Artigo: Fundindo passado e futuro

 O Conversa de Menina recebeu um bom artigo sobre educação da professora Débora Vaz, consultora pedagógica de uma escola em Tamboré, estado de São Paulo. No texto, ela analisa a educação atual e a postura das escolas diante das novas tecnologias, da nova conjuntura social, das mudanças de comportamento. Valoriza as lições passadas, mas oferece a perspectiva de olhar o presente e projetar o futuro. Certas lições não devem jamais ser relegadas, enquanto outras precisam ser atualizadas. Para quem gosta do tema educação ou para quem tem filhos em idade escolar, é um ótimo texto de análise. Confiram:

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Fundindo passado e futuro

Débora Vaz*

escola 2A escola que dará aos alunos condições para se tornarem adultos comprometidos com as questões de seu tempo, com a vida profissional e cidadã tem um compromisso com o presente e o futuro, mas também é resultado de um passado de referencias, ganhos e perdas. Uma escola inteligente deve acompanhar o tempo e as transformações históricas. Tem uma discussão interessante a se fazer com a comunidade de educadores e pais que é sobre quais aspectos da educação que não gostaríamos que fossem alterados, porque são princípios atemporais.

Valores como o respeito, cooperação, procedimentos de cuidado com material e organização pessoal não deveriam e nem podem ser substituídos ou abandonados. Mas também deveríamos compreender melhor quais são os aspectos que o tempo e as pesquisas aprimoram, ou seja, sabemos algumas coisas hoje sobre as formas de ensinar e aprender que nossos professores não sabiam quando estudávamos. Não são mudanças geradas por desejos empíricos ou não fundamentadas.

Hoje sabemos coisas que não sabíamos antes. Sabemos, por exemplo, que decorar tabuada é bom se os alunos compreenderem o campo multiplicativo, porque se eles não aprenderem os conceitos de multiplicação, não adianta decorar, pelo contrário, atrapalha porque eles não sabem o uso que tem que fazer disso.

A escola tradicional do passado acreditava que boa parte das aprendizagens acontecia pela memória. Sabemos hoje que uma parte pequena do aprendizado de fato é operada, ou melhor, acontece pela memória. Porém, existem outros tipos de aprendizagens escolares que acontecem quando o aprendiz entra em contato direto com o objeto de conhecimento, é pelo uso freqüente e acompanhado por alguém que saiba e que o oriente que a aprendizagem se dá. Também aprendemos a nos relacionar com o conhecimento de uma determinada área, quando nos relacionamos ou presenciamos pessoas que gostam de fato daquilo que desejam ensinar, que sejam usuárias competentes, os alunos podem dessa forma observarem um ambiente coerente.

escolaE é nesse ambiente que os alunos constroem uma atitude favorável em relação ao ato de conhecer. Uma outra coisa que sabemos é que conceito não se ensina por definição, mas estabelecendo relações de semelhanças e diferenças, comparando, negando, substituindo, observando, verificando, comprovando e analisando. É uma diferença enorme entre a tradicional do passado e algumas boas escola de hoje.

Se essas explicações sobre a aprendizagem e o ensino são fundamentadas e carregam uma lógica potente, por que a escola é tão resistente a trazer para dentro dela esses conhecimentos mais recentes? Por que uma instituição que deveria funcionar para entender melhor o mundo em que vive usa metodologias que, comprovadamente, não funcionam e que pouco ajudam e auxiliam as crianças a viverem e aprenderem melhor? Um exemplo disso é o uso da tecnologia.

Existem escolas que insistem em caligrafia para alunos que têm uma escrita legível, mas não “aquela” letrinha de professor. Ora, esses meninos digitarão. Que insistência é essa com esse modelo de escrita que vem sendo substituído pela escrita digitada?

Essa escola de hoje reconhece que, assim como a tradicional, escrever bem é bom, mas que existem mecanismos de ensino que nós temos hoje que antes não existiam. Pertenço a um grupo de educadores que acredita que devemos debater e refletir sobre COMO usaremos a tecnologia a serviço de melhores aprendizagens, mas não perdemos tempo em debates se a utilizaremos ou não – ela está aí.

