O clima de Copa do Mundo inspirou a Lumi Cosméticos, que lançou uma linha especial de esmaltes com as cores do Brasil: Alegria (azul), Amazônia (verde) e Sol de Verão (amarelo).
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Esmaltes Lumi Cosméticos
Valor sugerido: R$ 2,60 (cada)
Onde encontrar: veja no site oficial
As estatísticas mundiais da prática de violência contra mulheres e crianças mantém números alarmantes e tanto as organizações oficiais quanto as chamadas de terceiro setor (Ongs e sociedade civil organizada) têm se engajado cada vez mais na luta para por um fim a tanta barbaridade. O blog Conversa de Menina, que também milita nesta causa, abre espaço para divulgar uma iniciativa muito bacana, promovida por um grupo de organizações adventistas na América Latina. E aqui, independente da crença religiosa das blogueiras, o que vale é a união em prol de uma causa mais que nobre.
Trata-se da campanha End It Now (Diga Não à Violência Contra a Mulher), que foi lançada em Brasília, nesta quinta-feira, por representantes de diversas organizações adventistas na AL. Até o momento, cerca de 70 mil assinaturas foram recolhidas em oito países sul-americanos (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Equador). A previsão é que as adesões aumentem através de mobilizações em todos estes países.
Para vocês terem uma ideia do que significa uma campanha assim, dados nacionais de segurança pública dão conta de que no Brasil, em 2005, a cada oito minutos uma criança era vítima de pedofilia. Estima-se ainda que, pelo menos, 69% dos casos de abuso sexual sejam praticados contra crianças. No caso das vítimas adultas, os percentuais também escondem a ponta de um iceberg que deve ser muito maior do que aparenta (basta lembrar que nem toda vítima denuncia a agressão sofrida por diversos motivos, o medo sendo o maior deles). Em média, entre 10 e 69% das mulheres em todo o mundo alegam ter sido vítimas de abusos psicológicos por um parceiro em suas vidas. Além disso, estudos mostram que entre 12 e 25% das mulheres do planeta já passaram por violência sexual!
A campanha End It Now continua até o mês de outubro e a meta mundial inicial é arrecadar um milhão de assinaturas.
O Superior Tribunal de Justiça decidiu não prorrogar o prazo de patente do Viagra, medicamento utilizado no tratamento da disfunção erétil e atualmente fabricado pela Pfizer. Isso significa que, a partir de 20 de junho (data em que vence a patente), os laboratórios que tiverem a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária poderão fabricar o genérico do remédio, o que vai tornar o tratamento mais barato.
================================== O que é patente? É um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgados pelo Estado aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação. Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar detalhadamente todo o conteúdo técnico da matéria protegida pela patente. Durante o prazo de vigência da patente, o titular tem o direito de excluir terceiros, sem sua prévia autorização, de atos relativos à matéria protegida, tais como fabricação, comercialização, importação, uso, venda, etc.
A pesquisa e o desenvolvimento para elaboração de novos produtos (no sentido mais abrangente) requerem, na maioria das vezes, grandes investimentos. Proteger esse produto através de uma patente significa prevenir-se de que competidores copiem e vendam esse produto a um preço mais baixo, uma vez que eles não foram onerados com os custos da pesquisa e desenvolvimento do produto. A proteção conferida pela patente é, portanto, um valioso e imprescindível instrumento para que a invenção e a criação industrializável se torne um investimento rentável
(Fonte: Inpi). ==================================
A quebra da patente ainda este ano era uma reivindicação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Isso porque a patente protege a exclusividade de fabricação de um produto por 20 anos. O primeiro depósito do Viagra foi registrado em 1990, no Reino Unido, mas houve uma desistência. O que os ministros favoráveis à quebra defenderam é que o prazo deve ser contado a partir do primeiro pedido. Sendo considerado desta forma, os 20 anos acabam justamente agora em 2010.
A discussão girou em torno da data em que o pedido de patente teria sido homologado. Se em 20 de junho de 1990, quando a multinacional Pfizer fez o depósito da patente na Grã-Bretanha, ou em 7 de junho de 1991, data em que o laboratório fez o pedido de registro no Escritório Europeu de Patentes e também registrou a patente no Brasil. De acordo com a multinacional, ela “abandonou” o primeiro pedido. Por isso, sustentava que o prazo de exclusividade para a produção da droga só venceria em 2011.
