Artigo: Uma nova leva de mães aos 40

Os dados estatísticos mostram que aumenta gradativamente a cada ano o número de mulheres que decidem adiar a gravidez. São vários os motivos que podem levar uma mulher a tomar essa decisão. E é disso que trata o artigo abaixo. Além de trazer algumas das razões desse novo contexto social, também explica de forma bem didática por que aumenta a dificuldade de engravidar com o passar do tempo. Muito bacana para esse período de comemoração do Dia das Mães.

*Uma nova leva de mães aos 40…

Os padrões tradicionais da maternidade vêm sendo gradativamente reformulados, a experiência não implica mais em dedicação exclusiva. Mesmo em meio a tantas mudanças sociais, o desejo e o prazer de ser mãe continuam como elementos presentes e marcantes na estrutura de relevâncias femininas

O adiamento da gravidez é uma escolha muito comum das mulheres, nos dias de hoje. O número de grávidas ou mulheres tentando engravidar na faixa entre 30 e 40 anos tem aumentado nos últimos anos. Pelo menos 20% das mulheres aguardam até os 35 anos para iniciar uma nova família. São muitos os fatores envolvidos na decisão de adiar a maternidade: a estabilidade profissional, a espera por um relacionamento estável, o desejo de atingir segurança financeira, ou, ainda, a incerteza sobre o desejo de ser mãe…

“Entretanto, é importante alertar estas mulheres sobre as consequências desta decisão: a idade pode afetar a capacidade de conceber. É também importante informá-las sobre os tratamentos disponíveis que podem ajudá-las a engravidar, quando elas decidirem que o melhor momento chegou”, afirma o ginecologista e obstetra Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis, em São Paulo.

Segundo o IBGE, o acesso mais fácil a métodos contraceptivos,
os custos elevados necessários para a criação de uma criança
e a inserção da mulher no mercado de trabalho provocaram a redução do número de filhos.
Essa realidade se evidencia na queda da taxa de fecundidade,
que declinou de 2,7 filhos em 1992 para 2,4 filhos em 2002.

A queda na fertilidade feminina com o avanço da idade é um fator biológico. Estima-se que a chance de gravidez por mês é de aproximadamente 20% nas mulheres abaixo de 30 anos, mas de apenas 5% nas mulheres acima dos 40. Mesmo com os tratamentos, como a fertilização in vitro, a fertilidade diminui e as chances de um aborto espontâneo aumentam após os 40. “Há várias explicações para esse declínio de fertilidade: condições médicas, mudanças na função ovariana e alterações na liberação dos óvulos pelos ovários”, afirma Mathias.

A mulher de 40 anos também tem mais chances de apresentar problemas ginecológicos, como infecções pélvicas e endometriose, que podem diminuir a fertilidade. Exames de fertilidade, como a histerosalpingografia ou a laparoscopia, podem ser requisitados para diagnosticar algumas dessas condições. Embora a maioria dos esterileutas recomende que os casais tentem a gravidez por pelo menos doze meses antes de procurarem ajuda médica, mulheres acima dos 40 anos podem realizar esses exames a qualquer momento.

Por que as chances de engravidar diminuem…

A queda nas chances de engravidar, em mulheres acima de 40 anos, é mais freqüente devido às mudanças naturais que ocorrem nos ovários.

O hipotálamo e a hipófise, glândulas localizadas no cérebro, coordenam os processos que levam à ovulação e à menstruação regular. O hipotálamo estimula a hipófise a liberar o hormônio folículo-estimulante (FSH) e o hormônio luteinizante (LH). Esses hormônios são secretados na corrente sanguínea e controlam o crescimento dos óvulos (oócitos) e a produção do hormônio feminino, estrógeno, pelos ovários.

“A maioria das mulheres têm aproximadamente 300.000 óvulos em seus ovários na puberdade. Para cada óvulo que amadurece e é liberado durante o ciclo menstrual, entre 500 a 1000 não amadurecem totalmente e são reabsorvidos pelo corpo”, explica o médico.

Quando a mulher atinge a menopausa, que normalmente ocorre entre os 40 e os 56 anos de idade, há apenas alguns óvulos remanescentes. Esses óvulos restantes geralmente não respondem bem às secreções de FSH e LH da hipófise e os níveis desses hormônios na corrente sanguínea aumentam com o intuito de estimular os ovários.

Um nível elevado de FSH no sangue no terceiro dia do ciclo menstrual sugere que o ovário não está respondendo normalmente aos sinais da hipófise. “Essa falta de resposta ovariana é uma evidência indireta de baixa qualidade do óvulo. A diminuição da resposta do ovário ao FSH e ao LH da hipófise resulta em uma baixa no estrógeno e na progesterona produzidos pelo ovário”, explica o diretor da Clínica Genesis.

Aos poucos, o ciclo menstrual vai se tornando menor e, eventualmente, os ovários podem não liberar óvulos, resultando em um ciclo sem ovulação. Além disso, os hormônios – estrógeno e progesterona – são críticos para o desenvolvimento normal do endométrio, onde o embrião deve se fixar para se desenvolver. “Uma redução nos hormônios dos ovários, que acontece em decorrência da idade avançada da mãe, também contribui para diminuir as chances de gravidez”, observa Aléssio Calil Mathias.

Dados do IBGE revelam que, em 1991,
as mães que tiveram o primeiro filho na meia idade eram 7.142 (0,67%)
e, em 2000, somavam 9.063 (0,79%).
Ainda que em número absolutos este grupo de mães seja pequeno,
esse fenômeno já pode ser acompanhado, principalmente,
nos estados do Rio de Janeiro (passou de 0,91%, em 1991, para 1,09%, em 2000)
e São Paulo ( de 0,65% para 0,87%).

