O amor que eu amo

É tão difícil falar sobre o amor. São tantas variáveis… Eu acredito no amor e tenho a minha forma própria de enxergá-lo, como todo mundo a tem. O amor que cultivo em mim tem uma certa tranquilidade, um ar de paz. Sim eu já amei. Amei de duas maneiras diferentes, porque talvez a maturidade nos ensine um jeito mais gostoso de amar. Perguntei-me durante muito tempo como é que a gente sabe que é amor. As respostas, eu as encontrei vivendo. Por cada reação, por cada emoção, por cada riso e lágrima, ali tinha mais uma certeza de que, sim, era amor.

Percebi que o amor se mostra pela vontade de querer estar junto, pelo respeito, pela cumplicidade, pela troca. O amor que eu costumo amar exige de mim dedicação nos momentos mais difíceis para o outro. Eu não aprendi a amar pela metade, nem consigo entender como amar apenas os momentos bons. É que meu amor ama o todo, na alegria e na tristeza. Esse amor que florece em mim não costuma medir muitos esforços para ver o outro feliz. Talvez seja mesmo um amor exagerado, ou talvez não. Não consigo imaginar amor sem risos, não consigo imaginá-lo sem risos exagerados. O meu último amor durou pouco, mas durou o suficiente para me fazer entender o quanto amadureci amando alguém.

Percebi que o amor se sustenta na segurança, na certeza de que os dois querem ficar um com o outro. Também entendi que não há como haver amor sem discussão, sem adaptação de ideias e sonhos. O problema não são as brigas, mas a forma como lidamos com elas. A gente pode prolongar a briga, ou a gente pode resolver e colocar um ponto final nela. A gente pode remoê-la por toda uma vida ou a gente pode esquecê-la, deixá-la para trás. Descobri que o amor só dura à base do diálogo, e que o diálogo exige duas vozes para se concretizar. O amor não sobrevive à mudez da alma. Até o silêncio no amor, ele precisa se expressar. Ah, e também compreendi que o amor em si não é romântico, ele é cotidiano, é vida, é diário.

Amor que é amor sofre junto, perde a noite pra dividir a responsabilidade, tenta fazer a tristeza do outro sorrir. No amor, a gente faz escolhas. E algumas delas significam abdicar dos próprios sonhos, para minimizar a dor do outro. Significa partilhar a dor quando ela parece não ter mais fim. Quando a gente ama, a gente enxerga o sofrimento e a alegria no olhar do outro. A gente sabe quando o outro sorri a tristeza. A gente sabe quando o outro finge a felicidade apenas para seguir em frente, mesmo quando a dor ao redor não cansa de se mostrar. Quando a gente ama, a dor do outro dói na gente.

Mas como eu disse logo acima, o amor é cotidiano, é vida, é diário. E ele não sobrevive sozinho, sem a troca. Não no relacionamento a dois, pelo menos. A incerteza do outro gera incerteza na gente. É que a relação só evolui se houver mútuo empenho. Quando o outro deixa de ter certeza, quando o amor do outro já não parece brilhar, o amor da gente murcha, ele recua, ele se enconde. É como um bichinho amedrontado, que se sente acuado e perde a coragem de arriscar. O alimento do amor é a segurança, são aquelas atitudes do outro, aqueles gestos naqueles momentos específicos que voltam a inflar o nosso amor.

O meu amor deixou de ser romântico há algum tempo. Ele ainda é regado a surpresinhas e doçuras, ele ainda vive de carinho. Mas ele é real, ele permeia a divisão de tarefas, o estresse da correria da vida. Ele está ali, entre a discussão de um problema e outro, entre uma notícia boa e uma ruim. O amor que eu amo entende a hora de administrar uma crise, entende que há conflitos, entende que às vezes é necessário parar para reparar. Esse meu amor quer partilhar. É que eu ainda não aprendi a amar o amor solitário. O amor que eu amo também precisa ser amado.

