Elementos da natureza na coleção Nakisska Verão 2010

A marca Nakisska foi buscar nos quatro elementos da natureza: terra, fogo, água e ar, a inspiração para sua coleção primavera-verão 2010. Recebemos material de divulgação da marca, que terá sua nova franqueada do Nordeste aqui em Salvador, inaugurada no próximo dia 11 de setembro, no Salvador Shopping.

O design da marca catarinense segue a linha de criação inspirada basicamente nas décadas de 50, 80 e 90. As formas e silhuetas acompanham as tendências internacionais. Cada elemento da natureza refere-se a subtemas ilustrados por estampas exclusivas que formam uma variação que vai do étnico ao floral.

Com foco na mulher moderna, a Nakisska atrai pelas estampas leves e modelos irregulares que dão volume aos ombros, além de peças ajustadas ao corpo, como vestidos de bandagem, cintura marcada, babados, pregas e tecidos transados.

Os tons que serão vistos no verão são o branco, nude, off-white, os beges, o cinza cimento, preto e tons terrosos que formam as bases. Os tons mornos são formados pelos azuis, que vão desde azul bic ao azul celeste, tons verdes que variam entre o verde nórdico e a verde água, fúcsia, coral, salmón, rosas pálidos, lavanda e o vermelho. Na modelagem destaque para os ombros, que aparecem nus, irregulares, com volumes contrastantes, babados, moulages, pregas, nervuras. Outros elementos marcantes são as cinturas, que ainda continuam marcadas e as calças com referências oitentistas.

A malharia com shape mais despojado e com tecidos mais finos que denotam aparência de desgastados também merece destaque. Os tecidos com brilho ainda continuam, como cetim e tafetá, mas os grandes astros da estação são os tecidos fluídos e gaseificados, como o light silk e spun crepe.

As transparências começam a retornar com leve timidez, mas sempre usando de bom senso e abusando das sobreposições. Bordados e pedrarias foram substituídos por design elaborado. Peças com muita moulage, leque em pregas e detalhes artesanais.

Atualmente, a marca conta com 14 franquias exclusivas em vários estados brasileiros, tais como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Tocantins e Bahia. Antenada com a moda internacional, apresenta cerca de 400 itens, entre roupas, calçados e acessórios.

Através do site da marca (www.nakisska.com.br) vocês podem obter mais informações sobre tendências da moda, lançamentos e coleções. Além dessas fotos aqui no blog, tiradas do site, vocês podem ver centenas de outros itens de muito bom gosto.  Os clientes/internautas ainda mantém um canal de interação com a marca através do Clube Nakisska, um blog onde clientes, estilistas e interessados em acompanhar a moda nacional e internacional se comunicam, trocam ideias e comentam sobre o que acontece no mundo fashion. Já colocamos o link na nossa lista de sites e blogs de moda, para que vocês sempre possam acompanhar as novidades da Nakiska.

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Sandálias Primavera-Verão 2010 na Clubedomizio

As sandálias para a temporada primavera-verão 2010 são modernas, sofisticadas e cheias de estilo. Modelos variados, com saltos em diversos tamanhos e formatos, uso e abuso das combinações de tecidos e cores, as sandálias desta temporada são marcadas pela mistura de materiais como o cetim e a palha.  Os modelos conhecidos como “meia-pata” que têm saltos extremamente altos e plataformas na parte da frente prometem ser a febre da estação.

Onde encontrar em Salvador:
Clubedomizio 71 3453-1000

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Quem disse que “fuxico” não é fashion?

Calma moças, o título do post não tem relação nenhuma com fofoca. Para quem não é do Nordeste, explico-me: fuxico é uma técnica que consiste em fazer pequenos círculos estilizados em tecido, parecem um botão forrado ou uma flor do campo, para aplicar em roupas, acessórios ou até  montar peças inteiramente “fuxicadas”.

Pois bem, agora que expliquei o título do post, vamos ao que interessa: moda e cultura. “Do Fuxico ao Fashion” é o nome da mostra que acontece no Palacete das Artes, em Salvador, a partir do próximo dia 27,  das peças produzidas por grupos da Penísula de Itapagipe, região bucólica da capital baiana.

De uma rotina antes baseada na produção informal de artesanato para subsistência, surge uma moda que combina a delicadeza da rendas e bordados à elegância dos tecidos e roupas de corte fino. Criada por artesãs residentes na Península, a mostra “Do Fuxico ao Fashion”  é resultado do projeto Incubadoras dos Núcleos Associativos Produtivos, promovido pelo CIAGS – Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento e Gestão Social da UFBA (Universidade Federal da Bahia). A exposição pode ser vista, gratuitamente, até o dia 06 de setembro.

