Reportagem: Participação da mulher na chefia das famílias

A reportagem abaixo foi enviada para mim via email pela assessoria da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e Caribe). Vale muito a pena a leitura, pois trata de uma questão interessante, o aumento do número de mulheres que chefiam famílias em países que possuem programas sociais como o bolsa família brasileiro. São citados exemplos do Brasil e do México, bem como traçado um rápido panorama da América Latina. Não faço aqui apologia aos programas sociais do governo federal e nem tampouco os critico. O interesse em divulgar o assunto é apenas convidar nossos leitores à reflexão. É no mínimo sintomático esse fenômeno. Confiram:

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*Participação da mulher como chefe de família aumenta 10 pontos  percentuais em 10 anos

Brasília – Pelo menos 17% da população da América Latina e do Caribe vivem hoje às custas de programas de transferência de renda como o Bolsa Família. Um levantamento da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), mostrou que em função destes programas, o percentual de mulheres que eram chefes de família subiu de 22% na década de 1990 para 32% no ano passado. Entre os 17 países pesquisados, o Brasil e o México são os que mais comprometem recursos orçamentários nos respectivos programas, o equivalente a 0,41% e 0,43% do PIB.

XI Conferência Regional da Mulher da América Latina e do Caribe. Crédito da imagem: Elza Fiúza / Agência Brasil

– As mulheres canalizam melhor os benefícios dos programas sociais”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encontro que teve com as representantes da Cepal  no Centro Cultural do Banco do Brasil.

Os dados fazem parte do documento Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade? divulgado em Brasília na XI Conferência Regional da Mulher da América Latina e do Caribe. O encontro, que começou no último dia 13, foi encerrado na sexta-feira (16) com a divulgação da Carta de Brasília. Mesmo que os governos privilegiem as mulheres para fazerem o repasse dos recursos dos programas sociais, a pobreza das mulheres em relação aos homens só tem aumentado. Na década de 1990 para cada 100 homens pobres havia 108 mulheres. Em 2008 este número saltou para 115 mulheres. As indigentes saltaram de 118 para 130.

– O aspecto mais visível da falta de autonomia econômica das mulheres é a pobreza. Ela vem acompanhada da falta de liberdade e de tempo para deslocar-se. Assim como da exclusão da proteção social, que converte as mulheres em sujeitos de assistência e com menor disponibilidade de recursos para exercer seus direitos dentro da família e da comunidade”, disse a secretária-Executiva da Cepal, Alícia Barcena.

Participantes da XI Conferência Regional da Mulher da América Latina e do Caribe, em Brasília, na semana passada. Crédito da foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

O principal tema das discussões no último dia 14, foi o efeito “devastador” das catástrofes (terremotos) naturais ocorridas no Haiti no início deste ano. A Cepal lembrou que no desastre morreram 222 pessoas, 311 ficaram feridas e 1,5 milhão de pessoas sofreram alguns tipo de dano material. A secretária Executiva da Cepal lembrou que o Brasil e o Chile foram os países que mostraram maior solidariedade com o povo haitiano, participando ativamente da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH).

“A reconstrução do Haiti e Chile requer que se coloque a mulher no centro do desenvolvimento econômico”, concluíram as participantes da XI Conferência da Mulher.

CONTRIBUIÇÃO DA MULHERES – O documento Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade? ressalta ainda, que mesmo mais pobres que os homens, sem a contribuição da mulher na economia a pobreza nos países aumentaria em 10% no perímetro urbano e em 6% na zona rural. O documento recomenda que, a exemplo da Venezuela, o trabalho doméstico das mulheres seja de alguma forma remunerado, para reduzir o nível de pobreza na região.

Mulheres de várias etnias indígenas da América Latina também participaram do evento. Crédito da foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

Dados de 2008 mostram que 31,6% das mulheres de 15 anos ou mais na região não tinham renda própria, enquanto que somente 10,4% dos homens estavam nessa condição. Ainda assim, as mulheres superam os homens em termos de desemprego (8,3% contra 5,7%). E, embora a brecha salarial entre os gêneros tenha diminuído – a renda média das mulheres passou de 69% da dos homens em 1990 para 79% em 2008 –, as mulheres continuam tendo maior representação em ocupações com menor nível de remuneração, sub-representadas em posições de alto nível hierárquico e ainda recebem salários menores para um trabalho de igual valor que o dos homens.

O documento da CEPAL acentua que o trabalho é a base da igualdade entre os gêneros e para isto é fundamental a conquista da autonomia econômica, física e política das mulheres. A autonomia econômica implica ter o controle sobre os bens materiais e recursos intelectuais, e a capacidade de decidir sobre a renda e os ativos familiares.

