Eu não sou adepta das cores extravagantes nas unhas. Acho lindíssimo, babo pelos verdes, azuis e alaranjados que encontro por aí, mas acho infinitamente mais bonito nas unhas alheias. Quando arrisco pintar de uma cor mais bacana, acabo mudando de ideia ainda no primeiro dedinho e partindo para o mais convencional. Mas, em casa na noite desta quinta-feira, feriado de São João, sem ter muito o que fazer e batendo papo com minha cunhada e minha afilhada, decidi arriscar uma pinturinha diferenciada para torcer pelo Brasil amanhã. Daí que pintei de amarelinho e cobri com um glitter dourado para dar um toque, já que com a pele clara o amarelo não ia ressair muito. Minha cunhada teve então uma ideia, de fazer umas florzinhas nas unhas, em verde e branco, para dar um charme. Eu topei e olhem aí embaixo como ficaram. Ah, detalhe: o acabamento não é dos melhores, já que não tenho o menor dom de manicure, infelizmente! Até comprei, bem recentemente, todos os apetrechos para ver se tomo tendência na vida e aprendo. E as unhas azuis são da minha afilhada fofa, que também entrou em ritmo de Copa e, ao contrário da dinda, adooooora uma corzinha diferente nas unhas!!! E digam o que vocês acharam, tá? Para ver se tomo coragem e arrisco mais… rsrs… Beijocas, meninas!!!
Como não tinha esmalte amarelo, usei um fortalecedor de unhas da Colorama, que foi misturado com um esmalte branco para pegar mais consistência. Depois, passei por cima um glitter dourado para dar um brilhinho especial
Aí está, o toque final de minha cunhada, com as florzinhas em verde e brancoE, por fim, minha afilhada com unhas azuis e florzinhas brancas (detalhe: ainda sem limpar, viu??? rsrsrs)
Eu amo Michael Jackson, sempre amei, desde criança. Depois que cresci um pouco e comecei a entender como as coisas funcionavam, percebi que o meu amor servia como uma forma de tentar fazê-lo sentir melhor diante de tanta dor que parecia emanar dele. Não duvido que muitos outros tantos fãs pensassem da mesma forma, ainda que inconscientemente.
Para mim, MJ era também um caso a ser observado, volta e meia me questionava sobre como um homem brilhante como ele se deixou consumir pela roda viva da fama que acabou virando seu algoz. Amanhã, 25 de junho, faz exatamente um ano que ele se foi e a dor continua. Mas é uma dor que não vai passar porque faltam respostas para entender como a genialidade sucumbiu a si mesma. Porque Michael, mesmo ainda magnífico como se vê nas cenas do documentário-despedida This is it, que registra os ensaios do que seria sua última série de shows, se retirou de cena tão cedo, com apenas 50 anos de vida?
Para mim, sempre foi um grande enigma entender porque Michael mudou sua aparência tão radicalmente
Morrer cedo talvez tenha sido uma forma de ele se livrar do sofrimento que certamente o afligia internamente desde o dia que nasceu numa família doente, num contexto de pobreza, violência, frustrações, castração de desejos infantis, trabalho forçado, porque não?, e da omissão de uma mãe de nove crianças que deixava o genitor dos seus filhos fazer deles o que quisesse com requintes de humilhação e violência física e psicológica. Nunca vou entender o papel desta mãe que, ao que parece, fechou os olhos à tirania do velho Joey.
O tamanho que Michael atingiu como astro pop, como personalidade, como celebridade e alvo de críticas e recriminações foi maior do que ele poderia suportar. Um psicanalista me diria agora, neste momento, que nada acontece à revelia de quem quer que seja, que Michael construiu esse caminho para si próprio, que ele fez escolhas que o levaram a esse angustiante fim. É óbvio que sim, mas o que ele sofreu na infância, de acordo com seu próprio relato, de não poder brincar na rua, jogar bola, interagir com outras crianças, foi definidor para o resto da sua weird existência, pouco compreendida por quem está de fora, seus fãs inclusive. Muitos o taxavam de Jacko uma corruptela que significa algo como “doidão/esquisitão”, no jargão dos americanos. Excêntrico, ricaço sem ter o que fazer, que passou a viver de forma esquisita, astro que não mais conseguiu repetir o brilhantismo de fases anteriores e se rendeu ao ostracismo. Fácil julgar, mas eu não gostaria de estar na pele dele.
