Artigo: Sexo frágil e a prevenção da AIDS no carnaval

Para reforçar a campanha sobre sexo seguro no Carnaval, que este ano tem como foco o público feminino jovem, o blog abre espaço para mais um artigo de autoria de Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan. Além de falar da campanha e trazer dados sobre o avanço do HIV/Aids entre as mulheres, Maria Helena dá dicas importantes sobre a sexualidade e autoestima femininas. Mas, embora o foco sejam as garotas na faixa dos 15 aos 24 anos, os conselhos sobre autopreservação valem para as mulheres maduras e também para todos os casais, independente da orientação sexual. Cuidar de si e de quem se ama não é questão restrita a um determinado gênero. Boa leitura!

Sexo frágil e a prevenção da AIDS no Carnaval

*Maria Helena Vilela

A campanha de Carnaval de 2011 terá como público as mulheres de 15 a 24 anos.  O público feminino foi escolhido porque a infecção entre as mulheres está em constante crescimento. Apesar de haver mais casos da doença nos homens, essa diferença diminui ao longo dos anos. Segundo o Ministério da Saúde – Departamento de DST/Aids, em 1989, a razão de sexos era de cerca de 6 casos de aids no sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres.

As mulheres lutaram por seus direitos sexuais, pelo direito de estudar, desenvolver uma carreira profissional e conquistar sua autonomia econômica e pessoal. Mas, quando a questão é amor e sexo, a garota volta no tempo, e ainda se comporta de forma submissa aos desejos do namorado e, presa a mitos e tabus que colocam sua vida em risco, como por exemplo, a virgindade. A virgindade ainda é muito valorizada na mulher. Sabendo disso, muitas garotas acabam cometendo equívocos incríveis para não romper o hímen – fazer sexo anal; prática sexual que quando realizada sem preservativo é a de maior risco de infecção pelo HIV. Na contra mão dos fatos, pesquisas mostram a dificuldade de a garota negociar o uso da camisinha por medo de perder o namorado, de ser julgada “galinha”, ou ainda pior: não usar preservativo em nome do amor, acreditando que “quem ama confia”. Tais comportamentos fazem da mulher o verdadeiro sexo frágil.

A infecção pelo HIV se dá pelo contato direto com o sangue, o sêmen e as secreções vaginais, e isto pode acontecer no sexo oral, mas principalmente, na relação vaginal e no sexo anal. O ânus e a vagina são órgãos muito vascularizados, revestidos por um tecido delgado chamado de mucosa. Na relação sexual, especialmente durante a penetração, o pênis provoca atrito na vagina ou no ânus, causando micro-fissuras nas paredes das mucosas, aumentando o risco de que o HIV presente no esperma entre na corrente sangüínea.

Outro fator que aumenta a vulnerabilidade da mulher à Aids é a menstruação. Quando a mulher está menstruada, a descamação da parede do útero o deixa completamente exposto ao HIV. Fazer sexo menstruada é “entregar o ouro para o bandido”, pois o vírus atinge a corrente sangüínea sem precisar fazer esforço.

Como se não bastasse tudo isso, o canal vaginal é um órgão interno, o que dificulta à mulher perceber qualquer alteração na vagina. Muitas vezes, ela só descobre que tem uma infecção, ou mesmo uma DST, se consultar um ginecologista, ou quando a doença já está bastante adiantada. Uma infecção agrava ainda mais a fragilidade da parede vaginal, aumentado a vulnerabilidade da mulher à Aids.

Meninas sejam espertas e fiquem fora desta estatística da Aids. Se existe sexo frágil, estes são o sexo anal e o vaginal, quando o assunto é Aids. Portanto, alguns cuidados são fundamentais na sua vida, e especialmente, no carnaval:

>> Nunca delegue o cuidado com o seu corpo. O corpo só tem um dono, e este é você. Quando você delega, o outro pode não priorizar os seus interesses.

>>Só se previne quem tem convicção dessa necessidade. Busque informações sobre razões para se prevenir, sexualidade, prevenção, DST/Aids e métodos contraceptivos.

>>Não faça qualquer negócio sexual no Carnaval. A auto-estima da mulher está condicionada a sua capacidade de despertar o interesse nos homens, principalmente, em festas como o Carnaval. Se achar que está invisível, mesmo assim, não faça nenhum acordo que possa lhe colocar em risco.

>>Antes de cair na folia escreva uma lista com os nomes das pessoas que você considera importantes e que lhe amam. Isto ajudará você a não esquecer que é amada

>>Sei que é difícil, mas se for transar não beba. A bebida atrapalha o prazer e faz você esquecer seus limites.

>>Nunca negocie o uso da camisinha na hora da transa. O tesão embriaga e lhe deixa entregue a sorte, ou azar!

>>Conheçam a camisinha feminina. Ela é uma opção, e já existem modelos mais simples que facilita a sua colocação.

>>Na falta da camisinha, você não precisa abrir mão do prazer sexual. O casal pode realizar práticas sexuais que não sejam de risco, como a masturbação simultânea entre os parceiros

>>Existem camisinhas de vários tipos e qualidades. Portanto, sempre haverá uma que se adeque ao seu parceiro.

>>Sexo é uma brincadeira de verdade. Quando a gente se machuca, a cicatriz fica para sempre.

