Mulheres e Compras: O segredo dos quatro “Ps” do consumo feminino

O Conversa de Menina recebeu mais artigos interessantes em alusão a Semana da Mulher. Como boa parte do material refere-se ao tema mulheres e consumo, criamos uma nova série de quatro textos sobre o assunto. Agora, além de acompanhar o Especial Semana da Mulher, até sábado, dia 13 (aguardem o terceiro artigo mais tarde), os interessados em entender essa relação “misteriosa” entre as meninas e as compras, poderão seguir também a série Mulheres e Compras. E o primeiro texto é de Stella Kochen Susskind, que reflete sobre os estereótipos atribuídos às mulheres, como o que diz que para curar uma depressão, por exemplo, lançamos mão da “comproterapia”. Confiram:

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Mulher & Compras: O segredo dos quatro “Ps” do consumo feminino

* Stella Kochen Susskind

Mulheres sempre encontram prazer em comprar; elas adoram a “comproterapia”! Será que essa máxima, repetida à exaustão pelos homens, tem algum fundo de verdade? A experiência profissional e emocional, coordenando um exército de clientes secretos no Brasil e no exterior, ensinou-me que as consumidoras, sobretudo as brasileiras, têm um conjunto de características que ultrapassam as fronteiras dos esteriótipos apregoados. Em pesquisa recente com mulheres de 35 anos a 60 anos, realizada pela Shopper Experience, colocamos em debate os motivos que determinam a compra. Embora o emocional seja extremamente relevante no consumo feminino, o elemento determinante é a presença dos quatro “Ps” – paquera, pesquisa, pechincha e prazer.

A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como apresentação da loja, abordagem de venda e adrenalina da novidade. Na pesquisa, a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”. A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação embrionária… No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas. Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.

Em todas as pesquisas, um axioma impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade, peça-chave para a construção de uma relação duradoura entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento. É nesse contexto que entra um quinto P – o pré-atendimento.

As mulheres que participaram da pesquisa não economizaram elogios ao pré-atendimento, ou seja, aos vendedores que se apresentam com cortesia, colocando-se à disposição para ajudar. A partir dessa apresentação simples e eficaz, esse profissional cede espaço para a “paquera”, para aquele primeiro “P” que desencadeará todo o encantamento que envolve uma experiência de compra perfeita; uma experiência que envolve conquista, prazer, alegria, surpresa…

Mais do que tudo, é preciso abrir mão da lógica cartesiana para entender que o aspiracional feminino pode ser objetivo e prático, sem perder a emoção que permeia cada etapa da compra. Essa é a singularidade feminina, mostrando que o prazer não é inerente a ou um atributo de todo tipo de compra. As mulheres são mais elaboradas do que essa visão simplista. Saiba que a mulher que está paquerando a vitrine pode desistir desse “namoro” a qualquer momento se associar o atendimento ao descaso do objeto de desejo. As mulheres sabem que as paixões são efêmeras…

*Stella Kochen Susskind preside a Shopper Experience, empresa de pesquisa especializada em hábitos de consumo

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Serviço: MBA em universidade norte-americana

Terminam nesta quarta-feira, dia 10 de março, as inscrições para o programa de MBA da Universidade de Pittsburgh, que terá aulas ministradas simultaneamente no Brasil, Europa e Estados Unidos. No Brasil, as aulas serão realizadas na AMCHAM (Câmara Americana do Comércio) de São Paulo. Com 16 meses de duração, o curso conta com matérias sobre finanças, marketing, liderança e estratégia. O curso oferece ainda duas semanas de aulas presenciais em Pittsburgh e em Praga, na República Tcheca.

Alguns requisitos para a seleção: dez anos de experiência profissional comprovada, inglês fluente, graduação e carta de apresentação.

Mais informações podem ser encontradas no Portal Universia, rede de cooperação internacional entre universidades. Outras informações sobre pós-graduação e MBA em outras unidades de ensino no exterior estão no Canal Pós-Universitário: www.universia.com.br/posuniversitario.

