‘Roupitchas’ para brincar e ser criança

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Uma das melhores coisas de ser criança é poder brincar, se jogar no chão e fazer travessuras sem se preocupar com mais nada na vida. Agora, é certo que não dá para se divertir com roupa apertada ou com sapatos desconfortáveis (correr de saltinho deve ser um desafio, mesmo para as meninas mais impetuosas, não é verdade?).

Apostando no conforto das mocinhas, a Kids Company desenvolveu uma linha especial para as meninas que já despertaram para a moda mas não têm paciência de ficar se mantendo impecavelmente arrumadas, como se fossem adultas em miniatura.

Segundo a assessoria da marca, que nos enviou o material, são roupas maleáveis, com costuras estrategicamente pensadas para permitir todos os tipos de movimento e tudo feito em tecidos frescos, leves, bem coloridos e fashion. Sem falar nas estampas, marca registrada da Kids Company. Dá uma olhada nas roupitchas abaixo e em outras delícias divertidíssimas no site da marca.

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Além de confortável, a calça ainda serve de proteção pra uma eventual queda ou escorregão
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Bolerinho é tudo de bom e esse shortinho me lembra os tempos de infância, da bermuda "fofolete"
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De novo o bolerinho, agora combinando com graciosa saia de babadinhos
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Para quem gosta, a praticidade do jeans é uma vantagem
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Vestidinho com estampa do tempo da vovó, muito delicado
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Vestidinho amplo, com saia rodada e estampa xadrez super fashion é muito confortável
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Cores e conforto estão bem harmonizados neste 'little look'

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Dois anos do Conversa de Menina

Em 10/12/2008, Alane colocou no ar o textinho que bolamos para apresentar o Conversa de Menina. Era nosso primeiro post. Dois anos depois, completados oficialmente nesta sexta-feira, reproduzo-0 abaixo, só para relembrá-los da nossa proposta. Evoluímos muito e novos temas foram somados à essa ideia original, mas ainda temos muito chão para percorrer, porque acreditamos que o aprendizado é constatente e diário. Hoje, a primeira mensagem que recebemos (Alane e eu) de parabéns veio justamente da menina Gio, que entrou para o time em 14 de setembro de 2009 (bem no mês da Primavera aqui do nosso lado do planeta). Aqui neste espaço público e compartilhado, reforço os sentimentos de amizade que me unem a essas duas meninas e agradeço a essa grande energia que move o universo e que muitos chamam de Deus, o fato delas terem cruzado o meu caminho. É uma honra e um privilégio ser parceira das duas. Nos completamos nas nossas diferenças!

Mas, independente da amizade entre as autoras, sem vocês, que nos leem diariamente, o blog não existiria, então a festa é tão nossa quanto dos nossos leitores. Cada comentário postado aqui nos enriquece como jornalistas, nos ensina como cidadãs e principalmente, nos torna pessoas melhores. Ao menos tentamos melhorar dia após dia. Compartilhar um pouco das nossas vidas e ler sobre as vidas de vocês não é mero voyerismo.  Mesmo que os laços que nos unem sejam virtuais – ao menos entre os leitores que moram longe de Salvador – o mundo via internet não tem fronteiras. Descobrimos também que fora da tela do computador ele é bem menor do que imaginamos. A distância é encurtada principalmente pelas palavras. Esperamos que vocês continuam gostando das nossas, porque ainda não esgotamos o papo!!

Obrigada meninas e obrigado meninos!

Nosso primeiro post (tão importante quanto o primeiro sutiã):

“As mulheres são generalistas especializadas. Capazes de discutir qualquer assunto (inclusive futebol!) com um detalhamento digno de tese de doutorado.

Do prosaico ao complexo, da abobrinha à filosofia, do trânsito à educação dos filhos, passando por relacionamentos felizes ou frustrados, cinema, moda, a chapinha que esquenta o juízo, a crise global da economia, as tendências, teatro, música, literatura, o galã de Hollywood, as pernas dos jogadores, sonho, realidade, cidadania, novela das oito, custo de vida…

É tanto assunto que só mesmo um blog para dar conta. Os homens têm toda razão, mulher fala demais. E não dá para levar fama sem tirar proveito, não é?

