Sobre o que o cabelo adequado pode fazer por nossa identidade

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Identidade é coisa muito séria. Não é a tôa que vemos tantas mulheres angustiadas e tristes por desejarem se adequar a um padrão de beleza que pouco ou nada tem a ver com elas, com a sua história de vida e com seus princípios. Querer ser magra é até justificável se o objetivo for ter menos problemas de saúde e manter o corpo saudável por mais tempo (e que isso não seja apenas um discurso de dentro pra fora porque há as que emagrecem a base de remédios barra pesada, ficam “lindas” por fora e no discurso, mas doentes por dentro).

Estar um pouco acima do peso não é nenhum problema, nenhum nutricionista vai recriminar quem quer que seja em termos de saúde se possuir alguns quilinhos de sobrepeso. A questão é querer se manter magra para ficar parecida com a atriz/modelo da novela ou com a modelo/atriz das passarelas. Até porque, já não é novidade para ninguém, várias das que aparecem nas capas de revista não são magérrimas do jeito que aparentam. Suas gordurinhas, pneuzinhos, tatuagens e até umbigos são consertados e colocados no “padrão” desejado por meio de programas de editoração de imagens como o Photoshop. E a menina que for sonhar em ser como elas vai quebrar a cara com certeza.

Modelo Filippa Hamilton foi desfigurada por meio do Photoshop. Ela acusou a Ralph Lauren de tê-la demitido por ter engordado demais e não caber mais nas roupas. A solução encontrada foi forjar a magreza da moça

Recentemente, virou até moda dizer que as fotos que aparecem na revista não foram retocadas, como aconteceu com a atriz Cléo Pires que alardeou que não tinha sido “photoshopada” na Playboy mas admitiu, logo depois, que havia sido, sim, retocada.

E quando falo de identidade, não me refiro somente ao corpo. Cabelo também tem a ver com identidade. O seu tipo de cabelo evidencia sua origem étnica e fala muito sobre o que você pensa sobre si mesma através das intervenções e modificações que faz nas madeixas. Por bastante tempo sofri com essa questão identitária pois, à exceção de alguns anos em que usei o cabelo enrolado, nos últimos seis anos, pelo menos, mantive o cabelo à base de químicas que o deixavam com aparência lisa.

Atriz Carol Castro teria pedido para retirar a tatuagem e "otras cositas mas" também foram retiradas. É só dar uma olhada com mais atenção, que você vai descobrir o quê...

Desejava voltar ao enrolado, mas não encontrava uma solução que me deixasse satisfeita pois o tratamento com bigudinhos de antigamente exigia doses e mais doses de creme que deixavam o cabelo com aspecto melecado e até mesmo repulsivo. Naquele tempo, não gostava que ninguém tocasse no meu cabelo até mesmo por vergonha da aparência dele. Meus problemas começaram a acabar quando soube que havia uma rede de cabeleireiros que tratava o cabelo afro-descendente, como é o meu caso (aquele cabelo que nunca aparece nas revistas femininas), estimulando o fio a enrolar de forma natural, sem a violência da modelação por meio de bigudinhos.

Quando a rede Beleza Natural chegou a Salvador, me informei por telefone e soube que precisaria ficar afastada da química anterior por pelo menos três meses. Esperei cinco meses de cabelo amarrado diariamente e já me programava para ir ao salão quando fui convidada por meio de “voucher” encaminhado pela assessoria de imprensa da rede em Salvador, a experimentar gratuitamente o Super-Relaxante com direito a um novo corte. Aceitei, marquei hora e me submeti à prática.

Até Claudia Leitte entrou na "faca" do Photoshop. Ou melhor, o umbigo dela foi extirpado da foto. Onde foi parar o umbigo da carioca-baiana cantora de axé, minha gente?

