Artigo: Geração Y

O artigo que selecionei para esta quarta-feira serve como dica aos pais na minha faixa etária, entre os 3o e os 40 anos, e que tem filhos pertencentes à Geração Y, ou seja, as crianças nascidas a partir do final dos anos 90, os chamados filhos da revolução digital. Com uma linguagem acessível, a autora – a psicóloga Roselake Leiros – explica como os pais podem potencializar os pontos fortes dessa turminha, ajundo-os a se tornarem seres humanos que valem a pena e que terão a missão de nos conduzir a um futuro mais digno enquanto civilização. Parece utopia, mas nem por isso é impossível. Pessoalmente, acredito que o que nos mantém esperançosos, independente do caos exterior, é justamente a crença de que apesar de sermos uma espécie animal em termos biológicos, somos dotados de “humanidade”. Espero que apreciam o texto e reflitam sobre ele…

Geração Y: Todos nós estamos aprendendo o tempo todo…
*Roselake Leiros

Pois é, uns mais, outros menos; uns mais rápidos, outros mais devagar, mas todos estamos aprendendo: Pais e Filhos.

Temos repetido incansavelmente que aquela situação de pais ensinando filhos ou filhos aprendendo com os pais é coisa do passado. Agora, pais e filhos aprendem juntos, uns com os outros.

Para as crianças e jovens de hoje, conhecidos como a geração “Y”, em alguns aspectos as coisas não são muito diferentes do que para as crianças e jovens de gerações passadas. Se prestarmos atenção, sempre foi assim a cada geração, carregando as características próprias do seu tempo. Com 30 anos, os mais velhos estão fazendo a sua revolução silenciosa, diferente das gerações passadas, dos anos 60 e 70. Eles são uma força poderosa de mudança, sabem que muitas coisas do passado não funcionam mais e trazem a sua nova forma de ver e interagir com o mundo novo.

Os pais da geração “Y”, encarregados de acompanhá-los na sua trajetória de vida, têm muito mais informação e capacidade de compreendê-los e ser, assim, aliados e até facilitadores na sua missão de transformar o mundo de hoje.

Fruto dos significados da geração de seus pais, a geração “Y” tem uma condição de vida melhor a partir da liberdade de expressão, o direito de serem eles mesmos e o acesso à informação. Crescem e desenvolvem-se diferentes das crianças da geração passada. Mas cá entre nós, eles já vieram predispostos ou até predestinados a transformar velhos paradigmas, e a prova disso, são as colocações e questionamentos inteligentes e seguros de crianças ainda em tenra idade, que deixam seus pais e educadores, muitas vezes, sem saber como se portarem diante de tal sabedoria.

Fica para nós, os mais velhos, a tarefa de entendermos e aprendermos com essas criaturas maravilhosas, ao invés de criticarmos ou afrontarmos.

Quadro comparativo sobre a geração y. Assim chamada porque são as crianças que nasceram de 1997 para cá, após a revolução digital. Clique para ampliar e visualizar melhor

Rápidos, fazem dez coisas simultaneamente, preocupados consigo e dispostos a construir um mundo melhor.  Mas dependendo do ângulo em que são apreciados, ou da condução das suas vidas, estas características podem parecer possibilitadoras ou muito ruins. A verdade é que eles têm um potencial imenso e dependendo da forma que lidamos com eles, estaremos acionando pontos específicos da sua personalidade e potencializando coisas distintas.

É preciso, antes de tudo, aprender a se relacionar com eles para que seus pontos fortes sejam revelados:

– Assuma o seu lugar de pai/mãe/professor sem rebaixá-los e sim reconhecendo suas qualidades. Nessa atmosfera de respeito e verdade eles sabem respeitar, aprender e também contribuir com o que sabem.

– Seja verdadeiro, autêntico. Diga a sua verdade e quando não souber de algo, fale que não sabe e se interesse em saber. Com a sensibilidade, que é um de seus traços, eles saberão se você está sendo verdadeiro. Lembre-se, verdade é sempre respeitável.

– Respeite suas diferenças, eles têm muita energia, tem foco de atenção múltiplo e geralmente aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem, simplesmente, ouvintes.

– Focados nas coisas de seu interesse, mas muito distraídos quando não interessados, por isso você deve oferecê-los coisas interessantes, estimulantes e desafiantes.

– Como eles têm grandes idéias e se frustram com a falta de recursos para realizá-las, seja nessa hora um apoio, acompanhando-os e ajudando-os a buscar recursos ou mostrando, respeitosamente, outros pontos que por ventura ainda não foram percebidos. Lembre-se que você tem muito a ensinar também, e faça-o com naturalidade, de igual para igual.

– Enfim, seja um companheiro sincero, um colaborador responsável, mas assuma o seu papel de pai/mãe/professor. Eles precisam da sua presença, pois se experimentarem muito cedo a decepção ou falha, podem desenvolver um grande bloqueio e desistir da sua melhor expressão, privando o mundo de sua luz “índigo”.

