Saúde & Fitness: Por que é tão difícil mudar o estilo de vida dos pacientes hipertensos?

Essa semana, um colega de trabalho, na casa dos vinte e poucos anos, teve uma crise hipertensiva e precisou voltar mais cedo para casa. Quando ele me contou que sofria de “pressão alta”, e nem tem 25 anos ainda, não acreditei! A verdade é que a doença ataca cada vez mais cedo e requer cuidados. Pensando nesse conhecido, que tão jovem já precisará adotar um novo estilo de vida, selecionei para a coluna Saúde & Fitness deste domingo, uma reportagem sobre a hipertensão. Confiram:

*Por que é tão difícil mudar o estilo de vida dos pacientes hipertensos?

“Mas eu nunca tive pressão alta…”,  afirmam muitos pacientes, como se nascessemos hipertensos… E não o contrário, como se não nos tornássemos hipertensos, ao longo de nossas vidas.

“Saber-se hipertenso pode trazer consigo uma sensação de fragilidade e desamparo diante de uma condição incurável, onde teremos que tomar medicamentos para o resto de nossas vidas”, afirma a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional, em São Paulo.

É compreensível que o ser humano se sinta extremante inconformado com as limitações impostas pelas doenças crônicas. Isso ocorre com o diabetes, com a obesidade e também com a hipertensão arterial.

“Há um estágio inicial, após o diagnóstico, em que as pessoas até tentam seguir as orientações médicas. Mas, com o passar do tempo, o ânimo inicial cede lugar para o cansaço, a dieta restrita em sal, tão importante para o tratamento eficaz, já não é seguida à risca, o uso comedido do álcool sucumbe ao abuso. A prática de atividade física e a suspensão do tabagismo parecem muito difíceis de serem implementadas. “Há uma rebeldia ou uma total negligência aos detalhes já bem reconhecidos como protetores ou facilitadores do tratamento”, diz a endocrinologista.

“Nesse momento, é muito importante que esse paciente possa contar com um médico que possa ser acolhedor o bastante e esclarecedor o suficiente para dar a esse paciente a chance de optar pelo tratamento de maneira bem amadurecida”, alerta Ellen Paiva.

Mudanças que não assustam – Realmente, devemos ser realistas. A vida não poderá mais ser como antes… Mas ela pode ser muito melhor do que antes, se formos maduros e estivermos engajados no nosso próprio tratamento. “Além disso, quando um paciente, na faixa dos  45 – 55 anos fica hipertenso, já não seria em boa hora para ele começar a cuidar melhor do seu peso e da sua ingestão de sal? Já não está na hora de parar de fumar, beber menos, se exercitar mais e finalmente adotar um estilo de vida mais adequado à sua idade?”, questiona a médica.

Os medicamentos para o tratamento da hipertensão arterial estão numa fase de avanço tecnológico que dificilmente não conseguimos normalizar a pressão de um paciente. “Entretanto, mesmo com uma pressão arterial normal, com o uso de vários medicamentos hipotensores, um paciente obeso, sem atividade física, que beba muita bebida alcoólica e/ou fume, poderá não se livrar das complicações crônicas da hipertensão, como o infarto e o derrame. Assim, essas mudanças de hábitos do paciente hipertenso são tão importantes para o tratamento da doença como os medicamentos hipotensores disponíveis no mercado”, destaca a diretora do Citen.

Hoje, para enfrentar qualquer doença crônica que exija mudanças de hábitos, ninguém vai encontrar facilidades. “Mas, o que esses pacientes, muitas vezes, não sabem é que o tratamento eficaz das condições clínicas associadas a estas doenças crônicas é o que garante a normalidade da vida, a coexistência pacífica com a doença”, destaca a endocrinologista.

Saiba mais:

No site – www.citen.com.br

Via Twitter – @Citensp

Por email – [email protected]

*Texto de Márcia Wirth, enviado ao blog pela MW- Consultoria de Comunicação

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Alienação parental: esclarecimento sobre pesquisas

A internet é um meio muito veloz de disseminação de informações. Em questão de minutos, uma notícia, um fato ou um dado torna-se de conhecimento nacional. Isso tem um ponto muito positivo, claro, afinal hoje conseguimos ter acesso a novidades muito rapidamente, mas tem também um vértice negativo, que é a circulação de mentiras e falácias por pessoas com interesses pessoais na proliferação de determinadas informações. O motivo deste post são alguns comentários que recebemos sobre supostas pesquisas a respeito da alienação parental, que teriam sido divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como muitos já sabem, o IBGE é o nosso mais importante órgão de provimento de dados sobre o País. Para quem não tem muita familiaridade com as atividades do órgão, o site oficial é bastante objetivo, indicando que ele “identifica e analisa o território, conta a população, mostra como a economia evolui através do trabalho e da produção das pessoas, revelando ainda como elas vivem”. Fica claro, ante o exposto, que o IBGE nada tem a ver com pesquisas jurídicas e de caráter subjetivo, que estão fora das atribuições do instituto. A missão do IBGE é, em palavras simples, retratar o Brasil, identificando suas especificidades relativas à população, economia e geociências (área territorial, cartografia etc).