O resultado obtido foi o melhor possível. Meu cabelo ficou muito melhor do que eu esperava e ouvi elogios unânimes das pessoas ao meu redor. Meu cabelo agora é enrolado e vai continuar sendo porque eu me sinto mais livre desta forma. Olho no espelho e vejo uma mulher muito mais parecida com o que sou de verdade e sem o estresse das químicas agressivas e da eventual chapinha. Agora, depois que o frio passar e a temperatura aumentar, poderei voltar a praticar minha adorada natação, sem me preocupar com a aparência do cabelo após sair da piscina. Estou muito feliz mesmo e satisfeita com meu novo visual. Não canso de me olhar no espelho. Melhor do que isso, só a entrevista que segue abaixo com a dona e idealizadora da rede de salões Beleza Natural, Heloísa Assis, mais conhecida como Zica, uma mulher que correu atrás do seu sonho e o realizou, contemplando, por extensão, o sonho de tantas outras. Inspiração para todas nós. Ah, a foto do meu novo look vou ficar devendo, mas assim que a tiver postarei aqui no blog. Beijos e boa leitura.

GC – Seu salão tem uma estratégia muito inteligente que é contratar funcionárias que causam uma forte identificação entre as clientes que possuem tipo de cabelo semelhante. Pelo que conversei no salão, inclusive, muitas usam o Super Relaxante e atribuo a isso o fato de elas explicarem tão bem o funcionamento do processo. Como você chegou a esta configuração, você fez estudos de marketing ou foi mesmo uma intuição muito certeira que deu resultado na prática?

ZICA – Sempre tivemos o foco em dar a oportunidade do primeiro emprego às pessoas. Aliado a isso, muitas clientes que vinham ao instituto se interessaram pelos cargos que oferecíamos. Ano após ano, esse movimento aumentou e hoje contamos com 90% de nosso quadro de colaboradores formado por ex-clientes, tanto na operação, quanto nas áreas administrativas e na fábrica. Como utilizamos fortemente o marketing de relacionamento, esta oportunidade acabou virando uma importante ferramenta para instrução de nossos serviços e produtos e também para ouvirmos de perto e entendermos melhor os anseios das nossas clientes.

GC – Eu me identifiquei fortemente com o seu salão desde que vi a matéria no Mundo S/A (programa semanal sobre economia do canal GNT) e fiquei muito feliz quando vi que tinham chegado em Salvador, até porque usava métodos que não me satisfaziam plenamente. Ao usar o Super Relaxante, obtive exatamente o resultado que buscava. Como você chegou a esse produto? Sei que foi um esforço pessoal seu, com base na sua insatisfação com o próprio cabelo.

ZICA – Meus cabelos (muito crespos e sem maleabilidade) me incomodavam muito. Resolvi, então, estudar para ser cabeleireira porque acreditava que, conhecendo meu fio, poderia fazer alguma coisa para melhorar minha situação – não me conformava em ter de alisar os cabelos para ficar com um aspecto razoável. Eu percebia que, quando saía do banho, meus cabelos ficavam pesados e mais macios, com os cachos definidos. Era assim que eu gostaria que eles ficassem. Passei dez anos estudando o fio crespo e misturando e testando cremes e produtos com o intuito de me dar aquele visual sonhado: cabelos naturais, cheios de cachos, com brilho, maciez e beleza. Quando cheguei à fórmula que deu aos meus cabelos mais maleabilidade, o Super-Relaxante, além de ficar extremamente feliz com o resultado, percebi que poderia levar essa solução para várias pessoas da minha comunidade, todas com um problema similar ao meu. Assim surgiu o primeiro salão Beleza Natural, na Tijuca, no Rio de Janeiro. Hoje, temos onze institutos, sendo nove no Estado do Rio de Janeiro, um em Vitória (ES) e outro em Salvador (BA). Nossas unidades têm, em média, 1.000m² e atendem, mensalmente, cerca de 70 mil clientes.

Ao realizar o próprio sonho, Zica atendeu o desejo de um montão de outras mulheres, inclusive euzinha!