As peças em exposição consistem em bolsas, coletes, boleros adornados com fuxicos de chantug, seda e brocal, detalhes em crochê com linha metalizada ou o tradicional ponto “bico de periquito” – quatro pequenos fuxicos que formam um novo fuxico. Todas as peças são feitas a partir de jeans e brim, tecidos com os quais as artesãs já estavam acostumadas a trabalhar. São peças masculinas e femininas, com corte e execução equivalentes à alta costura. Por enquanto,  a produção ainda não está à venda, pois ainda é pequena. Mas em breve,  lojas especializadas da cidade terão peças produzidas pelas artesãs da Península de Itapagipe.

Um pouco de história – Pesquisas feitas na Península – que integra 14 bairros (Uruguai, Ribeira, Bonfim, Monte Serrat, Dendezeiros, Bairro Machado, Alagados, Vila Rui Barbosa, Massaranduba, Baixa do Petróleo, Calçada, Mares e Roma) – apontaram a força da produção têxtil da região. Nos anos 40, Itapagipe foi um pólo industrial forte em Salvador, com destaque no ramo de confecções, até que, na década de 70, uma crise econômica provocou a falência das indústrias locais.  Quase trinta anos depois, em março de 2007, o designer estratégico Fernando Augusto Gonçalves inicia um trabalho de criação e confecção de coleções de moda na região da Península, o que culminou com a mostra do “Fuxico ao Fashion”.

Para ver a vivo:

O quê: Mostra de Moda “Do Fuxico ao Fashion”

Quando: 27 de agosto a 06 de setembro de 2009

Onde: Palacete das Artes Rodin – BA [Rua da Graça, 284, Graça. Salvador-BA]

Horário para visitação: terça a domingo, das 10h às 18h

Entrada Franca

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Feira divulga sabedorias femininas

Aquele doce de tacho com o fio do açúcar no ponto exato. O trançado de fita ou sisal que vira tapete. Um bibelô em papel marchê,  as formas de cultivar a terra sem usar agrotóxicos, aquele xarope de agrião que cura qualquer tipo de tosse, uma cantiga, uma história…se for enumerar cada um dos conhecimentos que as mulheres “da roça” detém, precisarei de outros tantos posts só para publicar a lista. Muitas vezes, acreditamos que conhecimento é só aquele adquirido na escola, numa universidade. Mas existem práticas que passam de geração para geração, apenas através da experiência. Pensando em valorizar estas experiências que transcendem a educação formal, acontece em Salvador, neste final de semana, de 21 a 23, das 9h às 22h, no Jardim dos Namorados – orla, a I Feira Estadual de Economia Feminista e Solidária da Bahia.

Ao todo, 133 grupos produtivos de mulheres rurais e urbanas, oriundos de 50 municípios localizados no semi-árido, região do sisal, Irecê, Rio  São Francisco e Chapada Diamantina, vão expor os sabores do campo. Barracas com hortaliças orgânicas, derivados lácteos (requeijão, queijo caseiro – humm, que delícia!), compotas, doces, frutas beneficiadas, bebidas e comidas típicas, além de  artesanato em sisal e capim-dourado são algumas das atrações do evento.

Outras duas capitais já receberam a Feira Estadual da Economia Feminista e Solidária: Recife – PE, em junho de 2008, e Natal – RN, entre outubro e novembro do mesmo ano. Até 2010, serão realizadas feiras em mais quatro estados. Todas são resultado das ações do Programa de Organização Produtiva de Mulheres Rurais (POPMR)

Além de  dar visibilidade às atividades econômicas das mulheres participantes, as feiras configuram-se em rica troca de experiências produtivas e debates sobre organização do trabalho, economia solidária e desigualdade de gênero, entre outros temas. A capacitação profissional, inclusive com a realização de oficinas, também integra a programação das feiras estaduais.

A iniciativa é do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais (MMTR/BA), Movimento de Organização Comunitária (MOC), Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetag/BA) e da Rede de Produtoras da Bahia, com apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) , Incra e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab/BA)

Serviço:
O quê: I Feira Estadual da Economia Feminista e Solidária da Bahia
Onde: Jardim dos Namorados (Pituba), em Salvador
Quando: de 21 a 23 de agosto, das 9h às 22h
A visitação é gratuita e o valor arrecadado com a venda dos produtos, além de ajudar no orçamento doméstico dessas mulheres – boa parte delas chefes de família – também possibilita que as associações rurais ampliem os cursos para outras mulheres, gerando assim uma rede cidadã.