O relógio biológico em ação

À medida em que a mulher envelhece, os óvulos remanescentes também envelhecem, tornando-se menos capazes de serem fertilizados pelos espermatozóides. Outro fator a ser ponderado é que a fertilização desses óvulos está associada a um risco maior de alterações genéticas. “Por exemplo, alterações cromossômicas, como a Síndrome de Down, são mais comuns em crianças nascidas de mulheres mais velhas. Há um aumento contínuo no risco desses problemas cromossômicos conforme a mulher envelhece”, explica o ginecologista.

Quando os óvulos com problemas cromossômicos são fertilizados, eles têm uma possibilidade menor de sobreviver e crescer. Por essa razão, mulheres que já passaram dos 40 anos têm um risco aumentado de abortos espontâneos também.

As taxas menores de gravidez em mulheres acima de 40 são, em grande parte, devidas ao aumento de óvulos com problemas cromossômicos. Nos tratamentos de reprodução assistida, por exemplo, quando óvulos são coletados em mulheres de 20 a 30 anos, fertilizados e colocados no útero de uma mulher com mais de 40, suas chances de gravidez aumentam, são maiores do que se ela tivesse utilizado seus próprios óvulos.

“O sucesso no emprego das técnicas de doação de gametas confirma que a qualidade do óvulo é uma barreira fundamental à gravidez para as mulheres mais velhas. Embora, hoje, a idade não se constitua numa barreira intransponível à gravidez, qualquer tratamento de infertilidade, exceto a doação de gametas, terá menos sucesso, em mulheres acima de 40 anos”, diz o ginecologista Aléssio Calil Mathias.

As mães, por primeira vez, com idades entre 40 e 49 anos, fazem parte de um segmento populacional com alta escolaridade (59,1% tem oito anos ou mais de estudo) e pertencem a famílias com alto poder aquisitivo ( 25,7% com rendimento mensal familiar de mais de 10 salários mínimos).Os dados são do IBGE.

Quando a decisão é adiar a maternidade…

Quando uma mulher com a idade mais avançada decide engravidar é importante que ela procure o aconselhamento médico. Se o médico identificar qualquer problema físico que possa afetar suas chances de engravidar, ou se ela estiver tentando conceber por mais de 6/12 meses, ela deve procurar um esterileuta.

“Como as chances de gravidez diminuem com a idade é recomendado que todos os exames necessários para verificar a fertilidade desta mulher sejam prontamente realizados. A maioria dos exames podem ser realizados no período de 1 a 3 meses. O tratamento apropriado pode ser iniciado imediatamente após a avaliação da mulher”, diz Mathias.

Uma vez realizados os exames necessários e se a causa da infertilidade for diagnosticada, o médico pode discutir com o casal interessado em engravidar os tratamentos possíveis. “Atualmente, o tratamento da infertilidade encontra muitas opções terapêuticas no Brasil. Muitas vezes, a gravidez é obtida com o emprego de condutas de baixa complexidade, como o coito programado. Nem sempre é preciso recorrer à fertilização in vitro”, explica o ginecologista Aléssio Calil Mathias.

Entretanto, “na presença de infertilidade inexplicada ou quando os tratamentos convencionais fracassam, tratamentos de alta complexidade  podem ser indicados, tais como a superovulação com inseminação intra-uterina programada ou a fertilização in vitro. O importante é informar ao casal, especialmente à mulher, que, assim como em qualquer outro tratamento, a idade afeta as chances de gravidez, mesmo com o emprego de alta tecnologia”, diz Mathias.

*Texto encaminhado ao Blog pela MW Consultoria de Comunicação.

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Artigo: Mães de todas as horas

Recebemos um artigo bem singelo do escritor Eder Roberto Dias. Trata-se de uma emocionada declaração de amor às mães. E como está próxima a data em homenagem a elas, nada mais justo que abrir espaço aqui neste cantinho feminino, para a palavra de um menino sobre a maternidade. Sim, eles também entendem do assunto, e por quê não?!

*Mães de todas as horas

**Por Eder Roberto Dias

E quem é que não precisa, ou sente falta, de um colinho materno de vez em quando?

Por todas as horas é tão bom sentir que nossas mães estão junto de nós! Com o cheirinho de seus perfumes, com a tranquilidade que nos protege ou com a sabedoria que nos ajuda. Mãe é para todos os momentos, mas por vários instantes na vida esquecemos de reconhecer o seu valor. Somente quando sentimos o desejo de uma comidinha saudável e saborosa é que buscamos o aconchego do nosso verdadeiro lar.

Não percebemos a dimensão que somente quem é mãe sabe entender. Quem somos ou seremos? Essa pergunta todas as mães saberão responder! Somos filhos perfeitos, pois na visão de nossas mães não cometemos erros. Na dimensão do amor de uma mãe, somos perdoados por nossas indiferenças, somente pelo poder de quem nos gerou.

Não há como exprimir tal sentimento, tamanho cuidado e proteção. Quem é filho nunca saberá entender a virtude de ser mãe, não saberá apreciar o valor de nosso crescimento, pois não terá em seu sentir o universo que só existirá na visão da mulher mãe. Mulher que cresce entre rosas, que se torna botão e no nascimento de um filho se torna a mais bela rosa mulher. Mulher que se consagra na virtude da continuidade, na exatidão do amor unilateral, na aceitação de que é a companhia perfeita a cada filho!

Quem somos ou seremos? Pergunte à mulher que é sua mãe, a mulher que se constitui na parceira de seu pai. Não importa a nós filhos impedir a felicidade de nossas mães mulheres. Temos dentro de nós o amor eterno que representará a nossa primeira ligação entre o conhecimento e o aperfeiçoamento.

Mãe não deve ser perfeita para os outros, pois a perfeição só será adequada a nós filhos apaixonados. Apaixonados por sua presença, por sua coragem, por seu amor e por tudo que realce a luz do amanhã.