*Maria Helena Vilela é diretora do Instituto Kaplanwww.kaplan.org.br

**Conteúdo enviado pela Vera Moreira Comunicação e publicado com autorização, mediante citação da autoria e respeito à integridade do texto.

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Carnaval nas Obras Sociais Irmã Dulce começa mais cedo com os Terapeutas do Riso

O Carnaval começou nas unidades das Osid (Obras Sociais Irmã Dulce) nesta segunda, às 14h, com um cortejo festivo nas enfermarias do Hospital Santo Antonio. Até o dia 02, quarta-feira, a trupe dos Terapeutas do Riso é quem comanda a festa que, além dos cortejos, terá também arrastões e o bloco do Riso Frouxo, criado há três anos.

O objetivo é levar a alegria que toma conta da capital durante a folia de Momo para as unidades das Osid, que possuem cerca de mil pacientes em tratamento.

A festa dos adultos, que começou agora à tarde, acontece em três etapas, com cortejo carnavalesco nas enfermarias do Hospital Santo Antonio. Na tarde desta terça, 1º de março a folia chegará à UTI e só terminará na tarde de quarta, com o cortejo no Centro Médico Social Augusto Lopes Pontes.

Haverá ainda programação especial no Hospital da Criança, no dia 02, pela manhã. A unidade foi toda decorada com máscaras, colombinas e pierrôs. Cada andar do hospital recebeu ainda o nome de um circuito do Carnaval de Salvador.

Confira o roteiro da alegria nas Osid:

Dia 28 (14h) – Cortejo carnavalesco nas enfermarias do Hospital Santo Antonio.

Dia 01 (14h) – Cortejo carnavalesco na UTI do Hospital Santo Antonio.

Dia 02 (9h30) – Carnaval do Bloco Riso Frouxo no Hospital da Criança.

Dia 02 (14h30) – Cortejo carnavalesco nas enfermarias do Centro Médico Social Augusto Lopes Pontes.

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Má gestão compromete atendimento do Beleza Natural

*Texto da jornalista Giovanna Castro

A palavra é pequena – gestão – mas pode gerar enormes consequências em um ambiente, tanto positivas, quando ela existe, ou negativas, quando não dá as caras. E falta de gestão ou deficiências graves de gestão vêm acontecendo, na minha opinião, no atendimento do Instituto Beleza Natural.

Como vocês sabem, eu sou uma cliente do Instituto há oito meses e a cada trinta dias vou lá para retocar minha raiz, afinal de contas, gosto muito do serviço e, apesar dos problemas que listarei a seguir, não pretendo abandoná-lo. Nem que seja por absoluta falta de opção.

Quando comecei a ir ao Beleza, me senti em um oásis, eu que vinha de um salão de bairro muito bom, mas bastante desorganizado em termos de atendimento, já que precisava chegar lá por volta de 7h e, não raro, saía lá pelas 21h. O atendimento do Beleza é feito por meio de uma senha que a cliente pega na entrada e, após o pagamento, se dirige para uma sala onde os números são chamados via painel eletrônico. Uma beleza, pensei!

A primeira etapa, que é pagar, costumava ser rápida. Eu chegava, me dirigia ao caixa, pegava minha senha, pagava e ia para a sala esperar ser chamada para fazer a divisão do cabelo. Esperava coisa pouca, até porque várias meninas ficavam a postos para dividir o cabelo de pelo menos seis mulheres a cada vez. Ritmo de atendimento em série, para desembaraçar e dividir a juba em tufos. Dali da divisão, era esperar mais um pouco, até ser chamada para aplicar o super relaxante. Jogo rápido!

Giovanna Castro

Eu saía do trabalho às 14h, chegava lá por volta das 14h30 e saía no máximo às 18h. Meu recorde foi o dia que saí cerca de 17h, uma maravilha! Porque, adoro salão, como toda mulher adora, a gente se sente o máximo quando é bem cuidada, mas odeio, em letras garrafais, esperar. Odeio mais ainda, e acredito que nenhuma mulher gosta, esperar muitíssimo mais do que parece razoável aguardar por um atendimento.

Pois é, alguma coisa mudou no Beleza, nestes meses de frequência fielmente mensal. Ultimamente, tenho pego a senha e esperado um tempo até mesmo para fazer o pagamento. Entro lá, pego meu número, sou chamada, pago e depois volto para o salão para esperar a divisão. Diversos argumentos podem ser usados, a época de final de ano, que o salão estaria bombando, que a mulherada toda de Salvador resolveu ir cuidar dos cabelos lá, mas nenhum deles justifica.

Se o movimento está sendo maior do que o previsto inicialmente, aparece aqui pela primeira vez a palavrinha mágica, gestão. Há que se rever a quantidade de funcionárias, o sistema de atendimento ou, em último caso, alguma alma boa ficar de olho e remanejar a distribuição de colaboradoras a depender do serviço que estiver deficiente no momento. E isso eu não vejo acontecer no Beleza, nos dias em que vou lá.

Falo isso de cadeira porque aconteceu comigo. Há três meses, mais ou menos, não lembro exatamente, estava havia 50 minutos esperando no salão para ir para a divisão do cabelo. Via várias meninas uniformizadas circulando pela área, enquanto somente duas meninas atendiam na divisão com um monte de mulher esperando a vez. Reclamei.

