Saúde & Fitness: “Pilates desde criancinha”

Retomo a série Saúde & Fitness aqui do blog com o texto da Suely Tambalo, instrutora de Pilates no CGPA,centro de formação profissional, em que ela nos revela um pouco da biografia de Joseph Pilates, uma criança frágil que buscou na natureza e no equilíbrio entre mente, corpo e espírito, uma nova forma de viver e relacionar-se consigo mesmo, com os outros e com o meio ambiente. Vamos aprender juntos!

**PILATES DESDE CRIANCINHA
*Suely Tambalo

Nosso corpo é um maravilhoso e complexo sistema, que dispõe de todos os mecanismos para funcionar em perfeito equilíbrio. Cabe a nós, conhecermos e atendermos à todas essas necessidades para que vivamos plenamente e com saúde, o mais longamente possível. Simples assim. E nada mais difícil do que as coisas mais simples…

Nosso “manual de instruções” já teve várias de suas páginas desvendadas desde a antiguidade, mas muito ainda há para descobrir e o pior, não pára por aí.
Mesmo quando dispomos a nos tratar bem, profundas verdades que acreditávamos irrevogáveis, de uma hora para outra, são questionadas e postas à prova pelas mais recentes pesquisas.

Nesse cenário, muitas vezes ficamos inseguros quanto ao que fazer para nos exercitarmos de maneira prazerosa e – ao mesmo tempo – também preservarmos e melhorarmos nossa saúde.

Por isso, vamos contar a história de Joseph Hubetus Pilates, que foi uma criança frágil e com a saúde debilitada por várias enfermidades. Em sua busca pessoal pela saúde, acreditou que a força da vida e do equilíbrio estava dentro dele. E, de maneira intuitiva, persistente e autodidata, estudou anatomia, observou os animais, a natureza, buscou as respostas exatamente onde elas estavam disponíveis e em suas fontes mais confiáveis.

Dedicou sua vida à melhora de sua condição física, estudando fisiologia, anatomia, medicina chinesa, praticando yoga, artes marciais até boxe, mergulho e artes circenses, reunindo assim, o melhor das práticas ocidentais e orientais numa única proposta.

Exemplo vivo dos resultados impressionantes que o seu método pode proporcionar aos que se dispõe a praticá-lo, Pilates não só criou um sistema completo de exercícios, como também desenvolveu vários equipamentos para auxiliar e desafiar nossos limites.
Não acreditava em movimentos antinaturais, que desrespeitavam os limites articulares, criavam sobrecargas exageradas e provocavam lesão. Partindo de sua própria experiência pessoal, criou um método de treinamento que transforma o corpo e a relação consigo mesmo. Tornar-se consciente e presente em cada gesto, buscando a perfeição e a qualidade e não a quantidade, sem nunca chegar à exaustão.

Por isso, ele pode atender tão bem tanto a reabilitação de lesões – como fez primeiramente com os enfermos, feridos e mutilados durante o período que ficou recluso no campo de concentração durante a I Guerra na Inglaterra; quanto ao treinamento de famosos artistas, atletas e bailarinos em Nova York, quando emigrou para os EUA.

Como ele mesmo afirmava e pôde ser comprovado na atualidade pelo sucesso do método Pilates em todo o mundo. Ele estava pelo menos 50 anos à frente de seu tempo. Embora reconhecida sua eficiência, sofreu a resistência da comunidade médica da época, pois seu método questionava tudo que se julgava sabido sobre treinamento físico até então.
Enfim, ele viabilizou em forma de exercícios o que todos nós sabemos e buscamos, mas depois de tanto tempo, ainda não atingimos: para ter um corpo realmente saudável não é possível dissociá-lo de um estilo de vida e de pensamentos saudáveis. Não é possível privilegiar nem o corpo, nem a mente: ambos devem estar em perfeito equilíbrio.

Praticou seu método até o final da vida, diariamente, mantendo a saúde e um corpo admirável até os 87 anos, quando faleceu. Ele nos deixou mais um caminho, dentre os inúmeros que temos disponíveis. Ele conquistou a própria saúde e ajudou inúmeras pessoas a atingir esse equilíbrio e continua ajudando outras tantas, através de seus seguidores.

Muito além do modismo em que o Pilates (assim chamada a técnica, após a morte de seu criador) se transformou – sendo muitas vezes símbolo de status depois de divulgado por artistas internacionalmente – é preciso salientar que Joseph Pilates nunca pretendeu elitizar seu método, pelo contrário, seu maior sonho era que fosse praticado precocemente nas escolas, por todas as crianças, para que desde cedo adquirissem o conhecimento do próprio corpo para crescerem fortes, flexíveis,  livres de dores e desequilíbrios desnecessários.

Crianças mais felizes, equilibradas e prontas para explorar todo seu potencial, tornando-se adultos mais preparados, saudáveis e felizes.

Eu, como milhares de praticantes apaixonados, que experimentaram e comprovaram a eficiência do método Pilates em todo o mundo, não posso deixar de comunicar aos também amantes da corrida que esse casamento é mais do que saudável e tem tudo pra dar certo. É experimentar para crer.

*Suely Tambalo é professora do CGPA Pilates, centro pioneiro de atendimento pelo Método Pilates e formador de profissionais. Visite o site: www.cgpapilates.com.br

**Texto enviado ao blog por Vera Moreira Comunicação e publicado no blog com autorização da autora, desde que devidamente citada a fonte e respeitando-se a integridade do material.

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Atleta aos 30: com dor e disciplina

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Mais posts da série:
>> O começo
>> Escolhendo a atividade
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No meu caso, o segredo para criar a rotina da prática de atividades físicas foi a disciplina. No início, aquela dor muscular – típica de quem está enferrujado há muito tempo e decidiu se movimentar – é um prato cheio para nos fazer ficar em casa. Quanto mais tempo entregue ao sedentarismo, maior é o incômodo. Mesmo que a gente comece de leve, sem exagero, é inevitável a dor muscular. Afinal, o músculo estava acostumado a ficar ali, sem exercer qualquer tipo de esforço, e de repente você obriga ele a suportar uma carga maior à que ele está habituado. É fato, vai doer.

Quando comecei, passei por isso, claro. No dia seguinte à reestreia na academia, doía tudo. É aí que entra a disciplina e a vontade de chegar a um objetivo. Não dá pra desanimar com uma dorzinha. O meu instrutor já havia me prevenido da tal da dor. Chega a ser injusto, gente. Se você tem uma prática de exercício físico constante e, por algum motivo, passa algum tempo parado, já era. Vai sentir a dor muscular novamente quando retomar a rotina física. Parece que a gente nunca fez nada na vida. Mas é isso, o organismo acostuma e se adapta à exigência que fazemos dele.

