Para lembrar Castro Alves

Hoje é aniversário de Castro Alves, poeta abolicionista baiano que nasceu em 14 de março de 1847. Para lembrar a data, publico O Laço de Fita, um dos seus poemas que considero libelo à beleza feminina.

O laço de fita

Não sabes, criança? ‘Stou louco de amores…
Prendi meus afetos, formosa Pepita.
Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?!
Não rias, prendi-me
Num laço de fita.

Na selva sombria de tuas madeixas,
Nos negros cabelos da moça bonita,
Fingindo a serpente qu’enlaça a folhagem,
Formoso enroscava-se
O laço de fita.

Meu ser, que voava nas luzes da festa,
Qual pássaro bravo, que os ares agita,
Eu vi de repente cativo, submisso
Rolar prisioneiro
Num laço de fita.

E agora enleada na tênue cadeia
Debalde minh’alma se embate, se irrita…
O braço, que rompe cadeias de ferro,
Não quebra teus elos,
Ó laço de fita!

Meu Deusl As falenas têm asas de opala,
Os astros se libram na plaga infinita.
Os anjos repousam nas penas brilhantes…
Mas tu… tens por asas
Um laço de fita.

Há pouco voavas na célere valsa,
Na valsa que anseia, que estua e palpita.
Por que é que tremeste? Não eram meus lábios…
Beijava-te apenas…
Teu laço de fita.

Mas ai! findo o baile, despindo os adornos
N’alcova onde a vela ciosa… crepita,
Talvez da cadeia libertes as tranças
Mas eu… fico preso
No laço de fita.

Pois bem! Quando um dia na sombra do vale
Abrirem-me a cova… formosa Pepital
Ao menos arranca meus louros da fronte,
E dá-me por c’roa…
Teu laço de fita.

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Traça de biblioteca: livros ensinam as crianças…

… A MULTIPLICAR
Paisagem de pássaros
Callis Editora
Autora: Eun Sun Han
Ilustração: Há Jin Jung
40 páginas
Preço sugerido: R$ 27,90

Livro alia diversão e aprendizado ao contar a história de um carpinteiro que constrói casas de pássaros para pendurá-las nas florestas e servir de moradia às aves. Por meio do conto, o autor ensina a operação matemática. Publicação integra a coleção “Tan Tan”, cujo objetivo é justamente ensinar noções de matemática aos pequenos.

… SOBRE O CORPO HUMANO
O incrível livro do corpo humano segundo o Dr. Frankenstein
Publifolha
Autor: Dorling Kindersley
Ilustrador:
96 páginas
Preço sugerido: R$ 55,00

Os leitores farão uma viagem surpreendente, em que mistérios e curiosidades sobre o funcionamento do nosso corpo serão revelados. O livro, ilustrado e cheio de detalhes, é narrado pelo Dr. Frankenstein, que quer construir um ser humano em seu laboratório e faz do leitor o seu assitente. Também tem um glossário cheio de termos da anatomia.

… A LIDAR COM O DINHEIRO
O dinheiro
Callis Editora
Autora: Cristina Von
Ilustração: Ana Luiza de Paula
32 páginas
Preço sugerido: R$ 19,00

Publicação explica o que é o dinheiro e como surgiu, trazendo vários desenhos de cédulas, moedas, cheques e cartões de créditos, para a criançada recortar e brincar. Obra também introduz na vivência infantil, por meio da brincadeira e da diversão, uma série de conceitos financeiros, como “orçamento”, “salário” e “imposto”.

… A ENFRENTAR O MEDO
Diogo e o monstro
Callis Editora
Autora: Cristina Von
Ilustração: Eliza Freire
24 páginas
Preço sugerido: R$ 19,90

Ao acompanhar as notícias das tragédias que estampam os jornais diariamente, e os crimes que são divulgados pela televisão, o menino Diogo começa a ficar assustado. Apesar das grades nas janelas e das portas sempre fechadas, o pavor do menino não diminui, até que ele aprende a lidar com a situação de uma forma diferente.

… A CUIDAR DO MEIO AMBIENTE
Cuide do Planeta!
Autor: Dorling Kindersley
Publifolha
32 páginas
Preço sugerido: R$ 29,90

Obra busca despertar a consciência ambiental dos pequenos, por meio de dicas e sugestões sobre como preservar o meio ambiente. O livro fala de reciclagem de lixo, dos cuidados com o jardim, da necessidade de fechar a torneira enquanto escovam os dentes, de apagar a luz para economizar energia, da reutilização de brinquedos e do respeito com os animais.

… SOBRE MÚSICA
Música
Callis Editora
Autor: Caroline Grimshaw
32 páginas
Preço sugerido: R$ 18,90

O universo dos sons é o tema desta obra, que reúne diversas curiosidades sobre os instrumentos musicais e sobre as canções. Em formato de perguntas e respostas, a autora traz um monte de informações novas às crianças, a exemplo de qual é o instrumento mais antigo, ou o que é uma orquestra e ainda como são escritas as canções. De forma lúdica e divertida, a criança se familiariza com o tema.

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Mulheres e Compras: Por que as mulheres, brasileiras ou francesas, leem mais que os homens?

O penúltimo artigo da série Mulheres e Compras, nesta sexta-feira, é de autoria de Lourdes Magalhães, presidente da Primavera Editorial. No texto, a autora traz dados recentes sobre o consumo de cultura praticado por homens e mulheres, no Brasil e no exterior. Escolhi este artigo para fechar a sequência iniciada na última terça-feira, porque dia desses, batendo papinho no intervalo do trabalho com Alane, ela disse uma coisa que rende reflexão: “somos intelectuais, mulheres, temos de manter a beleza por dentro, das ideias, mas também precisamos nos cuidar por fora”. Ou seja, beleza é consumo, cultura é consumo e o equilíbrio entre corpo, mente e espírito continua sendo a máxima que rege a vida de todas nós, independente de quanto tenhamos disponíveis para gastar.  Como sempre, foi um imenso prazer dividir tanto material rico com vocês, queridas (os) leitoras (res). Aos assessores e articulistas que nos permitem divulgar suas ideias no blog, nossos agradecimentos eternos. E não esqueçam que neste sábado temos o último capítulo da série Especial Semana da Mulher!

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Por que as mulheres, brasileiras ou francesas, leem mais que os homens?

*Lourdes Magalhães

“Mulher, você vai gostar, tô levando uns amigos pra conversar…” No centenário do Dia Internacional da Mulher, provavelmente a personagem de Chico Buarque, na divertida “Feijoada completa”, nem estaria em casa para recepcionar a trupe de amigos do marido. Ela estaria ocupada, desenvolvendo mil projetos no trabalho ou consumindo cultura. Brincadeiras à parte, dados estatísticos mostram os avanços e a inclusão feminina nos ambientes culturais e corporativos. As mulheres leem mais no Brasil, como demonstra a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro. Os dados revelam que 55% dos leitores brasileiros são mulheres – elas consomem, em média, 5,3 livros por ano contra os 4,7 livros anuais lidos pelos homens. Um outro estudo, conduzido pelo Instituto QualiBest, revelou que as mulheres internautas também leem mais: 55% leem pelo menos um livro por mês contra 42% dos homens. Nessa pesquisa, 65% afirmaram que leem por prazer, sendo ficção e romance os gêneros preferidos.

