Reflexões sobre o caso Geisy

Expulsão – O que levaria a Universidade Bandeirantes a expulsar Geisy Arruda, a jovem vítima do episódio de hostilidade pelo uso de um minivestido nas dependências da instituição? Ao ler a notícia anunciando a expulsão – embora no mesmo dia a decisão tenha sido revogada – me obriguei a refletir sobre o assunto. Geisy Arruda sai escoltada da UnibanNão importa o que tenha motivado a decisão da instituição, considero que a medida foi um verdadeiro “tiro no pé”.

A princípio, imagino que a questão crucial tenha sido uma estratégia jurídica. Geisy não foi expulsa pelo uso do minivestido ou por ter assumido, como justificou a faculdade, uma conduta que teria provocado todo o tumulto. Se a atitude da jovem não condizia com os preceitos da instituição, porque a expulsão só veio depois do ocorrido? Para mim, foi apenas uma manobra da universidade que seria utilizada como fundamento de defesa na ação movida pela jovem.

Trocando em miúdos, a universidade poderia estar pensando em argumentar na sua defesa que a atitude da jovem não se adequava aos preceitos da faculdade. E que foi expulsa por esta razão. Não justifica. Não convence. O argumento é tão sem fundamento que chega a ser irritante. Tão sem fundamento que logo em seguida os diretores recuaram da decisão. Seria esse o tratamento que a jovem merecia depois de tudo o que sofreu nas dependências da faculdade?

Educação – E que exemplo uma instituição de ensino poderia dar em uma situação como essas? Um de seus alunos é vítima da ira dos demais por um motivo fútil. O que fazer? Primordialmente, o papel da universidade é promover a educação por meio das discussões. O que eu esperava daquela instituição era um papel de guardiã do Estado democrático de Direito, como todos devemos ser.

Por que, então, ao invés de buscar punir a jovem, a instituição não pensou em promover palestras para debater o assunto nas suas próprias dependências? Não é ali um local de formação de indivíduos, de seres mais humanos, de pensadores? Que exemplo a Uniban está dando com uma atitude mais hostil ainda que aquela apresentada por seu alunado diante da jovem? Que sociedade é essa que estamos construindo, em que a própria universidade, centro de disseminação do conhecimento, toma atitude tão reprovável e fica por isso mesmo?

Comportamento – Ninguém merece passar pelo que aquela jovem passou. Sair escoltada da própria sala de aula, coberta por roupas emprestadas pelos professores, cercada de policiais e apavorada com a possibilidade de ser agredida a qualquer instante? Ver sua vida virada pelo avesso, estampada nas capas de jornais e revistas… E o pior, a meu ver, é ler a opinião de alguns estudantes e até professores da faculdade sobre o episódio.

Muitos se posicionaram no sentido de que a roupa da menina e seu comportamento justificavam a reação dos colegas. Pergunto-me: usar um  shortinho curto e apertado agora vai justificar o estupro? A vítima de assédio será considerada a verdadeira responsável pelo crime apenas porque é bonita e atraente?Teremos uma revolução legislativa que vai atenuar a pena daquele que estuprou uma mulher porque estava ela com roupas que despertaram o seu desejo?

Não consigo conceber que, em pleno século XXI, o uso de determinadas roupas seja aceito como justificativa para atitudes brutais e animalescas.

Espetáculo midiático – Chegamos a um momento em que é preciso refletir, promover o debate. Não dá para transformar a história em um espetáculo midiático, ganhar audiência com ela, sem que seja ela alvo de uma avaliação da própria sociedade. Todos exaltam o papel social do jornalismo, a ponto de tentar tornar absoluto o direito à liberdade de expressão, a ponto de considerar qualquer restrição um ato grave de censura.

Mas, nos momentos em que mais percebemos a necessidade desta postura de responsável pela formação da opinião de indivíduos esse papel parece evaporar-se diante da necessidade econômica. Tenho acompanhado a cobertura deste episódio desde o início. Salvam-se uns pela postura de seriedade e de indignação pelo ocorrido, a maioria, no entanto, entra de cabeça na história comovente da jovem de baixa condição massacrada por colegas.

Isso vende. O espetáculo vende. E se vende, é porque alguém tem interesse em comprar. Fato é que, recentemente, já foi noticiado o aplique colocado na estudante e a tintura no cabelo, ambos oferecidos por um cabeleireiro comovido (????) com a história da menina. E isso virou notícia! E a hostilidade dos colegas? E a postura da universidade? Que espaço teremos para discutir estas questões?

Quem dará voz a este debate, o mais importante de todos? É o que me pergunto diariamente.