A morte de Michael Jackson me atingiu num dia como se fosse uma daquelas notícias falsas que circulam e que depois alguém desmente dizendo que foi apenas um boato. Liguei para minha mãe e disse “Michael Jackson morreu”, meio que sem acreditar que aquilo fosse verdade e tentando confirmar com alguém de confiança se aquilo não tinha sido um engano. O mesmo aconteceu quando falei com meus irmãos. Àquela altura, era apenas um boato propagado por um site de celebridades, mas que depois foi se consolidando como a notícia mais bombástica do mundo artístico do nível das über celebridades, que era a estratosfera que pairava sobre o mundo dos pobres artistas pop que aprenderam tudo com MJ.
Aos poucos, o meu racional se rendeu às notícias. Lembro exatamente da sensação daqueles dias, a música de MJ onipresente na Redação, emanando das televisões ligadas acompanhando minuto a minuto os acontecimentos, as notícias do hospital, as confirmações e desmentidos sobre enterro e funeral, os filhos, a família, o testamento, a mãe e o pai. Acompanhava tudo com imensa curiosidade, queria respostas sobre o que teria acontecido realmente. Respostas que não vieram e provavelmente, acredito, nunca virão por que, a menos que alguém daquela família, incluindo seus filhos, resolver contar a verdadeira história, tudo ficará encerrado para sempre entre eles.
Também me lembro perfeitamente de onde estava quando ouvi pela primeira vez o clipe de Thriller. Eu devia ter uns 11 anos de idade. E ter essa idade, há 26 anos, definitivamente não é a mesma coisa que ter 11 anos atualmente. Naquele tempo, os melhores clipes da música mundial estreavam com estardalhaço e expectativa no Fantástico. E não poderia ser diferente com MJ. Era um clipe que definiria o astro que ele se tornaria dali em diante, dominando a cena pop norte-americana, internacional e minha cena interior, de pré-adolescente que gostava de ouvir música e ver a Sessão da Tarde.
Houve um momento, no auge da carreira, em que o peso da fama não tirou o brilho dos olhos de Michael Jackson, que sorria à tôa
Lembro que era tarde da noite e eu estava sozinha na sala de casa. Não sei bem se meus pais estavam dormindo e onde estavam meus irmãos. Mas lembro de ter me esforçado para ficar acordada e acompanhar a estreia do material. Consegui não dormir e fui sendo envolvida por aquela aura de mistério que é marca do clipe. Tudo escuro e eu estava sentada no chão. Assisti aquelas cenas inspiradas no clássico filme O Lobisomem Americano em Londres, de John Landis – que também dirigiu o clipe – com muita curiosidade, amando a música, a dança e a historinha do rapaz que se transforma em lobisomem e ameaça a própria namoradinha.
A noite, a história bem roteirizada, as belíssimas atuações me transportaram para aquele universo e eu senti medo. Aquela risada final, a voz grave de Vincent Price, me fizeram demorar a dormir. É uma daquelas coisas impactantes que se constituem em momentos marcantes da nossa existência nas mais variadas fases da nossa vida. E dali em diante meu fascínio por MJ só aumentava e minha curiosidade por sua história de vida também.
É no mínimo intrigante que uma criança que tenha crescido num contexto de violência e rigidez absoluta tenha conseguido construir coisas tão lindas. Michael foi um vitorioso por bastante tempo. Pelo menos, passou por cima do que eventualmente o fazia sofrer e curtiu o seu momento de fama no topo do mundo da música. É genuína a felicidade que se vê no brilho dos seus olhos nos clipes de músicas como Thriller, Off the Wall, Rock with you, Beat it entre tantas outras do auge da fama.
Depois que ele morreu, me questionei sobre o que sempre considerei omissão daquela mãe de expressão não menos dura do que a carranca do velho Joey e me surpreendi que ela tenha sido “premiada” com a citação do seu nome no testamento e sendo encarregada de criar os três netos. Parece que aquela mulher deve ter dado algum tipo de suporte emocional para o filho mais famoso e genial, do contrário, nenhuma recompensa – ainda que representada pelo simbolismo do dinheiro – seria atribuída a ela. A menos que Michael não tivesse melhor escolha a fazer. Vai saber?
