Dicas de maquiagens fáceis de encontrar

Seja na farmácia, no catálogo virtual, no stand ou na mega store do shopping, a verdade é que estamos cercadas de opções de maquiagem, para todos os gostos, tipos e tons de pele. E, o essencial, todos os padrões de bolso. Conversa de Menina abre espaço para algumas dicas disponíveis no mercado e que não pesam no orçamento. Confiram:

Contém 1g – Batom Soft Lips – FPS 8

Enriquecido com Óleo de Framboesa e Vitamina E, promete hidratação dos lábios por até 8 horas e proteção dos raios UV. A fórmula foi desenvolvida através de ingredientes ricos em ácidos graxos e antioxidantes. A combinação desses ativos e ceras emolientes oferece uma textura extremamente cremosa.  Na cartela, são treze cores com acabamentos acetinados, cintilantes e cremosos. À venda nos stands da marca em shoppings de todo país. Acesse o site da marca: www.contem1g.com.br

Maybelline NY

Entre os produtos da marca estão o brilho labial Water Shine Liquid (R$13,99), a base Dream Matte Mousse (R$37,99) e a recém lançada máscara Define-A-Lash Volume(R$29,90).  Disponível em 90 países, é fácil de ser encontrada em farmácias e mega stores como as Americanas. Visite o site em português: www.maybelline.pt ou o site em inglês: www.maybelline.com

LUMI Cosméticos – Pó Compacto Bronzeador (10g)

O produto possui desenho mosaico com duas cores e textura micronizada, oferecendo um efeito bronzeado natural para todas as tonalidades de pele. R$34,00. Possível de ser encontrado no SAC da marca (11) 3246-4664. Ou no site: www.lumicosmeticos.com.br

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Campanha “Mãe, lê pra mim?” entra no ar neste domingo

Matheus cresceu me ouvindo contar-lhe histórias – não só eu, mas a avó e a tia também contavam – e o resultado é que aos 12 anos, além de um leitor assíduo, também arrisca exercitar a imaginação criando as próprias aventuras e publicando em um blog. Corujices de mãe a parte, aproveito o exemplo doméstico para divulgar o lançamento da campanha “Mãe, lê pra mim?” do Instituto Pró-Livro, que ocorre neste domingo, dia 04.

Através de parceria com o Instituto Pró-Livro, o teaser de 30 segundos será veiculado na TV, pela Rede Globo, até o dia 31 de julho, com depoimentos de artistas, formadores de opinião e pessoas comuns, testemunhando como o incentivo à leitura dentro de casa influencia no processo de ler por prazer. O destaque é o ator Tony Ramos (protagonista de Passione) falando sobre a importância da leitura em sua vida.

O projeto do vídeo foi concebido durante a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Durante os dez dias do evento, foram recolhidos depoimentos dos visitantes falando sobre quais foram seus principais incentivadores da leitura.

Pessoalmente, meu incentivo veio da minha mãe, que é do tipo que conta histórias. Na infância, fazia sombras na parede quando faltava energia elétrica, para entreter a mim e a minha irmã mais nova. E, apesar de não ser rica, gastava o que podia e o que não podia em livros e na nossa educação. Lembro com saudade da coleção dos contos de Grimm e Perrault que trouxe para casa quando eu tinha uns 8 anos. Minha irmã até hoje guarda seu exemplar de A Galinha Ruiva. O mito em torno da figura do meu avô, poeta e meio anarquista, também ajudaram e muito na minha paixão pela palavra escrita.

Voltando a falar da campanha, para ampliar a ação da “Mãe, lê pra mim?”, além de divulgação na mídia,  o IPL, com os apoios do Ministério da Cultura (MinC) e o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), distribuirá os vídeos da campanha em Pontos de Leitura do Programa Mais Cultura do Minc, juntamente com mais de quatro mil obras de literatura infantil e juvenil que beneficiarão 600 famílias.

Conheça o Instituto Pró-Livro:

Fundado por entidades do setor editorial – Abrelivros (Associação Brasileira de Editores de Livros), CBL (Câmara Brasileira do Livro) e SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), o IPL é uma OSCIP, entidade do setor privado sem fins lucrativos, mantida por contribuições voluntárias de editoras. Criado em outubro de 2006, passou a funcionar em maio de 2007, orientando suas ações para o objetivo principal de estimular a leitura. O IPL elegeu essa missão como resposta institucional à preocupação de especialistas de diferentes segmentos dos setores público e privado com relação aos índices de leitura da população brasileira em geral e principalmente dos jovens – que são significativamente inferiores aos níveis dos países industrializados e em desenvolvimento. Em suas ações, o Instituto procura privilegiar como público alvo as crianças e os jovens, o que demanda mobilizar os principais responsáveis pela sua educação e hábitos de leitura: educadores, pais, bibliotecários, animadores e mediadores de leitura. Conheça mais sobre os projetos do IPL acessando: www.prolivro.org.br

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Leia também no blog:

>>Artigo: Leitura é peça fundamental no desenvolvimento infantil

>>Leitores virtuais, uni-vos!

