introspecção.”

Dentre as várias modalidades de Yoga, o Iyengar possui claras vantagens para praticantes do sexo masculino. “Tipicamente, o homem possui menor alongamento da musculatura, o que pode causar algum tipo de frustração inicial” diz Leonardo, e complementa: “Por se utilizar de materiais de apoio como cordas, blocos e almofadas, o Iyengar permite ao iniciante atingir as posturas de Yoga (assanas) mais facilmente e sem risco de lesões, para então evoluir gradualmente em direção à flexibilidade.”

Maiores Benefícios de Yoga para homens:

ioga-2>>Trabalha o alongamento de músculos e alivia a rigidez causada pela prática de corrida e musculação

>>Ativa todos os músculos, articulações e órgãos do corpo.

>>Treina a concentração e consciência corporal. Alcançar um assana de Yoga exige introspecção e uma grande atenção aos detalhes

>>Purifica o corpo de toxinas. A prática de Yoga aquece o corpo e estimula a transpiração
        
Quem é? – Leonardo Jales ensina Iyengar Yoga há 5 anos em São Paulo. Desde 2003 vem dedicando-se integralmente ao estudo e ao ensino do método. Certificado pela Associação Brasileira de Iyengar Yoga, atualmente estudando sob a supervisão do professor Faeq Biria, um dos discípulos mais próximos do professor Iyengar, Leonardo está encarregado de regularizar e difundir os princípios do método no Brasil.

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Leia também:

>>Conheça três tipos de yoga

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