Linha de cuecas da Hello Kitty

Uma empresa japonesa criou uma linha de cuecas inspirada na boneca Hello Kitty. Agora, além de estampar os modelos femininos e acessórios, a personagem está nas peças íntimas dos meninos.

Não sei se a peça vai agradar a todos, o que os meninos vão pensar do modelito, nem se a moda vai pegar aqui no Brasil, mas enfim, fato é que agora tem Hello Kitty para homens. A ideia foi da empresa japonesa Mikera, baseada no pressuposto de que os jovens japoneses gostam da agradar as namoradas com modelos “fofos” de cuecas. Ah, as peças ainda não estão à venda no Brasil.

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Conversa de menina no twitter e orkut

O Conversa de Menina agora tem comunidade no Orkut e pode ser acompanhado também via Twitter. Dessa forma, esperamos aumentar a sintonia e trocar ideias com vocês, nossos leitores, que participam tão ativamente do blog através dos comentários ou do nosso email ([email protected]).

O Twitter como ferramenta de interação imediata, vai nos colocar em contato com ideias, sugestões e anseios de vocês muito mais depressa. Já a comunidade no Orkut será uma forma de mantermos fóruns permanentes de discussão sobre os temas tratados no blog ou outros assuntos que vocês sugerirem.

Esperamos a participação de todos nessa nova fase do Conversa de Menina. E o nosso blog não para. Buscamos frequentemente assuntos interessantes, informações úteis e divirmos reflexões e um olhar sensível sobre o mundo.

Mapa das minas

Você em contato com o Conversa de Menina…

via email: [email protected]

via Orkut: Comunidade Conversa de Menina

via Twitter:  conversamenina

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Faça sua própria drenagem linfática

Drenagem linfática está na moda. E não é por acaso. Essa massagem corporal, que até ajuda no relaxamento, foi desenvolvida para auxiliar o funcionamento do nosso sistema linfático. Trocando em miúdos,  a massagem proporciona a remoção dos líquidos retidos e favorece a circulação sanguínea. Isso porque o sistema linfático, parte do sistema circulatório, atua recolhendo resíduos de nossos tecidos e células, como bactérias, excesso de líquido e células mortas. drenagem linfáticaEstes resíduos são recolhidos pela linfa (líquido que circula pelos vasos do sistema). Daí que se alguma coisa não estiver funcionando direito, a linfa deixa de recolher os resíduos, que se acumulam, causando inchaço, dor, inflamação… A massagem faz com que o sistema retome seu curso normal, melhorando a condição do organismo.

A drenagem consiste em movimentos circulares e espiralados. A massagem ajuda, inclusive, no fortalecimento da musculatura e hidratação da pele, deixando-a macia e brilhante.  Ela faz o sistema linfático trabalhar mais rápido. A massagem precisa ter um ritmo contínuo e sem exageros, já que a linfa corre na superfície da pele de forma regular e lentamente. As massagens fazem a coleta do líquido preso entre as células, colocando-os na rota certa para que sejam eliminados. Portanto, meninas, é mito essa história de que a drenagem precisa provocar dor. Só haverá dor nos locais mais sensíveis, devido a algum tipo de inflamação ou cicatriz, por exemplo.

Após as breves explicações, vamos ao mais importante. Por e-mail, recebi a divulgação do trabalho da massoterapeuta e esteticista  Adriana Tavares, da clínica Yes, que fica em São Paulo, que criou um método de autodrenagem, pensando na mulherada que não tem tempo de ir a um centro de estética, ou que está sem grana para investir num tratamento como esse. Segundo ela, o importante é “fazer os movimentos certos com intensidade e repetição”. A técnica pode ser feita em casa, usando as próprias mãos. Ela explica que é uma extensão do trabalho desenvolvido pelos especialistas, mas se você não tem como ir ao especialista não tem problema algum. É só manter a rotina de fazer as massagens. Ela recomenda duas sessões por semana, com duração  de 40 minutos. Os movimentos devem ser repetidos por, pelo menos, 20 vezes em cada região.

