Test Drive: Linha de Tratamento Seda Professional

ALANE – Lembram que há algum tempo colocamos um post aqui falando dos dois cremes de tratamento da linha Seda Professional que recebemos da marca para testar e apresentar nossas impressões? Chegou o dia de dividir as experiências sobre o Regeneração Capilar Completa, indicado para cabelos quimicamente danificados. Utilizei o produto por mais de um mês, semanalmente.

Para começar, lá atrás quando a caixinha com os dois cremes de tratamento chegou, achei uma maravilha, porque meu cabelo é quimicamente tratado. Eu sou naturalmente cacheada, mas há vários anos uso produtos químicos para estirar os cachos. Particularmente, gosto da praticidade dos cabelos alisados. Acordo sempre pronta para enfrentar a rotina diária, que começa normalmente às 6h e só acaba por volta das 23h.

Usei o creme sempre aos domingos, quando normalmente tiro o dia para dar uma atenção especial às madeixas. Segundo a embalagem, ele contém 20 ativos e promete hidratação profunda, com fios ultra reconstruídos e resultado profissional. Uma coisa bacana é que ele não contém sal. Segui a orientação de uso: lavar os cabelos duas vezes, garantindo higienização completa; aplicação por mecha no cabelo úmido; deixei agir por 20 minutos.

Uma outra sugestão é o uso de touca térmica para intensificar os resultados. Eu não fiz o teste com a touca por três razões: não tenho touca, não gosto de nada que esquente meus miolos e hoje em dia tem produtos muito bons que agem super rápido.

O resultado, visualmente, vocês podem ver aí do lado. Percebi que meus cabelos ficaram com um brilho lindo logo depois que secavam. Também ficam hidratados e macios. Mas, gente, sinceramente, fiquei esperando o resultado profissional.

Não consegui enxergar nada tão mágico assim. Ok, os cabelos ficaram bacanas. Mas também ficam bacanas com uma série de outros produtos. E ultimamente tenho sempre preferido os produtos que fazem efeito com o mínimo de tempo possível. Tudo bem, essa é uma particularidade minha, mas 20 minutos é tempo demais para mim.

ANDREIA – Além de testar o creme de regeneração completa, também testamos o de Realinhamento de Cutículas, que na fórmula diz ter Pró-Ceramidas, Elastina-H e Arginina A. O produto promete hidratação profunda, tem pH 3.3 e é sem sal (segundo o cartucho). É indicado para quem faz uso da escova progressiva com frequência.

Embora já tenha algum tempo que eu não faça progressiva no cabelo, nem faça cauterização ou qualquer procedimento químico (com exceção de tintura), os cabelos estão sempre sujeitos à agressão (ar condicionado do trabalho, poluição, sol, o cloro da piscina na hidroginástica) e como estão compridos, uma hidratação que se pretende profissional  e profunda é sempre bem-vinda. Mas aí tenho de concordar com a companheira de blogagem Alane, fiquei esperando o resultado profissional e infelizmente, ele não veio. Nos dois produtos, tanto o roxinho descrito por Alane, acima, quanto o verdinho (aí na foto ao lado), o que notei é que ele funciona como um condicionador mais potente que aquele que geralmente usamos no dia-a-dia. Mas hidratação de salão, comigo também não funcionou.

O produto da Seda tem como vantagens, na minha opinião após usar por dois meses (usei cada produto um mês e para testá-los suspendi o uso, no período, das  outras máscaras que costumo usar e que, honestamente, me deixam bem mais satisfeita), o cheiro gostoso e o brilho que deixa nos cabelos logo após a lavagem. Sou sensível a cheiros e louca por perfume, então, cosméticos em geral já me ganham pelo olfato, mas a gente não vive só disso. Notei um brilho intenso mesmo e maleabilidade ao pentear, cabelo desembaraçado, que, acredito que para quem faz escova com frequência, facilite bastante. Mas, caso você não seja tão adepta da escova e prefira os cabelos que secam naturalmente e que fazem os cachos ou ondulações também naturais, não vai notar muita diferença. O efeito dura pouco e se você se submete às mesmas agressões de sempre (ar condicionado, suor, poluição, sol, cloro da piscina na hidroginástica…) pode ter certeza de que vai desarmar tudo e o cabelo voltará à estaca zero. Não notei uma melhora progressiva na textura dos fios, por exemplo.