A alienação parental é um comportamento antigo, mas a legislação em torno do tema é bastante recente. Muitos pais e mães já viveram na pele, antes mesmo de haver qualquer tipo de regulamentação especial, o drama de ver o filho (a) sendo manipulado pelo outro genitor, a fim de quebrar os laços afetivos e construir sentimentos negativos na criança sobre o pai ou mãe vítimas da alienação. É como se o pai ou a mãe treinasse a criança para ter pavor ou simplesmente deixar de gostar do outro genitor, ou, ainda, dificultar o convívio da criança com o outro genitor. É sempre associado a um sentimento de vingança muito forte e ocorre normalmente durante ou após o processo de separação do casal.

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Outros posts no blog sobre alienação parental
>> Lei da alienação parental vira realidade
>> Alienação parental, uma pesquisa sobre o tema
>> Sobre divórcio, guarda dos filhos e alienação parental
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A questão é que pessoas andam divulgando por aí uma falsa pesquisa supostamente realizada pelo IBGE sobre a alienação parental. Recentemente, inclusive, recebemos – e rejeitamos – dois comentários em um post que publicamos sobre o assunto, trazendo dados absurdos, que não cabem aqui ser reproduzidos pela falsidade da origem. Como já vimos, o órgão não faz este tipo de levantamento. E como a legislação brasileira sobre o assunto é muito recente – a lei foi sancionada pelo presidente Lula no último dia 26 de agosto -, é bem difícil já termos estatísticas locais consolidadas sobre o assunto.

Claro que já temos um panorama sobre o tema, já que as discussões começaram a se acirrar em 1985, quando o médico e professor de psiquiatria infantil caracterizou a “Síndrome da Alienação Parental” na Universidade de Colúmbia (EUA). Os estudos de Gardner trazem dados assustadores: 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental e estima-se que mais de 20 milhões de crianças sofram este tipo de violência. No entanto, estas pesquisas não referem-se ao universo brasileiro especificamente, embora, sim, sirvam de parâmetro para formatar um retrato da síndrome e a sua gravidade e alcance.

No entanto, em termos de Brasil, uma pesquisa quantitativa em torno da alienação parental exigiria uma análise minuciosa de processos judiciais de pessoas condenadas (não em termos jurídicos penais, o condenadas aqui refere-se à identificação, no processo, da prática da alienação parental). Ou, ainda, a pesquisa de algum estudioso no assunto com base em dados fornecidos por especialistas (psicólogos, por exemplo), a partir do diagnóstico feito durante as consultas, determinando-se que aquela criança foi vítima dos excessos do pai ou da mãe, por exemplo.

Assim, meninos e meninas, suspeitem de qualquer pesquisa estranha e confiram sempre se a fonte da informação e o meio divulgador realmente são reponsáveis pelos dados informados. Este assunto requer muita atenção da nossa parte, afinal a maior vítima da alienação parental é a criança, cujo desenvolvimento sadio somos todos responsáveis por resguardar.

Leia mais sobre o assunto:
>> Site Síndrome de Alienação Parental
>> Artigo sobre a alienação parental, pelo advogado Marco Antônio Garcia
>> Lei 12318, que dispõe sobre a alienação parental
>> Síndrome da Alienação Parental, por François Podevyn

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Cabide porta-joias para otimizar espaço

Quem aí não fica doido atrás de espaço para organizar as tralhas em casa? Meu quarto mesmo anda uma bagunça só. Ultimamente tenho buscado peças que sejam capazes de manter minhas coisinhas mais arrumadas e ao mesmo tempo me deixem um pouquinho de espaço livre. É uma tarefa super difícil, principalmente para quem reúne mesa de computador, cama, guarda-roupa, estante de livros e afins.

Hoje, vasculhando o e-mail do Conversa, vi esta sugestão de um organizador de joias que pode ser colocado dentro do guarda-roupa, pendurado em um cantinho. É um verdadeiro cabide de joias. Achei a ideia muito bacana, porque os estojos de joias sempre ocupam espaço. E dá para separar um cantinho do guarda-roupa só para as bijus. O que acharam, meninas? Alguém aí já tem algo parecido?

| SERVIÇO |
Cabide porta-joias
Medidas: 70cm x 37cm
Preço: R$ 37,00
Onde comprar: loja virtual da Espaço Home

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Curtinhas do mundo fashion e seleção para modelos

A coluna Curtinhas do Mundo Fashion desta quinta-feira começa com uma novidade para as meninas  – e meninos – que querem se lançar na carreira de modelo. De 18 a 20 de setembro (neste fim de semana e na próxima segunda-feira), Dilson Stein, o descobridor de Gisele Bündchen, Alessandra Ambrosio, Caroline Trentini e outras tops, estará em Salvador para selecionar new faces. O atendimento da equipe do caça-talentos ocorrerá nos três dias, das 14h às 20h, no Hotel Portobello Ondina Praia (Av. Oceânica, 2275, Ondina). Serão selecionados modelos masculinos e femininos, com idades entre 8 e 25 anos. O valor da inscrição são cinco quilos de arroz. Para se informar sobre detalhes da seleção os telefones são: (71) 9218-8279 / (71) 8724-5820. Confiram outras novidades da coluna:

BODY SPLASH PARA OS DIAS QUENTES

O lançamento é da Korai Cosmética. Trata-se do Body Splash Peach Cream, da linha Dessert. É uma colônia para o corpo com fragrância de pêssego, para usar de dia ou a noite. A Linha Dessert é inspirada no poder de sedução das sobremesas e o produto promete manter a pele hidratada e suavemente perfumada. O valor (200 ml) é R$ 22,90. Pode ser encontrado via SAK Korai (11) 5051-0456 ou no site: www.korai.com.br.

NOVA MARCA DE LINGERIE NO MERCADO

A Superfina é a mais nova marca de lingerie do mercado nacional. Com modelos exclusivos, elaborados por consultoras da marca, o diferencial é que semanalmente, novos modelos são colocados à mostra na loja virtual. A promessa é de peças sensuais, porém práticas e gostosas de vestir no dia a dia, mas sem abrir mão do charme e do glamour de uma boa lingerie. É experimentar para ver meninas! E para quem quiser conferir, o endereço da loja virtual é: www.superfina.com.br. Dá também para seguir as novidades via twitter: @lojasuperfina e mandar email para saber detalhes: [email protected].

COLETIVA DO BARRA FASHION MALL

Produtores do BF Mall apresentam evento. Crédito da foto: Débora Paes - Divulgação

A coletiva de imprensa para anunciar as novidades da 14ª edição do Barra Fashion, evento de moda Primavera-Verão realizado pelo Shopping Barra e Enashopp, em Salvador, aconteceu na última segunda-feira, dia 13, reunindo jornalistas e blogueiros de moda. Este ano, o evento se chama Barra Fashion Mall e acontece de 21 a 26 de setembro, com desfiles, palestras e exposição. Patrocinado pelo Sebrae (também realizador do Bahia Moda Design), o BF Mall tem produção assinada pela Projeto SSA, empresa formada pelo trio Almir Júnior, Marcelo Gomes e Tininha Viana. A top que ilustra a campanha de divulgação é a catarinese Renata Kuerten.

SOMBRA FLUOR, PARA AS REALMENTE OUSADAS!

As cores neon já dominaram os anos 80 com sua extravagância e exageros nos acessórios, roupas e principalmente na maquiagem. Para o Verão 2011, o flúor é tendência de make para as meninas que realmente gostam de ousar no visual (não é necessariamente o meu caso). A Dailus Color, por exemplo, lançou uma linha de sombras flúor, em cores fortes e vibrantes, ideais para usar nas baladas, mas que também podem ser adaptadas para os dias quentes de verão, para quem busca um look irreverente, descontraído e jovial (eu diria bem adolescente mesmo). As sombras em pó flúor da marca são pigmentadas e podem ser encontradas nas cores verde, roxo, amarelo, coral, pink e azul.  Para saber onde encontrar, visite o site:  www.dailus.com.br.

ONDA NAVY PARA OS PETITS

Balneário Glam é o tema escolhido pela equipe de estilistas Kids Company para a nova coleção da marca para a Primavera-Verão 2011. Inspirados no estilo Navy Retrô, os profissionais trouxeram o lifestyle do litoral europeu para as roupas dos petits descolados. O resultado é uma mistura divertida de tendências. Na coleção, as influências marítimas estão representadas através dos elementos aplicados nas roupas como pérolas, cavalos-marinhos, tartarugas, âncoras e nos silks localizados das T-shirts. Nas estampas, poás e listras se misturam com os florais liberty dando o toque retrô às peças. Tonalidades delicadas como verde-piscina, lilás e rosa se misturam às cores “navys” como vermelho, branco e azul, que são as principais da coleção. As peças foram desenvolvidas com tecidos formados por 100% algodão, tricolines, cottons, paetês, viscoses, sarjas, denim, piquês, devorês e ribs. O que mais gostei dos previews é que as roupas são modernas, descoladas, mas deixam as crianças com cara de crianças e não como adultos miniaturizados. Conheça o site da marca: www.kidscompanyonline.com.br

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Microprotesto pelo voto consciente

Alguém aí vai votar em um candidato por causa das ações dele pela cidade em carros de som? Em minha opinião é extremamente irritante ser obrigado a ouvir jingles repetitivos de candidatos nas ruas. O som nas alturas vai disparando aquelas musiquinhas que nada acrescentam à nossa intelectualidade, tampouco à nossa motivação para eleger alguém. Hoje, depois de ser coagida – porque o tal do carro de som decidiu me seguir pela cidade – a ouvir jingles durante minutos seguidos, decidi dar início à campanha de não votar no candidato que adota a poluição sonora como método de conquista de votos.