Acompanhe o passo a passo (e logo abaixo, no final do post, veja as imagens de como fazer a massagem)

Antes de começar a autodrenagem, faça o uso de cremes faciais e corporais. Eles auxiliaram na massagem.

1.      Com as duas mãos, faça movimentos circulares na direção para cima, deslize sobre a pele com pressão, começando pela região do rosto;

2.      Na região dos olhos, mantenha os movimentos circulares levando as mãos às extremidades. Quanto mais movimentos forem feitos em uma mesma região, melhores serão os resultados;

3.      Incline a cabeça para trás e massageie o pescoço. Aconselhável cerrar os dentes para exercitar toda a musculatura da região do pescoço;

4.      Ative os gânglios linfáticos para ajudar na remoção do líquido com os braços para cima. Faça movimentos com pressão do cotovelo para os gânglios (nos dois braços);

5.      Levante o braço e faça o movimento em todo ele. Nas mãos, alongue os dedos e massageie com pressão;

6.      Massageie os ombros (do peito até o ombro);

7.      Massageie os seios com movimentos circulatórios;

8.      No abdômen, massageie com pressão de um lado para outro. Depois do peito até a virilha;

9.      E por fim, pernas e coxas. Faça movimentos trazendo para virilha. Nos pés massagear com muita pressão. Leve toda circulação dos pés até a virilha.

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Brasil ganha primeira rede social acessível do mundo

Conversa de Menina abre espaço para divulgar o Acesse, primeira rede social acessível do mundo. Leiam o material que chegou até nós e ajudem a espalhar a novidade, vamos incentivar a iniciativa e tornar a web acessível!

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Instituto Superar e ALE lançam a primeira rede social totalmente acessível do mundo

Nesta quinta, 13, o Acesse (www.acesse.org.br), primeiro site de relacionamento do mundo criado para ser totalmente acessível, entra no ar.  Assim como as outras redes sociais já existentes, o Acesse tem como objetivo ajudar seus membros a criar novas amizades e estreitar relacionamentos, promovendo a socialização e a troca de experiência entre os participantes.

O diferencial e pioneirismo do Acesse estão mesmo na acessibilidade, tornando suas ferramentas e páginas disponíveis a um maior número de usuários e beneficiando não só os deficientes como também as pessoas idosas, usuários de tecnologia assistiva (ponteira de cabeça, teclado expandido, impressora em braile etc) e de acesso móvel, através de navegadores alternativos (DOSVOX, Safari, Firefox).

Segundo a ONU, a web hoje ultrapassa a TV e jornais como a mídia mais consumida no mundo. Já as redes sociais contam com 300 milhões de usuários em todo planeta e 90% dos usuários de internet no Brasil estão conectados a um site de relacionamento, segundo o Google Brasil. Com base nessas informações, o Acesse foi desenvolvido para permitir a inclusão de pessoas com necessidades especiais a essas redes sociais, que hoje ditam tendências, comportamentos e são usadas como ferramenta de marketing.
 
ATLETAS PARAOLÍMPICOS

A criação do Acesse favorece deficientes que atuam em diversos setores da sociedade, mas para uma categoria em especial, a dos atletas paraolímpicos, a rede se configura em chances de comunicação com outros atletas mundo afora. “Vai ser muito bom ter um site como o Acesse. Agora será muito mais fácil manter contato com os meus amigos e com o pessoal do mundo esportivo. Estávamos impedidos de usufruir desses sites, dependíamos dos outros e me sentia excluído”, afirma o atleta cego Lucas Prado, corredor da equipe ALE de Atletismo, também patrocinado pela Unimed, Loterias Caixa e Amaggi.

Os deficientes visuais como Lucas navegarão facilmente pelo Acesse por meio de programas de transcrição de conteúdo desenvolvidos para a web. São softwares como o Jaws e o DOSVOX e que são capazes de ler o texto que está na tela.

