Curso para aprendiz em turismo no CIEE

Recebemos um material interessante do CIEE, Centro de Integração Empresa-Escola. Eles estão lançando um novo módulo para o Programa Aprendiz Legal, com curso de capacitação em Turismo. Aprendiz legalO público alvo são os jovens entre 14 e 24 anos interessados em uma vaga de aprendiz em empresas da área turística. Para participar, basta procurar uma unidade do CIEE mais próxima de você ou acessar o site especial do programa.

De acordo com informações do material de divulgação, o presidente da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TurisRio), Nilo Sergio Felix, aposta que só com a Copa do Mundo de 2014, dos 170 mil novos empregos que surgirão, cerca de 100 mil será na área de turismo. Por isso, o objetivo do curso é justamente capacitar mão de obra para esta demanda que está em pleno crescimento no mercado nacional.

Além de agregar experiência aos jovens, o programa também oferece às empresas a possibilidade de treinar profissionais, direcionando o desenvolvimento para o seu próprio negócio.  Em 2006, o programa beneficiou 3.500 jovens. Em 2007, o número saltou para 7.700. Em 2008, foram 12 mil aprendizes. Neste ano, o número deve bater a marca dos 15 mil. O curso é dividido em aulas práticas, nas empresas, e aulas teóricas, na sede do CIEE.

Atualmente, o CIEE oferece capacitação para aprendizes nas áreas de Ocupações Administrativas, Comércio e Varejo, Práticas Bancárias, Telesserviços, Logística e Turismo.

Leia Mais

Inscrições abertas para o melhor emprego do Brasil

Que tal você conquistar a vaga para o melhor emprego do mundo no Brasil? O concurso, que começou na Austrália, tem sua versão brasileir,a e o vencedor vai trabalhar como zelador da Ilha do Breu, na Baía de Ilha Grande, na Costa Verde do Rio de Janeiro.

O local de trabalho, a Ilha do Breu
O local de trabalho, a Ilha do Breu

Serão quatro as suas tarefas diárias: identificar pontos de mergulho; monitorar o ecossistema de áreas de preservação da Ilha Grande; alimentar peixes e pássaros da região; e manter um blog com fotos e vídeos do seu dia a dia. No primeiro dia de trabalho, o sortudo vai embolsar a quantia de R$ 50 mil. No final dos seis meses seguintes, receberá os R$ 50 mil restantes.

Além do salário convidativo, o “empregado” terá estadia em um bangalô exclusivo, despesas de viagem pagas, três refeições diárias e seguro de vida e saúde. Para concorrer à vaga, o interessado deve fazer um vídeo com seu currículo, de até três minutos, contando sobre sua vida, experiência profissional e explicar por que merece ser o escolhido. O vídeo deve ser postado no youtube até o dia 20 de outubro deste ano e o link enviado para o e-mail presidencia@intercambio.in colocando

Bangalôs da Ilha do Breu
Bangalôs da Ilha do Breu

no assunto “Quero o melhor emprego do Brasil”. Lembre de acrescentar no e-mail os seus dados pessoais (nome, telefone etc). O sortudo será conhecido no início de janeiro de 2010.

A ideia do projeto é promover o turismo na região fluminense e atrair visitantes. As informações estão no site MBrazil. A campanha é aberta apenas para brasileiros.

