Que somos fãs do trabalho da Mira Artes não é novidade. Novidade mesmo é a coleção de outono que a Mira preparou. Agora, além das boinas convencionais, os apaixonados pelo acessório já podem contar com uma linha toda especial de boinas francesas, cheias de glamour e sofisticação. E o preço, sempre muito convidativo, R$ 30 cada. Vejam como são lindas as peças:
E para os interessados, seguem os contatos da Mira:
Tem lançamento do Boticário, uma linha feminina de perfumes roll-on. A ideia da marca é trazer praticidade para o dia a dia. A embalagem de 10ml é de fácil aplicação, reduzindo o desperdício.
Já estão disponíveis no formato as fragrâncias Floratta in Blue (R$ 19,90), Egeo Dolce Woman (R$ 21,90), Accordes (R$ 23,90) e Lily Essence (R$ 39,90).
Mais informações no site oficial da marca ou pelo telefone do Centro de Relacionamento com o Cliente – 0800-413011.
Não é novidade para quem me conhece ou para os que já tiveram a curiosidade de xeretar meu perfilzinho aqui no blog, que sou apaixonada por literatura infanto-juvenil. Me divirto muito na sessão infantil das livrarias e não é só fuçando prateleiras atrás dos autores consagrados do gênero, amo também aqueles livrinhos de uma frase por página, para crianças em idade pré-escolar, cheios de cores e desenhos, com textos engraçados, delicados e que não subestimam a inteligência da gurizada.
Minha mais recente descoberta nesse universo é o livrinho Até os monstros arrumam o cabelo, do autor norte-americano Matthew MCelligott, que por aqui foi lançado pela editora Prumo, através do selo Pruminho, segmento da editora dedicado à literatura infanto-juvenil. Agora vocês entendem porque brinco no título deste post com o nome da sessão Traça de Biblioteca, onde costumo indicar livros, e que por enquanto está meio sumida aqui do blog, mas vai voltar em breve. I promisse!
Pois a dica da Tracinha, meu alter ego infantil, filhotinha da Traça, é para quem tiver filhos ou sobrinhos. Use-os descaradamente como desculpa para ler essa historinha que não é fofa só no título. Até os monstros arrumam o cabelo me lembrou algumas historinhas da Ruth Rocha que eu e meu filho curtimos muito, como Quem tem medo de ridículo? e Quem tem medo de monstro? A tônica é a mesma, transformar alguns dos temores da infância em gancho para contar histórias engraçadas e que desmistificam inseguranças e medos, ajudando a vencê-los.
No caso de Até os monstros arrumam o cabelo, como vocês devem ter notado pelo título, o objetivo é abordar o medo de tesoura e de cortar o cabelo, que tira o sono de muita criança por aí. Quem nunca fez manha para cortar as unhas, achando que ía doer, quando era pequeno, que atire a primeira pedra. Cortar cabelo então, oh trauma ficar sentada naquela cadeira estranha, com uma “tia” estranha segurando uma tesoura, objeto aliás, que a mãe da gente vivia dizendo que não era para mexer, porque ía machucar, lembram?
O livrinho conta a história de um garoto muito esperto, filho de um barbeiro que durante o dia corta cabelos de adultos. À noite, o garoto é quem assume a tarefa, mas para dar um trato do visual de alguns monstros meio peludos demais até mesmo para as histórias de assombração. O próprio personagem é quem conta essa aventura, fazendo comentários engraçadíssimos sobre o visual dos monstros e revelando segredos sobre que tipo de corte é o preferido do Frankstein ou qual é o penteado que a Medusa mais gosta. Sendo que, para trançar a cabeleira de serpentes da moça ele precisa, coitado, usar uma venda nos olhos e trabalhar literalmente no tato.
Não é lindo isso? Pegar algo tão prosaico quanto a necessidade de cortar os cabelos e de mantê-los limpos e penteados, pegar os medinhos da criançada, misturar tudo na imaginação e transformar num conto que vai divertir e ao mesmo tempo ensinar algumas liçõezinhas? Sem falar que livros fofos são um bom incentivo para acostumar a turminha com a leitura desde pequenos.