A justificativa que recebi foi que havia várias meninas em horário de almoço, outras estavam fazendo um treinamento (como assim, treinamento em pleno horário de funcionamento, por volta das 15h??? Não há outro horário que não atrapalhe o atendimento???) e me pediram paciência.

Aliás, todo mundo é educado lá, desde os meninos que ficam no estacionamento organizando o fluxo de veículos, até todas as atendentes. Mas educação não supera falhas de gestão. O mais adequado seria alguém puxar as meninas que circulavam pelo salão, aparentemente, sem fazer nada, e colocá-las na divisão. Porque, mesmo que vá demorar no super relaxante, o atendimento prévio na divisão já “distrai” a gente e ameniza o sofrimento da espera. Mas não foi feito isso.

Giovanna Castro

Da última vez, e foi o que motivou esse meu post, porque eu jamais pensei em escrever algo negativo sobre o Beleza, o sofrimento foi além do normal. Como sempre faço, corri do trabalho direto pro salão. Cheguei lá no horário de sempre e registrei minha senha 035 e pagamento às 14h39, como você pode ver na foto. Começava ali o meu calvário e o de várias mulheres que sofreram a mesma inglória espera naquele dia.

Na hora em que eu cheguei, tinha apenas uma menina dividindo os cabelos das clientes. Uma hora depois, chegaram mais duas, e permanecemos assim por longo tempo. Não sei se houve demissão ou atendentes resolveram deixar o trabalho, mas fato é que vejo menos meninas circulando por lá do que via no começo da minha relação com o Beleza. Às 17h, meu número foi chamado para a divisão.

E você que é mulher, sabe que mulher espera, principalmente em salão, porque sabe que demora mesmo. Ainda não conheci um homem que entenda isso – todos eles falam, “que absurdo!”, “nunca aguentaria isso!”, “iria embora na primeira hora!”. Mas mulher aguenta, ainda mais quando acredita no resultado, que é o meu caso.

Mas também todas se irritam quando o tormento é excessivo e, obviamente, aqui e ali, fui começando a ouvir reclamações da mulherada. Era uma que levantava para reclamar na divisão, outra que abordava uma atendente para perguntar a razão da demora. Nenhuma resposta parecia satisfatória.

Eu, que estava com o número 035, vi o painel eletrônico ir de um em um a partir do 978, até o 999 e vi começar toda a contagem de novo do 000. A inquietação tomava conta de todas nós, até que por volta das 18h10, sim, por volta de 18h10 – uma hora e dez de espera com o cabelo amarrado em tufos e, pior, sem poder desistir porque o serviço já havia sido pago -, uma atendente veio ao salão dizer que a espera seria mesmo de 5 a 6 horas para cada mulher porque meninas tinham faltado, algumas estavam de férias e outras de atestado. “Temos sete colaboradoras e uma vip atendendo e duas meninas da noite estão de férias”, ela disse, se desculpando. Legal! Um salão daquele tamanho com oito pessoas atendendo? Helloooo?

Primeiro erro: alguém não ter dito isso antes. Porque não avisar de hora em hora, por exemplo? Eu falo por mim, até não me importo em esperar, quando percebo que tem alguém preocupado em fazer tudo para que a gente espere menos, não é mesmo?

Segundo erro, dizer que havia recomendado às meninas do caixa que avisassem para as clientes que a espera seria longa, o que naquele dia não aconteceu comigo. Ninguém me avisou nada. As outras mulheres também confirmaram não terem sido advertidas. Fui lá na época do Natal e a menina me disse logo na entrada que havia 42 pessoas esperando só para pagar. O que foi que eu fiz? Decidi que não ia esperar, pronto, tranquilo, sem traumas. Quem ficou lá, não teria porque reclamar, já que foi informado sobre a real situação.

Giovanna Castro

Outro equívoco, dizer que meninas tinham faltado, algumas estavam de férias e outras de atestado, essa última informação quem me passou foi a moça que aplicou o produto no meu cabelo. Eu, como cliente, não tenho absolutamente nada a ver com isso. Esta é uma questão de gestão, ou falta de, gestão administrativa interna. Se acontece um problema desse, a primeira coisa que o gerente deve fazer é remanejar as peças remanescentes para que o cliente final não seja penalizado.

Bom, nada disso tem acontecido no Beleza, pelo menos em duas das datas em que estive lá. Além do mais, encontrar uma moça de roupinha diferente, o que indica que esteja em outra função que pode resolver ou pelo menos acionar quem possa resolver, é a coisa mais difícil. Parece que elas percebem a situação e somem para não serem interpeladas pela fúria das clientes impacientes.

Sentei na cadeira para aplicar o super relaxante em torno de 19h15. Mais de seis horas depois de ter chegado, ainda estava na cadeira, quando uma atendente veio me perguntar se eu iria comprar algum produto. O salão já estava fechado e as últimas clientes aguardavam atendimento. Às 20h44, como aparece na foto do boleto do cartão de débito, comprei um creme para pentear. Saí de lá, exausta, perto de 21h45 com meus cachinhos renovados e já imaginando o que me espera no próximo mês.

Não conheço a estrutura administrativa do Instituto Beleza Natural, sou apenas uma consumidora do produto que, reafirmo, vou continuar utilizando porque me atende muito bem e deu ao meu cabelo o visual que eu precisava. Mas algo tem que ser feito urgentemente em relação ao atendimento, sob pena de clientes abandonarem o serviço, mesmo gostando dele.