*Roselake Leiros é psicóloga, master em programação neurolinguística e especialista em desenvolvimento humano.

**Texto enviado ao blog pela Agência Contatto e publicado mediante autorização desde que respeitada a integridade do conteúdo e autoria.

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Medo da solidão

O medo de ficar só é como uma sombra, mas daquelas que atormentam seus autores. Comumente é citado nas pesquisas que procuram identificar os grandes pavores da humanidade. Uma experiência empírica bem simplória nos mostra o tamanho do temor que a solidão provoca nas pessoas. É só acessar a página do google e digitar no campo de busca qualquer expressão referente ao assunto. Um catatau de resultados vai aparecer em sua frente. São desabafos em blogs pessoais, pesquisas científicas, estudos e mais estudos sobre o tema. Uma conversa entre amigos pode também trazer à tona algumas afirmações surpreendentes.

O medo da solidão pode ser cruel, a ponto de fazer um indivíduo se manter resistente em uma relação que visivelmente não mais rende bons frutos. Presenciamos situações destas em nosso cotidiano, já ouvimos falar sobre isso em conversas, desabafos. Talvez em um bate-papo alheio, até. É difícil enxergar isso, eu sei, perceber que determinada insistência é apenas resultado do medo de ficar só, do medo da “solteirice”. Outra palavra que ganhou um tom bem pejorativo nos últimos tempos, o termo “solteiro”. Terminar uma relação virou sinônimo de incapacidade de gestão, no contexto deste mundo capitalista e globalizado em que vivemos.

É a tal da famosa “incompatibilidade de gênios”. Expressão bonitinha esta que inventaram. Se tivesse a oportunidade de conhecer o autor da tal expressão iria parabenizá-lo com certeza, por escancarar, com uma sutileza gramatical sui generis, que o casal chegou ao limite, que as brigas estão insuportáveis e que os dois não toleram mais estar junto. E as crises se transformam, docemente, em uma incompatibilidade. Mas, ainda que de forma delicada, melhor admitir as divergências, e cada um seguir seu caminho, do que sustentar uma situação que não faz mais o casal feliz na essência.

Aprendi com o passar do tempo a não rotular de fracassos as relações que não deram certo. Ninguém fracassa em uma relação, apenas não se sujeita mais, apenas deixa de achar que vale a pena estar com outro, deixa de querer. Eu sou uma defensora ferrenha da tolerância e da paciência dentro do relacionamento – embora nem sempre tenha me comportado assim nas minhas relações. Certa vez escrevi aqui um texto entitulado “Como é que o amor chega ao fim?“, sobre os “the end” da vida. Se vocês tiverem a curiosidade de lê-lo perceberão que eu acredito que uma relação pode dar certo e na felicidade a dois. No entanto, não podemos ignorar que há relações que realmente ninguém merece ter. E é a respeito delas que estou falando agora.

Sinto que as pessoas precisam aprender a conviver consigo mesmas, precisam se amar solitariamente. Alguns passam a solteirice em busca de alguém, esquecem que é um momento de aproveitar a fase para se dedicar mais ao que gosta, a si próprio. Hora de colocar os sonhos e projetos em dia, ajustar as rotinas, aproveitar os amigos, conhecer o mundo sem precisar administrar agendas ou dar satisfações. Sem se preocupar se alguém vai se incomodar com suas decisões, sem ter que tomar decisões a duas cabeças. Não é que estar solteiro é melhor. Para mim, não existe o “é melhor”. Estar com alguém ou estar só tem seus pontos positivos e negativos. O que importa não é um nem o outro. O que realmente importa é estar feliz, solteiro ou acompanhado.

Penso que esse medo da solidão está intimamente ligado ao não conhecer as inúmeras possibilidades que o estar só também nos oportuniza. Precisamos encontrar estas novas formas de convivência e de vivência, nos redescobrir após o fim de uma relação e continuar a caminhar com passos novos. Como diz Fernando Pessoa, “há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares”. Somos nós que alimentamos esse medo, de alguma forma, intimamente. E só nós podemos nos livrar dele também, buscando as surpresas que a vida nos guarda. Até que, um dia, vai aparecer alguém. Ou então, não aparecerá ninguém. Não dá para abrir mão de ser feliz por causa disso.

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Dicas de presentes para o Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados está chegando – de novo!!! E, embora seja apenas mais uma data comercial, não custa fazer uma surpresinha bacana para o escolhido ou a escolhida, não é? Recebemos dezenas de e-mails com sugestões de presentes para ele e para ela, alguns bem  criativos outros mais tradicionais. Pode ajudá-los a ter uma ideia de presente!