As ilustrações também são do Matthew MCelligott, que capricha na caracterização dos monstros cabeludos. Pela capinha aí abaixo, na ficha técnica, vocês já podem ter uma ideia do quanto as imagens são um deleite à parte. Tracinha recomenda!
Não consegui passar muito tempo com o Orquídea, da Ana Hickmann, nas mãos. Quem leu o post do esmalte sabe que não gostei da cor e acabei tirando logo das unhas. Parti para o terceiro esmalte emprestado pela menina Andreia, o Bikini, da Avon.
Já tinha me apaixonado por ele no frasquinho. Nas unhas, o amor multiplicou. O vermelho com fundo rosa (ou seria rosa com fundo vermelho?) é realmente encantador. Gostei tanto da cor que exagerei na hora de tirar as fotos. Juro que devo ter tirado umas 30 fotografias, sendo que costumo usar em torno de quatro em cada post.
Adorei a consistência do esmalte, ele é bem fácil de pintar. Se você usar uma camada generosa a cada demão, apenas duas são suficientes para cobrir toda a unha. Como eu optei por camadas bem finas, limpando bastante o pincel antes de aplicar nas unhas, precisei de três demãos para ficar do jeito que eu queria.
Também é bem fácil de limpar. Eu fiz as unhas à noite. Achei que estaria um desastre pela manhã, mas não precisei limpar nenhum resíduo de manhã, estava tudo direitinho. Claro que o “direitinho” aqui inclui a minha inaptidão em deixar as unhas perfeitas. Sempre fica um defeitinho aqui, outro ali, embora eu tenha melhorado bastante com o palitinho, algodão e removedor. E até com os pincéis dos esmaltes.
Os próximos esmaltes que aparecerão aqui na seção também sairão da coleção da menina Andreia. E o que vem a seguir já está escolhido, é também da Avon, mas fica a surpresa quanto à cor. E então, meninas, o que acharam do Bikini?
Já era para ter escrito esse post, mas o tempo nem sempre favorece a vida de blogagem. O tema porém, é daqueles que sempre vale a pena meter a colherzinha e, recentemente, dois bons “ganchos”, como se diz no jargão jornalístico, me fizeram pensar bastante sobre a relação das crianças com o universo da moda e a noção de limites que os adultos precisam estabelecer para evitar distorções na educação da meninada, principalmente das meninas.
Duas amigas acabaram favorecendo minha “filosofagem” sobre o assunto. Uma delas me enviou link do site do Estadão, com reportagem sobre as “mini socialites fashionistas” e uma outra, com a frase “para você, que milita na causa” (referindo-se ao meu interesse por educação infantil, embora eu não seja educadora, apenas mãe), me trouxe um exemplar da Folha de São Paulo do último dia 07 de abril, com reportagem sobre marcas de lingerie que estão fabricando sutiãs com enchimento para meninas de seis anos!
Na primeira reportagem, do Estadão, sobre as fashion kids, o leitor é apresentado a um grupo de meninas na faixa dos cinco aos dez anos, junto com suas respectivas mães. O texto mostra como essas meninas, devidamente estimuladas pelas mães, frequentam semanas de moda e consomem – ou ao menos desejam avidamente – marcas top de linha como Prada e Dior. Uma das mães chega a dizer, em tom casual, que não imagina a filha vestindo uma roupinha das lojas de fast fashion (ela cita a Renner) nem para dormir! Outra, empolgada com a matéria, diz que se considera uma pessoa bem humilde, pois dirige um Vectra, embora more em um apartamento de dois milhões de reais. Mais adiante, uma terceira mãe, questionada sobre de que forma o consumo de alto padrão é tratado na escola das crianças, responde, igualmente de forma casual, que este é um problema muito sério, que na escola discute-se “o que fazer com as crianças que não tem condições de viajar à Disney todo ano”!! Preciso dar mais exemplos?
