Nas unhas: Hong Kong (Ana Hickman)

Fiquei um pouco decepcionada com o Maysa, da La Pogee. É que no segundo dia, o brilho do vermelho já tinha desaparecido completamente e ficou parecendo que havia pintado a unha há dias e já estava na hora de trocar de esmalte. Mas resolvi o problema passando por cima do esmalte uma base fosca. Como eu queria um brilho discreto, optei pela base fosca para homens da Risqué. Lembrando que ela não é uma cobertura com efeito matte, mas uma base sem muito brilho, desenvolvida especialmente para os rapazes que gostam de cuidar das unhas, mas preferem não sair por aí com os dedinhos brilhando e reluzindo ao sol.

Ando percebendo também que a vida útil dos esmaltes em minhas mãos é de três dias. Mas com o Maysa foi um pouco diferente. Como passei a base fosca por cima dele logo no segundo dia, acredito que isso tenha interferido na durabilidade do esmalte nas unhas, porque no terceiro dia ele estava super intacto e ainda com o brilhinho que havia passado na véspera. Sem base por cima, no entanto, acho que não seria muito diferente dos outros que usei nos últimos dias, como o Hits Speciallità 368 e o pedra granada da Risqué.

Para os próximos dias, pulei a ordem que havia estabelecido anteriormente. É que adquiri mais umas corzinhas e, dentre elas, o Hong Kong da Ana Hickman, que é um tom nude, cor de areia. Como estava dias seguidos de cores fortes nas unhas, decidi voltar à adolescência, quando nutria uma paixão grande pelos esmaltes em tons areia e costumava pintar as unhas seguidamente da mesma cor. Ele é bem lindinho, super discreto. Fiquei com muita vontade de colocar uma cobertura matte nele, mas, meninas, ainda não tive tempo de passar lá no Itaigara nem no Centro para comprar e experimentar.

Particularmente eu gostei bastante. Achei o tom bem delicado. Passei três camadas, para ficar a cor mais fechadinha, porque o esmalte é transparente. O detalhe é que não havia observado isso ao comprá-lo, mas fiquei satisfeita, porque terei a opção de passar três camadas para ficar com toda a unha coberta ou passar apenas uma camada para dar só um toque, na hora em que a pressa falar mais alto. Também achei super tranquilo de limpar e agora adotei definitivamente a técnica de pintar uma mão inteira para só em seguida me preocupar com a outra. Não sei se é o normal entre vocês, mas é que acho mais simples.

E mal pintei as unhas já estou pensando na próxima cor (hahaha) que vou usar (e não é que isso vicia mesmo????). Estou em dúvida se radicalizo completamente e coloco um preto nas unhas, com o Dragão Negro da Ana Hickman, ou se mantenho o clima fofura e entro nos tons de rosa, escolhendo entre o Ana Maria (La Pogee) e o Sexy (Colorama). Ah, me esforçarei para tentar comprar a cobertura matte nos próximos dias. Espero que sobre um tempinho para fugir da rota diária. E se vocês quiserem me ajudar a sanar a dúvida da cor e dar sugestões sobre o próximo “nas unhas”, vou adorar!!! Beijos, meninas, e até mais!!!!

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Traça de Biblioteca: “De volta com dicas para os petits”

Outra série que retomamos no blog após um intervalo é  a  Traça de Biblioteca, com dicas de livros, resenhas e lançamentos do mercado editorial. A ideia surgiu devido ao interesse em comum por literatura. Gio, por exemplo, foi repórter de cultura por muito tempo. De minha parte, sempre fui leitora voraz, desde criança. Também faço parte da Skoob, rede social de leitores que tem crescido em progressão geométrica na internet e a qual nossa terceira “menina”, Alane,  aderiu há pouco tempo. Recentemente, pesquisa da CBL (Câmara Brasileira do Livro) mostrou que o índice de leitura entre os brasileiros está aumentando. Para estimular o gosto pelo mundo das palavras, eis algumas dicas de novidades de literatura infanto-juvenil. Escolham o seu, corram até a livraria ou biblioteca mais próxima e divirtam-se:

FLAVIA DE LUCE E O MISTÉRIO DA TORTA
Este é o primeiro volume da série da detetive mirim Flavia De Luce,  que já foi publicada em 27 países.  A personagem principal é uma garota de 11 anos que vive numa man­são em estilo vitoriano na Inglaterra da década de 1950. Especialista em venenos, Flavia é uma versão pré-adolescente do Sherlock Holmes de Sir Arthur Conan Doyle. Ela se torna detetive a partir de um crime que acontece dentro de sua casa. Os leitores podem conhecer um pouco da personagem pelo mundo, através dos vídeos no hotsite criado especialmente para o livro www.editorasaraiva.com.br/flaviadeluce, além de trocar comentários entre os leitores.

Autor: Alan Bradley

Tradução: Ricardo Gouveia

Editora: ARX

352 páginas

R$ 39,90

Coleção Crianças Famosas: a infância de 14 gênios da música

Alemanha, Áustria, Brasil, França e Rússia. Esses países são os pólos de onde os maiores músicos da história vieram. Esses artistas, que marcaram época e são ouvidos até hoje com admiração, estão retratados de forma lúdica, educativa e divertida nas páginas da Coleção Crianças Famosas, da Callis Editora.