Então, mãos ao teclado e vamos papear, meninas!!!”

Andreia Santana e Alane Virgínia, em 10/12/2008

P.S.: E não esqueçam das promoções do mês de aniversário! A dessa semana vale dois livros e encerra no dia 13/12. Corram!

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Gloss são boa pedida para uma boca sensual no verão

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Verão e brilho molhado na boca têm tudo a ver…E vamos combinar que é bem mais sensual usar um gloss nos lábios do que um batom colorido e cremoso. Para mim, pelo menos funciona assim… E pra compor o look de verão, que já vem batendo a porta por aí, segue a dica da Akakia Cosméticos, que recebemos via email da assessoria.

Os glosses nas cores Atrevida (laranja) e Fantasia (rosa) – mais verão impossível! – prometem uma textura suave que não deixa os lábios grudentos, dando aquele incômodo. O produto tem manteiga de karité na fórmula, o que garante hidratação e proteção aos lábios. Vale conferir porque ambos fazem parte de uma edição limitada de verão e podem ser encontrados nas lojas da marca em todo o país.

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Glosses da Akakia são lançados em edição limitada para o verão

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Dica: Bazar de produtos orientais movimenta Salvador

Até o dia 18 de dezembro a dica para quem está em busca de presentes de Natal originais e estilosos é visitar o Bazar Empório Oriente, localizado na Rua Milton Oliveira, 217, Barra. O destaque é para os produtos vindos da Indonésia, como roupas, acessórios, objetos de decoração e móveis. Vejam alguns itens:

As peças de vestuário trazem como diferencial o trabalho manual da customização. As de viscose são estampadas pela empresária Petúnia Maciel. Já os itens de algodão são lisos e os de seda são batiks manuais. Outros materiais, como o rechilieu, integram o acervo da Empório Oriente. O bazar conta com a consultoria de Tininha Viana. Vejam mais fotos:

 

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Novas fragrâncias linha Acqua O Boticário

Mais duas fragrâncias da linha Acqua chegam às lojas O Boticário a partir do dia 27 de dezembro: Musk e Frescor das Folhas. Também estão sendo lançadas as fragrâncias em sabonetes. Confiram os aromas e preços:

Acqua Frescor das Folhas Desodorante Colônia – 250 ml
Preço Sugerido:
R$ 42,90
Família Olfativa: Aromático Fresco
Saída: Folhas Verdes, Eucalipto, Alecrim, Maçã
Corpo: Violeta, Amadeirado, Folhas de Magnólia, Galbano, Cravo, Cedro
Fundo: Madeira, Sândalo, Musk, Cumarina

Acqua Frescor das Folhas Sabonete Perfumado – Edição Limitada
Preço Sugerido:
R$ 16,90
Embalagem com 2 unidades de 90 g cada

Acqua Musk Desodorante Colônia – 250 ml
Preço Sugerido:
R$ 42,90
Família Olfativa: Musk Floral
Saída: Bergamota, Menta, Aromático, Accorde Musk, Maçã, Folhas Verdes, Íris
Corpo: Violeta, Madeiras Nobres, Peônia
Fundo: Musk, Osmantus, Ambreado, Toque de Baunilha, Madeiras

Acqua Musk Sabonete Perfumado – Edição Limitada
Preço Sugerido:
R$ 16,90
Embalagem com 2 unidades de 90 g cada

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Promoção de Aniversário II – Livros, livros, livros…

Como vocês viram no post anterior, já descobrimos o vencedor da nossa primeira promoção de aniversário. O Conversa de Menina, aliás, completa dois aninhos oficialmente nesta sexta-feira, dia 10, mas tem brinde até o fim do mês. E nesta quinta, seguindo o cronograma de sorteios, entra no ar nossa promoção literária, valendo os livros Swoon – amor além da vida, de Nina Malkin (ED. Record) e Ou casa ou vaza, de Alison James (ED. BestSeller).

Para participar, basta responder na caixinha de comentários deste post, qual foi sua meta literária de 2010? Ou seja, quantos livros vocês leram este ano? Coloquem também o nome e não esqueçam de preencher o campo de email para contato. A promoção Livros, livros, livros… é válida até a segunda-feira, dia 13. Na terça, 14, faremos o sorteiozinho eletrônico com os nomes de todos que responderam ao post. E na quarta, dia 15, já colocaremos no ar outra promoção!

