Concurso vai presentear leitora com kit Lancôme

A revista Elle está provendo um concurso cultural que vai presentear a vencedora com um kit da marca Lancôme, contendo uma máscara para cílios Hypnôse Precious Cells, um perfume Hypnôse Senses, um creme antiidade Génifique Creme, uma base oil free Color Ideal, um gloss Color Fever Shine e a base aperfeiçoadora da pele oil free La Base Pro.

Para concorrer, as participantes devem acessar o site da revista e responder à pergunta ““Qual é o segredo para um olhar precioso?”. Além disso, é preciso mandar uma foto de seu olhar com, no máximo, 2mb. Outras nove leitoras ganharão uma máscara para cílios Hypnôse Precious Cells, primeira máscara regenerativa volume cílio a cílio (igualzinha a essa que ilustra o post).

Leia Mais

Traça de Biblioteca: futurismo, juvenis e outras histórias

A Série Traça de Biblioteca destaca nesta terça-feira quatro lançamentos de 2009, da Editora Record, que ainda não tinham sido indicados aqui no blog, mas que valem a leitura. O bom dos livros é que eles (na maioria das vezes) não tem prazo de validade e podem ser apreciados em qualquer tempo, desde que o leitor tenha em mente o contexto em que as histórias foram escritas. Confiram as sinopses, escolham o preferido, corram até a biblioteca ou livraria mais próxima (sim, minha gente, eu sei que existe I-Pad, mas nada se compara ao prazer e ao fetiche de um livro nas mãos) e divirtam-se!

DELACROIX ESCAPA DAS CHAMAS

O escritor Edson Aran nos transporta para o ano de 2068, em São Paulo, onde os habitantes das cidades-cubo vivem protegidos em shopping cities, onde moram, consomem e trabalham. Fora dali, os sem-crédito disputam o território com narcotraficantes, monarquistas (separatistas liderados por Dom Pedrinho de Orleans e Bragança, o dom Pedro III) e outros fanáticos. Neste futuro inóspito, grupos guerrilheiros como os Marxistas Teocráticos jogaram o Brasil numa guerra civil e a França virou um califado islâmico que queima museus inteiros, mas não consegue impedir que um Eugene Delacroix escape das chamas e venha parar em São Paulo, onde vive o crítico de arte Wagner Krupa. A ideia de transformar um shopping center no grande útero onde as pessoas nascem, crescem, trabalham, se divertem e morrem, sem conexão com o inferno exterior, também já foi explorada por José Saramago, no genial A Caverna. Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo e A Ilha), por sua, foi um dos pioneiros em imaginar um futuro ultra-tecnológico e de grande controle social imposto pela elite dominante. O diferencial em Delacroix é que o autor ambienta essa nova babel high tech no Brasil e mistura elementos de um grande thriller de ação, com humor e ironia para contar sua história.

Edson Aran
Editora Record
176 páginas
Preço: R$ 29,00

SR. GUM E O BISCOITO BILIONÁRIO

Vencedor do Blue Peter Book Award, da BBC, do Roald Dahl Funny Prize e do Red House Children’s Book, o único prêmio infanto-juvenil da Inglaterra decidido com votos de crianças,  a série de Andy Stanton protagonizada pelo mal-encarado Sr. Gum é sucesso editorial com direitos vendidos para 25 países. Com mais de 500 mil livros vendidos na Inglaterra, a série também é sucesso de crítica. Surreal, hilário, esquisito e irresistível, Sr. Gum transformou Andy Stanton em revelação da literatura infantil, comparado a Roald Dahl, de A fantástica fábrica de chocolate. Neste segundo volume da série, Sr. Gum e o biscoito bilionário, Andy Stanton  coloca o protagonista às voltas com a tentativa de roubar a fortuna de um sujeitinho bem exótico: um homem feito de pão de mel e com passas no lugar dos olhos, músculos elétricos e faíscas pulando ao seu redor.

Andy Stanton
Galera Record
192 páginas
Preço: R$ 25,00

CRUÉIS, VIS E ORDINÁRIOS

Romance de estréia de Al Gomes, em que o autor constrói uma sórdida e envolvente narrativa policial ambientada no Rio de Janeiro. Com um conteúdo impiedoso (lembra João Ubaldo Ribeiro e seu amoral personagem de O Diário do Farol), o livro traz ainda uma boa dose de ironia e sarcasmo no enredo, que se desenvolve a partir do assassinato de Monique Rimel, uma modelo aspirante a atriz. O principal suspeito é o cineasta Marcelo Braga, mas tudo se torna duvidoso: desde a abordagem da imprensa ao caso, até o descaso da polícia e as relações que a jovem mantinha com importantes políticos e empresários. Tem algumas semelhanças também com Twin Peaks e com Os últimos dias de Laura Palmer, respectivamente série de tv e um longa inspirado na série, ambos dirigidos pelo cineasta David Lynch.