GC – Você transmite uma imagem muito forte de determinação e busca do próprio sonho que acabou se tornando realidade. Será esse o “segredo” do sucesso do Beleza Natural, ter nascido de uma necessidade pessoal que atende à comunidade que não era contemplada pelos salões atualmente obcecados pelo alisamento e pela chapinha?

ZICA – Acho que o sucesso veio porque as clientes encontraram um local onde finalmente alguém entendia o problema do cabelo crespo e respeitava todas as suas particularidades. O crespo é um cabelo em que a oleosidade natural tem mais dificuldade para chegar da raiz até as pontas.  É o tipo mais seco de todas as estruturas capilares existentes – e também o mais frágil. É preciso ter cuidados especiais para tratá-lo, com suas particularidades. E aqui fazemos exatamente isso. Os fios crespos, cacheados e ondulados precisam de reforços com hidratações de aplicações específicas para que se tornem mais maleáveis, percam o volume e fiquem fáceis para o manuseio no dia-a-dia.

GC – Para mim, que nunca me identifiquei com os cabelos lisos das revistas de moda, ainda que tenha me rendido à chapinha por falta de opção melhor (afinal de contas, as químicas que usam bigudinhos pra moldar o cabelo exigem tratamentos de manutenção que deixam o cabelo com aspecto de molhado e mal cuidado, o que me afastou do processo), o Beleza Natural foi um verdadeiro achado. Você acredita que as mulheres começam a ficar prontas para abandonar a ditadura do cabelo liso, parar de sacrificar sua essência para atender aos padrões de beleza atuais, e se renderem à sua essência afro-brasileira?

ZICA – Com certeza. Este ano estamos completando 17 anos no mercado e nossa campanha institucional retrata toda uma geração de mulheres que nunca precisou alisar os fios, usar cabelo implantado ou amarrado, pois o Beleza Natural já existia em suas vidas quando elas resolveram tratar de seus cachos. A cultura dos cachos está cada vez mais forte. São novelas com protagonistas cacheadas, atrizes e cantoras valorizando seus cachos e a indústria da beleza lançando cada vez mais produtos para este mercado.

GC – Sob toda a estratégia de comunicação do Beleza Natural, percebo que existe uma disposição de reforçar a identidade e aumentar a autoestima da mulher que tem cabelo ondulado e encaracolado, notadamente devido à nossa herança afro. Acredito que vocês queiram atingir todas as mulheres com ascendência afro ou não, mas as mulheres negras são um foco especial?

ZICA – Quando começamos a cuidar dos cabelos crespos e ondulados nossa maior demanda era de mulheres negras, que são a maioria das insatisfeitas com seus cabelos. Mas, ao longo destes anos, percebemos que vivemos num país miscigenado, onde os casamentos entre as raças acontecem numa ordem crescente, gerando filhos com características únicas. Temos o desejo de dar autoestima a muitas mulheres, independente da origem. Nos especializamos em soluções para os cabelos crespos e ondulados e queremos melhorar a autoestima da mulher afrodescendente, em especial, e também de todas as outras que desejam cultivar seus cachos da melhor maneira possível.

Primeira filial do salão Beleza Natural, em Salvador, fica no Largo do Tanque, Liberdade

GC – O Super Relaxante e os produtos de tratamento são de fabricação própria. Como é a estrutura da fábrica que dá suporte ao Beleza Natural, quantos funcionários vocês têm, qual o faturamento anual do negócio e como tem sido a evolução? Existem planos de expandir a rede para além de RJ, ES, BA?

ZICA – Desde 2004 criamos a fábrica Cor Brasil, que produz cerca de 250 toneladas de produtos por mês. A fábrica alimenta os 11 institutos com produtos de uso profissional e também mais de 40 produtos em linhas de manutenção para o público final. Atualmente, a rede conta com 1.300 colaboradores. Atendemos cerca de 70 mil clientes por mês nas onze filiais da empresa. Nosso percentual de crescimento é, em média, 30% ao ano. Nosso maior sonho, hoje, é levar autoestima a outros estados do Brasil (além do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, onde estão instaladas nossas filiais) com solidez. É levar o Beleza Natural a outras cidades, repetindo os acertos que tivemos ao longo desses 17 anos. Depois disso, nosso grande objetivo é chegar ao exterior. Só que pretendemos crescer sem perder nosso padrão de qualidade e manter a nossa cultura de valorização das pessoas. Para isso, é necessário profissionalizar cada vez mais a gestão da empresa. É alcançar algumas metas a que nos propomos, mas crescendo com qualidade, sem perder em atendimento, sem perder o carinho que temos por nossos clientes e colaboradores.