Kit O Boticário. Soft Cherry Mousse Hidratante Corporal (R$ 39,90) e Exotic Cherry Sabonete Perfumado com 2 unidades (R$ 22,90). Para comprar: lojas O Boticário
Livro Seu amor é melhor que Petit Gâteau (reunião de textos românticos). R$ 23,90. http://www.hagnos.com.br
Sapatos com renda Jorge Bischoff. R$ 199,00. Salvador Shopping
Aparador de barba e bigode à pilha Conair. R$ 79,00. SAC: 0800 770 8575

Edição especial da caneta esferográfica Sheaffer 100. R$ 64,00. Só na Saraiva (loja e site http://www.saraiva.com.br)

Paleta de sombras NYX. R$ 99,20. Salvador Shopping

Almofadas 40x40 Cooperárvore. R$ 20,00 + frete. Para comprar: (31) 3591-5896

Sapatos Perere. R$ 99,00 (modelo masculino) e R$ 265 (modelo feminino). Para comprar: http://compras.lojaperere.com.br

Tênis Tryon. R$ 109,90. Para comprar: http://www.tryon.com.br
Kits de perfumaria da Amway. Kit Nidhi (para elas) R$ R$ 148,30; Kit Haener (para eles) R$ 162,50 e Kit Heket (para elas) R$ 143,80. Para comprar: http://www.amway.com.br ou pelo 0800-940-6766
Camisa polo rugby Limits. R$ 239,00. Para comprar: Shopping Iguatemi, alameda das grifes

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Como é que o amor chega ao fim?

Quantas vezes você repetiu um “eu te amo” na vida? E a quantas pessoas já falou isso? Aliás, em quantas oportunidades você achou que havia encontrado o(a) parceiro(a) ideal e chegou a ter certeza de que, daquela vez, seria para sempre? A vida é engraçada, não é? Hoje, remexendo na papelada do guarda-roupa, encontrei uma pastinha surrada em que guardei uma série de cartões que recebi em dois relacionamentos longos que mantive. Não resisti e abri, como uma criança pequena ansiosa por descobrir alguma coisa. No meu caso, relembrar o passado.

Li os cartões e pensei: “nossa, eu fui muito amada”. No mesmo momento, lembrei dos cartões que escrevi, das surpresinhas que já fiz, das juras de amor, da vez em que achei que seria eterno. Fiquei algumas horas distraída, relembrando, analisando… Eu tambem já amei demais. E como é que um amor daquele tamanho pode acabar? Escorrer como água pelos dedos e desaparecer? Aí você passa a conviver com a pessoa com quem você dividiu a mesma cama por tanto tempo como se nada tivesse acontecido, como se uma borrachinha mágica tivesse apagado tudo.

O que leva as relações ao fim? Que pergunta difícil. Hoje, eu diria que a impaciência e a intolerância são algumas das causas. As pessoas perderam a paciência de se conhecer, de dar um tempo até se adaptarem uma à outra. Transformam as relações em casamento em questão de segundos e vão começar a conhecer os defeitos do outro já envolvidas numa rotina um tanto difícil que é a de dividir o mesmo teto. Não eu nunca casei. Mas posso afirmar, sem qualquer receio, que vivi uma relação que podia ser perfeitamente entendida como um casamento.

O que me motivou a escrever isso foram os textos nos cartões. Declarações lindas de amor, sentimentos intensos traduzidos em palavras. Nossa… Eu não revivia estas coisas há muito tempo. Há muito tempo que aqueles cartões deveriam estar ali, empoeirando meu passado, agora enclausurado em uma pasta plástica envelhecida… Hoje, um pouquinho mais madura, com um pouquinho mais de experiência, percebo que compreensão é fundamental. E mais fundamental ainda é a aceitação e a disposição a conhecer o outro e a entender que esse outro não mudará para te agradar.

Lembro que, quando chegou ao fim a minha relação, fiquei imaginando como seria ter de encontrar outra pessoa, me adaptar a outro estilo, me acostumar a outras manias. Achava que não conseguiria. Não me lembrei que já havia passado por tudo isso antes. Simplesmente parecia que aquele era o primeiro amor da minha vida, o primeiro com quem pensei em dividir uma vida inteira. É que foram tantos anos de relação, que eu já sabia na ponta da língua tudo o que significava cada uma das caras dele, cada um dos gestos… Eu imaginava como seria chegar a este estágio com outra pessoa.

Hoje, eu dediquei várias horas às memórias. Depois de reler, olhei algumas fotos, me lembrei de coisas engraçadas, de como nos dávamos bem. E mais uma vez me perguntei como é que as relações acabam e ficam esquecidas no passado. Pois é. Vou continuar sem saber. Tenho minhas teorias, algumas coloquei logo acima. Vocês devem ter as teorias de vocês. Mas como já frisei diversas vezes ao falar da vida a dois, não há fórmula mágica. Se as coisas começam e acabam, a responsabilidade é toda de cada um dos envolvidos, que não soube superar as crises.