Al Gomes
Editora Record
256 páginas
Preço: R$ 36,00

O QUE TE FAÇA FELIZ

Três amigas de longa data se encontram todos os meses com um único objetivo: queixar-se dos filhos: Matt, Paul e Daniel, que estão na casa dos 30 anos, mas não querem saber de casamento ou paternidade. Após mais um Dia das Mães sem telefonemas, as três decidem visitá-los para descobrir o que os impedem de se tornar adultos. O resultado é uma hilariante trama que emocionará tanto as mães, que às vezes são atenciosas demais, quanto os filhos, que acham que sempre podem se virar sozinhos…

William Sutcliff
Editora Record
336 páginas
Preço: R$ 46,00

Leia Mais

Receita da Semana: Bolo de milho ultra-rápido

Descobri com uma tia que o milho em lata é muito mais que aquela conserva de colocar em saladas. Um dia, na busca por lanches rápidos (quem tem criança em casa vai entender), minha mãe trocava figurinha com titia via telefone. As duas mantém há anos, o saudável  costume de jogar conversa fora todo santo dia (e haja assunto!). Papo vai, papo vem, tocaram no tema do lanchinho da tarde para o neto. Minha tia então, com um breve “anote aí”, passou para mamãe a receitinha abaixo, que separei para série deste semana. É ainda mais fácil de fazer que a dica da mousse de chocolate que abriu a Receita da Semana, na segunda-feira passada. Testem e depois me digam se gostaram, porque meu filho, ao menos, é louco por esse bolo…

BOLO DE MILHO ULTRA-RÁPIDO DE TITIA:

Milho em lata você pode usar o de sua preferência, mas se quiser encarnar o espírito 100% natural, use o milho debulhado da espiga, depois de pré-cozido (só não deixe ficar muito molenga no cozimento)

5 ovos inteiros
1 pitada de sal à gosto
1 lata de leite condensado
100 gramas de coco ralado (pode ser o coco seco natural ou aquele pacotinho que vende no supermercado. Com o coco natural fica mais gostoso, mas o coco de pacote resolve e é beeeem mais prático)
1 lata de milho-verde escorrida (ou seja, sem aquele caldinho da conserva. Você também pode usar milho legítimo, cozido e debulhado. Mais uma vez, o milhinho de lata é prático e o bolo fica gostoso do mesmo jeito)
1 colher de chá (rasinha) de fermento para bolos

Se escolher forma de bolo daquelas com um buraco no meio, opte pelas mais baixinhas

Coloque todos os ingredientes acima, menos o fermento, no liquidificador, e bata bastante, até ficar homogêneo. Depois, despeje a mistura numa vasilha e acrescente o fermento, aos poucos, mexendo bem, até dissolver todo. Cuidado para o fermento não empelotar e fazer aqueles gominhos. Unte uma forma de bolo (daquelas com buraco no meio ou aquelas assadeiras redondas e baixinhas), com margarina, e polvilhe com farinha de trigo. Por fim, despeje a mistura na forma e leve ao forno pré aquecido (em 180 graus) até assar. Demora mais ou menos uns 4o minutos assando, mas você pode deixar ficar douradinho na parte de cima antes de retirar do forno. Espere esfriar, desenforme e voilá, eis o lanchinho.

Pessoalmente, adoro colocar o bolo na geladeira, numa das prateleiras de baixo, que só resfriam, antes de comer. Acho geladinho ainda mais gostoso. É ótimo para acompanhar um café ou chá da tarde. Para a meninada, vale o bom e velho copo de nescau gelado ou chocolatinho quente como acompanhamento.

Leia Mais

Test Drive: reparador de pontas em spray Reparex

Eu sou uma reparador-de-pontas-maníaca. Meu cabelo não sobrevive sem reparador de pontas, não tem jeito. Já tentei evitá-lo, substituí-lo, mas nada consegue domar meus cachos tão bem quanto ele. Até porque eu não uso creme para pentear com frequência. Meus cabelos são secos, e os fios, muito finos. Não tem aquele caimento dos cabelos mais pesados. Como os fios são bem finos e bastante ondulados, basta um vento forte para que eles se espalhem pelo mundo. Eu já experimentei vários cremes para pentear, de vários tipos, composição e marcas. Atualmente, tenho utilizado o creme para pentear tradicional da linha Beleza Natural. É que eu só uso o tal leave in uma única vez após a lavagem das madeixas, para deixá-las mais hidratadas e minimizar a aparência seca. Nos dias seguintes até a próxima lavagem, eu mantenho o cabelo apenas com reparador de pontas.