A Pfizer, claro, se posicionou expressamente de forma contrária à decisão do STJ. A alegação foi que a empresa “defende o prazo da validade da patente como forma de garantir o retorno do investimento realizado para o desenvolvimento do produto em questão e de outros em estudo, que culminam em novos medicamentos no futuro. Essa garantia de retorno ao investimento feito na pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos é o que possibilita a inovação contínua”.
================================== >> Como funciona o Viagra? ==================================
O julgamento do caso começou em março deste ano, mas só agora foi finalizado. Isso porque, na época, o ministro Luis Felipe Salomão pediu vistas do processo. Dados levantados pelo Inpi mostram que a produção do genérico vai reduzir o valor do remédio entre 35% e 50%. Atualmente, o preço máximo do Viagra (cartela com dois coprimidos de 50mg) é de R$ 66,76. Esse valor é o teto estipulado pelo Governo. A negociação entre farmácias e laboratórios podem provocar a baixa do custo para o consumidor.
O Viagra foi o primeiro medicamento aprovado para o tratamento da disfunção erétil e está no mercado há cerca de 12 anos. Em seguida, outras empresa começaram a produzir concorrentes, como é o caso do Cialis, que ultrapassou o Viagra no mercado brasileiro em 2007, segundo dados da IMS Health, consultoria internacional em marketing farmacêutico. Uso indiscriminado – A estimativa é que entre 48% e 52% dos homens com idades de 40 a 70 anos sofram com problemas de disfunção erétil. O grande problema é que o medicamento tem sido usado indiscriminadamente, inclusive por jovens sem qualquer problema de saúde. E, pior de tudo, sem acompanhamento ou indicação médica. Importante salientar que este medicamento não é indicado para cardíacos que utilizam nitratos. Nestes casos, as reações podem ser graves e levar à morte.
O mais grave é que a utilização deste tipo de droga por quem não precisa pode acabar provocando um quadro de disfunção erétil, além da possibilidade de provocar uma dependência psicológica. Os médicos não cansam de reafirmar a necessidade de acompanhamento médico nos casos de utilização destes remédios. Eles funcionam como facilitadores da ereção, e exigem o estímulo para que tenham efeito.
Faturamento – Outro dado curioso é referente às drogas que geraram os maiores faturamentos no ano de 2009. De acordo com levantamento divulgado pela IMS Health, dos 20 medicamentos que mais renderam aos laboratórios, dois são para combate da disfunção erétil. O Viagra ficou na sexta posição do ranking, enquanto o Cialis, seu grande concorrente atual, terminou o ano na segunda colocação. Ainda segundo a consultora, os remédios para tratamento do problema com ereção movimentaram cerca de R$ 500 milhões no ano passado.
A gente demora a compreender algumas coisas. A gente demora a se adaptar a uma nova realidade. Tendemos a nos prender ao passado, mantemos determinadas situações apenas por medo da mudança. O comodismo é compreensível, porque são tantos os traumas ao longo da vida, que nos conformamos com as situações teoricamente estáveis.
É difícil mudar isso, é difícil recomeçar, deixar para trás, esquecer, ignorar. Mas o recomeço pode lhe trazer novas perspectivas. E, por isso, não desperdice a oportunidade de pelo menos pensar sobre a possibilidade de dar um novo rumo a sua vida, de mudar a direção.
Muitas vezes nos acomodamos sem nem mesmo perceber. O tempo é cruel, ele passa, não importa o que aconteça. Dia a dia ele continuará se arrastando e te arrastando junto com ele, ainda que você implore para que ele te conceda um pouco mais de tempo.
O comodismo pode se instalar em diversos setores de sua vida, tanto no lado pessoal quanto no profissional, e se caracteriza, muitas vezes, pela atitude mecânica que começamos a impor para cumprir determinadas rotinas. Deixamos de pensar, de analisar, de construir e ligamos o piloto automático.
No dicionário, o comodismo está ligado ao egoísmo, à atitude de cuidar apenas de si. No nosso cotidiano, demos um novo sentido a ele, mais voltado à atitude de aquietar-se, de se conformar com uma situação pelo simples receio da mudança. Costumamos resistir às mudanças, e esta resistência se transforma em um obstáculo à adaptação à nova realidade.
Alguns psicólogos explicam que as novas rotinas exigem uma re-estruturação da função cerebral. Como nosso cérebro costuma fazer as coisas do mesmo jeito sempre, a novidade exige dele a criação de um novo padrão funcional. É trabalhoso, claro, despende energia.