Leia Mais

Guia para fazer turismo a pé

viajanteEm julho de 2002, embarquei para a Espanha – a trabalho -, sem falar uma sílaba em espanhol, confiando cegamente que o inglês iria me safar e disposta a, nos intervalos do trabalho, me jogar nas ruas de Madrid para conhecer a cidade por dentro. Aprendi algumas lições boas e outras dolorosas. Os espanhois, com exceção dos funcionários do hotel e claro, do local onde ocorreria a coletiva de imprensa que eu fui cobrir, se recusam a falar em inglês. Ou você se comunica com eles, na lingua deles, ou esqueça. Após alguns micos de marinheira de primeira viagem, um assalto – sim, na Europa também tem assalto se alguém ainda duvida disso – voltei para casa disposta a aprender espanhol e a aprender a viajar feito gente grande. Uma lição boa porém, eu tiro dessa pequena aventura, nada se compara a conhecer um lugar, uma cultura, do que fazer trajetos inteiros a pé, entrando e saindo de ruas, perguntando para as pessoas como é que se chega em tal lugar, interagindo, sentindo-se parte da paisagem. Tomando os devidos cuidados para evitar roubadas, como ir esbarrar sem querer na parte barra pesada que todas as cidades mundiais possuem, por mais ricas e civilizadas que sejam a desigualdade existe, vale muito a pena viajar fora dos esquemões de agências e excursões pré-programadas. Claro que, quando a gente não tem a menor noção de nada, vale sim viajar com agência, até porque, eles resolvem lindamente toda aquela parte chata da burocracia. Existem também, lógico, pacotes de viagem que cabem no nosso bolso, a possibilidade de pagar em parcelas, o atendimento especializado em caso de contratempos. Enfim, não tenho nada contra ao trabalho dos agentes de viagem. Mas, tendo a chance, tente sair do “roteirão para turista ver” e descubra algumas boas surpresas por conta própria. Para servir de norte aos perdidos por natureza, no mercado existem muitos bons guias de viagem. Você não precisa necessariamente frequentar todos os locais sugeridos no guia, até porque, essa é a opinião dos editores, dos jornalistas que fizeram o trajeto para escrever aquele livro. Mas, um guia pode ser um bom ponto de partida. Nesses tempos de interatividade em alta, vale ainda visitar sites em que viajantes descompromissados – ou seja, gente que viaja por lazer e não como jornalista de um guia – têm a dizer sobre os destinos. Nada mais reconfortante do que abrir um site sobre um hotel ou restaurante numa cidade desconhecida e ver os comentários de gente que já se hospedou no hotel ou já comeu no restaurante postou  sobre a estrutura, o serviço. Opinião de gente comum, que tem, na maioria das vezes, gostos e realidades parecidos com os nossos. Viajar sem pesquisa não dá, até já escrevemos sobre isso no blog, mas, guardadas as devidas proporções da segurança pessoal, existe um pouco de charme no imprevisto, existe um encanto nas surpresas e nas descobertas que não estavam previstas no script. Acredito que essa é a grande delícia de aventurar-se em outras terras.

===========================

Leia também:

>>Dicas para programar a viagem ao exterior I

>>Dicas para programar a viagem ao exterior II

>>Dicas para programar a viagem ao exterior III

================================================

Publifolha lança guias para viajantes a pé

mochileiroOs guias Londres, Nova York, Paris e Roma, da editora Publifolha, trazem os principais roteiros para o viajante explorar cada cidade a pé. São pequenos trajetos detalhados com o que cada local tem de mais interessante para se conhecer em pequenas ou médias caminhadas de 2 a 4 km no máximo. Para quem está disposto a se aventurar na descoberta dos “segredos” de cada cidade visitada, pode ser um bom ponto de partida dar uma olhada nos guias.

Ilustrados, os volumes ensinam a percorrer os pontos mais conhecidos entre cada bairro ou região e apreciar o que cada um tem de melhor na cultura, história e atrações. Depois de se familiarizar com os locais e de checar se a zona em questão é segura, dá para você extrapolar os limites traçados pelo guia e até fazer o seu roteiro de sugestões para amigos.

Os guias também são divididos por passeios, para cada programa há um mapa que localiza as principais ruas e pontos turísticos dos bairros históricos e modernos, restaurantes, além de arte e arquitetura local.  Mapas são importantes, assim como entender o funcionamento das redes de metrô e as demais opções de transporte. Mais uma vez, a dica é que, além dos guias, o viajante tenha uma curiosidade natural e disposição para aceitar novidades. Acredito que viajar a pé, só vale a pena para pessoas com essas características.

Do contrário, se você é do tipo que não gosta de imprevistos, não tem paciência para ficar lendo mapas e muito menos quer perder tempo esperando metrôs e ônibus, aconselho que faça o turismo convencional. E não se sinta diminuido por isso, todo viajante é um desbravador, mesmo que prefira fazer suas descobertas com o conforto de um roteiro programado e sem se cansar muito.

