Novos modelos da Grendene Kids

As coleções da Hello Kitty e Ben Ten, da Grendene Kids, estão com novos modelos para dar conforto e charme aos pés das mocinhas e mocinhos. Além disso, a marca acaba de lançar novas coleções inspiradas em personagens do imaginário infantil. Confiram:

Backyardigans – A linha aposta no modelo papete, com olhinhos que se mexem quando o pé se movimenta. Disponível nos tamanhos 17 a 28 e nas cores rosa, rosa e branco, bege e verde, azul e branco. O lançamento nacional está previsto para setembro. Preço sugerido: R$ 27,99

Disney Princesas – Especialista em eternizar personagens e transformar sonhos em realidade, o universo encantado das Princesas da Disney invade o armário das meninas com a nova sapatilha de cristal, enfeitada com pedras brilhantes, em formato de coração. Acompanha o produto, um colar com as mesmas pedras brilhantes do calçado, em formato de coração. A nova sapatilha vem nas cores cinza, cristal, rosa e bege, com numeração de 23 a 34. Lançamento a partir de agosto. Preço sugerido: R$49,99.

Moranguinho Morangomix – Com tiras que proporcionam firmeza à pisada, a nova sandália estampada com moranguinhos tem o conforto como prioridade! Junto com o calçado, as meninas ganham uma tiara super feminina, com uma faixa de tecido, repleta de moranguinho. A cartela de cores da sandália vem em rosa, pink, lilás e  vermelho e a numeração varia entre 23 e 34. Já disponível nas lojas em todo país. Preço sugerido: R$ 44,99

Pucca – A rasteirinha da Pucca vai dominar as calçadas, com um modelo moderno e prático para o dia-a-dia. O solado interno é macio e estampado com guitarras. A cartela de cores tem opções em preto, branco, vermelho, verde, rosa, roxo e as numerações vão de 26 a 36. Já disponível nas lojas de todo país. Preço sugerido: R$ 34,99

Turma da Mônica – A turminha está em sandálias bem femininas e seguras para os pezinhos das pequenas. Disponíveis nas cores azul claro, rosa, vermelho e lilás e nos tamanhos 17 a 27. Já disponíveis em lojas de todo país. Preço sugerido: R$ 22,99

Vila Sésamo –  A papete da linha traz o tom lúdico dos personagens da série como tema para o dia a dia. Para as meninas, a personagem Bel ganha destaque. No modelo dos meninos, o Elmo. Disponível nos tamanhos 17 a 27 e nas cores azul, vermelho e rosa. Lançamento em setembro. Preço sugerido: 24,99

Wolverine – O personagem da Marvel inspira o modelo de papete bem resistente e com alta durabilidade. A ilustração do herói da Marvel na tira frontal deixa o calçado ainda mais charmoso. Como acessório, uma máscara do personagem, ideal para as brincadeiras dos pequenos. As cores variam entre azul, preto e amarelo, preto e cinza, azul e vermelho e os tamanhos vão do 23 ao 36. Disponível nas lojas de todo o Brasil. Preço sugerido: R$ 39,99.

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Porque o importante é ser feliz

felicidadeHoje eu tentei escrever sobre tanta coisa. Comecei diversos posts, sobre diversos assuntos. Apaguei, recomecei, apaguei. Às vezes o assunto chama por nós. Acho que quem escreve sempre passa por isso, aquela sensação de que hoje o tema será aquele especificamente. É por isso que hoje eu vou falar de felicidade, das pequenas coisas, dos detalhes. A correria cotidiana fecha nossos olhos à beleza da simplicidade. Nos envolvemos em rotinas tão cansativas que muitas vezes nem o riso dá as caras em nosso rosto. O semblante cansado começa o dia pouco dormido, as olheiras saltitam dos olhos. Dormimos e acordamos como máquinas programadas. Mas somos humanos. Podem até nos tirar a paciência, o humor, mas não podem nos tirar a condição de humanos. E isso não é pouco, não.