Claro que estou falando das relações sólidas, não daquelas furtivas, efêmeras. Uma vez encontrei um amigo em comum e ao contar que a minha relação havia acabado, lembro de ele ter ficado meio atordoado e ter dito que pra ele nunca chegaria ao fim, que ele não conseguia imaginar um sem o outro de tanto tempo que estávamos juntos. Mas, sim, tinha acabado. Por que as relações acabam? Não sei, repito. Só sei que nem sempre é por falta de amor. Afinal o amor, por si só, não é capaz de sustentar uma relação. Às vezes você ainda ama, até. Mas alguma coisa pesou mais na hora de você decidir dizer adeus.

Toda vez que ouço alguém comentar sobre mais uma relação que chegou ao fim, me reservo o direito de alimentar a certeza de que cada dia é mais difícil manter um relacionamento com alguém. Hoje, portanto, venho aqui só pra dizer uma coisinha que talvez faça diferença na hora que você ler: se você acha que aquela pessoa vale à pena, que vocês formam uma dupla bacana, parceira e amiga, pensa nisso antes de tomar alguma decisão baseada em um momento difícil, em uma fase crítica, ou no meio de uma crise. Não há relações perfeitas, as discussões acontecerão sempre. Mas eu me permito dizer que há pessoas perfeitas para uma relação. E estas, queridos amigos, façam questão de segurar.

Certa vez, um amigo conversava com outro sobre a namorada dele. Ela é estressada, sempre brigavam no meio do trânsito, e ele ali, paciente.  Esse outro amigo pegou carona com o casal, e acabou presenciando mais uma discussão boba, um estresse dela, por causa de um caminho errado. Alguns dias depois, os dois trocavam ideias e ele tocou no assunto, perguntando como ele aguentava aquilo, que ele tinha ficado impaciente no fundo do carro com toda a situação, enfim. O outro respondeu que amava aquela mulher, com os defeitos que ela tinha. Porque as qualidades dela eram tão maiores, que ele tinha aprendido a lidar com a parte ruim.

Disse ele que brigar no trânsito era pouco, sim, e que, por ele, não seria assim. Mas que ele sabia que ela não ia mudar, e que ele tinha decidido aceitá-la daquele jeito, porque em milhões de outras situações mais importantes, ela se mostrava a mulher que ele sempre quis ter ao lado. Acho que é isso. Uma história real de uma relação em que as pessoas decidiram se aceitar, aprenderam a conviver com os defeitos alheios, em que um conseguiu enxergar o quão fundamental é ter o outro do lado.  Decidiram que querem ficar juntos.

Se eles vão mesmo ficar juntos, eu não sei. Não os conheço. O que sei é que esse é um passo. Um passo muito importante. No dia em que fiquei noiva (sim, eu já fui noiva), o tio do meu ex-noivo chamou a gente em um canto e nos disse: “a partir de agora vocês precisarão ser muito tolerantes um com outro se quiserem ficar juntos. A palavra agora é tolerância, porque amor vocês já têm”. Nós não soubemos ser tolerantes, mas ainda dá tempo de você aprender, se achar que vale à pena. É isso.

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Depois do filho, como fica a relação do casal?

A sugestão foi de um amigo. Escrever sobre a relação homem x mulher após o nascimento do filho. Achei a ideia ótima, um assunto interessante principalmente depois de ouvir as percepções dele sobre as mudanças que acabam acontecendo na relação do casal depois que os filhos nascem. Eu não tinha pensado nisso. Talvez porque não tenha filhos ainda, porque não tenha experienciado essa situação na prática. Mas aqui é um espaço para debates e é isso o que faremos, debater o assunto. E o mais importante vai ser a troca de experiências, a opinião de vocês.

Uma coisa não há como negar: sim, muita coisa muda depois que o casal decide ter filhos. A partir deste momento, não são apenas vocês dois. Há uma terceira pessoa que vai precisar de toda a dedicação para crescer em um ambiente saudável. E “toda a dedicação” sempre quer dizer mais do que esperamos. Em uma entrevista à Revista Cláudia, o ator Rodrigo Hilbert, que tem um casal de gêmeos com a apresentadora e modelo Fernanda Lima,  fala justamente da mudança de rotina, da logística que precisam organizar quando querem sair os dois e do esforço para manter o romantismo.

É difícil administrar a chegada de um bebê. Até porque as atenções mudam de direção. Sentimentos como a falta do desejo sexual, o ciúme, o descuido da mulher (que muitas vezes fica relapsa consigo mesmo em prol da criança) podem surgir e, inclusive, destruir a relação. Não é à toa que o assunto já virou tema de livro. “Casamento à Prova de Bebês”, por exemplo, trata da crise no casamento após a chegada dos bebês. O enredo traz a história de três mulheres que trocam confidências sobre suas próprias experiências pessoais, ressaltando as dificuldades dos primeiros dias com o bebê, a divisão de tarefas, a influência das famílias do casal, a importância que cada um dá ao sexo.