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Beleza Natural: cachos mais bonitos na Semana da Mulher

Mais um presente maravilhoso pelo Dia da Mulher, meninas. Para quem estará em Salvador esta semana e briga para manter os cabelos crespos e ondulados no seu devido lugar, uma ótima notícia: o Salão Beleza Natural vai prestar uma série de serviços no Shopping Center Lapa, entre os dias 8 e 13 de março, sempre das 9h às 21h.

O grupo montou um stand no shopping e vai oferecer lavagem, hidratação, finalização, penteado e corte de cabelo. Para ter acesso aos serviços, basta apresentar nota fiscal de no mínimo R$ 30 em compras no shopping feitas durante esta semana.

Também haverá palestras sobre cuidados com os cabelos crespos ou ondulados, além da distribuição de amostras grátis de produtos e sorteio de kits da marca, contendo shampoo, condicionador, creme de pentear e creme de hidratação.

| Serviço |

Instituto Beleza Natural
Largo do Tanque, 108, loja 03, Liberdade
Telefone: (71) 3389-7744

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Especial Semana da Mulher: Papel feminino nas organizações ainda é restrito

Dando continuidade à série iniciada no domingo sobre o Dia Internacional da Mulher, publico hoje uma reportagem com o administrador de empresas Josias França Filho, em que ele comenta sobre as dificuldades que as mulheres ainda enfrentam no mercado de trabalho, principalmente na posição de líderes das organizações. A série continuará ao longo de toda a Semana da Mulher. Diariamente, um artigo ou reportagem será publicado em alusão ao centenário do 8 de Março. Confiram:

*Papel feminino nas organizações ainda é restrito

Especialista comenta atuação da mulher no ambiente empresarial e dá dicas de empregabilidade em tempos de crise

Cena do filme Uma secretaria de futuro. Segundo o especialista, "embora algumas áreas ainda sejam focadas no público feminino (recepcionista e secretária, por exemplo), as mulheres podem ocupar qualquer espaço na organização".

Um século após a instituição do Dia Internacional da Mulher, renovaram-se os pedidos por maiores condições de igualdade entre os gêneros. Segundo dados do governo federal, os efeitos da crise econômica mundial no mercado de trabalho afetaram mais as mulheres do que os homens. O estudo revela que as brasileiras perderam 3,1% do total de postos de trabalho nos últimos dois anos, contra 1,6% do público masculino, no mesmo período. Para o administrador e consultor de empresas, Josias França Filho, essa realidade evidencia o preconceito que ainda existe em algumas organizações. “É um equívoco colocar a mulher em segundo plano em relação ao homem, especialmente, desconsiderando habilidades femininas importantes para o desempenho profissional, como a conciliação de múltiplas tarefas e a sensibilidade nas relações interpessoais”, observa.

Entre as razões que podem motivar a postura discriminatória de algumas corporações o especialista destaca especificidades como a licença maternidade. “A conquista, que agora abrange seis meses, faz com que muitas empresas repensem a contratação feminina devido ao período extenso de afastamento e a oneração da empresa com um funcionário substituto”, afirma. Outro item é o fato de alguns homens não saberem lidar com mulheres em cargos de chefia. “Para alguns homens é difícil ser chefiado por mulheres. Por uma questão cultural, eles se sentem inferiorizados”, avalia o consultor, que, em contrapartida, destaca o equilíbrio emocional como grande diferencial feminino na liderança. “Para liderar é preciso entender de gente. Pesquisas mostram que a mulher tem maior habilidade para compreender emoções. E como a empresa não é uma máquina, e sim um organismo composto por pessoas que possuem valores, essa habilidade passa a ser um diferencial importante”, avalia.

