*Mãe Carmem recebe comenda da Unesco

A ialorixá do Terreiro do Gantois, Mãe Carmem, recebeu a medalha dos Cinco Continentes ou da Diversidade Cultural, uma homenagem da Unesco. A condecoração se dá em reconhecimento a instituições que promovem diálogo intercultural e não fazem distinção nem proselitismo com outros segmentos religiosos. Mãe Carmem foi condecorada também com as faixas da Sociedade Secreta Geledé, sendo considerada uma Iyalodê, por ser uma líder que salvaguarda a ancestralidade de matriz africana em sua comunidade religiosa.

Outra integrante do Gantois também foi reconhecida. Márcia Maria de Souza – Maié Oxum e membro do Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBA – recebeu a Medalha Toussaint Louverture. A comenda leva o nome do libertador do Haiti e é oferecida pela Unesco às pessoas que desempenham importante papel de conscientização da afrodescendência e promoção das culturas africanas em função da diáspora.

*Com informações da assessoria da Unesco

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Livros resgatam história de Jacinta Passos e Lélia Gonzales

Dois produtos editoriais recentes homenageiam mulheres notáveis. Na próxima terça-feira, dia 08, às 18h, no Espaço Unibanco Glauber Rocha (Praça Castro Alves, Salvador), acontece o lançamento do livro Jacinta Passos – coração militante, que resgata a história da poetisa e jornalista baiana. Escrito pela historiadora Janaína Amado (filha de Jacinta), o  livro reúne a obra completa da poetisa, inclusive textos inéditos, além de uma biografia.

Jacinta Passos foi casada com James Amado, irmão do escritor Jorge Amado, e teve uma única filha. Feminista e comunista, passou anos internada em sanatórios, com o diagnóstico de esquizofrenia paranóide. Mas, apesar das dificuldades, não desistiu da militância política e  nem deixou de escrever poesia. Nascida em Cruz das Almas, em 1914, e falecida em Aracaju, em 1973, Jacinta Passos foi poetisa, escritora, professora e jornalista, tendo lutado por causas e ideais em que acreditava.

O livro sai publicado pela EDUFBA e pela Corrupio, com apoio da FAPESB (Fundação de Amparo a Pesquisa da Bahia).

Direitos da mulher – O segundo livro recente que resgata uma personagem feminina é a biografia de Lélia Gonzales, um dos maiores nomes do movimento negro no Brasil (fundadora do MNU – Movimento Negro Unificado) e referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra. O livro sobre Lélia é a primeira biografia já escrita sobre a personagem e integra a coleção Retratos do Brasil Negro, da Selo Negro Edições.

Lélia Gonzalez foi uma das figuras centrais na reformulação teórica e prática do movimento social negro contemporâneo. Militante, professora e escritora, a fundadora do MNU faleceu em 1994. No livro, os pesquisadores Alex Ratts e Flavia Rios revelam a trajetória da intelectual e feminista da infância humilde até a consagração no meio político e cultural, incluindo também um levantamento de sua obra. Segundo os autores, ela foi uma figura extremamente importante para o debate sobre as questões de raça, gênero e classe, dentro e fora do país.

Resultado de extensa pesquisa, incluindo entrevistas com familiares e amigos, o livro conta, em dez capítulos, as ações e ideias de Lélia, contemplando sua vida de dedicação e inteligência antes de se tornar militante negra e feminista, sua atuação como ativista e seu desempenho como docente, política e intelectual.

Retratos do Brasil Negro

A Coleção Retratos do Brasil Negro é coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos, pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora dos movimentos sociais e da diáspora africana no Brasil e no mundo. A coletânea tem por objetivo abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra.

Os autores da biografia de Lélia

Alex Ratts doutorou-se em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo em 2001. É professor dos cursos de graduação e mestrado em Geografia do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (Universidade Federal de Goiás), publicou artigos sobre quilombos, relações raciais e grupos étnicos e orienta pesquisas que englobam esses temas. Já Flavia Rios é socióloga. Atualmente faz doutorado na Universidade de São Paulo, onde obteve os títulos de bacharel em Ciências Sociais e mestre em Sociologia. Suas áreas de pesquisa são relações raciais, movimentos sociais e políticas públicas.

Ficha técnica

Lélia Gonzalez – Coleção Retratos do Brasil Negro
Autores: Alex Ratts e Flavia Mateus Rios
Coordenadora da coleção: Vera Lúcia Benedito
Editora: Selo Negro Edições
Preço: R$ 21,00
176 páginas
Atendimento ao consumidor: (11) 3865-9890 ou no site: www.selonegro.com.br

Livro resgata história esquecida da poetisa e jornalista militante, Jacinta Passos

A historiadora Janaína Amado lança o livro Jacinta Passos, coração militante, no dia 8 de junho (terça-feira), às 18h, na Galeria do Livro, no Espaço Unibanco, Praça Castro Alves. O livro reúne a obra completa de Jacinta Passos, inclusive textos ineditos, como tudo o que se escreveu sobre a autora, além de uma biografia, escrita por sua filha, Janaína Amado.