Mas, como não posso pecar pelo ufanismo, adianto que esse não é um fenômeno brasileiro. Pesquisas internacionais comprovam que as mulheres consomem mais cultura, ou seja, leem mais literatura de qualidade; assistem mais peças teatrais e filmes; visitam museus e exposições; e são maioria nas plateias de espetáculos de dança. Como se não bastasse, elas ocupam a maioria das cadeiras nos cursos de humanidades. Na Europa e Estados Unidos, por exemplo, superam os homens na leitura de ficção.

Em viagem recente a Paris para participar de encontros com autores, tive acesso – pela leitura de jornais e conversas informais com escritores franceses – a relatórios do governo francês que analisam dados de pesquisas realizadas entre 1973 e 2003 sobre a relação feminina com a cultura. Em 1973, por exemplo, 72% dos homens franceses leram um livro em 12 meses; em 2003 esse índice caiu para 63%. Entre as mulheres, o índice subiu de 68% (1973) para 74% (2003). Essa constância no crescimento do consumo cultural feminino ultrapassou o status de tendência para consolidar a permanência.

Um dado interessante que consta nesse compêndio de pesquisas sob o título “A fábrica sexual do gosto cultural” é que a participação feminina no consumo de cultura é mais significativo na faixa dos 40 anos – idade, na Europa, de jovens mães – que dão ênfase à educação cultural das meninas. Não à toa, uma pesquisa com três mil famílias mostrou que meninas entre seis anos e 14 anos leem mais que os meninos da mesma idade; sendo que 38% têm no cotidiano atividades culturais e artísticas como cursos de balé, teatro e pintura, contra 20% dos garotos.

No Brasil, a queda no analfabetismo indica que temos um longo caminho pela frente, mas que avançamos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que entre 1991 e 2001 a taxa de analfabetismo caiu de 20,1% para 13,6% da população. No tocante à escolaridade assistimos à ascensão feminina contínua, um processo de inclusão educacional muito relevante porque tem reflexos na participação feminina nos melhores postos de trabalho do País. Em 2007, entre os brasileiros com mais de 12 anos de estudo – inseridos, portanto, no nível superior de ensino – 57% são mulheres. A projeção do IBGE é que a cada 100 pessoas com 12 anos ou mais de estudo, 56,7% são mulheres e 43,3% homens. Em 2009, de acordo com a empresa internacional Great Place to Work, 43% dos postos de trabalho das 100 “Melhores Empresas para Trabalhar – Brasil” são ocupados por mulheres; elas estão em 36% dos postos de liderança, inclusive na presidência de empresas.

Voltando ao título que motiva este artigo – “Por que as mulheres, brasileiras ou francesas, leem mais que os homens? – antes que alguém evoque a maior sensibilidade feminina para as artes, o hipotético “tempo de sobra” ou argumentos similares, recorro novamente ao estudo francês. Quando questionados no estudo sobre o que estão fazendo nos momentos de lazer, homens e os meninos revelam: dedicam mais tempo à televisão – especialmente programas de esportes –, acessam a internet e convidam os amigos para jogar videogame.

*Lourdes Magalhães é presidente da Primavera Editorial. Executiva graduada em matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com mestrado em Administração (MBA) pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Wharton School (Universidade da Pennsylvania, EUA)

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Mulheres e Compras:”Mulheres ou homens: quem gasta mais?”

A série Mulheres e Compras traz nesta quinta-feira uma reportagem sobre recente lançamento da Primavera Editorial. Trata-se do livro Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice, escrito por dois jornalistas, Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca. No livro, os autores analisam o perfil de consumo de homens e mulheres e tentam acabar com alguns mitos, como o que diz que nós somos as gastadeiras, enquanto os meninos seguram a carteira.

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*Mulheres ou homens: quem gasta mais?

Embora seja óbvia a diferença entre os gastos de homens e mulheres existe um mito, que adquiriu status de verdade absoluta em todo o mundo, sobre os “exorbitantes” gastos femininos. Ao contrário do que prega o senso comum, as mulheres na verdade gastam menos do que os homens, de acordo com Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, autores do livro “Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice”, da Primavera Editorial. Os jornalistas – que fizeram uma série de entrevistas durante a elaboração do livro – afirmam que as mulheres têm fama de gastar mais porque investem para acompanhar as tendências da moda. Em contrapartida, os gastos masculinos são caracterizados por bens mais caros.

Segundo Marília Cardoso, os homens gastam mais com tecnologia e carros, portanto, produtos mais caros; as mulheres com moda e cosméticos. “As mulheres compram com mais frequência, mas gastam menos do que os homens. O que ocorre é que as cobranças sociais são diferentes. Enquanto os homens estão preocupados em impressionar as mulheres com carros luxuosos, tecnologia de ponta e relógios caros, as mulheres desejam estar sempre lindas e elegantes. Ou seja, haja salão de beleza e banho de loja!”, detalha a jornalista. De acordo com Marília, o que torna homens e mulheres iguais na gestão do dinheiro é que ambos são suscetíveis, na mesma medida, a cair em tentações consumistas. “O que muda são os produtos, mas os dois têm a mesma propensão a assumir dívidas por conta de produtos supérfluos”, afirma.

O perfil de gastos se iguala na juventude – Luciano Gissi Fonseca destaca os gastos entre homens e mulheres – e a propensão para o endividamento – se igualam entre os jovens, sobretudo pela “necessidade” de se inserir em determinado grupo. “Não importa a tribo, sempre há um padrão de vestuário e consumo para cada uma delas. A maioria dos jovens viu os pais financiarem o carro da família em intermináveis prestações, ou fazerem despreocupadamente as compras no supermercado com o cartão de crédito. Essa desenvoltura em utilizar a fartura de crédito influencia muito a atitude de ambos os sexos”, afirma Fonseca. O jornalista cita, inclusive, pesquisa realizada pelo Instituto Akatu em parceria com a Unesco com jovens de 24 países dos cinco continentes, cuja conclusão aponta os brasileiros como os mais consumistas do mundo, ficando à frente dos franceses, japoneses e norte-americanos. “Dos brasileiros entrevistados, 37% apontaram as compras como um assunto de muito interesse no dia a dia, sendo que para 78% a qualidade é o principal critério de compra, antes mesmo da análise do preço. Todos, homens e mulheres, se sentem obrigados a andar na moda e a ter tudo o que a tecnologia oferece de mais moderno”, salienta o jornalista.

No livro, Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca mostram que o dinheiro é uma das poucas coisas que faz parte da vida de todos os seres humanos, independente da classe social, sexo, cor e religião. A presença do dinheiro é tão comum que poucos param para pensar o tipo de relação que têm com ele. “No livro, fizemos questão de destacar depoimentos de sucesso e de fracasso no trato com o dinheiro, justamente para despertar o interesse e a reflexão sobre o papel do dinheiro na vida de cada um, independente de sermos homens ou mulheres”, salienta Marília.

Conheça os autores:

Marília Cardoso – Jornalista pós-graduada em comunicação empresarial pela Universidade Metodista de São Paulo, iniciou sua carreira em 2004, auxiliando no atendimento de assessoria de imprensa  a diversos clientes. Na redação, atuou como produtora e repórter de programas de rádio e televisão nas emissoras Rede Mulher, Rede Gazeta e Rádio Trianon nos segmentos de saúde, beleza e comportamento. Em comunicação empresarial, desenvolveu estratégias de marketing, comunicação interna e conteúdo editorial para várias empresas. Recentemente fundou a InformaMídia Comunicação. É  colaboradora da Revista Comunicação Empresarial, publicação editada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), e participa de Congressos de Comunicação com a publicação de artigos científicos da área.