“A gente tem a preocupação de que o Acesse seja para todo e qualquer usuário de internet, mas, inovadoramente, ele permite e facilita o relacionamento entre pessoas com deficiências sensoriais e físicas. Por isso, ele também é uma comunidade para atletas paraolímpicos e simpatizantes que acreditam no esporte como uma forma de integração social”, conta Marcos Malafaia, presidente do Instituto Superar.

Desde maio deste ano, o Superar conta com o patrocínio institucional da ALE. A companhia se uniu ao Instituto e criou uma equipe de atletismo com os melhores velocistas cegos do mundo. “Além do apoio constante ao Superar, também estamos investindo em várias ações em parceria, como essa nova rede social, que promete ser um marco no Brasil”, comenta Jucelino Sousa, vice-presidente da ALE. 
  
 
Instituto Superar 

O Instituto Superar é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo principal de fomentar o esporte paraolímpico em busca de performance técnica e resultados, além de visibilidade e reconhecimento da sociedade, promovendo o desenvolvimento da pessoa com deficiência por meio do esporte adaptado, da educação, agindo como um provedor de recursos com nítida ação de inclusão social.

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Confraria Studio em destaque no verão de Daniele Magalhães

Primeiro elas conquistaram as meninas de Brasília com seu mix de junco e couro, logo chegaram ao eixo Rio-São Paulo fazendo o maior sucesso entre as fashion-addicteds que vêem exclusividade como sinônimo de luxo. Hoje, já estão entre as escolhas de mulheres na França, Itália, Japão, Emirados Árabes e Reino Unido. O objeto do desejo são as bolsas da Confraria Studio.  Para a temporada primavera/verão 2010, a marca prepara novidades para as clientes baianas: aporta no Salvador Shopping, em outubro, trazida pela empresária Daniele Magalhães, que já tem uma multimarcas homônima na capital baiana (veja serviço abaixo).

Para o dia, a aposta fica por conta das bolsas tiracolo. Práticas e ideais para o corre-corre da mulher cosmopolita, elas ganham modelos nos tamanhos médio e grande. Já para acompanhar os looks noturnos, as opções são as clutches, que chegam com tudo incrementadas com materiais inusitados como o chifre. Na cartela de cores, destaque para a vibração do amarelo, vermelho e lilás, que contrastam os tons terrosos e as cores nude em alta na estação.

Os itens da marca podem ser conferidas na Daniele Magalhães, que lança sua coleção Primavera Verão nesta quarta,12, em Salvador.

SERVIÇO:

O quê? Lançamento Primavera Verão Confraria Studio
Quando? 12 de agosto, quarta-feira
Onde? Daniele Magalhães – Rua Amazonas, n. 1.102 – Pituba
Informações: (71) 3344-0760

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Onde descartar pilhas e baterias?

Reciclagem de pilhasGente, este post foi uma sugestão de uma pessoa muito querida. Enquanto conversávamos sobre o assunto, depois de encontrarmos várias pilhas velhas espalhadas pela casa, ela sugeriu que o Conversa de Menina publicasse um post com os locais onde é possível descartar em Salvador estes materiais tão nocivos ao meio ambiente, os chamados lixos tecnológicos. Normalmente, o que as pessoas fazem é simplesmente jogá-los no lixo comum, junto a papéis, plásticos e material orgânico. Primeiro que, inicialmente, por que não começar a reciclar o próprio lixo caseiro? Parece uma tarefa complexa, mas nem é. Você pode apenas indicar sacos específicos para cada tipo de material (vidros, plásticos, papel, orgânico), ou comprar cestos bonitos para fazer o mesmo. Uma tarefa tão simples que vai ajudar tanto ao meio ambiente.