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Lixas de unha decoradas da Cosmix

Quem disse que lixa de unha basta ser funcional? Depois de ver os novos modelitos de lixas da Cosmix Pro Nail eu começo a pensar que dá pra querer uma peça que, além de realizar bem o seu propósito, seja moderna e super fashion também. Olhem a nova coleção de lixas de unhas decoradas da marca, meninas, e nos contem o que acharam.

Lixa Onça (com pelúcia estampada) – R$ 4,00
Lixa esponja polidora dupla-face R$ 4,00
Lixa Xadrez – para unhas naturais e artificiais. Lavável e Reutilizável - R$ 4,00
Lixa Coração – para unhas naturais e artificiais. Lavável e Reutilizável - R$ 4,00

 

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O amor eterno de José e Pilar

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Alguém aí sabe me dizer o que é o amor? Ontem à noite fui a mais uma sessão de cinema interessante. Desta vez ví José e Pilar, o filme-documentário de Miguel Gonçalves Mendes que apresenta um pouco do dia a dia do casal José Saramago e Pilar del Río, sua mulher por mais de 20 anos. Gosto muito dos escritos de Saramago, apesar de não ser especialista no autor, e me surpreendi ao ver o cotidiano de um ídolo da literatura.

O filme mostra o homem político que ele foi – prêmio Nobel de Literatura de 1998, falecido em junho deste ano (leia o que a menina Andreia escreveu sobre o ídolo) – no sentido de agir politicamente como cidadão, que ele mesmo diz no filme que é uma das funções do escritor, “influenciar” como cidadão, e a sua descrença em Deus.

Além de mostrá-lo como homem apaixonado o que, em se tratando de ídolos, parece sempre muito instigante. Como um homem tão brilhante pode dedicar-se às letras e com a mesma intensidade ao amor de uma mulher? É bem provável, como se percebe rapidamente no filme, que a força da sua verve vem justamente da paixão por Pilar, assim como da paixão pelas letras, pelas tramas e pela vida.

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José Saramago diz que ele e Pilar del Río continuarão juntos de alguma forma já que as suas cinzas seriam depositadas sob uma pedra no jardim da casa de Lanzarote, nas Ilhas Canárias

O filme, que começa no ano de 2006, soa quase como uma despedida, uma vez que repetidamente Saramago fala da morte e a diferença entre a vida e o que podemos chamar de pós-vida, que o autor chama de “estar e o já não estar”. Apresenta uma história de amor real, do cotidiano, que tem muito carinho, afeição e admiração mútua, mas também não deixa de ter seus arranca-rabos. Pilar e Saramago se amam de uma forma muito companheira, se tocam o tempo todo.

Ela atua mesmo como um suporte – inevitável aqui usar o termo “pilar” da vida do homem que escolheu para si e de quem sempre foi fã. É a ela que ele chama a todo momento quando precisa de qualquer coisa ou até mesmo para contar uma piada, dividir histórias ou apenas tocar sua mão. Uma história de amor que nem parece real de tão pura, pureza que salta aos olhos.

Pilar não é uma mulher qualquer. É uma jornalista de personalidade forte e atuante quanto aos assuntos do seu país, a Espanha. Muito ágil e decidida, Pilar tomou conta da vida de Saramago e passou a organizar todas as suas coisas desde as mais comezinhas até sua extensa e cansativa agenda de viagens que culminou, em 2007, com algumas semanas de internação que deixaram o autor debilitado. Aquilo jamais se repetiria, decidiu Pilar, que determinou que o ritmo intenso de voos só voltaria por cima do seu cadáver.