Diante do contexto de desigualdade entre os gêneros, o consultor diz o que as mulheres devem fazer para conquistar mais espaço no mercado de trabalho. “Mostrar resultados mensuráveis trabalhando de forma alinhada com os objetivos da organização, reduzir gastos, aumentar a produtividade e estar comprometida são condições essenciais”, destaca o especialista, lembrando que as dicas de empregabilidade valem para os dois gêneros. “Liderança, criatividade, experiências múltiplas em outras organizações, perseverança e energia, controle emocional, são requisitos que fazem a diferença na hora da contratação e da conservação do emprego”, enfatiza e cita ainda entre os diferenciais competitivos, possuir sólida formação acadêmica e, dependendo da empresa, ter domínio de outro idioma.

Sobre quais áreas se mostram mais promissoras para o público feminino, o consultor é taxativo. “Todas. Embora algumas áreas ainda sejam focadas no público feminino (recepcionista e secretária, por exemplo), as mulheres podem ocupar qualquer espaço na organização. O que não pode é existir um tratamento diferenciado entre homens e mulheres que exercem a mesma função”, conclui Josias França, destacando que essa postura contribui para fortalecer a discriminação entre os gêneros.

…

*O material foi elaborado e encaminhado ao blog pela jornalista Aline Lobato, da assessoria do administrador Josias França Filho.

**Josias França Filho é administrador e consultor de empresas, mestre em Administração Estratégica, professor em cursos de pós-graduação nas disciplinas de Planejamento Estratégico e de Empreendedorismo e diretor da Êxito Consultoria Empresarial.

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Acompanhe os outros posts da série:

>>Especial Semana da Mulher: Sexo frágil e a Aids

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Uma homenagem pelo Dia Internacional da Mulher

Hoje é o Dia Internacional da Mulher, data ideal para comemorarmos as conquistas femininas ao longo dos anos e para ressaltarmos a delícia que é ser mulher. Tanto mistério ronda a alma feminina… Quantos foram os poetas que tentaram nos desvendar, em vão.

Somos muitas; somos todas; somos rasas e intensas; somos cada uma cada vez que alguém tenta nos descobrir; somos incompreendidas, mas compreensivas, ora compreendidas e incompreensivas; somos frágeis, mas encontramos forças onde não mais a enxergam; somos mulheres com todo o orgulho que pode exister ao pronunciar esta palavra. MULHER.

Parabéns, meninas, pelo nosso dia. Que as forças para se manterem na luta pelo objetivo de vida de vocês se renove hoje. E parabéns aos meninos, àqueles que souberam extrair o que de melhor há em uma mulher.

“Pode-se graduar a civilização de um povo pela atenção,
decência e consideração
com que as mulheres são educadas,
tratadas e protegidas
”
(Marquês de Maricá)

“E ela não passava de uma mulher…
inconstante e borboleta
”
(Clarice Lispector)

Aproveite para deixar também a sua homenagem às mulheres!

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Test Drive: Luva para banho Lumi Spa

Nós já havíamos divulgado alguns lançamentos da Lumi Cosméticos, mas ainda não havia experimentado nada deles. Recentemente, recebi um kit contendo um esfoliante para os pés, um batom da linha Luminositá (lindíssimo, por sinal) e uma luva para banhos. E é desta última que irei falar agora. Pois bem, eu adoro utilizar buchas de banho, mas acabo sempre esquecendo de colocá-las para secar e a umidade as destrói rapidamente. Foi quando comecei a desistir delas, por minha própria preguiça. Quando vi a luva para banho, fiquei bastante curiosa. Assim que chegou, decidi utilizá-la logo no banho seguinte. E, meninas, ela é maravilhosa.

A luva é feita de algodão e nylon. É só colocá-la na mão e despejar ou esfregar o sabonete. A sensação é que você está utilizando um esfoliante para a pele. Com a diferença de que você pode esfoliar sua pele utilizando o sabonete preferido. As opções são variadas: você pode adquirir um par de luvas ou utilizar apenas uma. Eu prefiro utilizar uma para ficar com a outra mão livre. É questão de preferência mesmo. Dá para fazer uma massagem muito gostosa no corpo enquanto você se banha. Ela não é grosseira, não machuca, nem irrita a pele (pelo menos comigo). Tem uma textura confortável, e, o que eu adorei, ela é branquinha, o que significa que qualquer sujeirinha dá logo pra perceber.