Jacinta Passos casou-se com James Amado, irmão do escritor Jorge Amado, com quem teve a única filha. Feminista e comunista, Jacinta Passos passou anos internada em sanatórios, com o diagnóstico de esquizofrenia paranóide. Mesmo assim, continuou a militar no PCB e a escrever poesia.

Nascida em Cruz das Almas, em 1914, e falecida em Aracaju, em 1973, Jacinta Passos foi poetisa, escritora, professora e jornalista, tendo lutado, dentro do Partido Comunista, por causas e ideais em que acreditava.
Jacinta Passos, coração militante, foi publicado pela EDUFBA e pela Corrupio, com apoio da FAPESB.

O quê: Lançamento do livro Jacinta Passos, coração militante

Quando: 8 de junho, às 18h

Onde: Galeria do Livro, no Espaço Unibanco (Praça Castro Alves).

Lélia Gonzales

A biografia de Lélia Gonzalez, referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra, revela o importante legado da ativista, professora e escritora, fundadora do Movimento Negro Unificado, que se consagrou no meio político e cultural.

Um dos maiores nomes do movimento negro brasileiro, Lélia Gonzalez foi uma das figuras centrais na reformulação teórica e prática do movimento social negro contemporâneo. Militante, professora e escritora, a fundadora do Movimento Negro Unificado, falecida em 1994, tornou-se referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra. No livro Lélia Gonzalez (176 p., R$ 21,00), quarta biografia da Coleção Retratos do Brasil Negro, lançamento da Selo Negro Edições, os pesquisadores Alex Ratts e Flavia Rios revelam a trajetória da intelectual e feminista da infância humilde até a consagração no meio político e cultural, incluindo também um levantamento de sua obra. Segundo os autores, ela foi uma figura extremamente importante para o debate sobre as questões de raça, gênero e classe.

Primeira biografia de Lélia, a obra reúne um importante legado deixado por ela em textos e depoimentos que influenciaram novas gerações de pensadores negros. Resultado de extensa pesquisa, incluindo entrevistas com familiares e amigos, o livro conta, em dez capítulos, as ações e ideias da biografada, contemplando sua vida de dedicação e inteligência antes de se tornar militante negra e feminista, sua atuação como ativista e seu desempenho como docente, política e intelectual.

A obra aborda também os significados de sua perda e a importância do seu trabalho para o Brasil e para o mundo. “O objetivo é resgatar a imagem dessa militante e inseri-la no conjunto dos intelectuais negros”, complementam os autores. Para eles, Lélia foi uma das ativistas importantes para a articulação de uma frente de participação política em uma fase de democratização do país.

Os capítulos que compõem a biografia resgatam a história da intelectual e ativista negra a partir da infância em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, destacando uma vida marcada pela busca do conhecimento. Filha de um ferroviário negro e mãe de origem indígena e penúltima de dezoito irmãos, Lélia seguiu na direção do não conformismo e graduou-se em História e Filosofia. Na pós-graduação optou pela Comunicação e Antropologia, além dos cursos livres em Sociologia e Psicanálise. O livro mostra também fatos que marcaram o desenvolvimento do país nos governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Retrata as dificuldades impostas pelo regime militar e ainda o período de democratização do Brasil, com a abertura política.

A biografia contempla ainda o ingresso de Lélia no movimento negro contemporâneo, destacando sua atuação diretamente na formação, consolidação e difusão do movimento, que reapareceu no Brasil no final dos anos 1970, em pleno regime militar. Mostra também que ela analisou e interpretou a luta negra no país, além de descrever sua participação no movimento feminista, uma referência na luta contra a discriminação da mulher, e na política brasileira, com sua atuação no PT e no PDT, representando as demandas dos movimentos sociais dos quais fazia parte.

A participação de Lélia em movimentos sociais e culturais foi decisiva para a formação de sua identidade pessoal e também de seu pensamento. Além de evocada nos círculos da militância negra e feminista, ela é lida e comentada em cursos acadêmicos de graduação e pós-graduação no Brasil e em países de língua inglesa, espanhola e francesa. “Esperamos que o pensamento e o discurso dela continuem explicando o mundo que se quer interpretar e transformar”, concluem os autores.

Retratos do Brasil Negro

A Coleção Retratos do Brasil Negro, coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora dos movimentos sociais e da diáspora africana no Brasil e no mundo, tem por objetivo abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra. Nei Lopes • Sueli Carneiro

Os autores

Alex Ratts doutorou-se em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo em 2001. É professor dos cursos de graduação e mestrado em Geografia do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (Universidade Federal de Goiás), publicou artigos sobre quilombos, relações raciais e grupos étnicos e orienta pesquisas que englobam esses temas.