Já experimentei tudo o que é tipo de reparador de pontas. Já comprei de várias marcas, tamanhos e preços. E confesso a vocês que todos deram praticamente o mesmo efeito ao meu cabelo. Três deles, no entanto, se destacaram bastante. Dois são bem baratinhos (porque, embora menores, rendem bastante) e comprei na farmácia. São composições de silicone concentrado, com ação antifrizz. O cabelo fica domado que é uma beleza. O primeiro é da Niely Gold e tem maxqueratina. Um pote com 50ml do produto custa cerca de R$ 8. O outro é da Fio&Pontas e é indicado como repositor de massa capilar. A mesma quantidade custa em torno do mesmo valor. O terceiro, que é o motivo deste post, é o reparador de pontas em spray Reparex, da marca Delfino. Ele é realmente muito bom e custa em torno de R$ 21 o pote com 400ml. E eu não uso nenhum deles apenas nas pontas, mas em toda a extensão do cabelo.

Aqui, as duas embalagens de silicone concentrado que citei no texto e que costumo usar com frequência

É incrível como o Reparex deixa meus cabelos ajeitados. E ele dá forma aos fios, também definindo as ondulações. Meus cachos (hoje muito mais soltos que quando eram ao natural) ficam modelados e mais bonitos. Eu costumo usar o silicone concentrado misturado com o creme de pentear ainda com os cabelos úmidos. Nos dias seguintes, mantenho o cabelo com o reparador de pontas em spray. Nos meus cabelos ele faz milagre, e não fico mais sem ele no armário. Não sou das mais cuidadosas com as madeixas. Não faço hidratação com a frequência que deveria, e como suo muito fazendo atividade física, também preciso lavar o cabelo várias vezes durante a semana (o que inviabiliza completamente mantê-lo na chapinha). Também não tenho a disciplina de só usar shampoo sem sal para prolongar os efeitos da química redutora de cachos.

Quando descobri o Reparex, não imaginei que fosse me apaixonar por ele assim tão loucamente. O amor foi crescendo dia a dia, principalmente quando acordava de manhã completamente descabelada e precisava ficar pronta em pouco tempo. Quando os cabelos estão secos, costumo penteá-los apenas com os dedos, sem utilizar escova ou pente. Então, dou um jeito neles com as mãos e vou borrifando o reparador de pontas aos poucos e em todo o cabelo. No final do processo, os fios ficam controlados, o cabelo ganha um brilho discreto e sem o exagero que alguns reparadores de pontas causam. Eu recomendo bastante. E vocês, já conheciam o produto? Já usaram? Indicam algum reparador de pontas? Beijos, meninas!

Leia Mais

Exposição lembra Susie, a boneca da minha infância

Barbie? Sim, ela já existia. Mas nos idos da década de 80, quando eu era menina, quem fazia a cabeça das garotas brasileiras era outra fashionista do mundo das dolls, a Susie. Tive uma coleção inteirinha delas quando era criança (incluindo Susies loiras, morenas cravo e canela e a líndíssima Susie negra, que nunca mais reeditaram, mas que era um escândalo de tão bonita). Guardada a sete chaves no armário de uma das minhas tias – e cobiçada pela minha irmã caçula, que até hoje – “balzaca” – coleciona a concorrente, ou seja Barbies, resta a última sobrevivente da minha saudosa coleção.

Mas, quem quiser conhecer a trajetória da Susie (as meninas de hoje) e, principalmente, matar as saudades da boneca (as meninas de outrora), tem a chance de conferir a exposição “Susi na moda”, no Shopping Paralela, em Salvador. Instalada no piso L1,  desde o dia 29 de agosto, a mostra – embora já possa ser visitada – terá abertura oficial nesta quarta, dia 01, e segue em cartaz, gratuitamente, até o dia 15 de setembro.

É de babar no lenço meninas, porque a iniciativa reúne 63 bonecas vestidas por estilistas e marcas brasileiras. Além de expor a história da boneca fabricada desde 1966, a exposição contempla ainda painéis com depoimentos de experts em moda que relatam um pouco da sua relação com a Susi. Entre os estilistas que criaram as roupas estão nomes consagrados como Ronaldo Esper, que produziu os vestidos de noiva, André Lima e Clô Orozco, da Huis Clos. Há ainda bonecas que vestem peças criadas com exclusividade pelos estilistas das marcas Le Lis Blanc, Cori, Viva Vida, Paula Marques, Bicho da Seda e Argentum.

SERVIÇO:
O quê: Lançamento Exposição Susi na Moda
Onde: Shopping Paralela (Praça de Eventos, piso L1)
Quando: 01 de setembro, 19h;  até o dia 15, no horário de funcionamento do shopping
Quanto: entrada franca

Veja fotos que a assessoria do evento me enviou e babe no lenço sem culpa:

Na minha antiga coleção havia uma dessas Susies clássicas, com o rotinho redondo, boca de coração, olhão azul, os cílios longos e cachos de babyliss loiríssimos

Boneca Susie produzida com modelo de noiva primaveril, by Ronaldo Esper. Que sonho, gente!