Ah, o brinde será enviado pelos Correios para quem mora fora de Salvador, mas o endereço para recebimento precisa ser no Brasil.

Confiram detalhes dos livros que serão sorteados:

Swoon – Amor Além da Vida

Autora: Nina Malkin

Tradução: Regiane Winarski

Editora Record

364 páginas

Sinopse: A jornalista Nina Malkin – especialista em cultura pop e colaboradora do New York Times – cresceu ouvindo histórias de Edgar Allan Poe, contadas por seu pai. Em Swoon – Amor além da vida, a autora cria uma saga que envolve amores impossíveis e paranormalidade. A cidadezinha de Swoon é uma pacata comunidade de Connecticut que guarda um passado violento. Há 300 anos, Sinclair Youngbloog foi acusado injustamente de matar a esposa grávida. Sem descanso, seu espírito decide se vingar e encontra na jovem Pen um veículo para as maldades que pretende praticar contra os descendentes de seus antigos carrascos. A prima de Pen, Dice, uma jovem que tem o dom da profecia, pode ser a única capaz de exorcizar o fantasma de Sinclair e devolver paz a Swoon, mas Dice não contava que o fantasma fosse tão poderoso e sedutor…

Ou casa ou vaza

Autora: Alison James

Tradução: Claudia Costa Guimarães

Editora BestSeller

288 páginas

Sinopse: Com o bom humor que faz de Alison James uma das autoras mais divertidas da atualidade, este livro vai fazer você parar e pensar sobre todas as ilusões que as mulheres têm sobre um relacionamento duradouro e feliz. A má notícia é que príncipes encantados só existem nos contos de fadas e a boa é que histórias com final feliz existem sim. Alison James é formada pela London School of Economics e já trabalhou em pesquisas sobre a psiquê feminina e as influências da mídia e o desenvolvimento psicológico das mulheres. Atualmente, a escritora mora Nova York.

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Resultado da promoção Aromadisiac

Atualização em 09/12/2010: Atenção, gente! Jones é um rapaz e já nos respondeu. Estamos felizes porque é a primeira vez que um menino se inscreve e vence uma promoção do blog!! Claro que a esposa do Jones adorou, até porque o presentinho vale para o casal. Parabéns aos dois!!

Nesta quarta fizemos o sorteio da primeira promoção de aniversário do Conversa de Menina, valendo um kit Aromadisiac/Avon enviado ao blog pela Santa Clara Comunicação e formado por um perfume masculino e um feminino. Ao todo, oito concorrentes disputaram o prêmio.

O vencedor ou vencedora, confesso que estamos em dúvida sobre o gênero da pessoa sorteada, tem até esta sexta-feira, dia 10, para responder o nosso email, nos mandando o endereço para envio do brinde. Não vale responder na caixa de comentários do post, só por email, pois esta é a nossa segurança de que sorteamos de fato uma pessoa que está interessada no prêmio e não fomos enganadas por algum programa de spam. Se até esta sexta-feira a pessoa vencedora não der sinal de vida, no sábado, 11, iremos resortear o kit entre os concorrentes restantes. Então, os sete não contemplados, fiquem na torcida!

Digitamos os nomes dos oito concorrentes, um embaixo do outro, em ordem aleatória e apenas o 1º nome

O programinha on line que usamos para realizar o sorteio é o Daydreaming.

And the oscar goes to…Jones Schaefer (que não sabemos se é menina ou menino e muito menos se é Indiana, rsrsrs). Brincadeiras à parte, parabenizamos o Jones, ou a Jones, pelo prêmio e agradecemos a participação de todos (as) vocês!

Depois de digitar, clicamos em sortear e o sistema do DayDreaming nos mostrou o nome vencedor

Quem não ganhou este prêmio fique atenta (o) porque nesta quinta-feira, dia 09, entra no ar a segunda promoção do nosso mês de aniversário, valendo dois livros! E até o final de dezembro, haverá outros sorteios de mimos bacanas para vocês.