Flavia Rios é socióloga. Atualmente faz doutorado na Universidade de São Paulo, onde obteve os títulos de bacharel em Ciências Sociais e mestre em Sociologia. Suas áreas de pesquisa são relações raciais, movimentos sociais e políticas públicas.

Título: Lélia Gonzalez – Coleção Retratos do Brasil Negro
Autores: Alex Ratts e Flavia Mateus Rios
Coordenadora da coleção: Vera Lúcia Benedito
Editora: Selo Negro Edições
Preço: R$ 21,00
Páginas: 176 (12,5 x 17,5)
ISBN: 978-85-87478-42-9
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Site: www.selonegro.com.br

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Dia dos Namorados 3: auto-ajuda para quem busca encontrar uma cara metade

É inegável o apelo para que todos (homens ou mulheres), estejamos devidamente acompanhados toda vez que a data 12 de junho se aproxima. Embora não goste dessa pressão exercida em todos os níveis (dos amigos, da família, dos lojistas e da mídia, só para citar alguns exemplos) para que os solteiros de todo o mundo corram atrás do prejuízo e arrumem um par, não posso ter a pretensão de fazer um blog se não falar para todos os públicos. Daí a insistência, ao longo da semana, em abordar temas ligados ao Dia dos Namorados. Tem quem leia porque é oferecido? Sim. Mas a recíproca é igualmente verdadeira: é oferecido porque tem quem espere esse tipo de informação com mal-disfarçada avidez. Atendendo às necessidades de quem anda realmente em busca da cara metade, publico por aqui uma dica de leitura, melhor dizendo, dica de audiolivro que promete ensinar as mulheres a domar as feras masculinas soltas neste vasto mundo.

Se você faz parte do grupo de “caçadoras” implacáveis que estão decididas a legar seus dias de solteirice ao passado, pode acabar gostando de ler Por que os homens amam as mulheres poderosas?, best seller da norte-americana Sherry Argov, lançamento da Audiolivro Editora. Não li – e nem ouvi – o livro, por isso, não posso opinar se realmente funciona e nem vou fazer resenha crítica, seria leviandade criticar (para o bem ou o mal), algo que não li.

Mas, segundo a editora,  a obra está em primeiro lugar na lista de livros de não-ficção mais vendidos nos EUA. O povo americano adora auto-ajuda. Os brasileiros não ficam atrás. Mesmo não sendo muito a minha praia, respeito quem gosta e acredito que, para determinadas pessoas, funcione.

A autora, ainda segundo a editora Audiolivro, escreveu um tipo de manual para aquelas mulheres boazinhas que fazem de tudo para agradar seu parceiro, mas têm a sensação de que não recebem a mesma dedicação em troca e daí, descambam para as cobranças ou conformam-se na posição de vítima chorona. Usando o humor, o que no mínimo vai garantir boas gargalhadas para quem se dispuser a ler (ou ouvir, neste caso), Sherry Argov afirma que não há nada mais entediante para um homem do que uma mulher que tenta agradá-lo a todo momento. Pessoalmente, concordo que a máxima vale para qualquer tipo de relacionamento. E quem é que gosta, por exemplo, de amigos que vivem “puxando o saco”, mas não fazem críticas construtivas, confrontam opiniões, alertam para as mancadas e dessa forma exercem o papel de verdadeiros amigos?

No “manual de sedução” de Argov, há ainda dicas de como adquirir mais autonomia e não ser submissa no relacionamento.

E para quem ficou interessada, eis aqui o link da obra, para ser comprado direto do site da editora. O audiolivro tem sete horas de duração e também pode ser encontrado nas melhores livraria de todo país. E, aqui, no site da Revista Veja, um trecho da obra.

Para comprar a versão impressa:

Porque os homens amam as mulheres poderosas?

Autora: Sherry Argov

Editora: Sextante

Preço: R$ 15,90 no site da Submarino.com

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Ainda é tempo de falar em mulheres e cigarros

Uma amiga me perguntou se o Conversa de Menina não iria publicar nada sobre o tema escolhido esse ano pela Organização Mundial de Saúde para o Dia Mundial Sem Tabaco (31 de Maio). A campanha 2010 da OMS é focada nas mulheres. No começo, pensei em não repetir o assunto cigarro por aqui, porque já escrevi sobre ele e continuo pensando a mesmíssima coisa: faz mal para a saúde e é absurdamente deselegante. Continuo perguntando – Cigarro! Para quê? Mas Bia, minha amiga, tem toda razão: é importante bater nessa tecla, ainda mais com um gancho desses, “mulheres e cigarros não combinam”. E para convencer alguma fumante que por ventura visite o blog, eis uma reportagem muito bem elaborada sobre o assunto. O texto foi escrito pela jornalista Márcia Wirth, da MW Comunicação, e é publicado aqui com a devida autorização.