A questão é como a escola vai ensinar os alunos a usar onde ela é de fato potente. Um exemplo bom é a norma de escrita. Se eu acho que um bom trabalho com a linguagem é aquele que ensina os alunos a adequarem a escrita ou a fala à situação comunicativa, isso também serve para a tecnologia. Os alunos têm uma gramática de escrita dos intertextos e tudo que eles usam no msn e orkut serve para aquela situação comunicativa, mas não serve para escrever em outras situações.

escola 3Eles precisam então, aprender a adequar a escrita à situação comunicativa. Eu tenho a convicção de que os pais não precisam entender didaticamente as escolhas das escolas, eles precisam compreender o que é fundamental para poder legitimar. Nesse sentido, eu acho importante desenvolver esse discurso que ajuda os pais a compreenderem melhor a escola. É da minha experiência nas situações de atendimento com os pais e também em pesquisas sobre as didáticas de hoje, que fui compreendendo quais eram as dificuldades que os pais tinham e ainda têm para compreenderem a escola atual.

Eu não sei se a escola de antes funcionava tão bem como o nosso saudosismo nos permite acreditar. Vou dar um exemplo: o primeiro índice de insucesso escolar ao final da primeira série do IBGE é de 1956, que apontou que nem 50% dos alunos eram aprovados. Mas por que é que tinha tanta reprovação e a gente não percebia? Primeiro porque o número de alunos que freqüentava a escola era menor, segundo porque as famílias acreditavam que essas crianças não tinham talento e mandavam para a roça ou para outros fazeres que naquela época pudessem prescindir do estudo formal. E, se considerássemos que talvez, a nossa escola – a que estudamos- não tenha de fato sido tão boa e efetiva? Nós somos uma geração de pessoas que, tendo estudado não lê, e tendo estudado tem problemas com a escrita.

O mercado de trabalho está esperando profissionais que convivam com a diversidade, que tenham uma boa relação para transitar entre diferentes situações comunicativas. Se a escola não formar para isso, aí sim eles terão um problema na formação.

*Débora Vaz é diretora pedagógica da Escola Castanheiras, em Tamboré, SP

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Concurso de redação para crianças

ECA em quadrinhosGente, está aí uma boa oportunidade para incentivar a criançada a escrever e, mais que isso, para começar a inseri-la no contexto político brasileiro, de uma forma leve e interessante. É que o Plenarinho, o portal infantil da Câmara dos Deputados, está promovendo um concurso de redação sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Para participar é preciso ter até 14 anos e fazer um texto explicando de que modo o ECA muda a vida das crianças e adolescentes brasileiros. A redação deve ser enviada até o próximo dia 30 de setembro. O próprio site do Plenarinho criou o ECA em quadrinhos para inspirar a garotada. E vai ter brinde para os vencedores!!!

Como se inscrever?
Até o dia 30 de setembro, mande seu texto para o e-mail [email protected]. No assunto do e-mail, é só escrever “Concurso de Redação do ECA”. Também no e-mail, lembre-se de colocar seus dados completos: nome, endereço e telefone. O resultado será divulgado no dia 13 de outubro no site do Plenarinho.

Qual a premiação?
As três melhores redações serão publicadas no site e os seus autores receberão:
1º lugar: Jogo Master Júnior
2º lugar: DVD Harry Potter e a Ordem da Fênix
3º lugar: Livro Histórias à Brasileira – O pavão misterioso e outras – de Ana Maria Machado
Os dez primeiros colocados ganharão revistinhas do ECA em Tirinhas e brindes da Turma do Plenarinho. As três melhores redações serão também publicadas em destaque no site.

Quais os critérios de escolha dos vencedores?

A comissão julgadora vai avaliar se o texto foi realmente escrito pela criança; criatividade e originalidade; ortografia e gramática (levando-se em conta, claro, a idade da criança).

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Direito sem mistério: furto x roubo

O Conversa de Menina inaugura uma nova série a partir de hoje. Direito sem mistério vai abrigar pequenos comentários sobre algumas dúvidas frequentes relacionadas às ciências jurídicas. A ideia aqui, a princípio, é apenas delimitar alguns conceitos que caem no gosto popular, mas que nem sempre coincidem com a realidade do conceito. Daí que muitos meios de comunicação acabam reproduzindo os conceitos erroneamente, eles vazam na internet na dimensão errada, e vamos mantendo essa multiplicação equivocada do conhecimento.

Como há muito disso no direito, decidimos abrir esta categoria. E vamos precisar bastante da contribuição de vocês, leitores, com sugestões do que podemos tratar nesta seção. Basta mandar a sugestão para o e-mail [email protected] e incluiremos um post esclarecendo a dúvida e, quando possível, indicando bibliografia interessante para os mais curiosos. Claro que temos ideias de ampliar esse debate. Mas vamos começar com calma… aos poucos trazemos as novidades.