Abaixo, a ficha técnica dos guias da Publifolha para os interessados:

capas walking tour.inddLondres – As ruas da capital britânica são impregnadas de história, e a melhor maneira de saber o que elas têm a oferecer é percorrê-las a pé, de maneira fácil e criativ. O guia mostra ao turista 24 passeios que reúnem atrações como Westminster, Covent Garden e Mayfair, além de detalhar as curiosidades dos edifícios mais famosos de Oxford Street e Piccadilly.

capas walking tour.inddNova York – De todas as cidades dos EUA, Nova York é a melhor para se ver caminhando. Foi projetada para se andar por ela. A planta de Manhattan, com ruas em grade que vão de um rio ao outro, foi criada para que tudo o que é importante ficasse a uma distância boa de percorrer de qualquer lugar. Os passeios desse guia localizam as principais ruas,  atrações e bairros, como Soho, Tribeca e Upper East Side, ensinando também o viajante a caminhar pelos pontos mais conhecidos do Central Park e de Little Italy. Ajuda ainda descobrir os lugares mais inusitados, como o alternativo West Village e o subúrbio Brooklyn Heights.

capas walking tour.inddParis – Os parisienses chamam sua capital de “cidade das cem vilas”, porque cada bairro tem sua própria personalidade, e sua cota de história. O guia explora 24 diferentes quartiers (bairros) de Paris, mostrando os monumentos mais famosos da cidade, e visitando também alguns locais curiosos, como Quartier Latin, Marais, Madeleine e Montmartre. O guia ensina ainda como percorrer as origens da cidade, passeando pelas margens do rio Sena, caminhando na Pont Neuf até a Conciergerie.

capas walking tour.inddRoma – Roma é uma metrópole única, onde o antigo e o moderno convivem lado a lado. Ao começar a explorar a cidade, é útil ter algum conhecimento do sistema de transportes pois existem apenas duas linhas de metrô. O guia exibe 24 passeios temáticos, destacando lugares como a cidade do Vaticano, o bairro Borgo, passando pelo coração da Cidade Antiga até o tranquilo monte Aventino. Mostra também como andar pelas ruas e becos de pedra do bairro do Trastevere e descobrir locais para se comer e fazer uma pausa para um gelato.

Guia de Passeios

Autor: Richard Jones

Editora: Publifolha

176 páginas

R$ 32,00

Visite o site da editora:  www.publifolha.com.br

Leia Mais

Os três anos do Museu da Língua Portuguesa

Entrada do Museu
Entrada do Museu

O Museu da Língua Portuguesa está fazendo aniversário hoje. São três anos de informação e muita cultura para a população da capital paulista e seus visitantes. Localizado no edifício histórico da Estação da Luz, na Praça da Luz, o local aposta no diferencial, utilizando tecnologia de ponta e recursos interativos para expor palavras.

O que temos são telas, teclas, sons, imagens, cores… um show de material interativo. Onde está a lógica disso tudo? A própria justificativa da idealização do museu explica: a língua portuguesa, o acervo do museu, é um patrimônio imaterial. Não poderia, portanto, estar aprisionado em redomas de vidro.

O preço para a visita é módico (hoje custa R$ 4) e é possível programar visitações em grupo, bastando fazer uma inscrição prévia por meio do telefone ou e-mail que estão logo no final deste texto. Estudantes com carteirinha ou comprovante de matrícula pagam meia-entrada. Professores da rede pública com holerite e RG, crianças até 10 anos e adultos a partir de 60 anos não pagam ingresso. Vale lembrar que aos sábados a visitação é gratuita.  

============================================
>> Assista à reportagem sobre o museu


============================================

Ao entrar nas instalações do museu, a sensação é que estamos em um espaço vivo. A história da língua portuguesa se  espalha pelas salas, há apresentações em vídeos, monitores interativos e todos podem interagir com as telas, conhecendo um pouco mais da nossa cultura verbal, oral e escrita.

O objetivo é valorizar a língua portuguesa, a diversidade cultural brasileira, apontando a língua como elemento fundamental e fundador da nossa cultura. Paralelamente, há uma série de atividades, como cursos, palestras seminários, apresentações gratuitas, dentre outras.

======================
>> Veja a apresentação multimídia do Museu da Língua Portuguesa
>> Site oficial, com agenda, dicas e informações úteis
======================

É um passeio que vale muito à pena para aqueles que estão de passagem pela capital paulista. A gente sai de lá muito mais apaixonado pela língua portuguesa e com uma compreensão infinitamente maior da construção do nosso idioma e de sua importância como elemento firmador de uma cultura e da identidade de um povo.