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Leia também:

>> O que Mary Quant diria sobre os universitários do ABC?
>> Caso Uniban: carta de repúdio da UNE

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Implicações legais da traição virtual

O texto publicado abaixo trata da traição virtual e suas implicações judiciais. O conceito de fidelidade conjugal na nossa sociedade ainda é muito pautado em uma cultura machista e patriarcalista, incluindo a existência de um “direito natural” do homem ser infiel e uma “obrigação moral e social” da mulher ser casta. Em outros posts aqui no blog (veja os links mais abaixo) já escrevemos sobre a origem histórica do adultério e sobre o conceito social e antropológico para infidelidade. Nossa intenção ao publicar o material – que tem como fonte a advogada Juliana Marcondes Vianna – não é fazer juízo de valor sobre o que é e o que não é traição, ou ditar regras sobre como os casais devem pautar sua vida afetiva. A intenção é esclarecer um fato de acordo com o que dizem as leis atualmente em vigência no Brasil. Para quem tem dúvidas sobre se a paquera virtual é motivo para divórcio ou não, Juliana esclarece os detalhes. Confiram:

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traicao virtual

*Infidelidade na era da internet
Traição virtual pode representar a quebra do dever de fidelidade e justificar o pedido de separação judicial

A internet, uma das principais invenções tecnológicas do século 20, contribuiu diretamente para o grande avanço nos processos de comunicação e, também, para o acesso à informação. Mas ao mesmo tempo que “diminuiu” as distâncias globais e aproximou pessoas de diversas partes do mundo, a internet facilitou, no âmbito das relações conjugais, a traição. Segundo o Art. 1566 do Código Civil Brasileiro, a troca de mensagens virtuais que revelem um envolvimento amoroso com terceiro evidencia a quebra do dever de fidelidade.

De acordo com a advogada Juliana Marcondes Vianna, associada ao Escritório Katzwinkel e Advogados Associados, a fidelidade remete à lealdade de um dos cônjuges para com o outro e o descumprimento deste dever ocorre, genericamente, de duas formas: por meio da conjunção carnal de um dos cônjuges com um terceiro (adultério) ou de atos que não revelem, a primeira vista, a existência de contato físico, mas que demonstrem a intenção de um comprometimento amoroso fora da sociedade conjugal (quase-adultério). “O simples descumprimento do dever de fidelidade, seja pelo adultério ou pelo quase-adultério, é suficiente para embasar um pedido de separação judicial litigiosa, conforme regulamenta o Art. 1572 do Código Civil”, explica.

foto imprensa
Juliana Marcondes Filho, advogada esclarece sobre infidelidade virtual

A infidelidade virtual pode ser comprovada pelas cópias de e-mails e mensagens em sites de relacionamento que estejam gravadas e disponíveis em um computador que seja de uso comum da família e que não exija senha de uso pessoal para o acesso das informações. “Se o computador é de uso pessoal de um dos cônjuges e se para acessar as mensagens se faz necessária a inserção de senha, é preciso que o outro cônjuge autorize o acesso, sob pena de estar configurado ofensa à garantia constitucional da intimidade e vida privada e a prova ser invalidada. Seguindo estas regulamentações, a apresentação desse material em Juízo é legal e válida”, completa a especialista.

Consequências da traição

Segundo a advogada Juliana Marcondes Vianna, após a comprovação da infidelidade de um dos cônjuges em um pedido de separação judicial litigiosa, os Art. 1578 e 1704 do Código Civil estabelecem que o cônjuge traidor pode perder o direito de uma o sobrenome do outro e se precisar, receberá pensão alimentícia apenas em valor indispensável para sua sobrevivência, isso se não tiver aptidão para o trabalho e nem parentes em condições de auxiliá-lo. Além disso, ela explica que as referidas consequências da traição são analisadas pelo Judiciário independentemente da aferição da culpa do cônjuge traidor pela separação. “O entendimento de grande parte dos tribunais brasileiros e da doutrina contemporânea de direito de família é no sentido de não declarar a culpa na separação. A idéia é que discutir a culpa nestes casos significa abrir espaço para um debate inócuo, desconsiderando que o rompimento da relação é resultado de uma sucessão de acontecimentos e desencontros próprios do convívio e das fragilidades pessoais de cada cônjuge”, detalha.

Apesar dos cuidados ao tratar da possível culpa, nos casos em que a infidelidade não foi apenas causa da ruptura do casamento, mas também, motivo de aniquilação da honra do cônjuge ofendido, que implique para ele em dificuldades e abalos psíquicos consideráveis, será possível a reparação pelo dano moral sofrido. “O cônjuge traidor não será declarado culpado pelo fim do casamento e nem sofrerá sanções específicas na separação por seu comportamento. No entanto, isto não quer dizer que quem sofre com a traição deva amargurá-la para sempre. Se o dano sofrido foi substancial, sua reparação, no âmbito da responsabilidade civil, pode ser avaliada”, finaliza Juliana Marcondes Vianna.

*Material encaminhado ao blog pela Lide Multimidia, empresa de comunicação.