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Filme José e Pilar é co-produzido pela O2 Filmes, do cineasta brasileiro Fernando Meirelles, que filmou a versão de Ensaio sobre a cegueira

Em uma entrevista à imprensa portuguesa, um repórter hesitante pergunta a Pilar sobre o fato dos portugueses se sentirem um tanto ressentidos por ela ter “tirado Saramago de Portugal”. No que ela prontamente responde: “Não, isso quem fez foi o governo de Cavaco Silva! Próxima pergunta?”. Sua força também é direcionada ao marido, quando ambos discutem fervorosamente sobre Hillary Clinton, então candidata preferida dela, e Barack Obama, apoiado desde o começo por Saramago.

Na verdade, é impossível perscrutar um amor, e creio que não há resposta para a pergunta que eu mesma sugeri no começo do texto. A história daqueles dois parece ter sido uma ação mesmo do destino, uma combinação de fatores daqueles bem complexos que não dá para explicar. José e Pilar se amam na vida e nas letras. Ela, que traduzia os livros dele para o espanhol, se esforçava para dar conta do seu trabalho logo depois do marido fazê-lo em português.

E era extremamente leal, se negando a responder questionamentos de repórteres sobre detalhes do novo livro do autor, na época em que foi feito o filme, A Viagem do Elefante. O filme é todo emoção em que uma mulher decide com força descomunal proteger seu homem e ele retribui com uma devoção tocante.

É como se a cada oportunidade – e Saramago fazia questão de declarar seu amor pela mulher em eventos públicos, como no lançamento mundial de A Viagem do Elefante, que aconteceu em São Paulo (2008) – ele reafirmasse o seu sentimento, eternizado na dedicatória de Pequenas Memórias (2006) “aquela que ainda não tinha nascido e tanto tardou a chegar”. Mais interessante ainda quando o gênio das letras diz duas frases e chama a mulher para conferir a beleza do seu pensamento.

“Olha que coisa linda que acabei de dizer, Pilar: eu tenho ideias para romances e você tem ideias para a vida. O que é mais importante?”. “Eu não sei, mas acho que são ideias para a vida”, diz ela, arrancando risadas de todos os presentes. Uma pequena pista para o mistério que uniu os dois até o fim e no pedido feito pelo autor em vida quando a mulher pergunta o que fazer com a Fundação José Saramago, da qual tornou-se presidenta (como fazia questão de ser chamada): “Continua-me”.

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Filme acompanha o casal e registra momentos da vida de Saramago entre 2005 e 2008 em Portugal, Itália, Brasil e outros países

P-S – Vale observar a cena em que Saramago assiste Ensaio sobre a Cegueira (Blindness), adaptação do brasileiro Fernando Meirelles para o livro homônimo. Ao lado de Pilar e de Meirelles, o autor se emociona bastante e diz estar muito feliz pois o filme havia saído exatamente do jeito que ele imaginou a história que colocou no papel. Impossível não se emocionar também.

Veja o trailer do filme José e Pilar, em cartaz em Salvador, no Espaço Unibanco de Cinema – Glauber Rocha

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Olha o que já está no mercado

O Boticário lança coleção Laços Intense

A nova coleção de O Boticário traz batons com toque aveludado e sombras em tons fortes. A inspiração, segundo Sadi Consati, consultor estratégico da linha Intense, foi baseada na alegria e nas festas de fim de ano. São três cores de batom mate e cinco tonalidades de sombra. Os novos produtos já estão disponíveis nas lojas da rede, com preços sugeridos de R$ 12,90 (batom) e R$ 15,90 (sombra). Mais informações podem ser obtidas no site oficial da marca.

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Primeira fragrância da Tiny Tea

A Tiny Tea é um espaço especializado em moda, beleza e cultura para meninas entre dois e 12 anos. Agora, eles lançaram sua primeira fragrância, voltada para este público, com essência baseada em um mix refrescante de frutas tropicais com notas de framboesa. Mais informações podem ser obtidas no site oficial da marca.

