Nas unhas: Maria Bonita (La Pogee)

Qua saudade de mostrar as unhas por aqui. Estou sem máquina fotográfica (mas já estou em busca do melhor custo x benefício), e o celular que utilizava neste período para fotografar os esmaltes não está mais disponível. Por fim, descobri que descarregar as fotos do meu aparelho de telefone móvel é uma missão impossível.

Imagine que o último post que coloquei foi com o Dragão Negro, da Ana Hickman, há mais de um mês. 🙁

Estes dias aproveitei uma máquina emprestada para fotografar as unhas com o Maria Bonita, da La Pogee. Ele é um tipo de coral bem cremoso e de cor consistente. O tom coral do Maria Bonita, no entanto, tem uma dose maior de rosa, mas de um rosa fechado. Ele me lembra muito a cor de uma goiaba madura. Duas demãos são mais que suficientes para deixar as unhas bem cobertas. Também foi bem fácil limpar os cantinhos.

Pena que a minha ignorância no manuseio da máquina não tenha permitido utilizar os recursos corretos para tentar me aproximar o máximo possível da cor exata. Com o uso do flash, por exemplo, percebi que o tom que a máquina captura é muito mais neon do que verdadeiramente o é o esmalte.

Antes, da mesma marca, já havia testado o Ana Maria, este sim um tom bem rosa, e o Maysa, um vermelho cor de tomate bem aberto. Com relação à consistência, o Maria Bonita é bem mais grossinho que o Maysa, por exemplo. Eu gostei bastante da cor. Escrevendo o post fiquei pensando que, talvez, o Maria Bonita seja justamente uma mistura dos dois esmaltes acima, o Maysa e o Ana Maria. Mas ainda não estou experiente nas misturas, então é só uma elucubração mesmo.

Um dia depois, decidi colocar a cobertura fosca da Ana Hickman – sim, finalmente comprei a cobertura fosca tão sonhada e acabei levando logo dois frasquinhos para garantir. Vou ficar devendo as fotos das unhas com a cobertura fosca, porque a máquina já não estava em minhas mãos quando decidi mudar o tom.

Mas ficou lindo o resultado. Aliás, tenho feito várias experiências com a cobertura fosca nos últimos tempos e virei fã. Acho super elegantes as unhas sem brilho. Questão de gosto pessoal mesmo, não é? Tem gente que prefere o brilho.

E então, meninas, gostaram? Já conheciam o Maria Bonita?

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Nas unhas: Ana Maria (La Pogee)

Sobre o último esmalte, o Hong Kong, da Ana Hickman, o que posso dizer é que virei fã dele. Durabilidade boa, até agora foi o que resistiu ao terceiro dia triunfante, sem maiores problemas. A cor me empolgou muito, porque adoro tons discretos e elegantes. Mas no terceiro dia mesmo, decidi tirar o esmalte da unha para deixá-la descansar um pouco, respirar. Foi o tempo que usei para resolver o que usaria em seguida, e acabei optando por mudar para os tons rosas, com o Ana Maria, da La Pogee.

O Ana Maria é um tom de rosa forte, mas fechado. A sua consistência é bem cremosa , e duas camadas foram suficientes para cobrir toda a unha. Por falar em camadas, percebi que gasto muito esmalte em uma camada só. Deve ser a falta de experiência mesmo, mas aos poucos vou percebendo estes detalhes.Voltando às camadas, me deu ate vontade de ir para a terceira, mas resisti à tentação, porque é completamente desnecessária.

Ah, meninas, me perdoem com a limpeza mal feita. É que não fiz a unha, apenas pintei. Então, a cutícula já está crescinha. Daí que dificultou meu trabalho um milhão de vezes. Achei a cor lindíssima. Quando pintei logo, de noite, não tinha gostado muito, confesso. Mas ao olhar minhas mãos de dia, a impressão foi completamente diferente. Inclusive, ouvi comentários bacanas, elogios, e até perguntas sobre qual era a cor. A durabilidade tem sido a mesma. Uma coisa importante que esqueci de mencionar nos posts anteriores é que eu exponho as unhas ao desgaste diariamente, porque sempre lavo nas mãos minha roupa da academia quando chego em casa!!!! E isso, como todo mundo sabe, é um crime para manter as unhas belas.

Outra coisa é que eu costumo lixar minhas unhas a cada três dias. Inclusive, tenho uma lixa na minha mesa aqui do trabalho para não esquecer da tarefa (hehehehe). Gosto delas bem quadradinhas e aprendi a lixá-las sem grandes dificuldades. E eu faço da maneira mais simples mesmo, com as unhas viradas para mim, sem muita técnica específica. Lixar as unhas com constância foi uma forma que encontrei para mantê-las sempre do tamanho que quero. Nunca as deixo muito maiores do que estão nestas fotos, porque elas acabam quebrando, já que, no meu caso, elas são bem flexíveis e dobram com uma certa facilidade. Ainda não decidi qual será o próximo “nas unhas”, mas certamente será feito pela minha manicure fofa (aeeee!!!!). Beijocas, meninas.

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