“Mulher, você merece algo melhor do que o cigarro”

A mulher fumante está exposta a um risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa precoce (em média dois anos antes) e dismenorréia (sangramento irregular)

Neste ano, a Organização Mundial da Saúde, OMS, escolheu como tema para as atividades comemorativas do Dia Mundial sem Tabaco, 31 de maio, “Gênero e tabaco com ênfase no marketing para mulheres“. As ações visam alertar sobre as estratégias que a indústria do tabaco utiliza para atingir o público feminino acerca dos males que seus produtos causam à saúde da população e ao meio-ambiente.

Um cenário preocupante – O futuro da epidemia global do tabaco entre as mulheres pode ser visto nos hábitos das meninas de hoje. Em várias partes do mundo, o consumo de produtos de tabaco entre as jovens tem sido incrementado. O fato aponta para a possibilidade de aumento de prevalência entre as mulheres do futuro, já que os adolescentes que fumam são susceptíveis a se tornarem fumantes regulares na vida adulta. Neste ano, a campanha tem como objetivo chamar a atenção sobre os efeitos  negativos do marketing direcionado para mulheres e meninas.  Nessa perspectiva, a intenção é  mobilizar os 170 Estados Partes da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco, para que proíbam totalmente a propaganda e a promoção de produtos de tabaco, assim como o patrocínio de eventos por esses produtos.

Dados prejudiciais à saúde – O tabagismo feminino reduz globalmente a fertilidade, causando um atraso na primeira gestação. O atraso na concepção reflete-se numa gama de possíveis efeitos adversos na reprodução, como interferência na gametogênese ou na fertilização, dificuldade de implantação do óvulo concebido ou perda subclínica, após a implantação do óvulo.  “Estudos e pesquisas dos últimos anos apontam que o tabagismo materno influi mais decisivamente na fertilidade do casal do que o tabagismo paterno, o que significa que o sistema reprodutivo feminino é mais vulnerável ao tabagismo que o sistema masculino”, afirma o Prof° Dr. Joji Ueno, ginecologista, diretor da Clínica GERA.

A atriz alemã Marlene Dietrich, uma das musas do cinema nos anos 30 e 40, ajudou a popularizar a ideia de que fumar é charmoso. Durante a II Guerra, com os homens no front, a indústria do cigarro voltou suas campanhas para conquistar um novo mercado consumidor. Os fabricantes pagavam grandes estúdios para colocar um cigarro entre os dedos de mulheres lindas e glamourosas como Dietrich, para que ela fosse imitada pelas fãs.

Até algumas décadas atrás, acreditava-se que os efeitos da dependência do tabaco era mais forte nos homens, mas à medida em que novas gerações de fumantes foram chegando verificou-se que as mulheres são igualmente ou mais suscetíveis aos malefícios do fumo, devido às peculiaridades próprias do sexo, como a gestação e o uso da pílula anticoncepcional.

“A mulher fumante tem um risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa precoce (em média dois anos antes) e dismenorréia (sangramento irregular)”, afirma Joji Ueno, responsável do setor de vídeo-histeroscopia ambulatorial do Hospital Sírio Libanês.

O risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e tromboflebite em mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior do que o das mulheres que não fumam e usam este método de controle da natalidade.  Segundo dados do INCA, o tabagismo também  é responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade.

Problemas durante a gestação – Graves complicações na saúde feminina também podem resultar do ato de fumar durante a gravidez. “Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia ocorrem mais freqüentemente quando a mulher grávida fuma”, alerta o médico.

A gestante que fuma apresenta mais complicações durante o parto e têm o dobro de chances de ter um bebê de menor peso e menor comprimento, comparando-se com a grávida que não fuma. Tais problemas se devem, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.

De acordo com dados do INCA, um único cigarro fumado por uma gestante é capaz de acelerar em poucos minutos, os batimentos cardíacos do feto devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular. Assim, é fácil imaginar a extensão dos danos causados ao feto, com o uso regular de cigarros pela gestante.

Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da mãe. “Entre as mulheres que convivem com fumantes, principalmente seus maridos, há um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão em relação àquelas cujos maridos não fumam. Quando a gestante é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro ela absorve as substâncias tóxicas da fumaça, que pelo sangue são repassadas para o feto”, alerta o ginecologista Joji Ueno.