Certa vez, conversando com uma das atendentes, ela me falava exultante, enquanto fazia o meu cabelo, que Zica (idealizadora e dona da rede de salões) vinha periodicamente a Salvador para aplicar, ela mesma, treinamentos e que não tinha besteira nenhuma com as funcionárias.

“Ela senta na mesa com a gente e vai almoçar no mesmo restaurante. Não tem frescura. Ela também diz que todos nós somos iguais e que somos importantes para o sucesso dela”. Achei isso muito simbólico da filosofia que a dona pretende imprimir ao seu negócio, mas já tá na hora de Zica dar outro pulinho aqui em Salvador. Parece que a mensagem anda se perdendo da memória das meninas…

Confira entrevista com Heloísa Assis, mais conhecida como Zica, dona e idealizadora da rede Beleza Natural

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Caixa lança campanha de ajuda às vítimas da chuva

Santa Rita, em Teresópolis - RJ. As fotos são de Vladimir Platonow, da Agência Brasil, que é a assessoria de comunicação do governo federal. O material da ABr é de uso gratuito, desde que citados os créditos

Recebi, via email, um release da Caixa Econômica Federal sobre uma campanha que o banco iniciou para ajudar as vítimas da chuva no país. Para não gerar mal-entendidos, vou publicar abaixo, a íntegra do documento. Volto a frisar que a campanha é da Caixa e o texto foi redigido pela assessoria nacional do banco, portanto, o blog está apenas divulgando a iniciativa. Estamos fazendo nossa parte como jornalistas, que é ajudar a informação a circular. Quem quiser dar uma força também, pode divulgar o post nas redes sociais que frequenta. Solidariedade, – lembram? – não sai de moda!

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Leia também:

Campanha #SOS Chuva

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CAIXA LANÇA CAMPANHA PARA AJUDAR VÍTIMAS DAS CHUVAS

Conjunto de ações prevê abertura de conta para doação, atendimento diferenciado, pagamento de benefícios sociais para famílias atingidas e linhas de crédito especiais para empresas e trabalhadores

A Caixa Econômica Federal lançou, na sexta-feira (14), o plano Ação Integrada Caixa – Rio Solidário, para atendimento às famílias, ao setor produtivo e ao poder público dos municípios em estado de calamidade ou situação de emergência provocados pelas chuvas das últimas semanas.

As medidas incluem ações de atendimento, como criação de força-tarefa com horário estendido para informações gerais, liberação do escalonamento do calendário do Bolsa-Família, pagamento do Abono Salarial e Rendimentos do PIS, além dos benefícios do INSS e Seguro Desemprego, liberação e pagamento de FGTS, indenizações de sinistros, reforço das equipes das agências; informações diferenciadas no SAC CAIXA (0800 726 0101) específico para regiões atingidas, reforço do quadro de engenheiros e analistas, para agilização dos procedimentos técnicos, ação estruturada com o poder público, para diagnóstico da situação, e proposição de soluções e orientação na elaboração de projetos.

A CAIXA destinará linhas de crédito habitacional e comercial, em condições diferenciadas, para a região atingida. Estão previstas ainda campanhas de arrecadação de donativos nas agências da região. Além disso, também foi aberta uma conta corrente para ajudar as vítimas. As doações aos moradores das regiões em estado de emergência podem ser feitas na conta da Defesa Civil do Rio de Janeiro, número 2011-0, agência 0199, operação 006.

CONDIÇÕES PARA PAGAMENTO DO FGTS

O pagamento do FGTS acontece após o recebimento da Declaração de Área Atingida, a ser emitida pelas Prefeituras das cidades envolvidas. Serão beneficiados os trabalhadores das localidades que se enquadrem nas condições estabelecidas pelo Decreto 5.113/2004:

a) decretação de estado de calamidade pública ou situação de emergência pela Prefeitura Municipal;

b) reconhecimento dessa decretação pelo Ministério da Integração;

c) entrega, pela Prefeitura, de Declaração de Áreas Afetadas à CAIXA;

d) habilitação do trabalhador junto à CAIXA, mediante comprovação de titularidade de conta vinculada e de residência em uma das áreas afetadas, constantes da declaração citada acima;

e) o trabalhador tem 90 dias, após a publicação do ato do Ministério da Integração Nacional, reconhecendo o estado de calamidade/emergência decretado pela municipalidade, para solicitar o saque.

Os atos mencionados nas alíneas “a” e “b” já foram editados pelas autoridades competentes.

PARA O SAQUE DO FGTS

Os trabalhadores deverão apresentar os seguintes documentos:

– Identidade, carteira de habilitação ou passaporte;

– Comprovante de residência ou Declaração da Prefeitura;

– Carteira de Trabalho;

– Cartão do Cidadão (opcional).

BOLSA FAMÍLIA

– Cartão social e senha ou Documento de identificação;

Nos casos em que o beneficiário tenha perdido o cartão e documentos de identificação, poderá sacar o benefício mediante apresentação de Declaração da Prefeitura.

*O Cartão Social (Cartão do Cidadão) facilita o recebimento do FGTS, Bolsa Família, Seguro Desemprego, e outros benefícios, permitindo o saque nas Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui ou autoatendimento no limite de até R$ 1.000,00.