A consistência é só um pouco mais concentrada do que a de um condicionador comum

Outra promessa da embalagem é a alta consistência do produto. De verdade, mesmo? É só mais grossinho que um condicionador comum e em alguns casos, para condicionadores super potentes de marcas mais caras, é bem mais ralo. No fim das contas e conta é sempre importante, o diferencial do produto da Seda é o preço x quantidade: um quilo de creme sairá em média por R$ 15,00 e vai dar para usar uns quatro meses, a depender da quantidade (não precisa exagerar, porque ele enluva bem). Para quem não usa nada nunca, vale ter no banheiro para substituir o condicionador no dia a dia. Foi assim que adotei após ter seguido os test drive e não ter visto resultados compatíveis com as promessas da marca.


Leia Mais

Nas Unhas: Miucha (Ana Hickmann)

Estava ansiosa para pintar as unhas com o Miucha. Eu tenho o vidrinho há bastante tempo, mas nunca havia testado sua cor. Quando veio a ideia de fazer a enquete, pedindo a ajuda de vocês na escolha do esmalte, o Miucha foi o primeiro que catei na caixinha para oferecer como opção.

E, para minha alegria, o esmalte foi também o segundo mais votado da enquete, perdendo apenas para o Figo (Impala). Como a diferença de votos entre os dois foi super pequena, de apenas um, achei mais justo trazer as duas tonalidades ao blog, uma na sequência da outra, para satisfazer à curiosidade dos que votaram em um e no outro.

O Miucha é um esmalte perolado. O que pude perceber nas unhas é que ele tem um fundo marrom, mas o tom perolado é puxado para o vermelho, o que o deixa muito bonito e extremamente elegante. Em um ambiente mais escuro, é difícil perceber esta variação de tonalidade, mas quando exposto à luz, o esmalte ganha um charme todo especial.

Como queria mostrar esta variação de tonalidade, fiquei um pouco restrita na escolha das fotos. Acabou que todas estão com uma atmosfera bem parecida. Mas a ideia foi justamente tentar passar para vocês a real tonalidade do Miucha à luz do dia. Não é necessário flash para visualizar os brilhos. Na luz natural, eles já ressaltam.

Particularmente, gosto de esmaltes perolados. Acabam sendo um resquício da época em que era indispensável colocar um cintilante por cima da cor cremosa. A diferença é que o perolado tem um visual muito mais natural e mais leve. E o Miucha em especial é um perolado bem sensual. Como assim? O esmalte deixa as mãos lindíssimas, dão um up visível ao conjunto.

E então, meninas, gostaram do resultado? Beijos!

Leia Mais

Avon investe em novos produtos da linha Color Trend

A Avon lançou novos produtos da linha de maquiagem Color Trend, uma das mais populares da marca. Com a assinatura “Expresse as cores em você”, os produtos contemplam cinco novas cores de esmaltes: Prata Glitter, Black, Vinho Charme, Bailarina e Rosa Natural; além de novas cores de batom translúcido ultra brilho. Há ainda corretivo líquido e sombra em lápis. A Color Trend é a  divisão da marca focada no público jovem. Os lançamentos, segundo a assessoria da Avon no Brasil, respondem aos principais segmentos do mercado: olhos, face, boca e unhas.

Detalhes sobre as novidades:

Esmalte Brilho e Longa Duração – (Preço Sugerido R$ 2,70)
Os esmaltes de longa duração prometem secagem rápida, cobertura uniforme e brilhante. Com o lançamento das novas tonalidades, a cartela passa a ser composta por 35 tons.