GC – Para mim é muito clara a estratégia de vir para a Bahia, estado com maior quantidade de mulheres afro-descendentes, com cabelos originalmente encaracolados, e a instalação da primeira sede na Liberdade, bairro mais negro da capital baiana. Quais os seus planos para Salvador? Há projetos de abrir novas filiais em outros bairros? Se há, em longo, médio ou curto prazo?

ZICA – Em longo prazo, queremos abrir mais lojas em Salvador. Já até fizemos um estudo de geomarketing que aponta outros bairros onde deveríamos estar. No futuro, o plano é ter ao menos mais três lojas na cidade.

GC – Qual foi o investimento total para instalar a primeira sede do Beleza Natural em Salvador?

ZICA – R$ 3 milhões.

GC – Você diria que, com base na sua própria experiência de vida, de uma mulher que correu atrás do próprio sonho e conseguiu contemplar o sonho de muitas outras, que a mulher tem força, ainda que nesse mundo fortemente machista no qual ainda vivemos, para realizar e empreender?

ZICA – Claro! Com força de vontade, garra e determinação sempre conseguimos vencer barreiras e obstáculos. Por isso, a discriminação é algo que nunca deve incomodar a mulher. Tínhamos certeza de que nosso negócio daria certo e de que nosso empenho e dedicação seriam suficientes para passar por cima de qualquer preconceito. Para mim, a discriminação ou o preconceito estão dentro de cada um. A mulher que não se sente vítima deste tipo de reação, certamente não terá dificuldades em ser uma vencedora.

GC – Você daria alguma dica em termos de empreendedorismo para as mulheres que querem chegar longe, assim como você chegou?

ZICA – O mais importante é correr atrás de seus sonhos e não desistir diante da primeira dificuldade. Para começar qualquer emprego ou negócio é importante entender bem e amar verdadeiramente o ramo no qual vai atuar ou pretende investir. O trabalho só é bem feito quando se gosta do que se faz. É imprescindível estudar e buscar novos conhecimentos. Este é o meu conselho para qualquer pessoa: tenha muita determinação, força de vontade e procure aprender um ofício e se dedicar a este aprendizado.

Plano da rede de salões Beleza Natural é abrir mais três filiais em outros bairros de Salvador

GC – Como você vê a mulher contemporânea? Suas posturas, a forma de lidar com o mundo, com os homens e com o mercado de trabalho?

ZICA – Nós, mulheres, ficamos muitos anos fora do mercado de trabalho e acredito que, agora, tendemos a agarrar todas as oportunidades que nos são oferecidas. Também somos muito dinâmicas. Você já pensou quantas atividades fazemos todos os dias? Somos mães, esposas, trabalhamos fora, enfim… Temos todas estas tarefas diárias e conseguimos driblar tudo isso sem desistir, sem esmorecer. Também somos mais perfeccionistas e estamos sempre de olho em tudo. A mulher se supera constantemente e, por este motivo, temos alcançado vôos tão bacanas.

GC – Cada vez mais, as mulheres têm sido alvo de violência em todos os âmbitos, especialmente, o doméstico. Como você vê isso e que saídas apontaria para que as mulheres não sejam mais alvos tão fáceis da truculência de alguns homens que insistem em querer “domar” a força feminina?

ZICA – A coisa mais importante a dizer é que é preciso se amar para que as pessoas nos amem e nos respeitem. É assim que me sinto e espero que todas se sintam assim. Além disso, elas devem se cercar de meios formais para terem sua segurança garantida.