A imagem de MJ sempre chegou a mim como uma expressão de grande sofrimento. Sabe-se que ele não tinha nada de ingênuo, em muitos momentos usou a imprensa para propagar informações sobre si mesmo a fim de criar “espuma” em torno do seu nome. Não é novidade para ninguém que ele sabia como poucos usar elementos de marketing para catapultar sua carreira. Mas pelo menos três “factóides” que ele criou, conforme sua biografia mais importante escrita por J. Randy Taraborrelli, se reverteram negativamente, que foi o caso de que ele dormia com um macaco e conversava com o bicho a quem levaria para todos os cantos, incluindo restaurantes; a câmara de oxigênio que, na verdade, era uma foto feita pelo próprio MJ e “plantada” na imprensa; além da ossadado Homem-Elefante, que ele teria comprado a peso de ouro.
Era para mim também algo enigmático a insistência em mudar a aparência – claramente um distúrbio de identidade, ele procurava um MJ que não era o que ele se tornou, um cara branco, glamuroso, maquiado, de cabelo liso. Reflexo do violento racismo que nos EUA se materializa em forma de segregação, não a tôa MJ começou na Motown, que era uma gravadora especializada em tornar “mais palatável” para os brancos a música vigorosa dos negros. Michael soube, como poucos, e com a ajuda de outro gênio, Quincy Jones, se equilibrar entre esses dois mundos e unir as duas porções dos EUA em torno da sua música. Mas não passou por isso impunemente.
Jamais nenhum artista conseguiu superar os 13 prêmios Grammy que Michael ganhou ao longo da carreira artística
Como já disse, não é adequado negar a participação do próprio MJ em toda a extensão do seu tormento. Ele poderia ter procurado ajuda, não se deixado levar por todo o glamur, mas é sintomático e motivo para se pensar quando após a sua morte descobre-se que ele realmente sofria de vitiligo, que a imprensa de modo geral fazia questão de colocar em dúvida. Ser vítima de racismo num país como os EUA deve ser algo brutal e MJ desafiou a tudo e a todos quando conseguiu mostrar seu talento avassalador.
Os brancos que, apenas três anos antes de Michael nascer, agrediram Rosa Parks em 1955 por ter sentado num banco de ônibus reservado exclusivamente aos brancos e se negar a cedê-lo, eram obrigados a engolir um negro americano invadindo suas casas sem pedir licença e espalhando sua música por todos os cantos. Para quem não tem uma estrutura psicológica forte e não possui uma identidade solidamente construída e uma auto-estima alquebrada, como parecia ser a personalidade de Michael, é difícil resistir à pressão de não ser aceito pelo que se é.
Acredito que complexidade semelhante pode ser aplicada às acusações por supostamente molestar meninos. Mentes estranhas podem realmente fazer coisas estranhas mas nada ficou provado em relação ao primeiro rapaz cuja família aceitou uma bolada para desistir do processo (quanto vale, em milhões de dólares, para um pai ou uma mãe verdadeiramente indignados por ver a inocência do seu rebento violada, abrir mão de ver o criminoso atrás das grades?). No último julgamento, em 2005, MJ foi inocentado das acusações. Manobras legais podem ser facilmente criadas, principalmente quando há muito, mas muito mesmo dinheiro envolvido.
Amo e sempre vou amar Michael Jackson. Lembro que durante todo o tempo que durou a cobertura da mídia sobre sua morte e até o seu enterro, ouvia sua música sem cansar, belas eternamente. Sua obra me faz feliz, me faz dançar, me transporta para momentos bons, traz lembranças felizes e o melhor é que sempre que tiver vontade de me sentir assim, bastará ligar o aparelho de som ou o DVD e trazê-lo de volta ao meu convívio. God bless you, Michael. You will always be the best.
Veja um pouco da genialidade precoce do mestre no primeiro teste do The Jackson 5 na gravadora Motown:
Meninas, há algum tempo divulgamos as boinas da Mira Artes feitas especialmente para a Copa do Mundo (veja aqui). Recentemente, recebemos um e-mail da Mira anunciando o lançamento da coleção Outono-Inverno 2010. Tem cada boina linda, e a coleção está inspirada no clima europeu, com prevalência dos tons ocre, marrom, bege, neon, violeta, lilás e branco, além do verde e do amarelo, claro, para homenagear a nossa seleção. Olhem aí embaixo algumas das peças (é só clicar para ampliar a imagem). Ah, e logo no final do e-mail tem os contatos para quem quiser adquirir os acessórios.