Projeção de filme sobre a língua
Projeção de filme sobre a língua

São três andares de muita arte. No primeiro, as exposições temporárias. No segundo piso, a grande galeria exibe projeções simultâneas de filmes que valorizam o uso cotidiano da língua, e os totens se dedicam a mostrar as influências e os povos que contribuíram para a formação do nosso português. É lá também que painéis explicam a história da Estação da Luz e jogos eletrônicos possibilitam os visitantes brincarem com a formação das palavras. E no terceiro andar, um auditório onde um filme de dez minutos é exibido sobre as origens da língua portuguesa falada no Brasil.

Se tem um passeio do qual não há como se arrepender, aqui está ele. Vamos valorizar nossa cultura!!!

======
Serviço:
======
>> Agende suas visitas:
(11) 3326-0775 ou agendamento@museudalinguaportuguesa.org.br
>> Bilheteria:
Terça a domingo, das 10h às 17h.
>> Museu:
Terça a domingo, das 10h às 18h (não abre às segundas-feiras)
Endereço: Praça da Luz, s/nº, Centro – São Paulo – SP
>> Mais informações:
 (11) 3326-0775 ou museu@museudalinguaportuguesa.org.br

Leia Mais

Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 3

Continuando a série de posts dedicados às dicas para ajudá-los a organizar a viagem para outro País, seguem abaixo mais algumas sugestões.

Dúvidas antes de viajar=================
Leia também:
>> Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 1

>> Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 2
=================

==== COMPRAS ====
O fato de estar negociando em uma moeda diferente pode destruir a sua vida financeira, portanto nunca deixe de fazer as conversões em reais, para saber exatamente quanto você está pagando pelo produto ou serviço. E tenha em mente que as comprinhas feitas em cartões de créditos terão seu valor convertido para reais pela taxa do dia do pagamento da fatura. Assim, se o dólar estiver mais barato quando você pagar, ótimo. Mas se o dólar estiver mais caro, a despesa terá um acréscimo.

==== SAÚDE ====
Eu aconselho que você faça um seguro de saúde internacional antes de colocar os pés no avião. Claro que ninguém quer que aconteça alguma coisa durante a viagem, porém prevenir é bem melhor que remediar. Há empresas que fazem seguros e você pode procurar uma delas, como a Mondial Assistance. Além disso, há países que exigem que o visitante tenha o tal seguro. É importante pesquisar sobre isso também.

==== SAQUES NO EXTERIOR ====
Para que não haja surpresas desagradáveis, verifique com antecedência as taxas cobradas para os saques feitos em outros países. O Banco do Brasil tem agências espalhadas pelo mundo e se você é correntista, poderá sacar a moeda local na agência do País. Também é possível efetuar saques nos caixas 24h que funcionam associados ao seu cartão de crédito internacional. Mas não pense que você vai pagar apenas o que sacou. Eles cobram taxas que não são nada doces. Cheque isso para saber exatamente quanto está pagando por aquele saque.

==== TÁXIS ====
Antes de pegar o táxi, confirme a direção você quer seguir. A depender do local onde esteja, pegar táxi do lado errado pode custar um dinheirinho bom. Tem locais em que o retorno é tão distante que apenas atravessando a rua você poderia fazer uma boa economia. Um mapa em mãos sempre ajuda. E perguntar também não custa nada.

==== SAÍDA DO METRÔ ====
Quando for sair da estação do metrô, procure saber qual é a saída mais próxima do local para onde você está indo. Isso vai ajudar na otimização do tempo. Normalmente, há várias saídas na estação do metrô, e cada uma vai dar em uma rua diferente. Para não errar, veja no mapa da própria estação ou no mapinha que você vai carregar para todos os cantos. Quanto mais tempo economizar, mais tempo terá para aplicar nas atividades que te interessam. E sair pelo lado errado pode despender um gasto de tempo desnecessário.

==== CONVERSÃO DE MOEDAS ====
Ande sempre com uma calculadora na bolsa. Sempre. Vai ajudar a fazer as tais conversões de moeda com mais facilidade.

==== CONTROLE DE GASTOS ====
Junto com a calculadora, leve um bloco de anotações e uma caneta. É imprenscindível que você faça anotações de todos os seus gastos. Além de você manter total controle dos custos da sua viagem, vai ajudar muito quando você precisar organizar um segundo passeio. É o que vai te dar uma noção das despesas, incluindo as que você não estava esperando (como a compra daquele remedinho para combater uma inflamação na garganta).