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Artigo: Amuletos e talismãs

Na terça-feira, a caminho do trabalho, fui abordada por uma senhora que tentou pregar para mim. Agradeci, mas expliquei que seria mais interessante se levasse sua mensagem a outra pessoa que pudesse dar-lhe a devida atenção. Ela me agradeceu, mas antes de ir embora, olhou o escapulário de prata no meu pescoço. Me perguntou por que eu usava um “objeto de idolatria”? Respondi que sempre gostei de escapulários, da mesma forma que gosto de brincos, aneis, da beleza solene da arte sacra ou do silêncio das velhas igrejas barrocas de Salvador, quando estão vazias. Não tenho religião, mas tenho uma relação profunda com a religiosidade. Hoje, acordei pensando num artigo que recebi por email em 9 de novembro passado, há quase um mês, e que fala justamente de amuletos, talismãs e fé. Creio que se eu tivesse uma religião, seria a filosofia, o que é um paradoxo! Mas o artigo de Célio Pezza me colocou para refletir. Trouxe o texto para cá nesta quarta, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da Bahia, para vocês pensarem um pouquinho também!

Amuletos e talismãs

*Célio Pezza

Quem de nós nunca ouviu dizer algo sobre um amuleto ou um talismã? Quem de nós nunca conheceu alguém que tenha um destes objetos? Você tem um? Você acredita neles? Você sabe a diferença entre eles? Um amuleto é utilizado para afastar o mal, proteger o seu usuário e normalmente é algo natural. Já um talismã é utilizado para atrair influências boas para quem o usa e é algo preparado e consagrado dentro de uma seita qualquer.

Desde os primórdios da História, o ser humano procura se defender através do uso de amuletos e talismãs. Encontramos no homem primitivo o uso de garras, dentes e peles de animais, seguidos de pedras pontiagudas, conchas, anéis, etc.. Existiram tribos indígenas que usavam dentes ou dedos de seus inimigos para proteção ou para intimidar seus desafetos. Os egípcios, os romanos, enfim todos os povos recorriam a esta prática de proteção. Na Europa, durante a idade média, deixava-se em um local da casa um prego usado em caixão de defunto para afastar a má sorte. Ainda hoje, quantas casas não possuem uma ferradura como símbolo da boa sorte? Existem regiões da Europa em que colocam colares nos chifres das vacas para afastar os perigos. Será que dentro de nossas carteiras não existe nenhum amuleto ou talismã? Círculos, quadrados, triângulos, cruzes, estrelas, luas, números, moedas, notas antigas, dentes de animais, sementes, imagens de santos, escaravelhos, conchas e muitos outros. Pedras e metais que vão desde o latão mais barato até o ouro mais nobre são utilizados para fazer um amuleto ou talismã.

Já os animais, coitados, estes não usam amuletos ou talismãs. Quem já viu um cachorro do mato carregando um amuleto? Ou um pássaro com um pequeno colar para atrair a boa sorte? Será que tudo isto é privilégio do Homem, que com sua inteligência e pretensa supremacia sabe como criar proteções e artefatos para atrair a boa sorte? Será que o ser humano possui determinadas crenças e, por conta delas, tem medos? Esta conversa pode até derivar para questões filosóficas profundas, portanto, vamos voltar ao uso dos tais objetos.

Existem também os objetos sagrados, relíquias dos santos e mártires, etc.. Na verdade, tudo isto remete para um ponto em comum: ter fé. Se você realmente acredita que determinado objeto vai trazer boa sorte, talvez ele realmente o traga, não por ele em si, mas pela sua fé. Da mesma forma, não adianta carregar o talismã mais poderoso do planeta, se não acreditarmos na sua eficácia, ou seja, se não tivermos fé!

Muitos já ouviram dizer que “a fé remove montanhas”, mas será que remove mesmo? Quantos acreditam de verdade?  Muitos dirão que é impossível, que é um jogo de palavras, que é sentido figurado, etc. Por outro lado, talvez estes mesmos que pensam desta forma, estejam usando amuletos e talismãs neste exato momento.

