Especial Semana da Mulher: Cinco dicas para sua vida continuar um carnaval eterno

O texto escolhido para fechar a série Especial Semana da Mulher é de autoria da escritora e terapeuta holística Lygya Maya, que atua com motivação pessoal e autoconhecimento. Selecionei este material, também publicado no blog da própria autora e encaminhado ao Conversa via email, porque acredito que toda dica para ajudar as pessoas a se sentirem melhores consigo mesmas é válida. Independente de ser mulher ou homem, da orientação sexual, dos desafios enfrentados, do saldo da conta bancaria, o primeiro passo rumo ao nosso próprio bem-estar é sempre nosso. Adversidades, todos enfrentaremos sempre, coletivas (tragédias sociais, catástrofes naturais) e particulares. Mas é preciso encontrar motivos no nosso dia a dia para sorrir e seguir em frente, do contrário, só haverá no mundo um bando de gente doente, enriquecendo os fabricantes de anti-depressivo (que aliás, só atenuam o sofrimento, anestesiam, mas não ensinam a amadurecer e lidar com a dor). Felicidade plena é ilusão, pois somos humanos e uma dose de tristeza e desânimo são normais, senão seríamos máquinas, incapazes de sentir. Mas, momentos de felicidade, que nos dão forças para superar aqueles de aflição, são sempre possíveis e, com um pouco de vontade em encontrar equilíbrio e serenidade, podem se tornar tão constantes que pareçam eternos. A todas as mulheres – e homens – que acompanharam a série ao longo da semana e que diariamente nos brindam com visitinhas, comentários, atenção e carinho virtual ou presencial, desejamos “momentos de felicidade eterna” cada vez mais frequentes. Um beijo no coração de vocês!

Cinco dicas para sua vida continuar um carnaval eterno

*Lygya Maya

A terapeuta Lygya Maya, através de dicas simples, acredita que todos podemos transformar a alegria "fake" dos dias de Carnaval em motivação genuína para viver existências mais plenas e pontuadas de momentos de felicidade autêntica

Já pensou se todos os carnavalescos fizessem da sua alegria e felicidade durante o Carnaval uma rotina? Digamos que essa força viria do “interior” de cada um, fazendo parte do dia a dia, que fantástico seria!

Estou me referindo à alegria de um sorriso contagiante vindo das profundezas da alma.  Assim como cumprimentar um estranho sem medo de rejeição, pois nossa felicidade é contagiante. E o sentimento de gratidão por estarmos vivos e respirando, possuindo o poder de imaginar o inimaginável em qualquer momento que resolvemos assim fazer.

Está comprovado. É possível. Caso contrário, como explicar tantos pobres do Rio de Janeiro descendo o morro para se exibir na avenida, mostrando suas fantasias  caríssimas?  Sabe por quê?  Porque eles se sentem orgulhosos de serem reis e rainhas no momento em que desfilam na avenida sua alegria para os turistas e para a classe média rica. Dependendo da escola, as fantasias custam R$1.200,00, mas certas fantasias de luxo custam mais que R$30.000,00. Muitos foliões pagam prestações o ano inteiro para ter esta oportunidade no Carnaval.

Que sentimento é este, passado de geração a geração, para sentir um “algo a mais”?  Será que ele poderia ser usado para a felicidade depois do período de Carnaval?

Você por acaso já imaginou seus sonhos considerados impossíveis desfilando todos os dias na sua visão, na sua mente, até serem alcançados pela determinação de seu coração e paixão por uma vida melhor? Todos os dias, para o resto de sua vida?

Alguma vez já lhe disseram que o mesmo desejo e paixão que você devota cegamente para a sua escola ou seu bloco ganhar no Carnaval, podem ser usados para seu sucesso pessoal e profissional?

Com a mesma intensidade, o desejo do prêmio de primeiro lugar para nossa escola preferida pode e deve ser usado para que nossos sonhos pessoais sejam manifestados, depositando uma mensalidade em nossa conta bancária da poupança emocional até conquistar a vitória eterna.

Há alguns anos atrás eu pensei exatamente isso e criei a minha Escola de Samba intitulada “Unidos ao Sucesso Ilimitado”, e até hoje, todos os dias, usufruo dos resultados positivos desta decisão.  Dificilmente tenho momentos tristes em minha relação com a vida e quando um desafio pinta na trajetória do desfile como, por exemplo, um salto alto incomodando, torno-me criativa e o problema torna-se passageiro. Sabe por quê? Porque o espírito carnavalesco dentro de mim é um vencedor nato, um espírito brasileiro que sempre dá um jeitinho de alcançar a felicidade custe o que custar. Ninguém me tira o sabor da vitória por eu ter me tornado uma campeã absoluta em relação aos meus desafios.

