Nas unhas: Orquídea (Ana Hickmann)

Depois da paixão instantânea pelo 675 Cremoso, da Hits, tive de lidar com um sentimento um tanto esquisito com relação ao segundo esmalte emprestado pela menina Andreia, para o Nas Unhas. O Orquídea, da Ana Hickmann, não ganhou meu coração. Ele tem um tom roxo, com um fundo meio marrom e vinho escuro. A primeira demão deixou as unhas com várias manchas. Duas mãos cobriram muito bem. Mas a sensação que tive é que a segunda mão escureceu bastante o tom.

Eu encaro minhas mãos e enxergo mais um esmalte escuro sem cor definida. O roxo dele não se destaca aos meus olhos. O fundo indeciso entre vinho e marrom não me cativou. No vidrinho, achei a cor bem mais interessante do que o resultado final. Nem a foto conseguiu captar exatamente a cor dele. E olhe que tentei de muitas formas, em luzes diversas, com e sem flash. Sempre aparece uma cor escura e sem definição.

Perguntei a várias pessoas o que acharam, para ver se eu estava sendo muito dura, e não tive nenhuma resposta entusiasmada. Uns acharam bacana, outros acharam sem graça, alguns me disseram que é normalzinho. Pouca gente de fato elogiou. Fato é que o Orquídea não me encantou. Com certeza não vai ser um esmalte que vou na loja comprar. Claro que é questão de gosto, coisa pessoal. Tem quem admire a cor e vi muitas meninas elogiando bastante.

Um detalhe que achei legal foi o fato de ter sido super fácil limpar os cantinhos, mesmo a cor sendo bem escura e eu sendo um desastre com o palitinho e o algodão. Não tive qualquer problema. Achei também que o brilho dele, que fica super visível nas fotos, sumiu muito rápido e apagou ainda mais a cor.

Quanto à durabilidade, nada muito especial. Nas minhas unhas, os esmaltes duram sempre o mesmo período mais ou menos. Se durar três dias intactos, já estou comemorando.

O que acharam, meninas?

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Nas Unhas: 675 cremoso (Hits Speciallità)

O esmalte para esta edição do Nas Unhas foi escolha da menina Andreia. Solidária com a minha “capenga” coleção de esmaltes – preciso realmente comprar alguns -, ela selecionou três cores de sua coleção pessoal para que sejam as próximas a aparecerem por aqui.

O primeiro da lista é o 675 (cremoso), da Hits Speciallità, um tom coral.

A misturinha que coloquei da última vez durou bastante, gente. Os esmaltes claros são realmente ótimas opções para quem não terá tempo de renovar a cor das unhas. Quando sai uma lasquinha, fica quase imperceptível. Fiquei uma semana inteirinha com aquele tom, sem qualquer contratempo.

Aqui é um recorte da foto em tamanho bem grande, para que vocês possam ver os brilhinhos dourados

Mas vamos ao 675. A cor é muito linda. É um tom de goiaba, com pequenas partículas de brilho douradas. Os brilhos são bem discretos, tão discretos que praticamente não aparecem nas unhas pintadas. Fiquei completamente apaixonada e muitas meninas quiseram saber que cor era aquela, sinal de que ganhou a aprovação de um monte de gente.

O que mais me conquistou no esmalte foi a durabilidade dele. Pintei as unhas para um evento, dois dias antes de ele acontecer. O esmalte se comportou muito dignamente, inclusive depois de ter passado horas na pia da cozinha lavando pratos e mais pratos. Quatro dias depois de pintadas as unhas, o 675 estava lá inteiro, sem uma lasquinha sequer.

E também não precisei utilizar um super brilho alguns dias depois do uso. Dava tranquilamente para ficar com o esmalte nas unhas exatamente do jeito que pintei, sem necessidade de qualquer retoque. Mas para quem prefere um brilhinho extra, era só utilizá-lo.

A base que utilizei também foi empréstimo de Andreia. Já que tive aquele problema com as unhas, que estavam quebrando sempre, ela me cedeu a base Colorama Nutribase Pró-Crescimento, com Ginseng e Chá Verde. Utilizarei a base também com os próximos esmaltes que usarei por aqui, o Orquídea (Ana Hickmann) e o Bikini (Avon Color Trend). Então depois falo sobre minha experiência com a base. 

E então meninas, o que acharam da cor?

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Nas unhas: Flor do Campo + Amore Mio (Avon)

Sumi de novo com o “nas unhas“, não foi, meninas? Mil perdões, mas é que as ditas cujas não estavam dignas de aparecer no blog. Passei um tempão tratando das unhas que decidiram não crescer mais e quebrar o tempo inteiro. Sem qualquer explicação plausível, minhas unhas ficaram fracas de uma hora para a outra. A dermatologista me indicou uma base formulada, e foi o que ajudou. Agora elas estão se recuperando. Então, como passei algum tempo sem comprar esmaltes novos, decidi voltar à série com uma misturinha que fiz, corzinha suave.