Resolvi falar de felicidade ao perceber o quanto a felicidade tem-se tornado mera palavra listada em dicionário. Sinto as pessoas mais fechadas, mais tristonhas, emburradas. A gente não consegue mais dar conta de tudo o que é preciso. Trabalhar, estudar, cuidar de casa, da família… É muita obrigação para uma pessoa só. No final, a sensação de que não deu tempo de fazer tudo é avassaladora. Quem nunca passou por isso, não é? E no meio disso tudo, o namorado, noivo, marido, paquera… Eu sei que não é fácil. Vivo isso diariamente, nessa correria insana em busca de um lugar ao sol. Mas aprendi a olhar ao redor. E embora as perspectivas não sejam as melhores, ainda assim é possível ser feliz. Porque a felicidade, gente, é feita de momentos. São pequenos momentos que fazem tudo valer à pena.

A gente não sabe como vai ser o amanhã. Vivemos na espectativa de que vamos realizar sonhos que parecem nunca acontecer. E o presente vai passando despercebido, na busca frenética pelo tal do futuro, o salvador, a luz no fim do túnel, a meta. Claro que isso é importante. Mas é tão importante quanto aproveitar os momentos presentes. Sabe aquele amigo com quem você nunca mais falou? Vocês viveram tanta coisa juntos e agora quase não se encontram. Por que não transformar em presente as boas lembranças do passado? Por que não viver essa coisa boa agora, por que não lutar pra tê-lo de volta? FelicidadeAndamos tão entretidos com os futuros projetos que estamos esquecendo de ser felizes agora. O agora é importante. O agora é o futuro do ontem.  É o passo do amanhã. É o presente do hoje.

A felicidade não é um bichinho que anda escondido por aí. É uma construção. Uma construção pessoal de cada um. Às vezes nos basta tão pouco para um riso despretensioso, para um abraço apertado… Mas andamos sempre tão envolvidos com as tarefas diárias que esquecemos disso. Esquecemos de olhar para o lado, de dar um abraço apertado, de rir do acaso… Esquecemos de olhar para o caminho, de cumprimentar as pessoas, de construir novos laços. Deixamos de lado os momentos singelos, aqueles em que nada fazíamos, apenas éramos felizes. Momentos dedicados a não fazer nada, a sentar na areia da praia, a caminhar por aí, a fotografar o mundo, a cantar em voz alta, a ligar para alguém especial… Remoemos acontecimentos ruins, guardamos rancor, incentivamos a angústia…

As exigências da sociedade moderna são assustadoras. Individualismo, egoísmo, competição cruel… O capital virou o senhor de chicote na mão punindo um escravo fujão. É desleal a concorrência. Mas, como comecei dizendo nesse post, somos humanos. E a felicidade faz parte disso. E ela está sempre dentro de nós, doidinha para rasgar nosso peito e se mostrar ao mundo. A felicidade individual pode fazer milagres às convivência social. É só você sorrir mais, tratar bem às pessoas, pedir por favor e obrigada…  É só você se descobrir merecedor dessa felicidade, compreender a importância do riso, acreditar que os momentos mais simples podem estar recheados de belas surpresas. E quando a felicidade tentar brincar de se esconder, é só lembrar que só cabe a você a responsabilidade por tê-la de volta. Ser feliz é responsabilidade sua. E assim será, sempre!

Vamos então nos esforçar um pouquinho mais. Vamos ser felizes!

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E por falar em Caio Fernando Abreu…

CAIOO escritor Caio Fernando Abreu, citado no post abaixo sobre o projeto de podcast que resgata a obra de grandes autores brasileiros, acaba de ganhar uma biografia escrita por Paula Dip, de quem foi amigo por mais de 20 anos. Não é uma biografia convencional, mas a reunião de cartas e bilhetes que os dois trocaram durante o tempo em que compartilharam ideias e sonhos.

Polêmico, intenso (visceral seria a palavra mais adequada), sarcástico e genial, assim era Caio Fernando Abreu (e aqui peço licença às meninas para tecer loas a um menino). Paula Dip, amiga de longa data, muitas vezes virou personagem das histórias do autor. Histórias essas que traduziam o cotidiano miudinho, esse que todos nós vivemos na carne diariamente. Não tem como ler os contos de Morangos Mofados, sua obra mais famosa – inclusive o livro é dedicado à Paula Dip –, sem se identificar em cada linha.

No livro Para Sempre Teu, Caio F., Paula conta histórias de quem pertencia ao mundo do autor, dividindo com ele segredos, alegrias e angústias, até sua morte, vítima de Aids, em 1996. Há também depoimentos de artistas que conviveram de perto com Caio Fernando, como Cazuza e Ney Matogrosso.