De uma maneira ou de outra, fazemos no Carnaval o que não fazemos no dia a dia com a desculpa de que tudo é válido nesta época, concorda? Pois é, só que possuímos livre arbítrio para sermos feliz o ano inteiro.

Para os que pensam que esta é uma ideia impossível, assim será, pois tudo o que focamos, manifestamos.  Já para as pessoas que sentem uma pitadinha de curiosidade e até atrevimento em agir carnavalescamente e “sadiamente” todos os dias, aqui vão algumas dicas:

1.    Acorde pela manhã sorrindo e pensando que hoje é dia de ser feliz e agir como tal. Se pensar assim, sem dúvida seu dia vai ser positivo.

2.    Cante alto.  Quem canta seus males espanta. Certíssimo!

3.    Dance a qualquer momento. Dançar é movimento. Movimento ajuda a ação. E ação leva a emoção de alegria, saúde e bem estar. Mas em qualquer momento mesmo? Sim, até durante uma reunião de negócios, por exemplo. Eu explico: Você está numa reunião enfadonha e seus olhos estão querendo fechar. Você está desconfortável e quer sair dali de uma maneira educada. Simplesmente peça licença e vá ao banheiro. Chegando lá, olhe-se no espelho (caso tenha um, senão não há problemas) e dance o que tiver vontade de dançar, sem vergonha do que está fazendo. Depois de alguns minutos revigorantes, volte pra reunião com a cara mais lavada do mundo.

4.    Sinta-se como um rei ou uma rainha. Nada como sentir o “poder” de ser o que quiser independente da posição social, condição financeira, raça ou religião.

5.    Sorria.  Para a vida e para todos.

Caso você decida levar minhas dicas a sério, garanto que muitas surpresas boas irão aparecer e até verdadeiros milagres poderão acontecer.

Escrevo com firmeza sobre isso por que possuímos o poder de escolha, sendo oficialmente dia de Carnaval ou não.

A fórmula é feita da seguinte forma: nos autoconvencer, mentalmente, emocionalmente, espiritualmente e fisicamente, de que somos capazes de nos sentir vitoriosos em nossos sonhos, carnavalescos ou não.  Assim como conseguimos ser  felizes no Carnaval, conseguiremos isso também no dia a dia, sem dúvida.

É maravilhoso ver a alegria dos foliões no Carnaval.  Ao vê-los felizes como uma criança em um dia de domingo, escrevi este artigo, inspirada pela música Imagine de John Lennon.

*Lygya Maya é escritora, terapeuta holística e palestrante. Desenvolveu sua carreira nos Estados Unidos, onde atuou na Companhia do mestre em motivação Anthony Robbins. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em www.lygyamaya.com.br.

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>>Especial Semana da Mulher: A beleza de ser feminina

>>Especial Semana da Mulher: Papel feminino nas organizações ainda é restrito

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Mulheres e Compras: Marketing feminino

As comemorações pelo Dia Internacional da Mulher terminam oficialmente neste sábado, embora o blog discuta o assunto o ano todo, nem tinha como ser diferente, com três mulheres blogando na página. Mas, para seguir o calendário, vamos encerrar hoje as sequências de artigos que ao longo da Semana da Mulher refletiram sobre vários aspectos da feminilidade contemporânea. Foram duas séries, Especial Semana da Mulher e Mulheres e Compras. Esta última, é encerrada agora, com o texto abaixo, de autoria do administrador e professor Marcos Morita. A série Especial Semana da Mulher também terá seu último artigo publico ainda neste sábado, aguardem! Ao falar de marketing e feminilidade, Marcos Morita traça um panorama realista da evolução das conquistas femininas na sociedade pós-moderna e não deixa de fazer o alerta: homens e mulheres são historicamente – e ainda hoje – criados de forma diferente e quase antagônica. Vale refletir se este é o modelo de sociedade que queremos legar às novas gerações.

Marketing feminino

*Marcos Morita

Aliança de casamento não é mais o bem de consumo mais cobiçado pelas mulheres

O dia 8 de março pode ser representado por uma mulher emancipada, independente, realizada e madura, completando 35 anos de vida. A data, instituída em 1975 pela ONU, teve como objetivo lembrar ao mundo suas lutas contra a violência e a discriminação. Apesar do avanço inegável, alguns países parecem ainda estar em 1857, ano em que uma fábrica de tecidos norte-americana foi incendiada para calar a voz de mais de 130 tecelãs que reivindicavam melhores condições de trabalho e equiparação de salário com os homens.