>>Série Traça de Biblioteca (sobre dicas de leitura e resenhas)

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Dicas Outono-Inverno, promoções, plus-size e afins

O sábado invernou em Salvador e me preparo para fazer um chocolate quente para a família (meu filho adora!) e ver uns filmes. Cidade litorânea tem dessas coisas, quando a chuva e o friozinho chegam, todo mundo fica entocado em casa. Mas, antes da sessão sofá e seratonina, uma blogada básica. E como o dia pede agasalho, separei algumas dicas de roupas para a baixa estação e outras novidades. Confiram:

DONABRÍGIDA

Dica de look Outono-Inverno combina meia com desenhos, ankle bots, moleton e vestidinho. Crédito: Divulgação/ DONABRÍGIDA

A dica da multimarcas para o dia a dia são os casacos de moletom para serem usados como segunda peça, dando versatilidade e estilo ao visual. As meias-calças também estão em alta, em modelos como xadrez, desenhos ou listras. Pessoalmente, apostei em uma fio 40, roxa, essa semana, combinada com uma bota de cano médio, sem salto, vestido e um casaco de moleton como sobreposição. Deu ibope… e positivo!

Outra novidade nas araras da DONABRÍGIDA são os vestidos (olha aí, não falei), que ainda continuam em alta nessa estação. As peças caem bem com boleros, coletes ou casacos de tricô. Vale ainda utilizá-los com blazers curtos, abaixo do busto, para incrementar o visual. Também continuam em alta as blusas soltas e com caimento no ombro que podem ser usadas com as calças leggings justas, de cores e padronagens variadas, que é a grande sensação dessa temporada.

Investi em duas leggings de cores básicas. Combinei uma preta com batinha preta e detalhes verdes. Enquanto Gio apostou em legging também preta, com vestidinho e sapatilha, ficou um charme!

E para quem não perde promoção, até  25 de julho as clientes ganham um desconto de até 50% na DONABRÍGIDA do Shopping Paseo Itaigara, na Avenida ACM, em Salvador.


NAKISSKA

Coleção Outono-Inverno Nakisska com itens em promoção

A loja no Salvador Shopping já começou seu período de liquidação pós festas juninas. A cada duas peças, a cliente ganha 30% de desconto e levando quatro peças, são 60% off. A Nakisska oferece linhas de roupas femininas de festa, nightclub, alfaiataria, casual e jeanswear, e funciona no 1º piso, ala Expansão.

PLUS SIZE ELISA PARKER

Modelo usa vestido da nova coleção Elisa Parker. Totalmente cara do inverno pouco rigoroso do Nordeste brasileiro

Aproveito a foto que recebi da assessoria da modelo “plus size” Fluvia Lacerda, para mostrar uma dica charmosa de combinação para a baixa estação para as meninas tamanho G, como eu. Fluvia é a mais nova estrela da campanha da marca americana Elisa Parker, especializada em peças belíssimas para meninas G e GG. A marca traz estilos que se adequam facilmente às diversas ocasiões do dia.  Segundo a designer da marca, Jéssica Tenaglia, que também é G e conseqüentemente, sabe das dificuldades em se vestir, o conceito básico une peças de qualidade, bonitas, sexies, mas que com a combinação certa também podem ser discretas e elegantes.   Para saber mais sobre a modelo, acesse: www.fluvialacerda.com e na foto ao lado, a dica:

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Só esqueceram de dizer à Holanda que o jogo estava ganho

*Texto da jornalista Giovanna Castro

É… Não deu… Vamos combinar que a Holanda não é o Chile, única seleção contra a qual o Brasil mostrou bom futebol nesta Copa da África. A seleção brasileira até que começou muito bem o jogo, Robinho e Kaká se movimentando bastante, explorando todos os cantos do campo, mas no momento em que veio o gol, eles acharam que a fatura estava liquidada. E esse foi o maior erro. Esqueceram de avisar aos jogadores da Holanda que o jogo estava ganho antes de terminar. Deu nisso, 2 X 1 para os holandeses, de virada que, como dizem os boleiros, é bem mais gostoso.

A Holanda não é nenhum Brasil, mas é uma seleção com jogadores que atuam com seriedade, têm talento e apostam no toque de bola e no contra-ataque.  Durante o primeiro tempo, não foi possível ver estas características, porque o Brasil dominava a partida com toques rápidos, jogadas inteligentes, concentração e ameaçando sempre o gol do adversário. Não sei o que aconteceu no intervalo do jogo, mas parece que no vestiário os canarinhos calçaram o salto alto.

Formação que entrou para jogar contra a seleção de Portugal na última partida da primeira fase

Do outro lado, era bola no chão e cabeça fria em busca de um objetivo concreto e isto fez toda a diferença. Já faz um bom tempo que não existe mais bobo no futebol. É certo que todas as seleções respeitam o Brasil pela seu histórico de vitórias, mas conquistar respeito é uma coisa, deitar nos louros da fama construída por gerações passadas é outra muito diferente. Não dá pra ganhar uma Copa do Mundo sem jogar futebol de verdade. O Brasil entrou nessa competição com o freio de mão puxado, fez somente o suficiente para conquistar o primeiro lugar do grupo na primeira fase, campanha arrematada pelo jogo insosso contra Portugal, partida que a seleção não estava muito a fim de ganhar.