Os livros mostram como foi a infância de Mozart, Cartola, Beethoven, Bach, Brahms, Carlos Gomes, Chiquinha Gonzaga, Chopin, Handel, Haydn, Schubert, Schumann, Tchaikovsky e Villa-Lobos. Os textos  são das autoras Ann Rachlin, Nareide S. Santa Rosa e Edinha Diniz, acompanhados por ilustrações de Ângelo Bonito e Susan Hellard. A Coleção é destinada a crianças a partir de 7 anos.

Serviço:
Coleção Artistas Famosos
Callis Editora
Autores: Ann Rachlin, Nareide S. Santa Rosa e Edinha Diniz
Ilustração: Angelo Bonito e Susan Hellard
24 páginas cada volume
Preço sugerido: R$ 19,90 cada volune

Conheça alguns volumes da série:

CARLOS GOMES
Compositor de valsas, quadrilhas e polcas com apenas 15 anos. Com 23, já apresentava concertos. O único brasileiro a ter seu trabalho apresentado no Teatro Alla Escala, em Milão, na Itália. Este é Carlos Gomes, um dos maiores ícones da ópera brasileira. O título traz detalhes sobre a infância do artista, que nasceu em uma pequena vila, em Campinas.

BACH
O talento de Johann Sebastian Bach é mundialmente conhecido. O que poucos sabem foi como o menino foi criado por seu irmão, Christophe, que o ensinou a tocar cravo. Essas e outras curiosidades compõem o livro da Coleção Crianças Famosas.

MOZART
Quando Wolfgang Amadeus Mozart pediu a seu pai, Leopold, para tocar o cravo, foi reprimido em razão da sua idade. Foi só quando o pai ouviu Mozart tocando sozinho, aos cinco anos, que percebeu o gênio musical que ele era. A história da criança que entrou para a história é contada nas páginas do livro Mozart, da coleção da Callis.

BEETHOVEN
Francês, latim, italiano, matemática… Ludwig van Beethoven não era um dos melhores alunos da escola. No entanto, quando tocava, ninguém mais se lembrava das notas baixas: era só admiração. As trapalhadas e evoluções do músico são assunto do livro Beethoven. Particularmente, esse é o meu compositor preferido. Mais que recomendado!

Coleção de literatura infantil “Eu amo”

Como os escritores inventam os personagens? Os autores escrevem à mão ou no computador? Será que eles lêem muito? No momento da leitura, essas perguntas geralmente instigam a criançada. Para o escritor e desenhista Ziraldo, de tanto ler, sua cabeça virou um ninho de ideias. Já a autora Ruth Rocha diz que as suas histórias são baseadas nas próprias lembranças. Essas são algumas curiosidades da coleção “Eu amo”, da escritora e psicóloga Iris Borges, editado pela Callis, lançada no México, em espanhol, e no Brasil. Os volumes trazem de forma simples, lúdica e divertida histórias sobre o fascinante mundo da leitura, desde a hora que o escritor inventa a história até o livro sair prontinho da editora. Obras de artistas como Di Cavalcanti e Caravaggio, e caricaturas engraçadas de escritores como Cecília Meireles e Monteiro Lobato, deixam a coleção ainda mais divertida.

Serviço:

Coleção Eu amo

Callis Editora

Autora: Iris Borges

Sugestão de preço: R$ 29,90 cada volume

Conheça algumas obras da série:

EU AMO ESCRITORES
“Na imaginação dos escritores, tudo é possível. E, quando se visita a casa deles — o livro —, é como se a nossa imaginação conversasse com a
imaginação deles. Que tal fazer uma visitinha a esse mundo incrível?”

EU AMO ILUSTRADORES
“Há dois jeitos de mergulhar na leitura. O texto, cheio de palavras e poesia. E as ilustrações, com as imagens e… mais poesia! Os ilustradores são como mágicos, que criam uma história, cheia de cores e formas novas. E tudo isso só pra gente se encantar”.

EU AMO BIBLIOTECAS
“Tem de tudo na biblioteca. Pirata, fada, bicho que fala, gente que voa, romance e aventura. Tem mundos inventados e fatos que
aconteceram de verdade. Mas, o mais importante: tem a vontade da gente de conhecer, se encantar e viajar na fantasia.”

EU AMO EDITORAS
“Uma ideia vira uma história na cabeça, que vira um monte de papéis, que vira um livro lindo, cheio de ilustrações e de aventuras. E, fazendo isso tudo acontecer, estão as editoras e o carinho das pessoas que trabalham com os livros.”

A PEQUENA DITADORA

O jornalista Luciano Trigo dedica este livro aos pais e professores que andam desesperados para dar limites aos pequenos. Numa linguagem simples e divertida e com ilustrações de Alê Abreu, o livro conta a história de uma menina que quer mandar em tudo e em todos. O lançamento é da Galerinha Record (www.galerinharecord.com.br).