Felizmente não pertencemos mais a este grupo, assim como as discussões entre as diferenças dos sexos já não são tão acaloradas. Sabemos que os homens das cavernas partiam para caça, enquanto as mulheres guardavam e zelavam a cria e o lar. Mesmo assim, protegemos e falamos de maneira mais carinhosa com bebês vestidos de cor-de-rosa. Criamos filhos e filhas com enfoques diferenciados.

Homens têm cromossomos x e mulheres y. Competitividade, excesso de confiança e espírito de aventura no primeiro caso. Proteção, abrigo e nutrição no segundo. Talvez por isso meninos tenham brincadeiras agressivas e competitivas, gostem de filmes de aventura e vídeo games de ação, enquanto meninas brincam de papai e mamãe, adoram bonecas e se deliciam com filmes românticos.

A mulher utiliza os dois lados do cérebro ao invés do direito apenas. Há também mais conexões através dos dendritos, possibilitando maior capacidade de pensar holisticamente e expressar suas emoções. Tente discutir com sua esposa ou namorada e comprove o número de palavras por minuto, as histórias resgatadas do fundo do baú e a facilidade em transformar sentimentos em lágrimas.

Com o crescimento do poder de compra, as mulheres não mais influenciam as decisões nas unidades familiares. Preferem ir direto ao consumo. Carros e apartamentos substituíram roupas, compras de supermercado e educação dos filhos. Perdidas estão as empresas e profissionais de marketing que ainda tratam as mulheres como um mercado em ascensão. Hoje elas são o mercado.

Há ainda alguns nichos que podem ser explorados. O advento da internet, a queda brutal nos custos das comunicações e a globalização, possibilitaram que grupos anteriormente excluídos pelas empresas pudessem se tornar comercialmente interessantes. O pesquisador americano Mark Penn utilizou o termo microtendências para defini-los.

Professor Marcos Morita, autor do artigo

Segundo Penn, microtendências são pequenas forças imperceptíveis que podem envolver até 1% da população, moldando a sociedade de forma irreversível. Considerando uma população de aproximadamente 100 milhões de brasileiras, teríamos um mercado nada desprezível de um milhão de consumidoras esperando para terem suas necessidades atendidas. Vejamos algumas.

Solteiras demais: creio que já tenha discutido com sua esposa ou família, o fato de alguma prima ou conhecida ter ficado para a titia. Inteligentes, bonitas e com bons empregos, seriam partidões caso tivessem nascido com outro cromossomo. O comportamento agressivo na juventude e os casais homossexuais em maior número pendem a balança para o lado das mulheres.

Tigresas: apesar do ar de reprovação de algumas pessoas, é fato que o número de mulheres mais velhas namorando homens mais jovens vem aumentando. Artistas e socialites cujas vidas são escarafunchadas são os exemplos mais visíveis. A independência financeira e sexual conquistada pelas gerações anteriores tem feito que mulheres maduras optem pelo divórcio.

Mulheres prolixas: as mulheres têm demonstrado aptidão em áreas que exigem o uso da palavra escrita ou oral. Algumas profissões estão se tornando redutos femininos. Cursos de jornalismo, direito e propaganda são bons exemplos. Apresentadoras, advogadas, juízas, deputadas, prefeitas, governadoras e quem sabe até a próxima presidente, comprovam o sucesso feminino quando o assunto são palavras.

Utilizaria o termo oportunidade caso tivesse que resumir esta data em apenas uma palavra. Os especialistas em mulheres e seus comportamentos de compra têm hoje apenas uma foto do presente e a história escrita do passado. As microtendências provam que ainda há muito a avançar neste intrincado terreno que é o cérebro feminino. Mãos à obra, homens!

*Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.  Contato: [email protected] / www.marcosmorita.com.br

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>>Mulheres e Compras: O segredo dos quatro “Ps” do consumo feminino

>>Mulheres e Compras: O que as marcas e a propaganda precisam saber sobre a mulher contemporânea?

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>>Mulheres e Compras: Por que as mulheres, brasileiras ou francesas, leem mais que os homens?

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Revista Renner Outono-Inverno está nas lojas

O visual da Marfinno, totalmente British Girl, num misto de romantismo e contemporaneidade que me agrada

Vi nesta sexta-feira a revista Renner da coleção Outono-Inverno 2010 (“peguei emprestada” a da minha irmã) e fiquei impressionada com a qualidade dos editoriais de moda. Se tiverem como passar na loja mais próxima e conseguir um exemplar, não vão se arrepender. Caso queiram dar uma pescada nas novidades, acessem aqui o site da rede. A revista está recheada de fotos lindas das tendências para a baixa estação, a minha preferida quando o assunto é moda. Embora meu guarda-roupas tenha alguns vestidinhos (também não nego que sou bem menininha nesse quesito), os casacos, sobreposições, leggings, botas, cardigãs, cachecóis e toda a parafernália do vestuário feminino para enfrentar os dias frios me fala ao coração.

