Pílulas do cotidiano: pequenas reflexões sobre a vida

Oi, gente! O post de hoje reúne alguns pensamentos, divagações, o que eu chamo de pílulas do dia a dia… Espero que gostem, que compartilhem, que opinem. Esse espaço é pra vocês divagarem também.

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Há dias em que temos muito a falar. Em outros, palavras nos faltam.
Nem sempre falar é fundamental. O silêncio pode ter um significado muito mais intenso, inclusive. Quando as palavras faltarem, silencie.
No dia em que eles se revelarem, fale.
Silenciar ou falar é questão de bom senso.

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A gente sempre terá motivos para sorrir e motivos para chorar.
Algumas coisas vão bem, outras degringolam… A questão está em mirar os bons motivos
e sorrir por causa deles. O riso no rosto vai levantar o astral
e ajudar a compreender melhor os motivos do choro.
É uma alternativa!

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Não devemos nos sentir obrigados a fazer certas coisas, apenas porque
algumas pessoas acham que deveríamos. É importante superar esta fase,
aprender a agradecer a gentileza do “conselho”,
até pensar sobre ele, avaliar, mas fazer aquilo que você acredita ser o melhor para si.
Não que as pessoas não tenham razão ou estejam erradas.
Apenas porque é preferível decidir o rumo que dará à vida.
Se acertar, mérito seu. Se errar, mérito seu também.
É fundamental assumir a responsabilidade pelas próprias alegrias e tristezas.

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Ninguém é feliz o tempo inteiro. Não precisamos passar essa impressão aos outros.
Somos imperfeitos, temos dias ruins, passamos por situações desagradáveis,
nos decepcionamos. Tudo isso faz parte do viver.
Deve doer demais fingir a felicidade diária. Talvez seja mais produtivo mostrar nossas fragilidades. E mostrar que temos forças para superá-las.
É razão muito melhor para se ter orgulho.

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É preciso ser educado. É algo básico. Não falo aqui da educação formal que é  reproduzida no universo acadêmico, mas da arte de tratar bem as pessoas,
com cordialidade. Todos temos dias difíceis, temos problemas devastadores,
mas não podemos usar isso como desculpa para justificar comportamentos grosseiros. Recebemos de volta o que doamos. Por isso é tão importante doar
sorrisos e gentilezas. O mundo seria bem melhor se pensássemos nisso diariamente ao acordar.

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Vamos elogiar mais?

Quem não gosta de ganhar um elogio? Eu gosto de elogiar as pessoas quando mudam o visual e eu acho que ficou bacana. É um empurrão à autoestima. Um corte de cabelo, uma roupa diferente, uma maquiagem nova, uns quilinhos a menos ou a mais… Mudanças são positivas. Inclusive aquelas que mexem no nosso visual.

Elogio é bom, alimenta nosso ego, faz a gente se sentir bem, muda o astral do dia. As pessoas esquecem de elogiar as outras. Não precisa ser no visual, pode ser devido a uma atitude, um gesto, uma mudança de comportamento. Os elogios são incentivos. Fazem a gente respirar fundo num dia difícil, por exemplo.

Tem dias em que a gente se sente o mais feio dos seres humanos, que nenhuma roupa combina, que nenhum sapato presta, que nada agrada ao espelho. Isso faz parte, nem tudo são flores na vida. Assim como há dias em que nos sentimos lindas, que o espelho sorri para nós. 

Fato é que um elogio sincero tem sido ato cada vez mais raro. As pessoas andam tão preocupadas com o próprio umbigo, com a própria rotina atribulada, que esquecem de olhar o outro, cuidar, se solidarizar, até. 

Esse post é pra incentivá-los a elogiar uns aos outros… Faz um bem danado!

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