Lygia Fagundes Telles dizia que Caio Fernando Abreu era o “escritor da paixão”. E a autora de As horas nuas – outro libelo aos encantos da vida diária – tinha razão. Ele era mesmo intenso em tudo o que fazia. Tem alma em cada palavra escrita pelo autor. É um pouco da força dessa alma que Paula Dip tenta trazer para as páginas de Para Sempre Teu, Caio F.

A biografia se propõe a desvendar um pouco da personalidade de um dos autores que melhor traduziu seu tempo no cenário cultural brasileiro.  Escritor, jornalista, roteirista, dramaturgo, ator e até astrólogo, de tudo Caio Fernando fez na vida. Principalmente, viveu intensamente os transgressores anos 80. Quando penso na obra desse escritor em particular,sendo que a obra é o espelho do artista, lembro de uma frase do filme Lisbela e o prisioneiro: “quero queimar minha vida de uma vez só, num fogo bem forte!”.

Ficha Técnica

Para sempre teu, Caio F.
Cartas, conversas, memórias de Caio Fernando Abreu

Autora: Paula Dip

Editora:  Record

504 páginas

Preço: R$ 58,00

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Literatura para ouvir

Lygia Fagundes Telles
Lygia Fagundes Telles

Lançado oficialmente no último dia 02 de julho, durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o Lettera Libris – Grandes Escritores, é um projeto que oferece programas gravados em podcast sobre as obras de autores da língua portuguesa. Na sua primeira fase, estão disponíveis para os internautas/ouvintes programas sobre as escritoras Clarice Lispector e Lygia Fagundes Telles. O Lettera Libris pode ser acessado gratuitamente no site www.letteralibris.com.br.

O projeto, que está inscrito e aprovado na Lei Rouanet, é de autoria dos escritores Marne Lucio Guedes e Nelson de Oliveira, além do empresário Ricardo Josuá.  Para a primeira etapa foram selecionados autores considerados essenciais para o entendimento da literatura clássica e contemporânea do país. A expectativa é que, em pouco tempo, os programas despertem interesse e cheguem a toda população com acesso à internet, inclusive alunos da rede pública.

Além de Clarice Lispector e de Lygia Fagundes Telles, os programas visitarão a trajetória de Adélia Prado, Antonio Candido, Ariano Suassuna, Caio Fernando Abreu, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Dalton Trevisan, Érico Veríssimo, Ferreira Gullar, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Haroldo de Campos, Hilda Hilst, João Cabral de Melo Neto, João Ubaldo Ribeiro, Jorge Amado, Machado de Assis, Monteiro Lobato, Nelson Rodrigues, Raduan Nassar e Rubem Fonseca.

Para estudantes é uma mão na roda, porque uma das vantagens do podcast é a possibilidade de fazer download e guardar os arquivos, montando assim uma audioteca com informações úteis sobre os principais autores nacionais. Taí uma coleção par os amantes da literatura e que também facilita as tarefas escolares.

Conversa de Menina recomenda!

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Tendências em calçados e acessórios para o Verão 2010

A temporada Primavera-Verão 2010 promete ser pródiga em novidades, tendências e mistura de estilos.  Peças multicoloridas, pedrarias, apliques e detalhes diferenciados – como zíperes, laços, babados e flores -, serão o destaque. Calçados, bolsas e acessórios surgem para compor com roupas mais básicas e levantar o visual.

Se está vasculhando a internet em busca das novidades da próxima estação, ou de inspiração para ousar nas composições, o Conversa de Menina traz para você  os modelos apresentados na 52ª edição do Showroom Moda Select, que ocorreu em São Paulo na última semana.

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Livro conta história do vestuário do Egito ao século XIX