Luciano Gissi Fonseca – Jornalista e radialista, iniciou sua carreira em 1994, na agência Asa de Comunicação, em Belo Horizonte (MG), onde atuou na área de marketing. Na sequência, integrou a equipe da TV Aratu de Salvador. Como jornalista das editorias de comportamento e esportes, publicou matérias em vários veículos como portal Zip.net e o jornal japonês International Press. Como assessor de comunicação, desenvolveu projetos para diversos clientes. Atualmente é diretor de criação e de imprensa da Take 4 – Comunicação Estratégica e gerencia ações de mídias sociais e jornalismo corporativo para diversas empresas do Brasil e do exterior.

Livro integra o selo EDU, da Primavera Editorial

A editora – A Primavera Editorial, uma “butique de livros”, estimula no cidadão brasileiro o hábito da leitura com conteúdos prazerosos, inteligentes e instrutivos. Investir em novos autores nacionais e estrangeiros – especialmente os estreantes e com obras que não foram publicadas no Brasil – tem sido uma das linhas editoriais adotadas. Com diferentes linhas editoriais como romances históricos e sociais, ficção brasileira e estrangeira e policiais, entre outras, as obras da Primavera Editorial são associadas à inovação e ao pioneirismo dos conteúdos, além da qualidade da produção gráfica. No portfólio da editora estão títulos de sucesso como La llorona (Marcela Serrano, Chile), 31 profissão solteira (Claudia Aldana, Chile), Solstício de verão (Edna Bugni, Brasil), A décima sinfonia (Joseph Gelinek, Espanha), As duas faces da abóbora (Caco Porto, Brasil), Há muito o que contar…aqui (Alison Louise Kennedy, Escócia), Mohamed, o latoeiro (Gilberto Abrão, Brasil), O véu (Luis Eduardo Matta, Brasil) e A neta da maharani (Maha Akhtar, Estados Unidos). Pelo selo BIZ – criado para a publicação de livros que fomentam uma cultura corporativa positiva –, a Primavera Editorial lançou o Manual de gentilezas do executivo (Steve Harrison, Estados Unidos) e As 3 leis do desempenho – reescrevendo o futuro de seu negócio e de sua vida (Steve Zaffron e Dave Logan, Estados Unidos).

Com o selo EDU, uma alusão à palavra inglesa education, associada à educação continuada, a Primavera Editorial criou uma divisão que representa o investimento da editora no segmento de não-ficção. O anel que tu me deste – O casamento no divã (Lidia Rosenberg Aratangy, Brasil); Livro dos avós – Na casa dos avós é sempre domingo? (Lidia Rosenberg Aratangy e Leonardo Posternak, Brasil); Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice (Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, Brasil) e Onde o esporte se reinventa: histórias e bastidores dos 40 anos da Placar (Bruno Chiarioni e Márcio Kroehn, Brasil) são os primeiros lançamentos do selo.

*Material elaborado e encaminhado ao blog pela jornalista Betania Lins, da assessoria da Primavera Editorial.

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Traça de Biblioteca: Acervo raro no Mosteiro de São Bento

A série Traça de Biblioteca desta semana não vai indicar lançamentos recentes do mercado editorial brasileiro, mas obras raríssimas, que o Mosteiro de São Bento da Bahia, através de uma parceria com a Secretaria Estadual de Cultura, disponibiliza em arquivos digitalizados em um site na internet. São obras históricas, que não são possíveis de ser manuseadas, devido a sua fragilidade (manuscritos e publicações com mais de dois séculos), mas cujo conteúdo tão rico e importante precisa ser compartilhado. Quem já teve a oportunidade de visitar a biblioteca do mosteiro tem a impressão de entrar no cenário de O Nome da Rosa, é simplesmente genial! O jornalista e querido amigo Dirceu Factum enviou o texto abaixo, com as informações e os detalhes da criação do site Livros Raros, vale a pena conferir:

O  site “Livros Raros” (www.saobento.org/livrosraros) “no ar” desde o dia 04.02, contém 20 obras que fazem parte do precioso acervo da Biblioteca do Centro de Documentação e Pesquisa do Livro Raro do Mosteiro. Datadas dos séculos 16 a 19, todas foram restauradas, digitalizadas e disponibilizadas na íntegra e de forma gratuita na internet, numa iniciativa inédita no estado.

Basílica de São Bento

A construção do site foi o desdobramento de um projeto elaborado pelo Mosteiro de São Bento da Bahia que englobou não só o restauro de obras, como a melhoria das condições de conservação dos 300 mil volumes da biblioteca e do Centro de Documentação e Pesquisa do Livro Raro do Mosteiro, agora corretamente acondicionados em 172 novas estantes. A iniciativa foi uma das 120 aprovadas dentre 420 apresentadas ao Fundo de Cultura do estado da Bahia, em 2007. Os recursos, no total de R$294.984,00, viabilizaram a restauração completa e também a digitalização e implementação de programas de acesso às obras do acervo. Agora, com o novo site, todos terão acesso a um conteúdo especial e de interesse mundial.

Entre as 20 raridades que foram restauradas estão seis volumes dos “Sermões” do Padre Antônio Vieira publicados no final do século 17 e início do século 18. São edições princeps, ou seja, primeiras edições revisadas pelo próprio autor, neste caso a principal referência na língua portuguesa no Brasil. Outras obras únicas são “Seleção de Questões Disputadas sobre a Metafísica e os Ensinamentos de Aristóteles” (1685) e “Theatro Crítico de Freijó” (1876), dedicado ao “sereníssimo señor Infante de España Dom Carlos de Bourbon e Farnefio”, e a “Colleção dos Breves Pontifícios”, e Leys Regias, expedidos e publicados desde 1714.

Para o Secretário de Cultura do Estado da Bahia, Márcio Meirelles, “toda a preservação de acervo é válida, mas ela ganha mais importância na medida em que tem uma utilidade pública. Quando o Mosteiro se propôs a disponibilizar este acervo raro, de uma forma tão ampla, temos que apoiar. Só o restauro de obras como “Os Sermões”, de Padre Vieira, já é uma grande iniciativa”. O Secretário reforçou ainda a importância do apoio do Governo do Estado ao projeto. “O mosteiro de São Bento é um exemplo de Patrimônio Histórico pela maneira com a qual conserva seu acervo. A visão de sustentabilidade, a dinâmica interna da instituição e a percepção da abrangência de propostas como esta que agora se concretiza são a segurança da total validade de parceria por parte do Governo do Estado”.

Segundo a filóloga e professora Alicia Duhá Lose, coordenadora geral do projeto, a principal meta do projeto era a restauração de um acervo de valor ímpar, mas que esta ação gerou outros bons resultados. “Além de termos em mãos preciosidades da literatura mundial de todos os tempos, e de podermos colocar, neste primeiro momento, 20 obras raras a disposição de interessados, em qualquer parte do mundo, via internet, conseguimos capacitar uma competente equipe de restauração composta por profissionais baianos”, comemorou. O trabalho envolveu cerca de 20 pessoas, entre técnicos do laboratório do Mosteiro de São Bento, implantado há 12 anos, pesquisadores do Mosteiro, da Faculdade São Bento e da Universidade Federal da Bahia. Como não haviam profissionais especializados em restauração de livros raros no Estado foi preciso tornar o grupo apto com um treinamento de três meses, monitorado por professores da Fundação Casa de Rui Barbosa, do Rio de Janeiro.