Crystal Batom Labial FPS 15 – (Preço Sugerido R$ 8,00)
Batom translúcido com ultra brilho e pérolas cintilantes na formulação, que prometem um efeito luminoso aos lábios. A fórmula contém extratos naturais de romã, nenúfar e lótus, que são emolientes, aumentando a hidratação. São seis cores diferentes: Cereja Quente,  Pêssego Deslumbrante, Doce Rosado, Café Divino, Morango Choque e Caramelo Luminoso.

Lápis Sombra para olhos – (Preço Sugerido R$ 13,00)
Sombra cremosa com acabamento cintilante, em embalagem prática para carregar na bolsa. São seis cores: azul, marrom, cappuccino, prata, rosa claro e verde.

Corretivo Líquido – (Preço Sugerido R$ 10,00)
Promete cobrir perfeitamente as áreas escuras ao redor dos olhos. Produto formulado com pigmentos refletores de luz que disfarçam as imperfeições, criando aparência mais jovem e suave. Promete também acabamento seco para um look natural. Disponível em três tonalidades: Bege Claro, Bege Médio e Natural.

Kit de demonstração:

Display enviado pela assessoria da Avon com itens da linha Color Trend

Já usamos a linha Color Trend no dia a dia e eu tinha acabado de adquirir, via uma amiga que é revendedora da marca, o batom Morango Choque, que estou gostando bastante tanto da cor quanto da hidratação nos lábios. Atualmente é ele que está na necessaire, juntamente com o Vermelho Glamour da linha Hydraseduction. No entanto, a assessoria nacional da Avon me enviou um display com alguns dos novos produtos da linha e também outros dos já tradicionais, como o pó compacto, o delineador e máscara alongadora. Alane e eu estaremos em breve providenciando Test Drives para comentar nossas impressões!

Serviço: Os novos produtos da linha Avon Color Trend podem ser adquiridos via 1,1 milhão de Revendedores Autônomos Avon; pelo telefone 0800-708-2866 ou no folheto da loja virtual: www.folhetoavon.com.br.

Leia Mais

Unifacs promove Mostra EcoDesign

Os formandos em Design de Interiores da Unifacs promovem, nestas quarta e quinta-feiras (dias 15 e 16/06), a Mostra Ecodesign, com ambientes concebidos em materiais reutilizáveis. A Mostra é aberta ao público e acontece no auditório do Campus Amaralina. Na abertura do evento, nesta quarta, às 19h30, um representante da CAMAPET – Cooperativa de Coleta Seletiva Processamento de Plástico e Proteção Ambiental – fará palestra sobre a produção de bijuterias e móveis em papel e garrafas pet. Para saber mais do tema, visite: ideiasecodesign e ecodecorando.

Conversa de Menina indica: atitudes sustentáveis!

Leia Mais

Enquete: com qual rosa pintar as unhas?

Oi, meninas. Estou aqui de novo para pedir a ajudinha de vocês na escolha do esmalte. Gostei da nossa última enquete e decidi repetir a brincadeira, desta vez com alguns tons de rosa.

Na última enquete, a votação maior foi pelo Figo (Impala), cujo post pode ser visto aqui. O próximo esmalte a aparecer por aqui será o Miucha (Ana Hickmann), o segundo mais votado da enquete passada. E depois do Miucha virá o mais votado deste post.

A enquete segue a ordem da foto, da esquerda para a direita, para ajudar na escolha de vocês. A imagem pode ser ampliada, é só clicar nela. Participem da brincadeira, votando abaixo!!

Leia Mais

Revisando a polêmica sobre livro do MEC

Demorei a tocar no assunto para ter tempo suficiente de formatar minha posição, e como nunca é tarde para se discutir educação, decidi trazer o tema e abrir a discussão aqui no blog. A motivação deste post foi a recente polêmica envolvendo o livro didático de português “Por uma Vida Melhor”, adotado este ano pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC) em mais de quatro mil escolas públicas em todo o Brasil.