Infelizmente, por morar em Salvador, que é muito quente e ensolarada, isso quando não está chovendo baldes – como é tradição nos climas tropicais -, não posso me espalhar muito nas lojas na hora de compor meu guarda-roupas de inverno. Aposto no básico e nas peças que podem ser usadas tanto no frio quanto no calor, meus casacos são levinhos, embora ame de paixão os glamourosos sobretudos londrinos.

Falando do que interessa, a revista Renner traz as apostas da marca para o Outono-Inverno em todas as suas linhas de roupas: masculina, feminina e teen. A Blue Steel, por exemplo, aposta na Royal Rock, com um figurino recheado de elementos clássicos do visual dos roqueiros, cartela de cores neutras (aaah meninas, o preto reina neste inverno!) e muitas tachas, correntes e couro nas composições. Outra tendência da Blue Steel é a Rebel Princess, ressuscitando a moda grunge dos anos 90, principalmente nas camisas de flanela e xadrez, e misturando tudo com laços, tricôs, perólas e outras “feminices” lindinhas. Os jeans oversize estão com tudo nesta linha, bem como as soquetes com salto.

A Request, com seu design ousado, aposta no preto, um dos hits da estação

Na linha Cortelelle, mais clássica da Renner, a coleção Lady New Tradition remete ao luxo nova iorquino, com peças atemporais como as saias retas, calças de alfaiataria e o charme do trech-coat, enquanto a Marfinno vem de British Girl, a mistura que mais me agrada, pois une os vestidos floridos e levinhos com aquele visual urbano de Londres que é o meu fetiche pessoal. As botas então, um sonho! Para completar a cartela de opções, a Just Be ataca de visual Sexy Star, com modelos típicos para curtir a balada, mas sem exageros. Os decotes e transparências, por exemplo, só insinuam. Do contrário, fica fake e carregado.

Na publicação, é possível ainda ler sobre maquiagem outono-inverno, moda masculina, com uma sessão inteira sobre jeans e as mil e uma combinações que os rapazes podem fazer para ficarem charmosos, lingeries (estão maravilhosas também e nos tons neutros da estação),  street-wear e muito mais. Para completar, quatro blogueiras consagradas do universo fashion atacam as araras da Renner, mostrando quatro estilos de produção muito bacanas: Alê Garatonni, Chris Guerra, Cris Gabrielli e Jana Rosa.

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Traça de biblioteca: livros ensinam as crianças…

… A MULTIPLICAR
Paisagem de pássaros
Callis Editora
Autora: Eun Sun Han
Ilustração: Há Jin Jung
40 páginas
Preço sugerido: R$ 27,90

Livro alia diversão e aprendizado ao contar a história de um carpinteiro que constrói casas de pássaros para pendurá-las nas florestas e servir de moradia às aves. Por meio do conto, o autor ensina a operação matemática. Publicação integra a coleção “Tan Tan”, cujo objetivo é justamente ensinar noções de matemática aos pequenos.

… SOBRE O CORPO HUMANO
O incrível livro do corpo humano segundo o Dr. Frankenstein
Publifolha
Autor: Dorling Kindersley
Ilustrador:
96 páginas
Preço sugerido: R$ 55,00

Os leitores farão uma viagem surpreendente, em que mistérios e curiosidades sobre o funcionamento do nosso corpo serão revelados. O livro, ilustrado e cheio de detalhes, é narrado pelo Dr. Frankenstein, que quer construir um ser humano em seu laboratório e faz do leitor o seu assitente. Também tem um glossário cheio de termos da anatomia.

… A LIDAR COM O DINHEIRO
O dinheiro
Callis Editora
Autora: Cristina Von
Ilustração: Ana Luiza de Paula
32 páginas
Preço sugerido: R$ 19,00

Publicação explica o que é o dinheiro e como surgiu, trazendo vários desenhos de cédulas, moedas, cheques e cartões de créditos, para a criançada recortar e brincar. Obra também introduz na vivência infantil, por meio da brincadeira e da diversão, uma série de conceitos financeiros, como “orçamento”, “salário” e “imposto”.

… A ENFRENTAR O MEDO
Diogo e o monstro
Callis Editora
Autora: Cristina Von
Ilustração: Eliza Freire
24 páginas
Preço sugerido: R$ 19,90

Ao acompanhar as notícias das tragédias que estampam os jornais diariamente, e os crimes que são divulgados pela televisão, o menino Diogo começa a ficar assustado. Apesar das grades nas janelas e das portas sempre fechadas, o pavor do menino não diminui, até que ele aprende a lidar com a situação de uma forma diferente.