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Overend chega a Salvador

Meninas,

Recebemos um e-mail bem bacana, informando sobre a chegada a Salvador da grife carioca de moda casual Overend. A franquia será inaugurada na expansão do Shopping Salvador, em setembro.  A marca já possui 21 lojas espalhadas por todo o País. Agora é a vez de brindar a capital baiana com modelos descontraídos, confortáveis, tanto para homens quanto para mulheres,  e que já foram parar inclusive em figurinos de novelas da Rede Globo.

Para dar água na boca, olha só o que vem por aí!!!


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Grupos de teatro de 10 países participam de festival na BA

Espetáculo Asterion, do grupo argentino La Fabrica Teatro, é uma das atrações do Filte / Crédito da foto: Divulgação
Asterion, do grupo argentino La Fabrica Teatro, é uma das atrações do Filte / Crédito da foto: Divulgação

A segunda edição do Festival Latino-Americano de Teatro da Bahia (Filte 2009), acontece de 4 a 13 de setembro, com a participação de grupos teatrais de dez países. Os objetivos do evento são estimular experimentações artísticas, possibilitar o intercâmbio cultural de artistas e pesquisadores,  promover a formação de plateia, além de construir um painel contemporâneo das artes cênicas na América Latina.

Os espetáculos do Filte 2009 vão acontecer no Teatro Vila Velha (Palco Adulto), Sala do Coro do Teatro Castro Alves (Palco Infantil) e Teatro Martim Gonçalves (Palco Nordestino). A programação pretende atender diversos públicos, inclusive com produções infantis. 
 
Com a participação de grupos de países como Bolívia, Colômbia, Cuba, Estados Unidos, Chile, Peru, Argentina e Equador, além dos brasileiros, o festival é composto por espetáculos inéditos em palcos baianos. 

Entre os grupos internacionais que se apresentarão no festival estão o Teatro La Candelária (Colômbia), El Ciervo Encantado (Cuba), Teatro de los Andes (Bolívia) e Teatro Malayerba (Equador), Teatro Avante (Estados Unidos), La Fábrica Teatro e Cia. El Pez Soñador (Argentina).  A participação especial ficará por conta da companhia Albanta Teatro de Cádiz (Espanha), com a peça Flores Arrancadas a La Niebla, com texto do argentino Aristides Vargas.

Dos grupos nacionais: Teatro Bagaceira do Ceará, Oco Teatro Laboratório, Groove Estúdio Teatral, Cia Rapsódia, Fraternal Companhia, Cia Finos Trapos e Mundo Miúdo.  

Discussões e oficinas – O Filte 2009 também abrigará o Núcleo de Laboratórios Teatrais do Nordeste (Nortea). Inédita, a iniciativa busca criar um circuito de discussão, estimular laboratórios sobre processos, estéticas e formas do fazer teatral entre grupos de teatro profissionais do Nordeste e de outros estados, estimulando a pesquisa e a constante procura por formas originais de expressão. Conferências, demonstrações de trabalho e apresentação de resultados artísticos irão compor as atividades do Núcleo.

Serviço:

II Festival Latino-Americano de Teatro da Bahia (Filte 2009)

Onde: Teatro Vila Velha, Sala do Coro do Teatro Castro Alves e Teatro Martin Gonçalves

Quando: 4 a 13 de setembro

Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Realização: Oco Teatro Laboratório e Carranca Produções Artísticas

Visite o site da Filte: www.filte.com.br

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Brasil ganha primeira rede social acessível do mundo

Conversa de Menina abre espaço para divulgar o Acesse, primeira rede social acessível do mundo. Leiam o material que chegou até nós e ajudem a espalhar a novidade, vamos incentivar a iniciativa e tornar a web acessível!

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Instituto Superar e ALE lançam a primeira rede social totalmente acessível do mundo

Nesta quinta, 13, o Acesse (www.acesse.org.br), primeiro site de relacionamento do mundo criado para ser totalmente acessível, entra no ar.  Assim como as outras redes sociais já existentes, o Acesse tem como objetivo ajudar seus membros a criar novas amizades e estreitar relacionamentos, promovendo a socialização e a troca de experiência entre os participantes.