Peguei o Flor do Campo, da Avon, que é um furta-cor com tom lilás, e coloquei duas gotinhas do Amore Mio, para quebrar o fundo branco e criar um tom de fundo mais rosado, só que bem discreto. A diferença é bastante sensível, mas dá para notar. Passei duas demãos. Eu gosto de usar cores discretas principalmente quando não terei tempo durante a semana para fazer as unhas novamente. Se ocorrer uma lasquinha ou outra, com a cor clara fica mais difícil de notar e consigo passar mais tempo com o esmalte. O que costumo fazer para tentar renovar a cor após alguns dias é utilizar um brilho por cima. Sempre dá um “up” no esmalte.

Agora com as unhas mais bonitinhas, prometo renovar meu estoque de esmaltes e postar com mais frequência a série. Ah, aceito dicas de esmaltes para adquirir. Como fiquei estes tempos com as unhas doentinhas, não quis acompanhar os lançamentos e ficar deprê por não poder deixar as mãos na moda.

E então, o que vocês sugerem para acrescentar à minha humilde coleção?

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Nas unhas: Maria Bonita (La Pogee)

Qua saudade de mostrar as unhas por aqui. Estou sem máquina fotográfica (mas já estou em busca do melhor custo x benefício), e o celular que utilizava neste período para fotografar os esmaltes não está mais disponível. Por fim, descobri que descarregar as fotos do meu aparelho de telefone móvel é uma missão impossível.

Imagine que o último post que coloquei foi com o Dragão Negro, da Ana Hickman, há mais de um mês. 🙁

Estes dias aproveitei uma máquina emprestada para fotografar as unhas com o Maria Bonita, da La Pogee. Ele é um tipo de coral bem cremoso e de cor consistente. O tom coral do Maria Bonita, no entanto, tem uma dose maior de rosa, mas de um rosa fechado. Ele me lembra muito a cor de uma goiaba madura. Duas demãos são mais que suficientes para deixar as unhas bem cobertas. Também foi bem fácil limpar os cantinhos.

Pena que a minha ignorância no manuseio da máquina não tenha permitido utilizar os recursos corretos para tentar me aproximar o máximo possível da cor exata. Com o uso do flash, por exemplo, percebi que o tom que a máquina captura é muito mais neon do que verdadeiramente o é o esmalte.

Antes, da mesma marca, já havia testado o Ana Maria, este sim um tom bem rosa, e o Maysa, um vermelho cor de tomate bem aberto. Com relação à consistência, o Maria Bonita é bem mais grossinho que o Maysa, por exemplo. Eu gostei bastante da cor. Escrevendo o post fiquei pensando que, talvez, o Maria Bonita seja justamente uma mistura dos dois esmaltes acima, o Maysa e o Ana Maria. Mas ainda não estou experiente nas misturas, então é só uma elucubração mesmo.

Um dia depois, decidi colocar a cobertura fosca da Ana Hickman – sim, finalmente comprei a cobertura fosca tão sonhada e acabei levando logo dois frasquinhos para garantir. Vou ficar devendo as fotos das unhas com a cobertura fosca, porque a máquina já não estava em minhas mãos quando decidi mudar o tom.

Mas ficou lindo o resultado. Aliás, tenho feito várias experiências com a cobertura fosca nos últimos tempos e virei fã. Acho super elegantes as unhas sem brilho. Questão de gosto pessoal mesmo, não é? Tem gente que prefere o brilho.

E então, meninas, gostaram? Já conheciam o Maria Bonita?

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Nas unhas: Dragão Negro (Ana Hickman)

Radicalizei e decidi pintar as unhas de Dragão Negro, da Ana Hickman. Era uma vontade antiga que acabei demorando bastante para realizar, que era pintar as unhas de preto. Como minha pele é bem clara, sempre achei que chamaria atenção demais e acabava desistindo antes mesmo de testar no primeiro dedo. No post anterior tinha dito que entregaria minhas unhas à minha manicure desta vez, mas não rolou, meninas! Acabou que o tempo ficou curto no final de semana e tive de me resolver em casa mesmo. Mas confesso que tive um trabalhão para limpar os cantinhos e fiquei morrendo de vontade de dar um jeito de recorrer à profissional no assunto.

Eu gostei da cor nas unhas. Acho o preto impactante, e contrastou com o tom da minha pele. Acho também que essa moda de arriscar nas cores e apostar nas novidades ajudou a me acostumar logo de cara com as unhas. Eu já tinha usado a marca Ana Hickman antes, com o Hong Kong, um tom areia meio nude, e gostei da resposta, do brilhinho constante, da boa durabilidade e afins. Com relação ao Ana Maria, da La Pogee, o “nas unhas” anterior do blog, tive uma crise de “nervosite aguda” e comecei a descascá-lo das unhas em um momento em que tinha milhões de coisas a fazer e o tempo estava correndo para vencer os 50m rasos. Acabou que, de positivo com a crise, apenas a economia da acetona e do algodão (hehehe), porque as unhas ficaram horríveis!!!!