Li bastante a respeito do tema. Imprimi um capítulo do livro, inclusive, para analisar cuidadosamente a forma como a autora organiza suas colocações e ensina a língua portuguesa, antes de vir aqui abrir a discussão e expor minha opinião. E para começar, vou contextualizar, colocando logo abaixo uma das partes consideradas polêmicas no livro e alvo de grande comoção da mídia:

“Você pode estar se perguntando: “Mas eu posso falar ‘os livro’?” Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas. O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião“.

A primeira pergunta a se fazer é: “A autora está falando alguma inverdade?” Não, de fato ela não está. Mas a meu ver o problema é outro. Eu entendo que é fundamental desenvolvermos uma compreensão crítica referente às diferentes formas linguísticas. Precisamos mesmo conseguir visualizar que a comunicação pode funcionar ainda que não estejamos nos expressando por meio da norma culta.

No entanto, também é indispensável conseguir entender que tudo tem o seu tempo, inclusive quando estamos tratando da educação. Para que possamos começar a discutir formas de expressão linguística, entendo eu, precisamos, primeiramente, dominar a norma culta. O cerne da questão é que temos um problema sério na educação brasileira e, antes de polemizar, precisamos resolver este problema.

Não estou aqui para discutir Paulo Freire ou as teorias acerca da educação. Meu objetivo é simplesmente expor o que penso sobre o assunto e abrir espaço para que vocês entrem no debate e se posicionem. Primeiramente, entendo que a criança, inicialmente, precisa de limites e de regras. Antes de levantar qualquer questionamento sobre formas linguísticas, a criança precisa aprender a norma culta.

Não acredito que crianças e adolescentes tenham maturidade suficiente para discutir preconceito linguístico. Até porque, as bancas que corrigem redação do Enem, do vestibular ou de qualquer concurso público, por exemplo, não vão considerar o argumento do preconceito linguístico para aumentar a nota de aluno algum. Também se quiserem prestar um exame em outro país de língua portuguesa, tampouco este argumento será viável.

A meu ver, esta é uma discussão que precisa existir, mas em um outro momento. Em uma fase posterior, em que o indivíduo já tenha consciência da importância de dominar a sua língua. A partir daí, sim, ele poderá desenvolver uma consciência crítica sobre linguística e formas de expressão, sem, entretanto, cair na perigosa armadilha de confiar no argumento do preconceito linguístico.

Eu não sou contra que um livro sobre a língua seja abrangente a ponto de incluir discussões tão relevantes sobre as variedades linguísticas e formas de comunicação. O que eu repudio é que isto seja ensinado às crianças antes mesmo de elas terem o domínio da norma culta. Acredito que a fase da infância e adolescência é fundamental para a formação. Neste momento, ela precisa ter a base. Ela precisa conhecer a norma.

Hoje, os brasileiros mal sabem falar, mal sabem escrever. Concordância, regência e crase, por exemplo, viraram bicho-papão. Difícil hoje em dia ler um texto inteiro sem que identifiquemos um erro de português pelo menos. E precisamos, sim, de um parâmetro, que é a norma culta. E, ao meu ver, precisamos dominá-la antes de levantarmos qualquer bandeira.

Leia Mais

Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – IV

E para fechar a série Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor, um texto de Ricardo Sá, escritor e membro da Canção Nova, sobre as escolhas do amor. Obrigada a todos que curtiram os textos e para não perder nenhum artigo, mais links:

==================================

>>Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – I (namoro virtual)

>>Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – II (namoro e tempo)

>>Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – III (namoro e prazer)

==================================

Amor é decisão

*Ricardo Sá

Desde que ouvi falar que o amor é uma eleição – afinal, elegemos a pessoa que passará o resto de nossas vidas conosco –, lembrei-me de meus pais e de seus inúmeros conflitos. Bem que eles podiam ter escolhido o amor, ao invés das intrigas. Compreendi que escutar “eu te amo” é direito da pessoa amada tantas vezes quantas ela tiver necessidade de ouvir.