Quem nunca ficou curiosa em saber porque as mulheres no século XVIII usavam armações de arame por baixo das longas saias? E o corpete? Que tortura! E a roupa da Cleópatra, como era? E no dia-a-dia, os egípcios se vestiam como aparecem nos filmes épicos? E o cumprimento das saias, diminuiu, aumentou, diminuiu de novo…De tanto ler referências às roupas e calçados na literatura e em obras acadêmicas, percebi que a história da moda é fascinante a ponto de revelar, através do vestuário, traços da cultura e da evolução humana. Não é à toa que os autores de ficção detalham peças da indumentária como uma forma de revelar algo mais sobre a personalidade das personagens. E moda não é só tema de interesse de fashionista, tem historiador, antropólogo, sociólogo se debruçando sobre os hábitos e modos de vestir. Pintores também. Há alguns anos, ganhei de aniversário uma edição belíssima dos Cadernos de Viagem de Debret, o livro é um deleite para os olhos, porque traz belos desenhos do artista e equivale a uma crônica de costumes, pois revela o cotidiano nas ruas do Rio de Janeiro no século XIX. São dezenas de gravuras com detalhes sobre as roupas usadas na época. Do torço das crioulas, aos vestidos das sinhazinhas, passando por acessórios como sapatos e luvas.

Ficou interessada? Recentemente, a Publifolha lançou a História Ilustrada do Vestuário, obra anunciada como de referência para historiadores, estilistas, figurinistas, estudantes e apreciadores de moda em geral. A publicação apresenta uma rica pesquisa baseada em dados históricos e informações descritivas da indumentária desde o Egito antigo até o final do século 19, ou seja, milênios da história da humanidade contada a partir do que as pessoas vestiam.

O título combina informações históricas inéditas, estudos e ilustrações de dois artistas gráficos clássicos: Auguste Racinet e Friedrich Hottenroth, com imagens extraídas das obras Le Costume Historique (O vestuário histórico) e Trachten, Haus-, Feld- und Kriegsgerätschaften der Völker alter und neuer Zeit (Trajes e utensílios da cidade, do campo e de guerra dos povos dos tempos antigos e modernos) de cada um dos autores.

O trabalho é apresentado de forma cronológica e dividido por temas, revelando o percurso da moda através dos séculos e detalhando os estilos do vestuário e dos acessórios. As ilustrações revelam as variações das formas, modelos, cores e cortes em cada época, e as referências cruzadas chamam a atenção para motivos recorrentes presentes até hoje. A promessa para o leitor é de uma viagem pela história da indumentária, da Antiguidade e do Império Romano aos trajes típicos da África, Oceania e Américas.

O livro, organizado por Melissa Leventon, traz textos de especialistas em moda, acompanhados por citações da época que revelam o impacto que cada estilo exerceu em seu tempo. Apresenta ainda um capítulo exclusivo sobre acessórios e um abrangente glossário.

Ficha Técnica:

Capa Vestuario.inddHistória Ilustrada do Vestuário

Autora: Melissa Leventon (organizadora)

Editora: Publifolha

352 páginas

R$ 69,90

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Como manter seu casamento para sempre?

Dia desses recebi uma mensagem perguntando como a gente sabe que encontrou alguém para a vida toda. A gente não sabe. Respondi dizendo que podemos até querer que dure para sempre, e essa vontade é capaz de nos fazer tentar novamente sempre que as coisas não caminharem bem. Ainda assim, não significa eternidade. amorPorque sempre é um tempo longo demais quando os personagens da história somos nós, seres humanos, tão cheios de contradições. Bem, comecei falando sobre isso devido a uma matéria que li estes dias. O tema, um estudo a respeito dos fatores que determinam a longevidade de um casamento.

O resultado da pesquisa da Universidade Nacional Australiana é que o amor não basta para manter um casal unido por muito tempo. Nenhuma novidade, não é? Ou alguém chegou a achar que isso era verdade absoluta? A meu ver, o amor pode até alimentar, pode fazer você querer muito estar ao lado de alguém, mas se não houver outros sentimentos, outros pontos importantes, você acaba distante daquele que ama. Não fosse assim, as pessoas não terminavam relacionamentos com aqueles que amam. Segundo o estudo, exercem papel importante na duração da relação fatores como idade dos parceiros, relacionamentos anteriores e até o fato de um fumar e o outro não.