Para saber mais:
Site: www.clinicagera.com.br
Email: [email protected]
blog: medicinareprodutiva.wordpress.com
Rede social: twitter.com/jojiueno

*Texto encaminhado ao blog pela MW Comunicação

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Documentário exibe peças coringa do guarda-roupa feminino

Jacqueline Kennedy Onassis e os inseparáveis óculos escuros. Exemplo de celebridade que transformou acessório da moda em item indispensável

Vestido pretinho básico, batom vermelho, óculos escuros, a indefectível calça jeans, sutiã, trench, chapéu, camiseta branca, salto stiletto e minissaia são as peças básicas que não podem faltar no guarda-roupa feminino. Ao menos para os produtores do documentário Os Maiores Clássicos da Moda, que será exibido no canal fechado GNT, nesta quinta-feira, dia 27, às 21h, como parte da cobertura da emissora para o Fashion Rio.

Os Maiores Clássicos da Moda mostra como, mesmo sem querer, o armário da mulher contém um resumo da história da moda moderna, do vestido preto à camisa branca. Além de revelar a origem dos itens, o programa destaca a importância de cada peça na história da moda. O programa revela também como algumas celebridades ajudaram certos itens do armário a tornarem-se mais famosos e populares.

Cobertura do Fashion Rio – As semanas de moda brasileiras, que exibirão as coleções primavera-verão 2011 das principais grifes nacionais, começam mais cedo este ano por conta da Copa do Mundo. O Fashion Rio inaugura a temporada ainda em maio, no dia 27 e segue até 1º de junho. Para quem adora acompanhar as novidades do evento, mas não tem como viajar para o Rio, vale conferir a agenda de cobertura no GNT.

O Programa da Hora, transmitido do estúdio montado no Píer Mauá (onde ocorrem os desfiles) revela as tendências, o agito dos bastidores, além de exibir entrevistas exclusivas e desfiles ao vivo. Já o GNT Fashion ganha uma edição especial ao vivo, dia 29 de maio. Na internet – www.gnt.com.br –,  a cobertura em tempo real inclui a transmissão de desfiles e matérias exclusivas diárias.

Programação:

>>Documentário Os Maiores Clássicos da Moda
Quinta (27/05), às 21h
Horário alternativo: na madrugada de quinta para sexta, dia 28, às 3h30.

>>Cobertura Fashion Rio
Cobertura GNT no Fashion Rio – de 27 de maio a 1º de junho
Apresentação de Chris Nicklas e reportagens de Patrícia Koslinski
Boletins a partir das 18h, de hora em hora

>>GNT Fashion
Com Lilian Pacce e Mariana Weickert
Edição AO VIVO no sábado, dia 29
Horários alternativos: de sábado para domingo, às 4h; domingo às 16h
Edição especial na quarta, dia 2 de junho
Horários alternativos: nas madrugadas de quarta para quinta-feira, às 4h30; quintas-feiras, às 10h; sextas-feiras, às 14h30; sábados, às 9h e às 22h; nas madrugadas de sábado para domingo, às 4h; domingos, às 16h.


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Escritoras baianas na Bienal do Livro em Minas

As escritoras baianas Miriam de Sales e Ivone Alves Sol participam da Bienal do Livro de Minas 2010, nestes sábado e domingo. As duas integram a programação da Arena Jovem.  Neste  sábado, Miriam de Sales fará  a leitura de seus contos e falará sobre seu processo criativo e inspirações.  Aos 67 anos, Miriam é uma ativista em defesa do livro e da literatura baiana. É autora dos livros Contos e Causos, Maktub e Bahia de Outrora, além de centenas de crônicas publicadas na internet, em três blogs que mantém com atualizações diárias.  Internauta ávida, a escritora possui ainda perfil no Orkut, Facebook e Twitter, onde dialoga com leitores de vários países.

Confira os links para os blogs de Miriam:

www.contosecausos24x7.blogspot.com

www.mirokcaconversafiada.blogspot.com

www.wwwfiatluxblogspotcom.blogspot.com

Já Ivone Alves Sol declamará poesias de sua autoria, além de debater sobre a linguagem poética, no domingo. A autora apresentará ainda a coletânea Alma BRASILEIRA – Especial Dia das Mães, que reúne oito poesias próprias, além de versos de poetas baianos. O projeto é coordenado por Sandra Stabile. Ivone Alves Sol já integrou outras duas coletâneas literárias e é assesssora do PABRAA (Projeto Alma Brasileira). SOLvendo Sentidos é o título do primeiro livro individual da poeta, com previsão de lançamento em agosto deste ano.

Para ler alguns dos mais de 800 textos de Ivone Alves Sol, clique aqui.

Parceria – A participação baiana no evento literário mineiro é fruto de uma parceria entre a Câmara Bahiana do Livro (CBaL) e o Governo do Estado, através das secretarias de Cultura (Secult) e da Indústria, Comércio e Mineração (SICM). O stand próprio da Bahia possui mais de três mil livros, entre cordéis, poesia, quadrinhos, contos, romances, livros de arte, patrimônio, religião, entre outros temas. São obras de autores consagrados e de nomes contemporâneos. Além de Miriam de Sales, Ivone Alves Sol e Ruy Espinheira, a literatura da Bahia está representada na Bienal pelos escritores Clara Maciel, Hugo Homem e Nilson Schommer.