Leia Mais

O último espetáculo da velha Fonte Nova

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Quando acordei hoje de manhã e comecei a me preparar para ir para o Dique do Tororó, onde acompanharia a implosão do estádio da Fonte Nova, não imaginei que viveria a experiência insólita de vibrar juntamente com a torcida do Bahia. Imagina só, eu que sou rubro-negra desde criancinha! Mas era por uma boa causa. A Fonte Nova veio abaixo em cerca de 12 segundos unindo corações de torcedores das mais diferentes agremiações, mas especialmente das dezenas de torcedores do Bahia que equivocadamente ou não, tomaram a Fonte como sua ao longo dos anos, e que foram dar adeus ao que consideravam sua propriedade devidamente uniformizados. Enfim, coisa de torcedor apaixonado. Mas também vi por lá, caminhando no trecho do Dique liberado para o público, leões uniformizados e igualmente tomados pela expectativa de testemunhar o último espetáculo da velha Fonte Nova.

Torcedores que têm história pessoal com a Fonte, especialmente os tricolores, se posicionaram à beira do Dique do Tororó para acompanhar a queda do velho estádio

A expectativa crescia à medida em que o tempo ia passando e chegando mais perto da hora marcada para a implosão, 10h. Cheguei cedo, por volta das 9h e comecei a me sentir tomada por uma nostalgia e ao mesmo tempo me sentindo uma pessoa muito importante porque no futuro vou poder contar para meus filhos ou netos, se os tiver, que vi a implosão da velha Fonte. Um momento histórico do qual participei antes (já já explico o porquê deste antes), durante e, se tudo der certo, depois. Foi um espetáculo lindíssimo e emocionante. O estopim vermelho prenunciou a queda da fonte que rapidamente virou pó. Me emocionei muito a ponto de deixar de lado o foco da câmera digital que levei para gravar o episódio e preferir ver a olho nu o que se passava na minha frente. “Muito bom, muito bom, muito bom!”, repeti, impressionada.

Logo em seguida, uma nuvem de fumaça enterrou as minhas lembranças de jogos que fui ver com amigos e ex-namorado. Sabe como é, quando a gente gosta até assiste jogo do Bahia achando tudo lindo! E foi assim comigo. Vi jogo do Palmeiras nos anos 90, na era Parmalat, quando o palestra ganhava tudo e mais um pouco, vi jogos do Vitória, vi jogos do Bahia e também jogos sem muita repercussão nas tabelas dos campeonatos e em campeonatos inexpressivos. A sensação era sempre a mesma, a emoção de ver os torcedores gritando palavras de ordem a uma só voz, bandeiras, lenços e braços agitados, rolos e mais rolos de papel higiênico, fogos de artifício, fumaça, muito fumaça. E era como se pudesse tocar a energia que era passada para cada um dos jogadores lá dentro do campo.

Imprensa compareceu em peso para registrar momento histórico da primeira implosão de estádio da América Latina. Disputada pelos jornalistas, a elegância sutil de Bobô, ídolo tricolor

Quando vi a Fonte cair, me lembrei dos muitos degraus que subi até chegar a uma melhor posição. Nunca sentava atrás dos gols, sempre numa posição central que, na minha opinião, proporcionava melhor visão da partida. Lembro que sempre me fazia falta o replay da jogada, mas também me lembro muito claramente da sujeira dos corredores, do fedor de mijo nas arestas de concreto, da impossibilidade de ir ao banheiro, do concreto imundo das arquibancadas em qualquer local do estádio, mesmo nos chamados camarotes, nome pomposo demais para o que eram na prática.

Nada disso, acostumados que estávamos a tamanho descaso, atrapalhava o envolvimento com as trocas de passe e não calava cada grito de gol, nem a gostosa sensação de ver o time sair vencedor. E também a gozação de ver o Bahia perder para algum time de menor representatividade. Afinal, lá se vão dez anos de segundona.

Mas, voltando ao dia de hoje, sabe aquela sensação de que algo muito importante vai acontecer na cidade e que você precisa estar presente? Foi exatamente isso que eu senti. Devo confessar que fiquei um tantinho nervosa, tamanha a expectativa em torno da queda da mega estrutura. Ontem mesmo dava boas risadas com minha mãe que estava lá dentro da Fonte quando foi inaugurado o anel superior, em 1971. Eu nasceria no final do ano seguinte. Minha mãe conta que foi ao local com meu pai acompanhar a inauguração e lembra que naquela semana havia surgido um boato na cidade de que a estrutura desabaria.

Minha última foto da Fonte, tirada minutos antes do início da implosão

Na época, algumas construções edificadas por um funcionário que trabalhava na prefeitura, conta minha mãe, caíram, criando o temor de que o mesmo aconteceria com a Fonte, ainda que uma coisa não tivesse nada a ver com a outra. Coisas do imaginário coletivo. Minha mãe fala entre séria e risonha que perdeu o sapato na confusão e que foi segura pelo meu pai enquanto ficaram esperando a confusão passar. No meio do tumulto, ela não recorda exatamente, mas parece que alguém soltou uma bomba no meio do estádio e o estrondo despertou o pânico entre as pessoas que já estavam ressabiadas com a história do empreiteiro, digamos, picareta.