O kit da Lumi que recebemos. Breve vocês verão o Test Drive dos outros produtos, o esfoliante e o batom Luminositá

Muito prática a ideia. Coloca a luva na mão e, mãos à obra, é só massagear suavemente todo o corpo. Eu fiz uma massagem bem especial no cotovelo e a sensação de maciez é nítida. A luva para banho é um lançamento da linha Spa da Lumi, que tem também o esfoliante para os pés que eu citei acima (breve vocês lerão sobre ele aqui), o óleo para massagem, o banho perfumado, as esferas efervescentes e o perfume de ambiente. Adoro novidades que aliam funcionalidade e praticidade, e a luva foi uma dessas boas novidades que conheci nos últimos dias. É tão prática que dá pra colocar no kit de viagem sem ocupar quase nenhum espaço.

| SERVIÇO |
Luva para banho Lumi Spa
Marca: Lumi Cosméticos
Valor sugerido: R$ 12,00
Onde encontrar: consulte no site

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Especial Semana da Mulher: Sexo frágil e a Aids

Em 2010 o Dia Internacional da Mulher é um pouco mais especial porque a data completa 100 anos de sua criação. Não vou comentar a importância deste dia para as lutas femininas, pois já escrevi sobre isso no ano passado, no post “Por que existe Dia Internacional da Mulher?”. E também porque acredito, sinceramente, que quem questiona essa data não tem ideia do que seja história, preservação da memória, herança cultural e muito menos o que significa ser mulher nos dias de hoje ou no passado, quando a opressão machista sobre as nossas avós era muito maior. Este ano, ao invés de filosofar, reuni alguns artigos que foram enviados ao blog por especialistas de áreas diversas, – todos com autorização para publicação – que refletem sobre saúde, mercado de trabalho e comportamento das mulheres. A partir deste domingo e até o final da Semana da Mulher, cada dia publicarei um dos textos, assim, teremos muito material para reflexão e talvez desta forma, não seja mais preciso questionar a existência do 8 de Março. Espero que gostem!

E para começar a série, abaixo publico o artigo assinado por Maria Helena Vilela, do Instituto Kaplan. Confiram:

Centenário do Dia Internacional da Mulher – Sexo frágil e a Aids

*Maria Helena Vilela

As mulheres lutaram por seus direitos sexuais, pelo direito de estudar, desenvolver uma carreira profissional e conquistar sua autonomia econômica e pessoal. Não era assim até a época de minha mãe! D. Lenita, mesmo sendo uma mulher muito estudiosa, foi impedida de realizar seu sonho profissional – ser médica – porque, em Maceió, onde ela morava, ainda não havia faculdade de medicina. Para poder estudar, ela teria que ir para Salvador, e isso nem pensar! A moça só podia sair de casa, se fosse para casar. Estudar, formar-se, ganhar dinheiro e fazer escolhas era coisa de homem. Mulher tinha que ser dependente, submissa, inocente, e confiar no homem acima de qualquer coisa.

Hoje, a garota pode decidir sobre a sua vida e realizar seus sonhos. O mundo mudou bastante e a nossa realidade é outra, muito distante daquela que D. Lenita viveu. Mas, quando a questão é amor e sexo, a menina volta no tempo, e ainda se comporta submissa aos desejos do namorado e dependente da iniciativa dele para decidir, literalmente, sobre a sua vida – usar ou não a camisinha. É isto que se pode deduzir do crescente aumento da Aids nas jovens e das pesquisas que mostram a dificuldade de a garota negociar o uso da camisinha por medo de perder o namorado ou por medo de ser julgada “galinha”. Há meninas que não usam preservativo em nome do amor pelo namorado, acreditando que “quem ama confia”. Tais comportamentos fazem da mulher o verdadeiro sexo frágil.