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Outros posts sobre adultério, traição e infidelidade:

>>De onde vem a família moderna

>>Traição, infidelidade e afins

>>Histórias da infidelidade humana

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Ana Hickmann aposta no retrô em linha de bolsas

A coleção verão 2010 das bolsas Ana Hickmann está inspirada no shape retrô, com a presença forte dar cores vermelha, preta, nude e havana. A linha Sky, mais elegante, investe no metalassê. A linha Mithus tem formatos diferenciados, com tachas escovadas e grandes zíperes externos e internos. A Give tem apenas dois modelos, em verniz, com alça em couro ecológico.

As duas peças da linha Dakar são feitas em PU, com grandes bolsos, fivelas, argolas e arrematadas por tachas. A linha Safari é cheia de detalhes, com muita franja, tachas e apliques em metal. A Jacquard é mais clássica e conservadora, com detalhes discretos, incrementadas com ferragens, banho niquelado e compartimentos internos extra para objetos.

| SERVIÇO |
Para saber onde encontrar as bolsas, entre em contato com o SAC  pelo telefone: (11) 5534 1018

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Rede Pague Menos amplia linha própria de produtos

A rede de Farmácias Pague Menos ampliou a linha própria de produtos. Agora, são mais de 160 itens. Dentre eles, cosméticos e produtos de higiene pessoal. A marca está trabalhando com três linhas: a Amorável tem cremes hidratantes, sabonetes líquidos, sabonete em barra, solução para limpeza de lentes de contato,gel para massagem, dentre outros; A Dauf apresenta produtos de higiene oral, como escovas de dentes, enxaguantes bucais e fio dentais; já a linha Pague Menos conta com produtos de primeiros  socorros, como algodão, compressa, ataduras de gaze, esparadrapo, monitores de pressão, dentre outros.

A propósito, a rede enviou um kit bem bacana, contendo uma série de produtos que estão sendo lançados. Então, vou experimentar os produtos e comentá-los aqui com vocês. Se alguém já conhece os produtos, o espaço está aberto aos comentários e sugestões.

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Traça de Biblioteca: Drummond e outras letras

Para os amantes da poesia, a série Traça de Biblioteca nesta sexta-feira traz o lançamento de uma nova coletânea dos poemas de Carlos Drummond de Andrade. Para o público infanto-juvenil, indicamos o segundo volume da saga de Ulysses Moore. Já o relato, baseado em fatos reais, O Infiltrado, sobre a mafia e o FBI,  é para aqueles que gostam de investigar o submundo, numa mistura de filme policial noir e realidade. Para terminar, a série também destaca o romance da escritora portuguesa Margarida Rebelo Pinto, Pessoas Como Nós. Boa leitura!

NOVA REUNIÃO DE DRUMMOND
A coleção resgata poemas que Carlos Drummond de Andrade publicou originalmente pela José Olympio em 1969. A obra foi posteriormente ampliada pelo autor e reeditada com 19 livros (1983). Agora, são 23 livros de poesia compilados em 3 volumes.

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) nasceu em Itabira, Minas Gerais. Em 1921, vivendo em Belo Horizonte com a família, teve seus primeiros trabalhos publicados no Diário de Minas. Em 1924, conheceu Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral e nessa mesma época deu início a uma longa correspondência com Mário de Andrade, de quem recebeu orientação literária. Em 1927, fixou-se em Belo Horizonte trabalhando como redator e depois redator-chefe do jornal Diário de Minas. Ao completar 80 anos, o escritor recebeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e foi homenageado com exposições comemorativas na Biblioteca Nacional e na Fundação Casa de Rui Barbosa. Em 1984, decidiu encerrar a carreira de cronista regular, após 64 anos dedicados ao jornalismo. O poeta faleceu em 1987 deixando cinco obras inéditas: O avesso das coisas, Moça deitada na grama, Poesia errante, O amor natural e Farewell, além de crônicas e correspondências. Há livros de Drummond traduzidos para o alemão, búlgaro, chinês, dinamarquês, espanhol, francês, holandês, inglês, italiano, latim, norueguês, sueco e tcheco.