Das invocações de Maria, a que mais me atrai é a Conceição, com seu panejamento barroco e o símbolo da lua crescente sob os pés

Usá-los para que? Sem fé, sem acreditar, para que servirão? Servirão somente como um adorno qualquer. Por outro lado, com bastante fé, será que precisamos de amuletos e talismãs? Estamos falando tudo isto e dando uma volta tremenda para simplesmente dizer que um dos grandes problemas do ser humano é simplesmente falta de crença e de fé! Acreditamos no próximo? Acreditamos nos nossos governantes? Acreditamos nos discursos dos candidatos a qualquer cargo eletivo? Acreditamos em todas as notícias que diariamente nos chegam pelos mais diversos meios de comunicação? Acreditamos no que vemos na televisão? O lado ruim disto tudo é que esta crise de falta de credibilidade nos conduz a uma diminuição gradativa da nossa fé. Acreditamos em pouca coisa e desconfiamos de tudo e de todos!

A nossa crença está muito abalada e as mentiras ganham terreno dia a dia. Começamos a nos acostumar com pequenas mentiras e elas vão aumentando em tamanho e quantidade. Elas se alastram como uma verdadeira praga e vão diminuindo a nossa fé.  Vamos aos poucos, perdendo esta força terrível, que talvez seja a única que pode realmente mudar o curso das coisas. Acreditamos em nós mesmos? Se nem acreditamos em nós mesmos, como resolver esta questão?

Durante o lançamento do meu primeiro livro, escrevi uma simples mensagem: “Um mundo melhor é possível!” Quantos acreditam nisto? Será uma bobagem, uma utopia, uma simples frase de efeito momentâneo sem nenhum significado? Escuto todos os dias alguém dizer que o mundo está ruim, que está pior do que no passado e que o futuro será terrível. Será certo deixar piorar e esperar pela ajuda divina? Neste caso, realmente precisaremos de algumas dezenas de amuletos e talismãs para nos proteger de nós mesmos!

Vamos acreditar que é possível um mundo melhor! Vamos trabalhar para isto! Como? Cada um de nós encontrará a sua forma. Criando uma aura de otimismo a nossa volta, fazendo pequenas ações que muitas vezes passam despercebidas e, principalmente, evitando fazer o mal a quem quer que seja! A regra é simples: se não puder fazer o bem, pelo menos não faça o mal.

Acredito que alguns leitores irão parar um instante e pensar um pouco sobre estas considerações; também pode acontecer que alguns sintam uma vontade tremenda de fazer algo para tomar parte nesta mudança. Estes terão mais fé e acharão uma forma de transformar o mundo, mesmo que seja só ao seu lado e serão mais felizes, mesmo sem usar amuletos e talismãs!

*Célio Pezza é escritor, mas tem sua formação acadêmica em Química e Administração de Empresas. Nascido em Araraquara, interior de São Paulo, mora atualmente em Veranópolis, no Rio Grande do Sul. Para saber mais, visite o site do autor: www.celiopezza.com.

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Traça de Biblioteca: Dicas da Ed. Record

Depois de um longo período de pausa, em que andei organizando a vida literária e minhas contribuições como resenhista aumentaram significativamente tanto no jornal onde trabalho quanto nos outros blogs que escrevo, a série Traça de Biblioteca retorna e – assim espero – dessa vez para ficar! Na reestreia da Traça, selecionei algumas dicas do Grupo Editorial Record. E não esqueçam que nesta quinta-feira começará a nossa segunda promoção do mês de aniversário do Conversa de Menina. Um dos livros, inclusive, é da Ed. Record. Mas, para não tirar a graça da brincadeira, a obra não está nas dicas abaixo:

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Para conferir mais material meu sobre literatura:

>>Mar de Histórias (o blog pessoal)

>>Luz sobre a escrivaninha (blog do A TARDE On Line aos meus cuidados)

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O MURO DE BERLIM

Esse livro é para quem gosta de História. Ele nos transporta para outono de 1961, quando pedestres perto do Portão de Brandemburgo foram surpreendidos por homens em uniformes verdes, acompanhados de um poderoso arsenal de guerra, que estendiam de um poste a outro uma interminável cerca de arame farpado. Era o esboço do muro que dividiria a Alemanha em duas. Enquanto o lado Leste dominado pela ex-União Soviética tornou-se uma ditadura, o Oeste praticava uma política neo-liberal muito semelhante à norte-americana.  Duas décadas após a queda do Muro, símbolo do fim oficial da Guerra Fria que opôs comunismo e capitalismo desde o final da II Guerra Mundial, o historiador Frederick Taylor oferece uma minuciosa abertura de arquivos acerca de uma das mais nebulosas e decisivas épocas da história recente.