Para amenizar a situação, o ideal é, no dia seguinte, trabalhar outros grupos musculares que não foram exigidos no primeiro dia. Sim, estes músculos que estavam quietinhos também vão reclamar por meio da dorzinha chata. Para que você não saia correndo da academia, achando que a dor é culpa do instrutor, é importante escolher uma academia séria e um profissional no assunto, conversar e explicar tudo direitinho a ele, inclusive o período em que você se manteve inativo na prática de exercícios físicos. A partir dessa avaliação, ele vai fazer um programa específico ao seu caso.

Tudo vai começar com um treino leve e, aos poucos, a partir da melhora do seu condicionamento físico, o treino vai ficando cada vez mais exigente. Certo é que com o passar do tempo, o seu corpo vai se adaptando à quantidade e à intensidade do exercício  até chegar à fase em que você fará o mesmo treino e a dor simplesmente vai desaparecer. Por isso que é importante a disciplina e a vontade. Se você desiste no início, toda vez que retomar vai ter de passar pelo processo da dor muscular. Se insistir e seguir as orientações do profissional, a tendência é parar de sofrer!

Em artigos disponibilizados na internet, especialistas alertam sobre a questão da dor. Eles ressaltam que a dor é inevitável para os iniciantes, mas é preciso ficar atento a até que ponto a dor é normal. A explicação é que o exercício exige esforço do músculo, provocando microrrupturas nos grupos musculares trabalhados e acúmulo de ácido láctico. O organismo reage, o que acaba gerando um processo inflamatório.

Compressas de gelo 2 x ao dia por 10 minutos ajuda a melhorar a inflamação dos músculos. E lembre-se que remédio só deve ser tomado se for prescrito por um médico. Uma dica importante é fazer alongamento antes e depois dos exercícios, já que auxiliam no relaxamento muscular. E se a dor for insuportável, é respeitar o limite do corpo e não treinar. De resto, nada como o tempo para nos ajudar com a adaptação à nova realidade de “atleta”.

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Serviço: Programa “Saúde da Mulher” realiza exames gratuitos em Camaçari e Dias D´ávila

O programa Saúde da Mulher, que tem o objetivo de conscientizar a população sobre a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, vai beneficiar  os distritos baianos de Alto da Bela Vista, Açu da Capivara e Água Fria/Cordoaria, na região de Camaçari e Dias D´ávila (Região Metropolitana de Salvador). Promovida pela empresa Monsanto Nordeste, a iniciativa também realiza exames para prevenir os cânceres de mama e de colo do útero através da orientação e diagnóstico das mulheres de comunidades carentes. Grande parte das localidades atendidas está situada numa área quilombola (ou seja, remanescente de antigos quilombos), habitada por famílias descendentes de escravos.

Até o dia 13 de agosto será realizada a triagem das pacientes. A partir do dia 16 até o dia 18, as comunidades terão reuniões acompanhadas de palestras e peças de teatro sobre a saúde feminina. O programa Saúde da Mulher também vai realizar exames preventivos (para quem nunca fez ou realizou o procedimento há mais de um ano) e mamografias (para mulheres acima de 40 anos ou que têm antecedentes), entre os dias 25 e 27 de agosto. Durante os três dias, cerca de 200 usuárias farão os dois exames, em uma clínica especializada, no município de Camaçari.

Implantado em 2006, o Saúde da Mulher integra três grandes ações: capacitação de multiplicadores, atendimento clínico e relatório de avaliação. Mais de mil mulheres já foram atendidas. Só em 2009 foram realizados 200 exames preventivos e 200 mamografias. Desse total, 5% dos diagnósticos apresentaram alterações e foram imediatamente indicados para o acompanhamento junto à Secretaria de Saúde.

A Monsanto Nordeste conta com o apoio das Secretarias de Saúde, de Educação e da Mulher, em Camaçari, para realizar a ação. Além disso, apoiam a iniciativa o PSF (Programa Saúde da Família), agentes de Saúde do município, a Prefeitura Municipal de Camaçari, lideranças comunitárias locais e a Rede Educare.

PALESTRAS E ATENDIMENTOS – 2010


COMUNIDADE
PALESTRASEXAMES CLÍNICOS
Agua Fria/ Cordoaria16 de agosto25 de agosto
Açu da Capivara17 de agosto27 de agosto
Alto da Bela Vista18 de agosto26 de agosto

Serviço:

Para obter mais informações sobre a iniciativa, acesse:

www.monsanto.com.br
www.twitter.com/monsantobrasil
www.youtube.com/monsantobrasil

*Com informações da Assessoria da Monsanto Nordeste

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Atleta aos 30: escolhendo a atividade

Para mim, o mais importante é escolher uma atividade física que realmente você goste. Não adianta forçar a barra, se sua intenção é fazer a prática do exercício uma rotina. Porque se você não gosta do que está fazendo, sempre que tiver uma desculpa vai usá-la para não ir e com o tempo vai acabar deixando-a de lado. Eu sempre achei musculação um saco. Pela rotina, pela repetição. Apesar disso, eu preferi me convencer de que era importante para o fortalecimento muscular. Eu aprendi a gostar, internalizei a importância do tipo de atividade para os meus objetivos.

Eu gosto de variedade. Hoje em dia sempre procuro fazer mais de uma atividade, para não correr o risco de cansar da rotina e porque eu gosto mesmo.A atividade física me deixa com mais energia, mais disposta. Como muitos já sabem, a prática de atividade física libera no cérebro a endorfina, substância responsável pela sensação de bem estar e prazer. Mas é importante fazer uma ressalva com relação a isso, porque não há liberação de endorfna se a pessoa estiver sofrendo com a prática do exercício. E por isso é tão importante a escolha de uma modalidade que seja agradável e da intensidade da prática, que não pode ser excessiva.

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Remo – Como falei no post anterior, já fiz remo, uma das atividades mais bacanas que pratiquei na vida. Eu treinava na escolinha do Vitória no Dique do Tororó. O que curtia no esporte era a possibilidade de estar fora de uma sala, em um ambiente diferente, em contato com a natureza. Além disso, precisava fazer exercícios para o fortalecimento muscular na academia da sede da escolhinha, o que me liberava de ter de fazer a musculação em um outro lugar. Então, sempre antes de ir para a água, a gente fazia o treino muscular. Alguns meses depois de começar, no entanto, comecei a ter aulas pela manhã e tive de abandonar a atividade.

Vôlei – Mais nova, com uns 11 anos, me matriculei nas aulas de vôlei do Sesc do Aquidabã. Eu adoraaaaaava, e quando me lembro, me arrependo de ter parado. Embora seja baixinha (mas na média da população feminina brasileira, claro.. hahaha), eu achava que tinha jeito para a coisa. Eu sempre ia com uma amiga que também era vizinha. Até que um dia ele implicou com o professor e decidiu parar. Como eu estava acostumada a irmos e voltarmos juntas, acabei começando a faltar, até que abandonei também. Lembro que o aquecimento, além de correr subindo e descendo as escadas da arquibancada, era uma partida de futebol de salão.