>>Visite o site oficial do autor

Drummond 1VOLUME 1, Oito livros de poesia:  Alguma poesia – Brejo das almas – Sentimento do mundo – José – A rosa do povo – Novos poemas – Claro enigma – Fazendeiro do ar

Edições BestBolso – Grupo Editorial Record
420 páginas
Preço: R$14,90

Drummond 2VOLUME 2, Seis livros de poesia: A vida passada a limpo – Lição de coisas – A falta que ama – As impurezas do branco – A paixão medida – Boitempo I

Edições BestBolso
392 páginas
Preço: R$14,90

Drummond 3VOLUME 3, Nove livros de poesia: Boitempo II – Boitempo III e SELEÇÃO DOS LIVROS: Viola de bolso – Versiprosa – Discurso de primavera e algumas sombras – Corpo – Amar se aprende amando – O amor natural – Farewell

Edições BestBolso
574 páginas
Preço: R$14,90

NAS AREIAS DO TEMPO

image002Neste segundo volume da série Ulysses Moore, Jason, Julia e Rick se aventuram nas dunas do Egito antigo.  Para quem não acompanha a série, na aventura anterior os leitores conheceram os gêmeos Jason e Julia que, com a ajuda de um espevitado garoto, Rick, desbravaram a mansão de Vila Argo, lugar de muitos segredos. Neste segundo episódio – Ulysses Moore — A loja dos mapas esquecidos -, os três amigos vão se deparar novamente com situações-limite que prenderão a atenção do começo ao fim. A aventura continua exatamente após o término do primeiro livro: depois de desvendarem vários segredos, os três descobrem um antigo navio, o Métis, escondido em uma gruta subterrânea. Ao explorarem o interior da embarcação, os jovens vão parar no antigo Egito, palco das novas aventuras. Adaptada pelo italiano Pierdomenico Baccalario, a série Ulysses Moore foi traduzida para diversas línguas e destaca-se por possuir uma narrativa leve, prazerosa e envolvente. O autor vai recheando a história com muito suspense, enquanto que familiariza os leitores com a trama e as personagens.

Ulysses Moore – A loja dos mapas esquecidos

Adaptação: Pierdomenico Baccalario

Selo: Prumo Jovem

232 páginas

Preço: R$ 29,90

O FBI E A MÁFIA

INFILTRADOA família Gambino é uma das cinco famílias da “Cosa Nostra”, em Nova York e é reconhecida como a família mais poderosa do crime nos Estados Unidos. A lista dos delitos é longa, mas em terras norte-americanas em vez da prática de extorsão, a máfia italiana dedica-se principalmente ao tráfico de drogas, aliado a crimes como homicídio, tentativa de homicídio e de violação, conspiração, roubo. Em 2008, os Gambino voltaram às manchetes com a prisão de 54 beneficiários, entre eles estava o novo chefão do clã, Frank Cali.  A ação foi resultado de uma investigação chamada “Old Bridge”, que monitorava famílias mafiosas de Palermo envolvidas com o tráfico de drogas entre a Itália e os Estados Unidos. Infiltrado – O FBI e a Máfia é uma história verídica sobre a investigação à família Gambino, conduzida por um agente secreto do FBI, que resultou em uma série de prisões. Joaquim “Jack” Garcia era um dos agentes mais improváveis do FBI. Cubano, naturalizado americano, um metro e noventa de altura e cento e cinquenta quilos, não era o típico G-man (Government man). Mas ele tornou-se um dos poucos agentes dedicados exclusivamente ao trabalho sob disfarce. A diferença entre Jack e a maioria dos agentes é que ele trabalha em vários casos importantes simultaneamente, infiltrado, às vezes fazendo malabarismos com cinco ou seis identidades e desempenhando os papéis correspondentes. Fez isso durante 24 dos seus 26 anos de serviço, com 45 investigações secretas de longa duração, além de incontáveis operações secretas de curta duração. Infiltrado – o FBI e a Máfia é um relato empolgante da luta entre a lei e o crime organizado, à altura de histórias clássicas, como Donnie Brasco: uma viagem ao submundo dos Estados Unidos, por meio das lembranças de um condecorado veterano do FBI. Em 2010, o livro ganha uma versão cinematográfica produzida pelo diretor de Che Steven Soderbergh com roteiro de Peter Buchman, também de Che. O título provisório da película é Making Jack Falcone.

Autor: Joaquim Garcia

Tradução: Vera Martins

Editora: Larousse do Brasil

320 páginas

Preço: R$ 49,90

PESSOAS COMO NÓS

pessoas como nosSucesso absoluto em Portugal e na Europa, Margarida Rebelo Pinto foi uma das responsáveis por levar a nova geração de autores lusitanos para o topo das listas de mais vendidos. Depois de conquistar o público brasileiro com os romances Não há coincidências, Sei lá e Alma de Pássaro, a autora regressa com Pessoas como Nós, um retrato implacável de uma geração de homens e mulheres entre 30 e 40 anos na atual sociedade urbana portuguesa. O que pode separar duas irmãs? Como se perde uma grande amizade? E o amor de uma vida? Três mulheres revelam seus temores, angústias e segredos surpreendentes, às voltas com sua própria solidão

Margarida Rebelo Pinto

Editora Record

272 páginas

Preço: R$ 39,00

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Artigo: A maratona emocional da reprodução assistida