Lembrei-me também dos amigos que passaram por minha vida, de alguns dos quais estou distante há tanto tempo, mas que permanecem em mim, pessoas que se alojaram em minha alma sem que eu tivesse que escolhê-las. Simplesmente vieram e fazem parte do que eu sou! Não daria certo contar a história de minha vida sem passar pela vida delas. Coisas que somente o Amor explica!

Fui compreendendo que o amor é uma experiência tão linda e exigente que requer muito mais do que meus sentimentos. Pede minha alma, minha consciência, “queima de fosfato” e decisão. Quando a gente ama, fica mais parecido com Deus! Assim, amor de verdade é coisa de decisão! Amo, quando decido fazer do ser amado a pessoa mais feliz do mundo e deixo isto bem claro, isto é, digo mesmo: “Meu bem, prepare-se para ser a pessoa mais realizada deste planeta. Aqui está, bem do seu lado, quem te ama e fará de você o habitante mais feliz da Terra”.

Daí passarão os anos, virão as tempestades, as mudanças de comportamento – ninguém é uma fotografia que a gente tira e pronto, “é assim que ela é”. Não! As pessoas mudam, repensam seu modo de ser, retraçam os planos, mudam por causa das exigências da vida, saúde, projetos que a gente não faz. Mas quem eu amo continua sendo quem é: a pessoa que eu escolhi amar!

Amor que a gente escolhe amar dura para sempre. Por isso, “treinar” o amor gera insegurança e imaturidade afetiva, inibe a capacidade de amar e desprepara o casal para assumir aqueles compromissos necessários que geram fundamental gratuidade para que o amor floresça e cresça. Por isso, o amor, quando precisa ser “treinado”, não é o amor divino, vindo de Deus. Ele é superficial, não é um sentimento que surge da alma de ambas as pessoas envolvidas no relacionamento.

Muitos me perguntam como percebemos o amor verdadeiro. E eu vos digo: que o amor de Deus é aquele repleto de nobres sentimentos, como a partilha, a amizade profunda, o respeito mútuo e o sentimento de admiração um pelo outro, além, claro, do sentimento de fato de amor pelo companheiro (a). Todo esse conjunto é o que resulta no mais bonito dos sentimentos, que é o amor divino e realmente verdadeiro, o “amor que a gente escolhe amar”.

Infelizmente, vivemos hoje uma época de inversão de valores. Muitas pessoas vêm escolhendo o falso amor, aquele que supre carências momentâneas e as prende em uma vida infeliz. Um casamento feliz é um namoro que deu certo, justamente porque os dois souberam dar os passos adequados na direção da descoberta um do outro. E quando chegou a hora da entrega total, inclusive de corpos, já experimentaram aquele sentimento profundo de que pertencem um ao outro, sem direito à devolução.

*Ricardo Sá é membro da comunidade Canção Nova, músico, autor de cinco livros e apresentador do programa “Trocando Ideias” naa TV Canção Nova.

**Texto publicado mediante autorização e respeito à autoria e integridade do conteúdo e ideias do autor. Enviado ao blog pela assessoria da Canção Nova.

Leia Mais

Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – III

E o terceiro texto do dia é também da psicóloga e educadora Maria Helena Vilela, que foi quem abriu a nossa série Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor. O tema agora é o prazer sexual e sua importância, que é tão grande quanto a necessidade de afeto que todos temos. Nos links abaixo, os dois primeiros textos da série:

==================================

>>Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – I (namoro virtual)

>>Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – II (namoro e tempo)

==================================

O DIREITO AO PRAZER SEXUAL

*Maria Helena Vilela

Um beijo, uma carícia especial… E pronto!!! O cérebro é invadido por uma onda gigantesca de excitação que leva a pessoa ao prazer sexual. A explicação para o prazer se esconde atrás de algumas minúsculas partículas químicas encontradas no organismo chamadas endorfinas, substâncias naturais produzidas pelo cérebro que nos relaxam e preservam da dor e que dão enorme prazer.