O comodismo muitas vezes reflete o ter uma situação estável e ser infeliz nesta situação. Aqui a infelicidade não precisa ser necessariamente exaustiva ou crônica. Pode ser apenas sistemática, por exemplo. Pode ser aquela infelicidade vislumbrada simplesmente porque não estamos felizes e realizados dentro daquele contexto.
Daí que nos acostumados a viver a vida daquele jeito. Não é uma infelicidade que imprescindivelmente traz lágrimas aos olhos, mas pode ser aquela que não leva o riso à boca. É o não estar plenamente feliz e aceitar passivamente esta condição. É a tal da zona de conforto ocupando espaço em nossas vidas.
A inquietação é essencial, os questionamentos idem. E a felicidade, meninos e meninas, a felicidade deve ser inalienável, direito fundamental de todo cidadão. E é pela busca deste estado de espírito que precisamos nos mexer mais, lutar mais e acreditar nas possibilidades.
Às vezes precisamos perceber melhor a tal zona de conforto. Talvez ela não seja tão confortável assim, e você esteja apenas com medo do que te espera lá fora. Tudo bem se você chegar à conclusão que prefere que seja assim. O importante é ter a iniciativa de pensar sobre isso a ponto de ter a chance de fazer uma opção, qualquer que seja ela.
Tim Burton pega emprestados os personagens e o mundo idealizado por Lewis Carrol para contar uma versão toda sua da história: o que aconteceria se Alice tivesse voltado ao País das Maravilhas depois de adulta? É ver no cinema.
Com a versão de Tim Burton para o clássico de Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas, uma verdadeira alicemania, ou mania de alice
(como queiram) toma conta do mundo nos últimos tempos. Em se tratando de uma história com cerca de 150 anos, que não perde o ineditismo e nem a capacidade de suscitar debate, nada mais natural que Alice agora sirva de inspiração para todo tipo de ação, iniciativa e forma de expressão neste nosso mundo contemporâneo, já apelidado por quem teoriza a respeito de “canibalismo cultural”. Não gosto deste termo, porque um canibal, a meu ver, devora a presa, digere e pronto, transforma em excremento. Prefiro um termo menos radical como por exemplo, “reciclagem cultural”, porque nem tudo o que é resultado da transformação de um clássico pode ser enquadrado como excremento. Pensar assim é coisa de purista e preconceituoso, tento não ser nem uma coisa e nem outra. Adoro as referências, a mitologia moderna que bebe na fonte da antiga, com respeito, lógico, à propriedade intelectual e às devidas citações. Fora isso, nada mais é inédito no mundo (“tudo já foi inventado”), porque para criar, é preciso referências, a cultura se alimenta de si mesma, mas sempre, claro, com o devido respeito e créditos a quem de direito, senão, aí sim, vira canibalismo. Mas, não é bem disso que quero falar. O negócio e não deixa mesmo de ser um negócio, é que Alice está na moda, é up, na crista da onda e isso é muito bom (independente dos puristas se torcerem todos, coitados), pois as transformações modernas são também uma forma de conhecimento humano e claro, ao atualizar um clássico, desperta-se a curiosidade dos jovens leitores para a fonte “original” das ideias. Pois sim, deixando a filosofia de lado, que hoje eu estou impossível, confiram abaixo algumas reatualizações de Alice:
Alice no País das Maravilhas inspira Izabelle Nossa
Um exemplo na moda: Izabelle Nossa, proprietária de uma marca de bolsas super requisitada, recebe clientes na loja do Shopping Paseo Itaigara, nesta quinta, entre às 15h e às 21h, para apresentar uma nova coleção todinha inspirada no longa de Tim Burton. Durante o encontro, haverá ainda sorteio de camisetas customizadas e também inspiradas na Alice do diretor americano. É passar lá e conferir!
Alice no País da Poesia
Pois não é que depois de perambular pelo País das Maravilhas, atravessar o espelho, dar um giro pelo país da gramática de Monteiro Lobato, a menina Alice, inquieta como ela só, resolveu dar um passadinha no País da Poesia? Neste livro de Elias José, a personagem Alice é “flagrada” no momento em que descobre o mundo das palavras, enquanto vivia no “país das maravilhas”. Esse é o ponto de partida do autor na obra “Alice no país da poesia”, lançamento da Editora Peirópolis, já nas livrarias. São 33 poemas repletos de lirismo e encantamento, em imagens que remetem a grandes textos da literatura universal. O leitor segue em companhia de Sherazade, Peter Pan e Dom Quixote, além de um séquito de fadas e feiticeiras, duendes e sereias, reis e rainhas, príncipes e princesas, pássaros e cavalos mágicos. Um excelente exemplo do que eu estava falando lá no topo do post – a mitologia moderna que bebe na fonte da mitologia clássica.