 

Leia Mais

Home exchange: turismo residencial

Exchange HomeNão faltam alternativas para tentar baratear o custo da viagem dos sonhos. Muito comum nos Estados Unidos e Europa, a prática do home exchange ou home swap começa a se popularizar no Brasil. Como funciona? Simples: você, que planeja passar as férias em Londres, por exemplo, encontra uma família lá, cujo projeto é passar um período em sua cidade. Aí, vocês trocam de casas e economizam na hospedagem.

Essa é mais uma modalidade de turismo que vem ganhando espaço em todo o mundo. Aqui no Brasil, a prática recebeu o nome de Troca de Casas. Inclusive, a depender do programa, é possível até que o automóvel da família seja incluído na troca. E aí, além da hospedagem gratuita, você também já chega ao lugar de destino com facilidade de locomoção garantida. É só deixar tudo acertado com o parceiro de troca.

===============================
Leia também:
>> Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 1
>> Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 2
>> Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 3
===============================

O mais bacana de tudo é que você não paga absolutamente nada aos proprietários da casa para onde vai. Em contrapartida, também não receberá qualquer valor por ceder sua casa na troca. O único gasto, normalmente, é o cobrado pelos sites que promovem a prática. Geralmente eles cobram uma taxa para que você usufrua dos serviços por um ano. Estes sites reúnem pessoas interessadas em ceder suas residências.

O outro lado da moeda é com relação aos possíveis prejuízos que você pode sofrer ao entregar sua casa nas mãos de estranhos. Algumas pessoas desistem de participar do programa com receio dos riscos. Outras encaram o desafio e defendem a idéia de que os riscos seriam praticamente os mesmos de quando alugamos uma residência a alguém. O que eu aconselho é que você procure saber como funciona o site, quais garantias ele te dá, antes de decidir.

Lembre-se que uma boa comunicação com a família que sua casa irá hospedar é sempre importante. Depois de se cadastrar no site, você escolhe o destino e entra em contato com a família. Mais uma sugestão é que você peça fotografias, tire todas as dúvidas antes de fechar o negócio. Também verifique se sua seguradora vai cobrir possíveis danos com o veículo e com sua casa causados pelos visitantes, no caso de você ter estes seguros.

E antes de se cadastrar no site, leia o FAQ. São aquelas perguntas e respostas que eles disponibilizam para esclarecer as dúvidas mais comuns dos usuários. Pode te ajudar a compreender melhor como funciona o programa. E quem sabe te convencer a participar também.

===================
Alguns sites que promovem o home exchange:
>> http://www.souturista.com.br/homeexchange.htm
>> http://www.homeexchange.com/
>> http://www.gti-home-exchange.com/portugues.html
===================

Leia Mais

Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 2

Arrumando as malas===============
Leia também:
>> Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 1
>> Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 3
===============

Mais idéias para que você possa programar suas férias e evitar alguns transtornos comuns aos viajantes de primeira viagem. Ah, se rolar alguma dúvida ou sugestão de coisas que podemos acrescentar nos próximos posts da série, manda um comentário.

==== TURISMO ====
Assim que chegar ao seu local de destino, veja se acha fácil encontrar um setor de apoio ao turista. Você pode pesquisar esta informação antes de chegar lá, inclusive. E fazer deste o seu primeiro roteiro. Eles podem ajudar bastante, podem te dar dicas importantes, te dar mapas da cidade.

==== LOCALIZAÇÃO ====
A depender das informações que obtiver no setor turístico do local, corra a uma banca de revista ou livraria e adquira um mapa bem bacana do lugar. Além do mapa, compre um guia turístico. Você pode comprar o guia, e eu até aconselho, antes da viagem, no seu País mesmo. Aí você já vai assinalando alguns programas interessantes, alguns passeios. É importante ter uma noção ampla e antecipada do que você quer fazer, para otimizar o tempo.

==== COMUNICAÇÃO ====
Um dicionário básico também vai ajudar muito se você não domina a língua do País para o qual está indo. Vai quebrar galhos em diversas situações, inclusive no restaurante, por exemplo. E se você quiser, pode adquirir também aqueles manuais com frases básicas. Nas livrarias vendem. Eles reúnem várias frases que você pode precisar usar em diversas situações.

==== SEGURANÇA ====
Saber como anda o índice de violência e criminalidade no local pode ser fundamental. O principal é investigar quais locais são seguros e quais são inseguros, já que fazer turismo é sinônimo de dinheiro no bolso, o que atrai em cheio os olhares de assaltantes. Então, se precaver é palavra de ordem. Tente buscar estas informações pela internet e no setor de turismo do País. Eles podem te ajudar a saber o que carregar nos bolsos para cada lugar.