Recebemos outro artigo preparado pela psicológica Luciana Leis, especializada em atendimento a casais com problemas de reprodução. Aliando conhecimento teórico sobre o tema e a prática cotidiana no consultório,  a especialista comenta a ansiedade de muitos casais que querem um filho a qualquer preço e do quanto essa impaciência pode afetar o próprio tratamento. Após ler o texto de Luciana fiquei refletindo também se em alguns casos, em que já se esgotaram tantos métodos, física e psicologicamente, não seria o caso de partir para uma adoção? Lógico que, muitos casais querem ter seu próprio bebê, legar seus gens, além de legar sua cultura. Filho, biologicamente falando, antes de mais nada , é descendência, é a forma que nós, seres perenes, temos de nos eternizar. Mas, ao educar, amar e criar uma criança adotiva – e são centenas as que aguardam um lar no Brasil  – podemos extrapolar as fronteiras da biologia e distribuir como herança um pouco das nossas ideias, da visão de mundo, dos sentimentos que nunca morrem e podem multiplicar-se naquela criança e em todos os que conviverem com o adulto que ela irá se tornar. Ainda assim, aos que estão passando por tratamentos de reprodução assistida e precisam de uma palavra de apoio e incentivo, segue o texto de Luciana:

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**A “maratona” emocional dos tratamentos de reprodução assistida

Luciana Leis*

reproducao assistidaQuando um casal recebe do médico o diagnóstico de infertilidade e a indicação de tratamento, muitas vezes, não faz a menor idéia do que vem a ser uma técnica de reprodução assistida. Ambos acreditam que, tão logo iniciem o tratamento, terão a tão almejada criança em seus braços. Porém, a realidade nem sempre é assim…

Para a maioria dos casais, são necessárias várias tentativas de tratamento até a realização do sonho, visto que, a cada tentativa, as chances da técnica dar errado são maiores do que as de dar certo. No entanto, muitas pessoas iniciam o tratamento, acreditando que engravidarão “de primeira”, negando para si próprias a possibilidade do “não”.

Em geral, com o resultado negativo, o tamanho da frustração costuma ser de acordo com o da idealização, sendo bastante dolorido esse processo, até que o casal possa se recompor emocionalmente. Há casais que chegam a abandonar o tratamento ou têm dificuldades para reiniciá-lo, justamente por não desejarem passar por esse sofrimento novamente.

Outra situação bastante freqüente nos tratamentos de reprodução humana assistida é a troca de médico, quando a tentativa de engravidar não dá certo. É necessário haver um responsável – ou um culpado – por esse fracasso, porque, para muitos, é difícil aceitar que tentar algumas vezes pode fazer parte desse processo. Presenciamos, muitas vezes, que a imagem de quase “Deus”, construída pelo casal para a figura do médico, de um momento para o outro, se inverte para a imagem do “Diabo”, que passou a castigá-los.

Muito comum também durante o tratamento é o casal querer logo mudar de técnica, se não obtiver o resultado desejado. Em certos casos, mesmo com a indicação médica para continuarem com o mesmo procedimento, o casal acaba insistindo em realizar “algo mais avançado”. Entretanto, já sabemos que as técnicas de reprodução humana assistida mais simples podem chegar a resultados positivos, e que quem decide o que pode ser melhor para cada caso são os profissionais que  acompanham o casal. Há casais que tentam controlar o que não é controlável, e acabam quase que atropelando o saber do médico.

Cada casal tem uma história particular e, assim como existem os que engravidam logo na primeira tentativa, há também os que precisam tentar várias vezes, até o resultado positivo de gravidez, que jamais seria possível sem a persistência e o real enfrentamento dessa situação.

luciana leis*Luciana Leis é psicóloga.

**Material encaminhado ao blog pela MW assessoria de comunicação.

Visite o blog da especialista:

>>compartilhandovidencias.blogspot.com

>>Para seguir Luciana Leis via twitter, clique aqui

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Outros artigos da autora que já publicamos:

>>Uma conversa séria sobre gravidez

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Saiba combinar gravatas com camisas

Um post útil para os meninos que precisam vestir-se formalmente no seu dia-a-dia e têm dúvidas sobre como combinar camisas e gravatas. Recebemos algumas dicas da grife masculina Remo Fenut, especializada em camisas, gravatas e ternos de diferentes tecidos e modelos, que tem campanha estrelada pelo ator-galã Thiago Lacerda.

Confiram, para não errar nos acessórios:

O que não fazer:

Evite cores berrantes, xadrez exagerado, camisas curtas no punho, calças curtas nos tornozelos e roupas de tamanho menor ou maior do que o seu manequim real. O exagero de acessórios ou cores desconectadas também estragam qualquer visual.

Tudo combinando:

Nas combinações, as camisas brancas e azuis caem muito bem com todos os tipos de gravatas e aceitam diferentes combinações. Quando optar por uma listrada, é necessário ter mais cuidado na escolha da gravata, pois requerem atenção tanto com a largura das listras, quanto com as cores. Já as camisas com quadriculado pequeno ficam  melhores com fundo neutro, como branco e azul para ocasiões mais formais.