Artes marciais – Meu sonho era praticar uma arte marcial ou alguma modalidade de defesa pessoal. Passei meses em busca de uma escola para treinar Krav Magá ou Kong Fu, mas infelizmente não achei nenhum horário compatível com o meu. Foi na época em que, ainda na academia que falei no post anterior, lá perto do meu trabalho, fui fazer abdominal na sala de ginástica e o professor do boxe me convidou para fazer a aula. Eu fiquei encantada pelo boxe, pela descarga de energia, pela adrenalina. Adotei o boxe e, hoje, já treino em uma academia especializada apenas na modalidade.

Boxe – Acho muito bacana a forma como o boxe trabalha todo o corpo. Senti muita diferença na região abdominal, por exemplo. Lá, o instrutor faz séries de abdominais nos finais das aulas, e eu senti muita diferença mesmo. Outra coisa que adoro no boxe (além de bater em Bob, claro.. hahaha), é a parte de alongamento que inicia a aula. Acho uma atividade super completa, em que todo o corpo acaba trabalhando durante a aula inteira. Eu virei fã da práqtica e minha vontade é nunca mais largar. Sempre me sinto mais disposta depois dos treinos.

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Além do boxe, hoje eu corro e faço treinamento de condicionamento físico na praia (este último, apenas aos sábados). A corrida, que era só na esteira da academia e esporadicamente nas ruas, vai começar a ser uma atividade mais especializada, com orientação de um instrutor. É que agora em agosto estou entrando em um clube de corrida para treinar de forma direcionada e, assim, poder avaliar os resultados e os meus avanços. Aqui em Salvador, já participei de duas provas de 5km na rua e foi bom ver que melhorei meu tempo na segunda prova. E vocês, já estão envolvidos em alguma atividade física?

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Atleta aos 30: o começo

Não, minha gente, eu não pretendo virar atleta e competir por aí em busca das primeiras colocações. Minha ambição com o exercício físico é bem menor que essa. Pelo menos até agora. A ideia de dividir essa experiência com vocês veio, porque é sempre difícil criar uma rotina de atividades físicas constantes e acrescentá-la na nossa tão corrida vida diária. Então, o espaço aqui vai ser para contar novidades, trocar ideias, tentar encontrar dicas de lugares que têm horários mais flexíveis… Enfim, fazer um diário mesmo, que vai começar exatamente com o meu início na prática de atividades físicas.

Larguei o sedentarismo um pouco tarde. Quer dizer, eu sempre fiz uma coisa ou outra, mas acabava largando no meio, antes mesmo de ver qualquer resultado (aulas de jazz ainda menina, depois iniciei aulas de vôlei e ainda arrisquei no remo, que é maravilhoso, pena a escolinha do Vitória no Dique ter fechado). Até que, ao terminar um namoro longo, decidi voltar os olhos a mim mesma. Todo mundo fala que a gente começa a se cuidar mais quando termina um namoro, e comigo foi exatamente assim.. rsrs. Mas acho que melhor mesmo é se cuidar sempre.

A primeira coisa que fiz foi entrar em uma academia. Como tinha o dia inteiro ocupado (saía de casa 6h30 e só chegava 21h), procurei uma que fosse perto do trabalho. Legal foi que achei uma bem bacana no Caminho das Árvores. Melhor ainda foi que havia uma parceria com a empresa para a qual trabalho, por meio da qual os funcionários tinham desconto nas mensalidades. Foi um recomeço, ainda um pouco perdida, já que fazia anos que não mexia os músculos. Não gostava muito da rotina de musculação, dos exercícios repetitivos, mas fui me habituando. Me convenci que era necessário e pronto. Acho isso fundamental, inclusive. A gente precisa criar o hábito e acrescentar a nova atividade no nosso dia a dia. Claro que o mais importante, ao meu ver, é escolher um exercício com o qual você tenha afinidade. Se exercitar não significa apenas fazer musculação em uma academia. É possível optar por outras modalidades, e não faltam opções.

Fiz uma avaliação física na academia. E, gente, eu acho realmente importante esse diagnóstico de como está o o seu corpo, a sua resistência. Lá na academia, eles inclusive tiravam uma foto frontal e de costas, que era super bacana para fazer um comparativo no momento da segunda avaliação. Muita gente acha desnecessário, acha que é perda de dinheiro. Na minha opinião, a avaliação vai te dar um feedback da sua evolução e vai guiar o instrutor na hora de montar o seu cronograma de exercícios.

Vocês não imaginam o quanto eu fiquei feliz ao fazer uma segunda avaliação (já em uma outra academia, pois eu vivo mudando quando meus hábitos mudam, para sempre estar treinando algo em algum lugar, mas isso é assunto para outro post) e perceber que, além de o peso ter diminuído, todas as minhas medidas estavam menores (cintura, coxa, braço, etc) e o meu percentual de gordura no corpo também havia reduzido. O resultado significava que estava no caminho certo, transformando gordura em massa muscular.

A partir do resultado do exame físico, o instrutor fez um treinamento específico para as áreas mais críticas (vocês não imaginam o quanto eu tinha de gordura no corpo!!!). E foi assim que tudo começou, com a musculação e aulas de ginática, especialmente as de attack e step, das quais virei fã de carteirinha. Hoje já não estou mais na mesma academia (inclusive, estou até em processo de transição, mudando mais uma vez de lugar!! rsrsrs), já pratico outras atividades também, mas com o tempo vamos conversando sobre o assunto. E vocês, gostam de praticar exercício, fazem alguma coisa, têm vontade de começar?

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Saúde & Fitness: Contra as dores de inverno, mexa-se!

Depois de um longo período de pausa, a série Saúde & Fitness do nosso blog está de volta com um material bem interessante sobre as dores sentidas durante os dias mais frios do inverno e as formas de prevenir esse desconforto através da prática de exercícios simples: caminhada e alongamento. Quem nos orienta é o ortopedista Fabio Ravaglia, especialista em coluna vertebral e presidente do Instituto Ortopedia & Saúde.

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**Contra as dores de inverno, mexa-se!

*Fabio Ravaglia

O frio, para muita gente, pode trazer problemas como dor nos ossos, nas articulações, na musculatura; sintomas de artrose e de bursite se acentuam; dor de ouvido, dor de cabeça; sem falar nas gripes e resfriados e suas respectivas dores no corpo. O que fazer? Primeiro nem sonhe em ficar parado. Para combater os males do frio sobre o corpo humano, a regra é: mexa-se! Veja a seguir dúvidas muito comuns das pessoas relacionadas ao inverno e como movimentar-se pode evitar diversos problemas, impedindo que o corpo enferruje nesta estação do ano.

1. Pessoas mais magras sentem mais frio?

As pessoas mais magras tendem a sofrer mais com a queda de temperatura, porque a gordura corporal dá uma proteção ao frio. Portanto, sentem mais frio em relação aos mais gordinhos. O corpo humano tem temperatura estável, por volta de 36 graus, dependendo de cada um. Quando faz calor precisa perder temperatura e quando esfria muito é o contrário, há necessidade de ganhar temperatura.