Foi o fim de pelo menos cinco décadas de grandes espetáculos do futebol

Ela me contou também que, alguns anos depois, voltou à Fonte comigo e meu irmão mais velho ainda pequenos para ver o Papai Noel descer de helicóptero no meio do gramado. Outra confusão, mais aterrorizante ainda para ela porque estava sozinha com duas crianças totalmente indefesas. Restou a ela encostar-se num paredão e aguardar a turba passar espremidinha com a cria. “Desde aquela época, não quero saber mais de aglomeração. Não quero conta”, diz, meio traumatizada, porque minha mãe não é de se consumir com as coisas, não. No segundo seguinte, ela está dando risada lembrando do sapato perdido e do boato sobre a queda da Fonte que rondou a inauguração do novo anel. Coisas de uma época em que as pessoas não eram tão acostumadas com a tecnologia e o fato de uma construção não estar exatamente “assentada no chão” causava medo.

Espetáculo da engenharia foi concluído em cerca de 12 segundos e a nuvem de poeira se dissipou rapidamente

Enquanto aguardava a enorme cortina de fumaça assentar, observava os gritos de empolgação das pessoas, que me remetiam aos momentos de gol comemorados nas arquibancadas da Fonte. É engraçado, mas a queda da Fonte também trouxe alegria para o público que pode ver de perto o acontecimento. Era como uma catarse que servisse para guardar para sempre na memória os momentos bons e apagar de vez da mente momentos trágicos. O grito das pessoas, em sua maioria torcedores e soteropolitanos que tinham o equipamento como parte da cidade e de suas vidas, foi uma forma de cumprimentar o estádio pelos serviços prestados e dar as boas vindas para a Nova Fonte.

É como disse o jogador da elegância sutil, Bobô: “A gente vai começar a construir uma nova história. Momento que não vou esquecer nunca é após a saída dos portões do estádio, com a torcida nos esperando lá fora. Este talvez tenha sido o momento mais marcante. Famílias inteiras, crianças que esperavam o ídolo com um presentinho. Até hoje me lembro com muita frequência. Cada um que construiu seu legado aí, não vai esquecer. Fico muito feliz de estar participando de dois ciclos, da velha Fonte Nova, que vivi com muita intensidade, com orgulho muito grande, e de estar trabalhando na nova Fonte Nova que é uma outra história a ser construída por uma geração nova de atletas”, disse o ídolo do campeonato brasileiro conquistado pelo Bahia em 1988.

Fonte Nova agora são escombros e o espaço dará lugar à nova arena, que deve começar a funcionar em janeiro de 2013, com expectativa de 80 eventos anuais com média de preço do ingresso de R$39

Jogador que, nos anos 70, foi ídolo das torcidas do Vitória e do Bahia, Osni demonstrou emoção: “Sinto hoje mais alegria que tristeza. Eu joguei nessa Fonte Nova, na outra não vou jogar, estarei lá somente como torcedor. Aquilo que eu vivi, que Bobô viveu e todos os jogadores da Bahia e do Brasil que fizeram história na Fonte Nova, que fizeram gols bonitos, já está marcado. O que é importante não é pensar em tristeza, vemos uma antiga era terminando e vamos ver uma nova era começando. A Fonte Nova de 2013 é a Fonte Nova que o torcedor merece”.

Para mim, a sensação foi um misto de alegria e tristeza. De não ter mais a velha Fonte e da expectativa de comprar os ingressos, possivelmente pela internet, para ver os jogos da Copa do Mundo de 2014 na nova Fonte. Faço questão de voltar à Fonte, que não vai ser mais a mesma, é óbvio, mas que vai certamente incorporar toda a mística do nosso maior templo esportivo. Amanhã, volto a fazer meu trajeto rumo ao trabalho, de manhã cedinho, e vai ser o primeiro dia em toda a minha existência em que não verei no horizonte o anel superior do estádio Otávio Mangabeira. A gente se acostuma com tudo nessa vida, mas vai ser uma espera difícil. Mas, pensando bem, três anos não demoram tanto assim…

Confira a implosão da Fonte Nova, neste domingo, 29 de agosto:


Gente, peço mil desculpas por não ter postado mais cedo, mas hoje foi o dia em que a tecnologia não me favoreceu. Levei máquina digital para filmar a implosão e filmei, além de ter gravado no celular entrevistas com o ministro dos esportes, Orlando Silva, com os jogadores do Bahia Osni e Bobô, além do titular da Secopa, secretaria que cuida dos assuntos da Copa de 2014 em Salvador, Ney Campelo, mas não consegui editar o vídeo e não consegui baixar do celular os áudios. Tudo que planejei foi por água abaixo. Fico devendo as minhas imagens e os meus áudios, mas ficam algumas das minhas fotos e o registro da emoção no dia em que a Fonte Nova virou pó e entrou inapelavelmente para a história do futebol nacional e para o imaginário dos torcedores que lá tiveram grandes e inesquecíveis momentos de divertimento.