SERVIÇO

CONTA PARA DOAÇÃO

Conta da Defesa Civil – RJ
Banco: Caixa Econômica Federal -104
Agência: 0199
Operação: 006
Conta: 2011-0
CNPJ: 42.498.717/0001-55

Outras informações: SAC Caixa (0800 726 0101)

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Campanha #SOS Chuva

A iniciativa é da Paula, autora do blog Mulherzinha. Pelo Twitter, nesta sexta-feira, fez a convocação para unir a blogosfera – e a twittosfera, lógico – em uma campanha para ajudar as vítimas das enchentes no Rio de Janeiro, Minas e São Paulo.

A situação no Rio é uma das mais críticas e, infelizmente, é tragédia anunciada, como analisou o jornalista Paixão Barbosa, autor do Política & Cidadania.

Atendimento às vítimas da chuva no Rio de Janeiro. Em Teresópolis, médicos e enfermeiros trabalham em posto improvisado na igreja de Santa Luzia. A foto é de Valter Campanato - Agência Brasil

Mas, independente de apontar culpados ou reclamar dos governos da maioria das cidades e estados brasileiros que sofrem com chuvas demais ou de menos todos os anos, o objetivo aqui é atender ao chamado e ajudar na campanha.

Segundo o post de Paula, os itens mais urgentes são esses:

  • Água potável
  • Alimentos não perecíveis: Achocolatado em Pó, Açúcar, Arroz, Biscoito Doce,  Biscoito Salgado, Extrato de Tomate, Farinha de Trigo, Feijão, Fuba, Leite em Pó, Macarrão, entre outros;
  • Roupas
  • Cobertores
  • Colchonetes
  • Itens de higiene pessoal: sabonete, pasta de dente, escova de dente e fralda descartável, entre outros.
Na comunidade de Vieira, em Teresópolis, moradores limpavam a lama e os escombros dos desabamentos nesta sexta-feira, dia 14. A foto é de Valter Campanato - Agência Brasil

Para saber onde doar, tem endereços aqui no site do Jornal Hoje. E há também o site da Cruz Vermelha, que vocês acessam neste link.

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Artigo: Feliz Ano Novo!

Em busca de um texto bacana para levar vocês à reflexão neste começo de 2011, encontrei no e-mail do blog o artigo abaixo, do escritor Célio Pezza. Espero que gostem da escolha…

Feliz Ano Novo!
*Célio Pezza

Entre os povos do nosso mundo é costume no final de ano desejar um Feliz Ano Novo, mas o que isto realmente significa? Falamos a mesma frase desde há muito tempo, mas o mundo não parece estar mais feliz a cada ano que passa. Basta seguirmos a notícias do dia a dia pelo mundo e constataremos esta triste verdade. Continuamos a ter milhões de pessoas morrendo de fome ou doentes pela falta de uma nutrição mínima adequada, milhares sem teto perambulando pelas ruas, drogados em todos os cantos do planeta, pilhas de mortos e mutilados pelas guerras, famílias desesperadas pelo fantasma do desemprego e falta de futuro digno, desastres ambientais criminosos ou naturais de todas as espécies e assim por diante. Alguns dirão: Foi sempre assim! E não estão errados, pois foi sempre assim e de acordo com minha opinião e de muitos outros observadores, está piorando a cada ano que passa.

O que está errado? Todos desejam Feliz Ano Novo, mandam cartões, trocam presentes e o novo ano piora um pouco mais no aspecto global.  Evidente, para muitos o ano melhora e tudo de bom acontece. O meu questionamento é em relação ao planeta como um todo, olhando para todas as regiões onde exista um ser humano profundamente necessitado.

O que está errado? Será que desejamos um Feliz Ano Novo, mas não fazemos nada para que ele se transforme e simplesmente ficamos assistindo o mundo desmoronar? Desejamos um Feliz Ano Novo e continuamos a bater na mulher, filhos, e ser o mesmo “machão” estúpido de sempre? Desejamos um Feliz Ano Novo e continuamos roubando e fazendo acertos “por baixo dos panos” e prejudicando alguém como sempre? Desejamos um Feliz Ano Novo e continuamos comercializando drogas para um batalhão de viciados? Desejamos um Feliz Ano Novo e continuamos a ser o mesmo preconceituoso e intolerante de sempre? O que está errado?

Será que infelizmente este “Feliz Ano Novo” é somente uma frase pronta que repetimos da boca para fora, pois é de bom tom fazê-lo no final do ano? Faz parte da nossa cultura e tradição, ficar repetindo como papagaios e mandando cartões e mensagens das mais variadas formas? Será que é isto? Somos papagaios que repetem frases e na verdade nem sabemos seu significado? Para ser de verdade um ano novo feliz, precisamos uma coisa fundamental: mudarmos nós mesmos. Não nos preocuparmos em repetir frases prontas ou mandar e-mails bonitos e cheios de estrelinhas piscando ao redor de taças de champanhe e pacotes de presentes.

O Ano Novo ou Réveillon é a celebração do término de um ano e o início de outro. A palavra réveillon vem do francês réveiller que significa acordar, despertar. Vamos neste final de ano, despertar para esta triste realidade e mudar. Deixar de lado os preconceitos, as mesquinharias, o ódio, a ignorância, a maldade, a brutalidade, o desamor, o conceito de “levar vantagem” e a intolerância. Desta forma, quem sabe teremos um Feliz Ano Novo de verdade.