2. As pessoas ficam pálidas no inverno?

Ocorre que, com o frio, os vasos se escondem e o coração passa a bater mais forte para manter a temperatura corporal. Este esforço resulta na palidez do rosto.

3. Os ossos dóem mais no inverno?

Esta é uma pergunta que sempre ouço. A resposta é sim! E há explicação para isto.  É fato que, nos dias frios, aumenta a possibilidade de constrição vascular (diminuição do fluxo de sangue nos vasos do corpo) e a pessoa se encolhe ao sentir o frio, tensionando músculos e nervos. A tendência é de os músculos ficarem mais tensos ou terem contratura, o que ajuda a tornar algumas partes do corpo doloridas. Ficar encolhido pode afetar a postura e provocar dores na coluna. Além disso, nas articulações, o líquido sinovial — que fica mais espesso com o esfriamento do corpo —, pode gerar incômodos também.

Apesar dos poucos estudos sobre o impacto da baixa temperatura no organismo das pessoas, é fato que queixas de desconforto nos ossos, articulações e músculos são muito comuns nos consultórios médicos durante o inverno. O clima frio é um problema mais sério para quem sofre de algumas doenças crônicas. Na área de ortopedia há muitas reclamações de dores nas articulações. Os sintomas da artrose ou da bursite ficam acentuados. Não se sabe ao certo se a responsável por provocar as dores é a temperatura baixa ou a umidade do ar. Sem contar a sensação térmica, que é a temperatura percebida pelo corpo humano diante da conjunção do frio com o vento, que resulta em mais frio do que a temperatura marcada pelos termômetros. O fato é que as pessoas admitem que ficam sem disposição para a atividade física quando faz frio, o que é um erro para a saúde.

4. No inverno, é melhor tratar os problemas no corpo com bolsa de água fria ou quente?

Na verdade, tanto faz. Há uma controvérsia em fisioterapia sobre qual é a melhor opção para tratamento: o uso de calor ou frio? Digo que cada um tem uma função apropriada para cada problema e pode-se usar até alternadamente gelo ou bolsa de água quente ou o calor de lâmpadas. O tratamento com frio é mais completo porque é analgésico, a aplicação diminui a sensibilidade local e reduz a inflamação, quando ela existe. Em todo caso, havendo intolerância ao gelado porque a temperatura ambiente está muito baixa, o paciente pode fazer compressa quente. O calor faz com que aumente a circulação nos vasos associados, melhora a circulação na região e intensifica a atividade. A alternância entre o frio e o calor serve para tirar o inchaço do local.

5. Frio demais dá dor-de-cabeça?

A constrição sanguínea ou a contração muscular podem provocar dores na cabeça. Por isso, convém se agasalhar, usando toca ou chapéu, para manter esta parte do corpo mais relaxada. Dentro deste tema, algumas pessoas sentem dor-de-cabeça quando tomam sorvete, mesmo no verão. A explicação é a mesma: o frio do sorvete afeta a temperatura do sangue e dos músculos e desencadeia os mesmos sintomas de quando a temperatura ambiente não está alta.

6. O choque térmico provoca mesmo doenças?

Aqui a informação é importante, principalmente para quem sofre de doenças reumáticas: a troca de calor para frio ou vice-versa não causa a dor. A friagem sentida ao abrir a geladeira logo após tomar um banho quente, o chamado golpe de ar, já foi acusada de provocar paralisia facial. Hoje, não há discordâncias quanto a isto: a paralisia é provocada por um AVC, um derrame cerebral.

7. E gripes e resfriados?

As mudanças de temperatura podem ajudar a desencadear um quadro de resfriado. As gripes porém são transmitidas por microorganismos e independem de mudanças de temperaturas. Gripes e resfriados são doenças muito mais incidentes no inverno do que no verão. Por isso, recomenda-se a vacinação anual, inclusive dos tipos mais graves, como a causada pelo vírus H1N1, e evitar as mudanças bruscas de temperatura, protegendo sempre o corpo com agasalhos. No frio, o nariz e a garganta parecem mais sensíveis quando a pessoa apresenta um quadro de gripe e resfriado. Convém manter a higiene e ficar atento a novos sintomas, que poderão exigir outros medicamentos, sempre indicados pelo médico. Aliás, não se deve automedicar mesmo no caso de um simples resfriado.

8. Como ficar bem disposto nos dias frios?

Os músculos e articulações frequentemente parados ajudam a aumentar sintomas de muitos problemas de saúde, pela perda de flexibilidade. Com o passar do tempo, o sedentarismo tem sido o grande vilão da saúde. Como ninguém quer perder a autonomia quando ficar mais velho, a dica é mexer o corpo agora. Recomendo duas coisas muito simples: fazer alongamento e caminhada, fortes aliados no combate às dores de inverno. Estas atividades físicas são complementares e recomendadas quase que para todas as pessoas, em qualquer idade.

9. Como o alongamento ajuda?

Antes de fazer qualquer exercício físico, o alongamento é essencial e no frio, sua importância é crucial para destravar ossos, músculos e nervos para que o sistema locomotor funcione plenamente e com toda a facilidade. Os exercícios de alongamento são simples e podem ser praticados a qualquer momento. Ao levantar, espreguice e no trabalho ou na escola, estique pernas e braços, evitando ficar muito tempo em uma só posição. A maneira correta de se alongar é observar a postura ereta, posicionando a coluna reta, alinhada com a cabeça (para isto, utilize o queixo como guia: ele deve ficar paralelo ao chão). A partir daí, movimente braços, pernas e pescoço, esticando a musculatura e relaxando. Fique atento ao trabalho de músculos e articulações, que devem ser dobradas e desdobradas. O ideal é fazer alongamento pelo menos uma vez ao dia, todos os dias. Cada movimento, convém ser repetido três ou quatro vezes. No caso do alongamento ser praticado antes e depois da prática esportiva, é recomendável que a sessão dure cerca de dez minutos.

10. Como o hábito de realizar caminhadas pode ajudar?

O hábito de caminhar deve ser mantido em todas as estações do ano. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que a caminhada continue a ser uma prática saudável, mesmo no inverno. É importante saber que a respiração se altera na caminhada no inverno, porque o ar gelado entra pelo nariz e se choca com a temperatura interna do corpo – cerca de 36 graus centígrados. Além disso, ficamos mais vulneráveis a lesões musculares, gripes e resfriados.

E quais os cuidados para caminhar no inverno? Atenção redobrada ao alongamento! O alongamento deve ser feito, no mínimo, por 15 minutos. Mãos, pés e cabeça precisam de estimulação extra. Faça movimentos contínuos para que fiquem aquecidos. Além disso, não esqueça o agasalho, inclusive para as extremidades do corpo. Aconselho a caminhada pela manhã. Em outro horário é preciso proteger a pele porque mesmo no inverno os raios solares são nocivos e, quem mora em cidade grande, pode evitar as horas do meio do dia por causa da poluição do ar.

