Concurso Causos do ECA prorroga inscrições até dia 30

O lembrete é da ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância). O prazo para participação no 6º Concurso Causos do ECA termina em 30 de junho.  A iniciativa visa mostrar como o Estatuto da Criança e do Adolescente impacta de forma positiva na vida de crianças e adolescentes, gerando transformação social. O concurso é aberto a todos e é promovido através do portal Pró-Menino, que atua em defesa da infância e juventude. As histórias podem ser inscritas via Internet, no site: www.promenino.org.br. Apesar do nome ser Causos do ECA, as histórias retratadas precisam ser reais e mostrar na prática a aplicação do Estatuto.

Serão selecionadas 20 histórias finalistas por um corpo de jurados formado por pessoas atuantes na área de infância e juventude. Os causos serão premiados em duas categorias: ECA como instrumento de Transformação, voltada para a divulgação de experiências gerais em que a aplicação do ECA tenha transformado a vida de crianças e adolescentes; e ECA na Escola, que prioriza a ação da escola, e é destinada a promover histórias de mudanças  na comunidade escolar devido ao Estatuto.

Os três primeiros colocados de cada categoria recebem um prêmio de R$ 15 mil (primeiros lugares); R$ 10 mil (segundos) e R$ 5 mil (terceiros). Pela primeira vez, este ano, haverá uma premiação também por Júri Popular. A votação será realizada através do Portal Pró-Menino e a história vencedora na opinião dos internautas receberá R$ 10 mil.

Ainda entre as 20 finalistas, quem não receber prêmio em dinheiro tem outras chances de reconhecimento. Quatro histórias serão escolhidas pela coordenação do concurso para servirem de roteiro para a gravação de curtas-metragens. Além disso, todos os causos finalistas serão ainda publicados nos meios impresso e digital.

*Com informações da ANDI e assessoria da Fundação Telefônica

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Concurso de redação para crianças

ECA em quadrinhosGente, está aí uma boa oportunidade para incentivar a criançada a escrever e, mais que isso, para começar a inseri-la no contexto político brasileiro, de uma forma leve e interessante. É que o Plenarinho, o portal infantil da Câmara dos Deputados, está promovendo um concurso de redação sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Para participar é preciso ter até 14 anos e fazer um texto explicando de que modo o ECA muda a vida das crianças e adolescentes brasileiros. A redação deve ser enviada até o próximo dia 30 de setembro. O próprio site do Plenarinho criou o ECA em quadrinhos para inspirar a garotada. E vai ter brinde para os vencedores!!!

Como se inscrever?
Até o dia 30 de setembro, mande seu texto para o e-mail plenarinho@camara.gov.br. No assunto do e-mail, é só escrever “Concurso de Redação do ECA”. Também no e-mail, lembre-se de colocar seus dados completos: nome, endereço e telefone. O resultado será divulgado no dia 13 de outubro no site do Plenarinho.

Qual a premiação?
As três melhores redações serão publicadas no site e os seus autores receberão:
1º lugar: Jogo Master Júnior
2º lugar: DVD Harry Potter e a Ordem da Fênix
3º lugar: Livro Histórias à Brasileira – O pavão misterioso e outras – de Ana Maria Machado
Os dez primeiros colocados ganharão revistinhas do ECA em Tirinhas e brindes da Turma do Plenarinho. As três melhores redações serão também publicadas em destaque no site.

Quais os critérios de escolha dos vencedores?

A comissão julgadora vai avaliar se o texto foi realmente escrito pela criança; criatividade e originalidade; ortografia e gramática (levando-se em conta, claro, a idade da criança).

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Dia nacional da adoção: para refletir e afastar o preconceito

Na segunda-feira, 25 de maio, é comemorado o Dia Nacional da Adoção. A proximidade da data é uma oportunidade para que nós, sociedade, promovamos uma reflexão sobre a importância do tema. Adotar significa assumir as responsabilidades de pai e mãe. Mais do que isso, adotar significa aumentar o número de membros da família, ter mais alguém a quem dar amor, educação, saúde, respeito e dignidade. Se não é possível Adoçãoganhar o afeto instantâneo da maternidade, a criança tem a chance, com a adoção, de obter o mesmo sentimento, por meio da maternidade socioafetiva. Os pais adotivos não geram aquela criança no sentido biológico da palavra. Mas já há muito tempo convivemos com a teoria de que pai e mãe são aqueles que criam, que educam.