Fragilidade – A infecção pelo HIV se dá pelo contato direto com o sangue, o sêmen e as secreções vaginais, e isto pode acontecer no sexo oral, mas principalmente, na relação vaginal e no sexo anal. O ânus e a vagina são órgãos muito vascularizados, revestidos por um tecido delgado chamado de mucosa. Na relação sexual, especialmente durante a penetração, o pênis provoca atrito na vagina ou no ânus, mesmo que a garota esteja lubrificada. Este atrito, por sua vez, causa micro-fissuras (aberturas muito pequeninas) nas paredes das mucosas, aumentando o risco de que o HIV presente no esperma entre na corrente sangüínea.

Além disso, a mulher é mais vulnerável à Aids, porque a menstruação aumenta o risco de contaminação. Quando a mulher está menstruada, o útero fica completamente desprotegido e exposto ao HIV, por causa da descamação de sua parede, característica da menstruação. Fazer sexo menstruada é “entregar o ouro para o bandido”, pois o vírus atinge a corrente sangüínea sem precisar fazer esforço.

Como se não bastasse tudo isso, o canal vaginal é um órgão interno, o que dificulta à mulher perceber qualquer alteração na vagina. Muitas vezes, ela só descobre que tem uma infecção, ou mesmo uma DST,  se consultar um ginecologista, ou quando a doença já está bastante adiantada. Uma infecção agrava ainda mais a fragilidade da parede vaginal, aumentado a vulnerabilidade da mulher à Aids.

Meninas, fiquem espertas! Se existe sexo frágil, estes são o sexo anal e o vaginal, quando o assunto é Aids. Portanto, alguns cuidados são fundamentais:

– Usar camisinha em todas as relações sexuais;
– Fazer a higiene da vulva com água e sabonete, pelo menos uma vez por dia;
– Não ter relação sexual desprotegida, enquanto estiver menstruada;
– Consultar o ginecologista pelo menos uma vez no ano, mesmo que não esteja sentindo nada.

Meninas, sejam donas de seu corpo! Estejam atentas ao que seu corpo precisa e fiquem fora desta estatística da Aids. Quem se ama, se cuida!

*Maria Helena Vilela é diretora do Instituto Kaplan de Sexualidade Humana

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Curso gratuito de maquiagem artística

Elenco da peça baiana "Josefina, a cantora dos ratos", cuja produção de maquiagem é da artista Marie Thauront

Uma notícia para quem pretende buscar uma carreira nos bastidores das artes cênicas. A maquiadora francesa, radicada na Bahia, Marie Thauront, formada pela Ecole Chauveau, de Paris, abriu inscrições para o Curso Gratuito de Maquiagem Artística, com material também gratuito, fornecido pelo curso. As aulas vão acontecer pela manhã e à tarde, na Escola de Belas Artes da UFBA, no Canela, e no Centro Social Monsenhor Amílcar Marques, na igrejinha de Santana, no Largo de Santana, no Rio Vermelho.

O curso começa em 22 de março e termina em julho. A carga total de duração são 120 horas (30 aulas de quatro horas cada, duas vezes por semana). Ao longo do período, os alunos aprenderão sobre maquiagem básica e maquiagem de festa, maquiagem de época – desde os anos 20 até os anos 90 – , maquiagens étnica, tribal, kabuki, face painting infantil e adulto, palhaço, drag queen, body painting, postiços e carecas, mudança de gênero, envelhecimento e criação de personagem, entre outros.

Não é preciso ter experiência anterior com maquiagem para participar. Haverá certificado para quem tiver presença de pelo menos 75% do total das aulas. Estão sendo oferecidas 15 vagas para cada turma.