Detalhe da basílica, sensação de entrar em um filme medieval indescritível

Além de dificuldades iniciais com a mão de obra, os responsáveis pelo restauro tiveram que contornar outras limitações, como a escassez e os preços altos de parte do material necessário para a tarefa. O papel japonês utilizado para preencher os espaços danificados, por exemplo, teve que ser adquirido em São Paulo e com um orçamento alto (apenas uma folha chega a custar R$ 23). Para Alicia, todo o processo foi muito trabalhoso e exigiu total atenção dos envolvidos, mas o nível de importância dos livros era tão alto quanto os riscos de perdê-los com o passar do tempo. “As obras estavam em péssimas condições. Felizmente, o resultado foi o melhor possível. Hoje, temos a certeza de estar colaborando para a existência de um rico acervo de pesquisa que conta com publicações como a “Coleção de Breves Pontifícios”, uma compilação de textos sobre os jesuítas”, relatou a filóloga.

A beleza dos materiais também pode ser apreciada na íntegra através do processo de digitalização. Ninguém, certamente, ficará impassível diante de um manuscrito ornado, repleto de iluminuras (tipo de pintura decorativa, frequentemente aplicado às letras capitulares no início dos capítulos de pergaminho medievais. O termo se aplica também ao conjunto de elementos decorativos e representações imagéticas executadas nos manuscritos, produzidos principalmente nos conventos e abadias da Idade Média) e filigranas (trabalho ornamental feito de fios muito finos e pequeninas bolas de metal, soldadas de forma a compor um desenho.

“Como fruto desse passado, a nossa Biblioteca de Livros Raros hoje possui cerca de 30 mil volumes, sendo o segundo maior acervo do país (o primeiro é o da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro) e os 20 livros que estão apresentados neste site fazem parte desse contexto. Um contexto histórico representado por momentos marcantes tanto para o Mosteiro como para história luso-brasileira; e de uma preocupação em preservar nosso patrimônio e compartilhar com a sociedade esse conhecimento”, comentou Dom Gregório Paixão.

A opinião daqueles que convivem diretamente com o acervo entrou nos critérios dos documentos pesquisados inicialmente – “O Dietário”, os livros “Velho”, I e II da Coleção dos Livros do Tombo e a “Regra das Monjas” – foram sugeridos pelos próprios monges, devido ao seu interesse para a história geral da Bahia e do Brasil e a relevância para a manutenção da história deste Mosteiro e da própria Ordem. Somaram – se a estes, as edições princeps dos “Sermões” de Antônio Vieira, a “História Geral da Capitania da Bahia”, de José Natônio Caldas, 1759, e a “Collecção de Breves Pontifícios”, de 1756.

A preocupação em aumentar e, principalmente, preservar o acervo bibliográfico da Arquiabadia sempre foi algo de grande importância para os monges. Prova disto é a declaração de Dom Abade Majolo de Caigny, em meados de 1913: “aumentei nossa biblioteca, depois de tê-la melhorado, comprado todos os anos bom número de livros modernos; limpei e conservei os vetustos e quase carcomidos”. Mais de 90 anos depois, ainda com o empenho de salvaguardar esse precioso patrimônio bibliográfico, já com a presença de Dom Arquiabade Emanuel D’Able do Amaral, foi inaugurada uma nova área para guarda dos livros e um moderno Laboratório de Conservação e Restauração de Papel, iniciativa que contribui para ampliar o valor para a sociedade da Biblioteca do Mosteiro de São Bento, espaço de pesquisa e leitura tombado pelo Iphan, criada em 1582, quando os beneditinos chegaram em Salvador e fundaram o primeiro mosteiro da ordem no Novo Mundo.

Confira as obras disponibilizadas na Internet através do link:

www.saobento.org/livrosraros

STATUTI della Venerabile Archiconfraternita della Pieta de Carcerati [*] Novamente riformati. Oruieto: Rinaldo Ruuli, 1626. 168p.

BIBLIA Sacra Arabica [*] ad usum Ecclesiarum Orientatium. Additis è regione Bibliis Latinis* Roma: Sacra Congragationem de Propaganda Fide, 1671. T. 1. 472p.

FABRICIUS, Johann Albert. Bibliothecæ Græcæ. Liber III. De Scriptoribus qui claruerunt à Platone usque da Tempora nati CHRISTI Sospitoris nostri* Hamburgi: sumptu Christiani Liebezeit, 1707. [2], [12], 824p.

PORTUGAL. Collecçaõ dos Breves Pontificios, e Leys Regias, que foraõ expedidos, e publicadas desde o anno 1741., sobre a liberdade das pessoas, bens, e commercio dos indios do Brasil* [Lisboa]: Impressa na Secretaria de Estado, [1759]. [458] p.

D. LAURENTII IUSTINIANI Proto patriachae Venetii opare et vita religiosissima cum duplici indice Castigatius reposita. [Paris]: Jodoco Badio Ascencio, 1524. [7], 530f.

SARMENTO, Francisco de Jesus Maria. Flos Sanctorum ou santuario doutrinal* Lisboa: na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, 1727. 891p. v. 2

MASSARANI, Francesco. Francisci Massarii Veneti in novum Plinii de naturali historia librum castigationes & annotationes. Basileae: In Officina Frobeniana per Hienorymum Froben & Nicolaum Episcopium, 1537. [16], 367, [16] p.

INGUIMBERT, Malachia. Vita di monsignor Don Bartolomeo de Martiri* In Roma: Per Girolamo Mainardi, 1727. XXXVI, 319p. Dividido em dois livros.

VIERA, António, Padre. Sermoens, e varios discursos [* ]. Obra posthuma, dedicada a Purissima Conceyçam da Virgem Maria Nossa Senhora. Lisboa: Por Valentim da Costa Deslandes, 1710. T. XIV

VIEIRA, Antonio. Sermões.

VIEIRA, Antonio. Sermoens [*]. Undecima Parte, offerecida à Seressima Rainha da Grã Bretanha. Lisboa: Na Officina de Miguel Deslandes, 1696.

VIEIRA, António. Sermoens [*] Setima Parte, dedicada no Panegyrico da Rainha Santa ao serenissimo nome da Princeza N. S. D. Isabel. Em Lisboa: Na Officina de Miguel Deslandes, 1692.

VIEIRA, Antonio. Palavra de Deos empenhada, e desempenhada. No Sermam das Exequias da Rainha N. S. Dona Maria Francisca Isabel de Saboya; desempenhada no Sermam de Acçam de Graças pelo nascimento do principe D. João Primogenito de SS. Magestade [*]. Lisboa: Na Officina de Miguel Deslandes, 1690.

VIEIRA, António. Sermoens [*] Segunda Parte, dedicada no Panegyrico da Rainha Santa ao serenissimo nome da Princeza N. S. D. Isabel. Em Lisboa: Na Officina de Miguel Deslandes, 1682

LACROIX, Paul. Vie militaire et religieuse au moyen age et a l’époque de la renaissance. Paris: Librairie de Firmin-Didot, 1876. v, 577, 1p

FLAVIACENSIS, Radulphi. Mysticum illum Moyse Leviticum libri XX* Colonie: [E. Cervicomus] Petri Quentell, 1536. [22], 314p.