Este caldeirão químico, associado a uma cadeia de processos físicos e psico-emocionais que começam a interagir logo no despertar do desejo sexual, produzem no indivíduo uma especial sensação de bem-estar que torna a atividade sexual fundamental para a saúde e para a qualidade vida.

O prazer sexual é apenas o acorde final da grandiosa sinfonia, chamada relação sexual. Para que ele aconteça, outras emoções e comportamentos precisam ser apresentados, anterior ou concomitante ao prazer – a expressão sexual. É ela a responsável pelo encontro sexual e amoroso. É no cantarolar uma música, num sorriso, no tom da voz, no jeito de dançar, no perfume que se usa, no humor, numa brincadeira, em tudo isso há um encantamento que chama a atenção do outro e desperta a afetividade e o desejo sexual.

Num casal, os indivíduos devem compartilhar seus desejos, dizendo um ao outro do que gostam sexualmente, conversando sobre as fantasias, ensinando ao outro os segredos do corpo e tocando o outro do jeito que lhe agrada; enfim, revelando-se para que o outro descubra o caminho do prazer. É na descontração da manifestação dos interesses sexuais e no desprendimento do medo de julgamento que se dá o envolvimento sexual do casal e o sucesso do relacionamento.

*Maria Helena Vilela é diretora do Instituto Kaplan – www.kaplan.org.br

**Texto publicado mediante autorização e respeito à autoria e integridade do conteúdo e ideias do autor. Enviado ao blog pela assessoria do Instituto Kaplan, entidade de educação sobre sexualidade para jovens.

Leia Mais

Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – II

Continuando a série Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor, publico agora um texto do consultor Christian Barbosa sobre namoro e falta de tempo. Apreciem sem moderação e no link abaixo, o primeiro texto da série, sobre namoro virtual:

===================================

>>Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – I

====================================

VOCÊ NÃO NAMORA POR FALTA DE TEMPO?

*Christian Barbosa

Seja por receio de serem tachados por algum apelido constrangedor, como solteirões e encalhados, ou, ainda, o medo de ouvir a frase certa dos parentes e amigos “vai ficar para titia”, muitos homens e mulheres, ao serem questionados do porquê de não namorarem, dizem logo: Ah, não tenho tempo para isso! Pode até ser que a pessoa esteja realmente com uma vida muito agitada e repleta de atividades, mas ter ou não tempo para dedicar a um parceiro não é a melhor das desculpas.

Quando realmente queremos algo, mesmo se estamos com a agenda lotada de compromissos e a semana cheia de tarefas, damos um jeitinho de encaixar aquela atividade em nosso dia. Você nunca quis, por exemplo, conhecer um restaurante indicado por alguém, mas ele era longe da sua casa e da sua rotina, e, mesmo assim, deu um jeito de separar um tempinho para chegar até lá? Ou foi convidada para uma festa muito legal de uma amiga, mas descobriu que tinha algo agendado para aquele dia, e, ainda assim, conseguiu ir aos dois compromissos? Pois é, quando queremos namorar de verdade, conseguimos tempo e mais tempo para estarmos ao lado desta pessoa.

No caso dos homens, assumir que está solteiro há um tempo não é um problema, já que a maioria das pessoas entende isso como: ele quer curtir a vida. Mas quando se trata de uma mulher, acreditem, em 2011 as pessoas ainda dizem: está encalhada, hein?! Talvez esse seja o maior motivo de ninguém assumir que está solteira porque quer, ou porque não conheceu a pessoa certa, ou simplesmente porque quer dedicar seu tempo para outras atividades.

Mas, se você não se encaixa em nenhuma desses motivos e ainda acredita que não namora por falta de tempo, que tal organizar a sua agenda para que isso não seja mais fator determinante na sua vida? Você pode começar organizando a semana. Adote um método de administração pessoal das suas atividades, pode ser um caderno, uma agenda ou um software. O importante é que você descreva a tarefa e o tempo que levará para realizar cada uma delas. Não se esqueça de separar um tempo para os imprevistos, aquelas tarefinhas que aparecem sem estarem previstas.