… A CUIDAR DO MEIO AMBIENTE
Cuide do Planeta!
Autor: Dorling Kindersley
Publifolha
32 páginas
Preço sugerido: R$ 29,90

Obra busca despertar a consciência ambiental dos pequenos, por meio de dicas e sugestões sobre como preservar o meio ambiente. O livro fala de reciclagem de lixo, dos cuidados com o jardim, da necessidade de fechar a torneira enquanto escovam os dentes, de apagar a luz para economizar energia, da reutilização de brinquedos e do respeito com os animais.

… SOBRE MÚSICA
Música
Callis Editora
Autor: Caroline Grimshaw
32 páginas
Preço sugerido: R$ 18,90

O universo dos sons é o tema desta obra, que reúne diversas curiosidades sobre os instrumentos musicais e sobre as canções. Em formato de perguntas e respostas, a autora traz um monte de informações novas às crianças, a exemplo de qual é o instrumento mais antigo, ou o que é uma orquestra e ainda como são escritas as canções. De forma lúdica e divertida, a criança se familiariza com o tema.

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Especial Semana da Mulher: “Nem com uma flor”

O texto desta sexta-feira, penúltimo dia da série Especial Semana da Mulher, traz um artigo da advogada Antonieta Barbosa, que milita na defesa dos direitos dos portadores de câncer e é autora do livro Câncer – Direito e Cidadania. Na semana em que se comemora o centenário do Dia Internacinal da Mulher, a especialista denuncia a dificuldade das mulheres mastectomizadas em fazer valer seu direito à isenção de IPI na compra de carros adaptados e que não conseguem o benefício devido à máquina do governo (leia-se burocracia).

Nossa série termina neste sábado, continuem acompanhando!

Nem com uma flor

*Antonieta Barbosa

É de uma comovente singeleza o verso do compositor pernambucano Capiba, que diz: “numa mulher não se bate nem com uma flor”, e que emociona os foliões durante os festejos de momo. Na sequência, temos o Dia Internacional da Mulher como uma boa oportunidade para compatibilizar o discurso com a prática, pois não são poucas as oportunidades em que na mulher se bate, sim, com outras armas, especialmente aquelas mais sutis, que deixam marcas psicológicas imperceptíveis, mas indeléveis.

O câncer de mama, segundo dados estatísticos oficiais, atinge cerca de 50 mil mulheres por ano no Brasil. Mesmo considerado curável se tratado a tempo, causa mutilações que atingem a mulher no seu aspecto mais significativo, pois como se sabe, a mama é símbolo da feminilidade, da maternidade e da sexualidade.

Uma mulher que tem suas mamas mutiladas, mesmo que reconstituídas cirurgicamente, guardará para sempre as cicatrizes emocionais e só permite tal ato cirúrgico como única forma de salvar a própria vida.

Infelizmente, o choque de realidade de receber um diagnóstico de câncer e de se sentir mutilada é apenas o início de uma longa via crucis. Salva a vida, é preciso salvar-se como cidadã e fazer valer os seus direitos.

Em alguns casos, esses direitos são atropelados pela máquina pública que, com o azeite da burocracia, lhe impinge verdadeiras chicotadas burocráticas, expondo-a a situações humilhantes e submetendo-a a peregrinações intermináveis e inúteis.

É sabido que a extirpação dos gânglios linfáticos da axila interrompe a circulação natural da linfa, retirando do braço as defesas, reduzindo a força, a mobilidade e a sensibilidade, propiciando o pesadelo de uma lesão chamada “linfedema”, quando o membro fica desproporcionalmente inchado. Um verdadeiro aleijão que cronifica e pode chegar em casos extremos à necrose com a consequente perda do braço.

Uma mulher, a que “não se bate nem com uma flor”, que agora tem uma deficiência física, vai ter que optar entre ficar aleijada ou se tornar um peso para sua família, pois não consegue mais dirigir ou manobrar um veículo convencional sem fazer um esforço além da sua capacidade física.

Como forma de atenuar essa situação, tendo em vista os preços proibitivos dos veículos adaptados, a lei federal 8.989/95, garante isenção do IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados, aos deficientes físicos, que, segundo o decreto federal nº 5.296/04 é “toda pessoa que apresente alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando comprometimento da função física”.

O problema é que no nosso país sempre se dá um jeitinho de atropelar a cidadania. Investindo na desinformação e na fragilidade dessas mulheres, os peritos dos Departamentos de Trânsito, incumbidos da missão de aplacar a fúria arrecadatória do estado, ignoram a sua condição de deficientes físicas, indeferem seus pedidos, obstaculizando a obtenção de um direito.

Esses peritos que prestaram juramento como médicos, atestam que elas são “aptas a dirigir veículos convencionais”, mesmo cientes dos riscos que correm essas mulheres de perder um braço ou carregarem um aleijão para o resto das suas vidas.

