Moças e rapazes que nos brindam diariamente com visitas e comentários, decidimos inscrever o Conversa de Menina no Concurso Blogbooks 2010, promovido pela editora virtual Universo do Autor. O concurso tem o objetivo de transformar os blogs mais bacanas do país em livro. Nessa primeira fase, passam pela peneira os blogs mais votados pelos internautas. Daí, uma comissão julgadora vai dar a selecionada final e escolher os 12 vencedores em cada uma das categorias em disputa. O Conversa está disputando na categoria Universo Feminino. Dêem uma força e deixem lá seu votinho. Não somos candidatas a cargo público e não prometemos nada além de continuar escrevendo bons textos para entreter e informar vocês e continuar publicando boas matérias, bons artigos de especialistas e um conteúdo selecionado com carinho. Já devem ter reparado no selo do Blogbooks ali no menu, mas eis aqui o link para a votação. E desde já, agradecemos a força. Vamos lá meu povo, transformar o Conversa de Menina em um super livro!
livro
Três visões sobre a paternidade… e um livro – IV
E aqui, a dica do livro fechando a série especial de artigos sobre o Dia dos Pais…
Leitura para pais de primeira viagem: “Diário de um grávido”

O jornalista Renato Kaufman decidiu transpor para um livro a sua experiência com a chegada do primeiro filho. Do pânico com a notícia até o nascimento do bebê, todas as experiências estão no texto bem-humorado do autor. Na visão de Renato, a experiência de ser pai é atrapalhada e emocionante. Em seu relato, ele mostra como é o olhar masculino sobre a gravidez.
O prefácio do livro, inspirado em um blog homônimo criado por Renato (www.diariogravido.com.br), tem assinatura do publicitário Washington Olivetto. No diário virtual, que alcançou uma legião de fãs, o autor abordava o que os homens pensam e sentem durante a gravidez. Na versão em papel, as aventuras do jornalista foram divididas em quatro partes, incluindo os três trimestres que contemplam a gravidez, o nascimento e os primeiros dias de convívio com a filha. Ele fala ainda sobre a emoção do primeiro ultrassom e mostra as mudanças de comportamento e alterações de humor das grávidas. O livro traz também relatos sobre o aprendizado necessário para ser pai de uma menina.
Quem é? – Mestre em Comunicações Interativas pela Universidade de Nova York, com especialização em narrativas, Renato Kaufmann é jornalista e escritor. Escreveu para a Folha de S.Paulo, o Jornal da Tarde e as revistas +Dinheiro, Set e Superinteressante. Foi correspondente internacional do iG, cobrindo cibercultura e biotecnologia, mas sempre preferiu ficção. Além de pai da Lucia e padrastro da Maria, Renato é sócio-fundador da TSI 3D – produtora de animação premiada com dois Cyber-Lions no Festival de Cannes de 2007 – e autor do blog Diário Grávido, baseado inteiramente em fatos reais.
Ficha técnica
Diário de um grávido
Renato Kaufmann
Editora: Mescla Editorial
Preço: R$ 39,90
112 páginas
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Um olhar sobre Meu Pé de Laranja Lima
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Meu Pé de Laranja Lima (José Mauro de Vasconcelos)
Editora Melhoramentos
192 páginas
Preço médio: R$ 20,00
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Emocionar-me lendo um livro não é algo comum. Digo a emoção que faz desaguar lágrimas dos olhos. Esta realmente não é habitual, por mais sensível que seja a leitura. Não me recordo quantos livros me fez chorar (se é que algum já o fez antes), mas lembro-me perfeitamente do último que conseguiu fazer meus olhos gotejarem. Meu Pé de Laranja Lima, publicação de 1968 de José Mauro de Vasconcelos, é uma leitura incrivelmente bela e sensibilizante. Embora integre a literatura infanto-juvenil, o texto mostra-se uma fonte interessante e sedutora ao adulto. Uma leitura um pouco dolorosa, até, que mexe com o nosso modo de lidar com o universo infantil, de compreender o sofrimento muitas vezes indecifrável de uma criança.