O exercício mexe com a musculatura e contribui para o bombeamento do sangue para as extremidades. Faça também um alongamento em todo o corpo, como se estivesse espreguiçando. Para esquentar os pés e as pernas, fique em pé, deixe os pés paralelos e role a planta do pé, ficando apoiado nas pontas e depois nos calcanhares, repetidas vezes, e para as mãos, coloque a palma para cima e massageie com o polegar a região do punho, alternando a direita e a esquerda. Caminhar ajuda a aumentar a resistência, o que ajuda a evitar resfriado e gripe. A receita do esquimó é correta: não deixe de movimentar o corpo, mesmo que haja muita neve lá fora.

*Fabio Ravaglia é médico ortopedista graduado pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp), especialista em coluna vertebral pelo Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho (Santa Casa de Misericórdia de São Paulo) e mestre em cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Ele também preside o Instituto Ortopedia & Saúde, organização não-governamental que tem a missão de difundir informações sobre saúde e prevenção a doenças.

**Material encaminhado ao blog pela Printec Comunicação

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*Cirurgia plástica: Sim ou não? Mito ou verdade?

A ditadura da beleza, da magreza e da eterna juventude, leva muitas mulheres aos consultórios de cirurgia plástica, muitas vezes sem necessidade, ou então esperando milagres que são impossíveis de alcançar. Infelizmente, alguns profissionais que não são sérios, prometem maravilhas, mas esquecem que o corpo humano tem um ritmo próprio e que existe uma dinâmica da natureza chamada cicatrização, que varia de pessoa para pessoa. Pensando em esclarecer as dúvidas mais frequentes, a jornalista Márcia Wirth, da MW Comunicação Integrada, preparou uma lista com as perguntas mais frequentes das mulheres que desejam se submenter a uma cirurgia plástica. E quem responde as dúvidas, com conhecimento de causa, honestidade e sensatez, é o médico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.  Abaixo, vocês conferem o material na íntegra e logo no final, os links para o site do Centro, o blog  e o twitter do Dr. Ruben:

É verdade que todas as mulheres apresentam algum grau de assimetria mamária?
A maioria das mulheres apresenta algum grau de assimetria mamária, algumas são mais intensas que outras. “A explicação para este fato é que as mamas não começam a se desenvolver exatamente ao mesmo tempo e com a mesma velocidade. Pode haver uma diferença em seus receptores hormonais. Essa diferença faz com que uma se desenvolva antes da outra, tornando-as diferentes, na maioria das mulheres, mas não em todas as mulheres”.

A nicotina prejudica a cicatrização da cirurgia plástica?
A vasoconstrição causada pela nicotina compromete o processo de cicatrização após as cirurgias. Durante uma cirurgia que envolve o descolamento do tecido cutâneo, há uma natural diminuição da vascularização. Ou seja, a associação desses dois fatores: cigarro + cirurgia potencializa os efeitos negativos sobre a pele. “Além do risco de necrose e gangrena, há possibilidade de abertura da sutura e de a pele voltar a enrugar em razão da menor sustentação dos tecidos. Devido ao seu efeito vasoconstritor, o cigarro reduz a oxigenação do fluxo sangüíneo e retarda o processo de recuperação no pós-operatório”.

Há algum tratamento estético ou cirurgia plástica que faça com a cicatriz da cesárea desapareça completamente?
A correção futura de uma cicatriz de cesariana muito raramente terá um impedimento clínico, mas é preciso aguardar alguns meses antes de indicar um tratamento cirúrgico, pois algumas cicatrizes hipertróficas são classificadas como queloideanas, mas com o tempo melhoram espontaneamente. “Mesmo diante de todos os cuidados, é preciso esclarecer a paciente que  uma cicatriz nunca desaparece, pois este é um fenômeno da natureza que caracteriza uma resposta a uma agressão no tecido da pele. Ocorre que algumas pessoas desenvolvem cicatrizes de tão boa qualidade que são pouco perceptíveis”.

Além de retirar as bolsas de gordura dos olhos, a blefaroplastia contribui também para o fim das olheiras?
Sim, esse procedimento não é indicado para casos em que a pessoa apresenta apenas a região abaixo dos olhos, escurecida. “É preciso que a olheira seja caracterizada também pelo volume extra na região abaixo dos olhos”.

Apesar da maioria do público ainda ser feminino, cerca de 35% dos pacientes que recorrem a cirurgia plástica para fins estéticos são homens. Os dados são da OMS (Organização Mundial de Saúde)

É comum encontrar pacientes que pensam em fazer uma lipoaspiração com o objetivo de perder peso. O procedimento se presta a este fim?
A cirurgia não é um método de emagrecimento. A lipoaspiração é um procedimento destinado a remover apenas gorduras localizadas, como as que se encontram debaixo dos braços, nos quadris e na região abdominal. “É o tipo de gordura que dificilmente pode ser eliminado, mesmo com o auxílio de exercícios físicos e de uma nova dieta”. A partir de 10% a mais do peso ideal, os resultados da lipoaspiração não são tão satisfatórios.

É mais difícil fazer a mamografia em quem usa prótese de silicone nos seios?
A colocação de implantes de silicone com finalidade estética não atrapalha a realização de exames como mamografia, ultra-sonografia e ressonância magnética. “Porém, se os implantes forem muito grandes, pode haver alguma dificuldade na compressão dos seios, diminuindo a qualidade das imagens obtidas e prejudicando o resultado do exame. Vale enfatizar que, na mamografia em mulheres com próteses, é necessário realizar a chamada ‘manobra de Eklund’, em que se traciona a mama, para expor ao Raio X apenas o tecido mamário. Se isso não for feito, a prótese poderá interferir no resultado do exame”.

Próteses de silicone muito grandes podem causar  estrias?
“Além da passagem natural do tempo, a mulher que faz a opção por implantes maiores está sujeita a possíveis danos estéticos e físicos. O primeiro deles é que quanto maior o volume da prótese, maior a probabilidade de surgirem estrias. O segundo é que o excesso de peso pode ocasionar uma projeção do tronco para frente e dores nas costas”.

É aconselhável logo após o parto comprar um pacote de “uma levantada nos seios” com ou sem implantes de silicone, redução da barriga e lipoaspiração?
Não há a necessidade ou a obrigatoriedade de se submeter a uma plástica após o parto. E somente depois de um ano após o parto, é recomendável a realização de qualquer procedimento estético. “Qualquer cirurgia exige cuidados e durante o pós-operatório a mulher ficará com os movimentos limitados. Ela não poderá realizar atividades simples como carregar, amamentar ou dar banho no bebê. É preciso colocar na balança se este tipo de distanciamento do filho vale a pena”.

Os resultados de uma lipoaspiração são permanentes?
“Os resultados obtidos numa cirurgia de contorno corporal, como a lipoaspiração, podem ser permanentes, desde que o paciente mantenha o peso, seguindo uma dieta equilibrada e realize atividades físicas regulares”.