Amanhã nos tornaremos homens e mulheres que formaremos novas famílias, novos lares compostos pelos poderes das crianças do hoje que amam nossas origens e apoiados seremos quando decidirmos aprender a sermos pais. Mulher que ressalta a vida!

Um viva as nossas mães heroínas de todos os nossos dias!

*Texto encaminhado ao  blog pela Suggestiva Comunicação

**Eder Roberto Dias é autor do livro “O Amor Sempre Vence…”, publicado pela Editora Gente. Contato com o autor: [email protected]

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Sugestões de presentes para o Dia das Mães

Gente, recebemos uma série de e-mails com sugestões de presentes para o Dia das Mães. Então decidi fazer este post com várias coisinhas que chegaram, para vocês se inspirarem. Tem presente para todo tipo de mãe. Confiram!

** Joias de flores da Natan
A joalheria montou um catálogo especial para o Dia das Mães, inspirado nas flores. O tema norteia toda a coleção, composta por brincos, anéis, gargantilhas e relógios.

Clique na imagem para ampliar

| SERVIÇO |
Onde adquirir? – Veja no site oficial da Natan Joias

** Linha especial da Contene
Algumas mães adoram presentinhos para a casa. Minha mãe, por exemplo, é uma delas. A Contene, especializada em utilidades domésticas, lançou uma linha especial e limitada para o Dia das Mães.

Conjunto de sobremesa Gran Finale com 1 recipiente grande, 6 potes pequenos e 6 colheres em aço inox. Valor sugerido: R$ 49,90
Petisqueira Premiére, com 6 potes pequenos, 4 garfos e 2 espátulas. Valor sugerido: R$ 49,90

| SERVIÇO |
Onde adquirir? – pelo telefone (11) 2149.4110 ou no site oficial

** Cosméticos de marcas exclusivas
A Via Paris Cosmetiques oferece opções variadas de perfumes e produtos para corpo e cabelo. E as mamães poderão ainda realizar serviços no salão de beleza Via Paris com produtos comprados da loja.
| SERVIÇO |
Via Paris Cosmetiques e o Salão Via Paris – 1º piso do Salvador Shopping
Funcionamento – das 9h às 22h

** Kit de produtos da Lumi
A Lumi Cosméticos aposta em um kit de beleza e bem-estar para as mães de plantão. Com preços bem acessíveis, o kit é uma opção para fazer a alegria da mamãe a baixo custo.

1 - Duo de Sombras (3g) – R$ 21,00; 2 - Conjunto de pincéis com estojo - R$ 38,00; 3 - Nécessaire - R$8,00
Banho Perfumado (300ml) - R$18,00

| SERVIÇO |
Onde encontrar? – Pelo telefone (11) 3246-4664 ou no site oficial da marca

** Óculos das óticas Opção e Opção Differ
Que tal apostar em um par de óculos bem bonito? E, melhor ainda, escolher aquele visual que tem tudo a ver com o estilo de sua mãe? Tem modelos para todos os tipos de mães, das mais sofisticadas às mais esportistas.

1 - Optimax DSC 3096 (R$ 196,00); 2 - Corolla DSC 3080 (R$ 440,00); 3 - Blumarine (R$ 783,00); 4 - Trussard (R$ 771,00); 5 - Braccialini (R$ 1.194,00)

| SERVIÇO |
Onde encontrar?
Óticas Opção Differ: Salvador Shopping (2º piso), Shopping Iguatemi (2º piso), Shopping Paralela
Óticas Opção: Shopping Center Lapa (2º piso), Shopping Itaigara (1º piso), Max Center/Itaigara

** Para ela seguir as tendências
Quando o assunto é moda, as opções são das mais variadas. Tem marca de todo o preço, roupa de todo estilo. A gent acaba ficando perdida na hora se escolher um modelo dentre tantas coisas lindas. Alguma sugestões:

1 - Para mães clássicas e versáteis, o vestido cinza mescla da Heloísa Machado, em algodão com elastano; 2 - As mais moderninhas vão adorar o vestido curto em tecido nervurado da Elisa Chanan
Para as mais detalhistas, babados, bottons e aplicações de taxas estão na coleção Inverno 2010 da Princess

** Organizando a vida de sua mãe
Que tal optar por presentinhos fofos para ajudar a organizar a vida de sua mãe? No site Organize sua Vida você vai encontrar uma série de objetos práticos e funcionais.

Refil para Bolsas Charm (R$ 54,90)
Organizador de Sutiã Pop (R$ 39,90)
Estojo de Bijuterias Lilás Borboleta P (R$ 39,00)

| SERVIÇO |
Onde encontrar? – No site Organize sua Vida

** Bolsas Jorge Bischoff
Para as mães que apostam sempre no visual versátil e elegante. O designer gaúcho criou modelos variados de tamanhos e detalhes diversos. O estilista apostou em materiais como camurça, nobuck oil, smoked e destroyer para a coleção.

1 - JB327 A A04 (R$699,00); 2 - JBT02 A A01 (R$585,00)
3 - JB303 A A04 (R$885,00); 4 - JB330 A A02 (R$1.045,00)
5 - JBT12 A A03 (R$495,00); 6 - JBT03 A A04 (R$409,00)

7 - JB316 A A04 (R$755,00); 8 - JB349 A A02 (R$865,00)

| SERVIÇO |
Onde encontrar? – Loja Jorge Bischoff, no Salvador Shopping, piso L2, loja 2134.