 

 

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Avon lança produto para combater a celulite

O Renew Clinical Laser Shape Tratamento Cosmético para Celulite é a nova aposta da Avon no setor de tratamento da pele e do corpo. O produto une duas fórmulas em uma única bisnaga, um gel e uma loção, com a promessa de reduzir as tão incômodas celulites em quatro semanas de uso. Segundo a Avon, o produto atua na redução da gordura localizada, suavizando o aspecto de casca de laranja da pele. Só de ler o material de divulgação já dá vontade de comprar.

Vejam as promessas:

*Instantaneamente: suaviza a aparência da celulite e proporciona sensação de coxas mais finas.
*Em 2 semanas: melhora a profundidade e intensidade da celulite.
*Em 4 semanas: celulite menos aparente, até mesmo com as pernas cruzadas!

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Base para prolongar o esmalte nas unhas

O Instant Dry, da marca Sally Hansen, promete prolongar a durabilidade dos esmaltes nas unhas por até dez dias (será???). Segundo o material de divulgação, a base cria uma camada protetora com filtro UV e seca em apenas 30 segundos. Uma boa solução para quem precisa fazer uma viagem e não vai poder cuidar das unhas por lá. Mais informações no site oficial da marca.

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Creme de tratamento Seda

A Seda lançou dois produtos para os cuidados com os cabelos, os cremes de tratamento (pote de 400 ml) e os sachês de tratamento de choque express (30 ml). Os cremes foram desenvolvidos especialmente para cada tipo de fio, com fórmula com fix-queratina, que atua na restauração das fissuras dos fios danificados e dispensam o uso de touca térmica. Os sachês são uma forma de tratamento rápido e sua ação pode ser potencializada pelo calor da touca térmica. Mais informações no site oficial da marca.

 

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Artigo: Impaciências

A chegada do fim do ano provoca uma síndrome de correria extrema e de ansiedade quase insuportável e generalizada. Junto, vem também uma impaciência digna de TPM, mas que não afeta só as mulheres. Os homens também perdem a calma cada vez com mais frequência, principalmente nessa época do ano. Como estamos em uma semana daquelas (as blogueiras não estão em período de TPM…ainda!!), separei para outras (os) desesperadas (os) um artigo fantástico da jornalista Marli Gonçalves. Confiram, divirtam-se e reflitam. Como diz uma amiga minha, “valapena”!

P.S.: O modelo petit dando chilique na primeira foto é meu o filhote.

Impaciências

*Marli Gonçalves

O sinal ainda ia fechar, mas o pedestre já está lá no meio da rua, driblando a faixa. O sinal vai amarelando e o cara de trás já tacou a mão na buzina. Se você deixar passar o tal pedestre, ainda vai é ser muito xingado pelo tal motorista que, em geral, gesticulará muito com as mãos, talvez dedos. A fila do caixa não anda, ninguém atende a porcaria do telefone e quem ficou de ligar não liga. Você fuma, come, bebe mais do que deve e pode começar a espumar.

O elevador vem vindo, mas o coitado do botão de chamada é massacrado, como se acelerador fosse. O cara vai descer daqui a dez pontos, mas já está na porta do ônibus, empatando a saída e outras coisas. Nem bem o Metrô parou, tem invasão de gente saindo e entrando pelo mesmo lugar, a porta – e duas coisas não ocupam o mesmo lugar no espaço. Às vezes a gente nem percebe, mas já está com ela incrustada: a impaciência. Entre os sintomas, o tamborilar de dedos na mesa, o pezinho batendo ou sacudindo mais nervosamente, vontade de esganar o mundo, uma certa agonia. Se não é TPM, é impaciência.

A impaciência é uma tensão, sentimento, sensação que acomete todo mundo em algum momento; e pode ser também característica “fixa” de personalidade. Por exemplo, ao tentar olhar com alguma simpatia para a presidente eleita, vejo nela uma mulher impaciente, e brava, ríspida, que não gosta de falar duas vezes a mesma coisa.