Outros problemas que ficaram evidentes foram a falta de opções no banco para oferecer alternativas de jogo à seleção contra equipes que jogam de forma diversa e o completo destempero emocional dos jogadores do Brasil. O primeiro gol foi fundamental para detonar o descontrole, apesar de Robinho, mesmo tendo marcado para o Brasil, ter demonstrado irritação desde o começo da partida. Felipe Melo disse em entrevista após o jogo, cinicamente : “tenho força suficiente pra quebrar a perna dele [o jogador da Holanda], mas a jogada foi normal”. Não sabia que jogador da seleção brasileira entrava em campo com pensamentos que consideram a possibilidade de machucar seriamente o adversário. Lamentável…

Esperança agora é guardada para a Copa de 2014, que será disputada no Brasil

Como também foi lamentável a evidente comprovação de que Dunga não levou peças que pudessem substituir sua seleção titular. Ele levou a equipe dos seus sonhos e pronto. Contando que Kaká fosse ficar 100% e desconsiderando totalmente a possibilidade de seus jogadores faltarem ou por contusão ou por cartões amarelos, como acabou acontecendo, deu corda a si mesmo para se enforcar. Saiu pela porta dos fundos, se despedindo melancolicamente, dizendo: “todos sabiam desde o começo que meu tempo na seleção era de quatro anos”.

Um colega de trabalho (ah, esqueci de dizer que hoje assisti o jogo dentro da redação do jornal, por isso esta análise está sendo publicada tanto tempo após o jogo – as outras partidas vi em casa) disse: “Ronaldinho Gaúcho é quem deve estar adorando isso”. Sábias palavras, colega. Enfim, é isso mesmo. A seleção canarinho foi até onde poderia chegar. E olha que deu muita sorte ao pegar uma chave com adversários fracos e à medida que seguia adiante, enfrentaria o lado da tabela mais “fácil”. Não dá para negar que a Argentina vai ter uma pedreira bem maior ao enfrentar a Alemanha. Nos resta esperar uma atitude da CBF, sabedoria na escolha do novo treinador da seleção, e esperar pelo melhor no próximo mundial, em 2014, em verdes gramados tupiniquins.

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Cultura: Gacc e Cabriola Cia. de Teatro estreiam espetáculo “É Meu, É Seu, É Nosso!”

Uma boa dica para quem está em Salvador neste fim de semana é a estreia, neste sábado, dia 03, do musical É MEU, É SEU, É NOSSO!, produção do Gacc (Grupo de Apoio a Criança com Câncer) e Cabriola Cia. de Teatro, que conta a história de um menino que luta para vencer um problema de saúde e conta com a força da família e dos amigos. O texto do espetáculo é do dramaturgo Deolindo Checcucci (O Vôo da Asa Branca, Raul Seixas, Irmã Dulce) e a direção é de Heraldo Souza, que também assina a trilha sonora. A peça terá ainda a participação do ator e músico Elinaldo Nascimento, ex-paciente do GACC, aluno do curso de Artes Cênicas na Escola de Teatro da UFBA (Universidade Federal da Bahia).

A Cabriola Cia de Teatro ganhou o prêmio Braskem de Teatro (importante reconhecimento na cena teatral baiana) de melhor espetáculo infanto-juvenil com a peça Os prequetés. O diretor Heraldo Souza, por sua vez, foi indicado na categoria revelação da mesma premiação, pela composição e arranjos musicais de Os prequetés.

Já o Gacc é uma instituição filantrópica fundada em 1988, para dar suporte as crianças de baixa renda baianas e suas famílias, evitando o abandono do tratamento do câncer infanto-juvenil, pois muitos pacientes mirins, sobretudo no interior do Estado, acabavam largando o tratamento médico por falta de condições de se deslocar para a capital, custear hospedagem, transporte e mesmo uma alimentação mais substancial, principalmente para quem precisa de quimio ou radioterapia. Fiz algumas reportagens com o Gacc ao longo da vida de repórter  e o trabalho dessa entidade, além de belíssimo, é muito respeitado na Bahia. Ao todo, a instituição assiste cerca de 300 pacientes por mês, juntamente com seu acompanhante, totalizando mais de três mil famílias em 22 anos  de atuação. Graças ao trabalho das equipes multidisciplinares do Gacc, as chances de cura dos pacientes assistidos alcançam mais de 70% e nenhum paciente abandona o tratamento por falta de condições financeiras.

Ficha Técnica do espetáculo:
Direção: Heraldo Souza
Texto: Deolindo Checcucci
Elenco: Aline Lopes, Elinaldo Nascimento, Isaque Pires, Josevaldo Fortes, Julio Cesar Mello, Lucy Castro, Lika Ferraro, Mariana Damásio.
Assistente de direção: Etiene Bouças
Figurinos, coreografias e cenografia: Heraldo Souza
Direção Musical: Heraldo Souza
Iluminação: Luiz Guimarães
Preparação corporal para cena: Lika Ferraro
Cenotécnico: Evando Cézar
Assistente de produção: Aline Lopes
Músicos: Elinaldo Nascimento (violão), Josevaldo Fortes (Flautas, Escaleta), Lucy Castro (percussão)
Costureira: Angélica da Paixão
Fotos: Aldren Lincoln

Serviço:

É MEU, É SEU, É NOSSO! – Musical para todas as idades
Onde: Teatro ISBA  – Av. Oceânica, 2717, Ondina. Telefone: (71) 4009-3689
Quando: 03 a 25 de julho de 2010, sábados e domingos, às 16h. Haverá sessão extra nos dias 18 e 25 de julho, às 10h
Quanto: 10,00 e 5,00 (meia entrada) – toda renda será destinada ao trabalho assistencial do GACC
Realização: GACC-BA e Cabriola Cia de Teatro
Para entrar em contato: [email protected]

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Artigo: A inveja corrói corações

Primeiro, um pedido de desculpas pelos dois dias sem postagens, mas enfrentamos um probleminha técnico, já resolvido. Agora, para retomar a atividade, um artigo escrito pelo Dado Moura, da Canção Nova, sobre a inveja e outros sentimentos negativos.  Esta semana andei refletindo sobre intransigência e confiança (relembre aqui). O texto de Dado veio em boa hora, pois complementa minhas reflexões pessoais a respeito do que chamo de sentimentos pequenos (mesquinhos) e o contraste com o grande e verdadeiro sentir, que tem base no amor (não apenas aquele de casal, mas o amor enquanto sentimento pleno, que pode ser demonstrado em gestos grandiosos ou prosaicos).  Confiram o texto, vale muito a pena!

A inveja corrói corações

* Dado Moura

Cena do filme Otelo, baseado em história homônima de William Shakespeare. Na cena, Kenneth Branagh encarna o pérfido Iago, que por pura inveja do sucesso de seu comandante, incita Otelo a matar a esposa Desdêmona, ao insinuar que ela estaria traindo o marido

Todos os dias fazemos uma nova experiência no que se refere a relacionamentos nas mais diversas esferas da nossa vida. Infelizmente, em muitos desses momentos acabamos por experimentar situações de desconfiança, raiva, ingratidão e ciúme. É natural, somos seres humanos e essas emoções fazem parte da nossa natureza. Mas, de todas as emoções negativas, talvez a mais tóxica seja a inveja. Similar ao ciúme, esse mal pode se instalar em todas as relações, sejam elas familiares, comerciais ou sociais.

Inveja é um sentimento traiçoeiro. Muitas pessoas acreditam que não são capazes de cobiçar até serem defrontadas por situações novas e incômodas, como por exemplo, o sucesso profissional alheio. Um fato que deveria ser comemorado por todos, passa a se tornar motivo de discórdia e tribulação para muitos que convivem naquele ambiente. O que as pessoas deveriam entender é que ninguém é melhor do que ninguém. Somos todos diferentes e complementares. Cada um tem seu espaço na sociedade. Não precisamos ter subordinados para nos sentirmos superiores.

A manifestação da inveja muitas vezes pode se confundir com um outro sentimento que também provoca instabilidade dentro das relações: o ciúme. São sentimentos muito próximos, contudo, o ciúme acontece quando nos preocupamos em perder aquilo que temos, seja o amor de uma pessoa, um bem ou uma posição social. No caso da inveja, a pessoa cobiça o objeto de conquista do amigo, do irmão, do vizinho… E nem sempre essa avidez pode significar cobiça por um bem material. Às vezes, esse sentimento se manifesta quando o invejoso percebe a maneira como alguém se veste, as amizades que determinada pessoa possa ter, a qualidade do entrosamento entre um casal ou a harmonia dentro de uma família.

O sentimento de inveja incomoda e corrói a autoestima da pessoa que o carrega. Quem tem inveja acredita que as coisas na vida do outro acontecem com maior facilidade. E por não conseguir alcançar seus objetivos ou ser reconhecido em uma área em que o colega foi bem sucedido, a pessoa invejosa se recusa a celebrar sinceramente a conquista do outro; não consegue partilhar verdadeiramente suas vitórias sem ocultar o seu desdém.

Dica de leitura: O jornalista Zuenir Ventura é autor do livro Mal Secreto, sobre a inveja. A obra integra a coleção Plenos Pecados, da editora Objetiva. Média de preço: R$ 32,90 (americanas.com). Disponível também em áudio-livro

O invejoso terá sempre alguma coisa para contradizer o colega bem-sucedido na intenção de desviar o foco da conversa ou ofuscar sua imagem com comentários que tentam tirar sua credibilidade. Como pecado capital, essa fraqueza se desdobra em outros sentimentos negativos e se multiplica em manifestações de ingratidão, raiva e destrato a alguém que nada lhe fez, nem lhe causou prejuízo algum.

Na verdade, a inveja é o resultado da falta de empenho de alguém na realização de suas próprias metas e da sua pouca consciência sobre seu valor pessoal. Como todos os outros sentimentos daninhos, se não buscarmos a correção para esse mal, podemos colocar a perder relacionamentos valorosos. Todo mau sentimento germina onde a semente do amor não foi cultivada. Então, para erradicar sentimentos nocivos, devemos nos aplicar em amar concretamente as pessoas ao nosso redor. A vivência do amor no dia-a-dia é capaz de temperar nossos laços com virtudes como a paciência, o respeito, a temperança, a generosidade. Quem ama se faz um com aqueles que se rejubilam e solidário com os que sofrem.