Um dos principais problemas é o aumento da tensão em casa. Um bebê muda completamente os papeis de cada um. É preciso rever, reformular, adaptar, mudar. Se formos pensar direitinho, todos são verbos que exercem uma pressão muito grande no nosso dia a dia. O trabalho aumenta, as tarefas de casa também (agora tem fraldas a lavar, uma criança a cuidar, consultas médicas rotineiras etc), os gastos crescem bastante, o tempo parece ficar cada vez mais curto… Segundo o depoimento desse amigo, aí é que está o problema: administrar tudo isso com a rotina de cada um dos dois e, em meio a tudo isso, manter a relação em evidência, se cuidar pro outro, garantir momentos a dois, manter o tesão.

Eu não me sinto apta a discutir a questão, afinal nunca vivenciei coisa parecida. Porém, achei muito válida essa iniciativa de meu amigo, em sugerir que colocasse a questão no blog para debate. Nestas situações, muito mais bacana do que dizem as teorias científicas é ouvir as experiências de cada um e ver se funcionam para você as alternativas sugeridas por alguém que também sente na pele os efeitos da chegada de um bebê à relação. A palavra é de vocês: quem já passou por isso ou já assistiu de perto à experiência de alguém, divide aí com a gente!

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Conversa de menina no twitter e orkut

O Conversa de Menina agora tem comunidade no Orkut e pode ser acompanhado também via Twitter. Dessa forma, esperamos aumentar a sintonia e trocar ideias com vocês, nossos leitores, que participam tão ativamente do blog através dos comentários ou do nosso email (conversademenina.blog@gmail.com).

O Twitter como ferramenta de interação imediata, vai nos colocar em contato com ideias, sugestões e anseios de vocês muito mais depressa. Já a comunidade no Orkut será uma forma de mantermos fóruns permanentes de discussão sobre os temas tratados no blog ou outros assuntos que vocês sugerirem.

Esperamos a participação de todos nessa nova fase do Conversa de Menina. E o nosso blog não para. Buscamos frequentemente assuntos interessantes, informações úteis e divirmos reflexões e um olhar sensível sobre o mundo.

Mapa das minas

Você em contato com o Conversa de Menina…

via email: conversademenina.blog@gmail.com

via Orkut: Comunidade Conversa de Menina

via Twitter:  conversamenina

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Como manter seu casamento para sempre?

Dia desses recebi uma mensagem perguntando como a gente sabe que encontrou alguém para a vida toda. A gente não sabe. Respondi dizendo que podemos até querer que dure para sempre, e essa vontade é capaz de nos fazer tentar novamente sempre que as coisas não caminharem bem. Ainda assim, não significa eternidade. amorPorque sempre é um tempo longo demais quando os personagens da história somos nós, seres humanos, tão cheios de contradições. Bem, comecei falando sobre isso devido a uma matéria que li estes dias. O tema, um estudo a respeito dos fatores que determinam a longevidade de um casamento.

O resultado da pesquisa da Universidade Nacional Australiana é que o amor não basta para manter um casal unido por muito tempo. Nenhuma novidade, não é? Ou alguém chegou a achar que isso era verdade absoluta? A meu ver, o amor pode até alimentar, pode fazer você querer muito estar ao lado de alguém, mas se não houver outros sentimentos, outros pontos importantes, você acaba distante daquele que ama. Não fosse assim, as pessoas não terminavam relacionamentos com aqueles que amam. Segundo o estudo, exercem papel importante na duração da relação fatores como idade dos parceiros, relacionamentos anteriores e até o fato de um fumar e o outro não.

Foram analisados 2.500 casais, entre os anos de 2001 e 2007, entre casados oficialmente ou que apenas moravam juntos. Uma das conclusões do estudo “O que o amor tem a ver com isso” foi que um marido pelo menos nove anos mais velho que a mulher tem duas vezes mais chances de se divorciar, assim como os homens que se casaram antes dos 25 anos de idade. Eu já me sinto um pouco incomodada quando as relações humanas são encaixadas em perfis próprios. Eu acho esquisito rotular relações humanas, criar parâmetros pré-determinados. O que mais há nas relações humanas são as exceções. Justamente porque é difícil mapear o comportamento. Movido por uma forte emoção, ninguém sabe do que é capaz. Mas vamos adiante.

amorOutro dado levantado pela pesquisa é que 20% dos casais que tiveram filhos antes da união acabaram separados. Casar por causa dos filhos não é uma sábia decisão, se a motivação para o casamento é apenas essa. Mas, ainda assim, é preciso pensar que 80% dos casais continuaram juntos. O que eu pergunto é: até quando, não é? Até quando as relações entre estes casais se manterão estáveis como na época da pesquisa? Daqui a um ano, sabe-se lá se os casais que estavam juntos e felizes ainda manterão esse status. Eu continuo reticente com relação a essas pesquisas. Para mim, é tentar calcular o incalculável. É buscar razões para o que não se explica por amostragem.