Imagine o que deve ser viver sem o amor familiar justamente durante a infância? É a fase em que formamos o nosso intelecto, construímos nossa personalidade. Certa vez estava assistindo a uma palestra sobre a maioridade penal, quando uma das palestrantes explicou que o efeito de um ano de apreensão de um adolescente infrator em uma instituição especializada equivalia a cinco anos de prisão de um adulto. Como assim? Simples. A infância e adolescência são fases de formação, de vulnerabilidade. Os efeitos da forma com que as crianças são criadas, do ambiente social e familiar em que vivem terão reflexos lá na frente, quando tornarem-se adultos. A gente às vezes não dá muita importância a essa questão. Costumamos até nem pensar no assunto. Mas e se você começar a se preocupar com isso a partir de agora?

AdoçãoA Constituição Federal de 1988 merece aplausos ao colocar um ponto final na distinção entre filhos biológicos e aqueles adotados. O art. 227, § 6º, determina que “os filhos havidos ou não da relação de casamento, ou por adoção, terão os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação”. Ou seja, biológico ou adotado, todos são filhos, com direitos e garantias iguais. Também merece reverência o Estatuto da Criança e do Adolescente, que além de garantir de forma expressa o princípio da proteção integral da criança e do adolescente, reafirmou a igualdade de direitos entre filhos adotados e biológicos, em seu art 20.  A norma também regulamentou o processo de adoção.

Campanha Mude um DestinoEm 29 de abril de 2008, o Governo Federal lançou o Cadastro Nacional de Adoção, um sistema de informações alimentado pelo Conselho Nacional de Justiça e demais órgãos autorizados, para atender o anseio social da desburocratização do processo, uniformizando os bancos de dados em todo o Brasil e racionalizando os processos de habilitação de pessoas interessadas em adotar crianças. E, para ajudar a esclarecer as dúvidas destas pessoas que sonham em dar um futuro melhor a uma criança, a Associação dos Magistrados Brasileiros lançou uma campanha há algum tempo, intitulada Mude um Destino. O mais legal é que, como medida da campanha, foi divulgada uma cartilha detalhando os passos necessários para encarar um processo de adoção no Brasil.

Mais importante neste momento não é decidir adotar alguém, mas colaborar para diminuir o preconceito que ainda permeia este ato de amor. O gesto da adoção gera temor, medo e receio em muitas pessoas, preocupadas com a “índole” da criança, com a “genética”. Esquecem estas pessoas que não há qualquer pesquisa científica que sustente tais preconceitos. Mas eles acabam disseminados por pessoas que sequer pesquisaram sobre o assunto, antes de alarmar um outro alguém sobre estes medos. Por que não procurar um especialista e conversar diretamente com ele? Por que não esclarecer as dúvidas antes de alardear aos quatro cantos afirmações que você não tem como comprovar, porque criar uma atmosfera de pavor antes de mesmo de desconstruí-la?

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Você sabia…
>>> Que apenas 15,5% das pessoas entrevistadas em uma pesquisa feita pela Associação dos Magistrados Brasileiros em 2008 demonstraram interesse em adotar uma criança ou adolescente? Veja a pesquisa completa.
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Na dúvida, não confie apenas no seu instinto. Procure instituições especializadas, converse com pais adotivos, esclareça. Não vamos marginalizar um ato tão generoso por desconhecimento. E, se você mora em Salvador, pode começar a mudar essa concepção já nesta segunda-feira mesmo. Se você já pensou, por um segundo qualquer de sua vida – ou apenas tem curiosidade sobre o assunto – na possibilidade de adotar uma criança, que tal comparecer às 9 horas ao auditório do Isba, em Ondina, para ouvir o depoimento de pessoas que adotaram crianças fora do perfil normalmente desejado pelos pretendentes? A ideia do evento é exatamente desconstruir os preconceitos. E você pode tirar dúvidas antes de ir ao evento, por meio do telefone (71) 3203-9345.

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