Serviço:

Curso de maquiagem artística com Marie Thauront

De 22 de março até o mês de julho (120 horas)

Aulas das 8h às 12h, segundas e quartas, na Escola de Belas Artes da UFBA (Canela)

Aulas das 13h30 às 17h30, terças e quintas, no Centro Social Monsenhor Amílcar Marques (Rio Vermelho)

Inscrições: Os interessados precisam preencher uma ficha de inscrição e enviar para o e-mail [email protected]

Informações: (71) 3331 – 4252 / 8166-5264

Aulas e material didático gratuito

Programa do curso:

Aula1: apresentação-materiais-ferramentas

Aula 2: A profissão do maquiador no set e no palco. Maquiagem básica

Aula 3: correções- luz e sombra- luz colorida

Aula 4:  maquiagem puxada- festa- cilios

Aula 5: belle epoque- anos 20- preto e branco

Aula 6: anos 30

Aula 7: anos 40

Aula 8: anos 50

Aula 9: anos 60

Aula 10: anos70

Aula 11: anos 80

Aula 12: anos 90

Aula 13 tendencias- atualidade- analise imagens

Aula 14 tribos, etnias.

Aula 15: materiais inusitados

Aula 16: universo estetico

Aula 17: criação maquiagem editorial ou desfile

Aula 18: aquacolor: face painting infantil

Aula 19 : face painting adulto: felinos, animais, bonecos,

Aula 20: diabo, bruxa, morte, alegorias

Aula 21 kabuki , ópera pekim, katakali

Aula 22 palhaço

Aula 23 drag queen

Aula 24: body painting

Aula 25: Construção e evolução do personagem. postiços e carecas

Aula 26: transformação etnica, mudança de genero

Aula 27: envelhecimento luz e sombra – latex

Aula 28: cera dermica – efeitos (feridas, sujeira, doenças)

Aula 29: criação personagem (mudança morfológica, expressão sentimentos)

Aula 30: encerramento

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Aulas gratuitas de pilates para mulheres nesta segunda

Embora o pilates seja mais a praia de Giovanna, estou tentada a começar a fazer aulas. Ela me convenceu, depois de enumerar toda animada os benefícios da prática. E, para incentivar outras meninas, divulgamos aqui no blog uma aula pública que o Centro de Atividade Física e Saúde Viva Salute oferece, nesta segunda, 8. Serão duas turmas, das 7 hs às 8 hs; e das 19 hs às 20 hs. As aulas, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, serão ministradas pela fisioterapeuta Juliana Pereira.

As interessadas podem se inscrever pelo telefone (71) 3014-0233

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Leia outros posts que já publicamos sobre pilates:

>>Pilates alivia dores lombares

>>Prática de Pilates atende necessidades femininas

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Cidade baiana oferece vacina contra HPV na rede pública

Recebemos uma ótima notícia neste final de semana. A cidade de São Francisco do Conde, recôncavo baiano, será a primeira do país a disponibilizar a vacina contra o HPV pelo sistema público de saúde. Abaixo, publicamos a íntegra do material produzido pela Ketchum Estratégia, empresa de comunicação e enviado ao blog por email. Confiram e ajudem a divulgar nas suas redes sociais, porque este pode ser o embrião de um programa de imunização nacional contra o papilomavírus.

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*Cidade baiana é pioneira em oferecer vacina contra HPV na rede pública

São Paulo, 6 de fevereiro – São Francisco do Conde, cidade localizada na região metropolitana de Salvador (BA), será a primeira do Brasil a disponibilizar, por meio da rede pública de saúde, a vacina quadrivalente contra o papilomavírus humano (HPV). O vírus é responsável por 70% dos casos de câncer de colo do útero e 90% das verrugas genitais. A iniciativa inédita, que vai imunizar cerca de 1.500 meninas de 10 a 14 anos, visa oferecer qualidade de vida, diminuindo a incidência das doenças causadas pelo vírus. A Bahia é o estado brasileiro que tem a maior incidência de HPV.