*Material encaminhado ao blog pela CDN

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*Mãe Carmem recebe comenda da Unesco

A ialorixá do Terreiro do Gantois, Mãe Carmem, recebeu a medalha dos Cinco Continentes ou da Diversidade Cultural, uma homenagem da Unesco. A condecoração se dá em reconhecimento a instituições que promovem diálogo intercultural e não fazem distinção nem proselitismo com outros segmentos religiosos. Mãe Carmem foi condecorada também com as faixas da Sociedade Secreta Geledé, sendo considerada uma Iyalodê, por ser uma líder que salvaguarda a ancestralidade de matriz africana em sua comunidade religiosa.

Outra integrante do Gantois também foi reconhecida. Márcia Maria de Souza – Maié Oxum e membro do Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBA – recebeu a Medalha Toussaint Louverture. A comenda leva o nome do libertador do Haiti e é oferecida pela Unesco às pessoas que desempenham importante papel de conscientização da afrodescendência e promoção das culturas africanas em função da diáspora.

*Com informações da assessoria da Unesco

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Lazer para a meninada em Salvador

Pessoalmente, eu gosto da ideia do projeto Ruas de Lazer. É uma forma de proporcionar à criançada diversão e, melhor, espaço para brincar, o que é bastante precário em Salvador.

Nos domingos de junho (13, 20 e 27), a partir das 8h, a farrinha está garantida no Farol da Barra, com uma programação gratuita para a família.

No dia 13, vai ter trio de forró, animador, distribuição de quitutes juninos e até uma mini fazenda com pôneis, vaquinhas, patos e pintinhos. Também haverá Concurso da Rainha do Milho, brincadeiras juninas, futebol, vôlei e pula-pula.

Vamos aproveitar para prestigiar a ideia e incentivar a iniciativa, que tem apoio do Shopping Barra.

| SERVIÇO |
Projeto Ruas de Lazer
Local: Farol da Barra, Salvador
Datas: 13, 20 e 27 de junho (aos domingos)
Hoário: a partir das 8h
Valor: gratuito

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Artigo: Verdades e mitos sobre a homossexualidade

Conversa de Menina, em defesa da diversidade, coloca a colherzinha em um tema tabu: a homossexualidade. Frequentemente, discuto com amigos o porque do ser humano ter tanto interesse na sexualidade alheia, sua orientação, e as escolhas que faz na vida: se opta por assumir determinado comportamento, se o esconde, se fala ou não do assunto, com quem dorme ou deixa de dormir. Pessoalmente, creio que a sexualidade de cada um é tema de interesse próprio e privado. Mas, diante do preconceito dominante, algumas bandeiras precisam ser carregadas e estratégias de luta estabelecidas. Luta essa para que se conquiste o direito tanto à livre expressão pública quanto a manter o assunto na esfera do pessoal, se essa for a vontade de alguém. Luta para que uma pessoa não seja julgada por sua sexualidade, mas pelo caráter e postura ética na vida. Certa vez, motivada pelo comentário de um leitor do jornal onde trabalho, travei longo debate com um colega sobre se o correto é dizer “orientação” ou “opção” sexual. Minha resposta, na ocasião, acabou meio parecida com a opinião da Maria Helena Vilela, que preside o Instituto Kaplan, focado em educação e sexualidade. Orientação é o termo que define, enquanto opção é o que vai marcar a escolha do indivíduo em assumir ou não determinada orientação. No fim das contas, são termos complementares, que vêm sendo usados como sinônimos ou mesmo confundidos e reconfigurados para depreciar, ao invés de incentivar a compreensão e aceitação.

Neste domingo, dia 6, acontece a 14ª Parada do Orgulho LGBT, em São Paulo, manifestação pela diversidade sexual que é considerada a segunda no mundo em tamanho e importância. Motivada pela data, Maria Helena Vilela escreveu um artigo sensível e, em certa medida, didático, desconstruindo alguns mitos sobre a homossexualidade. A linguagem educativa tem razão de ser: o Instituto Kaplan trabalha há 18 anos com capacitação técnica de professores para abordar a educação sexual nas escolas, mas também direciona seu foco ao público jovem. Aqui no blog, por exemplo, já publicamos um artigo da Maria Helena, sobre gravidez na adolescência, que é um dos nossos posts mais lidos.

Confiram o novo texto da pesquisadora:

*Verdades e mitos sobre a homossexualidade

**Maria Helena Vilela

Quando se trata de comportamento sexual, a lógica pode significar preconceito. A probabilidade de se fazer uma avaliação errada é muito alta. Cada pessoa é única e traz consigo histórias e circunstâncias de vida, das quais nem sempre é capaz de dar conta.

Dia 6 de junho, realiza-se em São Paulo a 14ª Parada do Orgulho LGBT. Um marco nos direitos civis. No trabalho de estudo da sexualidade humana, o Instituto Kaplan defende, no desenvolvimento de metodologia para capacitar professores e técnicos de saúde, a aplicação da educação sexual nas escolas e empresas, sem preconceitos, explicando os direitos sexuais de todos cidadãos.