*Com informações da Assessoria da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

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Artigo: A Moda que lhe pertence

Moda para mim é acima de tudo respeito e bom-senso. Respeito à individualidade, ao gosto de quem veste uma peça, ao estilo e personalidade de cada um. E bom senso para não sair por aí “vestido de vitrine”,  mas estampando acima de tudo uma atitude que tem relação com o bem-estar. Pois não é que a escritora Lygia Maya, com palavras muito mais bonitas, pensa a mesma coisa e muito mais sobre o assunto? Abaixo, divido com vocês um artigo muito coerente da autora sobre a nossa nem sempre harmoniosa relação com o mundo fashion. Taí uma boa oportunidade para quem estiver precisando se reconciliar com a moda. Vale a pena conferir e quem sabe, tentar olhar esta forma de expressão da criatividade humana com outros olhos.

*A Moda que lhe pertence

Por Lygya Maya

Um pouquinho de humor: Edna Moda, a hilária estilista da animação Os Incríveis, da Disney/Pixar

Do frânces mode e do latim modu, a palavra moda é a maneira ou o modo como as pessoas vivem. Hoje a palavra está mais relacionada à maneira de vestir: o modo como as pessoas se vestem significa moda. Sendo assim, a moda está em todos os lugares aonde vamos, desde o trabalho até os compromissos sociais.

Já ouvi centenas de reclamações de mulheres baixinhas, gordinhas ou mais velhas dizendo que no mercado só são vendidos artigos para o tipo de mulher que se encaixa nos padrões de beleza da moda, e que para elas, as “normais”, não há nada.

Será que as grandes marcas e estilistas desenham suas coleções pensando na mulher comum ou se baseiam em estereótipos de beleza? E será que realmente temos de aprender a vestir certas roupas só porque terceiros desenharam a moda? A maneira que gostamos de nos vestir ou de viver deve ser a mesma de uma celebridade ou de uma manequim alta, magra e com um certo look para sermos elogiadas ou apreciadas pela sociedade?

E a sua personalidade e seu próprio estilo, onde ficam? Geralmente ninguém que você conhece ou vê na rua se veste no dia-a-dia como se estivesse em um desfile de um grande estilista. E pouquíssimas pessoas têm dinheiro para pagar a alta costura, além de ter um corpo raro de modelo.

A grande maioria das mulheres faz a moda de acordo com o que tem no guarda roupa e com o que o orçamento dá para adquirir. Já a moda dos estilistas é bem apreciada pela mídia, pois as pessoas gostam de ver e mostrar novidades. Mas não é por isso que você deve se constranger por não estar “na moda”.

Caso pense que não está adequada em seu modo de vestir, não se esqueça que nós, mulheres “normais”, também fazemos moda.  Devemos nos orgulhar em vestir o que for mais conveniente, sem se preocupar se estamos dentro dos biotipos de beleza atuais. Ditar a nossa própria moda, usando o que nos faz sentir bonitas, de acordo com nossa personalidade, é que pode e deve ser a maneira de nos vestir.

E para que isso aconteça de forma mais divertida, vão aqui algumas dicas:

1. Use sua curiosidade + sua criatividade e…voilá! Você achou sua personalidade no modo de se vestir!

2. Delicie-se com o que você tem no guarda roupa: ponha todas as suas roupas e acessórios lado a lado para ver o que há disponível, e depois os misture uns com os outros para ver o que combina melhor. Essa é uma ótima dica para você estar sempre variando e usando combinações que nunca pensou antes.

3. Use cores que façam você se sentir bem, de acordo com o seu humor ou com o dia: caso esteja chovendo, use vermelho para contrastar com a falta de luz. Ou use cinza para combinar com o clima frio, mas coloque um acessório contrastante, isso vai dar um gostinho apimentado ao vestuário.

4. Combinações divertidas de cores fazem você ser única em qualquer lugar: verde bandeira com rosa pink puxado para o lilás, azul rei com vinho, marrom com amarelo, branco com prata… Ou se inspire nas flores, que dará tudo certo. O que vale é a imaginação!

A escritora Lygya Maya não teme em ousar nos acessórios e assim mantém um estilo pessoal marcante

O importante mesmo é você saber que tem em mãos o poder de fazer sua própria moda, sem ser contestada. Aliás, quando você se conhece e sabe o que faz você se sentir bem, independente do que as lojas estão vendendo, você aparece em qualquer lugar como uma “mulher diferente”, que tem personalidade. E você já deve ter percebido que quando notam e elogiam como você está vestida, é porque está sendo única e criativa.