Esquema mostrando locais atacados pelo HPV

Segundo a prefeita de São Francisco do Conde, Rilza Valentim, depois da abertura da clínica especializada em saúde da mulher na cidade, inaugurada recentemente, percebeu-se que havia muitos casos de câncer na população, entre eles, o de útero. “Com essa preocupação e comprometidos com a saúde da população, fomos atrás de mais informações sobre as formas de prevenção e fizemos uma licitação para implementar a vacinação. Sabemos que os custos financeiros para o tratamento do câncer, assim como o desgaste emocional que a doença causa nos pacientes, são altíssimos, superando o valor investido na vacina”, explica.

A prefeita conta ainda que, a partir do dia 22 de março, as meninas matriculadas nas escolas pública e privada começarão a ser vacinadas. “Como educadora, acredito que os melhores caminhos para a conscientização da população são a educação e a prevenção. Vamos imunizar as meninas matriculadas para incentivar as crianças a frequentarem a escola, aproveitando a iniciativa para promover palestras sobre saúde dentro das salas de aula.”

Segundo o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e infectologista Edson Moreira, a iniciativa é extremamente bem-vinda e deve diminuir a incidência de contaminação por HPV e as doenças que ele provoca nas futuras gerações de mulheres sexualmente ativas. “A camisinha é importante, mas não impede totalmente a transmissão do HPV porque o vírus também está na pele da região genital. Dessa forma, é muito importante que as pessoas tenham também acesso a informações sobre o vírus, seus fatores de risco e formas de prevenção, tais como a realização dos exames periódicos de Papanicolaou e a vacina”.

Fruto da parceria com a MSD, empresa farmacêutica que produz a vacina, a iniciativa é um exemplo de parceria público-privada (PPP) bem-sucedida. A empresa espera que a ação possa ser seguida por outros municípios e estados do país para promover maior acesso da população à vacina.

Saúde da Mulher – A vacinação contra o HPV será lançada oficialmente nesta segunda, dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, quando a Secretaria da Saúde, em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento Social, promoverá um evento em prol da Saúde da Mulher, focado na prevenção do HPV.

Na ocasião serão promovidas várias atividades, como uma caminhada, da entrada da cidade até o Mercado Cultural, onde serão realizadas palestras sobre qualidade de vida, saúde e direitos da mulher. Além disso, será lançada uma Campanha de Conscientização e Prevenção para garantir que a população conheça o vírus HPV e suas consequências, bem como as formas de evitar o contágio.

Representação atômica do papilomavírus humano

Sobre o HPV – A infecção por HPV, a mais comum das doenças sexualmente transmissíveis (DST), atinge mais de 630 milhões de pessoas no mundo. Os HPV tipos 6 e 11 causam aproximadamente 90% das verrugas genitais e cerca de 10% das lesões displásicas de baixo grau do colo do útero. Os HPV tipos 16 e 18 são responsáveis por aproximadamente 70% dos casos de câncer de colo do útero. Estima-se que esses dois tipos do vírus causem ainda de 40% a 50% dos cânceres vulvares e 70% dos cânceres vaginais.

Todos os anos, ao redor do planeta, 500 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de colo do útero e cerca de 250 mil morrem vítimas da doença. No Brasil, mais de 19 mil novos casos são registrados a cada ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Sobre a vacina – A vacina quadrivalente contra o HPV é a única que protege contra quatro tipos do papilomavírus humano (6, 11, 16 e 18). Atualmente é indicada, no Brasil, para meninas e mulheres de 9 a 26 anos, para a prevenção de cânceres de colo do útero, de vulva e de vagina causados pelo HPV tipos 16 e 18, das verrugas genitais provocadas pelo HPV tipos 6 e 11 e das lesões pré-cancerosas ou displásicas causadas pelo HPV tipos 6, 11, 16 e 18. O HPV tipos 16 e 18 é responsável por aproximadamente 70% dos casos de câncer de colo do útero, sendo que o HPV tipos 6 e 11 causa aproximadamente 90% das verrugas genitais e cerca de 10% das lesões displásicas de baixo grau do colo do útero.

*Material de divulgação encaminhado ao blog pela Ketchum Estratégia, assessoria da MSD.

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Leia também:

>>Tudo o que você precisa saber sobre HPV

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