Leia Mais

Saúde & Fitness: Caminhada no combate às dores

Domingo é dia dos artigos e reportagens da série Saúde & Fitness aqui do blog e para hoje, reservei uma contribuição do ortopedista Fabio Ravaglia sobre os benefícios da caminhada na prevenção e tratamento às dores musculares. Hoje amanheceu um sol frio, céu azul e ventinho fresco aqui em Salvador, clima gostoso para uma boa caminhada. Me inspirei no dia para selecionar o material da série. Que sirva de inspiração a vocês também!

**A caminhada no combate às dores em músculos e ossos

*Dr. Fabio Ravaglia

A atividade física ajuda a combater dores nos músculos e nos ossos? É possível, com exercícios, reduzir dores nas costas, no joelho, na cabeça, nas pernas e outras tantas que nos incomodam no dia a dia?  Para começar, é certo que as atividades físicas são fundamentais para que o corpo não enferruje. Costumo dizer isto para pessoas  de qualquer idade, porque já é passado o tempo em que somente idosos ficavam parados. Hoje, é comum ouvir de jovens e mesmo crianças queixas de dores por causa de má postura ou por movimentos repetitivos, por exemplo. Um segundo ponto importante está em manter bons hábitos durante toda a vida para garantir um sistema musculoesquelético saudável e forte para sustentar o organismo. Se a dor se apresenta porém, e há que enfrentá-la, certamente os exercícios físicos têm sido utilizados com sucesso na reabilitação ou como um componente de controle. Em muitos casos, recomendo a caminhada como exercício físico para meus pacientes. É uma maneira natural de movimentar o corpo, praticando uma atividade física de baixo impacto, que pode ser adotada pela grande maioria das pessoas.

São mais de 300 doenças reconhecidas pela ciência, que afetam ossos e músculos. Dores nas costas, nos joelho, no pescoço, na cabeça, nos braços ou nas pernas; fibromialgia, osteoporose, lombalgia, osteoartrite e outras questões de saúde têm a intensidade da dor reduzida quando o tratamento envolve a prática de exercícios físicos. A diminuição da dor induzida pela atividade física pode ocorrer já nas primeiras sessões, quando os movimentos são criteriosamente receitados por médicos e acompanhados por fisioterapeutas ou por profissionais de educação competentes. A melhora já pode ser percebida apenas por não deixar músculos e ossos parados, mesmo que por pouco tempo. Os exercícios aeróbicos, como é o caso da caminhada, podem ser realizados com intensidade moderada no início da prática, para não causarem impacto no paciente com dor.

A praia, a beira-mar, onde a areia é mais compacta, é espaço ideal para uma boa caminhada em dupla

Ainda não são conhecidos o tempo e a duração ideal de exercícios físicos para a maior parte das condições de dor musculoesquelética. Então, é a prática com cautela e a tolerância do paciente que vão determinar a duração e a intensidade de cada sessão. Uma coisa é certa: há pessoas que se adaptam rapidamente a exercícios e melhoram significativamente após uma curta sessão. Noto isto com os frequentadores do Projeto Cidadania – Caminhadas com Segurança, evento organizado pelo Instituto Ortopedia & Saúde, ONG que presido e é responsável pela promoção de uma caminhada monitorada por médicos, fisioterapeutas e profissionais de educação física. Uma vez por mês, acompanho a caminhada de cerca de 30 minutos e o que ouço dos participantes é que chegam ao Parque Trianon com dor e saem sem dor. A ideia de organizar um evento que promovesse a atividade física surgiu em 2005, justamente ao perceber que as dores osteomusculares, às vezes, são negligenciadas pelos pacientes e mesmo por alguns profissionais, por sua complexidade de entendimento e entraves na investigação. A pessoa pode ter hérnia de disco e a dor mais forte estar nas pernas, o que a leva a pensar que o problema não está na coluna. Então, vai ao cardiovascular e não entende porque ele pede para ir ao ortopedista. E a demora no tratamento tende a agravar o quadro. Problemas de simples correção podem se tornar dores crônicas.

Mas, por que fazer atividade física ajuda a combater a dor musculoesquelética? Movimentos  aumentam os níveis plasmáticos de endorfinas, com isso a percepção da dor diminue. Além disso, alongamento e relaxamento da musculatura aliviam a tensão no local e a dor desaparece. Por outro lado, mexer-se ajuda a fortalecer os músculos para que trabalhem melhor na sustentação dos ossos; os movimentos, por sua vez, costumam melhorar o funcionamento das articulações e chegam a aumentar a lubrificação nas cartilagens, aliviando dores nos ossos.