O problema é que ultimamente isso anda quase impossível. Todo mundo sabe tudo antes de ouvir a história e não presta atenção. Ou fica tão impaciente para discordar de você que até interrompe, muitas vezes com outro assunto, um não ou pitaquito. Ninguém mais lê nada completo e é difícil manter a atenção dos interlocutores, ou dividi-la com celulares, computadores, IPODIS, IPADIS, SMSsss,entre outras traquitanas (e reclamávamos do bip!). É a azáfama moderna, adiantada pelo Lewis Carroll quando criou o coelho “tenho pressa muita pressa” em Alice.

Quando a gente está mais impaciente, repare, é quando encontra ainda mais quem tenta nos contar as coisas nos míííínimos detalhes e em ordem cronológica, torrando o saco até de quem é habitualmente calmo. Não adianta demonstrar a sua impaciência olhando no relógio, tamborilando na mesa, nem pigarreando. Não adiantará. Se tiver dois celulares dê um jeito de ligar para você mesmo.

A impaciência nos acomete em variadas situações, em geral desagradáveis. Com fome, no restaurante. Com sede, no bar. Com pressa, no trânsito. Dizem os dicionários que significa falta de paciência, incapacidade de suportar algo ou alguém, de se constranger ou esperar. Falam em pressa e desespero, também. E em sofreguidão, mas com este termo não concordo. Tendo a achar a palavra mais adequada ao fazer coisas bem gostosas, realmente sôfregas.

Especialistas explicam que a falta de tempo, a competitividade e o individualismo são as principais causas da falta de tolerância e impaciência. Pesquisadores de uma universidade americana publicaram recentemente os resultados de uma pesquisa sobre as consequências da impaciência para a saúde das pessoas. As impacientes sofreriam mais com problemas de hipertensão e teriam mais probabilidades de contrair doenças cardíacas. Surpresa! Portanto, todos nós, hein, estamos sujeitos a puff!

O grau de impaciência foi avaliado com algumas perguntas: Você se aborrece quando tem de esperar? Você come depressa? Costuma sentir-se pressionado no fim de um dia normal de trabalho? Sente-se pressionado pelo tempo? Assim, descobriram o Brasil.

Outros andaram descobrindo também que fast food torna as pessoas mais impacientes. Para os pesquisadores, a exposição diária às redes de fast food pode ter um efeito subliminar sobre o comportamento, fazendo com que as pessoas fiquem mais apressadas nas atividades diárias, independentemente de serem – ou não – pressionadas pelo tempo e pela agenda. Contamos para eles a impaciência dos cachorros quando nos vêem com a coleira nas mãos? Contamos para eles que somos impacientes até quando vamos ao banheiro? Ou sobre nossa impaciência ao ver que parceiros, ou filhos, não mudarão, nem com o tempo? Vai negar?

Melhor, por que não detonamos logo o sistema que nos deixa assim? Nas terapias florais existe um remédio, um dos Florais de Bach, chamado Impatiens (extraído da flor Impatiens Gladulifera). Sabe qual flor é? Aquela que aqui chamamos de Maria Sem-Vergonha que nasce em qualquer canteiro, impaciente como ela só.

Diz um provérbio chinês: “Um momento de paciência pode evitar um grande desastre; um momento de impaciência pode arruinar toda uma vida”. Disse Napoleão: “A impaciência é um grande obstáculo para o bom êxito”. Para Saramago, “à paciência divina teremos que contrapor a impaciência humana. Para mudar as coisas, a única forma é ser impaciente”. Já a Bíblia afirma que a impaciência é uma manifestação de incredulidade e desconfiança, com o profeta Isaías apresentando quatro atitudes geradas pela impaciência: a impaciência leva-nos a substituir os planos de Deus pelos nossos; a impaciência nos conduz a fazer coisas proibidas por Deus; a impaciência gera frustrações e decepções; a impaciência produz a rejeição do tempo ou do momento certo de Deus.