Envolvente de todas as formas, a leitura. Cada trecho é reiventado fotograficamente por nossa imaginação, que não resiste a remontar as histórias, como se estivéssemos verdadeiramente inseridos naquele contexto. Um filme escrito, me atrevo a dizer. A leitura é muito rápida. A narração é feita por uma criança. E é admirável a forma como o autor consegue nos colocar na posição de adultos ouvindo uma criança falar. A todo momento vamos alimentando a certeza de que, sim, é uma criança que está a falar. Em diversas passagens, inclusive, tive a pungente sensação de que não conseguimos compreender as crianças, suas artemanhas, a forma que utilizam para se expressar. No meio do livro, estava triste. Triste porque aquela história era tão real e tão penosamente comovente, que passava as páginas na esperança de que, nos trechos seguintes, a vida daquele menino havia de melhorar. Mas não melhorava.
O enredo de que falo foi publicado em 19 países e foi traduido para 32 línguas. O narrador é o menino Zezé, uma criança de cinco anos, membro de uma família pobre, que vive sérias dificuldades. O pai estava desempregado, a mãe se enfurnava todo o dia em uma fábrica para ganhar o pouco que sustentava a família. E os irmãos mais velhos assumiam a função de cuidar dos mais novos. Zezé sofre um sofrimento infantil. E por isso dói tanto. Ele é um menino esperto, inteligente, que cuida com muito zelo do caçula Luis, mas é nitidamente carente de atenção, de ternura, de amor. A maioria dos adultos não o compreendem. Menino astuto, cheio de truques, adora dar sustos nos mais desavisados, aprontar variadas arteirices. Danado mesmo. E tudo o que acontece na vizinhança é sempre imputado a ele – e normalmente é de fato culpa dele.

Mas Zezé é uma criança. E não há como querer exigir de uma crinaça a maturidade de um adulto. Não há como. O livro é um tapa na cara sutil, uma sacudida no nosso acomodado modo de enxergar o mundo. A linguagem é simples e impressionantemente profunda. Vasconcelos consegue recriar um desabafo infantil com um vocabulário preciso e cuidadosa atenção aos detalhes. E nos faz perceber que as pequenas coisas são o que realmente importa. São elas que constroem sólidas relações, que nos passam as mensagens mais relevantes. Andamos tão entretidos com os grandes acontecimento que muitas vezes deixamos passar despercebidas as minúcias. Como a amizade entre Zezé e o pé de laranja lima de sua casa nova. É com ele que o menino desabafa, conta os mais profundos segredos. Uma linda relação de “amizade”. Naquela “troca” de confidências, é fascinante perceber a esperança e os sonhos por trás da dor e do sofrimento.
O livro em si não se traduz em uma lição de moral. Suas páginas contam apenas uma história, só que esta história incomoda. A despretensão, a leveza e a profundidade me conquistaram. Ao ler a última página, alguma coisa acaba mudando em nossa forma de entender o universo infantil. Acho que, no final das contas, nos sentimos um pouco responsáveis pelo que é retratado ali. Assumimos nossa parcela de culpa não naquela situação específica, mas nas tantas outras em que encarnamos o papel de protagonistas da vida real. É uma narrativa comovente, sofrida, mas belíssima.
Assista à primeira parte do filme baseado na obra
Sobre divórcio e “o luto” da separação
*Texto e reflexões de Andreia Santana
Há alguns meses devo aos leitores do blog um texto sobre a vivência do “luto” após o divórcio. Não vivi a experiência do fim de um casamento na pele, mas vivi finais de namoros longos, acompanhei a separação dos meus pais, de amigos próximos e de familiares, daí creio poder discutir o assunto com aquele distanciamento que às vezes falta a quem está no centro do problema. O interesse em falar no assunto não é gratuito. Semestre passado, numa das disciplinas que cursava como aluna especial do Mestrado em Cultura e Sociedade da UFBA, tomei contato com a obra do sociólogo inglês Anthony Giddens. No primeiro capítulo do seu livro Modernidade e Identidade (Jorge Zahar Editor), Giddens discute um estudo chamado Segundas Chances, das britânicas Judith Wallerstein e Sandra Blakeslee, justamente sobre o divórcio e as reorganizações famíliares e sociais da alta modernidade. Na ocasião, o assunto suscitou muito debate na minha sala de aula e a primeira coisa que pensei era que valeria a pena trazer esses conceitos para o blog. Mas, na correria diária, novos temas foram surgindo, novas atribuições, e o assunto ficou “na gaveta”.