Autor: Luciano Trigo

Ilustrações de Alê Abreu

Editora: Galerinha Record/Grupo Record

16 páginas

R$ 32,90

CURIOSIDADES DA NATUREZA DE A a Z

Esta dica tem relação com o meu filho, que sempre foi uma criatura perguntadeira: Quem é o ser vivo mais forte da Terra? Qual o maior deserto do planeta? E a planta mais fétida? Todo mundo que tem espírito curioso tromba com questões como essas em algum momento da vida. Não há limites etários – para baixo e para cima – para quem sempre quer saber mais. E esse é o combustível que inspirou Curiosidades da Natureza de A a Z. Ilustrada por fotos belíssimas, a obra é resultado de uma pesquisa criteriosa realizada pelo jornalista Hélio Gomes, que trabalhou em conceituadas revistas do país, como a Galileu. Para chegar à seleção apresentada em Curiosidades da Natureza de A a Z, Hélio usou como nota de corte a fuga do óbvio. Por isso, o livro não traz informações sobre o tubarão-branco ou a respeito das rosas (dois tópicos interessantíssimos, diga-se de passagem), mas sim sobre o primo bizarro do jacaré, chamado gavial, e a Nephentes rajah, a maior planta carnívora do mundo. Entre muitos outros exemplos, o leitor também conhecerá o ligre, mistura bizarra do leão com o tigre, e a incrível Grande Barreira de Corais, da Austrália, numa incrível sequencia de páginas que flerta o tempo todo com o belo e o bizarro. Isso sem falar no peixe-vela, o peixe mais rápido do mundo; na Salto Angel, a maior queda d’água do planeta; no panda-vermelho, no morcego-nariz-de-porco, em Galápagos, no sapo-parteiro…

Autor: Hélio Gomes

Editora: Europa (www.livrariaeuropa.com.br)

228 páginas

Preço: R$ 49,90

Títulos de Daniel Munduruku lançados pela Callis
O Brasil conta hoje com uma população indígena de aproximadamente 750 mil pessoas. Do total, 350 mil vivem em aldeias e cerca de 400 mil são urbanizados. Em homenagem a essa etnia, a Callis Editora apresenta obras infantis educativas, desenvolvidas pelo especialista Daniel Mundukuru. O autor, filho da tribo Mundukuru, já viajou por vários países para mostrar a importância do índio brasileiro. Entre os títulos do autor produzidos pela Callis está a obra “Coisas de Índio” vencedora dos prêmios Jabuti e da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). O livro, que possui versão para crianças e para adultos, relata detalhes sobre a língua, os jogos, a medicina, a economia e os direitos indígenas. Já nos livros “Histórias que eu ouvi e gosto de contar” e “Histórias que eu vivi e gosto de contar”, Mundukuru conta de forma lúdica e divertida curiosidades da cultura popular brasileira, como a do Boto Tucuxi e do Curupira. Para quem gosta de biografias, a dica é a obra “Márcio de Souza, Ajuricaba”, o líder guerreiro dos manaús que se tornou símbolo e herói das tribos do norte do país ao lutar bravamente contra a dominação dos colonizadores portugueses.

Confira alguns títulos da série:

Livro Histórias que eu ouvi e gosto de contar

Autor: Daniel Mundukuru

Ilustração: Rosinha Campos

48 páginas

Preço sugerido: R$ 23,90

Livro Coisas de Índio

Autor: Daniel Mundukuru

Ilustração: Rosinha Campos

96 páginas

Preço sugerido: R$ 29,90

Livro Ajuricaba

Autor: Márcio Souza

Ilustração: Camila Mesquita

80 páginas

Preço sugerido: R$ 21,90

NO TEMPO DE WARHOL

O livro aborda o Expressionismo Abstrato, a Pop Art e outros movimentos inovadores da segunda metade do século XX. Os trabalhos do menino que era excluído na escola e se tornou conhecido ao dar outro olhar às fotos de Marilyn Monroe, Liz Taylor, Elvis Presley e Che Guevara ilustram as páginas da obra. O livro faz parte da Coleção “Arte ao redor do mundo”, que apresenta ao leitor os principais períodos da arte e os artistas que contribuíram para seu desenvolvimento. Entre os títulos estão representados Michelangelo, Picasso e Renoir.

Autor: Antony Mason

Callis Editora

48 páginas

Preço sugerido: R$ 29,90

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Saúde & Fitness: Contra as dores de inverno, mexa-se!

Depois de um longo período de pausa, a série Saúde & Fitness do nosso blog está de volta com um material bem interessante sobre as dores sentidas durante os dias mais frios do inverno e as formas de prevenir esse desconforto através da prática de exercícios simples: caminhada e alongamento. Quem nos orienta é o ortopedista Fabio Ravaglia, especialista em coluna vertebral e presidente do Instituto Ortopedia & Saúde.

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**Contra as dores de inverno, mexa-se!

*Fabio Ravaglia

O frio, para muita gente, pode trazer problemas como dor nos ossos, nas articulações, na musculatura; sintomas de artrose e de bursite se acentuam; dor de ouvido, dor de cabeça; sem falar nas gripes e resfriados e suas respectivas dores no corpo. O que fazer? Primeiro nem sonhe em ficar parado. Para combater os males do frio sobre o corpo humano, a regra é: mexa-se! Veja a seguir dúvidas muito comuns das pessoas relacionadas ao inverno e como movimentar-se pode evitar diversos problemas, impedindo que o corpo enferruje nesta estação do ano.

1. Pessoas mais magras sentem mais frio?

As pessoas mais magras tendem a sofrer mais com a queda de temperatura, porque a gordura corporal dá uma proteção ao frio. Portanto, sentem mais frio em relação aos mais gordinhos. O corpo humano tem temperatura estável, por volta de 36 graus, dependendo de cada um. Quando faz calor precisa perder temperatura e quando esfria muito é o contrário, há necessidade de ganhar temperatura.

2. As pessoas ficam pálidas no inverno?

Ocorre que, com o frio, os vasos se escondem e o coração passa a bater mais forte para manter a temperatura corporal. Este esforço resulta na palidez do rosto.