É preciso deixar claro que a homossexualidade é o desejo de se vincular emocional e sexualmente com alguém do mesmo sexo. Ou seja: um outro jeito de ser, no que se refere à pessoa por quem se sente tesão. Apesar de ser um fenômeno aparentemente simples, ainda há muitas idéias erradas sobre ele. Até bem pouco tempo, a homossexualidade era considerada uma doença. Hoje já se sabe que não é.

Muitas teorias tentam explicá-la, mas ainda não existe um consenso. A mais aceita das teorias é aquela que fala sobre a combinação entre uma predisposição genética e fatores psicológicos (a forma como cada pessoa registra fatos, sentimentos e impressões) e sociais (o meio em que vive, a forma como a família lida com a valorização sexual e a cumplicidade entre os sexos).

O objetivo deste texto é esclarecer alguns tabus e preconceitos que existem sobre o tema. E existem muitos: homossexualidade seria uma escolha, ou resultado da falta ou do excesso de sensibilidade, ou ainda da frustração amorosa em relação às pessoas do sexo oposto. E ainda há os que pensem que a homossexualidade é uma doença mental, ou um desvio psicológico.

Os preconceitos:

1. Uma questão de escolha?!

Ninguém é capaz de escolher por quem sentirá tesão. Não conheço nenhum trabalho que traga o depoimento de um único homossexual que faria a escolha da homossexualidade, se pudesse, porque, mais que ninguém, o homossexual sente o peso da discriminação social. Do mesmo jeito que as pessoas não escolhem suas preferências entre loiros ou morenos, “sarados” ou barrigudos, sérios ou divertidos, elas também não conseguem determinar se o desejo é por alguém do mesmo sexo, do sexo oposto ou de ambos. Apenas realizar ou não o desejo afetivo-sexual, pôr em prática o relacionamento é que é uma questão de opção que pode ser feita ou não pelo indivíduo.

2. Uma questão de sensibilidade?!

Existe uma crença popular de que um homem sensível e delicado é homossexual. A sensibilidade é a capacidade de sentir e perceber o que está acontecendo a nossa volta e não tem nada a ver com a orientação sexual de uma pessoa. A garota pode ter um jeito mais grosseiro de lidar com as pessoas e nem por isso ser lésbica, ou o garoto ter certo trejeito e não ser gay. O papel sexual, ser masculino ou feminina, não tem nada a ver com a orientação sexual (a orientação do desejo). Muitos meninos agressivos e meninas delicadas podem ser homossexuais.

3. Frustração amorosa?!

Muitas pessoas acreditam que as lésbicas são mulheres que não conseguiram arranjar namorado, ou que sofreram algum trauma com homens. Esta explicação existe, porque é difícil para as pessoas heterossexuais imaginar que o prazer sexual feminino seja possível sem a presença do pênis. Quanto aos gays, muita gente acha que a homossexualidade é decorrente de uma experiência traumática nas primeiras relações sexuais com uma mulher. Os homossexuais não são heterossexuais frustrados! São pessoas, cujo desejo sexual está no outro, que é do seu mesmo sexo.

4. Homossexualidade é doença mental ou desvio psicológico?!

Nem uma coisa e nem outra! Durante muito tempo, a homossexualidade foi interpretada pela medicina como uma doença. Mas, na década de 70, todas as associações de profissionais de saúde mental, inclusive a OMS (Organização Mundial de Saúde) concluíram que não se tratava de uma doença mental ou de distúrbio psicológico. Portanto, não existe tratamento para uma pessoa “deixar de ser homossexual”. O que a medicina ou a psicologia podem fazer é prestar ajuda para que o homossexual aprenda a lidar com o seu jeito de ser, sexualmente diferente do que a sociedade deseja para ele, sem deixar que isto atinja as outras características pessoais. Ou seja, é possível ser homossexual e ser, ao mesmo tempo, um profissional competente, um filho amoroso, um amigo corajoso, um cidadão que conhece e respeita seus direitos e deveres, uma pessoa divertida, feliz e que pode e deve conquistar o respeito de todos.

Cena do filme O Segredo de Brokeback Montain, de Ang Lee

Mudar o rumo da História

Muitas pessoas não se conformam com a existência da homossexualidade, principalmente quando o homossexual é alguém próximo e querido. Todos querem saber o que podem fazer para conseguir ajudar alguém a “não ser homossexual”. Não existe esta possibilidade. Até o momento, ainda não foi cientificamente comprovado nenhum tipo de procedimento que faça de alguém homo, bi ou heterossexual. O que nós sabemos é que, na nossa sociedade, existem jeitos sexuais diferentes de ser. E o que se pode fazer é aprender a lidar com as diferenças. Diferença não é sinônimo de deficiência! É um outro jeito de ser humano.

A sexualidade se desenvolve em contextos diversos, a partir de experiências distintas. Portanto, é inútil se ter o desejo de que todas as pessoas correspondam ou se ajustem a um único modelo para ser sexualmente feliz.