Para mim, já bastam as barbaridades que são exaltadas nos programas eleitorais, em que todo mundo é gente boa e vai transformar o mundo em um país das maravilhas. Não dá para escolher um candidato porque ele optou por um registro de sequência numérica fácil de decorar, ou porque criou uma musiquinha engraçadinha que ecoa nos nossos cérebros submetidos a “repeats” e mais “repeats” nas ruas, tampouco dá para escolher um candidato pelas promessas que fazem durante a captação do eleitorado nacional. Está na hora de criarmos um mínimo de consciência política.

Que tal começar a votar pelo que o candidato já fez enquanto detentor de um cargo político? Que tal pesquisar o que já foi divulgado sobre ele? O que acha de entrar nos sites institucionais do Senado, Câmara ou Assembleias para analisar a participação de seu candidato nas votações de projetos e verificar quais os projetos de lei que ele tentou emplacar enquanto exercente de cargo eletivo? Precisamos mostrar que estamos mais atentos, mais cuidados e mais exigentes. Queremos à frente do nosso povo, pessoas que realmente defendam, na prática, e não na teoria, a ideologia a que nos alistamos.

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Traça de Biblioteca: dicas de livros de receita

Inspirada pela coluna Receita da Semana, selecionei para a Traça de Biblioteca desta terça algumas dicas de livros de receitas para atender todos os gostos. Dos lights aos amantes da culinária japonesa, passando pelos adeptos dos alimentos cultivados de forma orgânica e sem esquecer ainda um livro sobre vinhos e outro guia especialmente preparado para os petits treinarem e virarem mini mestres-cuca. Podem saborear sem moderação:

500 PETISCOS E ENTRADAS

Entre as 500 receitas de entradas e petiscos você vai encontrar também antepastos, patês e molhos, pratos orientais e de outras partes do mundo, além de saladas fantásticas.  As receitas contam também com orientações sobre equipamentos e ingredientes necessários,variações com diferentes ingredientes para agradar a diversos paladares e fotos ilustrativas de dar água na boca.

Autor: Lauren Floodgate

Editora: Marco Zero

144 páginas

Preço: R$ 44,90

TOFU – RECEITAS DO CHEF

As receitas, deliciosamente criativas e acessíveis do livro vão mostrar como adicionar o tofu a sua dieta sem perder nada no sabor dos alimentos. Experimente os deliciosos pratos vegetarianos, como Pizza de Batata, o Quiche de Cogumelos, Alho –poró e Tofu ou Folhado com Molho dip de Tahine e Salsa. Delicie-se igualmente com o Camarão com Molho de Estragão, Tofu e Mostarda, o Frango e Tofu com Masala, a Carne de Porco, Tofu e Molho de Feijão-preto ou o imperdível Bife com Molho de Roquefort e Tofu. Com fotografias e instruções fáceis de seguir em cada receita, o livro é um guia para o aproveitamento deste rico alimento.

Autora: Wendy Sweetser

Editora: Marco Zero

144  páginas

Preço:R$ 39,00

UM MUNDO DE RECEITAS

O livro ensina as crianças a preparar pratos de todos os continentes de maneira prática e divertida. Por meio de receitas saudáveis e fáceis de fazer, os pequenos chefs vão conhecer as comidas típicas de diversos povos e desenvolver o paladar para a culinária dos quatro cantos do mundo. Seguindo as mais de 50 receitas do livro, é possível fazer o succotash, um prato indígena muito apreciado nas Américas; os scones, famosos bolinhos ingleses; o bobotie, uma torta originária da África do Sul; o tabule, salada típica do Oriente Médio, além do conhecido e tradicional macarrão tailandês. Com instruções fáceis de seguir e belas imagens coloridas, o livro traz técnicas de corte de carnes, legumes e frutas que facilitam o preparo dos pratos, além de mapas e dados sobre a cultura das diferentes nações, proporcionando uma deliciosa viagem gastronômica pelos mais variados países.

Autora: Abigail Johnson Dodge

Editora: Publifolha (O800-140090 ou pelo site www.publifolha.com.br)

128 páginas

R$ 47,00

VINHO – COMO COMPRAR, ESCOLHER E DEGUSTAR

O livro é um guia prático para todos que gostam de vinho, mas entram em pânico quando se vêem diante de muitas garrafas. O australiano Matt Skinner é um sommelier diferente. Com seu estilo descontraído, o autor que também é skatista  e surfista, entrou para o ramo de vinhos por acaso. A paixão pela bebida começou quando era balconista de uma loja especializada em vinhos. O dono o estimulou a estudar, ele ouviu, e logo se mudou para Inglaterra onde acabou sommelier do restaurante Fifteen de Jamie Oliver. No livro, Skinner conduz o leitor na compra com mais acerto, seja andando nos corredores de um supermercado ou dissecando uma lista de vinhos. Explica como entender os rótulos, escolher taças, como degustar, servir, escolher o saca-rolha ideal, acertar na temperatura, distinguir o cheiro e o gosto, ensina as regras de harmonização, como, onde e por quanto tempo armazenar a bebida e ainda dá dicas de investimento e bem-estar.