Sei lá. Sede de viver. Medo de morrer antes de ter feito. Pressa por resultados, muitos dos quais, inclusive, nem interessam. Vontade de ser campeão, o melhor, o maioral. De ter a certeza de estar certo. De saber se vai conseguir. Sei só que estamos todos contaminados. A impaciência é mesmo imprevisível. Mas pode ser também advertência, abstinência, preferência, providência, previdência, imprudência, turbulência, suficiência, resistência, incoerência.

*Marli Gonçalves é jornalista e consultora de comunicação. Ela adora trocar uma ideia com novos amigos e é generosa para compartilhar seus textos, desde que a fonte original seja devidamente citada e a integridade do material respeitada. Para seguir a Marli no Twitter: www.twitter.com/MarliGo; para acessar esse e outros artigos dela na fonte original: www.brickmann.com.br ou no blog pessoal: marligo.wordpress.com. E ela também recebe emails em: [email protected] e [email protected].

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Test Drive: Protetores solares da Natura

*Texto e testes de Andreia Santana

O verão de Salvador é famoso país afora pelo calor intenso, os dias ensolarados e as festas da “estação do Axé Music”. Mas para mim, que tenho a pele sensível ao sol, é um tormento. A cidade tem altíssima incidência de raios solares e usar proteção contra os raios UVA e UVB por aqui é recomendado até no inverno. Vivo testando várias marcas de protetores, principalmente para o rosto, porque tenho pele oleosa e com tendência a acne. Já usei desde os vidrinhos que vendem em farmácia e deixam a gente com “cheiro de praia” até os indicados pela dermatologista. Mas esses, geralmente, me levam à falência de tão caros!

Meus últimos testes com proteção solar foram adquiridos na revista da Natura, via uma amiga que é consultora da marca. Comprei o Hydra, da linha Chronos, um hidratante para o rosto que tem fator 15 de proteção e, pela propaganda no folheto, é a base de água e por isso se adequa a todo tipo de pele; e uma loção facial protetora “não oleosa” – é o que diz a embalagem -, da linha Fotoequilíbrio, fator 60. Gastei exatamente R$ 64,00 nos dois produtos: R$ 32,00 na loção Fotoequilíbrio e R$ 32,00 no Hydra. Agora, conto para vocês se o investimento valeu a pena…

Hydra Chronos Hidratante Protetor Diário para o Rosto, fator 15:

A embalagem de 30 ml é super prática de carregar na necessaire e quem trabalha em ambiente com ar condicionado e lâmpada fluorescente, é bom saber que ao longo do dia será necessário reaplicar o protetor e hidratar a pele. Nesse caso, o produto junta as duas coisas num vidrinho só. O fator de proteção, 15, é baixo para os padrões de Salvador, mas o nível de hidratação bastante satisfatório. A cobertura do produto é muito boa, um pouquinho faz uma camada de um filminho invisível sobre a pele. É fresquinho também e não faz meleca (quem tem pele oleosa não gosta e nem deve usar produtos melequentos, embora seja essencial usar hidratante). A absorção é quase instantânea, daí que não atrasa a maquiagem (vivo correndo para lá e para cá, meu tempo é literalmente cronometrado). No entanto, apesar dos benefícios de hidratação, de fato a pele fica macia por no mínimo oito horas, notei que agrava minha acne. Poucos produtos não surtem esse efeito em mim (vocês podem conferir outros testes que já fiz na nossa página do Test Drive). Decidi então abolir o uso no rosto e adotei no pescoço, colo e ombros. Aí sim, o resultado beira os 100% de satisfação. Hidrata, deixa uma textura aveludada gostosa ao toque e o mais importante, protege do sol e do ressecamento provocado pela exposição prolongada.