Mas a ideia aqui é falar da reciclagem das pilhas gastas e baterias de, por exemplo, aparelhos celulares. O descarte inadequado destes materiais geram impactos bastante negativos ao meio ambiente e à saúde humana. Por causa disso, o Conselho Nacional do Meio Ambiente, o Conama, decidiu editar a Resolução 401/08, revogando a resolução anterior, a 257/99, e estabelecendo critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado destes materiais. Mas apesar da lei, ainda é muito deficiente esta coleta em todo o Estado da Bahia. Em Salvador, por exemplo, pouco se ouve a respeito de locais que façam esse tipo de coleta especializada. E, portanto, se você conhece algum local para o qual possamos levar pilhas e baterias inutilizadas, por favor deixe um comentário, para que possamos divulgar estas informações.

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>> Vídeo: veja como descartar corretamente pilhas e baterias (A TARDE On Line)
>> Análise do Inmetro de pilhas alcalinas e zinco-manganês
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Programa Papa PilhaEnquanto isso, o que podemos fazer é levar as pilhas e baterias a uma das agências do Banco Real, que deu início ao Projeto Papa Pilhas. É um programa de reciclagem de material tecnológico que contém substâncias prejudiciais, como cádmio, mercúrio, níquel, chumbo, presentes em pilhas, baterias de celulares, relógios, câmeras, controles remotos etc. Estes produtos químicos contaminam solos, rios e lençóis freáticos, impossibilitando a sua utilização, além de causar danos a fígado, rins e pulmões, por exemplo. Só para dimensionarmos a importância do programa, só em 2008 foram tratadas 127 toneladas desse material (três vezes mais que em 2007). Em todo o Brasil, são quase dois mil postos de coleta espalhados. Então, é bem possível que haja um posto bem pertinho de sua casa, ou no caminho do trabalho. (Encontre a agência do Banco Real mais próxima de você –  você pode dar uma ligadinha antes para saber se a agência já instituiu o projeto, antes de ir até lá).

A reciclagem é feita pela empresa Suzaquim Indústrias Quimicas Ltda, localizada em Suzano (São Paulo). Todas as pilhas e baterias recolhidas pelo projeto Papa Pilhas são enviadas para lá. O processo de reaproveitamento começa pelo desencapamento dos materiais, e seus metais são levados a forno industriais, com temperaturas bastante altas. Estes fornos são especiais, porque precisam de filtros para impedir a emissão de gases poluentes ao meio ambiente. Os sais e óxidos metálicos obtidos nestes processos são utilizados no processo de produção de refratários, vidros, tintas, cerâmicas e química em geral, sem qualquer tipo de risco.

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Danos
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Reciclagem Uma pilha jogada aleatoriamente na natureza pode levar séculos para se decompor. Os metais pesados, por sua vez, não se degradam. Os materiais tóxicos podem vazar, em contato com a umidade ou calor, por exemplo, e sair contaminando tudo. Imaginem o estrago? Penetram no solo, com a ajuda das chuvas, atingindo córregos e riachos por meio da água subterrânea. Com a água contaminada, o problema chega aos animais e às plantações, via consumo direto e irrigação agrícola. Quanto aos metais pesados, eles se acumulam no corpo humano e a grande diferença entre eles e outros agentes tóxicos é exatamente que eles não são sintetizados nem destruídos pelo homem, o que significa que o organismo vivo é incapaz de metabolizar ou eliminar estas substâncias, que só fazem mal à saúde.

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Mercado paralelo
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Se produzidas com as especificações do Conama, já representam riscos á saúde humana e ao meio ambiente, o que falar dos produtos do mercado paralelo, despejados irregularmente no comércio e consumidos comumente pela população, que desconhece os riscos. Estas pilhas são altamente tóxicas e não podemos imaginar que a fiscalização oficial vai dar conta de barrar este tipo de comercialização. Como consumidores, precisamos ficar atentos a estes detalhes e exigir clareza nas informações sobre a origem do produto. Isso porque estas pilhas possuem até sete vezes mais a quantidade de metal pesado permitida. E elas representam, de acordo com estimativas da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), 40% de todas as pilhas vendidas no País.