Direito penalFurto x roubo – Para inaugurar a categoria, vamos esclarecer a diferença entre as expressões “furto” e “roubo”. Muitos usam-nas como sinônimos, outros usam uma em lugar da outra, mas o código penal (CP), que é a legislação básica do direito penal brasileiro, traz a distinção ao tratar as duas condutas humanas de forma diferente, embora estejam ambas no capítulo dos crimes contra o patrimônio.  O furto está previsto no artigo 155 do CP, com a seguinte descrição: “subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel”. Em outras palavras, significa pegar alguma coisa de outrem, com a intenção de ficar com ela ou de dá-la a alguém. Coisa, para o direito, é um objeto material, corpóreo, que tenha valor afetivo ou de uso para o dono. Alheia quer dizer que aquela coisa deve pertencer ao patrimônio de terceiro (se o indívuo pega uma pedra na rua, ou recolhe aquele armário abandonado pelo dono, isso não é furto). Móvel dá a noção de que aquela coisa pode ser levada para além da vigilância do lesado, pode ser deslocada (não existe furto de uma casa, por exemplo, porque é imóvel).

O roubo, por sua vez, está tipificado no artigo 157 do CP, que diz: “subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência”. Os conceitos básicos a gente já viu lá em cima. O que vale aqui é trazer a grande diferença entre os dois crimes. No roubo, existe a ação típica do furto, que é a subtração da coisa alheia móvel, só que com um diferencial: o constrangimento ilegal, que pode ser traduzido na violência, na grave ameaça (que é quando o autor do crime promete fazer um mal ao indivíduo, caso ele não entregue a coisa), ou em qualquer forma de redução da capacidade de resistência do indivíduo lesado. O roubo, assim, traz um dano para a integridade da pessoa, física ou moral. Resumindo, se alguém pegou a coisa que te pertence e você nem viu, é furto. Se alguém colocou uma arma, fez alguma ameaça para você entregar a coisa, é roubo. Daí porque o roubo tem pena mais dura que o furto. Quem pratica furto pode pegar de 1 a 4 anos, e multa. Quem pratica o roubo pode pegar a pena de 4 a 10 anos, e multa.

Claro que tem uma série de outras especificidades, que vai qualificar o furto e o roubo, que podem aumentar ou diminuir a pena. Mas aqui a proposta não é entrar nestes pormenores. Apenas clarear conceitos que estão no nosso cotidiano. Caso tenha ficado alguma dúvida, comenta no post, que tentaremos esclarecer. Sobre a bibliografia, aqui serve qualquer manual básico de direito penal que trate dos crimes contra o patrimônio. Os autores que recomendo: Luiz Régis Prado, Damásio de Jesus, Rogério Greco, Cezar Roberto Bitencourt.

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Artigo: Os adultos merecem ouvir contos de fadas

A série sobre a II Guerra está chegando ao fim. Resta apenas um post para publicar, aquele que lista filmes e livros para quem tem interesse em aprofundar seus estudos sobre o conflito e suas consequências na contemporaneidade. Mas hoje, ao invés de concluir esse último episódio (no post abaixo vocês encontram os links de todas as reportagens da série), abrimos espaço aqui no blog para publicação de um artigo da jornalista e mestranda em letras, Rossane Lemos. Ela nos traz uma reflexão muito útil sobre a importância dos adultos ouvirem contos de fadas. Confiram, pois vale a pena.

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Os adultos merecem ouvir contos de fadas

Por Rossane Lemos*

loboOs Irmãos Grimm se dedicaram a registrar os contos da forma mais pura possível, recém-saída da boca do povo, em uma linguagem que se assemelha ao vocabulário das crianças. Os editores do livro Kinder – und HausMärchen[1] destacam que os autores:

Se afastaram da tendência de seus contemporâneos, de transformar os contos numa representação (Spiel), na qual se desencadeia um individualismo romântico: eles permanecem  fiéis ao ritmo escutado, que  perceberam na boca dos falantes do povo. Por isso os contos de Grimm têm este tom, da maior intimidade popular; por isso eles (os contos) têm o infantil dentro de si e se deixam contar com tanta naturalidade para as crianças. (GRIMM, vol. II, p. 589)

Entretanto, as histórias se deixam contar não apenas para as crianças. As histórias, os contos maravilhosos, de fadas, da carochinha entre tantos fazem parte da vida da maioria das pessoas: crianças ou adultos; que podem sonhar e entrar na magia dos contos de fadas embalados pela voz doce de alguém que acredita no poder da palavra.