Ficha Técnica Alice no país da poesia
Autor: Elias José
Ilustrações: Taisa Borges
Editora: Peirópolis
56 páginas
Preço: R$ 34,00
O mundo aliciano em debate
Ainda dentro da minha pequena seleção de “manias de alice”, uma dica de um encontro que deve acontecer em maio, aqui em Salvador, promovido pelo Clube do Livro Saraiva, em parceria com a Galeria do Livro, que fica no Espaço Unibanco/Glauber Rocha. Trata-se de uma reunião de amantes da literatura, para discutir alguns textos propostos: a edição pocket de Alice no País das Maravilhas; o livro Eu sou Alice, de Melanie Benjamim e o livro 1 da série Lost Girls, de Allan Moore e Melinda Gebbie (estes dois últimos, ainda não li e por isso não posso opinar). Sobre Alice, recomendo tanto a edição pocket da L&PM, quanto a comentada (maravilhosa!) da Jorge Zahar.
Alicemania também em audiolivro
Quem assistiu o filme O Leitor, com Ralf Fiennes e Kate Winslet, sabe que em determinado momento da história, o personagem de Fiennes começa a gravar sua leitura em voz alta de diversos clássicos da literatura mundial e enviar de presente para a personagem de Winslet, que cumpre pena numa penitenciária. Pois bem, a ideia do audiolivro é mais ou menos esta. Um livro gravado, para ouvir no carro, enquanto se dirige, para ouvir enquanto se faz alguma tarefa em casa, para ouvir no leito do hospital, ou antes de dormir, e mais ainda, para fazer com que pessoas cegas tenham uma opção de contato com a leitura além dos caracteres em braille, muito mais caros de imprimir do que o alfabeto de não cegos. Pois o site www.audiolivro.net.br está oferecendo a versão acústica de Alice no País das Maravilhas, por R$ 24,90. Além do texto, toda a sonoplastia foi cuidadosamente elaborada para transportar o leitor até o mundo criado por Lewis Carrol. Em breve, a editora Audiolivro, responsável pelo site, também vai colocar a obra no mercado em versão CD.
Mares Gelados é o nome da coleção de inverno da Mara Mac, inspirada no filme “Mar sem fim” sobre a vida do navegador Amyr Klink e suas incursões pelas regiões nórdicas. Recebemos um e-mail da assessoria da loja com dois looks bem bacanas. A aposta é nas formas estruturadas, sobreposição de peças e texturas (a exemplo das redes de pesca e cordas de marinheiro). Outro ponto forte do novo conjunto de peças é a união do clássico com elementos do hi-tech. E para entrar de vez nas tendências, a loja adotou o conceito hi-lo, que mistura peças básicas e sofisticadas em um mesmo visual.
Clique para ampliar a imagem
========================== SERVIÇO
========================== Mara Mac – Salvador Shopping, piso L2, tel (71) 3341-3942
Selecionei para esta quinta-feira um artigo muito interessante do educador Daniel Ribeiro. Como sou mãe e tenho um filho entrando na adolescência, temas ligados a educação dos jovens, como prepará-los para o mundinho cão onde vivemos, sempre me chamam atenção. E o tema do artigo, crianças e dinheiro, é muito pertinente. Aprendi a calcular as despesas de casa quanto tinha mais ou menos 10 anos. Nessa idade, já sabia ir até a mercearia da esquina comprar víveres e fazer aquela relação básica de custo x benefício. Lembro de uma situação engraçada: fui à padaria com uma tia minha e minha mãe mandou comprar manteiga. Olhei o pote de 250g e outro de 500g e vi, lógico, que o de 500g era mais caro, algo em torno de R$ 1 a mais que o pote menor (na verdade, nem lembro qual era a unidade financeira na ocasião, acho que era cruzado novo…). Mas vi também que havia uma vantagem no pote maior e a reposição de manteiga na despensa demoraria mais para ocorrer. Minha tia chegou em casa orgulhosa, dizendo para minha mãe que eu já era uma mocinha. Exemplos prosaicos e saudades da infância à parte, depois de adulta, tento ensinar ao meu filho o valor do dinheiro e tento dar a ele apenas coisas com as quais possa lidar de acordo com sua idade. Nada de presentes caríssimos. Na minha visão de mundo, por exemplo, uma criança na faixa dos dez anos não precisa de um celular, que