Eu não uso (ainda, pelo menos) produto de hidratação para cutículas, mas costumo usar hidratante nas mãos com certa frequência. Percebi que ajuda bastante, não apenas na hidratação e maciez das mãos, mas também na hidratação da própria cutícula. Tenho tido mais facilidade, até, para fazer as unhas. Também tem a ver, claro, com a prática. Como estou sempre tirando algumas horinhas na semana para cuidar das unhas, acho que a gente acaba pegando o jeito melhor de fazer. Acho que vai demorar um pouquinho mais para começar a arriscar nos formatos, nas pinturas mais excêntricas e nos detalhes, mas acabo chegando lá!!!

Preciso contar a vocês que continuo sem comprar a cobertura fosca 🙁 , mas é que a vida está mesmo muito corrida e os locais por que passo costumeiramente não vendem meu novo objeto de desejo. Mas insistirei nisso, prometo!!! Agora preciso comprar esmaltinhos novos para os próximos ‘nas unhas”. Beijos, meninas.

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Nas unhas: Ana Maria (La Pogee)

Sobre o último esmalte, o Hong Kong, da Ana Hickman, o que posso dizer é que virei fã dele. Durabilidade boa, até agora foi o que resistiu ao terceiro dia triunfante, sem maiores problemas. A cor me empolgou muito, porque adoro tons discretos e elegantes. Mas no terceiro dia mesmo, decidi tirar o esmalte da unha para deixá-la descansar um pouco, respirar. Foi o tempo que usei para resolver o que usaria em seguida, e acabei optando por mudar para os tons rosas, com o Ana Maria, da La Pogee.

O Ana Maria é um tom de rosa forte, mas fechado. A sua consistência é bem cremosa , e duas camadas foram suficientes para cobrir toda a unha. Por falar em camadas, percebi que gasto muito esmalte em uma camada só. Deve ser a falta de experiência mesmo, mas aos poucos vou percebendo estes detalhes.Voltando às camadas, me deu ate vontade de ir para a terceira, mas resisti à tentação, porque é completamente desnecessária.

Ah, meninas, me perdoem com a limpeza mal feita. É que não fiz a unha, apenas pintei. Então, a cutícula já está crescinha. Daí que dificultou meu trabalho um milhão de vezes. Achei a cor lindíssima. Quando pintei logo, de noite, não tinha gostado muito, confesso. Mas ao olhar minhas mãos de dia, a impressão foi completamente diferente. Inclusive, ouvi comentários bacanas, elogios, e até perguntas sobre qual era a cor. A durabilidade tem sido a mesma. Uma coisa importante que esqueci de mencionar nos posts anteriores é que eu exponho as unhas ao desgaste diariamente, porque sempre lavo nas mãos minha roupa da academia quando chego em casa!!!! E isso, como todo mundo sabe, é um crime para manter as unhas belas.

Outra coisa é que eu costumo lixar minhas unhas a cada três dias. Inclusive, tenho uma lixa na minha mesa aqui do trabalho para não esquecer da tarefa (hehehehe). Gosto delas bem quadradinhas e aprendi a lixá-las sem grandes dificuldades. E eu faço da maneira mais simples mesmo, com as unhas viradas para mim, sem muita técnica específica. Lixar as unhas com constância foi uma forma que encontrei para mantê-las sempre do tamanho que quero. Nunca as deixo muito maiores do que estão nestas fotos, porque elas acabam quebrando, já que, no meu caso, elas são bem flexíveis e dobram com uma certa facilidade. Ainda não decidi qual será o próximo “nas unhas”, mas certamente será feito pela minha manicure fofa (aeeee!!!!). Beijocas, meninas.

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Nas unhas: Hong Kong (Ana Hickman)

Fiquei um pouco decepcionada com o Maysa, da La Pogee. É que no segundo dia, o brilho do vermelho já tinha desaparecido completamente e ficou parecendo que havia pintado a unha há dias e já estava na hora de trocar de esmalte. Mas resolvi o problema passando por cima do esmalte uma base fosca. Como eu queria um brilho discreto, optei pela base fosca para homens da Risqué. Lembrando que ela não é uma cobertura com efeito matte, mas uma base sem muito brilho, desenvolvida especialmente para os rapazes que gostam de cuidar das unhas, mas preferem não sair por aí com os dedinhos brilhando e reluzindo ao sol.