Depois de organizado, é hora de aproveitar o seu tempo livre. O que fazer com ele? Que tal prospectar candidatos a namorados? Aproveite para sair com os amigos ou amigas, conheça mais teatros, parques, faça novas amizades, curta um tempo só para você e, principalmente, entenda que o tempo não é o culpado das não realizações dos seus desejos e sonhos. Você é quem deve administrá-lo da melhor maneira para que o seu dia seja produtivo e realizador.

Namorar realmente não é fácil, mas, por outro lado, é muito bom poder contar com uma pessoa em situações difíceis e ter alguém para curtir um domingo de outono. E ser solteiro também tem seu lado bom, como conhecer pessoas, lugares, poder assumir atividades sem, necessariamente, consultar alguém e fazer o que der vontade. O importante é estar em dia com a sua agenda e ter tempo para fazer qualquer atividade que queira. E, quando te perguntarem novamente se você namora, é só dizer: tenho tempo, mas não quero. E seja feliz!

*Christian Barbosa é especialista em administração de tempo e produtividade, fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo e é, alék de consultor e palestrante, autor dos livros: A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo e Estou em Reunião. É ainda co-autor da obra Mais Tempo, Mais Dinheiro.

**Texto publicado mediante autorização e respeito à autoria e integridade do conteúdo e ideias do autor. Enviado ao blog pela assessoria de Christian Barbosa.

Leia Mais

Especial Dia dos Namorados: artigos para pensar no amor – I

Em comemoração ao 12 de Junho – e aqui tanto faz se você está só ou acompanhada (o) no momento -, selecionei quatro artigos sobre o amor e suas mais variadas formas de expressão para compartilhar aqui no blog ao longo deste domingo. Do namoro virtual aos que afirmam não namorar por falta de tempo, ou oportunidade; da preocupação com o prazer próprio e o do outro, até as muitas definições para o amor, dizem até que ele é uma “eleição”, tem tema de reflexão aí para meninas e meninos de todas as idades e orientações. Dos teens aos adultos. Espero que aproveitem!

Namoro virtual – A ficção é uma realidade

*Maria Helena Vilela

O namoro virtual tá aí, e veio pra ficar. Não adianta os adultos condenarem, ou mesmo achar que é o fim do mundo alguém buscar encontrar sua cara metade pela internet, sem que nunca tenha tido qualquer contato pessoalmente. O que era ficção virou realidade, e faz parte do dia-a-dia de muitos jovens, e adultos também! Apesar das pessoas estarem conectadas por um computador, elas se observam, criam estratégias amorosas, atuam e decidem o rumo de sua própria história.

A comunicação entre os homens passou por sinais de fumaça, ruídos de tambores, mensageiros, correio aéreo, telégrafo, telefone e, agora, a internet… Uma questão de segundos, e pronto! Consegue unir milhares de pessoas que disparam idéias e imagens que podem perfeitamente nos fazer se apaixonar – sejam elas, vinda de pessoas reais ou de personagens criados para chamar a nossa atenção.  A Internet é uma comunicação poderosa; um canal para conversar, trocar experiências, passar o tempo, conhecer pessoas, e por isso muita gente chega a namorar.

O encontro amoroso pode dar certo ou não, ser desastre, mas também pode ser… muito bom!!   Portanto, é preciso estar de olho nos pros e contras de um namoro virtual.

Situações positivas:

>>Encontrar a pessoa que interessa – O grande lance da internet é a quantidade de pessoas que você pode conhecer. Ela cria a possibilidade de se acha de tudo: mulheres, homens, homossexuais e bissexuais, solteiros, casados, velhos, novos, engraçados, sérios, cultos… é uma espécie de vitrine virtual, de pessoas que como a gente, trabalham, estudam, e querem ser felizes.