na maioria das vezes só servirá para distraí-la da aula ou para colocá-la como alvo de assaltantes. Para a escola, ele leva o valor necessário para o lanche e só. A mesada, nunca é dada em mãos, mas depositada numa conta poupança. Antes de comprar alguma coisa, nós dois conversamos muito, pesamos prós e contras de desfalcar a sua conta em prol de um capricho passageiro ou se é mais vantagem juntar dinheiro para comprar algo realmente bacana. Lógico que não é um regime de quartel, afinal trata-se de um garoto de 12 anos e de vez em quando, permito um capricho, mas o consumo nunca serve de compensação para alegrias ou tristezas. Gosto de moda, de acompanhar novidades e tendências, como fica claro em alguns posts do blog, mas uma coisa interessante que tenho notado é que, quanto mais estudo sobre o mundo fashion e o universo geral da indústria da beleza (cosméticos e etc), mais aprendo a consumir com consciência e mais tento repassar essa lição para o rapazinho que tenho em casa. Ficar bonita para mim é questão de estado de espírito, já disse isso outras vezes. Claro que, todo mundo quer andar na moda, dirigir um carro legal, morar num apartamento bem decorado, mas existe um limite de bom senso e existe uma coisinha chamada planejamento. Dinheiro foi feito para gastar, até porque, quando a gente morre, não leva junto nem a carne ou os ossos, que dirá os bens materiais, mas é sempre bom guardar um pouco para velhice ou as emergências. Mas agora, confiram o artigo de Daniel Ribeiro, porque eu, já falei demais!
*A criança e o valor do dinheiro
**Por Daniel Ribeiro
Ninguém precisa virar um tio Patinhas, mas é preciso ter a noção de que economia tem relação direta com planejamento e segurança
Em março de 2008, em minha faculdade, um dos principais assuntos abordados foi “matemática financeira para crianças”. É um tema fundamental para ser debatido por pais e professores junto aos pequenos. Uma das grandes dificuldades que os pais encontram no que diz respeito à educação de seus filhos é fazer com que eles entendam o valor do dinheiro. As crianças, que dificilmente se interessam pelo assunto, podem se tornar adultos incapazes de lidar com as próprias finanças.
Diante dessa realidade, procuramos mostrar em nossas teses a importância de se estudar tal assunto e como introduzi-lo junto a nossas crianças. Notamos que a melhor metodologia seria aquela que se utilizasse do lúdico para educar, porém, deixando a criança sempre em contato com a realidade, mostrando que aquele aprendizado será útil durante toda a vida.
Há um momento, por exemplo, em que damos um salário de R$ 1.000,00 para cada aluno. Com o dinheiro, eles terão que pagar suas contas e ainda fazer sobrar para a diversão. Outra técnica para capacitar as crianças a gerir suas finanças pessoais é a divisão do dinheiro em potes. Em cada pote deve ser colocada uma quantidade de cédulas correspondente a cada interesse do aluno. Todo dinheiro que eles recebem, seja a mesada ou um presente da avó, deve ter um destino. Essa é uma maneira de eles se controlarem e não saírem gastando em besteiras das quais se arrependam depois.
Aprender a administrar o orçamento pessoal é um desafio que muitos adultos não conseguem encarar com sucesso, pois, além de responsabilidade e determinação, exige treinamento, por mais banal que uma contabilidade doméstica possa parecer.
Que tal ensinar seus filhos a como lidar com o dinheiro desde os primeiros anos da infância? É claro que não se trata de dar aulas sobre os rudimentos da matemática financeira aos dois anos de idade. Mas, bem cedo, os pais já devem começar a introduzir na vida dos filhos alguns conceitos relacionados ao valor e ao uso de cédulas e moedas, bem como à importância de poupar para o futuro. É um tema cujo interesse vem crescendo no ensino fundamental dos Estados Unidos e dos países da Europa – na Inglaterra virou até matéria obrigatória em muitas escolas. No Brasil, a educação financeira apenas engatinha, e a experiência já colhe bons resultados.