Autor: Matt Skinner

Tradução: Lizandra Magon de Almeida

176 páginas

Editora: Larousse do Brasil

Preço: R$ 59,90

RECEITAS COM OVOS

O ovo é um alimento de grande valor nutritivo. Contém proteínas de excelente qualidade, vitaminas, lipídios, minerais como o ferro, zinco e colina, uma substância essencial para a saúde do cérebro.  Considerado de forma equivocada um vilão das dietas, o ovo é pobre em sódio e tem apenas 78 calorias. Michel Roux – um dos chefs mais aclamados do mundo – apresenta mais de 130 receitas que farão o leitor se deliciar com pratos clássicos como o Molho Holandês, Ovos Benedict, Suflê de Limão e Omeletes fantásticos como o Enrolado ao estilo tailandês com truta defumada e o de Mexilhões e cebolinha.  Roux proporciona ao leitor também, novas combinações de sabor de forma mais light e dá dicas práticas, essenciais e modernas para quem quer explorar todas as delícias feitas com ovos. O livro está dividido em 15 capítulos entre eles Omeletes, Crepes e massas leves, Massas doces e macarrão, Ovos ao forno, Sorvetes, Molhos e temperos, Ovos fritos e Ovos cozidos e mollet; neste último, Roux revela que ovos cozidos moles são uma deliciosa entrada e costuma adicioná-los a uma salada de rúcula. O chef ainda dá dicas de como cozinhar devidamente o ovo e apresenta deliciosas receitas como ovos cozidos moles com um pot-pourri de sabores, ovos cozidos moles com baunilha, caramelo e brioche e o ovos mollet em ninhos de tomate com pepino crocante.

Autor: Michel Roux

Tradução: Maria Suzette Casellato

Editora: Larousse do Brasil

304 páginas

Preço: R$ 59,90

CULINÁRIA JAPONESA

O livro apresenta receitas da cozinha do Japão para fazer em casa, com explicações sobre os ingredientes, as técnicas de preparo mais utilizadas e as principais receitas de base, como arroz para sushi, missoshiru e omelete japonesa. Traz  ainda uma introdução sobre o mundo da gastronomia oriental, com informações úteis sobre os utensílios e o modo de fazer receitas de aperitivos, sopas, carnes, peixes, cozidos e grelhados. Ricamente ilustrado com belas imagens dos pratos, ensina a fazer temakis, niguiris, hossomakis, guiozas, sukiyaki e pratos como o lamen frito com frutos do mar e o pato ao vapor, além de diversas sobremesas. Acompanhado de um CD com músicas típicas do país, para o leitor se inspirar e entrar no clima, conta com mais de 70 receitas ilustradas e 12 sugestões de cardápios que combinam pratos para ocasiões especiais.

Autora: Emi Kazuko

Editora: Publifolha

216 páginas

R$ 49,90

SABOR DAS ESTAÇÕES

A publicação foi elaborada pela Fundação Mokiti Okada – FMO e traz 30 receitas indicadas para cada estação do ano para promover saúde física e vantagens para o bolso do consumidor. Sob o princípio “o homem e a terra são inseparáveis”, Mokiti Okada, o autor, diz que o homem deve se alimentar dos produtos colhidos na época, em cada região. O livro também acompanha tabelas de sazonalidade de frutas, legumes e verduras, bem como nutricional, pirâmide alimentar, dicas para se obter e manter a verdadeira saúde e informações sobre a importância de atividades e exercícios físicos.. O livro está disponível na loja virtual: www.fmo.org.br.

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Receita da Semana: Bolo de cenoura com doce de leite

Fiz uma descoberta gastronômica no último final de semana: bolo de cenoura com cobertura de doce de leite e coco ralado, que é mais interessante que aquele coberto com o tradicional chocolate. A invenção (se alguém já conhecia, perdoe, mas para mim é uma novidade) foi do cozinheiro do restaurante da empresa onde trabalho. O sabor do doce de leite com coco é menos invasivo que o gosto do chocolate e cria uma harmonia com o bolo, que por ser de cenoura, tem sabor peculiar. A cobertura achocolatada esconde o gosto do bolo, principalmente quando o chocolate é misturado com leite condensado. Além disso, a junção de cenoura, coco e doce de leite dá uma aura de guloseima do Nordeste, com cara de Festas Juninas (adorooo!!). Pessoalmente, gostei muito da combinação. Lógico que eu não ía perder a chance de trazer a descoberta aqui para a Receita da Semana. Parafraseando o poetinha Vinícius: “as meninas mais lights que me perdoem, mas bolo é fundamental”. Anotem a receita e me digam depois se gostaram…

Bolo de Cenoura com Doce de Leite e coco ralado

1/2 xícara (chá) de óleo

3 cenouras médias raladas

4 ovos inteiros

2 xícaras (chá) de açúcar

2 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 colher (sopa) de fermento em pó