O aprazível parque Trianon, em São Paulo, serve de cenário para caminhadas promovidas pela Ong presidida por Fabio Ravaglia

Quando alguém diz: “Doutor, mas dói quando eu me mexo”, o médico precisa avaliar, compreender e agir, recomenda a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (Sbed), que durante este ano está se dedicando à divulgação das dores musculoesqueléticas. A iniciativa está alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que definiu os anos 2000 a 2010 como a Década dos Ossos e das Articulações, com quatro importantes pilares a serem tratados (doenças crônicas das articulações, osteoporose, dor na coluna vertebral e traumas). Em caso de dor, o médico pode recomendar um programa de exercícios supervisionados,  como uma terapia para eliminar o sofrimento. Melhor ainda que praticar atividade física como uma terapia é praticar para ser saudável e manter as funcionalidades do corpo humano e do aparelho locomotor. Infelizmente, não me surpreende a informação de que 13,5% dos brasileiros se queixam de dores na coluna, divulgada recentemente no Suplemento de Saúde da Pnad 2008 (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios). O mesmo levantamento traz um dado assustador: apenas 10% da população pratica atividade física de lazer, que é a recomendada pela OMS. A própria OMS recomenda que a atividade física deva ser regular, pelo menos trinta minutos, cinco vezes por semana. A pessoa que se exercita fica menos propensa a desenvolver diabetes, hipertensão e doenças tireoidianas, além de todos os problemas musculoesqueléticos.

=======================

*Fabio Ravaglia é médico ortopedista graduado pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp), especialização em coluna vertebral pelo Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho (Santa Casa de Misericórdia de São Paulo) e mestre em cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Atuou como cirurgião ortopédico em hospitais ligados à Universidade de Bristol, na Inglaterra e na Alemanha, fez especialização em avançadas técnicas para cirurgias de coluna minimamente invasivas. É também membro do corpo clínico externo dos hospitais Albert Einstein, Oswaldo Cruz e Santa Catarina; diretor-presidente da Arthros Clínica Ortopédica; membro emérito da Academia de Medicina de São Paulo e membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT. Desde 2005, preside o Instituto Ortopedia & Saúde, Ong que tem a missão de difundir informações sobre saúde e prevenção a doenças e que organiza o Projeto Cidadania – Caminhadas com Segurança.

**Artigo encaminhado ao blog pela assessoria do Instituto Ortopedia & Saúde e publicado mediante autorização, desde que devidamente citada autoria e fonte de informações.

Leia Mais

Festival Tudo Sobre Mulheres abre inscrições

Estão abertas  até o dia 30 de setembro, as inscrições para o V Festival de Cinema Tudo Sobre Mulheres, que acontecerá de 24 a 28 de novembro, na Chapada dos Guimarães – Mato Grosso. Podem participar produções brasileiras de até 25 minutos, finalizadas a partir de 2007, e que de alguma forma abordem o universo feminino.

O nome do festival é uma alusão ao filme de Pedro Almodóvar, Todo sobre mi madre (Tudo Sobre Minha Mãe). Almodóvar é um dos cineastas que exploram magistralmente todas as idiossincracias da feminilidade.

O objetivo do evento é estimular a produção audiovisual que aborde a questão feminina, não importando o sexo dos realizadores. O festival também contribui para a descentralização da produção cultural, ao sair do eixo Rio-São Paulo e levar o evento para o interior do Brasil.

Passional, intenso, terno e contraditório, o universo feminino em toda sua intensidade e matizes é tema recorrente da filmografia do espanhol Pedro Almodóvar. Na foto: Cena de Tudo sobre minha mãe. O título do filme serviu de inspiração para o Festival de Cinema Tudo Sobre Mulheres

Além da exibição de obras audiovisuais na Mostra Competitiva, o Tudo Sobre Mulheres também oferece apresentações de companhias de teatro, shows, lançamento de livros, feira de artesanato, dança e exposição de artistas locais. Tudo isso acontecerá em período de lua cheia (a lua é símbolo máximo da feminilidade, os místicos bem o sabem).

Homenagem – Na edição deste ano, o Tudo Sobre Mulheres prestará uma homenagem à Tetê Moraes, jornalista e cineasta que foi presa e exilada durante a ditadura militar por trabalhar no jornal O Sol, marco da imprensa opositora ao regime da época. Ela estreou no cinema na virada dos anos 70, com documentários que retratavam o cotidiano carioca. Entre seus filmes estão Terra para Rose, O Sonho de Rose, Dez Anos Depois e O Sol – Caminhando Contra o Vento.