Há algumas semanas, a vontade de retomar o tema voltou com grande força, principalmente após alguns dados que recebi via email, de conhecidos que sabiam do meu interesse em falar sobre luto e divórcio – dentro dessa perspectiva de Giddens, Wallerstein e Blakeslee no Conversa de Menina. Segundo os dados do IBGE repassados para mim, entre 1997 e 2008, houve um aumento de mais de 200% nos recasamentos entre as brasileiras na faixa dos 40 aos 45 anos. Ainda de acordo com o órgão, os percentuais mais elevados de recasamentos ocorreram entre homens divorciados que se casaram com solteiras.
Outros dados, desta vez do Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo, mostram que desde que entrou em vigor a lei 11.441/07, que permite fazer a separação, divórcio e inventários consensuais em cartórios, o número de casos desse tipo cresceu substancialmente no país: separações 24,9% e divórcios consensuais 33,9%. De acordo com o levantamento, o estado de São Paulo é a região do país que mais pratica as vantagens da nova lei. Em 2009, os cartórios paulistas realizaram um total de 39.069 escrituras de separações, divórcios e inventários, cerca de 20% mais do que em 2008 e 84% mais que em relação ao primeiro ano de vigência da lei no resto do país.
Segundas Chances – Diante desses dados, fiquei pensando para além dos números frios do IBGE. Associar as estatísticas à Giddens ou ao estudo das pesquisadoras britânicas foi inevitável. Também recordei os casos próximos de separação de que fui testemunha, tanto os que terminaram de forma amigável quanto os traumáticos. Lembrei ainda do impacto e das discussões aqui mesmo no blog, suscitados pelos posts sobre a Lei de Alienação (relembre todos aqui).
Segundo Giddens, o livro/estudo Segundas Chances, descreve o impacto da ruptura dos casamentos no indivíduo e na estrutura social. As pesquisadoras usaram 60 casais (incluindo os filhos) e analisaram um período de 10 anos. A principal conclusão é que, embora seja uma crise nas vidas pessoais dos envolvidos, apresentando risco à sensação de bem-estar, por outro lado, o divórcio pode abrir possibilidades para o desenvolvimento da pessoa envolvida e perspectivas de felicidade futura. É inegável que para algumas pessoas, desmanchar uma união que traz sofrimento é um benefício. Vi casos de pessoas que literalmente renasceram após se afastarem de um parceiro (a) que “vampirizava” as energias.
Wallerstein e Blakeslee também concluem que é inegável que um casamento desfeito provoca luto, mesmo quando era uma união infeliz. O luto seria provocado primeiro pela sensação de perda das experiências compartilhadas, muitas prazerosas, e em segundo lugar, no caso das uniões que jã não íam bem, pela frustração do projeto a dois não ter dado certo e de se ter investido tempo e energia à toa na relação. Quem já terminou um namoro longo, por exemplo, não fica isento desse “luto”.
“Viver o luto”, de acordo com as pesquisadoras, é extremamente importante, pois seria o bálsamo que cicatrizaria o ressentimento pelo fim da união, impedindo que esse ressentimento se traduza em amargura. Sabemos que nem com todo mundo funciona assim e não são raros os casos em que a amargura se traduz nos sentimentos mesquinhos de vingança, como o próprio ato de alienação parental. Mas, as autoras de Segundas Chances defendem que o período de luto é justamente aquele que vai proporcionar o “descolamento” da identidade compartilhada de casal, e a retomada do “sentido de si próprio”. Os recasamentos apontados pelo IBGE demonstram que cada vez mais um número grande de pessoas, homens e mulheres, mesmo quando mais maduros, investem na retomada das suas vidas e na reconstrução de outras relações após o fim de uniões anteriores e da vivência do tempo de luto. Conhecemos essa fase como “fechado (a) para balanço”.
A questão chave é a retomada da autoconfiança. Principalmente porque quem vive um casamento longo tende a viver a vida do outro, ou a vida do casal, em detrimento de desejos e necessidades próprias, que eram prioridade no tempo de solteirice. Lógico que, embora manter o mínimo de individualidade seja necessário para a relação não cair no binômio “dominador-dominado”, quem entra numa relação estável está em busca é de projetos compartilhados. A perda do sentido próprio do “eu” e a sua substituição pelo sentido compartilhado do “nós” é inevitável. O resgate do “eu” é lento e gradual com o fim da união.
Usando uma linguagem mais cotidiana, o primeiro passo seria viver a dor, depois exorcizá-la, daí juntar os caquinhos do abalo na autoestima e autoconfiança, reconstruir um “novo eu” e, com o tempo, partir para outra relação. Claro que isso não é fórmula matemática e nem todos os divórciados viverão a situação da mesma forma.