Foram analisados 2.500 casais, entre os anos de 2001 e 2007, entre casados oficialmente ou que apenas moravam juntos. Uma das conclusões do estudo “O que o amor tem a ver com isso” foi que um marido pelo menos nove anos mais velho que a mulher tem duas vezes mais chances de se divorciar, assim como os homens que se casaram antes dos 25 anos de idade. Eu já me sinto um pouco incomodada quando as relações humanas são encaixadas em perfis próprios. Eu acho esquisito rotular relações humanas, criar parâmetros pré-determinados. O que mais há nas relações humanas são as exceções. Justamente porque é difícil mapear o comportamento. Movido por uma forte emoção, ninguém sabe do que é capaz. Mas vamos adiante.

amorOutro dado levantado pela pesquisa é que 20% dos casais que tiveram filhos antes da união acabaram separados. Casar por causa dos filhos não é uma sábia decisão, se a motivação para o casamento é apenas essa. Mas, ainda assim, é preciso pensar que 80% dos casais continuaram juntos. O que eu pergunto é: até quando, não é? Até quando as relações entre estes casais se manterão estáveis como na época da pesquisa? Daqui a um ano, sabe-se lá se os casais que estavam juntos e felizes ainda manterão esse status. Eu continuo reticente com relação a essas pesquisas. Para mim, é tentar calcular o incalculável. É buscar razões para o que não se explica por amostragem.

Seguindo com os dados da pesquisa, outro fator determinante para o divórcio é a discordância sobre ter ou não ter filhos. Se um quer, e o outro, não, a possibilidade de se divorciar cresce. Ah, e se o parceiro já havia passado por um divórcio anterior, mais chances de enfrentar uma nova separação. E o dinheiro, esse influencia também. Quando a grana acaba, acaba também o casamento.

Meu incômodo aumenta a cada nova exposição. Pergunto-me qual é mesmo o fundamento de estudos como este. Todo casal terá problemas, óbvio. São duas pessoas diferentes, com criações diferentes, tentando viver sob um mesmo teto. Não tem como ser perfeito. Em algum momento estas diferenças se sobressairão. Imagino que o importante seja viver essa relação enquanto ela valer à pena, enquanto for motivo de alegria. Se vai durar para sempre, não importa. Que dure o que tiver de durar. É preciso compreender isso. Se durar para sempre, ótimo. Se durar dois meses, ótimo também. Amor de casalO que não compreendo é essa busca incessante por fórmulas da eternidade.

Não sou psicóloga, não entendo o funcionamento da mente humana. O que sei sobre o assunto é devido a uma leitura rasteira sobre o tema. Mas tenho minhas crenças e apostas. Embora não tenha durado para sempre, de alguma forma toda relação teve seu bom momento, caso contrário você não teria estado ao lado daquele alguém. Portanto, minha gente, vamos esquecer essas equações inexatas que se espalham por aí. Se você quer que uma relação dure para sempre, tente contornar as diferenças. Mas se não durar para sempre, tudo bem. Aceite o fim e siga em frente. Quem sabe você não encontre outro alguém com quem queira viver o resto da vida?

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Tênis aliam conforto, beleza e praticidade

Um bom par de tênis é um item indispensável no guarda-roupa. Confortáveis, práticos, estilosos, bons para trabalhar, passear, praticar esportes. Combinam com vestidos, calças, shorts. Há até os modelos mais sofisticados, que podem compor elegantes looks para ocasiões especiais, que exigem uma roupa mais elaborada, mas não necessariamente um traje de gala. Para quem não dispensa o salto alto, nem nos momentos de descanso, o mercado oferece inúmeras marcas com saltos estilo plataforma.

Eu, particularmente, gosto dos modelos de passeio como os das fotos abaixo, enviadas para o blog pela Artwalk, multimarcas paulista especializada em tênis e complementos sportwear, que tem sua primeira loja em Salvador no 2° piso do Shopping Iguatemi.

Serviço:

Shopping Iguatemi – 2º piso – (71) 3450-2398

Visite o site da Artwalk

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Romance A Cor Púrpura é relançado no Brasil

A primeira vez que li A Cor Púrpura tinha 13 anos e peguei o livro, de bobeira, sobre a cama da minha mãe. Comecei a folhear e não larguei até terminar. Alguns anos mais tarde, reli depois de assistir a versão para o cinema, dirigida por Steven Spielberg e com uma inspiradíssima Whoppi Goldberg no papel principal. Inesquecível!