Espero que você tenha captado minha dica pelo seu coração e não pela lógica. Assim fazendo, você vai economizar muito dinheiro e energia também, além de viver menos estressada e com mais autoestima.

*Lygya Maya é autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível no site da escritora: www.lygyamaya.com.br. Este artigo está sendo reproduzido no blog com a devida permissão da autora. O texto foi enviado para nós via email.

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Mulheres têm mais problemas de visão do que homens

As mulheres, segundo pesquisa recente, são mais afetadas pelas doenças oculares do que os homens. A explicação, embora a ciência ainda esteja investigando, pode estar nos hormônios e alterações que sofremos no corpo ao longo da vida: menarca, ciclo menstrual, gravidez, menopausa. Cada um desses estágios requer doses enormes de substâncias tanto fabricadas pelo nosso corpo quanto ingeridas (pílulas anticoncepcionais, reposição hormonal e etc). As informações detalhadas sobre a pesquisa e sobre a saúde ocular feminina estão no texto que segue, elaborado pela jornalista Márcia Wirth, da MW Comunicação. Como recentemente passei por um procedimento oftalmológico, achei interessante dividir com vocês mais este aprendizado. Confiram:

Anatomia do olho humano
Anatomia do olho humano

*Mulheres sofrem mais com problemas de visão do que os homens
Se a mulher não tem as informações básicas sobre o que pode afetar a sua saúde, como pensará em prevenção?

Estima-se que há 45 milhões de cegos no mundo, sendo que dois terços – 30 milhões – são mulheres. Desse total, 80% dos casos são evitáveis ou tratáveis. “De 45 milhões de pessoas, 80% não precisariam estar cegos porque a doença ou tinha tratamento ou poderia ter sido prevenida ou evitada se a pessoa tivesse acesso adequado às informações apropriadas sobre saúde”, alerta o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO (Instituto de Moléstias Oculares).

Um levantamento realizado pelo Healthy Sight Institute intitulado Mulheres e visão: por que elas sofrem mais?, identificou qual a percepção das pessoas em relação aos problemas de visão. A pesquisa revela que há muito desconhecimento. O estudo foi feito em oito países, com 10,5 mil entrevistados, entre homens e mulheres. No Brasil, 1.007 adultos participaram do levantamento.

As brasileiras reclamam mais frequentemente de problemas nos olhos do que os brasileiros. Entre as mulheres, 57% disseram ter algum problema de visão. Com os homens, o percentual ficou em 47%.

Já o que essas mulheres sabem sobre alguns fatores que afetam a visão feminina, mais de 55% das pesquisadas, ou não sabem ou não acreditam que fatores hormonais provocados pela menopausa ou por medicamentos podem influenciar numa alteração visual; 56% ou não sabem ou não acreditam que o cigarro pode influenciar nos problemas visuais, sendo que o cigarro é um dos fatores de risco para a catarata. E 60% não sabem ou não acreditam que a gravidez pode influenciar na qualidade visual.

Razões para que existam mais mulheres cegas – Segundo a pesquisa, dos 45 milhões de cegos, dois terços, ou seja, 30 milhões são mulheres. Existem algumas hipóteses para justificar este fato.  “A primeira delas diz respeito à longevidade. Na maioria dos casos, as mulheres vivem mais que os homens e, por causa disso, elas estão mais expostas e ficam mais suscetíveis a algumas doenças que têm maior incidência a partir de certa idade e que podem provocar a cegueira”, explica Virgilio Centurion.

Os hormônios típicos do ciclo reprodutor feminino podem ter relação com a predisposição das mulheres para certas doenças oculares

Outra é a possibilidade de o sexo feminino ter um risco maior para determinadas doenças. “A catarata, por exemplo, incide um pouco mais em mulheres, assim como algumas formas de glaucoma. Muitas vezes, não se sabe exatamente por qual motivo, pode ser simplesmente por fatores hormonais ou genéticos.

As alterações hormonais – tanto na menopausa, como a provocada pelo uso de contraceptivos – podem levar a algumas alterações oculares, como a diminuição na produção de lágrimas e, consequentemente, a síndrome do olho seco”, diz o médico.

Informação e prevenção – Um terceiro motivo, muito importante no mundo todo, é o acesso desigual aos cuidados de saúde. “Em várias regiões do mundo as mulheres não têm as mesmas facilidades para ir ao médico, para procurar um oftalmologista. Até o número de cirurgias de catarata em alguns países é bem menor no sexo feminino, em relação aos homens”, conta Virgilio Centurion.