É importante evitar camisas com xadrez (tipo escocês) porque são bem mais difíceis de combinar. A regra básica para combinar o visual com o terno, caso vá utilizá-lo, continua sendo a harmonia de cores com a camisa, mesmo que elas tenham padronagens ou texturas. Se a gravata tiver textura ou cor, ela pode ser usada com terno risca-de-giz, mas não use com camisas estampadas. Com exceção das camisas com listras ou quadriculados discretos, que ficam bem com gravatas de poás.

Engravatados:

As gravatas podem ser as tradicionais ou as mais finas, e se quiser poderá dispensar os prendedores, ainda que seja um clássico dos guarda-roupas. Fique atento a altura correta da gravata, que deve ser até o começo da fivela do cinto. Para o nó da gravata, faça o que sabe melhor, considerando que o colarinho italiano precisa ser preenchido.

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Mais posts sobre gravatas:

>>Não deixe a gravata te dar um nó

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Um tapinha dói mais do que a gente pensa

PalmadasRecebemos um material elaborado pela equipe da ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância) sobre castigos físicos e os danos psicológico e morais na infância e adolescência. Deixar de bater em um filho porém, não significa que vamos deixar de dar-lhe limites e de, em certos momentos necessários, usarmos nossa autoridade de pais e mães para recusar alguma coisa que sabemos que naquele momento não é adequado para nossos filhos. Existem outras formas de educar que são muito eficazes e que passam longe de puxões de orelha e surras. No contexto de sociedade em que nossos avós viviam e bem antes deles, a palmatória na escola e o cinto de fivela em casa eram a norma. Ouço muita gente dizendo que naquela época os índices de criminalidade e uso de drogas eram bem menores. No entanto, não era por causa das surras nas crianças, era por todo um conjunto de fatores sociais, incluindo o tamanho da população mundial, bem menor, a quase ausência de vida urbana, resquícios de regimes autoritários que iam do colonialismo às ditaduras do começo do século XX e outras variáveis. Não significa que a violência não existisse. Existia sim, em larga escala, como hoje, contra mulheres e crianças. A diferença é que naquela época, era legitimada pelo patriarcalismo. O que não quer dizer que não estivesse errado. Mas a sociedade evoluiu e é preciso que saibamos lidar com nossos problemas, incluindo a educação infanto-juvenil, de uma forma menos bárbara que antigamente. Do contrário, a ideia de civilização cai por terra. Dizer NÃO para uma criança é uma das formas eficazes de educar, mas sempre dizer um não contextualizado, para fazer a criança entender porque não pode isso ou aquilo. O que vejo por aí são muitos pais que abominam a palmada, mas também não conseguem controlar os próprios filhos, criando verdadeiros “monstrinhos”, pequenos ditadores que desconhecem o respeito ao próximo. Vale a pena ler a reportagem da ANDI e acessar os links indicados pela Agência. Mas vale também refletir sobre o que de fato estamos fazendo para educar as futuras gerações.

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**Castigos físicos, mesmo com caráter “educativo”, causam danos à saúde de crianças e adolescentes

Estudos demonstram que crianças expostas à violência doméstica podem acabar se transformando também em agressores

A linha que separa o castigo corporal autorizado do maltrato infantil é muito tênue

Castigos podem gerar problemas de saúde mental e comportamento anti-social

O castigo físico contra a criança e o adolescente dentro do próprio lar é uma das formas mais comuns de violência familiar cometida no Brasil e no mundo, praticada há tempos e socialmente aceita como método corretivo pela maioria dos pais. Para muitos, dar uma palmada ou puxar a orelha dos filhos quando se comportam mal, entre outras formas de castigo corporal, é uma maneira eficaz de educá-los, contribuindo para o controle e a disciplina.

palmadas 2Segundo o relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) lançado em agosto deste ano, somente 24 países proíbem os castigos físicos legalmente, e destes, apenas três são membros da Organização dos Estados Americanos (OEA): Uruguai, Venezuela e Costa Rica. Por outro lado, países como Peru, Brasil, Canadá e Nicarágua apresentaram recentemente iniciativas legislativas para proibir o castigo corporal contra as pessoas com menos de 18 anos. Em seu documento, a CIDH pede que os Estados proíbam toda forma de violência contra a infância e adolescência e solicita políticas públicas que enfoquem integralmente os direitos da criança. Estabelece, ainda, que até 2011, os países formalizem mecanismos de prevenção contra a violência infantil, incluindo medidas que possibilitem aos meninos e meninas denunciar maus tratos e, principalmente, serem ouvidos.