*Material encaminhado ao blog pela jornalista Vera Moreira

**Maria Helena Vilela é diretora do Instituto Kaplan – www.kaplan.org.br

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Livros resgatam história de Jacinta Passos e Lélia Gonzales

Dois produtos editoriais recentes homenageiam mulheres notáveis. Na próxima terça-feira, dia 08, às 18h, no Espaço Unibanco Glauber Rocha (Praça Castro Alves, Salvador), acontece o lançamento do livro Jacinta Passos – coração militante, que resgata a história da poetisa e jornalista baiana. Escrito pela historiadora Janaína Amado (filha de Jacinta), o  livro reúne a obra completa da poetisa, inclusive textos inéditos, além de uma biografia.

Jacinta Passos foi casada com James Amado, irmão do escritor Jorge Amado, e teve uma única filha. Feminista e comunista, passou anos internada em sanatórios, com o diagnóstico de esquizofrenia paranóide. Mas, apesar das dificuldades, não desistiu da militância política e  nem deixou de escrever poesia. Nascida em Cruz das Almas, em 1914, e falecida em Aracaju, em 1973, Jacinta Passos foi poetisa, escritora, professora e jornalista, tendo lutado por causas e ideais em que acreditava.

O livro sai publicado pela EDUFBA e pela Corrupio, com apoio da FAPESB (Fundação de Amparo a Pesquisa da Bahia).

Direitos da mulher – O segundo livro recente que resgata uma personagem feminina é a biografia de Lélia Gonzales, um dos maiores nomes do movimento negro no Brasil (fundadora do MNU – Movimento Negro Unificado) e referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra. O livro sobre Lélia é a primeira biografia já escrita sobre a personagem e integra a coleção Retratos do Brasil Negro, da Selo Negro Edições.

Lélia Gonzalez foi uma das figuras centrais na reformulação teórica e prática do movimento social negro contemporâneo. Militante, professora e escritora, a fundadora do MNU faleceu em 1994. No livro, os pesquisadores Alex Ratts e Flavia Rios revelam a trajetória da intelectual e feminista da infância humilde até a consagração no meio político e cultural, incluindo também um levantamento de sua obra. Segundo os autores, ela foi uma figura extremamente importante para o debate sobre as questões de raça, gênero e classe, dentro e fora do país.

Resultado de extensa pesquisa, incluindo entrevistas com familiares e amigos, o livro conta, em dez capítulos, as ações e ideias de Lélia, contemplando sua vida de dedicação e inteligência antes de se tornar militante negra e feminista, sua atuação como ativista e seu desempenho como docente, política e intelectual.

Retratos do Brasil Negro

A Coleção Retratos do Brasil Negro é coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos, pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora dos movimentos sociais e da diáspora africana no Brasil e no mundo. A coletânea tem por objetivo abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra.

Os autores da biografia de Lélia

Alex Ratts doutorou-se em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo em 2001. É professor dos cursos de graduação e mestrado em Geografia do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (Universidade Federal de Goiás), publicou artigos sobre quilombos, relações raciais e grupos étnicos e orienta pesquisas que englobam esses temas. Já Flavia Rios é socióloga. Atualmente faz doutorado na Universidade de São Paulo, onde obteve os títulos de bacharel em Ciências Sociais e mestre em Sociologia. Suas áreas de pesquisa são relações raciais, movimentos sociais e políticas públicas.

Ficha técnica

Lélia Gonzalez – Coleção Retratos do Brasil Negro
Autores: Alex Ratts e Flavia Mateus Rios
Coordenadora da coleção: Vera Lúcia Benedito
Editora: Selo Negro Edições
Preço: R$ 21,00
176 páginas
Atendimento ao consumidor: (11) 3865-9890 ou no site: www.selonegro.com.br

Livro resgata história esquecida da poetisa e jornalista militante, Jacinta Passos

A historiadora Janaína Amado lança o livro Jacinta Passos, coração militante, no dia 8 de junho (terça-feira), às 18h, na Galeria do Livro, no Espaço Unibanco, Praça Castro Alves. O livro reúne a obra completa de Jacinta Passos, inclusive textos ineditos, como tudo o que se escreveu sobre a autora, além de uma biografia, escrita por sua filha, Janaína Amado.

Jacinta Passos casou-se com James Amado, irmão do escritor Jorge Amado, com quem teve a única filha. Feminista e comunista, Jacinta Passos passou anos internada em sanatórios, com o diagnóstico de esquizofrenia paranóide. Mesmo assim, continuou a militar no PCB e a escrever poesia.

Nascida em Cruz das Almas, em 1914, e falecida em Aracaju, em 1973, Jacinta Passos foi poetisa, escritora, professora e jornalista, tendo lutado, dentro do Partido Comunista, por causas e ideais em que acreditava.
Jacinta Passos, coração militante, foi publicado pela EDUFBA e pela Corrupio, com apoio da FAPESB.

O quê: Lançamento do livro Jacinta Passos, coração militante

Quando: 8 de junho, às 18h

Onde: Galeria do Livro, no Espaço Unibanco (Praça Castro Alves).