Seguindo com os dados da pesquisa, outro fator determinante para o divórcio é a discordância sobre ter ou não ter filhos. Se um quer, e o outro, não, a possibilidade de se divorciar cresce. Ah, e se o parceiro já havia passado por um divórcio anterior, mais chances de enfrentar uma nova separação. E o dinheiro, esse influencia também. Quando a grana acaba, acaba também o casamento.

Meu incômodo aumenta a cada nova exposição. Pergunto-me qual é mesmo o fundamento de estudos como este. Todo casal terá problemas, óbvio. São duas pessoas diferentes, com criações diferentes, tentando viver sob um mesmo teto. Não tem como ser perfeito. Em algum momento estas diferenças se sobressairão. Imagino que o importante seja viver essa relação enquanto ela valer à pena, enquanto for motivo de alegria. Se vai durar para sempre, não importa. Que dure o que tiver de durar. É preciso compreender isso. Se durar para sempre, ótimo. Se durar dois meses, ótimo também. Amor de casalO que não compreendo é essa busca incessante por fórmulas da eternidade.

Não sou psicóloga, não entendo o funcionamento da mente humana. O que sei sobre o assunto é devido a uma leitura rasteira sobre o tema. Mas tenho minhas crenças e apostas. Embora não tenha durado para sempre, de alguma forma toda relação teve seu bom momento, caso contrário você não teria estado ao lado daquele alguém. Portanto, minha gente, vamos esquecer essas equações inexatas que se espalham por aí. Se você quer que uma relação dure para sempre, tente contornar as diferenças. Mas se não durar para sempre, tudo bem. Aceite o fim e siga em frente. Quem sabe você não encontre outro alguém com quem queira viver o resto da vida?

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Eles preferem cantadas diretas. Será?

Hoje me deparei com uma matéria dizendo que os homens preferem cantadas diretas das mulheres. Acho bacana falar sobre isso, porque embora a pesquisa realizada na Universidade Bucknell, na Pensilvânia, afirme isso, ainda há bastante contradição nesta afirmação. De acordo com o estudo, os homens têm dificuldade de entender o sinal verde das mulheres e dão preferência às investidas mais audaciosas. Talvez isso aconteça lá, nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, não sei se a pesquisa teria o mesmo resultado.

Não sei se é impressão – e acho importante os homens entrarem na discussão-, mas tenho a sensação de que mulheres mais diretas assustam um pouco. Talvez muito. E outra, se a mulher investe demais, o cara já acha que ela faz aquilo com todo mundo, ou já julga que ela é “muito fácil”. Falam tanto que as mulheres são complicadas, mas é difícil também compreender o que os homens querem. E, pior, de que forma vão enxergar uma investida mais direta. Uma pena, em pleno século XXI, nós mulheres ainda precisarmos nos preocupar com isso, quando poderíamos simplesmente chegar pro carinha e dizer que estamos a fim.

Certa vez escrevi um post falando da complexidade da tal revolução sexual. Falava também dos julgamentos a que nos sujeitamos ao aceitar uma transa na primeira noite, ou ao simplesmente querer curtir o momento sem assumir compromisso. Nós mulheres queremos isso, às vezes. Assim como também nos apaixonamos e criamos a expectativa de viver uma relação mais duradoura, por exemplo. A questão é que muitas das paixões acabam acuadas pelo receio da declaração. Realmente eu não sei se os homens preferem cantadas mais diretas. É possível que eles até prefiram, mas me preocupa a forma como interpretarão a tal cantada.

Será que vão levar a sério? Será que vão aproveitar para garantir mais uma na lista das “peguetes”? Eu ficaria feliz se descobrisse que os homens gostam de ser cantados e que  eles podem ou não aceitar a cantada de uma maneira positiva, na boa, sem julgamentos. Ficaria feliz em saber que o comportamento agora é outro, que uma cantada não vai fazê-lo criar dezenas de teorias, mas talvez faça nascer uma história de amor, ou um casinho passageiro, ou até uma relação sexual sem compromisso, se for do interesse dos dois. Eu já escrevi também sobre como investir pra ganhar o carinha, mas claro que não há fórmulas.

No final das contas, acho que as mulheres ficam meio sem saber o que fazer. O cara está ali, a gente fica a fim, mas e aí? E aí que é tanta coisa a se pensar que muitas vezes a coisa acaba não passando de uma hipótese. Acaba morrendo na dimensão do “se”. Tudo porque essa nossa sociedade machista distribui os rótulos e a gente tem dificuldade de fugir deles. Não sei vocês, meninas, mas eu realmente espero que ainda possa viver o momento em que simplesmente vou dizer o quanto acho ele interessante, sem me sentir inibida e sem ficar com milhões de dúvidas sobre o que ele vai pensar a respeito da minha atitude.

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Pompoarismo: para melhorar o sexo e aumentar o prazer

Se você é daquelas que acredita que vale tudo para dar uma incrementada na relação sexual, não pode deixar de ler esse post até o fim. Porque o pompoarismo, uma técnica oriental muito antiga, tem o propósito de intensificar o prazer e a satisfação sexual tanto seu quanto do seu parceiro. Como isso é possível? Através de alguns exercícios de treinamento do músculo pélvico, que vai intensificar a musculatura vaginal a tal ponto que você será capaz de realizar alguns movimentos e proporcionar um prazer maior ao parceiro.  