3. Os ossos dóem mais no inverno?

Esta é uma pergunta que sempre ouço. A resposta é sim! E há explicação para isto.  É fato que, nos dias frios, aumenta a possibilidade de constrição vascular (diminuição do fluxo de sangue nos vasos do corpo) e a pessoa se encolhe ao sentir o frio, tensionando músculos e nervos. A tendência é de os músculos ficarem mais tensos ou terem contratura, o que ajuda a tornar algumas partes do corpo doloridas. Ficar encolhido pode afetar a postura e provocar dores na coluna. Além disso, nas articulações, o líquido sinovial — que fica mais espesso com o esfriamento do corpo —, pode gerar incômodos também.

Apesar dos poucos estudos sobre o impacto da baixa temperatura no organismo das pessoas, é fato que queixas de desconforto nos ossos, articulações e músculos são muito comuns nos consultórios médicos durante o inverno. O clima frio é um problema mais sério para quem sofre de algumas doenças crônicas. Na área de ortopedia há muitas reclamações de dores nas articulações. Os sintomas da artrose ou da bursite ficam acentuados. Não se sabe ao certo se a responsável por provocar as dores é a temperatura baixa ou a umidade do ar. Sem contar a sensação térmica, que é a temperatura percebida pelo corpo humano diante da conjunção do frio com o vento, que resulta em mais frio do que a temperatura marcada pelos termômetros. O fato é que as pessoas admitem que ficam sem disposição para a atividade física quando faz frio, o que é um erro para a saúde.

4. No inverno, é melhor tratar os problemas no corpo com bolsa de água fria ou quente?

Na verdade, tanto faz. Há uma controvérsia em fisioterapia sobre qual é a melhor opção para tratamento: o uso de calor ou frio? Digo que cada um tem uma função apropriada para cada problema e pode-se usar até alternadamente gelo ou bolsa de água quente ou o calor de lâmpadas. O tratamento com frio é mais completo porque é analgésico, a aplicação diminui a sensibilidade local e reduz a inflamação, quando ela existe. Em todo caso, havendo intolerância ao gelado porque a temperatura ambiente está muito baixa, o paciente pode fazer compressa quente. O calor faz com que aumente a circulação nos vasos associados, melhora a circulação na região e intensifica a atividade. A alternância entre o frio e o calor serve para tirar o inchaço do local.

5. Frio demais dá dor-de-cabeça?

A constrição sanguínea ou a contração muscular podem provocar dores na cabeça. Por isso, convém se agasalhar, usando toca ou chapéu, para manter esta parte do corpo mais relaxada. Dentro deste tema, algumas pessoas sentem dor-de-cabeça quando tomam sorvete, mesmo no verão. A explicação é a mesma: o frio do sorvete afeta a temperatura do sangue e dos músculos e desencadeia os mesmos sintomas de quando a temperatura ambiente não está alta.

6. O choque térmico provoca mesmo doenças?

Aqui a informação é importante, principalmente para quem sofre de doenças reumáticas: a troca de calor para frio ou vice-versa não causa a dor. A friagem sentida ao abrir a geladeira logo após tomar um banho quente, o chamado golpe de ar, já foi acusada de provocar paralisia facial. Hoje, não há discordâncias quanto a isto: a paralisia é provocada por um AVC, um derrame cerebral.

7. E gripes e resfriados?

As mudanças de temperatura podem ajudar a desencadear um quadro de resfriado. As gripes porém são transmitidas por microorganismos e independem de mudanças de temperaturas. Gripes e resfriados são doenças muito mais incidentes no inverno do que no verão. Por isso, recomenda-se a vacinação anual, inclusive dos tipos mais graves, como a causada pelo vírus H1N1, e evitar as mudanças bruscas de temperatura, protegendo sempre o corpo com agasalhos. No frio, o nariz e a garganta parecem mais sensíveis quando a pessoa apresenta um quadro de gripe e resfriado. Convém manter a higiene e ficar atento a novos sintomas, que poderão exigir outros medicamentos, sempre indicados pelo médico. Aliás, não se deve automedicar mesmo no caso de um simples resfriado.

8. Como ficar bem disposto nos dias frios?

Os músculos e articulações frequentemente parados ajudam a aumentar sintomas de muitos problemas de saúde, pela perda de flexibilidade. Com o passar do tempo, o sedentarismo tem sido o grande vilão da saúde. Como ninguém quer perder a autonomia quando ficar mais velho, a dica é mexer o corpo agora. Recomendo duas coisas muito simples: fazer alongamento e caminhada, fortes aliados no combate às dores de inverno. Estas atividades físicas são complementares e recomendadas quase que para todas as pessoas, em qualquer idade.

9. Como o alongamento ajuda?

Antes de fazer qualquer exercício físico, o alongamento é essencial e no frio, sua importância é crucial para destravar ossos, músculos e nervos para que o sistema locomotor funcione plenamente e com toda a facilidade. Os exercícios de alongamento são simples e podem ser praticados a qualquer momento. Ao levantar, espreguice e no trabalho ou na escola, estique pernas e braços, evitando ficar muito tempo em uma só posição. A maneira correta de se alongar é observar a postura ereta, posicionando a coluna reta, alinhada com a cabeça (para isto, utilize o queixo como guia: ele deve ficar paralelo ao chão). A partir daí, movimente braços, pernas e pescoço, esticando a musculatura e relaxando. Fique atento ao trabalho de músculos e articulações, que devem ser dobradas e desdobradas. O ideal é fazer alongamento pelo menos uma vez ao dia, todos os dias. Cada movimento, convém ser repetido três ou quatro vezes. No caso do alongamento ser praticado antes e depois da prática esportiva, é recomendável que a sessão dure cerca de dez minutos.