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Dicas sobre o uso correto de pilhas e baterias*
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-Colocar pilhas na geladeira não aumenta a carga, ao contrário, quando expostas ao frio ou calor o desempenho pode piorar.
-Na hora de trocá-las em um equipamento, substitua todas ao mesmo tempo.
-Retire-as se o aparelho for ficar um longo tempo sem uso, pois podem vazar.
-Não misture pilhas diferentes (alcalinas e comuns; novas e usadas). Isso prejudica o desempenho e a durabilidade.
-Prefira as pilhas e baterias recarregáveis ou alcalinas. Apesar de custarem um pouco mais, têm maior durabilidade.
-Guarde as pilhas em local seco e em temperatura ambiente.
-Nunca guarde pilhas e baterias junto com brinquedos, alimentos ou remédios.
-Não exponha pilhas e baterias ao calor excessivo ou à umidade. Elas podem vazar ou explodir.
-Pelas mesmas razões, não as incinere e, em hipótese alguma, tente abri-las.
-Nunca descarte pilhas e baterias no meio ambiente e não deixe que elas se transformem em brinquedo de crianças.
-Evite comprar aparelhos portáteis com baterias embutidas não removíveis.
-Compre sempre produtos originais. Não use pilhas e baterias piratas.

*Fonte: site do projeto Papa Pilhas.

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Artigo: ”Aprenda a escolher um sapato masculino”

pesCom a proximidade do Dia dos Pais pipocam nas caixas de email dos jornalistas material de divulgação com dicas de presentes, para ajudar os mais indecisos a encontrar um mimo que seja a cara do paizão (aqui você encontra algumas dicas). Não é porque o Conversa de Menina é um blog feminino que vamos relegar os pais ao segundo plano. Eles são importantes e nós abraçamos a campanha da paternidade responsável. Até o fim da semana, aguardem post sobre a história do Dia dos Pais e o que se espera de um pai na contemporaneidade. Por enquanto, aproveitando a data e a correria em busca de um presente ideal, reproduzimos o artigo do ortopedista Fabio Ravaglia, especialista em coluna vertebral e mestre em cirurgia pela Unicamp, que traz dicas sobre o que observar na hora de escolher sapatos para homens. Anatomicamente, lógico, somos bem diferentes dos meninos. Mas, existem outros detalhes na pisada, no peso dos ossos, no formato dos pés, que influenciam bastante. E sapato, enquanto para nós é um acessório para compor aquele visual arrasa-quarteirão, para os médicos significa “olhe onde e como pisa” –  principalmente se desenvolvemos lesões por usar os calçados errados. Confiram:

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Aprenda a escolher um sapato masculino

*Dr. Fabio Ravaglia

O Dia dos Pais está próximo e comprar um sapato é sempre uma boa opção de presente. Mas como fazer a escolha certa? O que considerar na hora de comprar calçado masculino? Há pessoas que não presenteiam com calçados por medo de errar ou já avisam: “pode trocar”. É fácil escolher o que está na moda, o número, a cor predileta, que esposas e filhos conhecem tão bem. Outros fatores, contudo, devem ser levados em conta. Como médico, acredito que a saúde está sempre em primeiro lugar e a saúde dos pés depende em grande parte da forma como os usamos e dos cuidados que temos com eles. O pé é uma máquina perfeita de sustentação do corpo, fundamental para promover a sua mobilidade, e o calçado pode afetar, positiva ou negativamente, a sua saúde e performance.

Originalmente, o pé humano se desenvolveu para andar descalço. Mas é claro que há séculos, por segurança e higiene, este hábito foi abandonado. Ocorre que a maneira de pisar e o tipo de calçado que usamos influenciam tanto no funcionamento quanto no formato de nossos pés. Muita gente sente dor na sola do pé ou dor no calcanhar — resultado do uso de um calçado inadequado ou da maneira de andar incorreta. Ao entrar em contato com o solo, os pés agem no controle de postura, equilíbrio, apoio, impulsão, absorção de impactos e distribuição do peso corpóreo. O calçado pode mesmo prejudicar a saúde dos pés. O uso contínuo de um calçado inadequado pode gerar até uma fascite plantar, ou seja, uma inflamação na sola do pé.