*Dado Moura é webwriting do portal Canção Nova (www.cancaonova.com)

Siga-o no Twitter: www.twitter.com/dadomoura

**Material enviado ao blog pela Canção Nova e publicado mediante autorização do autor

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Brasil vence Chile com facilidade e enfrenta a Holanda nas quartas de final

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Não é à toa que Marcelo Bielsa, o técnico do Chile, é apelidado de El Loco. Botou o time para atacar o Brasil e até conseguiu segurar um pouco a seleção canarinho no campo de defesa, mas em compensação, abriu a possibilidade para os contra-ataques brasileiros. O retrospecto não ajudava os chilenos, que perderam os últimos cinco jogos de goleada nesta era Dunga e sempre com facilidade. E hoje não foi diferente. O Brasil começou a partida de uma maneira cadenciada e foi dominando aos poucos, furando a defesa adversária.

O primeiro gol de Juan fez o time relaxar e atuar com mais tranquilidade contra a seleção chilena que, em nenhum momento, deixou de jogar pra frente, o que deu mais movimentação ao jogo. Por causa disso, foi uma partida do Brasil mais animada, mais empolgante, porque o time jogou com mais liberdade. Ainda assim, vários problemas continuaram acontecendo, como as dificuldades de Daniel Alves, que ainda não disse a que veio nessa competição. O maior problema de todos foi a atuação discreta de Luís Fabiano, Kaká e Robinho, apesar do jogador do Santos ter sido eleito o melhor jogador da partida pela Fifa.

Seleção brasileira parte para o quinto jogo desta Copa, contra a Holanda

Kaká apareceu pouco, da mesma forma que Luís Fabiano e Robinho, em grande parte do jogo, mas é como costumo dizer, quando eles resolvem trabalhar juntos é fatal e foi o que aconteceu no segundo gol. Depois que Luís Fabiano toma a bola para o Brasil e passa para Robinho, o caminho do gol se desenha numa triangulação com Kaká, que deu mais um de seus passes simples e eficientes para a finalização do Fabuloso. O terceiro e último gol da seleção foi o primeiro de Robinho nesta Copa após receber um belo passe de Ramires que aliás, fez uma ótima partida. Infelizmente, fica fora do jogo contra a Holanda porque levou um cartão amarelo.

Mas acredito que o primeiro verdadeiro teste da seleção brasileira nesta Copa vai ser contra a Holanda, até porque o Brasil até agora jogou apenas o suficiente para ganhar de equipes que não ofereceram grande resistência, à exceção da partida contra Portugal, quando nenhuma das duas seleções estava lá muito afim de jogar e deu naquele 0X0 insosso.

Agora vamos enfrentar a Holanda, que tem 100% de aproveitamento nesta Copa, e sempre é uma pedra no caminho do Brasil como aconteceu naquela marcante partida das quartas de final da Copa de 1994, em que Branco bateu uma falta de longa distância com violência, abrindo o caminho para a conquista do tetra. O gol de Branco tirou a enorme tensão que envolvia aquela jogo já que o Brasil enfrentava dificuldades para vencer.

Neste momento da competição, quando chega o mata-mata, não dá mais para o Brasil errar e, para enfrentar a Holanda nas quartas de final, vai ter que tirar de dentro de si o seu melhor futebol porque as seleções nesta fase final começam a se superar e, principalmente contra a seleção brasileira, podem surpreender ou pelo menos complicar a trajetória do grupo rumo ao sexto título. No papel, o time brasileiro é superior, considerando as peças individuais, mas o conjunto da Holanda pode atrapalhar nossos planos.

>> Leia também o comentário sobre o jogo da seleção brasileira contra Portugal

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Branco bate falta no jogo Brasil X Holanda, na semifinal da Copa do Mundo de 1994 e faz o gol que abre caminho para o tetra. Veja:

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Reflexões sobre a intransigência e as pequenas mesquinharias

*Texto e reflexões de Andreia Santana

Intransigência é a incapacidade de reconhecer um erro ou aceitar uma opinião divergente. Ao longo da vida, vez por outra, nos deparamos com pessoas intransigentes. Não que elas sejam obrigadas a aceitar nosso modo de ver a vida, mas mesmo que as suas opiniões não mudem por nossa causa (seria pretensão da nossa parte e pretensão também é defeito), ao menos que elas sejam capazes de reconhecer esse outro lado, outra forma de fazer, que aceite e que respeite. Infelizmente, não é o que acontece e na maioria dos casos, os intransigentes, os que nunca admitem ou reconhecem estar errados, são justamente os que praticam os pequenos atos mesquinhos do título do post.

Julgar alguém mesquinho pode parecer injusto e há os que sequer admitam que devamos julgar os outros. Mas, me pergunto, como saber em quem confiar se você não julga – no sentido de avaliar e não de apontar o dedo – o caráter das pessoas? Já defendi uma vez aqui mesmo no blog que julgar (avaliar), todos julgamos sempre, desde o tipo de dieta que vamos adotar até se determinada pessoa é alguém com quem vale a pena construir um relacionamento, seja a dois ou uma amizade. O que não temos o direito é de condenar, de ser intransigentes e de não tentar ao menos entender os motivos pelos quais as pessoas fazem determinadas coisas, tomam certas atitudes. Mesmo quando não concordamos com a atitude, temos ao menos de tentar entender.