Feliz Despertar a todos!

*Célio Pezza é escritor (www.celiopezza.com), mas tem sua formação acadêmica em Química e Administração de Empresas. Nascido em Araraquara, interior de São Paulo, mora atualmente em Veranópolis, no Rio Grande do Sul. É autor de obras em português e inglês. Para saber mais, visite também o blog do autor.

**Material enviado ao blog pela Ralcoh, assessoria do autor, e publicado mediante autorização e respeitando a autoria e citação da fonte.

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Mais mulheres refletindo sobre o machismo – e o racismo – subliminares

*Texto e reflexões de Andreia Santana

Publiquei recentemente lá no meu blog pessoal, o Mar de Histórias, uma resenha sobre a biografia de Lélia Gonzalez, lançada pelo Selo Negro Editorial. Na obra, os autores, Alex Ratts e Flavia Mateus Rios, reconstituem a vida da militância acadêmica, política e social dessa intelectual negra brasileira muito atuante entre os anos 70 e 90, co-fundadora do Movimento Negro Unificado, feminista, politizada, mas com uma capacidade ímpar de manter o foco no ser humano e nos seus paradoxos, sobretudo nas questões raciais (aqui vocês leem a resenha e ficam sabendo mais sobre o livro).

Lélia Gonzalez

Essa semana, pelas estatísticas do Google, vi que um texto meu, escrito em março de 2009 aqui no Conversa, relembrando bell hooks e minhas aulas como ex-aluna especial do mestrado em Letras na UFBA, foi citado por uma blogueira carioca, ex-aluna do famoso colégio Pedro II e bacharel em História, autora do blog …ou barbárie, uma mistura de diário pessoal e acadêmico que ainda estou explorando, mas que à primeira vista, agradou pela força das palavras da autora. A blogueira, num texto sobre a nova campanha publicitária da cerveja Devassa, que viu numa revista carioca, refletia sobre a redução das mulheres, sobretudo às negras, ao corpo (aqui vocês leem o post dela).

Qual a relação de uma coisa com a outra? Bem, é que lendo a biografia da Lélia, vi que muito do que ela refletia – dos paradoxos da questão racial brasileira – tem muita ligação com o texto da autora de …ou barbárie. Sendo que, como Lélia morreu há 16 anos (em 1994), a sensação de que pouca coisa mudou de lá para cá me frustra. Ao mesmo tempo, ver uma pessoa muito mais jovem manter tanto as ideias de Lélia quanto as de bell hooks vivas e sendo discutidas, dá o conforto de acreditar que ainda resta esperança e que campanhas publicitárias machistas e reducionistas como a dessa marca de cerveja tem sobrevida contada…e o tempo está acabando.

bell hooks

Fiz um teste. Busquei no Google referências a “campanha da cerveja Devassa”. Surgiram dezenas de links para uma polêmica envolvendo peça estrelada pela socialite norte-americana Paris Hilton, em março deste ano. Nenhuma referência a uma possível polêmica sobre a campanha denunciada pelo …ou barbárie agora em dezembro. A peça publicitária com Paris, “Bem Loura”, entrou fácil na mira do Conar (ao menos segundo reportagem publicada aqui no site de O Globo). Na campanha nova, a que ainda não está na mira dos órgãos reguladores da propaganda no país, uma modelo negra, com o estereótipo da “mulata Sargenteli”, aparece em pose sensual. Logo abaixo, a frase: “é pelo corpo que se reconhece a verdadeira negra”.

Paris Hilton em campanha da "Bem Loura"

Acredito que o bom entendedor não precisaria mais do que as meias-palavras do parágrafo acima. Mas em se tratando de machismo e de racismo, meias-palavras nunca bastam. O machismo atinge todas as mulheres, é fato, independente da cor da pele, da grossura do fio do cabelo, da conta bancária. E para manifestar-se, independe de gênero e orientação sexual. Lógico que, aquelas mulheres mais bem nascidas podem sentir menos os efeitos do machismo – fruto de toda uma construção ideológica e cultural de no mínimo dois mil anos -, porque possuem outros mecanismos de defesa. Mas prova de que o machismo é universal é a polêmica envolvendo a loirissima e riquíssima herdeira da cadeia de hoteis Hilton. E por favor, quem quiser tentar me convencer de que a foto acima não é machista, poupe o trabalho, porque como dizia a boa e velha Lélia, minha cabeça já está feita para a questão da relação masculina com o corpo feminino.

Mas, o racismo, esse manifesta-se majoritariamente tendo como alvo as mulheres negras e os estereótipos tão arraigados que se construíram a partir da redução do negro ao corpo. A autora de …ou barbárie filosofa sobre essa questão tendo por base estudos de mulheres como bell hooks e Lélia Gonzalez. Não digo com isso que mulheres índias não sofram preconceito (e é sempre bom lembrar que os portugueses chamavam aos índios de “negros da terra” durante a colonização). Resumo da ópera: o machismo e o racismo vão atuar juntos quando falarmos de mulheres não-brancas.