Ando percebendo também que a vida útil dos esmaltes em minhas mãos é de três dias. Mas com o Maysa foi um pouco diferente. Como passei a base fosca por cima dele logo no segundo dia, acredito que isso tenha interferido na durabilidade do esmalte nas unhas, porque no terceiro dia ele estava super intacto e ainda com o brilhinho que havia passado na véspera. Sem base por cima, no entanto, acho que não seria muito diferente dos outros que usei nos últimos dias, como o Hits Speciallità 368 e o pedra granada da Risqué.

Para os próximos dias, pulei a ordem que havia estabelecido anteriormente. É que adquiri mais umas corzinhas e, dentre elas, o Hong Kong da Ana Hickman, que é um tom nude, cor de areia. Como estava dias seguidos de cores fortes nas unhas, decidi voltar à adolescência, quando nutria uma paixão grande pelos esmaltes em tons areia e costumava pintar as unhas seguidamente da mesma cor. Ele é bem lindinho, super discreto. Fiquei com muita vontade de colocar uma cobertura matte nele, mas, meninas, ainda não tive tempo de passar lá no Itaigara nem no Centro para comprar e experimentar.

Particularmente eu gostei bastante. Achei o tom bem delicado. Passei três camadas, para ficar a cor mais fechadinha, porque o esmalte é transparente. O detalhe é que não havia observado isso ao comprá-lo, mas fiquei satisfeita, porque terei a opção de passar três camadas para ficar com toda a unha coberta ou passar apenas uma camada para dar só um toque, na hora em que a pressa falar mais alto. Também achei super tranquilo de limpar e agora adotei definitivamente a técnica de pintar uma mão inteira para só em seguida me preocupar com a outra. Não sei se é o normal entre vocês, mas é que acho mais simples.

E mal pintei as unhas já estou pensando na próxima cor (hahaha) que vou usar (e não é que isso vicia mesmo????). Estou em dúvida se radicalizo completamente e coloco um preto nas unhas, com o Dragão Negro da Ana Hickman, ou se mantenho o clima fofura e entro nos tons de rosa, escolhendo entre o Ana Maria (La Pogee) e o Sexy (Colorama). Ah, me esforçarei para tentar comprar a cobertura matte nos próximos dias. Espero que sobre um tempinho para fugir da rota diária. E se vocês quiserem me ajudar a sanar a dúvida da cor e dar sugestões sobre o próximo “nas unhas”, vou adorar!!! Beijos, meninas, e até mais!!!!

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Nas unhas: Maysa (La Pogee)

Como eu já previa, tive um trabalho imenso para tirar das unhas o Hits Speciallità 368. Ele é lindo realmente, durou três dias firme e forte até começar a aparecer o branquinho da ponta da unha. Mas, meninas, dá mesmo um super trabalho de limpar, por causa do glitter, que insiste em resistir bravamente à acetona (rsrsrs). Como eu gostei muito e como ele foi super elogiado, certamente pintarei minhas unhas com ele muito em breve, ainda com todo o trabalho do mundo para retirá-lo. É que vale a pena pelo resultado final.

Passado o feedback, vamos à aposta desta semana: o Maysa, da La Pogee. Ele é um vermelho bem aberto, forte. Passei três camadas (sim, exagero meu, porque duas camadas resolvem). Diria que ele é um vermelho cor de coração (hahaha). Sei que pode parecer uma comparação meio doida, mas se você fechar os olhos e imaginar um coração vermelho, com certeza a grande maioria vai imaginar a cor do coração igual à do Maysa. Além do mais, escolhi ele também por ter o mesmo nome de uma amiga que eu amo muito. Não sei se isso influenciou minha opinião, mas fato é que ele é lindo! 🙂

Depois do problema com o glitter vermelho, fiquei mega feliz ao limpar os cantinhos das unhas pintadas com o Maysa. Embora minha dificuldade com a limpeza ainda persista. E o mais engraçado nisso tudo é que limpo com todo cuidado do mundo e acho perfeito, até tirar as fotos para colocar no blog e perceber que fiz a maior meleca, e que continuo toda manchada de esmalte, e que vários cantos da unha ficaram falhados enquanto outros estão ainda bem sujinhos. Mas, enfim, faz parte do aprendizado. Assim espero pelo menos.

Outra coisa curiosa é que na imagem ficou bem nítida a parte mais clarinha da unha, como se a cobertura não tivesse funcionado direito. Pessoalmente, olhando diretamente as unhas, a marquinha da parte branca não fica tão visível quanto na foto. A consistência do esmalte é bem cremosinha mesmo. Na minha opinião humilde, cremosinha até demais. Na primeira camada, inclusive, a cobertura fica bem fininha. O que significa que se você busca um esmalte para pintar as unhas correndo, na pressa, e usando uma camada só, não acho o Maysa a melhor opção. É isso, meninas, comentem o que acharam! Beijos e até o próximo “nas unhas”.

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