Calçados macios em toda sua extensão, principalmente na parte lateral do calcanhar, são indicados para quem tem a pisada supinada. Pessoas com os pés pronados devem contar com reforço na parte interna do calcanhar. As pessoas com  pé chato tendem a desenvolver processos inflamatórios como tendinites — por isso recomendo sapatos fechados e bem firmes nos pés, com saltos mais altos que ajudam a curvatura.

Mapa dos músculos dos pés
Mapa dos músculos dos pés

Antes de adquirir um sapato, portanto, é importante saber um pouco mais. A anatomia do pé tem uma estrutura complicada – envolve um conjunto de ossos, juntas, articulações, ligamentos, músculos e tendões, que permite uma enorme série de movimentos. Embora a anatomia seja a mesma, há diferenças de formação. Há pessoas com pés normais, supinados (cavos) ou pronados (chatos) e o mercado dispõe de modelos de sapatos, principalmente de tênis, que são apropriados para cada caso. Tênis ou sapatos não têm a função de corrigir problemas ortopédicos, mas podem adaptar o pé para que o passo fique correto, ou seja, para amenizar as falhas da pisada. Palmilhas também são eficazes em muitos casos. Na pisada supinada, a pessoa confere maior peso no lado externo (pés com muita cava). Na pronada, o peso do corpo está concentrado na parte lateral-interna. Na pisada neutra, característica das pessoas com pés normais, o peso do corpo é distribuído  mais uniformemente nos pés.

Em todos os casos, é importante observar para que o calçado não fique curto demais, comprimindo o pé, ou folgado demais na frente, no peito dos pés, atrás e dos lados, deixando uma folga maior do que a necessária para os dedos ou deixando o pé solto, o que pode causar bolhas ou calos. A folga ideal na frente é de no máximo um centímetro entre o dedão e a ponta (bico) do sapato, permitindo a movimentação dos dedos. Solados de borracha são mais recomendados por evitar escorregões. Saltos largos e estáveis ajudam para que a pisada ocorra com segurança. Os sapatos fechados costumam acomodar melhor os pés. Fivelas e cadarços ajudam a manter o sapato preso aos pés. Nem sempre o elástico é uma boa alternativa, uma vez que pode prejudicar a circulação sanguínea. Hoje, muitos tênis têm amortecedores que impedem que os pés e o corpo absorvam um impacto maior. Eles aliviam a carga que as articulações dos pés e dos joelhos, principalmente, recebem. São responsáveis por evitar problemas, como uma fratura por estresse ou mesmo artroses na região entre a coluna vertebral e a bacia. Flexibilidade da sola, material macio, bico amplo e salto em torno de três centímetros são características básicas de um sapato “saudável”.

Desconforto ou dores articulares ao caminhar, especialmente nos pés e nos joelhos, são sintomas de que algo anda errado. O ideal para tirar a prova dos nove sobre o tipo de pisada é fazer a baropodometria, um exame simples que mapeia a distribuição da carga na sola do pé enquanto a pessoa caminha.

Sapatos inadequados são responsáveis por 90% das doenças dos pés. Ter em mente este fato na hora da compra significa prevenir o incômodo de pisar sentindo dor. Reforço que o calçado certo evita a incidência de dores no joelho, no arco anterior dos pés, joanetes, calos, tendinites, unhas encravadas e danos à coluna. Portanto, não sacrifique os pés em favor da estética. Afinal, ninguém quer dar um presente que cause desconforto, não é mesmo? Feliz Dia dos Pais em 9 de agosto!
 