Lélia Gonzales

A biografia de Lélia Gonzalez, referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra, revela o importante legado da ativista, professora e escritora, fundadora do Movimento Negro Unificado, que se consagrou no meio político e cultural.

Um dos maiores nomes do movimento negro brasileiro, Lélia Gonzalez foi uma das figuras centrais na reformulação teórica e prática do movimento social negro contemporâneo. Militante, professora e escritora, a fundadora do Movimento Negro Unificado, falecida em 1994, tornou-se referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra. No livro Lélia Gonzalez (176 p., R$ 21,00), quarta biografia da Coleção Retratos do Brasil Negro, lançamento da Selo Negro Edições, os pesquisadores Alex Ratts e Flavia Rios revelam a trajetória da intelectual e feminista da infância humilde até a consagração no meio político e cultural, incluindo também um levantamento de sua obra. Segundo os autores, ela foi uma figura extremamente importante para o debate sobre as questões de raça, gênero e classe.

Primeira biografia de Lélia, a obra reúne um importante legado deixado por ela em textos e depoimentos que influenciaram novas gerações de pensadores negros. Resultado de extensa pesquisa, incluindo entrevistas com familiares e amigos, o livro conta, em dez capítulos, as ações e ideias da biografada, contemplando sua vida de dedicação e inteligência antes de se tornar militante negra e feminista, sua atuação como ativista e seu desempenho como docente, política e intelectual.

A obra aborda também os significados de sua perda e a importância do seu trabalho para o Brasil e para o mundo. “O objetivo é resgatar a imagem dessa militante e inseri-la no conjunto dos intelectuais negros”, complementam os autores. Para eles, Lélia foi uma das ativistas importantes para a articulação de uma frente de participação política em uma fase de democratização do país.

Os capítulos que compõem a biografia resgatam a história da intelectual e ativista negra a partir da infância em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, destacando uma vida marcada pela busca do conhecimento. Filha de um ferroviário negro e mãe de origem indígena e penúltima de dezoito irmãos, Lélia seguiu na direção do não conformismo e graduou-se em História e Filosofia. Na pós-graduação optou pela Comunicação e Antropologia, além dos cursos livres em Sociologia e Psicanálise. O livro mostra também fatos que marcaram o desenvolvimento do país nos governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Retrata as dificuldades impostas pelo regime militar e ainda o período de democratização do Brasil, com a abertura política.

A biografia contempla ainda o ingresso de Lélia no movimento negro contemporâneo, destacando sua atuação diretamente na formação, consolidação e difusão do movimento, que reapareceu no Brasil no final dos anos 1970, em pleno regime militar. Mostra também que ela analisou e interpretou a luta negra no país, além de descrever sua participação no movimento feminista, uma referência na luta contra a discriminação da mulher, e na política brasileira, com sua atuação no PT e no PDT, representando as demandas dos movimentos sociais dos quais fazia parte.

A participação de Lélia em movimentos sociais e culturais foi decisiva para a formação de sua identidade pessoal e também de seu pensamento. Além de evocada nos círculos da militância negra e feminista, ela é lida e comentada em cursos acadêmicos de graduação e pós-graduação no Brasil e em países de língua inglesa, espanhola e francesa. “Esperamos que o pensamento e o discurso dela continuem explicando o mundo que se quer interpretar e transformar”, concluem os autores.

Retratos do Brasil Negro

A Coleção Retratos do Brasil Negro, coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora dos movimentos sociais e da diáspora africana no Brasil e no mundo, tem por objetivo abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra. Nei Lopes • Sueli Carneiro

Os autores

Alex Ratts doutorou-se em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo em 2001. É professor dos cursos de graduação e mestrado em Geografia do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (Universidade Federal de Goiás), publicou artigos sobre quilombos, relações raciais e grupos étnicos e orienta pesquisas que englobam esses temas.

Flavia Rios é socióloga. Atualmente faz doutorado na Universidade de São Paulo, onde obteve os títulos de bacharel em Ciências Sociais e mestre em Sociologia. Suas áreas de pesquisa são relações raciais, movimentos sociais e políticas públicas.

Título: Lélia Gonzalez – Coleção Retratos do Brasil Negro
Autores: Alex Ratts e Flavia Mateus Rios
Coordenadora da coleção: Vera Lúcia Benedito
Editora: Selo Negro Edições
Preço: R$ 21,00
Páginas: 176 (12,5 x 17,5)
ISBN: 978-85-87478-42-9
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Site: www.selonegro.com.br

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Mostra Cênica movimenta Salvador em junho

Uma dica de cultura, enviada ao blog pelo querido Beto Mettig, para o fim de semana de feriadão. Quem está em Salvador pode conferir a mostra didática de teatro, dos alunos do Sitorne Estúdio de Artes Cênicas, que engloba 10 espetáculos teatrais interativos, apresentados entre este sábado, dia 05, até o dia 19, no Café Teatro Sitorne (Rio Vermelho) e em praças da cidade.