Bata no liquidificador a cenoura com os ovos e o óleo, acrescente o açúcar e bata mais, por uns 5 minutos. Depois, numa tigela, coloque a farinha de trigo e despeje a mistura batida no liquidificador, mexendo bem, até ficar homogêneo. Por último, acrescente o fermento aos poucos, e vá misturando tudo. Unte uma forma redonda e polvilhe com farinha de trigo, despeje a massa e asse em forno pré-aquecido em 180ºC, por mais ou menos 40 minutos. Depois que o bolo estiver frio, tire da forma e com uma espátula vá colocando o doce de leite (pode ser daqueles de pote, que vende no mercado) e espalhando de maneira uniforme na superfície do bolo. Por fim, polvilhe o coco ralado para dar o toque final. Se o coco for ralado na hora, molhadinho, fica mais gostoso.

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Evento sobre pesquisa, ativismo e políticas LGBT em Salvador

Neste domingo, enquanto a Parada Gay bomba no centro de Salvador reunindo homo e heterossexuais que defendem a cidadania e o direito a livre expressão da diversidade sexual (veja fotos aqui), aproveito para anunciar um evento nacional que a capital baiana vai sediar esta semana, sobre pesquisa, ativismo e políticas LGBT.

A partir da próxima quarta, dia 15, até a sexta, 17, a Saladearte Cinema do Museu, no Corredor da Vitória, vai sedir o Stonewall 40 + o que no Brasil?, promovido pelo Grupo Cultura e Sexualidade, da Universidade Federal da Bahia (CUS/CULT/UFBA). A atividade irá discutir e avaliar o movimento LGBT, os estudos acadêmicos sobre a temática e as políticas públicas e identitárias desenvolvidas no Brasil após o marco histórico que deu origem ao Dia Mundial do Orgulho LGBT, em 28 de junho de 1969. Nessa data, a comunidade homossexual que frequentava o bar nova-iorquino Stonewall se rebelou, pela primeira vez, contra a agressão gratuita e constante dos policiais.

Quem quiser participar do evento pode se inscrever até esta segunda-feira, 13, através do email [email protected]. A programação completa está disponível no site: www.cult.ufba.br/cus.

O Stonewall 40 + o que no Brasil? reunirá pesquisadores e ativistas de diversos estados. Ao longo dos três dias do evento, os especialistas discutirão temas como os estudos e movimentos LGBT no Brasil pós-Stonewall, marcadores sociais da diferença (raça, gênero, classe, idade), direitos sobre o corpo e a saúde e desafios políticos atuais. O evento contará ainda com programação paralela que inclui bate-papo com pesquisadores e performances artísticas.

O Stonewall 40 + o que no Brasil? é patrocinado pelo Fundo de Cultura da Bahia, através do Edital LGBT da Fundação Pedro Calmon (Secult).

Aqui, um resumo da história do Stonewall, passado pela equipe de Leandro:

The Stonewall Inn – Na segunda metade da década de 60, o bar nova-iorquino The Stonewall Inn se consolidou como um espaço de homossociabilidade, sendo freqüentado por gays, lésbicas e travestis. Assim como outros clubes gays da época, o local era foco de constantes batidas policiais sob qualquer pretexto. Mas, na madrugada de 28 de junho de 1969, pela primeira vez, as pessoas presentes no bar se rebelaram contra a repressão do Estado. Foram quatro dias de conflito com a polícia que resultaram não somente em diversos manifestantes agredidos e presos, mas no surgimento de um marco para a luta por direitos LGBT em todo o mundo.

Quem promove o evento?

O Grupo de pesquisa Cultura e Sexualidade – Ligado ao Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT/UFBA) e coordenado pelo Prof. Dr. Leandro Colling, iniciou suas atividades em março de 2008. A partir de obras fundamentais do feminismo, da teoria Queer e dos Estudos Gays e Lésbicos, o grupo estuda questões de gênero, identidade e sexualidade. Desde setembro de 2008, tem pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) sobre a representação dos personagens não-heterossexuais nas telenovelas da Rede Globo e no teatro baiano.

Serviço:

O quê: Stonewall 40 + o que no Brasil?

Onde: Saladearte Cinema do Museu (Museu Geológico da Bahia, 2105, Tel: 3338-2241)

Âncora do Marujo – Av. Carlos Gomes, 804, Centro. Tel: 3329-1833

La Bouche Creperia – Rua Dias D´Ávila, 25ª, Barra.

Bahia Café Aflitos – Largo dos Aflitos, s/nº – Mirante dos Aflitos Tel: 3329-0944

Quando: 15 a 17/09/2010

Quanto: Entrada gratuita na Saladearte, Bahia Café Aflitos e La Bouche Creperia. Os ingressos no bar Âncora do Marujo custam R$3.