==== DIREÇÃO DEFENSIVA ====
Se você está pensando em alugar um carro, procure saber antecipadamente se a sua carteira de motorista é válida no País de destino. Em alguns países da América do Sul, como o Chile por exemplo, a carteira nacional de habilitação do Brasil é perfeitamente válida. Caso contrário providencie tirar a sua carteira de motorista internacional. Lembre-se que o documento só é reconhecido pelos países signatários de convenções internacionais de trânsito (como a de Viena, em 1968). Ela pode ser tirada no Touring Clube do Brasil, que tem sedes em vários locais.

==== LEIS DE TRÂNSITO ====
Pesquise sobre as regras básicas de trânsito. Pode haver algumas normas diferentes do que você já está acostumado. E se vai pegar estrada, verifique também se há alguma legislação específica. Há locais, por exemplo, em que é obrigatório dirigir com os faróis acesos, ainda que pela manhã. E conhecer as leis básicas, pelo menos, pode evitar que você receba multas durante as férias.

 

Leia Mais

Dicas para programar a viagem ao exterior – parte 1

Malas===================
Leia também:
>> Mais dicas – parte 2
>> Mais dicas – parte 3
===================
Você decidiu organizar sua primeira viagem para fora do País. E agora? O que fazer primeiro? Que providências tomar? Este post foi escrito para dar uma mãozinha com algumas dicas importantes àqueles que estão programando uma viagem para fora do País e não sabem por onde começar. Claro que nada como a primeira experiência para aprender a se virar melhor. Mas umas sugestões iniciais podem ajudar, e bastante, para que sua viagem tenha o mínimo de contratempos possíveis. Aos poucos vou acrescentando novas dicas. Fiquem de olho.

==== PROGRAME-SE ====
É importante programar sua viagem com antecedência. Quanto antes você souber exatamente onde quer ir, mas fácil encontrar hospedagem com preços mais acessíveis. Então, tente antecipar seu planejamento para tentar economizar nos gastos.

==== IDENTIFICAÇÃO ====
Depois de escolhido o destino, você precisa tomar medidas importantes. Primeiro, o passaporte e o visto. Embora alguns países não exijam o passaporte, por precaução você pode logo tirá-lo e mesmo não sendo obrigatório, valerá como identidade em qualquer local. Também procure verificar se o País exige o visto e onde é possível tirá-lo. Em alguns casos, você terá de viajar para outro Estado.

==== VACINAÇÃO ====
Alguns locais também exigem que você tenha tomado certos tipos de vacinas. É preciso investigar isso também. É muito importante adiantar estas questões burocráticas e tomar conhecimento das exigências para ingressar no País o mais rápido possível. Para os EUA, por exemplo, se seu visto for negado, já era viagem. Então, programa-se.

==== HOSPEDAGEM ====
Chegou a hora de escolher onde se hospedar. Claro que existe hotel/pousada para todos os bolsos e é bom saber o quanto você está disposto a gastar. Na internet você acha muita coisa, desde hóteis cinco estrelas a albergues e afins. Uma dica bacana é, antes de fechar com o hotel, acesse os fóruns de discussão sobre viagens para saber a opinião das pessoas que já se hospedaram lá. As fotos nos sites podem enganar e o google é uma ferramenta poderosa para isso.

==== DINHEIRO X CARTÃO ====
Pesquise sobre a moeda que vigora no local e faça uma busca para saber sua valorização com relação ao real. Aproveite para verificar se as casas de câmbio de sua cidade vendem a moeda ou se só será possível comprá-la quando chegar ao País de destino. Outra coisa importante, tente adquirir um cartão de crédito internacional.

Claro que você não vai estourar o limite, mas serve como precaução nos casos de necessidade. Se você ainda não tem o tal cartão, lembre-se de pedir com bastante antecedência, afinal precisa preencher proposta, esperar aceitação, esperar chegar em casa. Ainda sobre o cartão, por segurança, leve logo anotado os telefones para atendimento ao cliente que você precisará ligar em caso de problemas no exterior.