A abertura da mostra, que tem patrocinio da Petrobras, será com a comédia A Eleição, que conta a história do processo eleitoral de uma pequena cidade do nordeste, com suas promessas e fraudes, para mostrar um bem humorado retrato da corrupção na política brasileira. A peça tem texto de Lourdes Ramalho, autora nordestina, e direção de Marcos Oliveira. Em cena, estão nove atores formados na disciplina “Iniciação a Interpretação do Curso Técnico-Profissionalizante: Formação de ator”, do Sitorne.

A mostra didática terá ainda a apresentação dos espetáculos: Esperando Godot (neste sábado, as 20h), A Cantora Careca (domingo, dia 06, às 20h), Solos da Palhaçaria (também neste domingo, às 10h, no Dique do Tororó; e no dia 09, às 17h, na Praça Pau Brasil), Recital (dia 09, às 20h), Cabaré Total (dia 11, às 20h), Jardim das Cerejeiras (dias 12 e 13, às 20h), O Oráculo (dia 12, às 17h), Defeito de Família (dia 13, às 17h) e Samba dos R$ 3,00 (dia 19, às 17h).

Os espetáculos que não forem apresentados ao ar livre, gratuitamente, estarão em cartaz no Café Teatro Sitorne (Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho), com ingressos a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia entrada). Funcionários de empresas conveniadas ao projeto Ação-Formação pagam apenas R$ 5,00. Estudantes da Rede Pública podem assistir gratuitamente a todos os espetáculos.

Outras informações sobre o Ação-Formação podem ser conseguidas através do telefone (71) 3347-7089 ou e-mail: [email protected].

Confira a ficha técnica dos espetáculos:

A ELEIÇÃO
Texto: Lourdes Ramalho.
Direção: Marcos Oliveira.
Enredo: A comédia conta a história do processo eleitoral de uma pequena cidade do nordeste brasileiro, com suas promessas e fraudes, para mostrar um bem humorado retrato da corrupção na política brasileira.
Data: Dias 05 e 06 de junho.
Horário: Sábado e Domingo, às 17h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71)3347-7089.
Elenco: Giovana Pinho, Verena Brandão, Laiz Mesquita, Vassil Cavalcante, Mamo Castro, Leonilton Zuanes, Laura Sarpa, Evana Jeyssan e Gabriel Gonçalves.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

ESPERANDO GODOT
Texto: Samuel Beckett
Direção: Roberto Salles
Enredo: Clássico do Teatro do Absurdo escrito por Samuel Beckett, a peça apresenta Estragon e Vladimir, dois amigos que, juntos, esperam um sujeito de nome Godot, que nunca chega. O enredo baseia-se na falta de comunicação entre os personagens e na pausa do silêncio da espera de algo que não se resolve.
Data: Dia 05 de junho.
Horário: 20h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71) 3347-7089
Elenco: Alunos da disciplina Interpretação para Teatro Contemporâneo
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

A CANTORA CARECA
Texto: Eugène Ionesco
Direção: Roberto Salles
Enredo: A obra é considerada um marco importante da corrente estética teatral batizada de Teatro do Absurdo. Com ironia e humor, a peça lança mão da palavra enquanto objeto, para falar sobre as relações humanas. “A Cantora Careca” foi criada a partir de um livro-texto para o ensino da língua inglesa, onde mostrava um casal conversando diálogos absurdos.
Data: Dia 06 de junho.
Horário: 20h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71)3347-7089
Elenco: Alunos da disciplina Interpretação para Teatro Contemporâneo
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

SOLOS DA PALHAÇARIA
Texto: Cenas criadas a partir da interpretação dos atores
Direção: Alexandre Casali
Enredo: Com cenas criadas a partir da interpretação dos atores, o espetáculo apresenta várias cenas cômicas de clowns (palhaços) interagindo com o público.
Data: Dia 06/06, às 10h, no Dique do Tororó, e dia 09/06, às 17h, na Praça Pau Brasil (em frente ao Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71)3347-7089)
Elenco: Alunos da disciplina Palhaçaria II
Ingresso: Espetáculo gratuito

RECITAL
Direção: Felícia de Castro
Enredo: Apresentação musical inspirada no universo nordestino, onde atores e músicos se revezam para apresentar canções e pequenos poemas juninos. Participação especial do sanfoneiro Celo Costa.
Data: Dia 09 de junho.
Horário: 20h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71) 3347-7089.
Elenco: Alunos da disciplina Preparação Vocal.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

CABARÉ  TOTAL
Texto: Cenas criadas a partir da interpretação dos atores
Direção: Vários
Enredo: O “Cabaré Total” é um show de variedades apresentado por um mestre de cerimônia que foi criado para dar espaço a artistas de diversas vertentes interessados em mostrar números de palhaço, malabares, música, boneco e dança cômica, entre muitos outros. Em cena, diversos palhaços interagem entre eles (e com o público) a partir de um repertório de “palhaçaria” para adultos, com temáticas irônicas, picantes e, acima de tudo, divertidas.
Data: Dia 11 de junho
Horário: 20h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71)3347-7089.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