10. Como o hábito de realizar caminhadas pode ajudar?

O hábito de caminhar deve ser mantido em todas as estações do ano. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que a caminhada continue a ser uma prática saudável, mesmo no inverno. É importante saber que a respiração se altera na caminhada no inverno, porque o ar gelado entra pelo nariz e se choca com a temperatura interna do corpo – cerca de 36 graus centígrados. Além disso, ficamos mais vulneráveis a lesões musculares, gripes e resfriados.

E quais os cuidados para caminhar no inverno? Atenção redobrada ao alongamento! O alongamento deve ser feito, no mínimo, por 15 minutos. Mãos, pés e cabeça precisam de estimulação extra. Faça movimentos contínuos para que fiquem aquecidos. Além disso, não esqueça o agasalho, inclusive para as extremidades do corpo. Aconselho a caminhada pela manhã. Em outro horário é preciso proteger a pele porque mesmo no inverno os raios solares são nocivos e, quem mora em cidade grande, pode evitar as horas do meio do dia por causa da poluição do ar.

O exercício mexe com a musculatura e contribui para o bombeamento do sangue para as extremidades. Faça também um alongamento em todo o corpo, como se estivesse espreguiçando. Para esquentar os pés e as pernas, fique em pé, deixe os pés paralelos e role a planta do pé, ficando apoiado nas pontas e depois nos calcanhares, repetidas vezes, e para as mãos, coloque a palma para cima e massageie com o polegar a região do punho, alternando a direita e a esquerda. Caminhar ajuda a aumentar a resistência, o que ajuda a evitar resfriado e gripe. A receita do esquimó é correta: não deixe de movimentar o corpo, mesmo que haja muita neve lá fora.

*Fabio Ravaglia é médico ortopedista graduado pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp), especialista em coluna vertebral pelo Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho (Santa Casa de Misericórdia de São Paulo) e mestre em cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Ele também preside o Instituto Ortopedia & Saúde, organização não-governamental que tem a missão de difundir informações sobre saúde e prevenção a doenças.

**Material encaminhado ao blog pela Printec Comunicação

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Nas unhas: Maysa (La Pogee)

Como eu já previa, tive um trabalho imenso para tirar das unhas o Hits Speciallità 368. Ele é lindo realmente, durou três dias firme e forte até começar a aparecer o branquinho da ponta da unha. Mas, meninas, dá mesmo um super trabalho de limpar, por causa do glitter, que insiste em resistir bravamente à acetona (rsrsrs). Como eu gostei muito e como ele foi super elogiado, certamente pintarei minhas unhas com ele muito em breve, ainda com todo o trabalho do mundo para retirá-lo. É que vale a pena pelo resultado final.

Passado o feedback, vamos à aposta desta semana: o Maysa, da La Pogee. Ele é um vermelho bem aberto, forte. Passei três camadas (sim, exagero meu, porque duas camadas resolvem). Diria que ele é um vermelho cor de coração (hahaha). Sei que pode parecer uma comparação meio doida, mas se você fechar os olhos e imaginar um coração vermelho, com certeza a grande maioria vai imaginar a cor do coração igual à do Maysa. Além do mais, escolhi ele também por ter o mesmo nome de uma amiga que eu amo muito. Não sei se isso influenciou minha opinião, mas fato é que ele é lindo! 🙂

Depois do problema com o glitter vermelho, fiquei mega feliz ao limpar os cantinhos das unhas pintadas com o Maysa. Embora minha dificuldade com a limpeza ainda persista. E o mais engraçado nisso tudo é que limpo com todo cuidado do mundo e acho perfeito, até tirar as fotos para colocar no blog e perceber que fiz a maior meleca, e que continuo toda manchada de esmalte, e que vários cantos da unha ficaram falhados enquanto outros estão ainda bem sujinhos. Mas, enfim, faz parte do aprendizado. Assim espero pelo menos.

Outra coisa curiosa é que na imagem ficou bem nítida a parte mais clarinha da unha, como se a cobertura não tivesse funcionado direito. Pessoalmente, olhando diretamente as unhas, a marquinha da parte branca não fica tão visível quanto na foto. A consistência do esmalte é bem cremosinha mesmo. Na minha opinião humilde, cremosinha até demais. Na primeira camada, inclusive, a cobertura fica bem fininha. O que significa que se você busca um esmalte para pintar as unhas correndo, na pressa, e usando uma camada só, não acho o Maysa a melhor opção. É isso, meninas, comentem o que acharam! Beijos e até o próximo “nas unhas”.

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Minha bolsa contra o câncer de mama

Minha bolsa Avon/Marimekko é assim

Quando a Hering lançou, nos idos dos anos 90, a campanha O câncer de Mama no alvo da moda, lembro que o must entre adolescentes, atrizes, celebridades e mulheres adultas antenadas com a consciência social no período, era usar a camiseta emblemática da campanha, com o símbolo de um alvo. Não tive a camiseta, mas comprei um pingente de colar, com o mesmo símbolo, e que também tinha renda revertida para a pesquisa da cura da forma de câncer que mais mata mulheres em todo o mundo. Usei esse pingente por anos.