Serviço:
V Tudo Sobre Mulheres – Festival de Cinema Feminino
De 24 a 28 de novembro de 2010.
Local: Chapada dos Guimarães – Mato Grosso.
Inscrições de filmes até 30 de setembro.
Informações e inscrições pelo site: www.tudosobremulheres.com.br

*Com informações da assessoria de comunicação do Tudo Sobre Mulheres

Leia Mais

Speciallità lança linha de esmaltes Delícias de Verão

Meninas, tem novidade da Speciallità saindo do forno. A marca está ampliando a oferta de cores com o lançamento da coleção Delícias de Verão, especialmente desenvolvida para colorir as unhas com tons especiais na estação mais quente do ano. São 19 novas tonalidades, e até os nomes dos esmaltes nos trazem recordações deliciosas do verão: brisa do mar, luau, chá gelado, água de coco, soneca, biquíni e caipirinha são alguns exemplos. Segundo o material de divulgação, a linha tem alto poder de cobertura e coloração intensa, nas versões duocreme, cremoso e candy. Pois é, eu já estou aqui doidinha para tê-los em mãos, e assim que isso acontecer prometo mostrar tudo para vocês na série “Nas unhas“. Enquanto isso, olhem que coisas mais lindas e digam aí, o que acharam do lançamento?

400 – Power Pop (glitter forte laranja e dourado)
401 – Rocker Chick (glitter forte preto)

402 – Sorvete: rosa pastel cítrico (cremoso)
403 – Manacá: roxo intenso (fosco)
404 – Piscina: azul com fundo verde (perolado transparente)
405 – Luau: rosa com fundo lilás (perolado transparente)
406 – Soneca: azul bebê (perolado transparente)
407 – Chá Gelado: verde militar acinzentado (cremoso)
408 – Praia: coral com fundo rosa (cremoso)
409 – Água de Coco: amarelo pastel cítrico (cremoso)
410 – Biquíni: azul royal com fundo lilás (cremoso)

Delícias de Verão 2011 Hits Speciallità

411 – Sol: rosa com fundo dourado (perolado transparente)
412 – Passeio: coral com fundo vermelho (cremoso)
413 – Refresco: laranja pastel cítrico (cremoso)
414 – Férias: coral pastel cítrico (cremoso)
415 – Caipirinha: verde pastel cítrico (cremoso)
416 – Frapê: rosa pastel (cremoso)
417 – Gelatina: roxo acinzentado vibrante (cremoso)
418 – Brisa do Mar: lilás acinzentado pastel (cremoso)


Leia Mais

Curso ajuda mulheres traídas a lidar com a separação

Do alto dos meus 3.6 anos de vida achava que já tinha visto de tudo, mas ainda tenho é chão para percorrer. Pois não é que existe um curso preparatório para ajudar mulheres traídas em um relacionamento? Sim, minhas caras (e caros), existe. Organizado pela Ong Anjos do Mar, o curso capacita profissionalmente mulheres recém-separadas e ainda oferece suporte psicológico e jurídico.

A Anjos do Mar, inclusive, está com inscrições abertas em cursos profissionalizantes para mulheres traídas e que se separaram dos parceiros. A ideia é bem interessante, porque visa ajudar muitas mulheres que dependiam 100% dos maridos ou companheiros, emocional e financeiramente. Para nós, modernas meninas bem resolvidas, pode parecer absurdo, mas a verdade é que ainda existem muitas mulheres que são atingidas economicamente com uma separação e que precisam recomeçar a vida em todos os sentidos. Algumas, sequer tinham uma profissão ou então ficaram muito tempo fora do mercado, afastaram-se dos amigos e antigos contatos e passaram o tempo do casamento vivendo apenas para o marido e os filhos. Parece uma situação típica dos anos 50, mas ela ainda existe em pleno século XXI, não duvidem.

Os cursos oferecidos pela Anjos do Mar vão desde a área de culinária até artesanato, passando pela fabricação de perfumes e colônias, maquiagem, recepcionista, massagem terapêutica e também sobre como vender produtos e serviços e ser uma empreendedora.  Para dar suporte emocional às mulheres que sofreram um grande impacto psicológico por terem sido traídas, a entidade realiza, juntamente com os cursos, encontro de grupos motivacionais. Vocês bem sabem que autoestima é tudo e após um relacionamento é preciso juntar os caquinhos da autoestima abalada. Durante os cursos, as alunas participam ainda de palestras sobre motivação, saúde e qualidade de vida; além de receber dicas de nutricionistas e endocrinologistas.

Serão realizados também exames gratuitos para detecção de doenças como hipertensão e diabetes e haverá orientação sobre violência contra mulher (Lei Maria da Penha), direitos na união estável e pensão alimentícia.

As inscrições estão abertas e os cursos são gratuitos. Apenas é cobrada uma taxa inicial que varia de R$ 20,00 a R$ 50,00. As vagas são limitadas e as aulas começam agora em setembro. Vale a pena indicar para quem estiver precisando.

Serviço :
Cursos de Capacitação Profissional para Mulheres Traídas
Inscrições abertas / aulas começam em setembro
ONG Anjos do Mar – Informações: 71-3245-8900/3015-9660
Inscrições: Rua Tenente Pires Ferreira, 51 Barra – Salvador
Contato: www.anjosdomar.net /[email protected]

*Com informações da assessoria de comunicação da Anjos do Mar

Leia Mais