Hans Cristian Andersen falou com as crianças com o coração. Os textos traduziam o sofrimento principalmente destas e reequilibravam as injustiças sociais na esfera do maravilhoso. Mas porque apenas as crianças precisam de palavras cuja essência fale ao coração? Quantos adultos sentem-se tal qual “O patinho feio”, “O soldadinho de chumbo”, “A pequena sereia”?

pinoquioCom o avanço do racionalismo cientificista e tecnológico, os contos de fadas e as narrativas maravilhosas passam a ser vistos como ‘histórias para crianças’. Há um novo maravilhoso a atrair os homens: aquele que eles descobrem não só no próprio real (transformado pela máquina), mas também em si mesmos, ou melhor, no poder da inteligência humana. (COELHO, 2000, p. 119)

Alguns desatentos projetam a ação dos contos na produção de efeitos somente para as crianças, destacando uma face dedicada ao aspecto lúdico da fantasia. Entretanto, ao observar estas narrativas com maior profundidade, pode-se ampliar as possibilidades para uma ação efetiva em todos os públicos. As crianças têm naturalmente um impulso espontâneo que facilita a recepção das histórias por conta de serem menos moldadas pela sociedade materialista – são elas que conseguem aceitar facilmente o aspecto maravilhoso dos contos. Costa (2006, p. 94) refuta a ideia de que histórias são para crianças apenas:

Há, contudo, uma omissão imperdoável nessa crença de que apenas as crianças gostam e devem ouvir histórias. Os adultos recebem com igual prazer, encantamento e curiosidade as histórias adequadas à sua visão de mundo e à sua experiência de vida. Nesse sentido, contar histórias é também um ato de congraçamento, que irmana o público, conquistado pelo desempenho do contador e pela força do texto escolhido.

Bruno Bettelheim afirma que os contos de fadas ajudam a criança na difícil tarefa de encontrar um sentido à vida, e os adultos também. Para o autor “nada é tão enriquecedor e satisfatório para a criança, como para o adulto, do que o conto de fadas folclórico. […] através deles pode-se aprender mais sobre os problemas interiores dos seres humanos”. (1997, p. 13)

Joseph Campbell (2008) acredita que a mitologia desempenha várias funções, sendo que uma delas é, ao mesmo tempo, psicológica e pedagógica. Para ele, o mito precisa ser o companheiro do ser humano em todas as fases da vida, por exemplo, como instrutor das crianças e como preparador para a morte dos idosos.

Em entrevista ao jornal O Globo, do Rio de Janeiro, Couto enfatiza o valor de ouvir histórias e confirma que estas não são somente para crianças:

fada6Uma certa racionalidade nos fez envergonhar deste apetite, atirando as histórias para o domínio da infantilidade. Essa estigmatização da pequena história está presente também na literatura: veja-se a forma como se secundariza o conto em relação ao romance. O advento e a hegemonia da escrita são também responsáveis por essa marginalização da oralidade. (p. 6)

Não é possível apontar ao certo – a sociedade ou o próprio ser humano – o responsável por esse rompimento que rouba dos adultos esta experiência imaginativa e lúdica. Os adultos são levados a abrir mão dos sonhos, atrelando suas vidas na rudeza da rotina e deixando de viver uma essência que, ainda assim, não os abandona. Tornar-se adulto perece ser o reconhecimento de que algumas coisas são impossíveis. Neste sentido “o conto pode manter viva essa chama de familiaridade com o desconhecido, porque lá as experiências inexplicáveis fazem sentido” (MACHADO, 2004, p. 28).

Referências:

BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.

CAMPBELL, Joseph. Mito e transformação. São Paulo: Ágora, 2008.

COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil. São Paulo: Moderna, 2000.

COSTA, Marta Morais da. Mapa do mundo: crônicas de aprendiz. Belo Horizonte: Leitura, 2006.

COUTO, Mia. O Globo, Rio de Janeiro, 30 jun. 2007. Caderno Prosa & Verso.

GRIMM, die Brüder. Kinder – und HausMärchen. Manesse Verlag. Zürich: Conzett & Huber, s/d. 2 vols.

MACHADO, Regina. Acordais – fundamentos teórico-práticos da arte de contar histórias. São Paulo: DCL, 2004.