AGUIRRE, Iosepho Saenz de. In Metaphysicam et prædicamenta Aristotelis: disputationes selectæ* Salamanticæ: apud Lucam Perez, 1675. 222p.

MENEZES, Fernandes de. Historia de Tangere: que comprehende as noticias desde a sua primeira conquista até a sua ruina. Lisboa Occidental: na Officina Ferreiriana, 1732. [20], 304p.

GRÉGOIRE, L. Géographie générale physique et économique. Paris: Garnier Frères, 1888. 1209p. il.

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Traça de Biblioteca: Lançamentos da Record em fevereiro

Para quem não cansa de buscar novos títulos e se aventurar nas páginas de um bom livro, a editora Record divulgou a lista de lançamentos que vai chegar às livrarias no dia 15 de fevereiro. O Conversa de Menina antecipa pra vocês os títulos, assim é possível programar com antecedência as próximas leituras a entrarem na fila. Gente, é só clicar nas imagens para ampliá-las e ler um pouco mais sobre as publicações. Divirtam-se e não esqueçam de passar por aqui depois para nos dizer o que vocês acharam da leitura. Tem coisa mais bacana do que dividir estas impressões? Lá vai..

O aliciador, de Donato Carrisi
O que eu não contei, de Azar Nafisi
Gentleman, de Klas Östergren
O estandarte da honra, de Jack Whyte
A Casa de Chá, de Ellis Avery
As desventuras da graça, de Geraldo Holanda Cavalcanti
O encontro marcado, de Fernando Sabino
Arca sem Noé, de Regina Rheda
O ouro de Moscou, de Isidoro Gilbert
Curral da morte: o impeachment de sangue, poder e política no Nordeste, de Jorge Oliveira
Super: uma história sobre hackers e a internet e sobre várias outras coisas também, de Marcelo Carneiro da Cunha
O caso do elefante dourado, de Eliane Ganem
Casaco marrom, de Giselle Nogueira
Bárbara debaixo da chuva, de Nilma Lacerda
A caixa dos segredos, de Rogério Andrade Barbosa

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Traça de Biblioteca: Leitura de volta às aulas

Quem não lembra das provas de literatura no Ensino Médio? São inesquecíveis aqueles dias em que tínhamos de ler os clássicos para responder provas de interpretação de texto. Sabem que eu adorava? Não é de hoje que sou “comedora de livros”. Camilo Castelo Branco, Machado de Assis, José de Alencar, Eça de Queiroz, Graciliano Ramos, Jorge Amado… cresci na companhia desses caras. E de meninas maravilhosas como Clarice Lispector, Raquel de Queiroz, Cecília Meirelles, Lygia Fagundes Telles… Gente, eu sinto saudades das leituras da minha adolescência e é em homenagem a esse tempo gostoso de outrora, que a série Traça de Biblioteca desta semana traz uma dica que além de tudo é perfeita para quem vai começar as aulas logo após o Carnaval. O selo Best Bolso da editora Record lançou obras de alguns dos autores citados acima. Boa parte deles são os livros que as escolas e os vestibulares adotam, em coleção pocket, que dá para carregar por aí sem pesar na mochila. O melhor de tudo é que o precinho é tentador, principalmente para o pais. Aliás, socorro! Meu filho vai cursar a sexta série e eu quase infarto na livraria quando fiz o orçamento dos seus livros didáticos. Em homenagem a outros pais e mães que estão às voltas com as listas de material escolar, confiram os lançamentos da Best Bolso:

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DOM CASMURRO
Publicado pela primeira vez em 1899, Dom Casmurro é o romance mais estudado, comentado e discutido deste autor e tudo por culpa do casal Capitu e Bentinho. Considerado a obra-prima de Machado, é um dos livros mais traduzidos da literatura brasileira. Conta a história de amor entre Capitu e Bentinho desde a infância. A história é narrada pelo ponto de vista dele, que depois de adulto, passa a desconfiar de que a mulher o traiu, sendo que a culpa de Capitu nunca fica provada. Conversa de Menina, claro, já teve post dedicado a Capitu e dedicado ao ciúme doentio e delirante, problema de Bentinho, com toda certeza.
Autor: Machado de Assis
280 páginas
Preço: R$14,90

O CORTIÇO
O cortiço é considerado o livro que inaugura o realismo/naturalismo no Brasil. Publico em 1890, descreve a sociedade brasileira através de personagens que moram em um cortiço do Rio de Janeiro no final do século XIX. Cortiço, para quem não sabe, é o nome pejorativo que se dava aos antigos casarões decadentes, com quartos para alugar, onde geralmente moravam pessoas de camada social mais baixa. O livro não tem uma personagem central, mas várias personagens que, com seus dramas, compõem o panorama de hábitos, costumes e conflitos sociais daquela época.
Autor: Aluísio Azevedo
280 páginas
Preço: R$14,90

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS
Memórias de um sargento de milícias foi o primeiro grande romance brasileiro a apresentar a vida urbana e os costumes de meados do século XIX. Também considerada precursora do realismo, a obra faz uma “radiografia” do povo brasileiro no período. Conta a história de Leonardo, filho enjeitado de Leonardo Pataca e Maria da Hortaliça, que é criado pelos padrinhos. Às voltas com romances com Vidinha (mulata pobre) e Luisinha (branca e de melhor condição financeira) Leonardo vive articulando planos para escapar das perseguições do severo major Vidigal. A diversão do livro são as interrupções do narrador oculto da história para conversar com o leitor e tecer comentários sobre a trama.
Autor: Manuel Antônio de Almeida
238 páginas
Preço: R$14,90

NOVA REUNIÃO
Nova reunião resgata o melhor da poesia de Drummond. Publicada pela primeira vez em 1969, a obra foi ampliada pelo autor em 1983. São 23 livros de poesia drummoniana divididos em três volumes e que dão um vasto panorama da obra deste que é considerado um dos poetas modernistas mais importantes do país. A produção de Drummond se encontra entre a segunda e terceira geração do Modernismo, movimento literário iniciado em 1922. Nascido em Itabira, Minas Gerais, o poeta morreu em 1987.
Autor: Carlos Drummond de Andrade
Vol. 1 – 420 páginas; Vol. 2 – 392 páginas e Vol. 3 – 574 páginas
Preço por volume: R$14,90

O ATENEU
O ateneu, lançado em 1888, impressiona pela sua riqueza de estilos: apresenta elementos realistas, naturalistas, expressionistas, que fogem de qualquer padronização literária. Em tom reflexivo e autobiográfico, o autor narra o período em que Sérgio, o protagonista, viveu no internato chamado Ateneu. O livro é um rico panorama da vida nos internatos no final do século XIX, explorando temas como a sexualidadse reprimida pela igreja, as descobertas da adolescência, o medo de crescer e sair do ninho familiar e até o bouling (prática de humilhações e assédio moral praticada entre crianças e adolescentes no ambiente escolar).
Autor: Raul Pompeia
322 páginas
Preço: R$14,90

CAETÉS

Caetés é o primeiro romance de Graciliano Ramos e foi publicado originalmente em 1933. Através de um texto conciso e sintético, o escritor apresenta o cotidiano da classe média da pequena cidade que dá nome ao livro. Conta a história de  João Valério, o personagem principal, homem introvertido e fantasioso, que apaixona-se por Luisa, mulher do dono da firma onde ele trabalha. O caso é denunciado por uma carta anônima, levando o marido traído ao suicídio… Graciliano destaca-se como o principal romancista da segunda fase do modernismo brasileiro.
Autor: Graciliano Ramos
210 páginas
Preço: R$14,90