** Presentinhos personalizados Pimaco Expressions
Mini álbuns fotográficos, calendários, livro de fotografias tudo do jeitinho que você imaginou, personalizado e com as imagens que vcê escolheu. Está aí outra boa opção para agradar a mamãe.

| SERVIÇO |
Onde encontrar? – site da Pimaco Expressions

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Campanha pelo fim da violência contra mulheres e crianças


As estatísticas mundiais da prática de violência contra mulheres e crianças mantém números alarmantes e tanto as organizações oficiais quanto as chamadas de terceiro setor (Ongs e sociedade civil organizada) têm se engajado cada vez mais na luta para por um fim a tanta barbaridade. O blog Conversa de Menina, que também milita nesta causa, abre espaço para divulgar uma iniciativa muito bacana, promovida por um grupo de organizações adventistas na América Latina. E aqui, independente da crença religiosa das blogueiras, o que vale é a união em prol de uma causa mais que nobre.

Trata-se da campanha End It Now (Diga Não à Violência Contra a Mulher), que foi lançada em Brasília, nesta quinta-feira, por representantes de diversas organizações adventistas na AL. Até o momento, cerca de 70 mil assinaturas foram recolhidas em oito países sul-americanos (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Equador). A previsão é que as adesões aumentem através de mobilizações em todos estes países.

Para vocês terem uma ideia do que significa uma campanha assim, dados nacionais de segurança pública dão conta de que no Brasil, em 2005, a cada oito minutos uma criança era vítima de pedofilia. Estima-se ainda que, pelo menos, 69% dos casos de abuso sexual sejam praticados contra crianças. No caso das vítimas adultas, os percentuais também escondem a ponta de um iceberg que deve ser muito maior do que aparenta (basta lembrar que nem toda vítima denuncia a agressão sofrida por diversos motivos, o medo sendo o maior deles). Em média, entre 10 e 69% das mulheres em todo o mundo alegam ter sido vítimas de abusos psicológicos por um parceiro em suas vidas. Além disso, estudos mostram que entre 12 e 25% das mulheres do planeta já passaram por violência sexual!

A campanha End It Now continua até o mês de outubro e a meta mundial inicial é arrecadar um milhão de assinaturas.

Para conhecer mais sobre a campanha ou participar, visite os sites em português (www.enditnow.org.br) ou em espanhol (www.enditnow-esp.org).

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Endometriose: saiba mais sobre a doença

A reportagem abaixo trata de um problema muito mais comum entre as mulheres do que imaginamos: a endometriose. Dizem os biógrafos de Marilyn Monroe, a famosa diva de Hollywood nos anos 50, que a atriz sofria de dores insuportáveis por conta deste problema. Como a saúde, principalmente a feminina, é um dos focos das conversas aqui do blog, confiram as explicações do médico ginecologista Aléssio Calil Mathias e entendam melhor o que é, quais as causas e como tratar a endometriose. Para outros esclarecimentos, no final do post publiquei os links do site, blog e twitter do especialista.

*Endometriose: cólicas menstruais intensas e dor  na relação sexual
O estilo de vida da mulher moderna vem sendo apontado como o grande responsável pelo aumento de casos da endometriose

Ainda não totalmente desvendada pela medicina, a endometriose se apresenta cada vez com mais freqüência. Sua incidência tem aumentado consideravelmente, porém os especialistas ainda não sabem ao certo a causa do problema. “Com a difusão de mais informações sobre a doença, tanto para os médicos, quanto para a população em geral, os diagnósticos estão sendo feitos com maior precisão e em maior número”, afirma o ginecologista Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.

Além da maior facilidade de diagnóstico, que faz com que mais casos sejam identificados, o estilo de vida da mulher moderna vem sendo apontado como o grande responsável pelo aumento de casos da endometriose. “Hoje, a tendência mundial é que a mulher se case e engravide mais tarde e tenha menos filhos. Em conseqüência destes comportamentos, a mulher fica mais exposta aos ciclos menstruais, o que a torna mais suscetível à doença”, explica o ginecologista.

Entenda a doença – Relacionada ao ciclo menstrual e ao sistema imunológico, a endometriose atinge até 10% das mulheres em idade fértil e é encontrada com mais freqüência nas que têm mais de 35 anos. Porém, 20% delas nem sempre sabem que têm a doença porque não apresentam nenhum sintoma. “A paciente que tem algum parente em primeiro grau com endometriose corre mais risco de desenvolver a doença, que se desenvolve na adolescência. Entretanto, o diagnóstico, geralmente, só é feito entre mulheres de 25 a 35 anos”, observa o especialista.

A endometriose é caracterizada pelo implante de células endometriais fora do útero. “O nome da doença vem da palavra endométrio, camada que reveste o interior do útero e que é eliminada durante a menstruação, todos os meses, se a mulher não engravidar. A endometriose ocorre quando, por algum motivo, o endométrio se encontra fora do útero”, explica  o ginecologista.

A razão de parte das células do endométrio sair do útero e se reagrupar em outras regiões como ovários, tubas uterinas, superfície do útero, bexiga, dentre outros órgãos, ainda não foi completamente esclarecida pela ciência. “Porém, com o conhecimento que já adquirimos,  sabemos que os focos de endométrio alojados em outros órgãos continuam estimulados pelos hormônios. E, a cada ciclo menstrual, se comportam como se estivessem dentro do endométrio. Dessa maneira, a cada menstruação, ocorrem sangramentos semelhantes ao fluxo menstrual normal nos focos de endométrio dispersos”, explica Aléssio Calil Mathias.

Além da menstruação, os especialistas acreditam que a doença pode se instalar em algumas mulheres devido a algum distúrbio no sistema imunológico das portadoras de endometriose. Essa é uma das teorias mais modernas que explicam o surgimento da doença: Em geral, quando as células do endométrio se alojam em outras regiões do organismo feminino, o sistema imunológico entra em ação para que seja realizada a limpeza ou a eliminação dos focos de endométrio fora do útero. “Mas, por algum problema no sistema imunológico, esta ‘limpeza do organismo’ não acontece. Daí, as células se implantam nesses locais, sofrem a ação dos hormônios e acabam por desenvolver a endometriose”, explica o médico.