O relatório Mundial sobre a Violência e a Saúde (2002) e o Relatório sobre a Violência contra as Crianças, produzido pelo especialista Paulo Sérgio Pinheiro em 2006 para a ONU, conceituam a violência como o uso deliberado da força física ou do poder contra uma criança por uma pessoa ou por um grupo, seja por uma ameaça ou de forma efetiva, que cause ou tenha muitas probabilidades de causar prejuízo efetivo ou potencial à saúde dessa criança, à sua sobrevivência, seu desenvolvimento ou sua dignidade. Uma grande proporção de crianças e adolescentes em todo o mundo sofre significativa violência em seus lares. O estudo afirma, ainda, que grande parte da violência exercida contra o público infanto-juvenil permanece, por muitas causas, acobertada, dificultando a aplicação da justiça. Uma das razões para isso é o medo: muitas crianças têm temor de denunciar os episódios de violência que sofrem. Em outros casos, pais e mães, que deveriam proteger seus filhos, também por medo preferem o silêncio, principalmente se o responsável pela violência é o cônjuge ou algum membro da família.

palmadas 3A aceitação social da violência é um fator fundamental. Tanto as jovens vítimas quanto os agressores podem aceitar a violência física, sexual e psicológica como algo inevitável. E a disciplina cumprida mediante castigos físicos e humilhantes, intimidação e abuso sexual, com frequência é percebida como algo normal, especialmente quando não produz danos físicos “visíveis” ou imediatos.

Na publicação Situação Mundial da Infância 2007, o Fundo das Nações Unidas para a Infância – Unicef aponta que, todos os anos, 275 milhões de meninos e meninas de todo mundo sofrem violência doméstica e padecem das consequências de uma turbulenta vida familiar. No próprio lar podem ser identificados diferentes tipos de violência como a física, gerada ao se aplicar castigos corporais; a verbal e psicológica, manifestada por palavras ofensivas, xingamentos, humilhações, gritos e insultos; e a violência sexual contra crianças e adolescentes, que consiste em praticar condutas sexuais seja por ameaças, agressão física ou chantagem emocional.

Mesmo que meninos e meninas não sejam o alvo imediato da violência familiar, as consequências para seu desenvolvimento futuro são grandes e graves. Estudos demonstram que algumas crianças que foram expostas à violência doméstica acabaram se transformando também em agressores, perpetuando o círculo vicioso durante gerações. Pesquisas realizadas em alguns dos principais países em desenvolvimento – como China, Colômbia, Egito, Filipinas, Índia, México e África do Sul – indicam que existe uma notável correlação entre a violência contra as mulheres e a violência contra a infância.

Já na maioria dos países da América Latina, segundo a organização Save the Children Suécia, a magnitude do problema do maltrato infantil não está suficientemente visível. As estatísticas que descrevem a violência física contra meninos e meninas correspondem a fontes de informação parciais, uma vez que em nenhum desses países existem dados oficiais centralizados que quantifiquem as diferentes intervenções de instituições públicas e privadas que cuidam das vítimas infanto-juvenis.

Lesões Físicas e Psicológicas – A eficácia do castigo físico diminui com o tempo e o grau de severidade tem que ser aumentado sistematicamente. O castigo corporal contra crianças e adolescentes pode lhes causar não só lesões, mas danos permanentes e até levá-los à morte. Atitudes extremas como essas constituem o maltrato infantil, forma distinta de castigo físico. Nos Estados Unidos, uma revisão de 66 casos de maltrato infantil concluiu que tanto o abuso quanto o maltrato ocorrem na maioria das vezes como “uma extensão de ações disciplinares que, em algum momento, e aos poucos, cruzam a linha que separa o castigo corporal autorizado do maltrato infantil não autorizado”.

O relatório mundial sobre Violência e Saúde da Organização Pan-americana de Saúde, divulgado em 2003, investigou provas de que enfermidades importantes da idade adulta – entre elas a cardiopatia isquêmica, o câncer, doença pulmonar crônica, a síndrome do intestino irritável e a fibromialgia – podem estar relacionadas com experiências de maltrato durante a infância. Em casos extremos, apanhar quando pequeno pode trazer, ainda, consequências mais graves para a saúde, como transtornos psiquiátricos e comportamento suicida.

De acordo com uma investigação feita pelo professor Murray Straus, da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, meninos e meninas castigados fisicamente apresentam, depois de quatro anos, um coeficiente intelectual baixo em comparação com os que nada sofreram. No grupo mais jovem, as crianças que não apanharam apresentaram 4 pontos a mais em seu coeficiente de inteligência do que as crianças que foram castigadas fisicamente. No grupo de crianças entre os 5 e 9 anos de idade, aqueles que não apanharam tiveram 2.8 pontos a mais em seu coeficiente intelectual que do os que sofreram castigos físicos, depois de quatro anos.

violencia criançaJá um informe elaborado por profissionais da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, destacou que o castigo físico põe em risco as crianças, gerando problemas de saúde mental e comportamento anti-social. Os castigos corporais não melhoram a conduta dos pequenos, como se pensa. Ao contrário disso, as vítimas tendem a perder a concentração nos estudos e aumentam suas possibilidades de se tornarem pessoas agressivas, competidoras e com predisposição a desenvolver, no futuro, relações violentas.