RIACHO DOCE
Riacho doce, que virou minissérie na tv na década de 90, apresenta a uma visão dos desequilíbrios sociais e dos dramas humanos, individuais e coletivos, provocados pela exploração do petróleo em Alagoas. A história é impregnada de oralidade e tem como cenário uma pacata vila de pescadores em Maceió. Um casal de suecos chega ao local e a loura Edna se apaixona por Nô, um rústico pescador nordestino. O romance gira em torno do caso extraconjugal de Edna e das suas descobertas numa terra tropical e cheia de sensualidade e mistérios. Ao mesmo tempo, o marido de Edna, funcionário da companhia petrolífera, representa o impacto de cultura e interesses com a instalação de uma multinacional num vilarejo perdido no tempo.
Autor: José Lins do Rego
280 páginas
Preço: R$14,90

OS MELHORES CONTOS DE FERNANDO SABINO
Seleção feita pelo próprio autor, com 50 contos publicados em jornais e revistas, que trazem relatos curtos de fatos colhidos da vida real, com tratamento de ficção.
Autor: Fernando Sabino
196 páginas
Preço: R$14,90

50 CRÔNICAS ESCOLHIDAS
Considerado por muitos o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis, Rubem Braga produziu entre 1935 e 1977 o material reunido nesta antologia. Os textos foram extraídos da famosa coletânea 200 crônicas escolhidas, organizada pelo próprio autor.
Autor: Rubem Braga
168 páginas
Preço: R$12,90

O PRIMO BASÍLIO
Eça de Queirós divide com Machado de Assis o título de representante da melhor escrita realista em língua portuguesa. Em O Primo Basílio, publicado em 1878, o escritor analisa a burguesia urbana do século XIX, expondo as mazelas sociais que assolavam o país. O livro conta a história de um caso extra-conjugal entre Luiza e seu primo Basílio, que reaparece depois de anos, quando Luiza está casada com Jorge. O personagem mais forte da trama é a empregada Juliana, que chantageia Luiza, que revela-se uma heroína fraca e incapaz de assumir as consequencias pelos próprios atos.
Eça de Queirós
490 páginas
Preço: R$ 19,90

A CIDADE E AS SERRAS
A cidade e as serras (1901), romance póstumo de Eça de Queirós, abandona o projeto contestador do mundo luso-burguês e faz uma comparação entre a vida bucólica da serra em Portugal e a agitação de Paris.
Autor: Eça de Queirós
238 páginas
Preço: R$14,90

AMOR DE PERDIÇÃO
Amor de perdição conta a trágica história de dois jovens apaixonados, Simão e Teresa – o Romeu e a Julieta portugueses. Escrita em 1961, este é o título mais famoso do autor que escreveu mais de uma centena de obras e ficou conhecido por suas novelas passionais. Neste livro, o autor explora o amor obsessivo, daqueles doentios, que fazem definhar e que tiram o foco para qualquer outra coisa na vida e que geralmente levam a atos desesperados.
Autor: Camilo Castelo Branco
210 páginas
Preço: R$14,90

>>Confira outros títulos da Editora BestBolso no site: www.record.com.br.

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Traça de Biblioteca: Para ler e colecionar

Separei para a série Traça de Biblioteca desta semana duas dicas de coleções de livros lançadas pela Companhia Editora Nacional e pela Civilização Brasileira. A primeira, reúne obras de cunho histórico, sobre os hábitos e costumes do Brasil colônia – sim, esse assunto ainda rende muito caldo bom – ; e a segunda é sobre psicanálise, um tema que tem me interessado bastante nos últimos tempos. Confiram:

COLEÇÃO BRASILIANA

As cartas da imperatriz Leopoldina encontram-se entre a correspondência resgatada pela Coleção Brasiliana

A Coleção Brasiliana é considerada fonte inesgotável para conhecer e se aprofundar nos hábitos e comportamentos do período colonial e imperial. A troca de correspondências privadas, diários, os documentos de família e as lembranças particulares compõem importantes registros de um período da história carente de fontes oficiais. Lançada pela primeira vez em 1931, foi publicada até o ano de 1993, quando completou 387 volumes em série comum e 28 em formato especial. Depois de uma pausa de mais de quinze anos, está de volta. Particularmente, gosto muito de ler diários antigos, pois eles nos proporcionam um relato humanizado de fatos que marcaram uma determinada época e que, se repararmos bem, nos dão pistas valiosas para entender o presente. Dois exemplos de diários que são interessantíssimos para mim: o clássico O Diário de Anne Frank, sobre os horrores da II Guerra; e Longos Serões no Campo, um retrato maravilhoso da Bahia no século XIX, escrito por Anna Ribeiro de Góis Bittencourt, uma nada típica sinhazinha do período.

Cartas Luso-Brasileiras: a invasão francesa. A corte no Brasil. A revolução liberal
VOL. 388, 1ª Edição
Organizadores: Antônio Monteiro Cardoso e Antônio Pinto da França
Prefácio: Lilia Moritz Schwarcz
272 páginas
Preço: R$ 34,00
Sinopse: Cartas luso-brasileiras têm os mesmos organizadores de Cartas Baianas. O volume reúne a correspondência trocada, de 1807 a 1821, entre as famílias Pinto da França e Garcez Madureira. Portuguesas e com ramos no Brasil, as famílias estiveram diretamente envolvidas nas grandes questões políticas desse período, quando as invasões napoleônicas em Portugal forçaram o rei D. João VI e sua corte a transferirem-se para o Brasil.

A corte de Portugal no Brasil – Notas, alguns documentos diplomáticos e cartas da imperatriz Leopoldina
VOL. 124,  3ª edição
Autor: Luís Norton
Prefácio à 3ª edição: Arno Wehling
408 páginas
Preço: R$ 34,00
Sinopse: A corte de Portugal no Brasil é hoje considerada uma obra clássica da historiografia luso-brasileira. Discute, sob variados enfoques, a transferência da corte de D. João VI ao Rio de Janeiro em 1808 e seus desdobramentos, passando pela  Independência do Brasil, até a abdicação de D. Pedro I em 1831. Escrita com base em minuciosa pesquisa documental, após sua primeira edição em 1938 tornou-se fonte para os estudos posteriores a respeito da corte de D. João VI no Brasil.  Vale lembrar que quando chegou ao Brasil fugindo de Napoleão, D. João VI e família aportaram na Bahia, onde ele assinou a famosa abertura dos portos brasileiros às nações amigas e criou a faculdade de medicina, no Terreiro de Jesus, considerada  a primeira da América Latina. Ele ficou na capital baiana por pouco mais de 40 dias, antes de transferir-se para a capital do país na época, o Rio de Janeiro. Salvador também, para quem não sabe, foi capital do Brasil de 1549 até 1763.

Cartas baianas (1821-1824) – subsídios para o estudo dos problemas da opção na independência brasileira
VOL. 372, 2ª edição
Organizadores: Antônio Monteiro Cardoso e Antônio Pinto da França
Prefácio à 2ª edição: Maria Beatriz Nizza da Silva
240 páginas
Preço: R$ 34,00
Sinopse: Fazem parte desse volume, aa correspondência passiva (de 1821 a 1824) de Luís Paulino Pinto da França, representante da Bahia às Cortes Portuguesas de 1821. Abrangem um período crucial da história de Brasil e Portugal, uma era de embates entre o liberalismo e o conservadorismo absolutista; entre visões divergentes, mesmo entre brasileiros, sobre o futuro da nação americana em relação à ex-metrópole e ora Reino Unido. São assinadas por familiares de Luís Paulino radicados na Bahia, que comentam do lado de cá do Atlântico as esperanças brasileiras em relação às deliberações das Cortes de Lisboa, narrando ainda em detalhes os conflitos da chamada Independência da Bahia.