Como se vê, o refrão de Capiba não sensibiliza a todos.

*Antonieta Barbosa é advogada, paciente de câncer e autora do livro “Câncer – Direito e Cidadania”. Também é diretora do Instituto Cristina Tavares de Atenção Integral ao Adulto com Câncer, em Recife.

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Mulheres e Compras: Por que as mulheres, brasileiras ou francesas, leem mais que os homens?

O penúltimo artigo da série Mulheres e Compras, nesta sexta-feira, é de autoria de Lourdes Magalhães, presidente da Primavera Editorial. No texto, a autora traz dados recentes sobre o consumo de cultura praticado por homens e mulheres, no Brasil e no exterior. Escolhi este artigo para fechar a sequência iniciada na última terça-feira, porque dia desses, batendo papinho no intervalo do trabalho com Alane, ela disse uma coisa que rende reflexão: “somos intelectuais, mulheres, temos de manter a beleza por dentro, das ideias, mas também precisamos nos cuidar por fora”. Ou seja, beleza é consumo, cultura é consumo e o equilíbrio entre corpo, mente e espírito continua sendo a máxima que rege a vida de todas nós, independente de quanto tenhamos disponíveis para gastar.  Como sempre, foi um imenso prazer dividir tanto material rico com vocês, queridas (os) leitoras (res). Aos assessores e articulistas que nos permitem divulgar suas ideias no blog, nossos agradecimentos eternos. E não esqueçam que neste sábado temos o último capítulo da série Especial Semana da Mulher!

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Por que as mulheres, brasileiras ou francesas, leem mais que os homens?

*Lourdes Magalhães

“Mulher, você vai gostar, tô levando uns amigos pra conversar…” No centenário do Dia Internacional da Mulher, provavelmente a personagem de Chico Buarque, na divertida “Feijoada completa”, nem estaria em casa para recepcionar a trupe de amigos do marido. Ela estaria ocupada, desenvolvendo mil projetos no trabalho ou consumindo cultura. Brincadeiras à parte, dados estatísticos mostram os avanços e a inclusão feminina nos ambientes culturais e corporativos. As mulheres leem mais no Brasil, como demonstra a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro. Os dados revelam que 55% dos leitores brasileiros são mulheres – elas consomem, em média, 5,3 livros por ano contra os 4,7 livros anuais lidos pelos homens. Um outro estudo, conduzido pelo Instituto QualiBest, revelou que as mulheres internautas também leem mais: 55% leem pelo menos um livro por mês contra 42% dos homens. Nessa pesquisa, 65% afirmaram que leem por prazer, sendo ficção e romance os gêneros preferidos.

Mas, como não posso pecar pelo ufanismo, adianto que esse não é um fenômeno brasileiro. Pesquisas internacionais comprovam que as mulheres consomem mais cultura, ou seja, leem mais literatura de qualidade; assistem mais peças teatrais e filmes; visitam museus e exposições; e são maioria nas plateias de espetáculos de dança. Como se não bastasse, elas ocupam a maioria das cadeiras nos cursos de humanidades. Na Europa e Estados Unidos, por exemplo, superam os homens na leitura de ficção.

Em viagem recente a Paris para participar de encontros com autores, tive acesso – pela leitura de jornais e conversas informais com escritores franceses – a relatórios do governo francês que analisam dados de pesquisas realizadas entre 1973 e 2003 sobre a relação feminina com a cultura. Em 1973, por exemplo, 72% dos homens franceses leram um livro em 12 meses; em 2003 esse índice caiu para 63%. Entre as mulheres, o índice subiu de 68% (1973) para 74% (2003). Essa constância no crescimento do consumo cultural feminino ultrapassou o status de tendência para consolidar a permanência.

Um dado interessante que consta nesse compêndio de pesquisas sob o título “A fábrica sexual do gosto cultural” é que a participação feminina no consumo de cultura é mais significativo na faixa dos 40 anos – idade, na Europa, de jovens mães – que dão ênfase à educação cultural das meninas. Não à toa, uma pesquisa com três mil famílias mostrou que meninas entre seis anos e 14 anos leem mais que os meninos da mesma idade; sendo que 38% têm no cotidiano atividades culturais e artísticas como cursos de balé, teatro e pintura, contra 20% dos garotos.