Mesmo sem a matéria no currículo, os pais podem desde já iniciar os pequenos no bê-a -bá financeiro com conceitos bem simples. O primeiro passo é ensiná-los a distinguir aquilo de que precisamos daquilo que simplesmente queremos. Quem não sabe isso se atrapalha. É o caso das pessoas que compram um carro importado antes da casa própria. Uma boa maneira de fazer com que seu filho entenda é tratar desses assuntos em situações cotidianas, deixando-o, por exemplo, responsável por checar quais produtos estão faltando em casa e que precisam ser comprados. Também é fundamental fazer com que a criança associe poupança à precaução, para que entenda que muitas vezes é importante desistir de comprar algo no presente para conseguir um benefício futuro. Quem compreender isso de verdade não terá problemas com cheque especial nem com cartão de crédito mais adiante. Além disso, repetir-lhe idéias simples, como tratar o brinquedo com cuidado para ele estar funcionando quando quiser usá-lo novamente, ou poupar um pedaço do lanche para quando tiver fome, são lembretes que podem ajudar bastante. Dessa maneira, quando essa criança ou adolescente começarem a ganhar mesada, será mais fácil convencê-los da importância de guardar uma parte do dinheiro.
A mesada é uma das principais fontes de dúvidas e equívocos dos pais. Como eles têm muito prazer em satisfazer os desejos dos filhos, acabam errando demais. Mesmo que se trate de uma família de alta renda, não é aconselhável encher o filho de dinheiro.
Também faz parte da educação financeira a dissociação entre dinheiro e afeto, o que significa muita cautela na hora de dar presentes. A recomendação dos especialistas é reservá-los somente para datas comemorativas, como aniversário ou Natal, por mais bem-sucedida que a criança seja na escola ou na atividade esportiva. Prefira outras maneiras de mostrar-lhe reconhecimento, como um passeio em família ou mesmo um abraço e palavras de elogio.
É importante que a garotada aprenda a esperar pela realização de um desejo, mesmo que se trate de algo barato. Se uma criança é acostumada a conseguir tudo o que quer imediatamente, vai se transformar em um adulto sem limites, daqueles que esbanjam, mesmo sem ter dinheiro para pagar um bom plano de previdência privada. O sacrifício dos pais para satisfazer os caprichos materiais dos filhos são pontos negativos. Isso inclui o tão esperado carro aos 18 anos. É preciso mostrar que quem não faz nenhum tipo de esforço financeiro nunca aprende a como chegar lá”.
*Texto encaminhado ao blog pela Ex-Libris Comunicação Integrada
** Daniel Ribeiro é mediador da Vitae Futurekids no Programa Matemática Descomplicada, em Caçapava (SP)
Dois lançamentos na área de cosméticos, da Adcos, que prometem além de uma maquiagem impecável, o adicional de tratar e prevenir o envelhecimento da pele. Ainda não experimentei a marca, mas caso alguma leitora já tenha usado, fique à vontade para comentar.
Entre as novidades da linha Adcos Make Up está a máscara para cílios de alta intensidade de cor, que alonga e aumenta o volume. Na fórmula, óleo de Jojoba, Vitamina E – que tem efeito nutritivo e antioxidante – e polímeros 3D. Juntos, os ativos proporcionam uma cobertura mais volumosa e densa para os cílios e mais maciez para os fios. O produto é à prova d´água, possui secagem rápida e longa duração. É dermatologicamente testado e está disponível na cor preta.
Outro produto da nova linha contempla as mulheres que querem a praticidade de não precisar retocar o batom várias vezes por dia. O batom de longa duração promete excelente cobertura. A vitamina E – presente na fórmula – tem ação antioxidante e, aliada aos ativos hidratantes, protege contra o envelhecimento dos lábios. O produto é dermatologicamente testado, à prova d´água e está disponível em quatro cores: canela, chocolate, nozes e tutti-frutti.
SERVIÇO:
Onde encontrar os produtos Adcos na capital baiana?
Loja Salvador Shopping – Ala de expansão, L1. Fone: 3443-2257
Loja Pituba – R. dos Maçons, 1121, Multishopping, térreo. 30118848
Loja Shopping Barra – 2º piso. Fone: 3235-1695
A reportagem abaixo trata de um problema muito mais comum entre as mulheres do que imaginamos: a endometriose. Dizem os biógrafos de Marilyn Monroe, a famosa diva de Hollywood nos anos 50, que a atriz sofria de dores insuportáveis por conta deste problema. Como a saúde, principalmente a feminina, é um dos focos das conversas aqui do blog, confiram as explicações do médico ginecologista Aléssio Calil Mathias e entendam melhor o que é, quais as causas e como tratar a endometriose. Para outros esclarecimentos, no final do post publiquei os links do site, blog e twitter do especialista.