Reprodução da campanha da Devassa publicada em revista de grande circulação. A imagem é do blog ...ou barbárie

Lélia Gonzalez, que mesmo sendo feminista tinha uma leitura crítica do movimento, costumava sempre lembrar que a questão da mulher negra demorou para ser percebida pelas feministas não-negras. Isso porque, é muito fácil defender bandeiras pelos direitos das mulheres, mas a coisa se complica por exemplo quando a mesma mulher feminista mantém na cozinha de sua casa uma mulher negra que, só pela condição social mais baixa já está sofrendo opressão e nesse caso, não só masculina, mas da patroa branca também. É paradoxal e só agora tanto os movimentos feministas quanto aqueles de militância em prol da causa negra começam a acordar para a situação.

A questão é que o racismo tem nuances muito mais sutis do que o machismo, ao menos no Brasil. Por aqui, graças a nossa herança ibérica, sabemos bem que o homem brasileiro – ampliando as fronteiras – o homem latino – é machista na essência. Em maior ou menor grau, variando desde o agressor de mulheres até o carinha descolado que diz ter muitas amigas, mas empomba com “coisinhas” como o tamanho da saia da namorada ou o fato dela querer andar com os cabelos cortados a la joãozinho, “porque mulher para ser mulher precisa ter madeixas de madalena”. Ou então, que apesar de defender o comportamento liberal das mulheres em relação ao sexo, não se furta a jogar pedra nas elisas e geyses da vida. Sendo que aqui nesse setor: o das “vagabundas x moças de respeito”, o machismo também é feminino.

Sargenteli e as mulatas

Com o racismo, a sutiliza ocorre porque quando não é abertamente praticado por entidades que rezam na cartilha da ku klux klan, ele se manifesta veladamente na política de “democracia racial feliz e contente” vendida pelos órgãos de turismo como ideal de Brasil, herança do Estado Novo. Sob o mito da democracia racial, defendem alguns estudiosos da questão no país, esconde-se uma política de anulamento – ou atenuação – da negritude. A “morena brasileira” é sinônimo de mulher caliente, gostosona, permissiva e não-100% negra, leia-se, não inferiorizada. Outros estudiosos mostram o lado oculto da moeda, que a democracia racial que “amorena” o Brasil, também pratica a aniquilação – ou atenuação – da branquitude. Com certeza toda moeda tem dois lados e toda questão tem centenas, mas aqui falamos de opressão e sabemos que no nosso país, quanto mais tinta na pele, maior o grau dela. Os mestiços, como eu mesma, ficamos no centro da fogueira e tentamos encontrar nosso lugar entre dois mundos em colisão. E aqui, vale lembrar, embora o foco do post sejam as mulheres, os homens negros também sofrem tanto o preconceito quanto a redução de sua essência ao corpo e ao mito do negão bem dotado e fogoso. Sem contudo, deixar de ser machista e de em nome da supremacia do macho, oprimir as mulheres negras. Já viram que é tema pra muita conversa não é?

Tia Anastácia e a patroa, dona Benta

Mas, o que quero dizer com este post enorme é que essas questões raciais e de sexo permeiam, via discursos subliminares e entrelinhas, campanhas publicitárias como essa da cerveja, em que tanto a figura da mulher (do feminino) quanto a da negra são reduzidas ao corpo e ao instinto sexual (a serpente do paraíso, aquela que tenta Eva e que leva Adão a perder o juízo). O senso comum acaba deixando de refletir a respeito das propagandas, das novelas, da complexidade de relações entre a patroa e a empregada, porque dá muito trabalho cavar fundo sob tantas camadas, então, a educação formal e aquela recebida em casa, na rua, na comunidade, continuam disseminando esses discursos velados.

Mas, é preciso cavar e debater todos os ângulos desse prisma, esmiuçar e compreender, porque só assim, quando, como dizem os militantes, houver uma “tomada de consciência coletiva”, é que poderemos finalmente usar tanto a bandeira de democracia racial (num país que aceita todas as cores e que não tenta diluir) quanto de gênero (numa aceitação não apenas do macho e fêmea normativos, mas das orientações sexuais que fogem à regra). Folgo em saber que mais gente, como essa blogueira do …ou barbárie, mantém a chama do debate permanentemente acesa.

*Andreia Santana, 37 anos, jornalista, natural de Salvador e aspirante a escritora. Fundou o blog Conversa de Menina em dezembro de 2008, junto com Alane Virgínia, e deixou o projeto em 20/09/2011, para dedicar-se aos projetos pessoais em literatura.

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Terapeutas do Riso antecipam o Natal nas Osid

O Conversa de Menina abre espaço para divulgar uma ação muito bacana que o grupo Terapeutas do Riso vai realizar a partir desta segunda-feira, dia 13, no Hospital Santo Antônio, que integra as Obras Sociais Irmã Dulce (Osid). A ideia é levar música, humor, diversão e presentes aos pacientes internados na enfermaria Nossa Senhora de Fátima, onde ficam os doentes crônicos e da área de oncologia (câncer).

Neste mesmo dia, no Hospital da Criança, a meninada terá sessão especial de Natal do HC Cinema e assistirão, ás 15h30, ao filme Rudolph – A rena do nariz vermelho.

A troupe dos Terapeutas do Riso

O grupo Terapeutas do Riso já faz um trabalho no hospital, com os pacientes da enfermaria Nossa Senhora de Fátima, uma vez por mês. Mas durante o Natal a expectativa pela programação especial é sempre maior. E as atividades se estendem também para a terça e quarta-feiras, confiram a agendinha:

>>Dia 14, às 14h, junto com uma equipe multidisciplinar do Hospital das Crianças, os Terapeutas levarão os pacientes mirins do HC para um grande passeio no Shopping Barra, onde verão Papai Noel.