Qualquer cirurgia plástica pode ser feita com anestesia local?
Nem todas as cirurgias podem ser realizadas com anestesia local e esta nem sempre é a escolha mais segura. “Em alguns casos, para se realizar uma cirurgia sob anestesia local, temos de utilizar uma quantidade de anestésico muito maior que a dose máxima de segurança, o que a transforma em um procedimento com mais riscos do que se fosse realizada com anestesia geral. Na realidade, uma mesma cirurgia pode ser realizada com vários tipos de anestesia sem perder a segurança. A escolha do tipo adequado deve ser feita pelo cirurgião e por um anestesiologista, de acordo com o procedimento, a área a ser operada, as condições clínicas do paciente e a própria experiência dos profissionais”.

A cirurgia plástica pode resolver a falta de volume na região glútea?
A flacidez e a queda de pele e do músculo na região glútea podem acontecer devido à falta de tônus muscular, depois de perda importante de peso, devido ao sedentarismo, ou, ainda, pela perda natural de elasticidade da pele devido à idade. “Já a falta de volume na região glútea, problema que também incomoda a muitas mulheres, está relacionada à genética. Devido à falta do volume muscular, a pele e o tecido cutâneo não se projetam e, conseqüentemente, não proporcionam um contorno bonito ao corpo feminino. Além do aspecto murcho, esse tipo de bumbum torna as imperfeições da pele, tais como flacidez, celulite e estrias, mais visíveis. A solução cirúrgica para este caso são as técnicas que valorizam a região, deixando-a volumosa e com projeção”.

Silicone injetável, parafina e a própria gordura das pacientes já foram usados para fazer o aumento dos seios. Estes métodos funcionam? São seguros?
“Estes preenchimentos são condenados pelos especialistas em Mastologia, devido às complicações que causam, como calcificações, que dificultam a interpretação correta dos resultados de exames de rotina”.

Para combater o acúmulo de gordura nos tornozelos, o “cankle”, os americanos já se organizaram e oferecem soluções que abrangem academias de ginástica especializadas a combater o mal, com dietas específicas para perder gordura nesta região do corpo e a lipoaspiração do tornozelo. Estas medidas funcionam?
Não. O equilíbrio estético das pernas femininas dependem de três fatores principais: comprimento, circunferência e forma. “Em geral, este desenho do corpo é geneticamente pré-determinado, mas o problema se agrava com o ganho de peso. Exercícios físicos e  dieta não melhoram esta desproporção”, explica o médico. A lipoaspiração do tornozelo, tão popular nos Estados Unidos, é um procedimento muito delicado. É preciso muita cautela na indicação e na realização do procedimento.

Após a gestação fiquei com o umbigo fundo, é verdade que a cirurgia plástica pode ajudar?
“A plástica não pode mudar a estrutura total do umbigo, mas pode melhorá-lo quando há deformidades”. É indicada para quem ficou com o umbigo fundo após a gestação ou depois de perder muitos quilos, a cirurgia pode ser feita em conjunto com uma abdominoplastia – quando o acúmulo de pele é grande – ou isoladamente, quando há pouca sobra de pele. “Nestes casos, a técnica utilizada pode reduzir o comprimento do umbigo para aproximá-lo ao máximo da musculatura”.

Para saber mais:

Visite o site : www.medintegrada.com.br

Siga Ruben Penteado no twitter: twitter.com/rubenpenteado

Acompanhe o blog do cirurgião: dicadebeleza.wordpress.com

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*Material encaminhado ao blog pela jornalista Márcia Wirth, da MW Consultoria de Comunicação

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Jovens na mira da indústria do cigarro

Cartaz da época de lançamento de Obrigado por fumar

Quem já assistiu ao filme Obrigado por fumar, protagonizado por Aaron Eckhart (as fotos ilustram este post), sabe que a produção de 2006, bastante polêmica na época do seu lançamento nos cinemas, conta a história de um lobista da indústria do tabaco que recebe milhares de dólares por ano para divulgar os “benefícios do cigarro”. Sim, o trabalho do marketeiro, chamado jocosamente de Mercador da Morte no filme, é tentar convencer a sociedade de que cigarro não faz mal. Para isso, são mostradas diversas situações de bastidores da indústria fabricante, inclusive com estudos científicos “sérios” manipulados para desmistificar a ideia de que nicotina é droga, vicia e mata. O filme revela também de que forma a mídia, incluindo o próprio cinema, vêm sendo usada ao longo do tempo para promover uma espécie de way of life de fumantes. Gente bonita, glamourosa, sorridente e com o veneninho entre os dedos, que em nada lembram as deprimentes cenas de gente morrendo de câncer ou bebês abortados, das campanhas do Ministério da Saúde. Recordei o filme, que indico para quem ainda não viu, por causa da matéria abaixo, encaminhada ao blog pela Abead (Associação Brasileira do Estudo do Álcool e Outras Drogas). O texto fala de como as marcas de cigarro conquistam adeptos cada vez mais jovens, usando para isso estratégias de marketing muito eficientes e até fazendo pesquisa de comportamento para descobrir os gostos e hábitos dos seus futuros clientes (dependentes químicos seria mais apropriado). Vale a pena conferir, aproveitando que esta semana o blog aderiu à campanha da OMS, para meter o dedo na ferida.

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Outros posts no blog contra o cigarro:

>>Prevenção à cegueira x tabagismo

>>Ainda é tempo de falar em mulheres e cigarros

>>Cigarro! Para quê?

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*Os jovens são o alvo
Para conquistar novos consumidores, a indústria do tabaco aposta em diferentes fórmulas de produtos e publicidade

Aaron Eckhart, o ator vive um lobista da indústria do cigarro em filme esclarecedor

Festas, baladas, música eletrônica e DJs renomados – o universo jovem é marcado por animação e agito. O estilo das roupas, dos cabelos, a linguagem – cada detalhe busca um conceito e influencia o modo de ser, pensar e agir dos jovens.

A indústria do cigarro sabe que esse público é promissor e que podem ser seus clientes regulares amanhã.  “Pesquisas apontam que os tabagistas iniciam o consumo em média aos 15 anos”, explica Stella Martins, coordenadora do Programa de Atenção ao Tabagista do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), órgão da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Personagens do filme que trabalham para fabricantes de armas e indústrias de bebida alcóolica e cigarro se auto-denominam - numa piadinha entre amigos - de Os Mercadores da Morte

Com a restrição da propaganda direta do cigarro, a publicidade para o jovem ficou mais sofisticada, com o aprimoramento do uso dos pontos de venda. A aposta passou a ser os chamados pontos de venda “ambulantes”. Nessa nova modalidade de propaganda, as empresas promovem festas e divulgam amplamente sua marca como patrocinadora do evento através do estímulo visual dos logos, modelos e promoters, contratadas pelas empresas, segundo relata a especialista Stella Martins. Na oportunidade, os jovens preenchem cadastros que oferecem canais de comunicação, principalmente via e-mail, para a divulgação de novos eventos e brindes promocionais.