Kit básico do pompoarismo, com vibrador, ben-wa e o manual
Kit básico do pompoarismo, com vibrador, ben-wa e o manual

O desenvolvimento da técnica começou lá atrás, na Índia. No século XX, foi utilizada por gueixas japonesas e prostitutas tailandesas para melhorar o resultado do ato sexual e, em seguida, para ganhar dinheiro com apresentações eróticas em que fumavam cigarro e arremessavam objetos com a vagina. No cinema, quem não lembra da cena de “Priscilla, A Rainha do Deserto”, em que uma mulher atira uma bolinha de pingue-pongue na platéia durante um espetáculo erótico? Pois é, ali é um retrato do pompoarismo.

Muita gente se pergunta: como começar? A dica dos especialistas é que, em primeiro lugar, você visite sua ginecologista para ver se está tudo direitinho. Se está tudo ok e você já tem mais de 18 anos, já pode dar início aos exercícios. Os especialistas também ressaltam que pode parecer um pouco difícil no início, mas que é preciso ter persistência . Há duas formas de aprender os movimentos. A primeira, participando de alguns cursos que são oferecidos, ou então comprando os acessórios e o manual e colocando em prática.   

Ben-wa: bolinhas unidas por um cordão, utilizadas nos exercícios
Ben-wa: bolinhas unidas por um cordão, utilizadas nos exercícios

Que acessórios são esses? O ben-wa é um par de pequenas bolinhas unidas por um cordão bem fino. É indicado para treinar os movimentos de sucção, expulsão e fortalecimento dos músculos circunvaginais. Além de melhorar a qualidade do orgasmo, evita o afrouxamento da região pélvica, que perde a firmeza com a idade ou com partos normais sucessivos. Outro aparelhinho indispensável é o vibrador, utilizado para aumentar a intensidade das contrações e o domínio sobre a musculatura vaginal. E o manual, claro, que detalha todo o processo.

Se animou com a ideia de melhorar seu desempenho sexual? Agora é só adquirir um kit e mandar ver nos exercícios. Ah, e se você já praticou, deixa um comentário por aqui. Vai ser bacana dividir as experiências!!!! Agora veja alguns exercícios iniciais que podem ser praticados em casa e saiba onde comprar os kits e dar início ao pompoarismo.

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Comece agora
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Abaixo seguem cinco exercícios retirados de um artigo escrito pelo ginecologista e obstetra Dr. Newton Valdir Bringmann e publicado na Revista Cláudia. A indicação que estes movimentos sejam feitos diariamente, tanto pela manhã quanto pela noite, em três séries de quinze ou vinte repetições para cada um. Ele também esclarece que não são fáceis no início, mas que a prática diária trará resultados em algumas semanas. Aos exercícios, então:

1-) Sente-se em uma cadeira e apóie as mãos nas coxas. Deixe os pés paralelos e distantes 20 centímetros um do outro. Contraia os músculos da vagina como se apertasse algo dentro dela. Conte até três e relaxe. Aumente a contagem gradativamente até chegar a dez.
      Variação: contraia e relaxe os músculos rapidamente. Para acertar o ritmo, imagine que acompanha uma respiração. 

2-) Recoste-se na cama e deixe as pernas separadas e semi-flexionadas. Insira um dos dedos na vagina e tente apertá-lo o mais que puder. Caso não sinta nenhuma pressão insira dois dedos. Volte a se exercitar com um dedo quando a musculatura estiver mais treinada.
      Variação: tente sugar o dedo com a vagina. Conte até três antes de relaxar. 

3-) Deite-se num colchonete e deixe os braços ao longo do corpo. Flexione as pernas. Essa é a posição inicial. Eleve o quadril e o dorso e fique apoiada sobre os ombros e os pés. Ao elevar o quadril, contraia os glúteos. Volte a posição inicial e relaxe os glúteos.
      Variação: Na posição inicial, contraia o ânus em três tempos, sem relaxar: primeiro levemente. Em seguida mais forte e depois com toda a intensidade que conseguir. Fique assim e contraia a vagina como se sugasse alguma coisa com ela. Conte até três e solte os músculos devagar: Primeiro os da vagina, depois os do ânus. 

4-) De pé com as pernas semi-flexionadas, coloque as mãos na cintura e deixe os pés paralelos e distantes 20 ou 30 centímetros um do outro. Mova a pélvis para cima e para frente. Ao fazer isso, contraia a parte interna da vagina. Segure, conte até três e relaxe.
      Variação: Faça um movimento contínuo e circular, como se usasse um bambolê, só que em quatro tempos:
                                   1-) Mova a pélvis para cima e para frente;
                                   2-) Leve o quadril para a esquerda;
                                   3-) Jogue o bumbum para trás;
                                   4-) Leve o quadril para direita. 