Loção Facial Protetora Fotoequilíbrio, fator 60:

Confesso que me enchi de expectativa quando vi no folheto da Natura uma loção facial “não oleosa” fator 60 de proteção. É o que toda mulher que mora numa cidade quente como o inferno pediu a Deus. Mas, me decepcionei com o uso dessa loção no rosto bem mais do que com o uso do Hydra. Apesar de vir grifado na embalagem “não oleoso”, o produto é sim, muito oleoso e a absorção na pele não é tão instantânea quanto o prometido. Me senti como se tivesse usado um dos protetores solares comuns, que chegam a deixar a pele brilhando de tanta gordura. Não recomendo para quem tem pele oleosa, mas quem não sofre desse problema, ou até tem a pele seca, com certeza terá um protetor solar potente nas mãos. A vantagem é que o fator de proteção realmente bloqueia os raios solares, não deixa passar nada e para um dia de praia, com certeza será mais que útil. A embalagem, também pequena, 50 ml, e fácil de transportar, serve para levar em dias de atividade física ao ar livre, pois cabe em qualquer bolsinho do acasalho de corrida, por exemplo.  Também testei nos ombros e no colo, onde não tenho acne (que se limita só ao rosto) e onde a pele não é oleosa. O resultado nessa região foi muito melhor, mas ainda prefiro o Hydra, que tem uma secagem/absorção mais rápida.

*Andreia Santana, 37 anos, jornalista, natural de Salvador e aspirante a escritora. Fundou o blog Conversa de Menina em dezembro de 2008, junto com Alane Virgínia, e deixou o projeto em 20/09/2011, para dedicar-se aos projetos pessoais em literatura.

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Promoção literatura também é “conversa de menina”

A série Traça de Biblioteca, que indica livros aqui no blog, vai sortear, agora em novembro, dois exemplares de literatura feminina: Belíssima, da escritora Nora Roberts; e Bittergirl, de Annabel Griffiths, Alison Lawrence e Mary Francis Moore.

Para concorrer ao “Kit Traça”, formado pelas duas obras, basta escrever na área de comentários deste post: “Quero ganhar os livros da Traça de Biblioteca”, além de deixar seu nome e email de contato. Realizaremos o sorteio dos volumes entre os que postarem comentário. Mas só vale comentar no post da promoção! A sorteada (ou sorteado) terá cinco dias para responder nosso email de contato. Caso não dê sinal de vida, realizaremos um novo sorteio entre os participantes restantes.

Os comentários podem ser postados de hoje até o dia 15 de novembro. Ao final desse prazo, a área de comentários do post será fechada e o sorteio ocorrerá no dia 16 de novembro, com os participantes inscritos até 23h59 do dia 15. No dia 17 divulgaremos aqui no blog e nas redes sociais que integramos (Twitter, Orkut, Facebook e etc) o nome da grande vencedora ou vencedor e entraremos em contato via email com a sortuda (ou sortudo).

Portanto, fiquem de olho e boa sorte!

Conheça mais sobre os livros sorteados:

Belíssima – Nora Roberts, autora número 1 de best sellers em todo o mundo, é considerada a grande dama do romance e seus livros unem muito suspense, drama e amor. Em Belíssima, a autora conta a história da Dra. Miranda Jones, uma especialista em avaliação de obras raras que se vê envolvida numa intriga internacional de falsificação de peças de arte ao ter sua casa invadida e roubada. O drama de Miranda começa quando ela é contratada para constatar a autencidade de uma obra em bronze renascentista chamada A Senhora Sombria, que retrata uma cortesã da família Médici. A obra de arte, que guarda segredos sinistros, pode ter relação com o ataque à casa da Dra. Jones e ela terá de se unir a um famoso e sedutor ladrão, Ryan Boldari, para penetrar no submundo das falsificações, desvendar o mistério e salvar a própria vida. O livro em português é um lançamento da editora Bertrand do Brasil, tem 546 páginas e custa em média R$ 55,00. O exemplar que vamos sortear no blog é novo.