Realização: Grupo de pesquisa Cultura e Sexualidade (CUS)/UFBA

E-mail: [email protected]

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Saúde & Fitness: Algumas questões sobre artrite reumatóide

A série Saúde & Fitness foca mais no tema saúde neste domingo, para abordar uma doença que afeta bastante a qualidade vida das mulheres: a artrite reumatóide. O texto abaixo é da jornalista Márcia Wirth, da MW Consultoria de Comunicação, e traz dados de pesquisas recentes, bem como esclarecimentos prestados pelo reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo). Confiram e se conhecerem alguém afetado pela doença, ajudem a disseminar as informações abaixo:

*Três quartos das mulheres que têm artrite reumatóide sofrem dores diárias

Familiares dos pacientes são afetados emocionalmente pelo diagnóstico da doença

Quase três quartos (72%) das mulheres diagnosticadas com artrite reumatóide sofrem com dores diárias, apesar do fato de 75% delas receberem medicamentos para alívio da dor. Os números são de um estudo apresentado por Paul Emery, professor de Reumatologia da Universidade de Leeds, no Reino Unido, durante o Congresso Anual da Liga Européia Contra o Reumatismo. Os dados coletados por Emery abrangem mulheres de sete países: Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, E.U.A. e Canadá.

Segundo a pesquisa, 27.459 mulheres com idades entre 25-65 (média 46 anos) foram recrutadas para o estudo através de um painel de pesquisas on-line, dos quais 1.958 foram elegíveis para análise do preenchimento do questionário, entre 30 de julho e 31 de agosto de 2009. 75% tinham sido diagnosticadas com artrite reumatóide por mais de um ano.

A pesquisa destacou também o impacto emocional, social e físico da artrite reumatóide na vida destas mulheres. As participantes do estudo relataram que sofrem muito com a doença, além das dores físicas, foram relatados sentimentos de distanciamento e isolamento. A doença afeta também as relações íntimas:

– 40% das mulheres solteiras afirmaram que é mais difícil encontrar um parceiro;

– 22% das entrevistadas divorciadas ou separadas afirmaram que de alguma forma, a artrite reumatóide teve um papel na sua decisão de se separar de seu parceiro;

– 68% das mulheres com artrite reumatóide relatou esconder sua dor dos mais próximos;

– 67% disseram que estão constantemente a procurar de novas “ideias” ou “alternativas” para amenizar ou acabar com a dor que sentem.

“Os dados confirmam que a dor física é a questão primordial para as mulheres com artrite reumatóide, mas a doença as atinge mais profundamente, afetando o seu bem-estar físico, social e emocional. O trabalho destaca a complexidade do tratamento destas pacientes. É um processo que vai além do controle dos sintomas ou do alívio da dor”, explica o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo).

Inflamação nas mãos. Doença tem causa ainda desconhecida, mas afeta preferencialmente as mulheres

A adoção de estratégias de tratamento para reduzir a dor, restabelecer a produtividade no trabalho e de gestão do impacto social da artrite reumatóide é de grande importância no manejo clínico desses pacientes. “O estudo aprofundado do impacto negativo da doença e da dor sobre a produtividade laboral das entrevistadas revelou que 71% das entrevistadas se consideravam menos produtivas por causa da artrite reumatóide”, destaca Lanzotti.

O estudo revelou impactos, a longo prazo, da artrite reumatóide sobre a vida profissional:

– 23% das entrevistadas pararam de trabalhar;

– 17%  informaram  uma redução na jornada de trabalho.

Família e amigos sofrem também – Outro estudo apresentado, durante o Eular 2010, destacou o sofrimento psíquico de familiares e amigos de pacientes com artrite reumatóide. A autora da pesquisa é Julie Taylor da Universidade de West England, em Bristol, Reino Unido.

Taylor e sua equipe de pesquisadores entrevistaram familiares de pacientes com artrite reumatóide, visando avaliar seus sentimentos no momento em que seus familiares foram diagnosticados com a doença e a forma como eles conviveram com o diagnóstico, com o passar do tempo. Após a análise dos dados, os pesquisadores relataram que os familiares de pacientes com artrite reumatóide relataram os seguintes problemas:

• Emocionais: de uma maneira geral, os familiares expressaram uma tristeza imensa e uma perda de significado “no conceito de futuro”, tanto em relação a si mesmos, quanto em relação ao familiar doente;

• De adaptação: vários entrevistados disseram esperar uma cura para a doença. Mas, após um tempo maior de diagnóstico da doença, os familiares reconhecem que a pessoa afetada e eles mesmos continuarão a conviver com a artrite, durante toda a vida do paciente;

• De enfrentamento: os familiares relataram sentimentos de rejeição, desamparo e ocultação, tanto da condição de saúde do familiar doente, quanto dos impactos que a doença provocou ao relacionamento familiar;

• De falta de apoio e informação: a maioria dos entrevistados revelou-se relutante em participar de um grupo de apoio específico sobre a doença, apesar de reconhecerem sua importância.

“Os resultados desta outra pesquisa servem de alerta para os profissionais de saúde. Apenas uma equipe multidisciplinar de atendimento é capaz de suprir todas as necessidades do paciente com artrite reumatóide e sua família”, defende o diretor o Iredo.