“Em todas essas ações as empresas criam uma imagem positiva junto ao jovem, que acabam por associar o cigarro com diversão e prazer. Também vale ressaltar que a indústria do tabaco realizou uma série de estudos para traçar um perfil detalhado desse público. Descobriu, por exemplo, que o adolescente não gosta do sabor do cigarro quando faz a experimentação, por causa do gosto amargo. Para conquistá-los, então, lançou no mercado uma série de cigarros com aromas diversos, que não por acaso possuem teor mais elevado de nicotina, substância responsável pela dependência”, conta Stella Martins.

Dilema moral e manipulação da verdade são o pano de fundo de Obrigado por fumar, que traz ainda a relação de pai e filho. Quando percebe que o filho pré-adolescente está se interessando por cigarros, lobista precisa rever conceitos

Esses e mais dados foram obtidos a partir de documentos secretos, divulgados após uma série de ações judiciais contra as empresas de tabaco nos Estados Unidos. Os relatórios revelam estudos minuciosos e reuniões onde se discutia abertamente táticas para conquistar consumidores. “Até mesmo os aromas e sabores dos cigarros para o público jovem eram estratégicos. O de tutti frute, por exemplo, remetia ao sabor de balas e chicletes, para lembrar a infância”, relata.

Para Stella, evitar essas articulações implica na restrição total da publicidade do tabaco. “Na maioria das províncias do Canadá, mesmo nos pontos de venda os cigarros não ficam expostos ao público, ou seja, o fumante não visualiza nem o cigarro nem a marca. A ausência de estímulo visual tem efeito protetor tanto para o adolescente quanto para quem está parando de fumar, afirma.

*Texto encaminhado pela assessoria da Abead  (Associação Brasileira do Estudo do Álcool e Outras Drogas).

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Prevenção à cegueira x tabagismo

Dividi o post de ontem, sobre mulheres e cigarros, em duas partes, porque senão ficaria em tamanho enciclopédico. Hoje, completo o assunto com outra reportagem, dessa vez falando sobre tabagismo e cegueira, com foco principal na terceira idade. Se ainda tem alguém nesse mundo de meu Deus que precisa ser convencido a parar de fumar, não é por falta de informação que a teimosa criatura persiste no erro, porque Ministério da Saúde, OMS e centros médicos dentro e fora do país não param de alertar, cigarro mata, e quando não mata, provoca diversos estragos no organismo, incluindo roubar-nos a luz dos olhos.

Parar de fumar é apelo para campanhas antitabagistas e de prevenção da cegueira

Deixar o cigarro é fator decisivo no curso da DMRI (Degeneração Macular Relacionada com a Idade)

Se a existência de tantas doenças ligadas ao tabagismo ainda não foi capaz de fazer alguém largar o vício, uma pesquisa inglesa relacionada ao uso do tabaco e aumento do risco de perder a visão traz novos elementos para reforçar a tese do “deixe o cigarro imediatamente”. Uma meta-análise de estudos sobre o efeito do cigarro sobre a saúde humana, reunindo dados de 12 mil participantes, fez uma ligação direta entre uma incidência aumentada de Degeneração Macular Relacionada com a Idade – DMRI -, e uma pior evolução desta doença em idosos fumantes.

Segundo os dados extraídos da pesquisa, as lesões provocadas pela DMRI poderiam ser revertidas, se o tabagismo não estivesse presente no estilo de vida destes pacientes  e uma  pior evolução dos casos poderia também ser evitada, após o diagnóstico da doença, se o paciente abandonasse o cigarro.

Um dado positivo e interessante apresentado pelos pesquisadores ingleses recomenda a inclusão “do ato de parar fumar” nas campanhas de prevenção de cegueira e antitabagistas. Eles relacionam como muito bem sucedida, neste sentido, uma iniciativa na Nova Zelândia, onde além da prevenção de problemas cardíacos e respiratórios, as autoridades de saúde visavam também a prevenção dos problemas de visão ao promoverem campanhas antitabagistas junto à população idosa.

Mapa mostra como a DMRI age no organismo

Uma doença que “pesa na terceira idade” – A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) se constitui, hoje, na principal causa de cegueira no mundo ocidental em faixas etárias superiores a 50 anos. Na medida em que aumenta a expectativa de vida das pessoas, aumenta também a incidência da DMRI no contexto da população geral.

Um importante estudo epidemiológico – Framinghan Eye Study – mostrou que 5,7% dos pacientes examinados, com idade superior a 52 anos, apresentavam diagnóstico de DMRI e que a manifestação dessa doença aumentava significativamente com o avançar da idade, observando uma prevalência de 28% em indivíduos com mais de 75 anos.

“Diversos fatores podem ser associados ou creditados como favorecedores ao aparecimento da degeneração macular. Assim, pessoas de pele clara e com olhos azuis ou verdes, exposição excessiva à luz solar, tabagismo, dieta rica em gorduras são fatores comprovadamente relacionados à maior incidência de degeneração macular relacionada à idade”, diz o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO.

A DMRI consiste, de um modo geral, no envelhecimento do fundus ocular, onde a retina perde gradualmente a capacidade de metabolizar e eliminar suas excretas, deixando que elas se acumulem sob a retina na forma de corpúsculos amarelados, chamados drusas. Em 90% dos pacientes acometidos é observada a forma denominada de DMRI seca ou não-exsudativa, caracterizada, pela observação das drusas. Nos 10% restantes encontramos a forma exsudativa da doença, caracterizada pela observação de drusas além do desenvolvimento de vasos sangüíneos anormais sob a retina – Membrana Neovascular Subretiniana. É a forma exsudativa a principal responsável pela devastadora perda visual central referida à degeneração macular.

“Por ser um importante problema de saúde pública, a oftalmologia tem se debruçado sobre o problema, na tentativa de evitar o aparecimento, conter o avanço e proporcionar a cura da doença”, destaca Centurion.

Investimento em prevenção – Ainda que não haja uma única causa conhecida para a origem da doença, sabe-se que a idade é o principal desencadeador do problema e que existem outros facilitadores da degeneração macular, como por exemplo, o excesso de colesterol no sangue.

“Fumantes têm mais propensão à doença, pois o cigarro acelera a oxidação do organismo e favorece a formação de drusas, que são acúmulos de substâncias nas camadas mais profundas da retina. As drusas são fortes indicativos de que há propensão para a degeneração macular e mostram que o metabolismo está envelhecendo e não tem mais condições de eliminar as substâncias que produz. A exposição à luz solar também pode desencadear a oxidação na mácula, por ocasionar morte celular na região e degenerá-la. Por isso, deve-se, sempre, usar óculos de sol com proteção contra os raios que possam lesionar a retina”, complementa o oftalmologista Juan Carlos Sanchez Caballero, que também integra o corpo clínico do IMO.