O fator filhos também pesa muito. Principalmente porque o estudo de Wallerstein e Blakeslee aponta que as crianças sempre esperam secretamente uma reaproximação do casal. E vai caber aos pais proporcionar que o “luto” dos filhos seja o menos traumático possível. Dar suporte emocional, não tentar usar as crianças como instrumento de barganha ou chantagem (alienação parental) e até introduzir a nova pessoa com que se relacionam na vida familiar de maneira madura e serena são algumas das medidas.
E é aí que entramos na seara das reorganizações familiares, com as crianças tendo pai e mãe (separados) e novos “pais” e “mães” (os companheiros recentes de seus pais). Negociação é a palavra de ordem, tanto para definir se os novos companheiros serão tratados pelos primeiros nomes, ou como “tio fulano” e “tia fulana”, ou mesmo chamados de papai e mamãe, o que pessoalmente acredito ser meio forçado.
Negociar porém, pressupõe maturidade e “vontade política”. Com a ferida aberta ninguém é bom negociador e o mais sensato, na minha opinião, é deixar o tempo se encarregar de fazer seus curativos.
*Andreia Santana, 37 anos, jornalista, natural de Salvador e aspirante a escritora. Fundou o blog Conversa de Menina em dezembro de 2008, junto com Alane Virgínia, e deixou o projeto em 20/09/2011, para dedicar-se aos projetos pessoais em literatura.
Nutrição para mulheres é tema de livro
Reeeducação alimentar, nossa blogueira Giovanna que o diga, é um assunto mais do que sério. Por isso mesmo, o mercado editorial dá sua contribuição ao debate, através do livro Nutrição da Mulher – Uma abordagem nutricional da saúde à doença, organizado pela nutricionista Simone Morelo Dal Bosco, lançamento da Editora Metha. A publicação promete, ao longo de 416 páginas, abordar temas como TPM (Tensão Pré-Menstrual, atividade física, dieta durante a gestação e lactação, obesidade, transtornos alimentares, diabetes, hipertensão e câncer de mama sob a ótima da terapia nutricional. A linguagem, embora acessível, é embasada por estudos científicos e pela experiência prática dos colaboradores que escreveram os capítulos da obra. Voltado para estudantes de Nutrição, o livro serve ainda de guia para quem deseja uma vida mais saudável e como material de apoio a profissionais de área de saúde.
Ficha técnica:
Nutrição da Mulher – Uma abordagem nutricional da saúde à doença
Autora: Simone Morelo Dal Bosco (organizadora)
Editora: Metha
Páginas: 416
Preço: R$ 98,00
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Acompanhe o processo de reeducação alimentar de Giovanna:
Alimentos integrais são base de reeducação alimentar
Alimentação ruim gera processos inflamatórios no organismo
Biografia de Salvador para a meninada
Aproveitando que nesta segunda-feira comemora-se os 461 anos de fundação de Salvador, primeira capital brasileira, divulgo o lançamento de uma obra que desvenda a origem da capital baiana para o público infanto-juvenil. Os sons de Salvador, de Luís Bras (Callis Editora) conta a história de Carol e Cris, duas irmãs soteropolitanas que têm o sono interrompido por barulhos vindos da casa da vizinha. É assim que a dupla descobre e conhece o músico Caê, um pesquisador da sonoridade baiana. Enquanto o grupo se diverte explorando os sons dos instrumentos, e aqui não ficam de fora os tambores, uma marca da cultura da cidade, Caê conta para as meninas a história de Salvador, mostrando curiosidades e personagens. Repleto de diálogos, o livro tenta transmitir sua mensagem de forma leve e divertida, por meio de uma linguagem simples e dinâmica.
Ficha técnica:
Os sons de Salvador
Autor: Luís Bras
Ilustração: Camila Mesquita
Callis Editora
32 páginas
Preço sugerido: R$ 21,90
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Nos links abaixo, a história da Fundação de Salvador
>>Aniversário de Salvador: 460 anos (post publicado em 27/03/2009)
>>Aniversário de Salvador: Thomé de Souza (post publicado em 28/03/2009)
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Traça de biblioteca: livros ensinam as crianças…
… A MULTIPLICAR
Paisagem de pássaros
Callis Editora
Autora: Eun Sun Han
Ilustração: Há Jin Jung
40 páginas
Preço sugerido: R$ 27,90
Livro alia diversão e aprendizado ao contar a história de um carpinteiro que constrói casas de pássaros para pendurá-las nas florestas e servir de moradia às aves. Por meio do conto, o autor ensina a operação matemática. Publicação integra a coleção “Tan Tan”, cujo objetivo é justamente ensinar noções de matemática aos pequenos.