==== CASAS DE CÂMBIO ====
Se você não conseguir trocar nenhum valor em sua cidade, pelo menos compre alguns dólares (caso a moeda local seja diversa). Normalmente é aceito em outros países. E quando chegar lá, não troque todo o valor na casa de câmbio do aeroporto. Trocar dinheiro no aeroporto é geralmente sinônimo de prejuízo. Troque apenas o necessário para pagar o táxi até o hotel. No outro dia, pesquise as casas de câmbio locais, porque a diferença pode ser bastante significativa. E não ache que só porque as casas ficam na mesma rua que o preço que cobram é o mesmo. Nada disso. Entre em cada uma delas.

==== CHAMADAS INTERNACIONAIS ====
Vários países possuem cabines telefônicas espalhadas por pontos estratégicos (centro comercial, estação de metrô…). Antes de fazer suas ligações do hotel, procure saber se há estas cabines e qual o valor da ligação. No hotel, pode sair bem mais cara a chamada. E numa viagem para fora, economizar é a palavra de ordem.

==== ARRUMANDO AS MALAS ====
Para arrumar as malas, pesquise sobre a temperatura do local para onde vai viajar. Essa é uma informação fácil de achar pela internet. O orkut também pode ajudar bastante. Há um série de comunidades e você pode trocar informações sobre o local. Com estes dados, fica mais fácil saber o que colocar na bagagem e o que deixar em casa. Se estiver pensando em seguir vários destinos, lembre de pesquisar sobre todos os lugares, para não ter surpresas desagradáveis e precisar fazer gastos extras com roupas.

Leia Mais

As cinco maiores piscinas do Brasil

Verão, sol quente, férias!!! Esse post é para deixá-los com água na boca. A mesma água na boca que fiquei quando li a materinha numa revista de uma companhia aérea, enquanto aguardava a chegada do avião ao aeroporto de Salvador. Entre uma página e outra, estavam lá estampadas as cinco maiores piscinas de hotéis brasileiros. Na mesma hora deu vontade de me jogar em uma daquelas águas, embora os preços dos hotéis em que estão instaladas devam ser um pouco salgadinhos. Mas vai lá que você está com uma grana sobrando na poupança e em busca de um super mega power hotel para passar o restinho do verão… Ah, tem hotel baiano na lista também!

Rio Quente Resorts1º) 25 mil m² –  Rio Quente Resorts (Caldas Novas/GO) – A piscina ocupa o equivalente a quatro quadras de futebol e as suas águas são quentes. Tem ondas também, em nove tipos diferentes, que podem alcançar 1,20m de altura.

==========
Sehrs Natal Grande Hotel2º) 10 mil m² – Sehrs Natal Grande Hotel (Natal/RN) – No total, há três jacuzzis, dois minitoboáguas, um bar molhado e três passarelas de madeira. Uma delas conecta as espreguiçadeiras ao restaurante, que serve petiscos regionais.

==========
Beach Park Acqua3º) 4,4 mil m² – Beach Park Acqua Resort (Fortaleza/CE) – Uma de suas mais famosas piscinas é a chamada Maremoto que, sozinha, comporta 3 milhões de litros de água (em movimento, pois conta com produção de ondas artificiais).

==========
Beach Class Resorts4º) 3,3 mil m² – Beach Class Resorts Muro Alto (Porto de Galinhas/PE) – A piscina se espalha pelos sofisticados blocos de apartamentos e bangalôs e é rodeada por jardins tropicais. Na área da piscina há também duas Jacuzzi.

==========
Vila Gale Mares5º) 3 mil m² – Vila Galé Mares (Guarajuba/BA) – Cercam a piscina um bar, jatos de hidromassagem e mais de 20 palmeiras. No centro, duas ilhas artificiais interligadas por passarelas de madeira. Há espreguiçadeiras por toda a piscina, que fica de frente para o mar.

 

 

 

MAIS CURIOSIDADES ? LÁ VAI…

A mais profunda do mundo, com 33m de profundidade, está em Bruxelas, batizada de Nemo 33. Foi desenvolvida por um especialista em mergulho, o belga John Beernaerts, em 2004. Com uma super estrutura, com túneis submersos e escadas, é muito utilizada por alunos de mergulho.

Quanto à maior do mundo, ela está no resort San Alfonso del Mar, no Chile. Ela possui 1.013 metros de comprimento. Com 250 mil m³ de água, entrou no Guiness Book. Além de nadar, é possível andar de caiaque, vela e utilizar uma barca que atravessa os hóspedes de um lado a outro.

E se o assunto é as mais fantásticas, impressionates e lindas do mundo, eu vou aqui eleger as minhas preferidas, depois de muito pesquisar na internet. É só clicar para ver a foto!!!