| SERVIÇO |
Boinas Mira Artes
E-mail: [email protected]
Tel. (71) 8835-9570
Acesse a conta da Mira Artes no orkut Acesse o flickr para ver fotos com outras estampas
Depois de cinco anos com os cabelos curtos, decidi criar as madeixas de novo, daí a obsessão por pesquisar tudo o que for possível sobre o assunto. Como meu cabelo é cacheado, volumoso e pesado, a pesquisa segue nessa linha, mas como as leitoras não precisam necessariamente ter o mesmo tipo de fio que o meu, também publico algumas informações que atendam necessidades diferentes. Ainda outro dia, postei por aqui dicas do salão Beleza Natural de cortes só para cabelos crespos, ondulados e cacheados (relembre). Dessa vez, divido com vocês alguns toques enviados ao Conversa pela equipe do salão Yes, de São Paulo. Embora eu esteja geograficamente situada em Salvador, a internet e os blogs não têm fronteiras. Confiram as orientações e para quem mora em Sampa, no final do post tem o servicinho com o endereço do salão.
Cabelos de inverno
Não é só a mudança no guarda-roupa que preocupa as mulheres no Inverno, os cuidados com os cabelos também as deixam inquietas. Com a diminuição da temperatura, alguns cuidados devem ser tomados para que os fios não fiquem danificados. Rodolfo Caetano, cabeleireiro do salão Yes, com unidades nos Jardins e em Alphaville, fala das tendências e dá dicas para cuidar das madeixas em tempos gelados.
Corte – “Ainda seguindo a linha do verão, a tendência de corte para este inverno são os cabelos médios, pois são fáceis de cuidar e deixam a mulher um arraso. A mulher moderna busca praticidade já que concilia carreira e família. O ideal é não complicar.”, diz Rodolfo. Na hora de escolher o corte é importante a mulher se sentir bem e ter certeza da opção que fez, já que terá este visual por alguns meses. Com auxílio de um profissional ela deve verificar se o tipo de corte escolhido combina com seu estilo pessoal e com formato do rosto, tipo de cabelo e cor da pele.
Cuidados – No inverno, por exemplo, tanto o cabelo quanto a pele devem estar sempre hidratados, pois o frio causa ressecamento. “Não adianta ter um corte incrível e deixar que o frio acabe com os fios. Não haverá estilo que resista”, diz Rodolfo. A água quente deve ser evitada, prefira com temperatura morna. Se for mesmo utilizar água quente, seja breve. Além de desidratar os fios, ela também descama o couro cabelo.
Cacheados – “Cabelos cacheados devem sempre manter uma hidratação sem enxágüe, com produtos adequados para este procedimento”, afirma o profissional. “Muita escova resseca, então é bom sempre mantê-lo hidratado. Pode parecer repetitivo, mas quem não liga para hidratação pode prejudicar demais os fios”.
Cores – Os tons acobreados, chocolate e dourados vêm com tudo nesta estação, dos mais claros aos mais escuros. E quem pensa que as luzes e mechas estarão em baixa no inverno se engana. “As cores darão todo um charme além de diminuir o efeito monocromático do inverno”, finaliza o profissional.
O recesso junino já começou aqui no Nordeste e no eixo sul-sudeste do país, a turma se prepara para as férias de julho. É uma boa pausa para avaliar o desempenho da criança na escola, dar uma boa olhada nas notas e nas conquistas, ouvir os filhos sobre as descobertas que fizeram neste primeiro semestre, não só na área acadêmica como na esfera das relações pessoais. Como abri o dia hoje falando em educação e no concurso Causos do ECA (Veja o post abaixo), completo o tema agora com um artigo de Elisete Baruel sobre a importância da parceria família x escola para o desenvolvimento da criança. Elisete cita como exemplo sua própria experiência a frente da Vitae Future Kids, entidade que presta consultoria e desenvolve projetos em educação. As reflexões porém, se aplicam ao nosso dia a dia e ao tipo de relação que estabelecemos tanto com nossas crianças quanto com o local escolhido para educá-las. Discordo radicalmente dos pais que delegam apenas à escola a função de educar seus filhos e prepará-los para a vida. Bem como discordo das escolas que não sabem os próprios limites e interferem na vida doméstica de modo invasivo. Mas confio em parcerias e acredito que é possível estabelecer um diálogo entre esses dois mundos de forma a beneficiar a formação intelectual, mas principalmente humana, das gerações futuras. Confiram!