… SOBRE O CORPO HUMANO
O incrível livro do corpo humano segundo o Dr. Frankenstein
Publifolha
Autor: Dorling Kindersley
Ilustrador:
96 páginas
Preço sugerido: R$ 55,00
Os leitores farão uma viagem surpreendente, em que mistérios e curiosidades sobre o funcionamento do nosso corpo serão revelados. O livro, ilustrado e cheio de detalhes, é narrado pelo Dr. Frankenstein, que quer construir um ser humano em seu laboratório e faz do leitor o seu assitente. Também tem um glossário cheio de termos da anatomia.
… A LIDAR COM O DINHEIRO
O dinheiro
Callis Editora
Autora: Cristina Von
Ilustração: Ana Luiza de Paula
32 páginas
Preço sugerido: R$ 19,00
Publicação explica o que é o dinheiro e como surgiu, trazendo vários desenhos de cédulas, moedas, cheques e cartões de créditos, para a criançada recortar e brincar. Obra também introduz na vivência infantil, por meio da brincadeira e da diversão, uma série de conceitos financeiros, como “orçamento”, “salário” e “imposto”.
… A ENFRENTAR O MEDO
Diogo e o monstro
Callis Editora
Autora: Cristina Von
Ilustração: Eliza Freire
24 páginas
Preço sugerido: R$ 19,90
Ao acompanhar as notícias das tragédias que estampam os jornais diariamente, e os crimes que são divulgados pela televisão, o menino Diogo começa a ficar assustado. Apesar das grades nas janelas e das portas sempre fechadas, o pavor do menino não diminui, até que ele aprende a lidar com a situação de uma forma diferente.
… A CUIDAR DO MEIO AMBIENTE
Cuide do Planeta!
Autor: Dorling Kindersley
Publifolha
32 páginas
Preço sugerido: R$ 29,90
Obra busca despertar a consciência ambiental dos pequenos, por meio de dicas e sugestões sobre como preservar o meio ambiente. O livro fala de reciclagem de lixo, dos cuidados com o jardim, da necessidade de fechar a torneira enquanto escovam os dentes, de apagar a luz para economizar energia, da reutilização de brinquedos e do respeito com os animais.
… SOBRE MÚSICA
Música
Callis Editora
Autor: Caroline Grimshaw
32 páginas
Preço sugerido: R$ 18,90
O universo dos sons é o tema desta obra, que reúne diversas curiosidades sobre os instrumentos musicais e sobre as canções. Em formato de perguntas e respostas, a autora traz um monte de informações novas às crianças, a exemplo de qual é o instrumento mais antigo, ou o que é uma orquestra e ainda como são escritas as canções. De forma lúdica e divertida, a criança se familiariza com o tema.
Mulheres e Compras:”Mulheres ou homens: quem gasta mais?”
A série Mulheres e Compras traz nesta quinta-feira uma reportagem sobre recente lançamento da Primavera Editorial. Trata-se do livro Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice, escrito por dois jornalistas, Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca. No livro, os autores analisam o perfil de consumo de homens e mulheres e tentam acabar com alguns mitos, como o que diz que nós somos as gastadeiras, enquanto os meninos seguram a carteira.
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*Mulheres ou homens: quem gasta mais?
Embora seja óbvia a diferença entre os gastos de homens e mulheres existe um mito, que adquiriu status de verdade absoluta em todo o mundo, sobre os “exorbitantes” gastos femininos. Ao contrário do que prega o senso comum, as mulheres na verdade gastam menos do que os homens, de acordo com Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, autores do livro “Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice”, da Primavera Editorial. Os jornalistas – que fizeram uma série de entrevistas durante a elaboração do livro – afirmam que as mulheres têm fama de gastar mais porque investem para acompanhar as tendências da moda. Em contrapartida, os gastos masculinos são caracterizados por bens mais caros.