JARDIM DAS CEREJEIRAS
Texto: Anton Tchecov
Direção: Roberto Salles
Enredo: trama de “O Jardim das Cerejeiras” é centrada em uma família de aristocratas vivendo na Rússia do início do século vinte. É ali que eles vivem há várias gerações na mansão construída pelos antepassados. A família está praticamente falida e na eminência de perder sua imensa propriedade, um extraordinário cerejal conhecido em toda a região como “Jardim das Cerejeiras”, que irá a leilão.
Data: Dias 12 e 13 de junho.
Horário: 20h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71)3347-7089.
Elenco: Alunos da disciplina Interpretação para o Teatro Realista.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

O ORÁCULO
Texto: Arthur Azevedo
Direção: Marcos Oliveira
Enredo: Comédia de costume do final d séc. XIX, narra a história de uma família que contrata um vidente charlatão para prever o futuro da filha e, assim, garantir o seu casamento.
Data: Dia 12 de junho.
Horário: 17h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71)3347-7089.
Elenco: Alunos da disciplina Iniciação a Interpretação.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

DEFEITO DE FAMÍLIA
Texto: França Júnior
Direção: Marcos Oliveira
Enredo: Comédia de costume do final d séc. XIX, mostra as confusões causadas pelas fofocas surgidas a partir da visita de um homem misterioso a casa de uma jovem prestes a se casar.
Data: Dia 13 de junho.
Horário: 17h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71)3347-7089.
Elenco: Alunos da disciplina Iniciação a Interpretação.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

SAMBA DOS R$ 3,00
Texto: Adaptação feita pelo diretor Marcos Oliveira para “Ópera dos Três Vinténs”, comédia musical de Bertolt Brecht e Kurt Weill.
Direção: Marcos Oliveira
Enredo: Baseado na “Ópera dos Três Vinténs”, comédia musical de Bertolt Brecht e Kurt Weill, a peça traz para a Bahia contemporânea a história do elegante anti-herói Mac Navalha – cercado de mendigos, ladrões, prostitutas e vigaristas –, um bandido da que se casa com Polly sem que seu pai, Peachum, tenha conhecimento.
Data: Dia 19 de junho
Horário: 17h.
Local: Café Teatro Sitorne – Rua Deputado Cunha Bueno, 55, Rio Vermelho – Tel. (71) 3347-7089
Elenco: Alunos da disciplina Teatro Épico.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00(meia)

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Jornalistas e blogueiros criam “looks” para os namorados

O encontro de jornalistas e blogueiros de moda com as araras da Limits, marca masculina, na loja do Shopping Iguatemi, na noite desta terça, 25, rendeu algumas dicas muito interessantes para os meninos que adoram um despojamento, mas com estilo; e para as meninas, lógico, que querem um namorado “desarrumado, mas chique” do seu lado. Vejam as fotos da produção dos colegas, enviadas ao Conversa pela assessoria da grife, e se inspirem na hora de criar seus looks preferidos.

O modelo nas fotos é o Yuri Van Roger, da Mega Models.

O trio Anne Pinto, Juliana Santana e Carla Costa, do site Carretel da Moda, mostrou que o look “Fim de tarde” vai deixar feliz qualquer namorado de estilo despojado

Leo Amaral, do blog Coll in the heat, criou o look “Casual chic night” para quem vai sair para jantar e esticar na balada
Roberto Pires, da revista Yacht e do blog Perfume & Moda, apostou no look “Resort feliz”, ideal para passeio no final da tarde
Estevão Terceiro, da Tribuna da Bahia e do site Mundo Vip, batizou de “Balada urbana” a sua combinação de roupas bem casuais
Dani Freitas, do Formando Divas, transformou o modelo Yuri em um “Rugby Boy”, com roupas ideais para um happy hour at the beach
Savana Caldas, do site Moda Digital, criou o look “Jam no MAM”, perfeito para um programinha no fim de tarde
Paula Dutra, do Mulherzinhas, entrou no clima dos namorados com o look “Primeiro encontro”, que ela sugere para ir ao cinema ou usar num almoço a dois
O look “Atleta”, criado por Gabriela Cruz, do Correio da Bahia, apostou em roupas bem confortáveis para malhar na praia
Anderson Oliveira, da Revista Pocket, brincou com o look “Carioca total – Tô pegando”, para ser usado em caminhadas na praia em tardes de inverno

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Evento sobre imagem pessoal na Dona Brígida

A multimarcas Dona Brígida promove o encontro Espelho da Imagem, sobre a importância de cultivar uma boa apresentação pessoal, na sua loja, no shopping Paseo Itaigara, em Salvador, nesta quinta-feira, às 19h. Na ocasião, a consultora Priscila Seijo, do salão Maison da Beleza, irá ministrar a palestra “A importância da imagem pessoal”, que abordará situações como etiqueta no ambiente de trabalho e na vida privada, comportamento, higiene e postura. Claro que, tudo isso aliado ao estado de espírito. Não adianta ficar bonita por fora, se por dentro houver “desarrumação”.

