Editorial plus size para nossa autoestima ficar gordinha

"Mulher em frente à janela", obra de Fernando Botero. O pintor se notabilizou por pintar a exuberância das meninas tamanho G

Sou uma menina tamanho G, como se diz por aí, e nunca tive sérios problemas com isso, com exceção da infância, quando os apelidos me faziam chorar na escola, ou quando a minha avó, costureira, dava bronca porque o vestido que ela havia terminado de fazer para mim já estava apertado. Meia hora depois da bronca, lá estava eu na cozinha atrás de uma merendinha. Mas, ainda na adolescência, desencanei com o meu corpo e passei a gostar de tudo o que é fora dos padrões em mim. Sempre tive atenção com o peso por questões de saúde, nunca porque queria ser a capa da revista. Obesidade é doença e por isso eu monitoro direitinho até onde termina meu “excesso de fofura” e começam os riscos cardio-vasculares.  Minhas articulações e o fôlego para subir uma escada são os termômetros.

Mas a tendência atual é que outras meninas tamanho G encontrem seu espaço no mundo da moda e da beleza, pois a diversidade é uma das metas desse novo milênio em que as pessoas (pelo menos as sensatas), saturadas de máquinas e inventos, tentam reencontrar-se (reconciliar-se) com o que há de humano, de fato, em nós. E nada mais humano do que aceitar e admirar o outro, o diferente, o que foge aos padrões. Do contrário, sem essa capacidade de compreensão, tolerância e aceitação,  não passamos de “macaquinhos falantes e enfeitados”, reunidos em “panelinhas” e isolados da verdadeira beleza que a diversidade proporciona. Pois agora, que os sensatos (viva!!), aos poucos, vão quebrando a rigidez da tal ditadura da moda, as meninas tamanho G podem e devem ser capa da revista…

Toda essa digressão é só para mostrar para vocês as fotos do making off de um editoral de moda plus size da modelo Fluvia Lacerda (menina tamanho G, como eu!).  Assim, quem sabe, ajudo a “desencanar” outras mocinhas. Encaro as meninas tamanho G da seguinte forma, elas tem tudo sobrando sim! Sobra mais amor, mais charme, mais sensualidade, mais carinho para dar, mais colo onde se aconchegar… hummm, delícia!

Se você é menina tamanho G, não chore mais na hora do recreio, passe um batom bonito, vista uma roupa que te valorize, levante a cabeça, empine o nariz e faça como a Fluvia, brilhe! No mundo há sim, muito espaço para a sua beleza. E se  a obesidade é doença, lembre que anorexia também é!

O editorial – Fluvia Lacerda  já fotografou campanhas para as marcas americanas Igigi, Torrid, Monif, Eliza Parker, entre outras, e para  a espanhola Biluzik. Pode ser vista também em revistas como Glamour, Latina e Pulse Magazine. Ou seja, verdadeira cover girl (garota da capa). Esse editorial das fotos abaixo tem styling assinado pela equipe CHIC, da Gloria Kalil, e as imagens são de Charles Naseh.

>>Veja mais imagens e leia sobre a Fluvia: o link é este.

Equipe de styling dá os últimos retoques no visual de Fluvia


Uma pose clássica e cheia de charme, como uma musa de Botero

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Lingeries: Bonitas por dentro e por fora

Vi na TV no último domingo, um daqueles quadros sobre moda e estilo com a Glória Kalil, no Fantástico, que falava justamente de um dos itens do vestuário feminino que mais gosto de comprar: lingeries. Gasto bastante tempo nestas sessões, escolhendo peças que sejam tanto bonitas quanto confortáveis. Na reportagem, Glória Kalil, conceituada autoridade em moda no país, falava da importância de se manter o vestuário impecável por dentro e por fora. Ou seja, tanto a roupa que escolhemos quanto a lingerie tem de ser bonitas, agradáveis, combinar com nosso estilo pessoal. Faz bem para a auto-estima e não é papo da indústria da moda para vender mais peças. De fato: quando cuidamos da aparência, demonstramos nosso estado de espírito, sem exageros claro! Vendo as dicas de Kalil, lembrei de alguns conselhos da minha avó. Ela sempre dizia que não adiantava nada se “emperequetar” toda para sair, caprichar na make e usar sutiãs com as alças elastecidas e calcinhas com furos. Nascida no começo do século XX, nos idos de 1902, toillete para minha avó era tema muito sério, “pois o zelo de uma moça consigo mesma estava em detalhes aparentemente imperceptíveis como o trato das unhas, o cheiro de água de rosas nos cabelos, o rouge para corar as faces, combinações e anáguas impecáveis”.

Abaixo, alguns novos lançamentos de lingerie da DeMillus, para inspirar vocês:

Coleção Videnza

É confeccionada em microfibra elástica e tule com delicado bordado.
Sensual e requintada, a Camisola Videnza, em jersey microfibra, tem taças em tule bordado e sugestiva abertura frontal. E para atender ao gosto de cada mulher, são duas opções de sutiã: o Videnza, que prima pelo conforto, vem com taças em espuma moldada e tule drapeado, sem aro; e o super-up Vectra, para quem deseja dar uma “levantada”. Vem com taças espumadas e suporte, além de enchimento removível. As calcinhas também vêm em duas versões: biquíni com frente em tule, costas em microfibra e laterais em elástico duplo; e fio-dental, sem costura na bainha, com detalhes de rolotê e lacinho na frente.

Coleção Chic DeMillus

Confeccionada em tule, com exclusivo bordado e elastano, em uma sofisticada combinação de preto e branco. São duas opções de modelagens. Para a mãe mais jovial ou que gosta de lingerie mais cavada, o Sutiã Chic DeMillus, com taças em espuma moldada, drapeado nos bojos e suporte, e o Biquíni Chic. Para a que tem seios mais volumosos, o ideal é o Sutiã Taça C Cin, com forro em matelassê e suporte. Se a preferência for por calça mais comportada, a Calça-short Cin é o complemento ideal.

Serviço:
Onde encontrar as peças e conferir preços?
SAC DeMillus – 0300-7892115
Site da marca: www.demillus.com.br

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