Segundo Marília Cardoso, os homens gastam mais com tecnologia e carros, portanto, produtos mais caros; as mulheres com moda e cosméticos. “As mulheres compram com mais frequência, mas gastam menos do que os homens. O que ocorre é que as cobranças sociais são diferentes. Enquanto os homens estão preocupados em impressionar as mulheres com carros luxuosos, tecnologia de ponta e relógios caros, as mulheres desejam estar sempre lindas e elegantes. Ou seja, haja salão de beleza e banho de loja!”, detalha a jornalista. De acordo com Marília, o que torna homens e mulheres iguais na gestão do dinheiro é que ambos são suscetíveis, na mesma medida, a cair em tentações consumistas. “O que muda são os produtos, mas os dois têm a mesma propensão a assumir dívidas por conta de produtos supérfluos”, afirma.
O perfil de gastos se iguala na juventude – Luciano Gissi Fonseca destaca os gastos entre homens e mulheres – e a propensão para o endividamento – se igualam entre os jovens, sobretudo pela “necessidade” de se inserir em determinado grupo. “Não importa a tribo, sempre há um padrão de vestuário e consumo para cada uma delas. A maioria dos jovens viu os pais financiarem o carro da família em intermináveis prestações, ou fazerem despreocupadamente as compras no supermercado com o cartão de crédito. Essa desenvoltura em utilizar a fartura de crédito influencia muito a atitude de ambos os sexos”, afirma Fonseca. O jornalista cita, inclusive, pesquisa realizada pelo Instituto Akatu em parceria com a Unesco com jovens de 24 países dos cinco continentes, cuja conclusão aponta os brasileiros como os mais consumistas do mundo, ficando à frente dos franceses, japoneses e norte-americanos. “Dos brasileiros entrevistados, 37% apontaram as compras como um assunto de muito interesse no dia a dia, sendo que para 78% a qualidade é o principal critério de compra, antes mesmo da análise do preço. Todos, homens e mulheres, se sentem obrigados a andar na moda e a ter tudo o que a tecnologia oferece de mais moderno”, salienta o jornalista.
No livro, Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca mostram que o dinheiro é uma das poucas coisas que faz parte da vida de todos os seres humanos, independente da classe social, sexo, cor e religião. A presença do dinheiro é tão comum que poucos param para pensar o tipo de relação que têm com ele. “No livro, fizemos questão de destacar depoimentos de sucesso e de fracasso no trato com o dinheiro, justamente para despertar o interesse e a reflexão sobre o papel do dinheiro na vida de cada um, independente de sermos homens ou mulheres”, salienta Marília.
Conheça os autores:
Marília Cardoso – Jornalista pós-graduada em comunicação empresarial pela Universidade Metodista de São Paulo, iniciou sua carreira em 2004, auxiliando no atendimento de assessoria de imprensa a diversos clientes. Na redação, atuou como produtora e repórter de programas de rádio e televisão nas emissoras Rede Mulher, Rede Gazeta e Rádio Trianon nos segmentos de saúde, beleza e comportamento. Em comunicação empresarial, desenvolveu estratégias de marketing, comunicação interna e conteúdo editorial para várias empresas. Recentemente fundou a InformaMídia Comunicação. É colaboradora da Revista Comunicação Empresarial, publicação editada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), e participa de Congressos de Comunicação com a publicação de artigos científicos da área.
Luciano Gissi Fonseca – Jornalista e radialista, iniciou sua carreira em 1994, na agência Asa de Comunicação, em Belo Horizonte (MG), onde atuou na área de marketing. Na sequência, integrou a equipe da TV Aratu de Salvador. Como jornalista das editorias de comportamento e esportes, publicou matérias em vários veículos como portal Zip.net e o jornal japonês International Press. Como assessor de comunicação, desenvolveu projetos para diversos clientes. Atualmente é diretor de criação e de imprensa da Take 4 – Comunicação Estratégica e gerencia ações de mídias sociais e jornalismo corporativo para diversas empresas do Brasil e do exterior.