Quem quiser garantir presença precisa correr. O evento é gratuito e os participantes serão contemplados com um tratamento de podologia na Maison da Beleza. As vagas são limitadas e por isso, as inscrições ocorrem apenas até esta quarta-feira.

Serviço:

O que é? 1º Encontro DONABRÍGIDA – Espelho da Imagem
Quando é? Quinta-feira, dia 27 de maio, às 19 horas
Onde é? DONABRÍGIDA – Shopping Paseo Itaigara, loja 114
Inscrições gratuitas até quarta, dia 26
Informações: (71) 3353-2398 / 3270-3871

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Encontro de blogs e jornalistas de moda na Limits

Nesta terça-feira, a partir das 18h30, blogueiros e jornalistas das mídias impressa e on line, especializados em moda, tem encontro marcado na loja da grife masculina Limits, no shopping Iguatemi. A marca irá apresentar sugestões da sua coleção Outono-Inverno 2010 para o Dia dos Namorados, com pocket-desfiles onde os modelos irão representar diversos estilos de vestir dos apaixonados.

Os looks dos desfiles serão produzidos por jornalistas e blogueiros de Salvador, muitos deles “amigos amados” do Conversa de Menina, como Gabriela Cruz (jornal Correio da Bahia); Paula Magalhães (TV Bahia), Estevão Terceiro (jornal Tribuna da Bahia); Lisani Azevedo (do site Ibahia); Roberto Pires (da Revista Yacht); Marcia Luz (do blog Simplesmente Elegante); Daniela Freitas (do blog Formando Divas); Marco Gramacho (da Revista Go´Where); Anderson Oliveira (da Revista Pocket)  e Leo Amaral (do blog Coll in the heat).

Dicas da Limits: A marca trabalha com o conceito de namorados despojados, antenados com a vida urbana e sempre conectados com a natureza. Dentro do estilo, apresenta uma linha completa de roupas e acessórios. O inverno se apresenta com tecidos leves e confortáveis, adaptados ao clima de Salvador e Rio de Janeiro.

Destaque para as pólos listradas de mangas longas e a linha Rugby com as cores de bandeiras de países que participam da Copa do Mundo. Já as jaquetas surgem mais curtas na cintura, enquanto as bermudas investem no clássico xadrez e em desenhos geométricos. Há ainda as camisas que sobrepõem com t-shirts e casacos listrados; além dos blazers desestruturados. Enquanto os jeans ganham novas cores, modelos e texturas, com as calças em lavagem desgastada, com rasgos e manchas.

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Escritoras baianas na Bienal do Livro em Minas

As escritoras baianas Miriam de Sales e Ivone Alves Sol participam da Bienal do Livro de Minas 2010, nestes sábado e domingo. As duas integram a programação da Arena Jovem.  Neste  sábado, Miriam de Sales fará  a leitura de seus contos e falará sobre seu processo criativo e inspirações.  Aos 67 anos, Miriam é uma ativista em defesa do livro e da literatura baiana. É autora dos livros Contos e Causos, Maktub e Bahia de Outrora, além de centenas de crônicas publicadas na internet, em três blogs que mantém com atualizações diárias.  Internauta ávida, a escritora possui ainda perfil no Orkut, Facebook e Twitter, onde dialoga com leitores de vários países.

Confira os links para os blogs de Miriam:

www.contosecausos24x7.blogspot.com

www.mirokcaconversafiada.blogspot.com

www.wwwfiatluxblogspotcom.blogspot.com

Já Ivone Alves Sol declamará poesias de sua autoria, além de debater sobre a linguagem poética, no domingo. A autora apresentará ainda a coletânea Alma BRASILEIRA – Especial Dia das Mães, que reúne oito poesias próprias, além de versos de poetas baianos. O projeto é coordenado por Sandra Stabile. Ivone Alves Sol já integrou outras duas coletâneas literárias e é assesssora do PABRAA (Projeto Alma Brasileira). SOLvendo Sentidos é o título do primeiro livro individual da poeta, com previsão de lançamento em agosto deste ano.

Para ler alguns dos mais de 800 textos de Ivone Alves Sol, clique aqui.

Parceria – A participação baiana no evento literário mineiro é fruto de uma parceria entre a Câmara Bahiana do Livro (CBaL) e o Governo do Estado, através das secretarias de Cultura (Secult) e da Indústria, Comércio e Mineração (SICM). O stand próprio da Bahia possui mais de três mil livros, entre cordéis, poesia, quadrinhos, contos, romances, livros de arte, patrimônio, religião, entre outros temas. São obras de autores consagrados e de nomes contemporâneos. Além de Miriam de Sales, Ivone Alves Sol e Ruy Espinheira, a literatura da Bahia está representada na Bienal pelos escritores Clara Maciel, Hugo Homem e Nilson Schommer.

*Com informações da Assessoria da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

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