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Homenagem aos meus amigos

O que há de mais precioso na amizade? Fiquei algumas horas a pensar nisso e não consegui encontrar uma resposta. Tudo na amizade é precioso, absolutamente tudo. Amigo que é amigo de verdade vira parte da família. Costumo falar que, em alguns casos, vira mais família do que a própria. AmizadeA cumplicidade, a alegria, as trocas, a confiança, as discussões, os alertas, os momentos felizes, os tristes, os risos, os choros… Posso enumerar uma série de fatos e todos eles, de todas as formas, terão um significado especial quando os seus agentes são declaradamente amigos.

Amigo que é amigo ama incondicionalmente. Ama tanto que chora junto, sofre junto. Vibra junto com cada vitória. É que cada vitória dele, cada conquista, é nossa também. Amigo que é amigo não ri junto, gargalha. Porque aqueles momentos de felicidade são tão plenos, tão intensos e tão maravilhosos que rir é pouco. É preciso uma demonstração maior, mais vibrante, mais intensa. Precisa mesmo é gargalhar, para que o mundo saiba que ali, entre aqueles risos espalhafatosos e cintilantes tem um amor incomensurável, que não se consegue medir por estes sistemas de medidas que estão ao nosso alcance.

Amizade 2Nossos amigos são tão diferentes uns dos outros, não é? Nossa!!! Agora estou aqui pensando em cada um deles e é incrível como conseguimos construir laços tão fortes com pessoas tão diferentes. A resposta é fácil, é o amor. É o amor que nos une. O amor e alguma coisa a mais que não consigo encontrar uma palavra em nosso vocabulário que a descreva. É simplesmente uma coisa a mais. Essas diferenças, no entanto, são tão insignificantes, porque aprendemos a conviver com elas, a respeitá-las. E ao invés de atrapalharem a relação, elas apenas se complementam. Nas nossas diferenças nos tornamos seres completos. É como me sinto ao lado deles, um ser completo.

Temos amigos de vários tipos, para todas as ocasiões. Uns adoram festas, shows, chegar em casa de madrugada. Há os que não trocam o teatro e  o cinema por nada nesse mundo. Há aqueles que adoram “comer água” e há os que abandonaram a bebida alcoólica ou nunca nem tocaram nela. AmizadeHá os que são mais tímidos, mais sensíveis. Há os destemidos, que topam tudo e acham que viver é a coisa mais fácil do mundo. Há os que sofrem mais, os que choram mais. Há os que sofrem menos, riem mais. Há aqueles que te abraçam, te beijam e dizem eu te amo. Há aqueles que ali, discretos como são, falam o mesmo eu te amo em silêncio, nos gestos habituais, no olhar de gratidão.

Alguns estão ao nosso lado todo dia, outros estão apenas em nossos corações todo dia. Uns moram ali, pertinho, outros lá bem longe. Com alguns falamos mais, com outros conversamos menos. Não é isso que vai determinar a importância que cada um deles tem em nossa vida. Porque perto ou longe todos têm a mesma relevância. Uns são mais compreensivos, outros são mais exigentes, e todos têm defeitos. Nossos amigos são os melhores do mundo, mas são seres humanos como qualquer outro. Eles podem ter defeitos pequenos, ou defeitos imensos. Isso não importa, porque eles com certeza têm qualidades que fazem de qualquer defeito algo contornável.

O bom de ter amigos é aquela sensação maravilhosa de ter alguém com quem dividir o universo. AmizadeA gente pensa assim: não estou só. E não está mesmo. Os amigos são companheiros para a vida toda. A gente constrói uma amizade aqui e leva pra lá, pra frente, pro futuro. Os anos vão passando, a gente vai crescendo, amadurecendo, envelhecendo, e eles estão ali, passando por tudo isso com a gente. A conversa até muda com o tempo, mas as lembranças, estas serão sempre eternas… Em cada encontro, a gente vai rir com a mesma intensidade lembrando das aventuras de antigamente, lembrando das farras, das curtições. É como se o tempo tivesse parado ali, naquele momento, porque estávamos juntos. E ele para mesmo, como um retrato que fica armazenado em nosso coração.

Esse texto singelo é apenas para agradecer. Agradecer a todos os meus amigos pela existência de cada um deles em minha vida. Agradecer pelas broncas, que fizeram de mim uma pessoa melhor. Agradecer pelos conselhos, que reduziram meus erros pela metade. Agradecer pelos risos, que conservam em mim a juventude. É tanta coisa para agradecer, tanta. Pela presença, mesmo quando desapareço com a loucura do dia-a-dia. Pelos risos, que me fazem perceber o quanto o mundo pode ser belo em meio às tragédias. E, mais que qualquer coisa, agradeço por poder chamá-los de amigos. É um texto para dizer o quanto amo cada um de vocês. Um amor tão grande… Sim eu sou uma felizarda!

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