A editora – A Primavera Editorial, uma “butique de livros”, estimula no cidadão brasileiro o hábito da leitura com conteúdos prazerosos, inteligentes e instrutivos. Investir em novos autores nacionais e estrangeiros – especialmente os estreantes e com obras que não foram publicadas no Brasil – tem sido uma das linhas editoriais adotadas. Com diferentes linhas editoriais como romances históricos e sociais, ficção brasileira e estrangeira e policiais, entre outras, as obras da Primavera Editorial são associadas à inovação e ao pioneirismo dos conteúdos, além da qualidade da produção gráfica. No portfólio da editora estão títulos de sucesso como La llorona (Marcela Serrano, Chile), 31 profissão solteira (Claudia Aldana, Chile), Solstício de verão (Edna Bugni, Brasil), A décima sinfonia (Joseph Gelinek, Espanha), As duas faces da abóbora (Caco Porto, Brasil), Há muito o que contar…aqui (Alison Louise Kennedy, Escócia), Mohamed, o latoeiro (Gilberto Abrão, Brasil), O véu (Luis Eduardo Matta, Brasil) e A neta da maharani (Maha Akhtar, Estados Unidos). Pelo selo BIZ – criado para a publicação de livros que fomentam uma cultura corporativa positiva –, a Primavera Editorial lançou o Manual de gentilezas do executivo (Steve Harrison, Estados Unidos) e As 3 leis do desempenho – reescrevendo o futuro de seu negócio e de sua vida (Steve Zaffron e Dave Logan, Estados Unidos).
Com o selo EDU, uma alusão à palavra inglesa education, associada à educação continuada, a Primavera Editorial criou uma divisão que representa o investimento da editora no segmento de não-ficção. O anel que tu me deste – O casamento no divã (Lidia Rosenberg Aratangy, Brasil); Livro dos avós – Na casa dos avós é sempre domingo? (Lidia Rosenberg Aratangy e Leonardo Posternak, Brasil); Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice (Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, Brasil) e Onde o esporte se reinventa: histórias e bastidores dos 40 anos da Placar (Bruno Chiarioni e Márcio Kroehn, Brasil) são os primeiros lançamentos do selo.
*Material elaborado e encaminhado ao blog pela jornalista Betania Lins, da assessoria da Primavera Editorial.
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Leia os outros posts da série:
>>Mulheres e Compras: O segredo dos quatro “Ps” do consumo feminino
>>Mulheres e Compras: O que as marcas e a propaganda precisam saber sobre a mulher contemporânea?
Traça de Biblioteca: Lançamentos da Record em fevereiro
Para quem não cansa de buscar novos títulos e se aventurar nas páginas de um bom livro, a editora Record divulgou a lista de lançamentos que vai chegar às livrarias no dia 15 de fevereiro. O Conversa de Menina antecipa pra vocês os títulos, assim é possível programar com antecedência as próximas leituras a entrarem na fila. Gente, é só clicar nas imagens para ampliá-las e ler um pouco mais sobre as publicações. Divirtam-se e não esqueçam de passar por aqui depois para nos dizer o que vocês acharam da leitura. Tem coisa mais bacana do que dividir estas impressões? Lá vai..
Compartilhando a experiência do câncer
Eu sempre gostei muito dos livros sobre histórias de vida. Não apenas as biografias, mas também aqueles que contam situações compartilhadas por algum grupo de indivíduos que se enquadram em uma mesma “categoria”. Inclusive já escrevi aqui sobre livros do gênero, como “As poderosas rainhas“, que conta a volta por cima de uma mulher após o divórcio, e “Recomeços“, que traz histórias de superação de várias pessoas, personalidades e desconhecidos. Dia desses chegou por e-mail a sugestão do livro “Entre nós”, que pode ajudar um bocado as pessoas portadoras de câncer e seus familiares. O livro foi escrito pela psicóloga Luíza Polessa, também uma vítima da doença.
A autora é especializada em psicologia transpessoal e psico-oncologia. A obra traz sua experiência no tratamento do câncer, contando sua trajetória desde que descobriu ser portadora da doença, até a cura. Ressalto que eu não tive acesso ao exemplar do livro, por isso não vou tecer comentários sobre a publicação. A ideia de divulgá-lo é que o tema é tão importante e compartilhar experiências, principalmente no caso de doenças tão complicadas e degenerativas como é o caso do câncer. De acordo com o material de publicação que chegou, o objetivo é justamente “ajudar pessoas que passam por provas e desafios semelhantes”.
O livro traz ainda o drama dos parentes da escritora, que dividiram toda a dor da doença. Se alguém já leu o livro ou ler, deixe comentários aqui. É sempre bom termos a opinião de leitores.
“Ter como diagnóstico uma doença potencialmente letal como o câncer
está sendo para mim a oportunidade de renascer na própria vida.
Fazer cada pequenina coisa do cotidiano,
estar com cada uma das pessoas que integram meu universo,
em cada lugar que guarda um registro de minha história,
com a consciência de que poderia não estar mais ali,
imprime a tudo muita grandeza”
(Luíza Polessa)
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