>>Namorar – Não existe mais o problema de garotas e garotos estarem limitados ao relacionamento com pessoas que fazem parte do seu ciclo social. Se uma garota, por exemplo, é uma pessoa caseira, ou mora numa cidade muito pequena, com poucas oportunidades para conhecer gente nova; com um computador e um pouco de tempo, logo, logo estará namorando. Segundo os entendidos, o negócio funciona! A internet é uma boa alternativa para quem quer flertar, namorar e até casar. Para se ter uma idéia, há um site de relacionamento que já conseguiu reunir um total de 16 milhões de cadastrados e, segundo o próprio site informa, recebe uma média de 2,5 milhões de visitantes únicos por mês.

>>Amplia o conhecimento afetivo e sexual – O anonimato deixa as pessoas mais a vontade para por em prática seus desejos e confessar o seu pensamento sobre a vida, suas vontades e seus sonhos. Isto pode ajudar as pessoas a conhecer melhor como garotos e garotas agem, pensam e se comportam sexualmente,  ampliando o olhar para a relação a dois.

>>Treino amoroso – Namorar ao vivo, a cores, com alguém de carne e osso que pensa, fala, acaricia e tem desejos a serem compartilhados e negociados pode ser, inicialmente, muito difícil para o adolescente.  Alguns por terem vários amigos, se enturmam com facilidade e o “ficar” e namorar acontece naturalmente. No entanto, há jovens mais tímidos e reservados, que quase não têm amigos e esse contato afetivo não acontece, ou é até assustador. Ao mesmo tempo em que ele deseja, também tem medo. Há alguns anos, pouca coisa poderia ser feita a não ser enfrentar o medo ou ficar sem namorar. Hoje, o namoro virtual pode ser muito útil nestes casos. Ele permite treinar habilidades para um relacionamento real no futuro – aprendem-se palavras, gostos e interesses do sexo oposto, ao mesmo tempo em que ajuda o jovem a desinibir e a se soltar de uma maneira mais segura.

 Situações negativas:

>>O risco de decepção é maior – O namoro virtual não é um objetivo em si mesmo, é uma estratégia para conhecer alguém que possa vir a viver um amor no real. No contato direto com a pessoa que nos interessa, isso é fácil de se estabelecer: o olho no olho e a proximidade nos permite ver, admirar, sentr o cheiro, e dificilmente, mentir. Pois, quando mentimos, logo somos traídos pelas atitudes e gestos… Já no mundo virtual, as pessoas se relacionam com alguém que ela cria na sua imaginação. Portanto, ao se conhecer pessoalmente, é muito comum haver uma decepção – se tem a sensação de estar com alguém estranho.

>>Dependência do site – A facilidade e disponibilidade do contato sexual e afetivo com as pessoas na internet aumentam a curiosidade e gera uma excitação que pode tornar muito difícil desligar o computador e voltar para vida real.  Isto é um problema! Só querer o namoro virtual, pode demonstrar uma dificuldade mais séria, um medo e incapacidade de enfrentar e conviver com o outro que afeta o desenvolvimento pessoal. No namoro real, você aprende as sensações que vem do contato com o corpo do outro, e aprende a respeitá-lo. No namoro virtual não há contato visual e físico e principalmente, é possível não respeitar o outro, não gostou, deleta.

>>Exige muita Cautela – É preciso muito cuidado e cautela para entrar no mundo do amor virtual. E como cautela ou paciência não é fácil de encontrar na adolescência… o namoro virtual pode ser muito arriscado e desastroso! A dica é para que vocês façam este namoro acontecer como conseqüência de uma amizade, e não de buscas desesperadas. Conversem muito antes de um contato real, investigue, pesquise e, observe pra ver se a pessoa está entrando em contradição. E quando for conhecê-la, lembrem-se: nunca se sabe o que pode encontrar!! Portanto, não vá sozinha e sempre marque o encontro em local público, bastante freqüentado.

*Maria Helena Vilela é diretora do Instituto Kaplan – www.kaplan.org.br

**Texto publicado mediante autorização e respeito à autoria e integridade do conteúdo e ideias do autor. Enviado ao blog pela assessoria do Instituto Kaplan, entidade de educação sobre sexualidade para jovens.

Leia Mais