A diva Marilyn Monroe pode ter morrido de overdose de tranquilizantes, que ela tomaria para aplacar as dores terríveis que sentia devido a endometriose. A fonte da informação é o livro "Menstruação, a Sangria Inútil", do médico baiano Elsimar Coutinho.

Caracterização do quadro doloroso – Todo este desequilíbrio no organismo e o crescimento do tecido endometrial em lugares incomuns causam sintomas bastante dolorosos. “O primeiro a aparecer, em geral, é a cólica menstrual (dismenorréia). Ela é progressiva. Ou seja, no princípio, a mulher refere-se a ela como leve. Entretanto, com o passar dos anos, a dor vai piorando até ficar muito intensa, o que a impede de fazer suas atividades habituais. Outro sintoma é a dor durante a relação sexual (dispaneuria)”, alerta o ginecologista.

As cólicas menstruais que caracterizam a endometriose não melhoram com medicação, apresentam-se muito severas e requerem repouso. A dor que acontece durante a relação sexual, em geral, aparece quando a penetração é profunda e tende a ser mais intensa no período pré-menstrual.

Como as células  do endométrio podem se alojar em várias regiões do organismo feminino, as teorias mais modernas defendem que a endometriose também não se apresenta como uma só, mas, na verdade, de maneiras distintas. São três as principais formas de endometriose. Uma delas aparece na superfície do peritônio, camada que reveste internamente o abdome. A outra, mais freqüente, é a forma ovariana, na qual os focos do endométrio se apresentam como cistos com conteúdo de cor achocolatada. Por fim, existe a endometriose profunda, quando as células invadem as camadas do intestino e o septo retovaginal. Esta forma, além de dificultar as relações sexuais, ainda pode causar sangramento e obstrução intestinal.

Importância do histórico clínico da paciente

O diagnóstico inicial da endometriose pode ser feito por meio do histórico clínico da paciente e dos sintomas característicos da doença. “Nesses casos, um exame ginecológico também pode ajudar. A avaliação física é igualmente essencial na investigação da doença. O exame do abdome pode revelar ao ginecologista se há aumento abdominal ou dores localizadas. Já o exame do colo do útero pode detectar a doença no colo e/ou na parede vaginal, enquanto o toque ginecológico avalia possíveis aumentos nos ovários, dores atrás do útero e eventuais nódulos dolorosos presentes na endometriose profunda”, detalha o ginecologista e obstetra Aléssio Calil Mathias.

Dentre os exames complementares, que podem auxiliar a compor um diagnóstico preciso, destacam-se o ultra-som transvaginal especializado, que permite ao ginecologista obter imagens do útero, dos ovários e de lesões profundas causadas pela endometriose. A ressonância magnética da pélvis também auxilia no diagnóstico da endometriose profunda. “Contamos também com a videolaparoscopia, considerada por muitos o melhor método para diagnosticar a doença e para iniciar o tratamento, nos casos em que a cirurgia é indicada. Uma das vantagens deste exame é que ele permite ao médico enxergar pequenos focos da doença, nem sempre perceptíveis nos outros exames”, explica o ginecologista.

O tratamento da endometriose pode ser clínico ou cirúrgico, dependendo do tipo, do estágio que a doença atingiu e de quanto tempo está instalada. “A primeira preocupação ao iniciar o tratamento é saber se a mulher quer se livrar da dor ou engravidar. Dependendo da intenção da paciente, é indicado o melhor método terapêutico”, informa Aléssio Calil Mathias.

O uso de medicamentos é realizado nos casos mais brandos da doença, em mulheres que não desejam engravidar. É feito com a indicação do uso de anticoncepcionais orais ou injetáveis. “Outros medicamentos utilizados são os que paralisam as funções dos ovários e, com isso, diminuem a produção do hormônio estrógeno. Assim, quanto menor a concentração desse hormônio, menores os riscos de a doença progredir e menos intensas serão as dores”, explica  o médico.

Saiba mais:
Site: www.clinicagenesis.com.br
Rede social: twitter.com/dralessio
Blog: gestacaosaudavel.wordpress.com

*Material elaborado e encaminhado ao blog pela jornalista Márcia Wirth, da MW Comunicação.

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*Mudanças no corpo da mulher durante a gravidez

As mães não são iguais e as grávidas muito menos. Nem todas sentem todos os chamados sintomas da gestação e vivem o período sem grandes alterações na rotina, mas algumas ganham mais peso do que o devido, ou tem predisposição para contrair diabetes gestacional ou mesmo sofrer de elevação da pressão arterial. Cuidados básicos, atividade física moderada, alimentação saudável e pré-natal ajudam muito a garantir a saúde da futura mãe e do bebê, mas é fato que a gravidez provoca muitas alterações no corpo das mulheres. Mesmo aquelas que levam os nove meses “numa boa”, sabem que algo diferente está ocorrendo. Para começo de conversa, uma pessoa está gerando outra pessoa (isso é fascinante e assustador!). Bom, para ajudar as mamães a entenderem o que está acontecendo com elas, a ginecologista e mastologista Nara Mattia, especialista que se norteia na semiologia obstétrica, responde as questões abaixo, tirando as dúvidas mais frequentes sobre as alterações no corpo feminino durante a gestação. O que toda grávida precisa ter em mente é que o corpo não se recupera da gravidez logo de cara, depois do parto. Demora um tempo e esse tempo vai depender do quão saudável foi a gestação, adverte a especialista. Confiram as dicas:

1- Na Pele: Pode surgir manchas, oleosidade e acne? O que fazer?