O diagnóstico das doenças reumáticas pode ter um impacto muito negativo na vida familiar. Muitas associações que lidam com o tema, como a inglesa Arthritis Care e a portuguesa ANDAR realizam estudos com os familiares onde são relatados comumente sentimentos de desesperança e de descrédito no futuro.

A prática regular de atividade física previne o surgimento de artrites e reumatismos, bem como da dor crônica, mas um paciente acometido de uma doença como a artrite reumatóide, que é degenerativa, só pode se exercitar de acordo com orientação médica e a depender do grau da doença

Geralmente, após o diagnóstico da doença, a  família não só têm de aprender novas habilidades para prestar cuidados físicos ao paciente, mas também se vê obrigada a ajustar atitudes, emoções, estilo de vida e  rotina.

“Essas associações e grupos de apoios têm papel relevante no tratamento da artrite reumatóide, pois oferecer apoio e suporte à família do doente crônico é tão importante quanto tratar este paciente. É uma das vertentes do tratamento. Um ambiente familiar mais harmonioso favorece muito o tratamento e o controle da doença crônica”, defende o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti.

Para saber mais:

Visite o site www.iredo.com.br

Leia o blog vivendosemdor.wordpress.com

Ou siga no twitter: @sergiolanzotti

Para esclarecer dúvidas: [email protected]

*Texto enviado para o email do blog por MW Consultoria de Comunicação e publicado mediante autorização, desde que citada a fonte e respeitada a integridade do material.

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Acelere nos detalhes do Rallye do Batom

Penélope Charmosa, madrinha das pilotos

Twittei essa semana, mas o assunto merece bem mais que 140 caracteres, por isso, aqui vão os detalhes sobre a 18ª Edição do Rallye do Batom. Se você é de fora da Bahia, é o seguinte: lembram da Penélope Charmosa, do desenho Corrida Maluca? Pois bem, imaginem dezenas de penélopes, todas muito fashions, maquiadas e aventureiras, competindo em uma prova de automobilismo em que só as meninas pilotam e os meninos podem atuar só como navegadores em algumas modalidades. Pois bem, isso é o Rally do Batom.

Mas, como eu ia dizendo (melhor, escrevendo), as inscrições para a 18ª edição da prova mais charmosa do automobilismo baiano estão abertas para as moças que adoram um esporte radical, mas não descem do salto nem se o jipe atolar numa lama braba. A competição (na verdade está mais para uma animada festa de luluzinhas com alguns bolinhas convidados), acontece no dia 25 de setembro, com largada às 9h, na praia de Jardim de Alah, em Salvador e chegada às 14h, no Catussaba Resort Hotel, em Stella Mares, onde será servida a feijoada para recarregar as baterias das competidoras (e dos có-pilotos, coitados).

Não fique aí pensando você que é só pegar a pista reta da orla de Salvador para se deslocar de uma praia à outra. Não minha filha, o negócio é na base da trilha, do GPS, da lama e da adrenalina. As trilhas deste ano percorrerão os municípios de Lauro de Freitas, Simões Filho, Dias D’Ávila e Camaçari (todos na região metropolitana de Salvador). São cerca de 100 quilômetros, em quatro horas de aventura, contato com a natureza e umas pirambeiras no meio do caminho, para dar o gostinho de uma legítima Indiana Jones de saias, mas não vale dar chicotada no navegador!

Atenção, o Rallye do Batom é uma competição de mocinhas elegantes, por isso, nada de agir feito o Dick Vigarista da Corrida Maluca

Segundo a assessoria do rallye, o negócio já está tão animado que nas primeiras 48 horas de inscrição, 40 duplas confirmaram presença no evento. As duplas são formadas por duas mulheres, ou, como dito acima, um homem como navegador e uma mulher na pilotagem. No ano passado, o rallye reuniu 200 duplas!

As inscrições acontecem até o dia 21 de setembro, pelo site www.rallyedobatom.com.br. Para se inscrever nas categorias Batom 4×2 e Batom 4×4 (onde só é permitido duplas femininas) é preciso doar 30 quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal, fubá, farinha e milho de pipoca) e pagar R$40,00 (pelo GPS). Para se inscrever nas demais categorias, onde os meninos entram, a dupla deve doar 40 quilos de alimentos e pagar R$40,00.

Após o encerramento do prazo de inscrições, as duplas que competirão em qualquer uma das modalidades terão que desembolsar mais R$ 100,00. Existem apenas 100 vagas para Zequinha (o carona que fica só na peruagem), sendo que no carro podem ir, no máximo, dois zequinhas por veículo e cada um paga uma taxa de R$ 100,00.

As mulheres e seus acompanhantes competirão nas categorias: Graduado (Misto 4X4); Turismo (Misto 4X4, Misto 4X2); Expedition (Misto 4X4); e Convidados. As modalidades Batom 4X4 e Batom 4X2, lembrando, são exclusivas para duplas femininas. E não vale disfarçar o maridão com peruca e scarpin!

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