COLEÇÃO PARA LER FREUD

No final de 2009, em memória aos 70 anos da morte de Sigmund Freud, a editora Civilização Brasileira lançou a segunda parte da Coleção Para Ler Freud, em que intelectuais renomados analisam os escritos do “pai da psicanálise” e assim desvendam os conceitos e teorias que deram origem a este ramo da ciência. Os títulos da coleção são de fácil leitura para iniciantes e ajudam na esquematização de conceitos, mesmo para quem já conhece a obra do austríaco. Fazem parte desta segunda parte da coleção: Interpretação dos Sonhos, As pulsões e seus destinos e Complexo de Édipo. No semestre passado, durante as minhas aulas como aluna especial do mestrado em Cultura e Sociedade na UFBA, diversas vezes em sala discutimos o quanto alguns conceitos de Freud vêm sendo distorcidos ou erroneamente entendidos. Ao mesmo tempo que há uma corrente que supervaloriza, existe outra que menospreza seus escritos, enquanto para o senso-comum, sobra a frase “Freud explica” como bordão para quase tudo o que tem cheiro de psicologia. Essa coleção, indicada por um dos meus professores, ajuda a botar os pingos nos “is” e a ter clareza sobre o que foi mesmo que Freud andou explicando.

Interpretação dos sonhos
John Forrester
Grupo Editorial Record/Editora Civilização Brasileira
98 páginas
Preço: R$ 19,00
Sinopse: Interpretação dos Sonhos ocupa lugar de destaque na obra de Freud, que fez várias revisões do texto ao longo da vida. Na obra, também conhecida como o Livro dos Sonhos, Freud acreditou ter realizado sua maior descoberta: que a força motivadora dos sonhos é a realização dos desejos. Neste livro, John Forrester, chefe do Departamento de História e Filosofia da Ciência da Universidade de Cambridge, analisa as diferentes críticas feitas à teoria freudiana no que diz respeito aos sonhos e contextualiza o livro no cenário científico da época. Além disto, destaca a coragem de Freud ao expor seus próprios sonhos ao conhecimento do público.

As pulsões e seus destinos
Joel Birman
Grupo Editorial Record/Editora Civilização Brasileira
168 páginas
Preço: R$ 25,00
Sinopse: Em As Pulsões e Seus Destinos,  Joel Birman esclarece o conceito de Pulsão na obra de Freud através da análise de vários escritos do autor. Nestas obras, ele lança as bases teóricas para a psicanálise ser vista como um novo campo do saber. Birman revela referências contemporâneas ao texto, que para os leitores no século XXI pode parecer distante. O autor é pesquisador do programa de mestrado e doutorado em Teoria Psicanalítica da UFRJ e já escreveu diversos livros sobre psicanálise, história e filosofia.

Complexo de Édipo
Chaim Katz
Grupo Editorial Record/Editora Civilização Brasileira
168 páginas
Preço: R$ 25,00
Sinopse: O volume temático O Complexo de Édipo, escrito pelo psicanalista Chaim Katz, reúne textos de Freud sobre seu famoso conceito e também outras citações intelectuais relevantes. Desta forma, o filósofo Michel Foucault, Gustav Jung, entre outros são convidados ao debate sobre a teoria que perpassa toda a obra do “pai da psicanálise”.

Outros títulos já lançados pela Coleção Para Ler Freud:

Além do princípio do prazer: considerações filosóficas sobre o programa teórico da metapsicologia,  de Oswaldo Giacoia Junior
O pequeno Hans: a psicanálise da criança ontem e hoje, de Celso Gutfreind
Luto e melancolia: caminho de sombras, luto, tristeza, depressão, de Sandra Edler

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Traça de Biblioteca de volta em versão 2010

A série Traça de Biblioteca está de volta com mais dicas de leitura para vocês. O ano promete ser extremamente literário para mim e já começou nadando num oceano de letras, porque uma colega da redação – editora responsável por cuidar das reportagens sobre livros e autores – descobriu que eu sou “come livros”. Tenho escrito algumas resenhas para ela e estou me divertindo muito com a tarefa, que nem é pesada, é das mais prazerosas. Publiquei o material no meu blog pessoal, quem tiver interesse, dá uma chegada no Mar de Histórias. Ali no menu do Conversa, vocês encontram este e outros links de blogues muito bons, que vale a pena xeretar.

Obs: A Traça de Biblioteca é feita através de material enviado ao blog ou ao meu email pessoal pelas editoras (sim, elas já me descobriram). Cuidadosamente, seleciono os livros indicados, com base em autores, qualidade do conteúdo e faixa etária. Os comentários sobre os livros são uma mistura desse material com pinceladas das minhas leituras acumuladas ao longo dos anos de “come livros”. E quem quiser participar da série, indicando alguma  obra que tenha lido recentemente, pode enviar sua resenha para o email do blog ([email protected]). Não esqueçam de colocar fichinha técnica: com nome do livro, autor, preço e editora. Vamos incentivar a leitura e trocar experiências, afinal, uma conversa não tem graça se virar monólogo…

O CREPÚSCULO DE AVALON

Esta dica é para os amantes de livros ambientados na Idade Média.  Em O Crepúsculo de Avalon, lançamento da Editora Prumo, a autora Anna Elliott reinterpreta a história do trágico caso de amor entre Tristão, sobrinho de Mark, rei da Cornualha, e Isolda, a jovem prometida ao rei, mas que acaba se apaixonando por Tristão. A obra é a primeira da trilogia Avalon e parte de uma trama que envolve os últimos dias do reinado do lendário Arthur, em Camelot. Honra, lealdade e coragem dão o tempero do romance, que transporta o leitor para a Idade Média, época em que o misticismo e a violência asseguravam o poder. A autora faz muitas adaptações da história original, mas mantém-se fiel a base da lenda: o triângulo amoroso entre Mark, Tristão e Isolda. A história deste e de outros casais famosos da literatura mediaval já foi contada aqui no blog, relembrem o post: Casais famosos do cancioneiro medieval

Ficha técnica:

O Crepúsculo de Avalon

Autora: Anna Elliot

Editora Prumo

480 páginas

Preço: 52,90

MIL E UMA NOITES DE SILÊNCIO

Este é o segundo livro de Mayra Dias Gomes e narra a história de Clara, uma garota sem rumo marcada pelo abandono – dos pais, amigos e noivo – e imersa na solidão e no medo. Depois de sofrer uma nova decepção amorosa e se encontrar sozinha, ela parte em busca de uma antiga amiga e mergulha em um inesperado submundo sombrio, embalado por prostituição, tráfico, glam rock e desespero, até reencontrar sua própria juventude perdida e partir em busca da mãe biológica.