O diferencial e pioneirismo do Acesse estão mesmo na acessibilidade, tornando suas ferramentas e páginas disponíveis a um maior número de usuários e beneficiando não só os deficientes como também as pessoas idosas, usuários de tecnologia assistiva (ponteira de cabeça, teclado expandido, impressora em braile etc) e de acesso móvel, através de navegadores alternativos (DOSVOX, Safari, Firefox).

Segundo a ONU, a web hoje ultrapassa a TV e jornais como a mídia mais consumida no mundo. Já as redes sociais contam com 300 milhões de usuários em todo planeta e 90% dos usuários de internet no Brasil estão conectados a um site de relacionamento, segundo o Google Brasil. Com base nessas informações, o Acesse foi desenvolvido para permitir a inclusão de pessoas com necessidades especiais a essas redes sociais, que hoje ditam tendências, comportamentos e são usadas como ferramenta de marketing.
 
ATLETAS PARAOLÍMPICOS

A criação do Acesse favorece deficientes que atuam em diversos setores da sociedade, mas para uma categoria em especial, a dos atletas paraolímpicos, a rede se configura em chances de comunicação com outros atletas mundo afora. “Vai ser muito bom ter um site como o Acesse. Agora será muito mais fácil manter contato com os meus amigos e com o pessoal do mundo esportivo. Estávamos impedidos de usufruir desses sites, dependíamos dos outros e me sentia excluído”, afirma o atleta cego Lucas Prado, corredor da equipe ALE de Atletismo, também patrocinado pela Unimed, Loterias Caixa e Amaggi.

Os deficientes visuais como Lucas navegarão facilmente pelo Acesse por meio de programas de transcrição de conteúdo desenvolvidos para a web. São softwares como o Jaws e o DOSVOX e que são capazes de ler o texto que está na tela.

“A gente tem a preocupação de que o Acesse seja para todo e qualquer usuário de internet, mas, inovadoramente, ele permite e facilita o relacionamento entre pessoas com deficiências sensoriais e físicas. Por isso, ele também é uma comunidade para atletas paraolímpicos e simpatizantes que acreditam no esporte como uma forma de integração social”, conta Marcos Malafaia, presidente do Instituto Superar.

Desde maio deste ano, o Superar conta com o patrocínio institucional da ALE. A companhia se uniu ao Instituto e criou uma equipe de atletismo com os melhores velocistas cegos do mundo. “Além do apoio constante ao Superar, também estamos investindo em várias ações em parceria, como essa nova rede social, que promete ser um marco no Brasil”, comenta Jucelino Sousa, vice-presidente da ALE. 
  
 
Instituto Superar 

O Instituto Superar é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo principal de fomentar o esporte paraolímpico em busca de performance técnica e resultados, além de visibilidade e reconhecimento da sociedade, promovendo o desenvolvimento da pessoa com deficiência por meio do esporte adaptado, da educação, agindo como um provedor de recursos com nítida ação de inclusão social.

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Confraria Studio em destaque no verão de Daniele Magalhães

Primeiro elas conquistaram as meninas de Brasília com seu mix de junco e couro, logo chegaram ao eixo Rio-São Paulo fazendo o maior sucesso entre as fashion-addicteds que vêem exclusividade como sinônimo de luxo. Hoje, já estão entre as escolhas de mulheres na França, Itália, Japão, Emirados Árabes e Reino Unido. O objeto do desejo são as bolsas da Confraria Studio.  Para a temporada primavera/verão 2010, a marca prepara novidades para as clientes baianas: aporta no Salvador Shopping, em outubro, trazida pela empresária Daniele Magalhães, que já tem uma multimarcas homônima na capital baiana (veja serviço abaixo).

Para o dia, a aposta fica por conta das bolsas tiracolo. Práticas e ideais para o corre-corre da mulher cosmopolita, elas ganham modelos nos tamanhos médio e grande. Já para acompanhar os looks noturnos, as opções são as clutches, que chegam com tudo incrementadas com materiais inusitados como o chifre. Na cartela de cores, destaque para a vibração do amarelo, vermelho e lilás, que contrastam os tons terrosos e as cores nude em alta na estação.

Os itens da marca podem ser conferidas na Daniele Magalhães, que lança sua coleção Primavera Verão nesta quarta,12, em Salvador.

SERVIÇO:

O quê? Lançamento Primavera Verão Confraria Studio
Quando? 12 de agosto, quarta-feira
Onde? Daniele Magalhães – Rua Amazonas, n. 1.102 – Pituba
Informações: (71) 3344-0760

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Onde descartar pilhas e baterias?