Cena de concurso de beleza infantil no belo filme Pequena Miss Sunshine. A pequena Oliver (Abigail Breslin), é discriminada pelos organizadores do concurso por ser "fora do padrão"
O objetivo aqui não é criticar os ricos ou bancar uma Robin Hood de saias, porque seria hipocrisia e leviandade. Não tenho absolutamente nada com a vida alheia, não me considero palmatória do mundo e tampouco quero ensinar a quem tem dinheiro como gastá-lo. Só digo que esta não é a minha realidade e nem a de milhares de pessoas. Mas, se alguém tem cacife para pagar luxos, pequenos ou grandes, que os pague. Não sou contrária ao consumo dos itens do universo de beleza também, seria uma contradição, já que mantenho um blog feminino que fala entre outras coisas, de consumo e produtos de beleza, que eu uso, bastante. Também não sinto inveja das socialites que podem vestir as grifes internacionais. Pessoalmente, gostaria até de ter algumas peças que me falaram ao senso estético, mas como meu bolso não permite, sou bastante feliz garimpando peças nas fast fashions e demais lojas ou marcas que se adequam à minha realidade financeira, inclusive nos magazines e sacoleiras da vida. Isso não significa que não admire o trabalho dos deuses da moda. Mas para mim, por enquanto ao menos, é como admirar uma bela obra de arte em um museu: posso ver, desejar, mas não dá para levar para casa. Simples assim.
O que me leva a refletir aqui no blog sobre essa reportagem das mini fashionistas e a outra sobre os sutiãs com enchimento para meninas que sequer tem peitos ainda não é a questão de ter ou não roupa de grife, mas a noção de limite, da formação cidadã das crianças, do tipo de mundo que está sendo mostrado para elas e que só se sustenta dentro de uma bolha, do microuniverso onde elas gravitam, mas que, fatalmente, vai resultar em choque com a realidade aqui de fora. Até porque, em algum momento, as crianças crescem e saem da bolha. O choque é tanto para elas quanto para quem sofrerá o preconceito. Até porque, nem todo mundo vai circular na mesma rodinha. “O que fazer com as crianças que não podem ir à Disney todo ano”, lembram?
Exclusão, dificuldade em aceitar a diversidade do mundo, incapacidade de interferir em uma realidade desigual e divergente daquela da “bolha”. Isso é o que me assusta.
Me preocupa muito, por exemplo, que uma sociedade combata a pedofilia com tantas campanhas e ao mesmo incentive a sexualização precoce das meninas, vestindo-as como miniadultas, fazendo-as comportar-se como mulheres e consumir produtos que seriam mais adequados depois que elas tivessem maturidade suficiente para administrar as consequências. Não sou a favor que meninas de dois, cinco, sete anos de idade pintem as unhas, façam progressiva no cabelo, usem maquiagem. Me dá sempre a sensação de que estão roubando uma fase importante da vida dessas meninas, que estão abreviando suas infâncias e levando-as a parecer maduras, quando na verdade são apenas o simulacro de um adulto que, por amadurecer praticamente à força e antes da hora, acabará infantilizado.
A indústria da beleza quer vender e não importa para quem. E quanto mais cedo o consumo começar, melhor. Essa é a lógica do capitalismo, que é antropofágico, se alimenta de si mesmo. E isso aqui não é discurso político e nem fui eu quem inventou a roda. Séculos antes de eu meter minha colherzinha enxerida nesse angu, filósofos e teóricos da economia já haviam decifrado a lógica que rege a nossa sociedade. Principalmente no ocidente.