No Brasil, a queda no analfabetismo indica que temos um longo caminho pela frente, mas que avançamos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que entre 1991 e 2001 a taxa de analfabetismo caiu de 20,1% para 13,6% da população. No tocante à escolaridade assistimos à ascensão feminina contínua, um processo de inclusão educacional muito relevante porque tem reflexos na participação feminina nos melhores postos de trabalho do País. Em 2007, entre os brasileiros com mais de 12 anos de estudo – inseridos, portanto, no nível superior de ensino – 57% são mulheres. A projeção do IBGE é que a cada 100 pessoas com 12 anos ou mais de estudo, 56,7% são mulheres e 43,3% homens. Em 2009, de acordo com a empresa internacional Great Place to Work, 43% dos postos de trabalho das 100 “Melhores Empresas para Trabalhar – Brasil” são ocupados por mulheres; elas estão em 36% dos postos de liderança, inclusive na presidência de empresas.

Voltando ao título que motiva este artigo – “Por que as mulheres, brasileiras ou francesas, leem mais que os homens? – antes que alguém evoque a maior sensibilidade feminina para as artes, o hipotético “tempo de sobra” ou argumentos similares, recorro novamente ao estudo francês. Quando questionados no estudo sobre o que estão fazendo nos momentos de lazer, homens e os meninos revelam: dedicam mais tempo à televisão – especialmente programas de esportes –, acessam a internet e convidam os amigos para jogar videogame.

*Lourdes Magalhães é presidente da Primavera Editorial. Executiva graduada em matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com mestrado em Administração (MBA) pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Wharton School (Universidade da Pennsylvania, EUA)

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Novas musas da MPB em editorial da Arezzo

A nova geração de cantoras da MPB: Ana Cañas, Maria Gadú, Mariana Aydar e Roberta Sá são as estrelas da campanha Outono-Inverno 2010 da Arezzo. As cantoras entraram em estúdio para gravação de um DVD especial e posaram para fotos com o single Totalmente Demais. A campanha tem direção de arte de Giovanni Bianco, fotos de Gui Paganini, make de Daniel Hernandez e styling de Flávia Pommianosky e Davi Ramos. Confiram as fotos de making of, que são de Yan Bey. Detalhe: além do talento no palco, que seus fãs bem conhecem, e da desenvoltura no editorial, olhem os modelos dos sapatos, um escândalo! Não sei quanto a vocês meninas, mas eu adoro o glamour do inverno.

Ana Canãs

Maria Gadu
Mariana Aydar
Roberta Sá não mostra os sapatos, mas tá linda na foto!

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Serviço: Curso para gestantes

O curso de Orientação às Gestantes, promovido pelo setor de Prevenção e Promoção à Saúde da Unimed Salvador, abriu vagas para mães e pais de primeira viagem que precisam de informações sobre como cuidar do futuro bebê. O primeiro encontro acontece já na próxima quarta-feira (17), das 8h às 10h, no auditório do Hospital Evangélico da Bahia, no bairro de Brotas (Salvador), com o tema Abordagem sobre Pré-Natal e Parto. Ao todo, serão sete módulos ministrados para turmas com até 30 grávidas. Especialistas vão abordar desde os cuidados no puerpério (pós-parto), até nutrição na gestação, saúde sexual e reprodutiva, aleitamento materno e pediatria. As inscrições e o curso são gratuitos e podem ser feitas através do email [email protected] ou pelo telefone (71) 2107-8682.

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Curtinhas do mundo fashion

Curtinhas do Mundo Fashion era uma das sessões do projeto Moda de Menina que migramos aqui para o Conversa, no começo deste mês. A ideia é publicar notinhas sobre as últimas novidades no segmento beleza, cosméticos, tendências e estilo. Confiram as novidades selecionadas para esta semana. Tem desde lançamento de novas coleções, até oferta de serviços. As informações das notas são enviadas ao blog através das assessorias e consultorias de estilo das marcas.

M.A.C NA LUTA CONTRA A AIDS

Descobri essa semana que a M.A.C, desde em 1994, através da linha de batons e gloss Viva Glam, produtos que  tem 100% do valor da venda (menos impostos) revertido ao M.A.C AIDS Fund, apoia entidades voltadas para portadores de HIV/AIDS no mundo, através de programas socais escolhidos pela marca. A M.A.C AIDS Fund já arrecadou mais de US$150 milhões com a venda de batons e gloss da coleção  e no Brasil, beneficia entidade como GAPA (SP), Viva Cazuza (RJ) e Grupo Vivher (BH). Agora que Salvador também já tem sua loja da M.A.C, quem sabe uma entidade baiana não entra nesta lista de apoio? E as consumidoras locais da marca até poderão, nesta sexta-feira, participar de uma ação filantrópica da marca. A M.A.C realiza o dia temático Viva Glam na loja franqueada da capital, localizada no Salvador Shopping. Até às 22h, quem adquirir produtos da linha estará ajudando a M.A.C AIDS Fund nas suas ações.

Para mais informações sobre o programa, visite o site da fundação: www.macaidsfund.org (em inglês).