Família e escola, a parceria que dá certo!
*Elisete Baruel
A sociedade tem passado por mudanças rápidas, decorrentes de tantas novas informações e avanços tecnológicos, que vêm repercutindo na configuração familiar e no seu processo de interação com a escola. Por diversos motivos, hoje a criança passa cada vez mais tempo na escola e em atividades extracurriculares, e seus responsáveis têm cada vez menos tempo para participar de eventos escolares e raramente acompanham as lições de casa. Com isso, a escola se torna a única responsável pelo desenvolvimento intelectual, social e moral do aluno.
Mesmo assim, podemos dizer que as famílias ainda são a base mais consistente na vida dos alunos e são elas que proporcionam uma relação natural entre as crianças e adolescentes e o ambiente escolar. São as famílias que decidem, desde cedo, o que os filhos precisam aprender e quais instituições devem frequentar.
Mas como fazer com que a escola e a família se tornem parceiras na aprendizagem das crianças? Inicialmente, é indispensável que família e escola entendam claramente que papéis desempenham na vida do aluno e, por isso, é necessário pôr fim à incompreensão das famílias referente à linguagem escolar e aos procedimentos adotados na avaliação de seus filhos, de forma que suas intervenções sejam efetivas e construtivas.
É neste sentido que a relação família-escola ganha força, encontrando o suporte necessário à realização de mudanças que garantam experiências de sucesso acadêmico e social aos alunos. Entendendo a importância desta parceria, a Vitae Futurekids desenvolveu o Pró-Família, baseado num projeto desenvolvido pela Universidade de Harvard, em Boston (EUA), denominado “Havard Family Research Project” e adaptado à realidade brasileira.
O conceito orientador do Pró-Família é simples. Ao invés de culpar uns aos outros, professores e pais atuam juntos como parceiros com iguais atribuições e responsabilidades, de maneira a estabelecer relações e construir confiança mútua, utilizando o tempo de convivência para dividir sonhos, expectativas e experiências, visando ao sucesso acadêmico dos alunos.
O Programa propõe uma metodologia inovadora de visitas à casa dos alunos, o que auxilia no desenvolvimento de novas redes de sociabilidade e serve para a construção de canais de mediação mais consistentes, em que todos aprendem como partilhar saberes e recursos. Durante as visitas, pretende-se identificar, no ambiente familiar, as raízes das dificuldades de aprendizagem dos alunos, considerando as condições de vida e moradia. Desta forma, contemplam esforços estratégicos para fortalecer o comprometimento da família e da comunidade no apoio do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos, ajustando as metodologias educacionais a cada realidade.
O sucesso dessa parceria pode ser medido por depoimentos apresentados por quem já participou no Brasil do projeto desenvolvido em Boston. “Os educadores me fizeram sentir como se estivessem lá para ensinar o meu filho. Estão sempre me dando ideias sobre que atitudes tomar. Além disso, percebi que prestam atenção ao que eu digo e isso me fez sentir bem. Eu disse a mim mesmo – eles conhecem meu filho”, afirmou um pai. O professor emenda: “Os resultados dos alunos estão afixados no quadro de avisos e os portfólios de trabalho são dispostos por todo o prédio. Podemos ver que a maioria dos alunos tem bons resultados em línguas estrangeiras, matemática e ciência. Muitos professores acreditam que o sucesso é crédito da parceria estabelecida com os pais.”
*Elisete Baruel é Coordenadora de Educação da Vitae Futurekids
O lembrete é da ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância). O prazo para participação no 6º Concurso Causos do ECA termina em 30 de junho. A iniciativa visa mostrar como o Estatuto da Criança e do Adolescente impacta de forma positiva na vida de crianças e adolescentes, gerando transformação social. O concurso é aberto a todos e é promovido através do portal Pró-Menino, que atua em defesa da infância e juventude. As histórias podem ser inscritas via Internet, no site: www.promenino.org.br. Apesar do nome ser Causos do ECA, as histórias retratadas precisam ser reais e mostrar na prática a aplicação do Estatuto.