Durante a gestação os hormônios femininos aumentam. O cloasma gravídico (mancha no rosto) e a pigmentação da linha média da barriga é estimulado pela  melatonina que aumenta pela progesterona. Porém, a oleosidade e acne dependem da sensibilidade de cada mulher a dilatação dos vasos da pele, principalmente do rosto, em algumas, esse aumento da vascularização causa uma melhora da pele e até diminuição da oleosidade e da acne, para outras, entretanto, o efeito é exatamente contrário, ficando pior, principalmente nos primeiros 3 meses de gestação. Toda gestante deve usar filtro solar e evitar exposição solar, principalmente porque as manchas gravídicas são difíceis de desaparecer mesmo após o nascimento do bebê. A oleosidade e acne melhoram com dieta adequada, muito líquido e uso de cremes específicos para essa fase e dependente de cada biotipo de pele. Um bom cosmetologista pode ajudar as peles mais difíceis.

2- No cabelo: é verdade que eles ficam mais bonitos? Por quê? Após a gestação eles voltam ao normal ?

Sim, é verdade, observa-se aumento da produção dos pelos, em geral, manifestação do aumento dos vasos, induzida pelo estrógeno na periferia do bulbo folicular e da vasodilatação promovida pela progesterona, aumentando a nutrição desse pelo/cabelo. Isso também diminui a queda normal aumentando o volume dos cabelos. Durante o puerpério (periodo pós-parto), principalmente 3 a 4 meses após o nascimento do bebê, tudo volta ao que era antes, havendo até uma certa diminuição da nutrição normal por diminuição da taxa hormonal e os cabelos que não caíram durante toda a gestação são liberados todos de uma vez, causando até um certo pavor por parte das mulheres. Mas, não é motivo para preocupação, com a normalização hormonal que ocorre logo apos 5/6 mês, o que caiu a mais volta a nascer.

3- No olfato e paladar: o que muda? A mulher realmente sente mais desejo ou aversão por determinados alimentos?

Durante a gestação, tanto a fome como o apetite estão exarcebados. É comum a aversão a alimentos gordurosos e pode surgir a malácia (desejo de comer substâncias não convencionais, como terra, giz ou arroz cru). O desejo de ingerir alimentos específicos, também pode surgir na fase inicial da gestação (desejos), sendo justificado pela presença de gonadotrofina coriônica e alterações emocionais, algumas relacionadas à carência afetiva. As teorias evolucionistas explicam que a aversão por determinados alimentos, as naúseas e os vômitos, pode ter protegido as gestantes (durante a evolução), de comerem alimentos contaminados que poderiam transmitir doenças ao feto durante sua formação.

4- Na barriga: Por que surgem estrias? Dá para prevenir?

Durante a gestação a supra-renal aumenta sua função ocorrendo um aumento do cortisol, que além de diminuir a imunidade da gestante (o que a impede de rejeitar o feto no útero), junto com a distensão abdominal (do aumento do feto) e mamária (preparo para lactação), pode responder pelo aparecimento de estrias nestas regiões. O acúmulo de tecido adiposo no abdomen, mamas e região lateral das coxas também contribuem para o aparecimento de estrias. Existe uma predisposição genética para o aparecimento de estrias, mas o ganho de peso adequado durante a gestação, a perfeita hidratação da pele com cremes e a ingestão de líquidos podem diminuir seu aparecimento.

5- Nas mamas: quando começa a produção de leite? Quanto as mamas crescem? Por que ela “racha”?

As mamas sofrem uma modificação desde o início da gestação, mas a produção do colostro (leite primitivo) pode ocorrer desde o final do segundo trimestre, sendo mais comum no final da gestação. O leite propriamente dito, só começa a ser produzido até 62 horas pós-parto com a queda do estrógeno sanguíneo. Toda a rede glandular mamária termina sua diferenciação para lactação o que pode aumentar muito o volume da mama, mas esse aumento é muito relativo e modifica-se de mulher para mulher. Vale lembrar que uma boa parte da mama é gordura e que o ganho excessivo de peso pode também aumentar muito o volume da mama. A rachadura do mamilo ocorre por pega inadequada do recém-nascido durante a amamentação e pode ser prevenida com uma boa orientação à mãe, durante as primeiras mamadas. Um mamilo bem preparado e bem  hidratado pode resistir mais a algumas pegas inadequadas do bebê ao mamar.

6- Na coluna: o que ocorre na postura? É possível o aparecimento da lordose? Como amenizar?

Com o aumento do volume abdominal, o centro de gravidade da gestante desvia-se para frente, para compensar e não cair. A lordose natural da coluna lombar tem que ser acentuada, e o pés ficarem um pouco mais afastados (aumento da base). A lordose é uma modificação fisiológica da gestação. Um aumento adequado do peso na gestação, não aumentando o volume abdominal demais, pode amenizar o incômodo.

7- No útero: Quanto ele cresce? O que muda?

O útero cresce cerca de 20 vezes seu tamanho original e 1000 vezes sua capacidade inicial. Durante a gestação ocorre um aumento do número de células miometriais (hiperplasia) e um aumento do tamanho dessas células (hipertrofia), possibilitando o crescimento do órgão e a acomodação do feto em crescimento.

8- Nos órgãos internos: eles se comprimem para acomodar o bebê? Como?

Cada órgão interno sofre uma modificação diferente. A bexiga fica comprimida, o que aliado ao aumento da filtração do rim, que ocorre durante a gestação, faz com que a gestante sinta vontade de urinar muito mais vezes do que a não grávida. Os intestinos ficam deslocados superior e lateralmente. O fígado fica comprimido contra o diafragma e com o aumento uterino comprimem o pulmão, diminuindo o volume respiratório. O estômago também fica comprimido o que dá aquela sensação de empaxamento e refluxo no final da gestação, após alimentar-se em grande quantidade.

9- Nas pernas: Por que surgem varizes e inchaço? Como aliviar?

O aumento do volume uterino causa compressão na principal veia que leva o sangue de volta ao coração, a veia cava, dificultando o retorno venoso. Esse fator, aliado ao efeito da progesterona e do estrógeno sobre os vasos (vasodilatação), facilita o  aparecimento de varizes e inchaço nos membros inferiores.