No final, o que está em jogo é saber se queremos manter-nos fieis a alguém que na primeira dificuldade age como uma porta fechada ou um muro de pedra, de forma intransigente e incapaz de doar-se, de fazer a sua parte. E aí, o não condenar não significa que sejamos ingênuos e portanto, alvos fáceis para os pequenos – e os grandes – atos de mesquinharia que os intransigentes geralmente praticam. O não condenar significa apenas: “não concordo com você, aceito que você tem a sua forma de ver e fazer as coisas, mas eu não quero tomar parte nisso”. Afastarmo-nos de intransigentes e mesquinhos, ao meu ver, é muito mais nobre e saudável do que praticar a vingança e dar o troco (esse sim, ato dos mais vis e mesquinhos).

O raciocínio pode parecer meio confuso, mas é bem simples e gira em torno de uma única palavra, que por sua vez traduz um único sentimento, que por sua vez é a base de qualquer relacionamento humano: confiança. Vira e mexe estou falando nela por aqui, vai ver é porque já sofri algumas decepções ao longo da vida e, ao contrário do que muita gente pensa, quanto mais decepções sofremos com determinadas pessoas, mas a confiança naquelas que valem a pena aumenta. É uma forma de compensação. Ao ser traídos em um relacionamento, tendemos a nos jogar de cabeça no relacionamento seguinte, justamente por acreditar que dessa vez vai ser diferente. Confiança não faz rima com esperança apenas por capricho da gramática.

Isso vale também para as amizades. Quando sofremos uma decepção com alguém que trouxemos para nosso círculo íntimo, tendemos a nos curar da ferida ao lado daqueles outros amigos que temos a certeza plena, como a de respirar todos os dias, que são de extrema, máxima, ilimitada e incondicional confiança.

Esses amigos para todas as horas agem como os fãs daquele cantor da banda de rock. No palco, o cantor precisa ter uma confiança cega de que ao se jogar do palco para a plateia, de costas e de olhos fechados, seus fãs fieis vão ampará-lo e não deixá-lo estatelar-se no chão. É o que a psicologia chama de confiança básica, porque é a primordial, a que agrega o animal humano em bandos grandes como a sociedade e pequenos como a família. E a não ser nos casos de violência extrema e total retirada do alicerce desde a mais tenra infância, todos desenvolvemos o mínimo de confiança básica para permiter a vida possível e, lógico, agradável.

Nos dias de hoje não é fácil confiar como o cantor da banda de rock. As relações são fugazes e sem profundidade. As pessoas usam umas as outras sem remorsos, da mesma forma que costumam usar uma peça de roupa até gastar e depois, jogá-la fora e comprar outra. Daí para atitudes intransigentes e atos mesquinhos em quem menos esperamos é um pulo. Por ambição, as pessoas sacrificam amizades, sacrificam o próprio nome e o de outros, tornam a ética algo tão maleável e flexível, que deixa de ser ética. Reconhecemos esse tipo de pessoa de diversas formas ao longo da vida – e elas tanto podem estar dentro ou fora da família -, mas na construção de uma parceria que envolve por exemplo, benefícios como prestígio e dinheiro é que se revelam de imediato.

Mas, embora lamente essa perda da confiança básica de forma generalizada na humanidade, ainda acredito nas pessoas que valem a pena. Elas são raras, mas existem. Uma vez, inclusive, numa entrevista para o escritor e jornalista americano Norman Mailer, Sigmund Freud, ao ser questionado sobre o que o faria realmente feliz, respondeu que o que esperava era que em toda a sua vida fosse capaz de encontrar uma única pessoa que o compreendesse e a quem ele pudesse chamar de amigo, no sentido irrestrito da palavra.

Amigos assim como Freud descreve são raríssimos, quase milagrosos, mas existem. Pessoalmente, tenho pouquíssimos desses, mas eles são do tipo que, tenho certeza como a de respirar todos os dias, vão me amparar se eu me jogar do palco de costas e com os olhos fechados.

*Andreia Santana, 37 anos, jornalista, natural de Salvador e aspirante a escritora. Fundou o blog Conversa de Menina em dezembro de 2008, junto com Alane Virgínia, e deixou o projeto em 20/09/2011, para dedicar-se aos projetos pessoais em literatura.

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Dicas para combinar sombra e batom

Dando uma geral nos emails com material de divulgação enviados ao Conversa, resgatei essas dicas da Natália Antunes, maquiadora oficial da Lumi Cosméticos. Abaixo, ela nos ensina a combinar sombra e batom para qualquer tipo de ocasião. Informação de utilidade feminina! Anotem, pratiquem e como diz Dani Freitas: “fiquem divas”…

Saiba combinar sombra e batom

Por Natália Antunes

>>Uma regra é que, se a sombra é mais escura, mais forte, o batom tem que pender para uma cor mais neutra. O mesmo vale para as roupas. “Roupa preta não combina com batom escuro”.

>>A sombra também pode ser usada para corrigir algumas falhas da sobrancelha. Ao invés de usar lápis ou pincéis, um pouco de sombra pode ajudar a esconder as imperfeições e dar um ar mais homogêneo.

Pele clara:
>> Especialmente as mulheres com cabelo loiro mais claro devem evitar batons dourados e alaranjados, porque ficam muito apagados no rosto.
>> As sombras que mais combinam com esse tipo de pele são os tons de bege e caramelo. As loiras escuras podem optar por verde e azul também, e as loiras mais claras por um verde mais ferroso ou mesmo o verde-água.
>>Uma dica é sempre depositar a sombra antes e espalhá-la depois. Prefira tons claros na parte interna para “abrir” o olho, e faça um degradê mais escuro na parte de fora.