>>No dia 15, às 10h, o grupo fará o espetáculo Desconcerto de Natal, onde cantam hits natalinos em ritmo de samba, pagode e dance, entre outros.

Dra Ciranda e Dr. Charanga em plena terapia

Quem são os Terapeutas?

Os Terapeutas do Riso surgiram em 1998, a partir de um espetáculo infantil chamado “Gargalhadas”, que os atores Edmar Dias e Dalvinha Gomes apresentavam para os pacientes da Casa da Criança com Câncer. Adeptos da “palhaçoterapia”, ou seja, o riso usado como forma de humanizar os tratamentos médicos e aliviar os longos períodos de internação de pacientes crônicos – não é à toa que existe o ditado ‘rir é um santo remédio’ – a troupe já promoveu ações também no hospital João Batista Caribé. Para conhecer mais do trabalho dos Terapeutas, visite o site oficial do grupo: www.terapeutasdoriso.com.br.

*Com informações da Quarta Via Assessoria de Comunicação e pesquisa no site oficial dos Terapeutas.

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Projeto Mulheres da Paz promove Ciclo Maria Felipa

Abro espaço para divulgar um material bacana sobre o projeto Mulheres da Paz:

No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra e o Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres (nesta quinta, dia 25), o projeto Mulheres da Paz da Bahia promove o Ciclo de Palestra Maria Felipa: Negritude Feminina em Diálogo. O evento acontece de hoje até o dia 30 de novembro, nos Territórios de abrangência do PRONASCI, em Salvador e mais três cidades da região metropolitana: Lauro de Freitas, Camaçari e Simões Filho.

Segundo a coordenadora do projeto na Bahia, Jaciara Ribeiro, o objetivo da iniciativa é fortalecer o debate sobre o papel da mulher e a sua importância na construção de uma sociedade justa e igualitária.

E aqui o folder do evento, para outras informações

Programação – O ciclo Maria Felipa: Negritude Feminina em Diálogo começou por Simões Filho , nesta terça, no Centro Marta Alencar. Nesta quarta dia 24, às 9h, e na quinta 25, às 14h, a palestras acontecerão, respectivamente, no Centro Social Urbano de Narandiba, em Tancredo Neves/Beirú e no auditório Espaço Cidadão, em Lauro de Freitas. No dia 29 (próxima segunda), às 9h, será a vez de Camaçari, no CAIC-PHOCI, e no dia seguinte, 30, no mesmo horário, no Centro Paroquial de São Cristóvão.

E para saber mais sobre Maria Felipa, acesse abaixo a reportagem especial que fiz sobre ela aqui no blog Conversa de Menina:

>>Maria Felipa: Guerreira de Itaparica

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Especial Dia da Criança: o cuidador

O quinto artigo – segundo publicado nesta terça – selecionado para a série Especial Dia da Criança é da psicóloga Sonia Bagatini e fala da primeira infância e do impacto causado na formação do futuro adulto, a partir das influências sofridas dos cuidadores (família ou não) nessa fase da vida e do desenvolvimento dos pequenos. Confiram:

O cuidador

*Sonia Bagatini

Especialistas e estudos da psicologia, medicina e outras áreas a fim comprovam que as primeiras experiências infantis até os três anos de idade são as que formam a personalidade do ser humano, e, ainda que as marcas que os adultos cuidadores – pais, parentes, babás ou professores – deixam é para sempre na vida destas crianças. Nesse contexto, reciclar e agregar conhecimentos sobre o desenvolvimento infantil é um desafio para a toda a sociedade.

Sabemos que a convivência familiar na infância é fundamental para o crescimento e desenvolvimento saudável da criança, assim como sabemos que ambientes familiares hostis podem causar danos com conseqüências irreversíveis à existência humana, afetando o bem-estar e a saúde mental dos envolvidos, principalmente dos mais frágeis que são as crianças. Na busca em diminuir essa fragilidade física e emocional das futuras gerações, a permanência da criança deve se dar em um ambiente seguro e afetuoso, onde há os ensinamentos sobre o amar. Isso só é possível quando amamos as nossas crianças.

Vamos reciclar, reforçar e despertar os estudos e questionamentos entre todos para sempre buscar o melhor para a vida humana. Primeiro aquela pequenina vida da qual somos os cuidadores responsáveis, em segundo a nossa própria vida, buscando a satisfação e o prazer em atingir os resultados esperados na criança como reflexo daquilo que oferecemos a ela. Cabe lembrar que a nossa natureza humana se não for instigada, desafiada e motivada, pode esquecer muitas coisas importantes caindo no sentido negativo da palavra rotina.

Tudo o que fizermos para as nossas crianças terá registro eterno em seus corações e nas suas mentes.

*Sonia Bagatini é psicóloga e assessora da SOS Casas de Acolhida

**Material encaminhado ao blog pela WH Comunicação Ltda.

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Leia os outros artigos já publicados pela série:

>>Especial Dia da Criança: Preservação ambiental

>>Especial Dia da Criança: Avós e netos

>>Especial Dia da Criança: “ser” criança

>>Especial  Dia da Criança:  consumismo infantil

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