Isso acontece por vários motivos: em parte por causa da baixa escolaridade nos locais mais pobres, do pouco conhecimento, e ainda há a questão cultural. Há locais em que os costumes são muito diferentes da cultura ocidental. “Em muitos países a verba destinada à saúde é baixa e é preciso distribuí-la entre alguns. E quem são os privilegiados? Nesses locais, geralmente são os homens”, conta o diretor do IMO.

"Alterações na visão são frequentes na gravidez"

No Brasil, as condições de acesso aos cuidados de saúde são um pouco diferentes. Não temos expressivamente o problema de acesso em relação apenas às mulheres. “No Brasil, a dificuldade é para toda a população. E a mulher é peça fundamental para a promoção da saúde na família. Ela replica o que aprende com o médico, é uma cuidadora nata da família, ela é quem busca o atendimento, toma conta da saúde dos filhos, do marido, dos pais, dos sogros”, conta o oftalmologista Virgilio Centurion.

Fatores hormonais importantes – Em relação à gravidez, é muito interessante perceber no atendimento diário, como as mulheres não conhecem as alterações visuais que ocorrem neste período. Há as fisiológicas, reversíveis ao final da gravidez, e que são comuns.

As alterações mais freqüentes acontecem na córnea e consistem em mudanças de espessura, sensibilidade, e isso pode causar intolerância na usuária de lentes de contato”, explica a oftalmologista Sandra Alice Falvo, que também integra o corpo clínico do IMO.

Uma outra queixa frequente é a mudança no índice de refração. “Aí, temos de informar que não é hora de trocar os óculos. É para esperar, porque esta variação se normaliza, após o parto. Existem também as alterações patológicas, mais associadas à gravidez de risco. Por exemplo, uma mulher com diabetes gestacional está mais sujeita a apresentar alterações de fundo de olho mais graves do que uma grávida sem esse problema. O mesmo acontece com as portadoras de hipertensão arterial”, informa Sandra Falvo.

Quando falamos de gravidez e menopausa nos referimos especificamente a condições femininas. “O fato dos homens não saberem das alterações visuais decorrentes da gravidez não é tão grave quanto 60% das mulheres não terem conhecimento das mudanças inerentes a este período”, alerta a oftalmologista do IMO.

Para saber mais:

Site: www.imo.com.br
Email: [email protected]
Rede social: twitter.com/clinicaimo

*Material elaborado e encaminhado ao blog pela MW- Consultoria de Comunicação.

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Rede de academias Contours seleciona equipe

As franqueadas da rede de academias para mulheres Contours, na Pituba e em Vilas do Atlântico, em Salvador, estão selecionando profissionais. Há vagas para bacharéis e/ou estagiárias de educação física, consultoras de vendas, fisioterapeutas, esteticistas e nutricionistas. Apenas mulheres podem concorrer às vagas, pois a Contours é totalmente voltada para as necessidades do público feminino.

Ao todo, um time de onze profissionais entrará em campo para inaugurar a terceira unidade da Contours – Academia para Mulheres, na Bahia. A rede possui 90 unidades no Brasil. Agora, além das unidades da Graça e Pituba, Salvador terá uma filial em Vilas do Atlântico, a primeira do Litoral Norte, que começa a funcionar em junho. Além da equipe que atuará em Vilas, novas profissionais estão sendo selecionadas para atuar na unidade da Pituba, que atualmente passa por uma reforma e ampliação.

As interessadas podem enviar currículos para: [email protected] e [email protected].

ATENÇÃO: A equipe do blog Conversa de Menina não faz parte do time da Contours e nem está selecionando profissionais. Nós apenas demos uma ajuda na divulgação da oferta de vagas da empresa, pois acreditamos que o tema é de interesse do público feminino. Caso você queira disputar uma vaga na Contours, envie seu currículo para um dos emails acima, em negrito. Não deixem recado na caixa de comentários do post pedindo vagas, pois não temos como atender. Boa sorte a todas!

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Feliz Dia das Mães!!!

A todas as mamães, desejamos um Dia das Mães maravilhoso. Muitas alegrias, bênçãos e luz no caminho, para que toda a dificuldade de colocar uma criança no mundo e criá-la vire um exercício diário de dedicação e amor. E aos filhos, nunca esqueçam de dar valor àquela que se desvela para vê-los felizes e realizados. Dediquem-se também, agradeçam diariamente e recompensem suas mamães por tudo o que ela tem feito por você!!!

Ano passado eu fiz uma homenagem a minha mãe, escrevi um post especial para ela. E se alguém tiver interesse de ler, basta acessar no link logo abaixo. Encontre você também a forma de homenagear a sua mãe e de fazê-la sentir-se recompensada em tê-los colocado no mundo.

>> Dia das mães: homenagem à minha mãe

E este ano preparamos um guia de presentes com sugestões que chegaram por e-mail. Caso o seu presente só seja escolhido depois da data, aproveite para checar o link abaixo.

>> Sugestão de presentes para o Dia das Mães

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