Reciclagem de pilhasGente, este post foi uma sugestão de uma pessoa muito querida. Enquanto conversávamos sobre o assunto, depois de encontrarmos várias pilhas velhas espalhadas pela casa, ela sugeriu que o Conversa de Menina publicasse um post com os locais onde é possível descartar em Salvador estes materiais tão nocivos ao meio ambiente, os chamados lixos tecnológicos. Normalmente, o que as pessoas fazem é simplesmente jogá-los no lixo comum, junto a papéis, plásticos e material orgânico. Primeiro que, inicialmente, por que não começar a reciclar o próprio lixo caseiro? Parece uma tarefa complexa, mas nem é. Você pode apenas indicar sacos específicos para cada tipo de material (vidros, plásticos, papel, orgânico), ou comprar cestos bonitos para fazer o mesmo. Uma tarefa tão simples que vai ajudar tanto ao meio ambiente.

Mas a ideia aqui é falar da reciclagem das pilhas gastas e baterias de, por exemplo, aparelhos celulares. O descarte inadequado destes materiais geram impactos bastante negativos ao meio ambiente e à saúde humana. Por causa disso, o Conselho Nacional do Meio Ambiente, o Conama, decidiu editar a Resolução 401/08, revogando a resolução anterior, a 257/99, e estabelecendo critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado destes materiais. Mas apesar da lei, ainda é muito deficiente esta coleta em todo o Estado da Bahia. Em Salvador, por exemplo, pouco se ouve a respeito de locais que façam esse tipo de coleta especializada. E, portanto, se você conhece algum local para o qual possamos levar pilhas e baterias inutilizadas, por favor deixe um comentário, para que possamos divulgar estas informações.

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>> Vídeo: veja como descartar corretamente pilhas e baterias (A TARDE On Line)
>> Análise do Inmetro de pilhas alcalinas e zinco-manganês
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Programa Papa PilhaEnquanto isso, o que podemos fazer é levar as pilhas e baterias a uma das agências do Banco Real, que deu início ao Projeto Papa Pilhas. É um programa de reciclagem de material tecnológico que contém substâncias prejudiciais, como cádmio, mercúrio, níquel, chumbo, presentes em pilhas, baterias de celulares, relógios, câmeras, controles remotos etc. Estes produtos químicos contaminam solos, rios e lençóis freáticos, impossibilitando a sua utilização, além de causar danos a fígado, rins e pulmões, por exemplo. Só para dimensionarmos a importância do programa, só em 2008 foram tratadas 127 toneladas desse material (três vezes mais que em 2007). Em todo o Brasil, são quase dois mil postos de coleta espalhados. Então, é bem possível que haja um posto bem pertinho de sua casa, ou no caminho do trabalho. (Encontre a agência do Banco Real mais próxima de você –  você pode dar uma ligadinha antes para saber se a agência já instituiu o projeto, antes de ir até lá).

A reciclagem é feita pela empresa Suzaquim Indústrias Quimicas Ltda, localizada em Suzano (São Paulo). Todas as pilhas e baterias recolhidas pelo projeto Papa Pilhas são enviadas para lá. O processo de reaproveitamento começa pelo desencapamento dos materiais, e seus metais são levados a forno industriais, com temperaturas bastante altas. Estes fornos são especiais, porque precisam de filtros para impedir a emissão de gases poluentes ao meio ambiente. Os sais e óxidos metálicos obtidos nestes processos são utilizados no processo de produção de refratários, vidros, tintas, cerâmicas e química em geral, sem qualquer tipo de risco.

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Danos
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Reciclagem Uma pilha jogada aleatoriamente na natureza pode levar séculos para se decompor. Os metais pesados, por sua vez, não se degradam. Os materiais tóxicos podem vazar, em contato com a umidade ou calor, por exemplo, e sair contaminando tudo. Imaginem o estrago? Penetram no solo, com a ajuda das chuvas, atingindo córregos e riachos por meio da água subterrânea. Com a água contaminada, o problema chega aos animais e às plantações, via consumo direto e irrigação agrícola. Quanto aos metais pesados, eles se acumulam no corpo humano e a grande diferença entre eles e outros agentes tóxicos é exatamente que eles não são sintetizados nem destruídos pelo homem, o que significa que o organismo vivo é incapaz de metabolizar ou eliminar estas substâncias, que só fazem mal à saúde.