*Endometriose: cólicas menstruais intensas e dor na relação sexual O estilo de vida da mulher moderna vem sendo apontado como o grande responsável pelo aumento de casos da endometriose
Ainda não totalmente desvendada pela medicina, a endometriose se apresenta cada vez com mais freqüência. Sua incidência tem aumentado consideravelmente, porém os especialistas ainda não sabem ao certo a causa do problema. “Com a difusão de mais informações sobre a doença, tanto para os médicos, quanto para a população em geral, os diagnósticos estão sendo feitos com maior precisão e em maior número”, afirma o ginecologista Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.
Além da maior facilidade de diagnóstico, que faz com que mais casos sejam identificados, o estilo de vida da mulher moderna vem sendo apontado como o grande responsável pelo aumento de casos da endometriose. “Hoje, a tendência mundial é que a mulher se case e engravide mais tarde e tenha menos filhos. Em conseqüência destes comportamentos, a mulher fica mais exposta aos ciclos menstruais, o que a torna mais suscetível à doença”, explica o ginecologista.
Entenda a doença – Relacionada ao ciclo menstrual e ao sistema imunológico, a endometriose atinge até 10% das mulheres em idade fértil e é encontrada com mais freqüência nas que têm mais de 35 anos. Porém, 20% delas nem sempre sabem que têm a doença porque não apresentam nenhum sintoma. “A paciente que tem algum parente em primeiro grau com endometriose corre mais risco de desenvolver a doença, que se desenvolve na adolescência. Entretanto, o diagnóstico, geralmente, só é feito entre mulheres de 25 a 35 anos”, observa o especialista.
A endometriose é caracterizada pelo implante de células endometriais fora do útero. “O nome da doença vem da palavra endométrio, camada que reveste o interior do útero e que é eliminada durante a menstruação, todos os meses, se a mulher não engravidar. A endometriose ocorre quando, por algum motivo, o endométrio se encontra fora do útero”, explica o ginecologista.
A razão de parte das células do endométrio sair do útero e se reagrupar em outras regiões como ovários, tubas uterinas, superfície do útero, bexiga, dentre outros órgãos, ainda não foi completamente esclarecida pela ciência. “Porém, com o conhecimento que já adquirimos, sabemos que os focos de endométrio alojados em outros órgãos continuam estimulados pelos hormônios. E, a cada ciclo menstrual, se comportam como se estivessem dentro do endométrio. Dessa maneira, a cada menstruação, ocorrem sangramentos semelhantes ao fluxo menstrual normal nos focos de endométrio dispersos”, explica Aléssio Calil Mathias.
Além da menstruação, os especialistas acreditam que a doença pode se instalar em algumas mulheres devido a algum distúrbio no sistema imunológico das portadoras de endometriose. Essa é uma das teorias mais modernas que explicam o surgimento da doença: Em geral, quando as células do endométrio se alojam em outras regiões do organismo feminino, o sistema imunológico entra em ação para que seja realizada a limpeza ou a eliminação dos focos de endométrio fora do útero. “Mas, por algum problema no sistema imunológico, esta ‘limpeza do organismo’ não acontece. Daí, as células se implantam nesses locais, sofrem a ação dos hormônios e acabam por desenvolver a endometriose”, explica o médico.
A diva Marilyn Monroe pode ter morrido de overdose de tranquilizantes, que ela tomaria para aplacar as dores terríveis que sentia devido a endometriose. A fonte da informação é o livro "Menstruação, a Sangria Inútil", do médico baiano Elsimar Coutinho.
Caracterização do quadro doloroso – Todo este desequilíbrio no organismo e o crescimento do tecido endometrial em lugares incomuns causam sintomas bastante dolorosos. “O primeiro a aparecer, em geral, é a cólica menstrual (dismenorréia). Ela é progressiva. Ou seja, no princípio, a mulher refere-se a ela como leve. Entretanto, com o passar dos anos, a dor vai piorando até ficar muito intensa, o que a impede de fazer suas atividades habituais. Outro sintoma é a dor durante a relação sexual (dispaneuria)”, alerta o ginecologista.
As cólicas menstruais que caracterizam a endometriose não melhoram com medicação, apresentam-se muito severas e requerem repouso. A dor que acontece durante a relação sexual, em geral, aparece quando a penetração é profunda e tende a ser mais intensa no período pré-menstrual.