Whoopi Goldberg em A Cor Púrpura. Atriz vive a protagonista da história, Celie, uma mulher que escreve cartas para Deus
Whoopi Goldberg em A Cor Púrpura. Atriz vive a protagonista da história, Celie, uma mulher que escreve cartas para Deus

Pois não é que o passado voltou a bater na minha porta e dessa vez via email? Sabendo da minha paixão incontida pelos livros, os amigos vivem me passando todo tipo de notícia literária que aparece. Uma informação genial, recebida hoje, é que a editora José Olympio acaba de relançar uma nova edição de A Cor Púrpura, da escritora americana Alice Walker e que estava fora de catálogo. O meu, quer dizer, o livro que minha tia emprestou para minha mãe e do qual tomei posse mais de vinte anos atrás, continua aqui na estante, velhinho coitado, com as páginas amareladas de tanto manuseio. Para quem nunca teve a oportunidade de ler este livro, taí uma chance imperdível. Pode ser também a minha oportunidade de presentear titia com um exemplar novinho!

Quis escrever sobre  A Cor Púrpura – vencedor do prêmio Pulitzer, um dos mais importantes do mundo – porque nenhum livro é tão parecido com uma “conversa de meninas” quanto esse. O romance de Alice Walker é comovente, delicado, áspero, intenso, de chorar e de rir em cada uma das suas páginas. O livro conta a trajetória de Celie, uma mulher negra americana, bastante sofrida e reprimida, que se descobre a partir de uma amizade improvável – Sug Avery, a amante de seu marido, uma famosa cantora de cabaré, torna-se sua grande aliada, confidente, e a única pessoa capaz de fazer Celie revelar a grande mulher que estava escondida pela violência e humilhações sofridas desde a infância. Além das histórias pessoais destas mulheres, o romance é um panorama lúcido e esclarecedor sobre o racismo.

Alice Walker, intelectual, militante e sobretudo, uma mulher que tem muito sentimento a revelar
Alice Walker, intelectual, militante e sobretudo, uma mulher que tem muito sentimento a revelar

O livro foi publicado pela primeira vez, nos Estados Unidos, em 1983 e logo tornou-se um grande sucesso de público e crítica. Em 1985, Steven Spielberg dirigiu a adaptação do romance e a própria Alice Walker assinou o roteiro. Esta é sem dúvida uma das mais bem sucedidas adaptações da literatura para o cinema. O filme transformou o livro em mito e ele foi traduzido para mais de vinte idiomas. A edição que eu não devolvi para titia era de 1986 – a primeira edição lançada no Brasil. Só vi o filme na TV nos anos 90, quando reli a obra. De lá para cá já reli outras tantas vezes e cada vez me surpreendo mais com a capacidade de Alice Walker de falar das e para as mulheres de qualquer lugar do mundo e de qualquer cor, posição social, religião…

Escrito em forma de diário, melhor dizendo, de cartas que Celie escrevia para Deus, o livro é um libelo aos direitos humanos e ao respeito mútuo, uma celebração da união e da solidariedade entre as mulheres, que surge sempre nos momentos mais dramáticos da vida; e, principalmente, uma bandeira levantada contra o racismo e toda torpeza dos preconceitos sociais.

A autora Alice Walker nasceu na Georgia, no sul racista norte-americano. Ela é reconhecida internacionalmente por sua participação em movimentos pelos direitos civis, principalmente das causas negra e feminina. Além de romancista premiada, é autora de contos, ensaios, poemas e vários livros infantis. Atualmente, Walker vive na Califórnia.  Sou fã de carteirinha dos seus escritos e desta grande mulher!

Conversa de Menina recomenda:

A cor púrpura

Autora: Alice Walker

Tradução: Betúlia Machado, Maria José Silveira e Peg Bodelson

Ed. José Olympio / Grupo Editoria Record

336 páginas

R$ 38,00

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Câmara aprova projeto sobre alienação parental

alienacao parentalUma boa notícia nesta quarta-feira, dia 15.  A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal aprovou hoje,  por unanimidade, o Projeto de Lei 4.053/08, do deputado federal Regis de Oliveira (PSC-SP), que regulamenta a Síndrome da Alienação Parental (caracterizada quando o pai ou mãe, após a separação, leva o filho a odiar o outro) e estabelece diversas punições para a má conduta, que vão desde advertência e multa até a perda da guarda da criança.

O projeto foi aprovado com o parecer do relator Acélio Casagrande, que prevê, além da perda da guarda, a prisão, de até dois anos, para o autor da alienação parental em crianças e adolescentes. A aprovação contou com o voto de 37 deputados.  Tramitando em caráter conclusivo, o projeto de lei terá agora seu mérito examinado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara e depois irá para o Senado.

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