Rossane Lemos é jornalista, professora universitária e mestranda em literatura*.

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Leia outros posts sobre o tema:

>>Mil faces de Alice no país da diversidade

>>Livros que todo adulto precisa ler

>>Cinderela boazinha?!

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Shopping Salvador inaugura expansão

Meninas, a expansão do Salvador Shopping será inaugurada hoje, e já a partir de amanhã é possível conferir as novas 201 lojas que passam a integrar o shopping. Hoje vai ser dia de festa por lá, mas voltado para convidados, com tour para jornalistas, coletiva de imprensa, finalizando com um almoço no Villa Porteña. À noite a festa continua, também para convidados, com os coquetéis que várias lojas estão oferecendo para comemorar a inauguração. Agora, amanhã é o dia de a gente passar lá, claro, para conhecer as novidades, que com certeza serão muitas. Quem sabe a gente não acabe se batendo por lá?

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Elementos da natureza na coleção Nakisska Verão 2010

A marca Nakisska foi buscar nos quatro elementos da natureza: terra, fogo, água e ar, a inspiração para sua coleção primavera-verão 2010. Recebemos material de divulgação da marca, que terá sua nova franqueada do Nordeste aqui em Salvador, inaugurada no próximo dia 11 de setembro, no Salvador Shopping.

O design da marca catarinense segue a linha de criação inspirada basicamente nas décadas de 50, 80 e 90. As formas e silhuetas acompanham as tendências internacionais. Cada elemento da natureza refere-se a subtemas ilustrados por estampas exclusivas que formam uma variação que vai do étnico ao floral.

Com foco na mulher moderna, a Nakisska atrai pelas estampas leves e modelos irregulares que dão volume aos ombros, além de peças ajustadas ao corpo, como vestidos de bandagem, cintura marcada, babados, pregas e tecidos transados.

Os tons que serão vistos no verão são o branco, nude, off-white, os beges, o cinza cimento, preto e tons terrosos que formam as bases. Os tons mornos são formados pelos azuis, que vão desde azul bic ao azul celeste, tons verdes que variam entre o verde nórdico e a verde água, fúcsia, coral, salmón, rosas pálidos, lavanda e o vermelho. Na modelagem destaque para os ombros, que aparecem nus, irregulares, com volumes contrastantes, babados, moulages, pregas, nervuras. Outros elementos marcantes são as cinturas, que ainda continuam marcadas e as calças com referências oitentistas.

A malharia com shape mais despojado e com tecidos mais finos que denotam aparência de desgastados também merece destaque. Os tecidos com brilho ainda continuam, como cetim e tafetá, mas os grandes astros da estação são os tecidos fluídos e gaseificados, como o light silk e spun crepe.

As transparências começam a retornar com leve timidez, mas sempre usando de bom senso e abusando das sobreposições. Bordados e pedrarias foram substituídos por design elaborado. Peças com muita moulage, leque em pregas e detalhes artesanais.

Atualmente, a marca conta com 14 franquias exclusivas em vários estados brasileiros, tais como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Tocantins e Bahia. Antenada com a moda internacional, apresenta cerca de 400 itens, entre roupas, calçados e acessórios.

Através do site da marca (www.nakisska.com.br) vocês podem obter mais informações sobre tendências da moda, lançamentos e coleções. Além dessas fotos aqui no blog, tiradas do site, vocês podem ver centenas de outros itens de muito bom gosto.  Os clientes/internautas ainda mantém um canal de interação com a marca através do Clube Nakisska, um blog onde clientes, estilistas e interessados em acompanhar a moda nacional e internacional se comunicam, trocam ideias e comentam sobre o que acontece no mundo fashion. Já colocamos o link na nossa lista de sites e blogs de moda, para que vocês sempre possam acompanhar as novidades da Nakiska.

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69, o dia do sexo. Ops!!! 6/9, o dia do sexo

Tudo começou com uma campanha da Olla. A agência publicitária responsável, a age., teve a ideia de criar o dia do sexo para incrementar a estratégia de vendas da marca. A data? Claro, não podia ser diferente, 69. Quer dizer, 06/09. Isso foi há um ano e agora a ideia deles é oficializar a data, colocando-a no calendário nacional. Eles já reuniram 60 mil assinaturas e estão em busca de bater a meta das 100 mil, para enviar ao Ministério da saúde e pleitear a oficialização.