Verde-água:
>> Na pele branca essa cor tende a parecer um pouco prata, mas um tom mais forte na parte exterior do olho reforça a cor verde.
>> Trata-se de uma cor alegre, indicada para pessoas mais jovens. Para combinar com a sombra verde, indica-se batons tons de terra – podem ser claros ou escuros. Evitar o pink, mas um rosa mais cor de boca ou um gloss nesses tons caem bem.

Rosa:
>> Se você preferir dar um peso maior aos olhos, pode optar por uma tonalidade mais escura, dispensando o rosa claro no interior dos olhos.
>> O batom pode ser rosado, tanto claro como escuro, ou mesmo cor vinho. O batom pink é recomendado para sombras em rosa claro, ou na cor prata.

Azul:
>> Com a sombra azul combinam os batons cor de terra. Se for um azul mais escuro, opte por um batom mais suave.

Pele morena:
>> Já para a pele morena, as sombras azuis e rosa não são indicadas. Apenas se usar com um efeito esfumaçado.
>> As sombras que mais combinam com a pele morena são os tons terrosos, pastéis, dourado e verde. Só é preciso tomar cuidado e usar bem o corretivo na região dos olhos, porque a sombra marrom acentua a olheira.

Verde:
>> Na pele morena, o verde não fica tão forte, tão vivo como nas peles brancas. Mas a tonalidade é mais suave e também muito bonita.
>> Para as morenas claras, um batom que fica ótimo é o vermelho alaranjado e, para as peles mais escuras, um vermelho vinho.

Dourado:
>> Aqui vale uma aplicação mais uniforme da sombra, sem muito degradê. Combina com um batom mais escuro, um marrom forte ou cor chocolate.
>> A sombra dourada pode ser usada durante o dia, mas com um batom mais discreto.

Prata:
>> Essa sombra combina também com a pele branca, mas na pele escura muda um pouco o tom e fica mais escura.
>> É ótima para usar com batom forte, como o vermelho, porque a sombra é leve e clara.

Preto:
>> Com o preto é necessário tomar alguns cuidados, não se pode exagerar. Opte por usar menos sombra.
>> O batom deve ser claro e suave, para a boca não pesar junto com os olhos. Pode ser um gloss transparente, um batom tom de boca ou rosa claro.

Confira algumas sombras e batons da cartela da Lumi:

Duo de sombras 3g:
Em duas cores harmônicas, possibilita vários efeitos que realçam o olhar. Oferece opções em grafite e prata, lilás e violeta, azul glacê e cinza claro, preto e branco, azul pacífico e azul turquesa, púrpura e pérola, bronze e sépia, champanhe e sol, malva e rosa Claro, verde Nilo e verde pistache.

Sombra em Pó Brilho 1,5g:
Produto elaborado com pigmentos especiais. Tem como característica pontos de luz que passam o efeito brilhante, com suave cobertura. Textura em pó com toque seco e macio.
Oferece opções nas cores: Prata, Bronze, Glitter néon, Azul, Verde, Dourado, Marrom, Branco, Cobre, Rosa.

Sombra Mousse Glamour 2,5ml:
A sombra mousse, por ser à prova d’água, não borra e tem longa duração. Sua textura cremosa permite maior deslize, garantindo excelente cobertura. Oferece opções nas cores: Lilás, Oceano, Jade, Pistache, Ametista, Papaia, Rosa.

Sombra em pó glamour 1g:
Toque macio e sedoso, possui partículas ultrafinas que proporcionam cobertura perfeita e de longa duração. Oferece opções nas cores: Noturno, Roxo, Ouro, Pérola, Rosa, Prata.

Batom Luminositá 3,5g:
Produto com um ótimo poder de cobertura. Possui uma textura macia e brilhante em uma embalagem prática. Cartela de Cores: Champanhe, Rosê, Romã, Chocolate, Bordô

Brilho Labial Luminositá 6,5g:
Produto com brilho intenso. Cartela de Cores: Amêndoa, Caramelo, Violeta, Ouro, Vermelho Indiano

Batom Glamour Tricolor 4g:
Uma solução prática e de fácil aplicação para pintar e contornar os lábios em um único batom, com ótima aderência. Cartela de Cores: Dourado e Rosa

Batom Extremo Conforto Cintilante 3,5g:
Produto elaborado com manteiga de cupuaçu, manteiga de caritê, óleo de milho, óleo de girassol, oliva, sésame e macadâmia, que proporcionam hidratação, maciez e sensação de conforto para os lábios. Com ótimo deslizamento e cobertura uniforme, cores intensas ou discretas com efeito brilhante. Cartela de Cores: Cobre diversão, Brisa, Marrom canela, Cereja, Vermelho pétala, Rosa paixão, dourado, rosa esplêndido, verão dourado, azaléia, cobre real, rosa poesia.

Batom Glamour Centro Umectante 4g:
Para lábios mais hidratados e bonitos. No centro, possui diversos princípios ativos, como vitaminas A, C e E, e ceramidas, que prometem proteger, nutrir e restaurar os lábios. Cartela de Cores: Vermelho, Bronze, Rosa.

Batom Extremo Conforto Cremoso 3,5g:
Produto formulado para hidratar e manter a umidade dos lábios. São quatro cores com efeito mate: Vermelho impacto, Vinho, Maça do amor, Cacau.