Ficha técnica:

Mil e Uma Noites de Silêncio

Autora: Mayra Dias Gomes

Editora Record

308 páginas

Preço: R$ 39,00

O PERCEVEJO

Obra-prima da arte de vanguarda russa e ponto alto da produção teatral de Maiakóvski, a comédia fantástica O percevejo – redigida no final de 1928 e encenada no ano seguinte –  é relançada pela editora 34, Coleção Leste. Neste texto, o entusiasmo de Maiakóvski com a Revolução Russa de 1917 dá lugar a uma visão crítica do futuro do socialismo e se expressa numa sátira contundente, que mistura temas jornalísticos, jingles publicitários, mitos pessoais, canções, política, amor e ficção científica. No Brasil, a peça foi traduzida em 1981 e levada ao palco por Luís Antonio Martinez Corrêa. É esta tradução – revista por Boris Schnaiderman, também autor do posfácio e de uma cronologia sobre a vida e a obra do poeta – que é oferecida ao leitor, juntamente com um texto inédito em português do próprio Maiakóvski.

Ficha técnica:

O percevejoComédia fantástica em nove cenas

Autor: Vladímir Maiakóvski

Tradução: Luís Antonio Martinez Corrêa e posfácio de Boris Schnaiderman

Coleção Leste / Editora 34

Preço: R$ 29,90

SUITE DAMA DA NOITE

Este é o trabalho mais recente de Manoela Sawitzki, autora do romance Nuvens de Magalhães e da peça Calamidade. No livro, a autora mergulha no amor fadado a uma espera eterna, no melhor estilo Florentino Ariza (O amor nos tempos do cólera, de Gabriel Garcia Marques) para construir a protagonista, Júlia Capovilla,  uma mulher que reencontra o amor de adolescência nos braços de outra às vésperas do casamento. No papel de amante, Júlia só é feliz nos encontros clandestinos com o amado na suíte Dama da Noite, revelando uma personalidade dependente a ponto de ferir-se e humilhar-se para não ficar sem o objeto amado. Disposta a esperar pelo resto da vida e sobreviver das migalhas, ela tece um mundo paralelo, povoado de amores imaginários.

Ficha técnica:

Suíte Dama da Noite

Autora: Manoela Sawitzki

Editora Record

224 páginas

Preço: R$ 34,00

UM NÁUFRAGO QUE RI

Neste livro, o jornalista Rogério Menezes cria é uma inusitada narrativa post-morten protagonizada pelo carismático gato Ravic. O felino passa a vida observando com os seus atentos olhos verde-esmeralda tudo o que acontece à sua volta e elabora um retrato sarcástico e entusiástico da frágil condição humana. Para dar vazão a tudo o que o seu implacável olhar de lince apreende da psique humana e da realidade que o cerca, Ravic (uma versão felina do Brás Cubas de Machado de Assis) é obrigado a lançar mão de uma narrativa nada linear, repleta de digressões inteligentes e intervenções espirituosas.

Ficha técnica:

Um náufrago que ri

Autor: Rogério Menezes

Editora Record

352 páginas

Preço: R$ 49,90

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Traça de Biblioteca invade a cozinha

A série Traça de Biblioteca desta sexta-feira divulga os mais novos lançamentos na área da gastronomia. São quatro livros editados pela Larousse do Brasil sobre dieta saudável para crianças, cozinha italiana, cozinha japonesa e receitas com chocolate.  Se você é um expert mestre-cuca ou um aprendiz esforçado, vale a pena conferir essas delícias!

Super sucos para crianças

O livro traz opções para bebês e também para crianças com intolerância a lactose. A publicação inclui ainda receitas de sucos energéticos, estimulantes da memória, fortalecedores da imunidade, que auxiliam no tratamento de doenças e também sucos que combatem os efeitos nocivos do estresse e garantem uma tranqüila noite de sono. Super Sucos para Crianças está dividido em sete capítulos: Energéticos, Aumentar a resistência, Esportivos, Estimular a memória, Bem-estar, Antiestresse e Dormir bem. Todos os sucos do livro fornecem algumas das vitaminas e minerais que as crianças precisam. Alguns deles contêm proteínas; outros, enzimas protetoras; mas o que todos têm em comum é a presença dos fitoquímicos, que são substâncias protetoras encontradas naturalmente nas plantas, que fornecem defesas naturais para cada célula do corpo.
Autor: Michael Van Straten
Tradução: Patrícia Ribeiro
112 páginas
Preço: R$ 44,90

Cozinha Passo a Passo – Italiana

Neste volume da coleção Passo a Passo, o leitor descobrirá como os pratos italianos são simples, saborosos e se adaptam a todos os gostos. Há pratos rápidos e simples, como legumes grelhados e outros um pouco mais elaborados como risotos e pizzas, além dos clássicos lasanhas e raviólis. O livro está dividido em seis capítulos: Aperitivos (pesto, canapés, pizza & cia.), Legumes (legumes grelhados, saladas, legumes cozidos, pratos triviais),  Massas (massas com ovos, molhos, massas de grão duro, risoto e nhoque), Peixes (carpaccio de polvo, espadarte à siciliana, dourada à “agua do mar”, sardinhas recheadas, filé de robalo), Carnes (fatiadas, fritas, com molho)  e Sobremesas (cremosas, bolos e tortas). Três índices ajudam o leitor na busca por tipo de prato, receita ou ingrediente. Já no glossário, há dicas de como escolher o melhor atum em conserva, o vinagre balsâmico ideal e as variedades de mozarela.
Autora: Laura Zavan
Tradução: Marcos Roberto Barbosa
256 páginas
Preço: R$ 84,00

Cozinha Passo a Passo – Chocolate

Neste volume, o leitor mergulha nas delícias feitas com chocolate. O livro é um verdadeiro mapa da mina que traz clássicos imbatíveis como musses, trufas, cookies e também preciosidades como floresta branca, bolo de chá-verde e macarons especiais. São 80 receitas para deixar crianças e adultos com água na boca. Todas elas têm seus segredos revelados passo a passo e ilustrados ricamente. Chocolate está dividido em sete capítulos: Os básicos, Suaves e tenros, Aerados e cremosos, Crocantes com calda quente, Bolos grandes, De dar água na boca e Divertidos. Três índices ajudam o leitor na busca por tipo de prato, receita ou ingrediente. Já no glossário, há dicas de como lidar com as formas.
Autoras: Orathay Souksisavanh e Vânia Nikolcic
Tradução: Marcos Roberto Barbosa
256 páginas
Preço: R$ 84,00

Culinária japonesa de Harumi

Harumi é a escritora de livros de culinária mais famosa do Japão. O sucesso dela vem de seu carisma e da abordagem despretensiosa e bem fundamentada, que mostra uma maneira harmônica de viver e comer de acordo com uma filosofia que mescla simplicidade e elegância. Culinária japonesa de Harumi apresenta as criações desta culinarista que mescla elementos tradicionais da cozinha japonesa com sabores de todo o mundo. São mais de 70 receitas ilustradas, do yakisoba até o tofu com molho de manjericão e gorgonzola, arroz coberto com ovos crus, salada quente de berinjela, cavalinha grelhada com sal, salada de frango no vapor com molho de gergelim, bife marinado em dois tipos de missô e variados tipos de sushi. A famosa salada de cenoura com atum da autora, que há mais de 12 anos ainda surpreende seus leitores, também está no livro. Harumi também apresenta receitas de hambúrguer. O livro é ricamente ilustrado e mostra uma gastronomia rica, simples e saudável; além de trazer dicas de etiqueta e falar também sobre os diversos utensílios utilizados na apresentação dos pratos.
Autora: Harumi Kurihara
Tradução:Adriana Marcolini
160 páginas
Preço: R$ 64,00

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