Nas unhas: Dragão Negro (Ana Hickman)

Radicalizei e decidi pintar as unhas de Dragão Negro, da Ana Hickman. Era uma vontade antiga que acabei demorando bastante para realizar, que era pintar as unhas de preto. Como minha pele é bem clara, sempre achei que chamaria atenção demais e acabava desistindo antes mesmo de testar no primeiro dedo. No post anterior tinha dito que entregaria minhas unhas à minha manicure desta vez, mas não rolou, meninas! Acabou que o tempo ficou curto no final de semana e tive de me resolver em casa mesmo. Mas confesso que tive um trabalhão para limpar os cantinhos e fiquei morrendo de vontade de dar um jeito de recorrer à profissional no assunto.

Eu gostei da cor nas unhas. Acho o preto impactante, e contrastou com o tom da minha pele. Acho também que essa moda de arriscar nas cores e apostar nas novidades ajudou a me acostumar logo de cara com as unhas. Eu já tinha usado a marca Ana Hickman antes, com o Hong Kong, um tom areia meio nude, e gostei da resposta, do brilhinho constante, da boa durabilidade e afins. Com relação ao Ana Maria, da La Pogee, o “nas unhas” anterior do blog, tive uma crise de “nervosite aguda” e comecei a descascá-lo das unhas em um momento em que tinha milhões de coisas a fazer e o tempo estava correndo para vencer os 50m rasos. Acabou que, de positivo com a crise, apenas a economia da acetona e do algodão (hehehe), porque as unhas ficaram horríveis!!!!

Eu não uso (ainda, pelo menos) produto de hidratação para cutículas, mas costumo usar hidratante nas mãos com certa frequência. Percebi que ajuda bastante, não apenas na hidratação e maciez das mãos, mas também na hidratação da própria cutícula. Tenho tido mais facilidade, até, para fazer as unhas. Também tem a ver, claro, com a prática. Como estou sempre tirando algumas horinhas na semana para cuidar das unhas, acho que a gente acaba pegando o jeito melhor de fazer. Acho que vai demorar um pouquinho mais para começar a arriscar nos formatos, nas pinturas mais excêntricas e nos detalhes, mas acabo chegando lá!!!

Preciso contar a vocês que continuo sem comprar a cobertura fosca 🙁 , mas é que a vida está mesmo muito corrida e os locais por que passo costumeiramente não vendem meu novo objeto de desejo. Mas insistirei nisso, prometo!!! Agora preciso comprar esmaltinhos novos para os próximos ‘nas unhas”. Beijos, meninas.

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Nas unhas: Hong Kong (Ana Hickman)

Fiquei um pouco decepcionada com o Maysa, da La Pogee. É que no segundo dia, o brilho do vermelho já tinha desaparecido completamente e ficou parecendo que havia pintado a unha há dias e já estava na hora de trocar de esmalte. Mas resolvi o problema passando por cima do esmalte uma base fosca. Como eu queria um brilho discreto, optei pela base fosca para homens da Risqué. Lembrando que ela não é uma cobertura com efeito matte, mas uma base sem muito brilho, desenvolvida especialmente para os rapazes que gostam de cuidar das unhas, mas preferem não sair por aí com os dedinhos brilhando e reluzindo ao sol.

Ando percebendo também que a vida útil dos esmaltes em minhas mãos é de três dias. Mas com o Maysa foi um pouco diferente. Como passei a base fosca por cima dele logo no segundo dia, acredito que isso tenha interferido na durabilidade do esmalte nas unhas, porque no terceiro dia ele estava super intacto e ainda com o brilhinho que havia passado na véspera. Sem base por cima, no entanto, acho que não seria muito diferente dos outros que usei nos últimos dias, como o Hits Speciallità 368 e o pedra granada da Risqué.

Para os próximos dias, pulei a ordem que havia estabelecido anteriormente. É que adquiri mais umas corzinhas e, dentre elas, o Hong Kong da Ana Hickman, que é um tom nude, cor de areia. Como estava dias seguidos de cores fortes nas unhas, decidi voltar à adolescência, quando nutria uma paixão grande pelos esmaltes em tons areia e costumava pintar as unhas seguidamente da mesma cor. Ele é bem lindinho, super discreto. Fiquei com muita vontade de colocar uma cobertura matte nele, mas, meninas, ainda não tive tempo de passar lá no Itaigara nem no Centro para comprar e experimentar.

Particularmente eu gostei bastante. Achei o tom bem delicado. Passei três camadas, para ficar a cor mais fechadinha, porque o esmalte é transparente. O detalhe é que não havia observado isso ao comprá-lo, mas fiquei satisfeita, porque terei a opção de passar três camadas para ficar com toda a unha coberta ou passar apenas uma camada para dar só um toque, na hora em que a pressa falar mais alto. Também achei super tranquilo de limpar e agora adotei definitivamente a técnica de pintar uma mão inteira para só em seguida me preocupar com a outra. Não sei se é o normal entre vocês, mas é que acho mais simples.

E mal pintei as unhas já estou pensando na próxima cor (hahaha) que vou usar (e não é que isso vicia mesmo????). Estou em dúvida se radicalizo completamente e coloco um preto nas unhas, com o Dragão Negro da Ana Hickman, ou se mantenho o clima fofura e entro nos tons de rosa, escolhendo entre o Ana Maria (La Pogee) e o Sexy (Colorama). Ah, me esforçarei para tentar comprar a cobertura matte nos próximos dias. Espero que sobre um tempinho para fugir da rota diária. E se vocês quiserem me ajudar a sanar a dúvida da cor e dar sugestões sobre o próximo “nas unhas”, vou adorar!!! Beijos, meninas, e até mais!!!!

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