*Fabio Ravaglia, ortopedista e diretor do Instituto Ortopedia & Saúde

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Leia também:

>>Síndrome de Centopeia – ou as mulheres e seus sapatos

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Cibercondríacos?! O que é isso?

internet-medicoA demanda por informações de saúde é muito grande na internet e também preocupante. Recentemente, na edição de julho da Revista Nova, li uma reportagem sobre as pessoas que buscam consultas virtuais e que ficam obcecadas por informações médicas, a ponto de não prestarem atenção na confiabilidade do site em que estão pesquisando e de se automedicarem, o que é um risco enorme para a saúde. Trata-se dos cibercondríacos, uma junção entre os termos ciberespaço (usado pelos especialistas em comunicação para definir a internet e a realidade virtual) e hipocondríaco, que segundo o dicionário Aurélio é um adjetivo que define as pessoas que tem “preocupação doentia com a própria saúde”. Usando o bom e velho português do cotidiano, é aquele sujeito que tem mania de doença.

As pesquisas por termos de saúde, ainda segundo a reportagem sobre os cibercondríacos, representam quase 80% das buscas na internet feitas no Brasil (dados fornecidos pela empresa Google à reportagem de Nova). Nos Estados Unidos, em 2006, os cibercondríacos representavam 160 milhões de pessoas navegando na rede. Mas calma lá! Para ser diagnósticada como cibercondríaca, é preciso que a pessoa tenha verdadeira obsessão por sites sobre saúde, acredite piamente que sente cada sintoma do que lê e também faça consultas virtuais e até tome remédios indicados por outros internautas, sem prescrição ou acompanhamento médico.

Se você é do tipo que apenas usa a internet para ficar sabendo mais sobre uma determinada doença, tem na rede um apoio ao dignóstico feito por especialista em consulta ao vivo e não se automedica, parabéns, você está apenas se informando. Não há mal nenhum em entrar na internet e pesquisar mais sobre uma doença que o seu médico diagnosticou em você após um exame clínico e laboratorial. Existem bons sites que ao invés de prescrever remédios e tratamentos, apenas dá dicas de bem-estar e orientações gerais sobre higiene e cuidados básicos. O importante é ficar de olho na confiabilidade da informação divulgada pelos sites e blogues. Cheque sempre se o post tem fontes e links para instituições confiáveis. Em se tratando de saúde, confiável quer mesmo dizer oficial: Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Organização Mundial de Saúde, Fundação Osvaldo Cruz, Instituto Butantã, as sociedades e entidades médicas reconhecidas como a Sociedade Brasileira de Oftalmologia ou Cardiologia, entre outras, artigos assinados por médicos registrados e com know how sobre a área tratada no texto. Não adianta, por exemplo, um ortopedista escrever sobre doenças do coração, porque a especialidade dele é outra.

google medicsEis uma situação séria. A internet é como o mundo: enorme, cheia de coisas fascinantes e maravilhosas, mas igualmente perigosa. Em  blogs ou sites não especializados, e muito menos fora deles, quem não é médico não pode prescrever medicamentos e nem fazer diagnóstico. Pelo simples fato de que prescrever remédios, tratamentos, fazer diagnóstico e interferir na saúde de alguém sem ser especialista formado e com registro para tal, configura-se em exercício ilegal da medicina. É crime. Sem contar que é irresponsável e leviano. Remédio errado, como já foi dito em outros posts aqui no Conversa, pois estamos sempre batendo nesta teclinha, pode provocar desde uma simples alergia até levar a morte.

Pessoalmente, costumo navegar na internet em busca de informações confiáveis cada vez que meu médico me diz que tenho algum problema. Como sou asmática e alérgica a vários tipos de medicamentos, também costumo ler a bula de cada remédio prescrito para mim. Se precisar ir para uma emergência, sei dizer na ponta da língua as substâncias que não posso tomar. No entanto, por não ser médica, tudo o que eu pesquiso, levo para dentro do consultório, para discutir com o profissional de saúde que me atende. É uma forma de não ficar perdida na fala do especialista e de me informar, mas daí a querer passar por médica e decidir sobre meu próprio tratamento, vai uma diferença enorme.