Segundo Márcia Oliveira, oficial de Programa para a América Latina e o Caribe da Save the Children Suécia, a temática dos castigos físicos no Brasil já foi vista com muita resistência. Mas foi a partir de 2005 que começou a surgir adesão de alguns grupos locais, provavelmente como reflexo do movimento internacional que estava sendo configurado. “A violência punitiva no Brasil começou com os escravos, depois com a mulher. A mulher lutou muito contra isso e nem em relacionamentos é mais permitido qualquer tipo de agressão, principalmente depois da lei Maria da Penha. Até com os animais é proibido o uso de violência, nos circos existe todo um cuidado, uma cobrança. Só com as crianças que a violência física continua sendo permitida. Temos que pular esta etapa de igual forma, ainda mais quando o que sustenta esta prática é o mito da validade do castigo com fins de educação”, defende.

Márcia lembra que muitas pessoas não percebem os castigos físicos e humilhantes como uma forma de violência. E é essa violência que pode, em alguns casos, levar a criança para a rua. “Não é tanto a questão da pobreza, mas é a violência que leva a criança e o adolescente para a exploração sexual, para as drogas, para a prática do bullying. Não é uma causa única, mas contribui para o processo. Uma criança ou um jovem que pratica o bullying contra os colegas, por exemplo, normalmente está refletindo o que vive em casa, propagando a violência para o ambiente escolar”, aponta. “Se há presença da violência no espaço de maior proteção da criança, que é a família, imagina nos outros espaços”, lamenta Márcia.

Saiba mais:

>>Relatório sobre o Castigo Corporal e os Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes 2009 – Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) (em espanhol)

>> Situação Mundial da Infância 2007 – Unicef (em PDF)

>>Abuso Sexual Infantil e Exploração Sexual Comercial Infantil na América Latina e no Caribe 2006 – Save the Children Suécia (em espanhol)

>>Rede Não Bata, Eduque

>>Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância

**Material encaminhado ao blog via email pela assessoria de comunicação da ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância)

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Moda para ler

Dois lançamentos do mercado editorial voltados para moda e design. O primeiro é o livro Eco Chic – O guia de moda ética para a consumidora consciente. O livrp explora o impacto que a fabricação de roupas tem no meio ambiente, na saúde humana e no bem-estar animal e mostra como descobrir as marcas que tingem jeans sem agredir o meio ambiente. Além disso, ensina como aproveitar melhor as roupas e como conservá-las bonitas e com cor por mais tempo. Há ainda uma interessante discussão sobre como os tecidos mais comuns do mundo – algodão e poliéster – tiveram impacto não apenas em nossos guarda-roupas, mas também na economia e política mundial.

Autora: Matilda Lee

Tradução: Sheila Mazzolenis e Mario Ribeiro

Editora: Larousse do Brasil

224 páginas

Preço: R$ 29,90

O outro lançamento é a Coleção Fundamentos de Design de Moda da Bookman Editora, que oferece as habilidades e os conhecimentos básicos para começar a jornada de criação de uma coleção detalhada, inovadora e criativa. Fazem parte da coleçao as obras: Pesquisa e Design e Tecidos e Moda. Em Pesquisa e Design, de Simon Seivewright, há uma abordagem detalhada sobre como pesquisar idéias para o desenvolvimento de produtos. O livro também discute todas as diferentes fontes de pesquisa, desde museus e galerias de arte até a moda de rua e trajes de época, introduz os principais aspectos da pesquisa de moda com explicações concisas e exemplos de projetos contemporâneos. Dos tipos de briefing à escolha de temas e conceitos, do desenho à modelagem, dos croquis básicos ao desenvolvimento de peças personalizadas. Já a obra Tecidos e Moda, de Jenny Udale, apresenta os principais tecidos utilizados na fabricação de peças de vestuário e suas características, com explicações e exemplos de projetos. Dos tipos de fio aos processos de acabamento, do bordado à ornamentação, do design à produção têxtil, o leitor aprenderá tudo o que precisa para escolher o tecido certo para suas criações. Além disso, a obra apresenta criações de talentosos designers e outros profissionais da indústria da moda, utilizadas como exemplo para ilustrar o texto.

Fundamentos de Design de Moda: Tecidos e Moda

Autor: Jenny Udale

176 páginas

Preço: R$ 76,00

Fundamentos de Design de Moda: Pesquisa e Design

Autor: Simon Seivewright

176 páginas

Preço: R$ 76,00

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