Para relembrar: Julia Lemmertz e Alexandre Borges em campanha da Hering

Pessoalmente, gosto do casamento moda, atitude e consciência. Daí que, uns 15 anos depois do meu pingente, bati o olho na bolsa Avon/Marimekko, cuja campanha é estrelada pela atriz Reese Whisterpoon (Legalmente Loira). Vi na revista de uma colega de trabalho, que é revendedora da Avon. Me apaixonei pela bolsa. É do tipo que combina comigo, grande, para caber o mundo do meu “complexo de tartagura” (saio de manhã trazendo a casa nas costas).

A bolsa custa R$ 39,00 e segundo me informei com a assessoria da Avon, o lucro líquido, de cerca de R$ 20,00, é totalmente revertido para o Instituto Avon, que vai usar os recursos arrecadados com as vendas na construção e aparelhamento de centros de diagnóstico do câncer de mama em cidades brasileiras.

Dos meus tempos de repórter, lembro que os oncologistas que entrevistava sempre me diziam que a melhor forma de cura do câncer de mama é na verdade a prevenção. Ou seja, quanto mais rápido as mulheres descobrem a doença, mais rápido começam o tratamento e maiores as chances de erradicar o problema antes que ele comprometa outros órgãos.

E essa aqui é a versão rosa e cinza

Moda e consciência – A criação da bolsa fashion é da empresa finlandesa Marimekko®, especializada em têxtil. O modelo é exclusivo para a campanha global Avon Contra o Câncer de Mama, da Avon Foundation, realizada no Brasil pelo Instituto Avon. Os temas florais da Marimekko, marca registrada dessa empresa, estampam a bolsa, que tem duas versões: com predomínio de vermelho e outra em rosa e com as alças em cinza. A minha é a vermelha do começo do post. Em 100% algodão, a bolsa mede 40 x 32 x 19 e tem forro e três bolsos internos, para tentar organizar a quinquilharia. O fechamento é com zíper, o que dá uma segurança maior.

Onde encontrar?

A bolsa é vendida nas revistas da Avon ou então no site, no catálogo virtual (acesse aqui). Para saber mais sobre a campanha, visite o site do Instituto Avon: www.institutoavon.org.br. E para saber mais sobre a Marimekko, visite o site da empresa: www.marimekko.com.

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Colorama lança seis novas cores da Nutriverniz

Mais seis cores de esmalte no mercado, meninas. É que a Colorama lançou novos tons da linha Nutriverniz, enriquecida com ceramidas e vitaminas E e B5. São elas: Melancia (vermelho aberto e vibrante); Rosa Mosqueta (rosa puro e romântico); Uva (púrpura intenso); Romã (vermelho rosado); Pimenta Rosa (pink mais fechado); e Açaí (combinação dos tons púrpura e vinho, com suave efeito metalizado). E logo agora que virei aprendiz de manicure!!! Prometo colocar posts no blog assim que tiver adquirido algum deles.

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Serviço: Aula aberta sobre produção literária

Uma informação interessante para quem quer aperfeiçoar o talento literário, ou mesmo descobrir o próprio dom. Neste sábado, dia 24, acontece uma aula aberta, gratuita, do curso de Formação de Escritores, na Livraria Saraiva do Salvador Shopping (no piso L2). A aula é uma homenagem ao Dia do Escritor, comemorado no domingo, e está marcada para começar às 17h, ministrada pelo escritor Gilberto Martins, que também idealizou o projeto.

Promovida pela Câmara Bahiana do Livro e Cultura Editorial, a iniciativa integra o projeto Palavra é Arte. Durante a aula aberta, o público terá a chance de desenvolver métodos para produção literária e obter mais informações sobre a capacitação nessa área. Os interessados em potencializar o talento com a orientação de profissionais, podem ainda se inscrever nas aulas regulares, que ocorrerão a partir do mês de agosto até dezembro de 2010, em local ainda a ser definido (veja serviço no final do post). As turmas regulares terão no máximo 15 alu­nos e o curso irá fomentar a publicação, ao final das atividades, de cerca de 100 trabalhos produzidos pelos alunos em uma coletânea chamada Palavra é Arte, patrocinada pela Cultura Editorial.

SOBRE O CURSO DE FORMAÇÃO DE ESCRITORES

Realizado pela primeira vez em Salvador, o Curso de Formação de Escritores promete, nos cinco meses de aulas, apresentar conteúdos relacionados a todas as etapas da produção textual: Gênero e Tipologia, Linguagem Literária, Construção do Texto Literário (Crônica, Conto, Novela e Romance), Web Writing (Textos para o Universo Virtual), além de diversos aspectos do texto narrativo como Estrutura da Narração, Sequência, Foco Narrativo, Enredo e Personagens.

Para participar da Aula Aberta do Curso de Formação de Escritores é necessário confirmar inscrição através do e-mail [email protected], informando nome completo e telefones para contato. Já os interessados em efetuar inscrição nas turmas regulares do Curso de Formação de Escritores terão de investir o valor mensal de R$200,00.

Quem é?

Gilberto Martins é escritor, autor e organizador de dezenas de títulos, professor de língua Portuguesa, Literatura e produção textual, formado em letras pela PUC de Salvador e pós-graduado na mesma área pela Universidade Salgado de Oliveira, Rio de Janeiro. Atua em pesquisas sobre a capacidade de leitura, para produção de material didático destinado aos alunos da escola pública brasileira – projeto pautado na temática da História e Geografia de mais de 200 municípios de diversas regiões estudadas no país, como São Paulo, Bahia, Goiás, Paraná e Minas Gerais. Além disso, tem se dedicado ao ensino da produção de hipertextos e formação de escritores.