Serão selecionadas 20 histórias finalistas por um corpo de jurados formado por pessoas atuantes na área de infância e juventude. Os causos serão premiados em duas categorias: ECA como instrumento de Transformação, voltada para a divulgação de experiências gerais em que a aplicação do ECA tenha transformado a vida de crianças e adolescentes; e ECA na Escola, que prioriza a ação da escola, e é destinada a promover histórias de mudanças na comunidade escolar devido ao Estatuto.
Os três primeiros colocados de cada categoria recebem um prêmio de R$ 15 mil (primeiros lugares); R$ 10 mil (segundos) e R$ 5 mil (terceiros). Pela primeira vez, este ano, haverá uma premiação também por Júri Popular. A votação será realizada através do Portal Pró-Menino e a história vencedora na opinião dos internautas receberá R$ 10 mil.
Ainda entre as 20 finalistas, quem não receber prêmio em dinheiro tem outras chances de reconhecimento. Quatro histórias serão escolhidas pela coordenação do concurso para servirem de roteiro para a gravação de curtas-metragens. Além disso, todos os causos finalistas serão ainda publicados nos meios impresso e digital.
*Com informações da ANDI e assessoria da Fundação Telefônica
O álcool em gel entrou de vez na vida das pessoas depois do surto da gripe A , que ficou popularmente conhecida como gripe suína. Daí que virou um produto indispensável na bolsa, fora que dá uma sensação muito agradável de limpeza, além de refrescar as mãos e secar rapidamente.
A Doctor Clean aproveitou o clima de Copa do Mundo para lançar um kit com duas versões de 60ml nas fragrâncias Neutro e Mamãe. O consumidor leva ainda mais um pote de 30ml, de Aloe Vera.
Veja onde adquirir o kit no site oficial da marca, ou participe das promoções no twitter. O preço sugerido de venda é de R$ 12,53.
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Sabonetes Francis Protection
Quatro novas versões dos sabonetes Francis estão no mercado. Com extratos naturais na fórmula, os novos sabonetes em barra agem eliminando as bactérias do corpo, segundo o material de divulgação.
Eles são testados dermatologicamente e estão disponíveis em embalagens de 90g. Você pode escolher: óleo de girassol com proteção eficaz; extrato de aveia com proteção nutritiva; nutrientes marinhos com proteção total; e extrato de calêndula com proteção delicada, para peles sensíveis.
Para saber onde adquirir, é só ligar para o SAC Francis: 0800 703 4071.
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Cosméticos Flores & Frutas DeMillus D
A linha é composta por uma caixa de sabonetes com duas unidades de 90g cada (R$ 11,00), loção hidratante desodorante 200ml (R$ 13,00) e água de colônia 200ml (R$ 15,00).
A fragrância é uma associação das propriedades do pêssego, da flor de cerejeira e do jasmim branco. De acordo com o material de divulgação, além do perfume, a linha oferece hidratação e maciez à pele.
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Sabonete líquido Castanha do Pará !Parla
Hidratante, o sabonete líquido de castanha do pará da !Parla age sobre a elasticidade e a aparência viscosa do corpo todo.
De acordo com o material de divulgação, “o produto agrega limpeza profunda, deixando mãos e corpo perfumados e hidratados por muito mais tempo”.
Para adquirir, consulte no site oficial da marca ou pelo SAC 11- 2971-8290.
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Hidratantes da Futura Biotech
Duas novidades da Futura Biotech prometem prolongar a hidratação cutânea e restabelecer o mecanismo de hidratação natural da pele.
São eles o Omera Hidratante Corporal Isoativo (R$ 72,04 o pote com 135g), que atua na hidratação da pele, e o Omera Hidratante Facial Isoativo (R$ 58,24 o pote com 50g), que também atua na hidratação da pele da face, é de uso diário e com fragrância neutra, segundo informa o material de divulgação.
Ufa! O Brasil aplicou 3 gols na seleção da Costa do Marfim e levou um numa distração da defesa que fez a chamada linha burra. O atacante Drogba entrou na área brasileira em totais condições, não havia impedimento. Sim, mas como eu ia dizendo, ufa! A equipe se classificou mas voltou a dar aquela angústia na torcida ao começar jogando muito mal de maneira até sonolenta.
Durante boa parte do primeiro tempo e até o momento do gol inaugural, aos 24 minutos, o Brasil estava mesmo levando um certo calor da seleção africana. Os marfinenses estavam gostando do jogo e até surpreendendo os jogadores brasileiros com sua rapidez e força física. Para o bem da seleção canarinho, Drogba estava sozinho lá no ataque e, afinal de contas, lutar isoladamente contra a defesa que é considerada a melhor do mundo, é uma tarefa bastante inglória.