A pequena Sure Cruise se tornou celebridade badalada não apenas por ser filha do casal de astros de Hollywood Tom Cruise e Katie Holmes, mas por "ditar" moda para menininhas e até interferir no guarda-roupas da mãe
Portanto, lógico que donos de marcas de cosméticos e lingeries vão dizer que não tem nada demais vender seus produtos para meninas recém-saídas dos cueiros. E, ironia, vão jogar com os arquétipos da psicologia para empurrar cada vez mais produtos, para criar cada vez mais “necessidades” urgentes de ter algo que seria perfeitamente dispensável se a coisa fosse pensada de modo racional. Mas o consumo, e nós mulheres adultas que vez por outra caímos em tentação e compramos mais do que nossos cartões aguentam, bem sabemos, não é racional, mas emotivo. É a busca por prazer que nos leva a adquirir coisas que, racionalmente, não temos necessidade de possuir. É uma massagem no ego, um alento, um refinamento de gostos, ou de alma (cada um busca suas desculpas), cobiçar o belo, estar bela. É questão de autoestima – eu acredito nisso – e de projeção: o que queremos mostrar aos outros? Nosso melhor lado, claro! Ninguém quer parecer mal na fita, nunca.
As crianças, tanto quanto nós, também querem a sensação de prazer. Se são ensinadas a tirá-la apenas do consumo, vão consumir como formigas saúvas na plantação, vorazmente. A diferença é que enquanto nós – na maioria das vezes – sabemos quando parar, nem que seja porque o limite do cartão acabou, elas não sabem. A menos que a gente ensine.
Freud e cia. explicam melhor que eu, inclusive, essa relação/necessidade que temos do prazer e da busca pela felicidade para dar sentido à vida, que a bem da verdade, ninguém descobriu ainda o que é.
Quando digo sexualização precoce, não estou falando nas teorias da psicologia que já demonstraram que as crianças possuem sexualidade latente, que o ato de mamar, por exemplo, é prazeroso e é preciso que seja assim, para que o bebê empregue a força necessária na sucção e com isso sobreviva, cresça, e a espécie garanta sua perpetuação. Se mamar fosse repugnante, os bebês fatalmente não vingariam. Se fosse um tormento indizível para as mães, o lado primitivo do ser humano, que foge da dor, iria impedi-las de alimentar suas crias. Então, tem componentes biológicos envolvidos aí, óbvio, e tem também toda uma construção de identidade, que é subjetiva e gradativa. Mas existe um ritmo próprio tanto para a natureza ancestral quanto para que a identidade atuem e se consolidem. Minha angústia é que esse ritmo natural vem sendo atropelado pelo consumo sem qualquer reflexão e consciência.
A personagem Mabi, da novela Ti Ti Ti. Aos 11/12 anos, era uma blogueirinha de moda super influente e um ícone de fashionismo. Mas revelava visão crítica tanto da moda quanto das posturas nada éticas que algumas pessoas adotam nesse meio
Quando éramos meninas, muitas vezes imitávamos nossas mães. As crianças aprendem por imitação – outra teoria científica já bem batida – e seus primeiros jogos e brincadeiras reproduzem o que veem no universo adulto. Brincam de escritório, brincam de mamãe, de papai, de guerra, de policia, de desfile, de salão de beleza e por aí vai… As meninas vestem as roupas das mães desde sempre. Vesti muito as da minha, suas camisolas de seda e renda eram as minhas preferidas, nas minhas brincadeiras elas viravam sempre vestido de princesa, lençóis viravam cabelos de sereia.
Mas há uma diferença – e essa é a noção de limite do título do post – entre uma criança espontaneamente reproduzir e interpretar o mundo adulto em jogos lúdicos e esse mundo ser empurrado para cima dela por meio de sutiãs, cintas ligas, estojos de make, concursos de beleza quase selvagens e que servem mais para satisfazer egos frustrados das mães do que de fato beneficiar as filhas. Há uma diferença gritante que está na inocência da criança que, aos cinco anos, olha maravilhada para o corpo da mãe e o dela própria, captando as mudanças de forma sutil; ou que veste um sutiã achando aquela peça engraçada; ou até o coloca na cabeça porque não sabe direito para que serve; e a malícia da indústria, que se apropria dos jogos infantis e os adapta a essa lógica muitas vezes perversa, que faz a roda do consumo girar e, fatalmente, excluir, segregar.