SERVIÇOS:

É grátis!

O quê: Aula Aberta do Curso de Formação de Escritores

Quando: Sábado, dia 24 de julho. Das 17h às 21h

Onde: Livraria Saraiva, 2º piso do Salvador Shopping

Vagas Limitadas!

Informações? (71) 3329-6129 e (71) 8824-5583

***

É pago!

O quê: Curso de Formação de Escritores

Quando: De agosto a dezembro de 2010

Investimento mensal: R$ 200,00

Turmas com 15 alunos

Informações: (71) 3329-6129 e (71) 8824-5583

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**Artigo: Adultos que fazem amigos

Um artigo muito bacana da psicóloga Cássia Aparecida Franco para brindar vocês neste Dia do Amigo. Beijos no coração de todos!

Adultos que fazem amigos

*Cássia Aparecida Franco

“… mire, veja: o mais importante e bonito do mundo é isto; que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas, mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam.”

João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas.

A “pressa diária” para conseguir se organizar e dar conta com competência de todos os nossos afazeres acaba nos tornando “presidiários” de um campeonato da gente com a gente mesmo. Um dia após o outro, repetindo com pressa as tarefas mais ou menos iguais, costuma fazer com que fiquemos um tanto isolados, com a pilha fraca e sentindo um cansaço extremo. O preço disso tudo tem sido muito caro. Os relacionamentos de plástico e a solidão fazem parte dos altos juros que pagamos.

Quando adolescentes sonhamos com um grande amor e depois queremos escravizá-lo em posse. Quando jovens planejamos criar um mundo melhor, mais justo e depois poluímos o planeta sem dó. No começo da vida profissional, queremos um trabalho que nos realize e depois de algum tempo esta realização corresponde a conseguir pagar as contas no final do mês. E olhe lá! Alguns chamam isto de maturidade, onde a ingenuidade é substituída pelo realismo.

Talvez seja útil pararmos para observar se isso não é também um empobrecimento da vida, onde os sonhos congelam ou até encolhem restando apenas migalhas. A correria do dia a dia coloca os sonhos e a espontaneidade num grande liquidificador e ficamos embrutecidos como se o elemento humano fosse um artigo de segunda mão. Quando nos damos conta, sentimos a falta de gente, de relacionamentos significativos, enfim, de ter de amigos. Amigos com quem possamos conversar, ouvir e ser ouvidos, dar apoio e ser apoiado, em uma dança constante de troca e incentivo.

Mas que tarefa mais difícil é essa de fazer amigos na vida adulta. Quem trabalha ainda tem a facilidade de conhecer pessoas no ambiente profissional. No entanto, nem sempre ter muitos contatos irá corresponder a fazer muitos amigos.

Algumas atitudes podem ser de grande ajuda quando se quer plantar sementes que poderão resultar em novas amizades de valor. Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, continuaremos a obter os mesmos resultados. Portanto, mude. A mudança é a única coisa que oferece novas oportunidades. Loucura é continuarmos fazendo sempre as mesmas coisas e esperarmos por resultados melhores.

Assim sendo, criemos diálogos diferentes com aquelas pessoas consideradas por nós como difíceis ou irredutíveis. Colocar-se por alguns segundos no lugar destas pessoas, como se vestíssemos a sua pele temporariamente, pode nos ajudar a entender as suas necessidades. Quem sabe ela não está precisando ser mais ouvida ao invés de criticada? Um bom ouvinte não presta atenção apenas às palavras, mas também à musicalidade da voz e aos sinais de gestos e expressões faciais. É importante que também tenhamos consciência da nossa forma de falar, tanto nos gestos como na melodia da voz. Eles dizem muito mais do que as palavras.

Comprometa-se a dar o melhor de si e responsabilize-se pela comunicação. Nada de ficar esperando que o outro crie boas condições. Desafie-se a abrir boas conversas em terrenos aparentemente inóspitos. Imagine que gostoso poder deixar o seu interlocutor em um estado de animo melhor do que quando a conversa começou.

Evitar julgamentos preconceituosos pode ampliar nossos horizontes enquanto abrimos espaço para perceber a intenção positiva por trás de todos os comportamentos, inclusive dos nossos. Isso abre muitos caminhos.

Lembre-se que todos nós temos aspectos iluminados e aspectos sombrios na nossa forma de entender e atuar no mundo. Com atitudes adequadas, podemos transformar experiências negativas em lições e oportunidades que fazem valer nossas escolhas no mundo.

*Cássia Aparecida Franco é psicóloga e coach. Visite o blog da autora.

**Texto enviado pela Matéria Primma – Assessoria de Comunicação

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>>20 de Julho: Dia do Amigo

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Site dá dicas de como educar sem palmadas

O site da revista Crescer preparou um especial chamado Palmada, não! com respostas às dúvidas sobre o novo projeto de lei que proíbe o castigo físico, sugestões de como criar os filhos sem violência física, artigos e enquete. A Lei da Palmada foi encaminhada ao presidente Lula na semana passada e acrescenta um artigo ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que versa sobre os cuidados na infância e adolescência sem castigo corporal ou tratamento cruel.

A ideia do especial da Crescer é mostrar que existem outras formas de educar um filho que não seja usando a didática do chinelo. Segundo psicológos especializados no desenvolvimento infantil, ao contrário do que reza o senso comum, palmada não é educativa. Impor respeito a um filho e junto com o respeito, estabelecer limites, deve ser fruto de diálogo e do exercício de autoridade, mas que essa autoridade não seja ditatorial.