Batom Slim 2,5g:
Batom com embalagem retrátil, de aplicação suave e cremosa. Contém Vitamina E, que garante a hidratação dos lábios e ajuda a prevenir o envelhecimento da pele. Acabamento perfeito e longa duração. Nas Cores: Copenhague, Madri, Paris, Viena.

Mini Gloss 2ml:
Lábios brilhantes e volumosos a qualquer hora. É isso que o Mini Gloss promete. Sua testura leve deixa os lábios mais bonitos e com brilho intenso e duradouro, além de garantir ótima cobertura. A embalagem é prática e fácil de carregar; para pendurar onde quiser, no celular ou no chaveiro. O aplicador tem o mesmo tamanho do brilho labial. Cor: Rosa fada

Brilho Labial 3,7ml:
Produto com excelente sensorial, toque agradável e boa fixação de cor. Proporciona acabamento extremamente brilhante com efeito vitral. Cores: Vermelho, Glitter extra brilho, Cobre, Romance, Tutti-Frutti, Marrom chocolate,  Rosa fada, Rosa bailarina, Avelã, Incolor.

Serviço:
Consulte os preços e saiba onde encontrar os produtos no site da marca: www.lumicosmeticos.com.br ou ligue (11) 3246-4664

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Seleção chata, jogo chato, resultado burocrático. Êita, Brasil!

*Texto da jornalista Giovanna Castro

Vamo lá… Duas coisas me chamaram muita atenção nesta terceira partida do Brasil na Copa, contra Portugal, que ficou no 0 X 0.  A principal delas foi o fato do goleiro Júlio César estar jogando com uma proteção para a coluna lombar. E pela aparência do dispositivo, parece que é algo para imobilizar a coluna e evitar a dor. Esquisitíssimo! Até onde todo mundo sabia, Júlio estava bem e tinha se recuperado totalmente da contusão que sofreu ainda na fase de preparação do time nos primeiros dias de África do Sul. O aparato surpreendeu a todos, sem exceção, porque o próprio jogador e a comissão técnica em nenhum momento informaram a torcida que havia necessidade disso. Para quê esconder esse tipo de coisa? Lamentável! Depois do jogo, o goleiro disse que é uma proteção “psicológica” e que não sente nada nas costas…

Seleção brasileira contraria a vibração que é a tradução do amarelo da camisa

A segunda coisa foi novamente a atuação frágil da seleção que, mais uma vez, pendeu somente para o lado direito do campo, apesar do atacante Nilmar ter se esforçado pra chamar o jogo pra si. Dunga mexeu no time, aparentemente, não para testar novas peças e sim para poupar os jogadores. Entendo fazer isso com Elano e com Kaká, por motivos óbvios – foi expulso na partida contra a Costa do Marfim e ficou impedido de jogar – mas não entendo porque Robinho foi sacado. Principalmente num time que tem dificuldade de jogar pelo lado esquerdo, área do campo onde Robinho cai melhor.

Chegou um ponto, lá pelo final do primeiro tempo, em que Portugal começou a gostar do jogo. Parou de ter medo da seleção brasileira que, afinal de contas, não tava apresentando nenhum futebol, e começou a partir para cima. O técnico mexeu no time, que assumiu maior movimentação, ameaçando muito mais a seleção brasileira. Time apoiado num meio de campo “comandado” por Júlio Batista que errou passes demais e não construiu nada na partida. Daniel Alves é outro qu, diferente de ser o amuleto da seleção como vinha sendo em outras partidas, fez mais um jogo sem apresentar bom futebol. Arriscou bolas ao gol de longa distância e não mostrou maior objetividade.

Time que depende de atuações individuais não é grupo, não é equipe. Um time que não tem opções, cujo técnico não sabe fazer substituições, não sabe mudar o esquema do jogo, não sabe adaptar as peças que leva ao tipo de adversário, só pode mesmo fazer partidas sofridíssimas. Júlio Batista entrou para não fazer nada, Josué fez o que tinha que fazer e Ramires, coitadinho, da mesma forma que Grafite, entraram faltando pouco tempo para acabar o jogo. E o que poderiam fazer lá pelos 35 minutos do segundo tempo? Nada! Não dá para querer ser hexa campeão dessa forma sofrendo com seleções pequenas e sem maiores recursos técnicos.

Daniel Alves e Júlio Batista que entraram jogando nesta partida, contribuíram para a chatice do jogo

Gostaria muito de ver o Brasil jogando contra as seleções maiores. O que aconteceria se o Brasil pegasse a Argentina? A Alemanha? A Holanda? Nenhuma delas está dando show, mas andam conseguindo resultados bem melhores do que a seleção brasileira, baseados em melhores atuações. O Brasil precisa resolver o seu meio de campo. Considerando que as peças já estão lá, não tem como convocar outros jogadores, resta torcer para que Kaká volte à sua melhor condição e tenha lampejos para abrir caminhos nas retrancas e construir resultados mais interessantes para o país. Ficou claríssimo que o time depende muito da atuação de Kaká e não há substituto no elenco para ele. Somente assim para o time conseguir dar continuidade à sua jornada até o título sem pensar no adversário das oitavas seja ele Espanha, Chile ou Suíça.

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