Por enquanto, a prevenção da doença é o exame oftalmológico de rotina, que deve ser feito pelo menos anualmente, onde o oftalmologista pode solicitar exames complementares, como a angiofluoresceinografia e a tomografia de coerência óptica (OCT). O auto-exame de retina também auxilia o diagnóstico precoce. Há necessidade de campanhas para a educação dos pacientes, especialmente os idosos, sobre a existência da doença. Outra forma de prevenção está ligada à ingestão de zinco e antioxidantes, como a luteína e o ômega 3, juntamente com a redução da ingestão de gorduras.

“Temos muito a fazer com o objetivo de prevenir o surgimento da degeneração macular. Apoiamos e incentivamos iniciativas antitabagistas devido a comprovada relação entre os piores quadros da doença e o cigarro. Acreditamos também que é  preciso envolver o oftalmologista generalista e o paciente, visando capacitá-los a realizar a detecção precoce da DMRI, quando as chances de melhora da visão e controle da doença são maiores. São necessárias também ações educativas após o diagnóstico da doença, para que o paciente faça o tratamento adequadamente e mantenha a monitorização do olho remanescente ”, diz Juan Caballero.

Para saber mais:
Site: www.imo.com.br
Email: [email protected]
Rede social: twitter.com/clinicaimo

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Outros posts sobre tabagismo no blog:

>>Ainda é tempo de falar em mulheres e cigarros

>>Cigarro! Para quê?

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*Texto produzido pela jornalísta Márcia Wirth, da MW Comunicação, e encaminhado ao blog para publicação

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Ainda é tempo de falar em mulheres e cigarros

Uma amiga me perguntou se o Conversa de Menina não iria publicar nada sobre o tema escolhido esse ano pela Organização Mundial de Saúde para o Dia Mundial Sem Tabaco (31 de Maio). A campanha 2010 da OMS é focada nas mulheres. No começo, pensei em não repetir o assunto cigarro por aqui, porque já escrevi sobre ele e continuo pensando a mesmíssima coisa: faz mal para a saúde e é absurdamente deselegante. Continuo perguntando – Cigarro! Para quê? Mas Bia, minha amiga, tem toda razão: é importante bater nessa tecla, ainda mais com um gancho desses, “mulheres e cigarros não combinam”. E para convencer alguma fumante que por ventura visite o blog, eis uma reportagem muito bem elaborada sobre o assunto. O texto foi escrito pela jornalista Márcia Wirth, da MW Comunicação, e é publicado aqui com a devida autorização.

“Mulher, você merece algo melhor do que o cigarro”

A mulher fumante está exposta a um risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa precoce (em média dois anos antes) e dismenorréia (sangramento irregular)

Neste ano, a Organização Mundial da Saúde, OMS, escolheu como tema para as atividades comemorativas do Dia Mundial sem Tabaco, 31 de maio, “Gênero e tabaco com ênfase no marketing para mulheres“. As ações visam alertar sobre as estratégias que a indústria do tabaco utiliza para atingir o público feminino acerca dos males que seus produtos causam à saúde da população e ao meio-ambiente.

Um cenário preocupante – O futuro da epidemia global do tabaco entre as mulheres pode ser visto nos hábitos das meninas de hoje. Em várias partes do mundo, o consumo de produtos de tabaco entre as jovens tem sido incrementado. O fato aponta para a possibilidade de aumento de prevalência entre as mulheres do futuro, já que os adolescentes que fumam são susceptíveis a se tornarem fumantes regulares na vida adulta. Neste ano, a campanha tem como objetivo chamar a atenção sobre os efeitos  negativos do marketing direcionado para mulheres e meninas.  Nessa perspectiva, a intenção é  mobilizar os 170 Estados Partes da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco, para que proíbam totalmente a propaganda e a promoção de produtos de tabaco, assim como o patrocínio de eventos por esses produtos.

Dados prejudiciais à saúde – O tabagismo feminino reduz globalmente a fertilidade, causando um atraso na primeira gestação. O atraso na concepção reflete-se numa gama de possíveis efeitos adversos na reprodução, como interferência na gametogênese ou na fertilização, dificuldade de implantação do óvulo concebido ou perda subclínica, após a implantação do óvulo.  “Estudos e pesquisas dos últimos anos apontam que o tabagismo materno influi mais decisivamente na fertilidade do casal do que o tabagismo paterno, o que significa que o sistema reprodutivo feminino é mais vulnerável ao tabagismo que o sistema masculino”, afirma o Prof° Dr. Joji Ueno, ginecologista, diretor da Clínica GERA.

A atriz alemã Marlene Dietrich, uma das musas do cinema nos anos 30 e 40, ajudou a popularizar a ideia de que fumar é charmoso. Durante a II Guerra, com os homens no front, a indústria do cigarro voltou suas campanhas para conquistar um novo mercado consumidor. Os fabricantes pagavam grandes estúdios para colocar um cigarro entre os dedos de mulheres lindas e glamourosas como Dietrich, para que ela fosse imitada pelas fãs.

Até algumas décadas atrás, acreditava-se que os efeitos da dependência do tabaco era mais forte nos homens, mas à medida em que novas gerações de fumantes foram chegando verificou-se que as mulheres são igualmente ou mais suscetíveis aos malefícios do fumo, devido às peculiaridades próprias do sexo, como a gestação e o uso da pílula anticoncepcional.

“A mulher fumante tem um risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa precoce (em média dois anos antes) e dismenorréia (sangramento irregular)”, afirma Joji Ueno, responsável do setor de vídeo-histeroscopia ambulatorial do Hospital Sírio Libanês.

O risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e tromboflebite em mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior do que o das mulheres que não fumam e usam este método de controle da natalidade.  Segundo dados do INCA, o tabagismo também  é responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade.

Problemas durante a gestação – Graves complicações na saúde feminina também podem resultar do ato de fumar durante a gravidez. “Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia ocorrem mais freqüentemente quando a mulher grávida fuma”, alerta o médico.

A gestante que fuma apresenta mais complicações durante o parto e têm o dobro de chances de ter um bebê de menor peso e menor comprimento, comparando-se com a grávida que não fuma. Tais problemas se devem, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.

De acordo com dados do INCA, um único cigarro fumado por uma gestante é capaz de acelerar em poucos minutos, os batimentos cardíacos do feto devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular. Assim, é fácil imaginar a extensão dos danos causados ao feto, com o uso regular de cigarros pela gestante.

Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da mãe. “Entre as mulheres que convivem com fumantes, principalmente seus maridos, há um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão em relação àquelas cujos maridos não fumam. Quando a gestante é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro ela absorve as substâncias tóxicas da fumaça, que pelo sangue são repassadas para o feto”, alerta o ginecologista Joji Ueno.

Para saber mais:
Site: www.clinicagera.com.br
Email: [email protected]
blog: medicinareprodutiva.wordpress.com
Rede social: twitter.com/jojiueno

*Texto encaminhado ao blog pela MW Comunicação

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