O problema, na minha opinião, é que os pais acabam não exercendo a autoridade e não mostrando para a criança quem é que está no comando, quem é que orienta e quem tem a última palavra nas decisões. Afinal, uma criança não pode decidir por si mesma o que é melhor para ela porque ainda é um ser em formação. O que essa pessoa vai se tornar no futuro é sim responsabilidade total dos pais ou responsáveis por sua criação. A escola ajuda, até oferece um suporte, mas o ônus é dos pais. Com os adolescentes a coisa complica ainda mais, porque nesse caso, é a maturidade que falta a eles para tomarem conta do próprio nariz. M as na hora de negociar, os pais simplesmente acham mais cômodo ceder.Ou então, ainda há os que acreditam que criar filho é pagar boa escola, oferecer conforto material e realizar todos os caprichos da criança ou do adolescente. Ledo engano!

Sempre digo que criar filhos dá trabalho, uma fórmula mágica ninguém tem. Na maioria das vezes é na base da tentativa e acerto. Mas há que se ter responsabilidade na hora de fazer as tentativas, usar o bom-sendo, sempre, e claro, estar aberto a negociação, mas dentro de um limite. Quem estabelece as regras da negociação são os pais, não as crianças. É um exercício de poder mesmo, mas esse poder tem de ser usado com sabedoria, senão vira repressão. A questão principal, ao meu ver, é decidir quanto do seu tempo você pretende entregar ao papel de mãe ou pai, porque filho é tempo integral, não duvide. Mesmo sem abrir mão de carreira, do lazer, dos momentos íntimos e afins, um filho preenche todo o espaço da nossa vida e cada ato passa a ser reflexivamente construído para garantir o bem-estar mínimo dessa criatura que botamos no mundo.

Voltando à reportagm da Crescer, a revista se antecipa às mudanças da Lei da Palmada e explica por exemplo, por que bater não educa? O que a criança sente quando está apanhando? Quais são as conseqüências da palmada para a vida da criança? O site traz ainda um artigo da psicóloga Rita Calegari e uma entrevista com o autor e psicólogo espanhol Guillermo Ballenato. Ou seja, leitura mais que recomendada.

Sobre a Crescer – A revista orienta mães e pais desde que planejam engravidar até que seus filhos completem 8 anos. Sempre traz reportagens intercaladas com histórias de vida e informações de especialistas para falar com os pais que desejam cuidar dos filhos da melhor maneira, sem deixar de lado o relacionamento afetivo, a profissão e a casa. O site Crescer – www.crescer.com.br – segue a mesma linha, com atualizações diárias e apresenta conteúdo seguro sobre temas de gravidez, saúde, nutrição, comportamento, educação e cultura.

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>>Um tapinha dói mais do que a gente pensa

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Nas unhas: Hits Speciallità 368 (glitter forte)

Minha vida de manicure anda a mil por hora. Passo horas pensando em unhas e pedindo secretamente à fada das unhas que faça uma mágica para acelerar meu aprendizado no quesito limpeza dos cantos. O pedra granada que usei da primeira vez durou uns três dias intacto. No terceiro dia, já dava sinais de que alguma coisa não andava muito bem. A lavagem de cabelo durante o banho foi a gota dágua: o esmalte descascou mesmo, ficou bem feinho… Mas eu me apaixonei de vez pelo efeito fosco dele e estou em busca de alguma cobertura matte que tire o brilho do esmalte (se alguém souber onde vende aqui em Salvador, agradeço a dica!!).

Como já havia decidido seguir a ordem da foto que fiz no post anterior, já sabia qual seria o próximo esmalte da lista: Hits Speciallità 368. Ando meio apaixonada pelo glitter, principalmente depois que o usei em tom dourado para torcer pelo Brasil (veja aqui). Daquele dia em diante, o glitter ganhou meu coração de vez. E ao ver esse glitter forte vermelho na prateleira, não resisti. Mas enfrentei um pequeno probleminha: para quem está começando, limpar os cantos das unhas pintadas com glitter é um trabalho árduo. Em um certo momento, fiquei até com vontade de tirar logo tudo e mudar de cor (rsrsrsrs), mas como estou obstinada a aprender, resisti à tentação e encarei a tarefa.

O esmalte é super grossinho, muito diferente do glitter dourado que havia usado anteriormente (que, na verdade, é mais como um esmalte transparente com pitadas de glitter dourado). O da Hits parece um glitter concentrado. Dá um mega trabalho de limpar (fiquei imaginando como será tirá-lo da unha depois), é verdade, mas no final ele fica lindo. Como eu estou me adaptando à nova realidade de manicure, optei por pintar e limpar uma mão inteira, para depois fazer a mesma coisa na outra. Tudo por medo de ficar banhada em glitter e não conseguir reverter a situação. Mas é tranquilo. Depois que a gente limpa e toma banho, o glitter fica só na unha mesmo.

Quando comprei, fiquei com um certo receio de que a cor fosse mais do tipo “cheguei”. Mas não me decepcionei, pelo contrário. Não sei se vocês conseguem me compreender, é que ele é um vermelho forte com um brilho na medida certa, sem exageros. Achei ele bem elegante, charmoso. Todo mundo que viu, deu uma resposta positiva!! E então, meninos e meninas, o que acharam do resultado?

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