Bittergirl – Já Bittergirl pertence ao gênero Chick Lit (também chamado de literatura cor-de-rosa). A obra reúne as mal-sucedidas histórias de amor das três autoras, que escreveram um “manual” para orientar as garotas em como lidar com o rompimento de longos relacionamentos. Após levarem um pé vocês sabem bem onde, Annabel, Alison e Mary Francis se uniram para bolar uma estratégia de recuperação dos traumas pós-separação. Com muito bom-humor, as três explicam como superaram o fim dos relacionamentos e propõem atividades para quem está precisando sair da fossa. No mínimo, rende ótimas gargalhadas. Afinal, que menina nunca chorou por amor? No Brasil, a obra foi publicada pela editora Best Seller, tem 320 páginas e custa em média R$ 35,00. O exemplar sorteado aqui no blog também é novo.

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Novos momentinhos do Yacht Summer Fashion

Recebemos mais material interessante sobre o Yacht Summer Fashion (relembre aqui o primeiro post dos desfiles). Dessa vez, mostramos o que ocorreu na passarela durante apresentação da marca Jorge Bischoff, de calçados e acessórios.

Pontuada pelo romantismo clássico dos anos 20 e 40, a coleção Verão 2011 da Jorge Bischoff contempla looks modernos e estilosos. O hit da temporada são os sapatos robustos como as open boots, as plataformas e os modelos com  tiras ou amarrações….

Na cartela de cores, nuances fortes combinam com tons naturais e o jeans aparece em destaque, combinando com tonalidades contrastantes. Neste contexto, aparece também o linho, o gorgurão e os couros naturais…

Nas estampas, as flores invadiram a temporada em tecidos de algodão, lona e couro com motivos florais ou com a aplicação de grandes flores ou laços sobre modelos lisos, trazendo leveza em contraponto a aplicação de metais mais pesados. As bolsas estão em modelagens menores, com cores e materiais que combinam com os sapatos.  As clutches são as peças que mais se destacam, em diferentes tamanhos e materiais. Veja mais fotos:

Serviço:
Salvador Shopping (2º piso, área de extensão)

*Agradecimentos especiais à assessoria de comunicação da Jorge Bischoff em Salvador, que nos cedeu as fotos e descrições da coleção, pois por compromissos de trabalho, não tivemos como cobrir o desfile.

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O primeiro “look” a gente nunca esquece

O Conversa de Menina criou uma conta na rede social byMK, que reúne fashionistas, produtores de moda, jornalistas, decoradores, maquiadores e afins; além de curiosos aprendizes, como nós. Hoje, criei meu primeiro look na rede. Ainda sou totalmente aprendiz – tanto de moda quanto da ferramenta on line – mas me inspirei na luminosidade de Salvador para apostar numa “Yellow Romantic Spring”.

Vejam a imagem abaixo, opinem, se inspirem no dia-a-dia e deem dicas. Para ler a descrição do look e conferir a nossa página na byMK basta clicar sobre a foto:

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Nova vencedora para o Kit Beleza Natural

ATUALIZAÇÃO em 04/11/2010: A Michele nos respondeu no prazo, é do Rio de Janeiro e vai receber o seu kit pelo correio.

A vencedora do concurso cultural do Conversa de Menina no mês de outubro, a leitora Danielle Braz, não resgatou o prêmio no prazo de sete dias, conforme as regras da disputa, e por isso, temos o direito de transferir o Kit de Restauração Intensiva do Beleza Natural para a Michelle Chagas, a segunda colocada.

Abaixo, vocês leem a resposta da Michelle à nossa pergunta-desafio: “Por que meus cabelos merecem os produtos do Beleza Natural?”

“Meus cabelos merecem os produtos da Beleza Natural porque toda mulher precisa aumentar a beleza que já existe nela. E para isso a Beleza Natural auxilia nesta conquista!”

Se até o dia 07/11/2010, a Michelle não responder o nosso email manifestando interesse em resgatar o prêmio, o kit será recolocado para sorteio, em um novo concurso cultural.

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