Le Meridien Hurghada (Makadi Bay, Egito) 
Blue Lagoon Geothermal Resort (Grindavík, Islândia)
Golden Nugget (Las Vegas, EUA)
Burj Al Arab (Dubai, Emirados Árabes)
Banyan Tree Al Areen (Jufair, Bahrain)

Leia Mais

Que tipo de turista você é?

Que tipo de turismo você faz? Qual o seu conceito de turismo? O que é ser turista para você? O que você faz quando chega a um lugar desconhecido? O que se dispõe a conhecer, que diversão encara? Foram perguntas que me fiz depois de conversar com algumas pessoas durante a viagem que fiz, ao Chile e Argentina, neste mês de janeiro. Não que exista o melhor turismo ou o pior. O que existe é o turismo adequado para cada tipo de turista.

O turismo que me agrada é aquele que alia a diversão à cultura. Que une agilidade ao ingresso na rotina da cidade. Há quem prefira alugar um carro e acelerar a locomoção. A mim me apetece andar pelas ruas, me envolver com o cotidiano da cidade, olhar as bancas de revista, ler as manchetes do jornal, conversar com um aqui, outro acolá. TuristasNão há como fugir do metrô, do táxi, mas há momentos em que substituí-los por uma boa caminhada pode valer muito à pena. E com um mapa na mão você vai chegar até onde quiser.

Particularmente não me enche os olhos o turismo de extremos. Aquele em que você conhece o ponto onde está e o ponto para onde vai e o caminho vira apenas paisagem. Não, não é uma crítica a quem se satisfaz com este tipo de conhecer um lugar. Como disse antes, há turismo para cada tipo de turista. Mas embora defenda que cada um deve fazer suas escolhas, isso não me impede de tentar mostrar o lado bom do turismo que escolho fazer quando chego a um lugar diferente. 

Os museus contam a história do lugar. Em todo canto há um museu histórico e nele você vai compreender a formação daquele povo, as lutas por que passou, as conquistas, as tragédias. Isso é um passo fundamental para entender o contexto político, histórico e social da cidade. Caminhando pelas ruas, você vai conhecer muito sobre o comportamento das pessoas. Como elas se vestem, em que velocidade se movem, para onde seguem seus olhares, para onde vão, como vão… 

Os pontos turísticos, claro, é preciso conhecê-los. E aos poucos vamos nos dando conta de como aquele lugar funciona. No Chile, por exemplo, eles sabem muito bem explorar o turismo. Tudo tem um preço. Que sempre cabe no bolso do turista, óbvio. Há uma estrutura muito boa, e que deve render uma grana melhor ainda a quem se propõe a agradar o turista oferecendo passeios e mais passeios para todos os gostos. TuristasVocê pode ir conhecer o vulcão Osorno, ou conhecer Viña del Mar e Valparaíso, tudo com o guia que vai explicar cada detalhe por onde você passa.

Os barzinhos, a culinária, as opções de diversão noturna, o artesanato… O que me agrada é conseguir dosar cada oferta que o lugar me faz, de modo a sair de lá com a sensação de que eu vivi ali. De que vivi mesmo, interagi com as pessoas, com a cultura, me joguei nas ruas, aprendi como funcionam os sinais de trânsito, o que pode e o que não pode, se o lugar é seguro ou não, o que as leis locais ditam. A programação cultural local, os shows, espetáculos teatrais, os projetos…

Hoje, assistimos ao nascimento do turista de passagem, que se encobriu com a roupagem da sociedade moderna acelerada, sem tempo. Uma sociedade que não nos deixa olhar, que rouba nossos risos, que fecha nossos olhos para as sutilezas da vida. Se podemos resistir a isso, meu conselho é que o façamos.  Você está de férias, os merecidos dias anuais de dencanso. É sua oportunidade de fazer diferente, de fazer o mundo girar mais devagar, de adaptar o girar do mundo ao seu ritmo. É assim que faço turismo. Não é o melhor jeito, nem o pior. É apenas meu jeito.

Dicas

Não esqueça de comprar um guia de turismo do local, um dicionário, caso você vá para um País que fale uma língua diferente, e lá, trate de conseguir um mapa da cidade (normalmente os setores de turismo distribuem). Isso vai facilitar muito, independente do tipo de turismo que está disposto a encarar.

Leia Mais