ABX/CONTEMPO LANÇA COLEÇÃO OUTONO-INVERNO

Na próxima sexta-feira, 19, Sheila Auster receberá clientes e amigos para apresentar a coleção Outono-Inverno da ABX/Contempo, que chega ao mercado repleta de influências rock’n’roll e releituras dos anos 80. A tarde de moda será ainda regada a cupcakes, os famosos bolinhos bastante populares nos Estados Unidos e que não falta no cardápio de séries estilosas como Sex and the City.

ADCOS COMEMORA O MÊS DA MULHER

A ADCOS, empresa que há 17 anos desenvolve cosméticos de tratamento, criou uma campanha para fornecer orientações de estética durante todo o mês de março às suas clientes. Ao todo, sete produtos que podem ser carregados na bolsa, farão parte do período de demonstrações e orientações. Além disso, a marca, na sua linha de make up, lançou o batom Maxi Lip, específico para hidratar os lábios e que possui na fórmula um composto de peptídios naturais e emolientes para estimular a síntese de colágeno. O batom oferece 11 opções de cores mate e nove translúcidas. Veja abaixo foto e descrição de alguns dos produtos que integram o período de orientações da marca:

Lojas ADCOS na capital baiana:

Salvador Shopping – Ala de expansão, L1. Fone: 3443-2257
Pituba – R. dos Maçons, 1121, Multishopping, térreo. Fone: 3011-8848
Shopping Barra – 2º piso. Fone: 3235-1695

O Maxi Lip possui na fórmula a vitamina E, que tem efeito nutritivo e antioxidante
Leite Relaxante de Algodão áreas de tensão ADCOS Home Spa – Promove relaxamento nas regiões de tensão do corpo (nuca, pescoço e ombros). Sua fórmula traz os benefícios do Óleo de Algodão associados a especiarias e óleos essenciais

O Reduxcel Plus SML Abdome auxilia na firmeza e redução de gordura localizada. Associa modernos ativos como Cafeína, L-Carnitina, Creatina e Scorpariane, que combatem a flacidez e modelam abdome e cintura

BODY SPLASH ANGEL GANHA NOVA EMBALAGEM

A Body Splash Angel, colônia perfumada da Korai Cosmética, que pertence à linha Scents da marca, está de embalagem nova. Desenvolvida para atuar no corpo de forma delicada, deixa a pele suavemente perfumada ao longo do dia, com uma agradável sensação de cheirinho de bebê. A colônia de 200 ml custa em média R$ 27,90 e pode ser encontrada através do SAK Korai (11) 5051-0456 ou no site: www.korai.com.br

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40 bolsas integrais para aulas de ballet e jazz em Salvador

Fazer aulas de ballet e jazz é o sonho de muitos meninos e meninas. Por vezes, o sonho acaba esbarrando nas dificuldades financeiras, já que as aulas têm um custo razoável para o bolso da maioria da nossa população. Acho muito bacana quando me deparo com iniciativas de grupos direcionadas ao público que não tem grana disponível para realizar seus sonhos. Esses dias vi um e-mail anunciando a distribuição de 40 bolsas integrais para aulas das duas modalidades de dança em Salvador, destinadas a estudantes de escolas públicas com idade a partir de 10 anos. Legal, não é? Pois vamos às informações úteis.

A distribuição das bolsas faz parte do Projeto Social Dança Vida, patrocinado pela escola de ballet Etudes. A bailarina e coordenadora do projeto, Suzana Rusch, fará visitas às escolas divulgando a proposta. De acordo com as informações do material de divulgação que recebemos, será feita uma avaliação prévia para analisar o interesse da criança e a vontade de se aproximar do mundo das artes. Os bolsistas serão escolhidos em uma audiência, a ser realizada no dia 19 de março, às 15 horas, na sede da Etudes, na Graça.

Se você é estudante da rede pública de ensino (devidamente matriculado), tem entre 9 e 16 anos, mas sua escola não foi visitada pela coordenadora do projeto, não tem problema. É só se dirigir ao local da audição no dia 19 de março, a partir das 14h30. É preciso levar roupas confortáveis para fazer o teste, peças que possibilitem o aluno se movimentar com facilidade. Lá no local, o estudante vai preencher uma ficha e aguardar o teste. Ah, e precisa ter as tardes de sexta-feira livres, já que as aulas de dança serão ministradas neste horário.

| SERVIÇO |

Projeto Social Dança Vida
Data e local dos testes: 19 de Março, às 15h, na sede da Etudes (Rua Santa Rita de Cássia, 127, Graça)
Público alvo: estudantes da rede pública de ensino, com idade entre 9 e 16 anos
Informações: (71) 3332-0077

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