Autor: Frederick Taylor

Tradução: Clóvis Marques

Editora Record

574 páginas

Preço: R$ 69,90

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O BOBO DA RAINHA

O livro é um romance histórico ambientado na Inglaterra da dinastia dos Tudors, uma das épocas mais polêmicas e conflituosas da Grã-Bretanha. Conta a história da judia Hannah, que fugindo da Inquisição, chega ao palácio de Whitehall e ingressa na corte dos Tudor. A serviço do belo Robert Dudley, a jovem, que possui o dom da premonição, é enviada para espionar a princesa Mary Tudor, herdeira esquecida de Henrique VIII e Catarina de Aragão. Em vez da temida tirana, Hannah encontra uma mulher ansiosa por ter a chance de usar a coroa e motivada por um desejo visceral de fazer seu povo reaver o que considera a verdadeira fé, a Católica. Tudo isso, enquanto sua irmã, a protestante Elizabeth, observa atentamente seus erros e reza por sua morte. Dividida entre a paixão por Dudley e o dever familiar, extasiada com os próprios dons e apreensiva em relação ao desconhecido, Hannah deve encontrar um caminho para atravessar esses tempos perigosos nos quais ela é ao mesmo tempo testemunha e artífice…

Autor: Phillipa Gregory

Tradução: Ana Luiza Borges

Editora Record

532 páginas

Preço: R$ 62,90

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POLEGARES E LÁGRIMAS

Nesta obra, o jornalista especializado em cobertura científica analisa como uma coisa tão comum quanto um dedo do pé, tão tola quanto o riso ou óbvia como o polegar pode estar relacionada com a nossa capacidade de inventar a escrita, expressar alegria ou nos apaixonar. O que elas têm a ver com os chips de computador ou o teto da Capela Sistina? O autor responde essas perguntas e mostra como nos tornamos as estranhas criaturas que somos e porque fazemos coisas caracteristicamente humanas. Porque, de todas as espécies que poderiam fazer a mesma coisa, nós nos tornamos a dominante? Baseando-se na teoria da complexidade e nos novos conhecimentos de campos tão diversificados como a antropologia, a neurobiologia e a inteligência artificial, a obra revela uma criatura cujas relações sociais, comportamento sexual e autoimagem foram moldados pela capacidade de caminhar eretamente, fabricar ferramentas e utilizar a linguagem.

Autor: Chip Walter

Tradução: Ryta Vinagre

Editora Record

320 páginas

Preço: R$ 54,90

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SOB PRESSÃO

Por gerações, ser criança era uma ocupação divertida. A única responsabilidade era a escola, perfeitamente equilibrada com gloriosos três meses de férias no verão e um no inverno. O resto do tempo era dedicado ao maravilhoso mundo das descobertas, das brincadeiras, e a criar laços tão duradouros quanto um picolé com os amiguinhos da rua. Mas a galera 2.0 desconhece essas pequenas alegrias. Gênios nos computadores e ases na digitação de mensagens de SMS, os moleques de hoje têm uma jornada diária tão desgastante quanto os adultos. E sofrem como eles. Neste livro, o jornalista Carl Honoré — conhecido como um dos filósofos do slow movement e autor do best seller Devagar — explica como o moderno enfoque da infância é um completo fracasso. Nossos filhos estão mais obesos, míopes, deprimidos e mais medicados do que qualquer geração anterior. Usando os filhos como forma de viver a própria vida, ou compensar as frustrações pessoais, os adultos abalaram a magia e a inocência da infância.  Mas longe de ser um manual para pais, o livro é um alerta e um desafio: é possível reverter esse quadro?

Autor: Carl Honoré

Tradução: José Gradel

Editora record

368 páginas

Preço: R$ 49,00

*As sinopses dessa coluna foram enviadas pela assessoria de comunicação da editora.

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