E quem pode dar um basta nisso? Provavelmente ninguém. A ideia não é estabelecer censura ou patrulha ideológica, abolir a indústria que gera empregos ou pregar o politicamente correto; mas apenas advertir que crianças que crescem depressa demais fatalmente vão se tornar adultos com problemas de autoestima. Não é uma regra, lógico, mas dados sobre anorexia nervosa ou dismorfia corporal em garotas de 14 anos, gravidez precoce por uma entrada na vida sexual antes da hora e sem preparo, índices de doenças sexualmente transmissiveis e Aids aumentando entre o público jovem, transtornos compulvisos, aumento no consumo de drogas pesadas (na maioria das vezes como muleta para aguentar a crueza do mundo), crises depressivas e uma infinidade dos chamados “males da civilização moderna” estão aí para provar que alguma coisa de grave está sendo feita com a formação das nossas crianças.
O sutiã infantil com enchimento está no centro da polêmica. Para especialistas em psicologia, o sutiã em si, que já foi símbolo de dominação machista, reconfigura-se em fetiche e erotização, símbolos esses que ainda não se adequam ao repertório das crianças de seis anos, mesmo num mundo de informação ultraveloz e ao alcance como o nosso
Não é preciso ter lido todos os psicanalistas para saber que quando se cria uma criança numa bolha, fazendo-a acreditar que o mundo se curvará ao seu desejo, não se está preparando essa criança para as frustrações da vida adulta, que de uma forma ou de outra sempre virão. A menina rica poderá comprar Dior e Prada a vida inteira, botar botox, morar em coberturas de milhões de dólares, ter todos os assessórios e cosméticos que seu dinheiro puder comprar, fazer lipo, botar silicone, mas nada disso irá livrá-la de uma possível rejeição, ou decepção amorosa, ou da solidão e da velhice. A tecnologia, até agora, só conseguiu retardar, mas parar o tempo ainda não é possível.
Me pergunto: as crianças erotizadas precocemente (porque tem diferença entre a sexualidade infantil latente e o erotismo adulto imposto às crianças), acostumadas a julgar as pessoas pelo ter e não pelo ser, criadas para cobiçar sempre as super marcas e desprezar os coleguinhas que não podem vestir Dior ou passar férias na Disney, essas crianças estarão preparadas para a vida e seu eterno jogo de ganha aqui, perde ali? Saberão lidar com a frustração? Conhecerão o que é respeito, solidariedade? Estarão livres dos preconceitos que vêm agregados à essa ideia – excludente em si – de perfeição?
Me pergunto sempre no que essa fúria consumista que não poupa nem o curso natural da infância irá nos levar. Por que os pais perderam a capacidade de dizer não aos filhos, criando pequenos ditadores que se acham acima de tudo e de todos?
Não tenho as respostas e nem quero culpar a indústria da beleza pelas mazelas da sociedade, mas quando leio reportagens em que menininhas competem entre si para saber qual delas é a mais it girl dentre as its, com suas mães deslumbradas incentivando a voracidade infantil, confesso que tenho um certo medo do que está por baixo da ponta desse iceberg!
*Andreia Santana, 37 anos, jornalista, natural de Salvador e aspirante a escritora. Fundou o blog Conversa de Menina em dezembro de 2008, junto com Alane Virgínia, e deixou o projeto em 20/09/2011, para dedicar-se aos projetos pessoais em literatura.
A Seda lançou quatro linhas de creme de tratamento profissional, com fórmulas inspiradas nas tecnologias utilizadas em grandes salões de beleza: Regeneração Capilar Completa; Efeito de Cauterização; Queratinização Profunda; e Realinhamento de Cutícula. E a marca gentilmente enviou para as meninas as amostras de dois dos produtos, para que possamos testá-los e contar nossas experiências a vocês.
Eu e a menina Andreia estamos em fase de uso do primeiro creme, o de Regeneração Capilar Completa, que segundo o material de divulgação “possui 20 ingredientes ativos que combinados recuperam os cabelos danificados por química. A fórmula age profundamente nos fios, tratando-os de dentro para fora. Esse produto foi cocriado com o expert Thomas Taw”. Em breve voltaremos a falar dele, mas para compartilhar os resultados do uso com vocês. A menina Giovanna já faz um tratamento capilar específico e não pode misturar os produtos, razão pela qual não entrou na roda dos testes.