Veja o vídeo da campanha

O importante mesmo não é a oficialização da data, mas a preocupação com sua saúde. Seja no dia do sexo ou em qualquer outro dia do ano, use camisinha.

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Leia também:

>> Sem camisinha não dá, meninas!
>> Pompoarismo: para melhorar o sexo e aumentar o prazer
>> Tudo o que você precisa saber sobre HPV
>> Por falar em sexo…
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Sandálias Primavera-Verão 2010 na Clubedomizio

As sandálias para a temporada primavera-verão 2010 são modernas, sofisticadas e cheias de estilo. Modelos variados, com saltos em diversos tamanhos e formatos, uso e abuso das combinações de tecidos e cores, as sandálias desta temporada são marcadas pela mistura de materiais como o cetim e a palha.  Os modelos conhecidos como “meia-pata” que têm saltos extremamente altos e plataformas na parte da frente prometem ser a febre da estação.

Onde encontrar em Salvador:
Clubedomizio 71 3453-1000

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TKTS aporta em Salvador para os teens

A grife paulistana TKTS, que já está no mercado há 25 anos, vai aportar na capital baiana. A loja será inaugurada na nova ala do Salvador Shopping, e para a clientela já é possível conhecer o ambiente e as peças a partir do dia 9 de setembro. A marca trabalha com a moda teen e promete conquistar os jovens baianos com uma coleção inspirada nas cores dos anos 80, com três linhas:

Energy – peças com cores exuberantes e fluorescentes, no estilo ‘funny and fresh’.

Sweet – roupas em tons pastéis, com inspiração ‘surfe retrô’ para os meninos, e ‘sweet and sorbet’ para as meninas, apostando na leveza e romantismo.

Classique Nautique – explora motivos náuticos, inspirado na Riviera Francesa dos anos 80. As cores tradições francesas são o carro-chefe da linha, ‘Bleu, Blanc & Rouge’.

A marca chega a Salvador com a promessa de desenvolver peças que atendam às necessidades do público jovem, aliando conforto e qualidade. Já são 10 lojas em todo o País e mais de 40 pontos de vendas. Agora é só dar uma passadinha lá, para conferir!

| SERVIÇO |
TKTS
Salvador Shopping
Av. Tancredo Neves, n° 2915, no bairro de Caminho das Árvores
2° Piso – Ala Pássaros – Loja 2096
Tel: (71) 3878-2096

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Grife Ana Hickman lança coleção de bolsas Primavera-Verão

Pensadas e criadas para aliar beleza e praticidade, as bolsas da coleção Verão 2010 da grife que leva o nome da modelo Ana Hickman chegam às vitrines apostando tanto na discrição e na leveza dos tons de nude quanto na sofisticação dos tons terrosos.

O nude destaca-se pela delicadeza dos tons clarinhos do bege, creme e marfim que seguem em alta na nova estação e dão o tom clássico e suave aos acessórios femininos. Já os terrosos trazem as nuances do café, do caramelo e do chocolate em versões sempre fortes e marcantes.

Dividida em seis linhas, a coleção Verão 2010 apresenta suas bolsas em modelos grandes, que visam além da funcionalidade, o charme e o requinte na produção. Divisórias versáteis, alças removíveis, franjas, imãs invisíveis, tachas, zíperes, fechos e prendedores super discretos evidenciam o diferencial arrojado.

Além das cores clássicas, o nude tem espaço garantido nas modernas Mithus e Give com nuances em marfim, pérola e bege claro, enquanto o marrom e havana entram em cena com as charmosas Dakar e Elegance.  O destaque vai para as peças Sky e Safári que chegam às vitrines tanto nos tons de nude quanto nos terrosos, perfeitos para todos os gostos e estilos.

A linha Sky esbanja sofisticação ao combinar o charme do matelassé a um formato moderno com bordas arredondadas. As franjas por quase toda sua extensão, dão o ar descontraído às práticas Safari, inspiradas nas tendências folk, enquanto as lindíssimas Mithus esbanjam brilho ao combinar a discrição do nude ao glamour do perolado.

As modelagens em estilo country ganham vida com o modelo Give, todo em napa e lona. Quem optar pelas bolsas Dakar encontrará praticidade, modernidade e estilo próprios das mulheres que precisam carregar o mundo na bolsa. Já a Elegance prima pelo estilo clássico e faz uma releitura sofisticada das delicadas alças de mão.

Para conhecer os itens da grife e saber preços, clique aqui.

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