Kaká perdeu a cabeça e desfalca a Seleção Brasileira no próximo jogo, contra Portugal
Mas aos poucos o time foi melhorando e quando Kaká deu o ar da graça, que não tinha dado na primeira partida desta copa, o resultado foi a abertura do placar pelo atacante Luís Fabiano. Ele, que havia seis jogos não marcava, fez um gol que demonstrava o quanto esse jejum estava entalado na garganta. A bomba desferida contra o gol marfinense exorcisou os meses de seca e abriu espaço para os outros gols que viriam.
É claro que o adversário fez um teatro maior do que deveria, se jogou no chão, pôs a mão na boca, mas me surpreendi ao ver que Kaká não é aquele santo todo que ele gosta de vender na mídia. Ele também sente raiva e extravasa, dá o troco. Se você olhar o replay da jogada, vai perceber que o jogador adversário vinha sem olhar para o brasileiro e acabou levando a bordoada. Mas começo a ver sangue nas veias, sangue no olho, elementos que fazem uma equipe avançar nas competições, muito diferente do que aconteceu no primeiro jogo contra a Coreia do Norte, e nos minutos iniciais desta partida contra a Costa do Marfim. E isso é muito positivo.
Não precisava, no entanto, chegar ao ponto de provocar a própria expulsão. Neste momento da competição, em que ele começava a se recuperar e participava mais das jogadas, ele sai da equipe e após 59 dias parado e uma partida de retorno, vai ficar cerca de uma semana parado novamente, interrompendo o seu processo de recuperação. Ou aperfeiçoando, torço.
Depois de fazer o segundo gol do Brasil, Elano seria alvo da violência dos jogadores marfinenses
Agora, que alguma coisa está muito errada num jogo de futebol quando o árbitro se torna a figura principal da disputa, está. E foi o que aconteceu hoje. “Seu” Stefany Lannoy perdeu totalmente o controle da partida, deixando a pancadaria correr solta, e ainda protagonizou a cena mais esquisita que eu já vi. Logo depois do gol de Luís Fabiano com um toque de mão e um toque de braço que ele mesmo admitiu, o ábitro faz o gesto indicando com a mão o braço e pergunta a Luís Fabiano se ele havia tocado na Jabulani, o que o jogador, obviamente, nega. Nunca vi disso, juiz discutindo jogada com jogador? Daquele momento em diante, o controle do jogo e a autoridade do árbitro estavam perdidos.
Mas, tirando essa lamentável atuação do árbitro, minha maior curiosidade mesmo é saber como Dunga vai se virar sem Kaká no meio de campo. Quem vai ser o substituto do craque solitário do meio campo? Júlio Batista? Robinho? Se o time já vinha meio mal das pernas com ele, imagina sem ele. Sem falar que o próximo adversário é Portugal, muito melhor que as seleções da Coreia do Norte e da Costa do Marfim.
Recebi essa semana o catálogo com a coleção Outono-Inverno 2010 da marca jovem Overend. As peças trazem um olhar leve, descontraído e antenado sobre o Canadá. Pessoalmente, quando vi as fotos, pensei em um domingo no parque, inspirada pela exuberância da natureza canadense. Embora nunca tenha visitado este país, o que vejo em filmes me fascina. O Canadá é uma combinação equilibrada de progresso com natureza indomável. Neve, gelo e rios caudalosos convivem com parques arborizados e aquele solzinho frio da baixa estação (Salvador hoje amanheceu com o mesmo solzinho, adoro!). De volta ao catálogo da Overend, o que gosto nesta marca é o despojamento. As peças são ideais para usar no dia a dia. Esta coleção, por exemplo, está recheada de t-shirts, calças em algodão cotelê, sarja e microfibra; além dos jeans com lavagens e corrosões como a silver (lavagem prata), lightblue (lavagem clara) e destroyer. Na cartela de cores predoniman o off white, gelo, branco, rosa, preto, azul, roxo, verde, amarelo e bordô. Confiram algumas imagens das combinações que mais gostei do editorial:
Serviço:
Overend – Salvador Shopping. Tel.: (71) 3878-2000
Visite o site da marca para ver outros itens da coleção: www.overend.com.br
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