O outro produto enviado pela Seda foi o Realinhamento de Cutícula. O material de divulgação informa: “indicado para cabelos com escova progressiva. Sua fórmula com Elastina-H, Arginina-A e pró-ceramidas devolve os lipídios dos cabelos, ajuda a reconstruir a estrutura celular dos fios e evita a abertura das cutículas. O produto deixa os cabelos mais lisos e hidratados, disciplinados da raiz até as pontas. Foi cocriado com a expert Yuko Yamashita”. Também faremos a utilização contínua do creme, para contar para vocês.
Nosso muito obrigada à Seda, pela confiança em nosso trabalho. Vale lembrar que a marca já fez uma parceria anteriormente com o Conversa, enviando um kit de tratamento do Seda SOS Reconstrução Estrutural para testes. É só clicar aqui para ler as observações e conhecer os resultados.
Os outros dois cremes têm as seguintes recomendações, ainda de acordo com o informe da marca:
Efeito de Cauterização: revitaliza fios opacos e sem vida. Sua fórmula contém Queratina + S, Colágeno Hidrolisado e Extrato de Biox Ker, ativos que preenchem as fissuras e selam as cutículas, devolvendo a maciez e o movimento natural dos fios. Esse produto foi cocriado com o expert Thomas Taw.
Queratinização Profunda:para cabelos fracos e quebradiços. Sua fórmula com Max Cálcio, Bio Queratina e óleo de semente de girassol repõe a estrutura de massa capilar, devolvendo aos fios força e resistência. Esse produto foi cocriado com o expert Thomas Taw.
Voltamos em breve a falar dos produtos, meninas e meninos. Até lá!
Mais algumas novidades no mundo dos batons e esmaltes chegaram ao blog, gerando uma segunda rodada de Curtinhas sobre esses temas muito queridos ao coração, lábios e unhas das meninas. Confiram o que vem por aí, com os lançamentos da Impala e Coloroma; além das cores lindas dos batons Kalahary e DaFruta…
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Veja outras cores e marcas no primeiro post do tema:
A Impala foi buscar inspiração nos anos 70, no boro chic, hippie chic e outras tendências que tem a cultura flower power como base. Em maio, chega às lojas especializadas a nova coleção Impala Novo 70, com as cores Love Story, Paz e Amor, Boca de Sino, Camelo, Figo, Hippie Rua, Bata Rosa e Boho Chic. Os nomes remetem a um período marcado por movimentos culturais e busca da liberdade de expressão; e em uma década repleta de misturas, tonalidades e estampas. Os preços de cada frasco variam de R$ 2,90, para as cores cremosas e peroladas, a R$ 3,25, para as coberturas flocadas. Entre os oito esmaltes da coleção, dois são flocados: o Love Story, flocada transparente, e o Paz e Amor, flocada azul. Os esmaltes da Impala são facilmente encontrados em farmácias e lojas de cosméticos em todo o país. Mas para detalhes, anote o email do SAC Mundial Impala: [email protected] e o telefone: 0800 541 2595.