Como as células do endométrio podem se alojar em várias regiões do organismo feminino, as teorias mais modernas defendem que a endometriose também não se apresenta como uma só, mas, na verdade, de maneiras distintas. São três as principais formas de endometriose. Uma delas aparece na superfície do peritônio, camada que reveste internamente o abdome. A outra, mais freqüente, é a forma ovariana, na qual os focos do endométrio se apresentam como cistos com conteúdo de cor achocolatada. Por fim, existe a endometriose profunda, quando as células invadem as camadas do intestino e o septo retovaginal. Esta forma, além de dificultar as relações sexuais, ainda pode causar sangramento e obstrução intestinal.
Importância do histórico clínico da paciente
O diagnóstico inicial da endometriose pode ser feito por meio do histórico clínico da paciente e dos sintomas característicos da doença. “Nesses casos, um exame ginecológico também pode ajudar. A avaliação física é igualmente essencial na investigação da doença. O exame do abdome pode revelar ao ginecologista se há aumento abdominal ou dores localizadas. Já o exame do colo do útero pode detectar a doença no colo e/ou na parede vaginal, enquanto o toque ginecológico avalia possíveis aumentos nos ovários, dores atrás do útero e eventuais nódulos dolorosos presentes na endometriose profunda”, detalha o ginecologista e obstetra Aléssio Calil Mathias.
Dentre os exames complementares, que podem auxiliar a compor um diagnóstico preciso, destacam-se o ultra-som transvaginal especializado, que permite ao ginecologista obter imagens do útero, dos ovários e de lesões profundas causadas pela endometriose. A ressonância magnética da pélvis também auxilia no diagnóstico da endometriose profunda. “Contamos também com a videolaparoscopia, considerada por muitos o melhor método para diagnosticar a doença e para iniciar o tratamento, nos casos em que a cirurgia é indicada. Uma das vantagens deste exame é que ele permite ao médico enxergar pequenos focos da doença, nem sempre perceptíveis nos outros exames”, explica o ginecologista.
O tratamento da endometriose pode ser clínico ou cirúrgico, dependendo do tipo, do estágio que a doença atingiu e de quanto tempo está instalada. “A primeira preocupação ao iniciar o tratamento é saber se a mulher quer se livrar da dor ou engravidar. Dependendo da intenção da paciente, é indicado o melhor método terapêutico”, informa Aléssio Calil Mathias.
O uso de medicamentos é realizado nos casos mais brandos da doença, em mulheres que não desejam engravidar. É feito com a indicação do uso de anticoncepcionais orais ou injetáveis. “Outros medicamentos utilizados são os que paralisam as funções dos ovários e, com isso, diminuem a produção do hormônio estrógeno. Assim, quanto menor a concentração desse hormônio, menores os riscos de a doença progredir e menos intensas serão as dores”, explica o médico.
Sou fã de esfoliantes. Uso esfoliante para o corpo, para o rosto, para as mãos e para os pés costumeiramente. Eles são ótimos para renovar a pele, porque removem as células mortas e as impurezas.
Particularmente, não fico sem esfoliante em casa e adoro experimentar lançamentos.
Recentemente, recebi da assessoria de comunicação da Lumi Cosméticos o esfoliante para os pés da linha Lumi Spa, que também pode ser utilizado na região dos joelhos e cotovelos.
Logo de cara o que me agradou foi o aroma leve de lavanda. O esfoliante tem um cheirinho maravilhoso. Certa vez comprei um esfoliante para os pés que tinha um cheiro terrível. Simplesmente não consegui usar. Tudo bem que ninguém vai sair por aí cheirando nossos pés, mas pra mim é essencial que o produto tenha um cheiro agradável ou, pelo menos, não tenha cheiro.
Pois bem, estou usando o esfoliante há vários dias. Além de cheiroso, ele tem uma fórmula que deixa a pele bem macia. Eu testei tanto nos pés quanto nos cotovelos e joelhos, como consta na indicação do produto. E o resultado foi maravilhoso. A sensação é de hidratação e maciez mesmo. A pele chega a ficar com aquele brilhinho discreto.
Eu segui as instruções do rótulo para aplicar: com a pele seca, fazendo massagens circulares e enxaguando em seguida. Como eu gosto de esfoliar a pele já limpa. Utilizei o produto após o banho, enxaguando as áreas em que coloquei o esfoliante logo depois do uso. Tudo de bom, meninas. Experiemntem e digam o que vocês acharam!
| SERVIÇO |
Esfoliante para os pés 180g
Marca: Lumi Cosméticos
Valor sugerido: R$ 18,00
Onde encontrar: consulte no site
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