10- No sangue: muda o fluxo sanguíneo? Há risco de diabetes? Como prevenir?
Com o aumento uterino a quantidade de sangue no organismo aumenta 50% aumentando o trabalho cardíaco, principalmente por volta da 28ª. semana de gestação, o que faz com que as cardiopatias possam descompensar nessa fase se não adequadamente acompanhadas. Para facilitar a entrada e disponibilidade de glicose para o feto, a placenta produz um hormônio que compete pela ação da insulina. O hormônio lactogencio placentário, como é chamado, causa uma resistência a ação da insulina materna. Em resposta, o pâncreas materno produz mais insulina, Essa produção pode ser prejudicada levando ao diabetes gestacional, que deve ser rigorosamente tratada para evitar repercussões para gestante e seu feto. Como disse anteriormente, uma dieta e ganho de peso adequado durante a gestação, podem diminuir o risco de diabetes gestacional. Mas, a pesquisa deve ser realizada em todas as gestantes, porque pode aparecer em pacientes sem nenhum fator de risco prévio.

11- Nos hormônios: O que ocorre nesse sistema e quais hormônios entram em ação?

Pode-se considerar o período gestacional com o sistema endócrino funcionando com todas as suas reservas, sobressaem o pâncreas, hipófise, tiróide, paratireóide e adrenais. Existe uma maior exigência metabólica, em troca do aumento do fluxo sanguíneo, a estas glândulas. Durante a gestação surge, temporariamente, um novo órgão no organismo materno, a placenta. Reconhece-se, na placenta, funções glandulares específicas, produzindo uma infinidade de hormônios, notadamente o hormônio lactogênio placentário e a gonadotrofina coriônica.

Saiba mais:
Para outros detalhes, visite o blog da Clínica Nara Mattia: www.naramattia.com.br

*Material elaborado pela equipe da Facto Jornalismo Empresarial e encaminhado ao Conversa de Menina via email.

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Os dez mandamentos da mulher poderosa

Palavras de incentivo podem fazer uma diferença e tanto na vida, a depender da circunstância e do momento vivido por cada um de nós. E quem pensa que essas palavras precisam ser de grande erudição ou profundidade intelectual e filosófica, um recadinho: a roda já foi inventada, meus caros. Com a simplicidade de sempre, a escritora Lygya Maya é a autora dos dez mandamentos que destaco abaixo, para dar uma injeção de ânimo, nesta segunda-feira, começo de semana, em quem estiver precisando…

Dez mandamentos para ser uma mulher poderosa

*Lygya Maya

Muitas de nós guardamos crenças que podem nos limitar ou libertar. Prefiro me concentrar naquelas que libertam e divido agora com você as que ajudam a voar alto, para o topo da montanha.  Estes dez mandamentos são úteis e dão resultados se forem praticados com disciplina:

1.  Saiba o que você quer e lute por seus direitos.
2.  Ame a si mesma e aceite-se do jeito que você é, independente da sua idade.
3.  Acredite e confie em seus sonhos.
4.  Pense, sinta-se e alimente-se de forma saudável.
5.  Socialize, dance, cante e pinte o sete, inclusive na cama. Ria todos os dias.
6. Coloque-se em situações honrosas, com serenidade, dando um exemplo de sabedoria.
7.  Apoie e seja construtiva com outras mulheres.
8.  Ao sentir medo de alguma situação, encare-a de frente com coragem, libertando a mente do medo.
9.  Tendo ou não um homem como companheiro, saiba se dar bem na vida.
10.  Orgulhe-se de ser ousada e atrevida, fêmea e feminina, sem nunca deixar de ser menina…

*Lygya Maya é coach, escritora e palestrante. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em: www.lygyamaya.com.br.

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Nutrição para mulheres é tema de livro

Reeeducação alimentar, nossa blogueira Giovanna que o diga, é um assunto mais do que sério. Por isso mesmo, o mercado editorial dá sua contribuição ao debate, através do livro Nutrição da Mulher  – Uma abordagem nutricional da saúde à doença,  organizado pela nutricionista Simone Morelo Dal Bosco, lançamento da Editora Metha. A publicação promete, ao longo de 416 páginas, abordar temas como TPM (Tensão Pré-Menstrual, atividade física, dieta durante a gestação e lactação, obesidade, transtornos alimentares, diabetes, hipertensão e câncer de mama sob a ótima da terapia nutricional. A linguagem, embora acessível, é embasada por estudos científicos e pela experiência prática dos colaboradores que escreveram os capítulos da obra. Voltado para estudantes de Nutrição, o livro serve ainda de guia para quem deseja uma vida mais saudável e como material de apoio a profissionais de área de saúde.

Ficha técnica:

Nutrição da Mulher – Uma abordagem nutricional da saúde à doença
Autora: Simone Morelo Dal Bosco (organizadora)
Editora: Metha
Páginas: 416
Preço: R$ 98,00

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Acompanhe o processo de reeducação alimentar de Giovanna:

Alimentos integrais são base de reeducação alimentar

Alimentação ruim gera processos inflamatórios no organismo

Não acreditava, mas boa alimentação faz milagres mesmo

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*Instituto Avon e Unifem juntos contra a violência doméstica

O Instituto Avon e o Unifem(Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento das Mulheres) firmaram uma parceria para enfrentamento da violência doméstica. Juntas, as duas entidades vão construir dois portais voltados para prevenção da violência contra as mulheres e assistência à mulher vítima das diversas formas de violência.

A ideia é reverter os comportamentos decorrentes da permissividade e impunidade com relação à violência doméstica e familiar contra as mulheres. Denominado Educação para os direitos das mulheres: disseminação do conhecimento e uso da Lei No. 11.340/2006 – Lei Maria da Penha, o projeto recebeu propostas até o último dia 19 de abril.