Espelho, Espelho Meu by Colorama
O lançamento oficial da coleção Espelho, Espelho Meu da Colorama ocorreu na Hair Brasil, que aconteceu de 2 a 5 de abril, no Expo Center Norte em São Paulo. O novo conjunto de esmaltes traz oito cores intensas e marcantes, divididas em três gamas – Verniz & Cor, Cremosos e Cintilantes. Da linha Verniz & Cor, que promete brilho verniz de alta resistência, as novidades são o tom ameixa intenso (Eterno) e o tom vinho aberto (Beijo Roubado). Já o Desfecho, um uva acinzentado, e o Doce Loucura, um rosa claro, fazem parte da gama Cremosos. A coleção fica completa com os esmaltes Plano Perfeito, um cinza com toque de lilás, Conto de Fadas, um rosa mais delicado, Hipnose, um tom prata, e Poção Mágica, glitter em tons de azul e dourado, todos esses são da linha Cintilantes. O preço sugerido por vidrinho é R$ 2,15 e os esmaltes estão á venda em farmácias e lojas de cosméticos em todo Brasil. Mas, para saber os detalhes da coleção, ligue no SAC Colorama: 0800 701 0114
BOCA MARCANTE É TENDÊNDIA DA ESTAÇÃO
Os especialistas apontam que a boca marcada, com cores intensas como o vermelho, o vinho e o lilás estão entre as muitas tendências da baixa estação. Talvez, para constratar com o cinzento dos dias chuvosos, o negócio seja mesmo investir em maquiagem alegre e ressaltar a beleza de lábios carnudos e bem definidos. Duas dicas dessa sessão de curtinhas são o Batom especial Kalahary, que promete alta fixação, cobertura e proteção hidratante; e os batons cristal Da Fruta Cosméticos, que possuem na fórmula manteiga de cupuaçu e ceras naturais, textura cremosa e também prometem alta hidratação e cobertura uniforme.
Inverno e hidratação tem tudo a ver, não pense que porque está frio não é preciso hidratar pele, cabelos, lábios…
A média de preços dos batons é de R$ 28,00 para os Kalahary e R$ 16,00 para os Da Fruta. E para saber os detalhes sobre pontos de vendas, novas cores, coleções e até ver outros itens de make, acessem os sites: www.dafrutacosmeticos.com.br e www.kalahary.com.br; ou liguem: DA FRUTA – (11) 2591 3124 e KALAHARY (51) 33441001.
Recebi um e-mail bacana da Posthaus, com uma série de dicas de como lavar e guardar roupas, a depender do tecido, e de como tirar alguns tipos de manchas. Vou reproduzir as informações aqui para vocês. Se alguém tiver outra sugestão ou já experimentou as dicas abaixo, deixa um comentário.
JEANS
* Lave sempre do lado avesso, para conservar a peça;
* Para não marcar a peça, evite guardá-la dobrada;
* Use pouco amaciante para que o jeans não fique “encebado”.
LÃ
* Lave sempre com sabão neutro para não endurecer o tecido;
* Seque à sombra para evitar que a peça desbote;
* Guarde as peças em saquinhos de algodão, para mantê-las conservadas.
COURO
* Guarde as peças em capas de TNT, de preferência da cor preta, para não sofrerem prejuíos com a claridade;
* Na época de uso, pendure as peças em cabides grandes, para não deformá-las;
* Hidrate o couro com um produto específico a cada 6 meses.
VELUDO
* Essas peças devem ser lavadas separadamente;
* O tecido pode ir à máquina de lavar, embora não possa ser centrifugado nem torcido;
* Para guardar, utilize uma capa de TNT e pendure em cabides grandes.
========================== Como tirar manchas ==========================
CAFÉ
* Lave a peça com água morna e glicerina.
BATOM
* Coloque detergente sobre a mancha e deixe agir por alguns minutos, depois lave normalmente.
CARVÃO
* Esfreque a mancha com um miolo de pão branco.
GORDURA
* Coloque farinha de trigo ou talco sobre a mancha, em seguida coloque uma folha de papel toalha e passe a ferro. A gordura é absorvida pela folha de papel.
VINHO
* Coloque a peça submersa em uma bacia de leite gelado, deixe agir por 10 minutos e lave normalmente.
CANETA
* Coloque vinagre no local da mancha, em seguida enxague sem esfregar.
Depois da paixão instantânea pelo 675 Cremoso, da Hits, tive de lidar com um sentimento um tanto esquisito com relação ao segundo esmalte emprestado pela menina Andreia, para o Nas Unhas. O Orquídea, da Ana Hickmann, não ganhou meu coração. Ele tem um tom roxo, com um fundo meio marrom e vinho escuro. A primeira demão deixou as unhas com várias manchas. Duas mãos cobriram muito bem. Mas a sensação que tive é que a segunda mão escureceu bastante o tom.