O importante seja na internet ou fora dela, é usar o conhecimento adquirido em prol do nosso bem-estar e também do bem-estar coletivo, social. Não devemos transformar tudo o que lemos em sites, revistas, livros, e muito menos tudo o que ouvimos por aí, em leis máximas ou verdades absolutas. Muito menos, podemos sair por aí replicando coisas sobre as quais não temos conhecimento aprofundado. Visão crítica é importante em tudo na vida, deste os atos e exercícios diários como cidadãos (votar, fiscalizar partidos e candidatos, exigir nossos direitos e etc) até saber selecionar com critério que tipo de informação entra nas nossas vidas e o que vamos fazer dessas informações para garantir nossa segurança e das pessoas ao nosso redor.

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Setembro em Salvador tem PercPan

A Banda Beirut (EUA) ficou conhecida no Brasil após a música Elephant Gun ter sido incluída na trilha da minissérie Capitu
A Banda Beirut (EUA) ficou conhecida no Brasil após a música Elephant Gun ter sido incluída na trilha da minissérie Capitu

Ainda falta um mês, mas não custa nada anotar na agenda. A 16ª edição do Percpan em Salvador – o evento também ocorre no Rio e em São Paulo -, acontece nos dias 4 e 5 de setembro, no Teatro Castro Alves, reunindo concertos e workshops com talentos nacionais e estrangeiros da percussão e música étnica. Na capital baiana, estão confirmados: a banda Beirut, o   percussionista Airto Moreira, a cantora Flora Purim, jazzistas brasileiros, o  francês Cyril Hernandez, o italiano Andrea Piccioni, o alemão David Kuckhermann, o jordaniano Ahmad Al-Khatib e os japoneses da Oki Dub Ainu Band.

Segundo a organização do Percpan, as duas noites do evento terão propostas diferentes (veja programação completa abaixo). Para encerrar o festival, em Salvador e no Rio, percussionistas vão mostrar como o pandeiro é tocado de maneiras diversas. A idéia surgiu no ano passado, na Alemanha, durante o Tamburi Mundi, um festival que reuniu somente pandeiristas.

16º PANORAMA PERCUSSIVO MUNDIAL – PERCPAN

Participantes:

América do Sul – Brasil e Argentina

Europa – Itália, França e Alemanha

Ásia – Japão

América do Norte – EUA

Oriente Médio – Jordânia

Serviço em Salvador:

Onde: Teatro Castro Alves

Quando: 04 e 05 de setembro

Horário do primeiro show: 19:30h

Preços: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

Onde comprar ingressos: Teatro Castro Alves, SAC Barra e SAC Iguatemi

Censura: 14 anos

Informações e venda: (71) 3117-4899

Programação:

Primeira Noite

Trio 3-63 – Brasil/ RJ (Marco Suzano , Andrea Ernest, Paulo Braga)

Cyril Hernandez & Ramiro Musotto – França e  Argentina

Oki Dub Ainu Band, com Takashi Numazawa e Ushida Dub Mix – Japão

Beirut – EUA

Segunda Noite

Trio 3-63  –  Brasil/ RJ (Marco Suzano , Andrea Ernest, Paulo Braga)

Andrea Piccioni – Itália

Emerson Taquari & Banda – Brasil/ BA

David Kuckerman – Alemanha & Ahmad Al Khatib – Jordânia

Airto Moreira & Flora Purim – Brasil/EUA

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Di Sampaio promove liquidação de inverno

A Di Sampaio, loja da estilista baiana Thaiana Sampaio, preparou uma grande liquidação de inverno, para abrir espaço às novidades da próxima estação. Taí uma boa oportunidade, para quem mora em Salvador, de adquirir peças básicas, que não se perdem com a mudança do clima, por um preço convidativo. Desta segunda, até o dia 06 (quarta-feira) todas as peças terão desconto de 50%.  No sábado, 08, ocorrerá ainda o Bazar Di Sampaio, no qual toda a loja estará com 70% off.

Serviço:

Di Sampaio
R. Almirante Carlos Paraguassu de Sá, nº 02, 1º andar (próximo à Av. Paulo VI)
Tel: 71 3012-3858

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