Serviço:
Instituto Beleza Natural
Telefone: (71) 3389-7744
Horário de funcionamento: segunda-feira a sábado, de 8h às 19h
Referência: ao lado da Igreja Universal, no Largo do Tanque, nº 108, loja 3. Liberdade.

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Hoje é dia de Jorge, o santo que é guerreiro e pop

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Hoje é dia de São Jorge, o santo guerreiro que virou figura pop de uns tempos para cá, mais ainda quando o ex-BBB baiano Jean Willys começou a usar as camisetas com a estampa do ícone religioso sempre que enfrentava os paredões do reality. Desde então, não somente as camisetas, mas outros objetos com a imagem e as armas de Jorge passaram a ser sucesso entre os jovens e os nem tanto. Para celebrar o santo, o arquiteto Décio Viana organizou a mostra Jorge: Guerreiro da Luz no Sobrado. A exposição reúne 27 artistas plásticos e estilistas e será inaugurada nesta sexta-feira, 23, para convidados, e aberta ao público entre os dias 27 de abril e 27 de maio.

Roney George optou pelas cores quentes e por palavras fortes em homenagem ao santo

Cada um dos artistas plásticos foi convidado a criar suas obras em imagens em gesso do santo compradas na Feira de São Joaquim. A proposta é interessante e vale a pena dar uma olhada nas interpretações de São Jorge na visão de César Romero, Alba Sampaio, Bel Borba, Davi Caramelo, Leonel Mattos, Jorge Morillo,  Roney George, Ismael Soudam, Almandrade, Goya Lopes, Álvaro Sampaio, Bruno Marcello, Luis Humberto de Carvalho, Denissema, Décio Vianna, Edi Ribeiro, Inês Grimaux, Jorge Morillo, Juarez Paraíso, Márcia Magno, Manolo Mateus,  Mar Galvão, Maria Luedy, Otaviano Péricles, Paula Magno, Vauluizo Bezerra e Zau Pimentel.

Um pouco de história – O culto a São Jorge é muito antigo. Promovido a capitão do exército romano por sua dedicação e habilidade, recebeu posteriormente o título de conde e, com apenas 23 anos, passou a viver na Corte Imperial, na cidade de Roma, ocupando altos cargos. Decapitado no início do século IV, ele teve seu túmulo como alvo de peregrinações já na época das Cruzadas, quando o sultão Saladino destruiu o templo erguido em sua honra.

A imagem do cavaleiro que luta contra o dragão, difundida na Idade Média,  evoca a origem da lenda. Segundo consta, um temido dragão saía das profundezas do lago e levava a morte à cidade de Lida, na Palestina. Para afastar o perigo, a população oferecia jovens vítimas como comida até que chegou a vez da filha do Rei.

Quando a moça, acompanhada do pai, já estava no local, para ser entregue ao monstro, surgiu Jorge, o cavaleiro da Capadócia. O guerreiro usou sua espada e dominou o dragão, que foi levado preso por uma corrente para dentro dos limites da cidade. Jorge, que atraiu a admiração de todos os habitantes, disse a todos que tinha vindo em nome de Cristo para vencer o dragão e que todos deveriam se converter e ser batizados.

Serviço:
O quê: Exposição Jorge: Guerreiro da Luz no Sobrado
Local: O Sobrado, Al. das Algarobas, 74 – Caminho das Árvores
Mais informações: 3013-1142

Confira mais algumas imagens da exposição Jorge: Guerreiro da Luz no Sobrado:

 

Interpretação de Davi Caramelo para a imagem de São Jorge
Para Edi Ribeiro, São Jorge é um guerreiro multicolorido
A visão de Ines Grimaux para o santo é mais rústica e convencional
O São Jorge de Ismael Soudam se aproxima muito das representações mais conhecidas

 

 

Imagem de São Jorge com pequenas pedras coloridas incrustadas é a versão de Iuri Sarmento

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