O primeiro portal, voltado para operadores (as) do Direito – cerca de 600 mil bacharéis de Direito – será direcionado a advogados (as), delegados (as), promotores (as), defensores (as) públicos e juízes (as) e destacará políticas públicas e serviços de proteção e defesa dos direitos das mulheres e de assistência social e psicológica às vítimas de violência. Enquanto o segundo portal será voltado para jovens do ensino médio, na faixa dos 15 aos 18 anos, um universo de cerca de 10,2 milhões no Brasil, e incorporará formas lúdicas de transmissão de informações, como aplicativos audiovisuais, mídias interativas, jogos, passatempos, entre outros.

Pulseira da Atitude, da Avon

O projeto conjunto entre Avon e Unifem foi viabilizado com a doação de R$ 1,5 milhão ao Fundo, através da Campanha Fale Sem Medo – não à violência doméstica, de 2008. Esta quantia veio da venda da Pulseira da Atitude, primeiro produto global da empresa de cosméticos lançado para apoiar ações de combate à violência praticada contra mulheres em todo o mundo e de uma doação de mais R$ 500 mil pela Avon.

As ações terão como objetivo ampliar o conhecimento sobre a Lei Maria da Penha, em vigor desde agosto de 2006. Para a ONU (Organização das Nações Unidas) o enfrentamento da violência doméstica é uma questão que inclue tanto alterações na legislação, como a Lei Maria da Penha, como as mudanças nos comportamentos e atitudes de toda a sociedade – com destaque para os jovens e os operadores e operadoras de direito. O órgão internacional propõe ainda que cada país encontre sua própria estratégia, ajustada às suas realidades culturais, reconhecendo apenas que: “há uma única verdade universal aplicável a todos os países, culturas e comunidades: violência contra as mulheres é inaceitável, indesculpável e intolerável.”

UNIFEM – O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) foi criado em 1976 como resposta às demandas das organizações de mulheres presentes na Primeira Conferência Mundial das Nações Unidas sobre a Mulher, que se realizou na Cidade do México, em 1975. No Brasil desde 1992, o Escritório Regional do UNIFEM para Países do Cone Sul trabalha para promover a equidade de gênero e os direitos humanos das mulheres na Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. O UNIFEM trabalha para a redução da feminização da pobreza e da exclusão, promoção do fim da violência contra a mulher, detenção e inversão das taxas de propagação do HIV/AIDS entre as mulheres e o alcance da equidade de gênero na gestão pública democrática em tempos de paz e em situações de pós-guerra.

INSTITUTO AVON – O Instituto Avon foi criado em 2003, com a missão de direcionar o investimento social da Avon no Brasil, mantendo como foco principal a mulher e suas necessidades. Atualmente, o trabalho do Instituto Avon se dá em duas grandes frentes: a campanha Avon contra o Câncer de Mama, que promove a disseminação de informação sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama, e já apoiou 66 projetos com o mesmo fim; e a campanha Fale Sem Medo – não à violência doméstica, lançada em 2008 e já com resultados importantes para a causa.  A Avon e o Instituto conhecem a força da mulher como promotora de mudanças, de laços solidários, de desenvolvimento. Qualquer pessoa fortalecida, com saúde, dignidade e respeito pode ir mais longe, alçar vôo e manifestar seu potencial. Por isso é inaceitável que muitas mulheres, por falta de informação e de acesso a serviços, tenham suas potencialidades barradas. Trata-se, então, de promover ações informativas que possam mudar para melhor o cenário onde se encontram, buscando o equilíbrio e o respeito entre pessoas de todos os gêneros, origem, cor de pele, crença. Dessa forma, os direitos humanos são respeitados e a sociedade ganha.

Saiba mais:

Instituto Avon:  www.institutoavon.org.br e www.br.avon.com

UNIFEM Brasil e Cone Sul: www.UNIFEM.org.br

*Elaborado com informações das assessorias do Unifem e do Instituto Avon.

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*Profissões em que as mulheres ganham mais que os homens

Pesquisa recente da Catho Online – maior classificados de currículos e empregos via internet da América Latina – revela quais são atualmente, as profissões em que as mulheres ganham mais do que os homens. Com certeza meninas, vocês se interessam pelo tema. O estudo da Catho aponta, por exemplo, que professoras com doutorado, modelistas e gerentes de hotéis estão entre as profissões em que as mulheres se destacam. No entanto, o material traz dados que mostram que 70% dos profissionais do sexo masculino ainda ganham mais que as mulheres. É uma luta árdua moças! E eis um setor em que não basta convivência harmônica e compreensão das diferenças entre os sexos, é preciso sim, que mulheres e homens, que produzem de maneira igual, sejam pagos sem distinção.

A  31ª Pesquisa Salarial e de Benefícios investigou posições em que a remuneração feminina alcança valor maior que a de seus pares masculinos. O resultado deste levantamento identificou áreas em que as mulheres recebem salários de 3% (Arquiteto Pleno) a 25% (Professor – Doutor) maiores, quando comparadas com os dos homens. Ainda segundo a pesquisa, mulheres com doutorado podem ganhar 25% a mais do que homens. Taí um bom incentivo para continuar os estudos.

Os dados – A pesquisa foi realizada no período de 1º a 27 de fevereiro deste ano, com 175 mil profissionais, de mais de 21 mil empresas, em 3.550 cidades de todo o Brasil. Os dados são atualizados a cada quatro meses e referem-se a mais de 1.800 cargos, de 215 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 22 regiões geográficas do país, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.

Os profissionais participantes responderam um formulário eletrônico contendo questões relacionadas ao seu cargo, sua remuneração, benefícios, região onde trabalha, faturamento da empresa, sexo, idade, escolaridade, idiomas, entre outros dados.

Confira no site ao lado mais detalhes deste estudo: www.catho.com.br/salario

*Elaborada com informações da assessoria de comunicação da Catho Online

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