Eu encaro minhas mãos e enxergo mais um esmalte escuro sem cor definida. O roxo dele não se destaca aos meus olhos. O fundo indeciso entre vinho e marrom não me cativou. No vidrinho, achei a cor bem mais interessante do que o resultado final. Nem a foto conseguiu captar exatamente a cor dele. E olhe que tentei de muitas formas, em luzes diversas, com e sem flash. Sempre aparece uma cor escura e sem definição.
Perguntei a várias pessoas o que acharam, para ver se eu estava sendo muito dura, e não tive nenhuma resposta entusiasmada. Uns acharam bacana, outros acharam sem graça, alguns me disseram que é normalzinho. Pouca gente de fato elogiou. Fato é que o Orquídea não me encantou. Com certeza não vai ser um esmalte que vou na loja comprar. Claro que é questão de gosto, coisa pessoal. Tem quem admire a cor e vi muitas meninas elogiando bastante.
Um detalhe que achei legal foi o fato de ter sido super fácil limpar os cantinhos, mesmo a cor sendo bem escura e eu sendo um desastre com o palitinho e o algodão. Não tive qualquer problema. Achei também que o brilho dele, que fica super visível nas fotos, sumiu muito rápido e apagou ainda mais a cor.
Quanto à durabilidade, nada muito especial. Nas minhas unhas, os esmaltes duram sempre o mesmo período mais ou menos. Se durar três dias intactos, já estou comemorando.
A reportagem que publico abaixo é da Agência Sebrae. Achei bacana o tema e creio que pode servir de incentivo para muitas meninas que pensam em dar um passo rumo ao empreendedorismo. Não é fácil, mas tampouco é impossível. Vamos todas nos inspirar!
Mulheres representam 45% dos empreendedores individuais Levantamento mostra que 450 mil mulheres buscaram a formalização de seus negócios
Brasília – Historicamente uma das mais empreendedoras do mundo, as mulheres brasileiras também ocupam espaço importante entre os trabalhadores por conta própria formalizados. De cada 100 empreendedores individuais, 45 são mulheres, segundo um levantamento feito pelo Sebrae com dados do Serviço Federal de Processamento de dados (Serpro). No total, somam 450 mil formalizados.
E a tendência é que esse número aumente, uma vez que as brasileiras são mais empreendedoras que os homens – dos empreendedores no mercado nacional – incluindo micro e pequenos empresários -, 53% são mulheres, segundo a Pesquisa Empreendedorismo no Brasil 2009, dado mais recente do levantamento anual feito pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM).
No Piauí a participação das mulheres se igualou à dos homens. Algumas pela necessidade, mas também há muitas que enxergam uma oportunidade no empreendedorismo, caso da cabeleireira Maria da Guia do Carmo Santos, de 35 anos. Após cinco anos trabalhando como funcionária de salões de beleza de Teresina, ela pediu demissão para trabalhar por conta própria em 2008. No ano passado, Maria da Guia se formalizou como Empreendedora Individual. Agora se prepara para atender seus clientes em um espaço próprio, e não mais em sua casa, e contratar um funcionário.
A cabeleireira atende, em média, 30 pessoas por semana. Desde que passou a trabalhar por conta própria, sua renda mensal saltou de um salário mínimo para R$ 3 mil. A renda maior lhe permite não só se capacitar, já que vem fazendo cursos, como melhorar a qualidade do serviço oferecido. “Mas o mais importante é que estou conseguindo realizar meu grande sonho, que é comprar minha casa própria. Já dei a entrada e em breve finalmente vou sair do aluguel”, comemora.
Em outros oito estados, a igualdade entre homens e mulheres no universo de empreendedores também está próxima. Segundo o levantamento, no Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Roraima e Sergipe a participação feminina está acima de 48% do total de empreendedores por conta própria. A menor participação de mulheres no mercado total está na Bahia, Goiás, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná e Tocantins, que possuem um percentual de mulheres inferior à média nacional – oscila entre 43% e 44%.
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