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Mercado paralelo
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Se produzidas com as especificações do Conama, já representam riscos á saúde humana e ao meio ambiente, o que falar dos produtos do mercado paralelo, despejados irregularmente no comércio e consumidos comumente pela população, que desconhece os riscos. Estas pilhas são altamente tóxicas e não podemos imaginar que a fiscalização oficial vai dar conta de barrar este tipo de comercialização. Como consumidores, precisamos ficar atentos a estes detalhes e exigir clareza nas informações sobre a origem do produto. Isso porque estas pilhas possuem até sete vezes mais a quantidade de metal pesado permitida. E elas representam, de acordo com estimativas da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), 40% de todas as pilhas vendidas no País.

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Dicas sobre o uso correto de pilhas e baterias*
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-Colocar pilhas na geladeira não aumenta a carga, ao contrário, quando expostas ao frio ou calor o desempenho pode piorar.
-Na hora de trocá-las em um equipamento, substitua todas ao mesmo tempo.
-Retire-as se o aparelho for ficar um longo tempo sem uso, pois podem vazar.
-Não misture pilhas diferentes (alcalinas e comuns; novas e usadas). Isso prejudica o desempenho e a durabilidade.
-Prefira as pilhas e baterias recarregáveis ou alcalinas. Apesar de custarem um pouco mais, têm maior durabilidade.
-Guarde as pilhas em local seco e em temperatura ambiente.
-Nunca guarde pilhas e baterias junto com brinquedos, alimentos ou remédios.
-Não exponha pilhas e baterias ao calor excessivo ou à umidade. Elas podem vazar ou explodir.
-Pelas mesmas razões, não as incinere e, em hipótese alguma, tente abri-las.
-Nunca descarte pilhas e baterias no meio ambiente e não deixe que elas se transformem em brinquedo de crianças.
-Evite comprar aparelhos portáteis com baterias embutidas não removíveis.
-Compre sempre produtos originais. Não use pilhas e baterias piratas.

*Fonte: site do projeto Papa Pilhas.

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Setembro em Salvador tem PercPan

A Banda Beirut (EUA) ficou conhecida no Brasil após a música Elephant Gun ter sido incluída na trilha da minissérie Capitu
A Banda Beirut (EUA) ficou conhecida no Brasil após a música Elephant Gun ter sido incluída na trilha da minissérie Capitu

Ainda falta um mês, mas não custa nada anotar na agenda. A 16ª edição do Percpan em Salvador – o evento também ocorre no Rio e em São Paulo -, acontece nos dias 4 e 5 de setembro, no Teatro Castro Alves, reunindo concertos e workshops com talentos nacionais e estrangeiros da percussão e música étnica. Na capital baiana, estão confirmados: a banda Beirut, o   percussionista Airto Moreira, a cantora Flora Purim, jazzistas brasileiros, o  francês Cyril Hernandez, o italiano Andrea Piccioni, o alemão David Kuckhermann, o jordaniano Ahmad Al-Khatib e os japoneses da Oki Dub Ainu Band.

Segundo a organização do Percpan, as duas noites do evento terão propostas diferentes (veja programação completa abaixo). Para encerrar o festival, em Salvador e no Rio, percussionistas vão mostrar como o pandeiro é tocado de maneiras diversas. A idéia surgiu no ano passado, na Alemanha, durante o Tamburi Mundi, um festival que reuniu somente pandeiristas.

16º PANORAMA PERCUSSIVO MUNDIAL – PERCPAN

Participantes:

América do Sul – Brasil e Argentina

Europa – Itália, França e Alemanha

Ásia – Japão

América do Norte – EUA

Oriente Médio – Jordânia

Serviço em Salvador:

Onde: Teatro Castro Alves

Quando: 04 e 05 de setembro

Horário do primeiro show: 19:30h

Preços: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

Onde comprar ingressos: Teatro Castro Alves, SAC Barra e SAC Iguatemi

Censura: 14 anos

Informações e venda: (71) 3117-4899

Programação:

Primeira Noite

Trio 3-63 – Brasil/ RJ (Marco Suzano , Andrea Ernest, Paulo Braga)

Cyril Hernandez & Ramiro Musotto – França e  Argentina

Oki Dub Ainu Band, com Takashi Numazawa e Ushida Dub Mix – Japão

Beirut – EUA

Segunda Noite

Trio 3-63  –  Brasil/ RJ (Marco Suzano , Andrea Ernest, Paulo Braga)

Andrea Piccioni – Itália

Emerson Taquari & Banda – Brasil/ BA

David Kuckerman – Alemanha & Ahmad Al Khatib – Jordânia

Airto Moreira & Flora Purim – Brasil/EUA

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