Delineador para Olhos Natura Aquarela

Faz tempo que não falo de make com vocês, e hoje vou falar de um produtinho que não falta na minha necessaire, mas que não é nenhuma novidade: o delineador para olhos da Natura Aquarela. Eita produtinho danado de bom. Ele tem um delineado bem firme, um tom de preto bem escuro e uma fixação e durabilidade maravilhosas! Sim, sim, meus amores. Embora ele não seja à prova d´água, ele dura bastante nos olhos!

Delineador para Olhos Natura Aquarela | foto: conversa de menina

E, para completar, o preço é bem em conta, custa R$ 29,90. Então, se você quer apostar num delineador bom, que tenha um preço acessível e um resultado marcante nos olhos, eu sugiro esse delineador da Natura, não tem como errar. Ele está disponível também nas cores bronze, marrom e azul. Eu só experimentei o preto, mas imagino que os outros também sejam bem bons!

Delineador com efeito fosco

Como vocês podem ver nas fotos, ele tem um efeito mate, não fica brilhoso. Tem a consistência líquida, mas seca super rápido e não borra. Em meu olho também não carimbou. Aliás, ele seca tão rapidinho que até esfumar fica difícil!

Essas fotos são bem antigas, mas aproveitei que tinha feito para falar do delineador, que uso até hoje!!!!

E se você já conhece, me conta o que acha dele! Será muito bom ler sua experiência também!

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Design de sobrancelha: como foi e o que achei

Pela primeira vez na vida fiz o design das sobrancelhas. Sim, acreditem que apenas aos 38 anos tomei coragem de fazer a sobrancelha com um profissional. Desde sempre, a única pessoa que eu deixo mexer nas minhas sobrancelhas é a minha cunhada. É ela quem tira os excessos dos pelinhos, fazendo o desenho que eu gosto. Isso porque sempre tive muuuuito medo de recorrer a um estranho e acabar ficando esquisito. E, minha gente, vamos considerar que sobrancelha feia enfeia a cara toda, né? kkkkkkkk É um risco. Eu tinha verdadeiro pavor, confesso.

Isso até me render às mãos da Deise. Sim, sim. Agendei um horário com ela lá na Esmalteria Nacional, no Shopping Itaigara, e lá fui eu, apavorada, ver no que ia dar e orando pra que eu não ficasse com a cara esquisita! Deise é um amor, super tranquila! Ela sempre explica o que vai fazendo, até consegui gravar um vídeo que postei no insta e no face do blog no dia do procedimento. Ela me explicou que primeira faz uma assepsia na região, para tirar todo e qualquer resíduo de maquiagem, podendo então avaliar a situação real da sobrancelha da pessoa.

Em seguida, Deise faz a marcação, respeitando o formato natural das sobrancelhas e o formato do rosto do indivíduo. Nessa etapa, conta com o auxílio de um lápis, para desenhar a sobrancelha. Depois disso, começa o processo de limpeza dos fios. Ela usa tanto a pinça, quanto a técnica de depilação com linha, chamada depilação egípcia ou depilação com fios. Ela é bem ágil, inclusive, o que achei ótimo, porque já falei aqui zilhões de vezes que não sou muito fã de passar muito tempo em salão. Foi tudo super rápido! Eu parei por aí, só fiz o design – por enquanto pelo menos! Vamos com calma, néam? Quem sabe na próxima vez tomo coragem para evoluir para a pintura?

Pintura e micropigmentação

Além do design, Deise também trabalha com a pintura e a micropigmentação, fica a gosto do freguês. A pintura é feita com tinta henna e é muito utilizada para corrigir pequenas falhas. A durabilidade é curta, de até mais ou menos uma semana, a depender do cuidado de cada pessoa. Já a micropigmentação é uma técnica mais invasiva, feita com agulha, responsável por introduzir o pigmento na primeira camada da pele. A durabilidade é maior, de oito meses a um ano.

Design de sobrancelha

E para quem só quer manter o design, retirando apenas os pelinhos, é preciso fazer as sobrancelhas a cada 15 ou 20 dias, no máximo, a depender do crescimento do pelo. É esse o prazo razoável para que seja possível manter o desenho, sem precisar desenhar de novo. Assim a gente consegue manter o visual mais bonito, porque, minha gente, sobrancelha faz toda a diferença, hein? E com relação àquele meu receio inicial, esqueçam! Eu amei o resultado, achei super lindo e natural o desenho, fiquei apaixonadinha pelo trabalho de Deise!

design de sobrancelha | foto: conversa de meninaComo já citei aqui, eu fiz o design de sobrancelhas com Deise. Ela atende em domicílio e lá na Esmalteria Nacional, no Shopping Itaigara. O telefone/whatsapp dela é o (71) 98884-0384. E qualquer dúvida, é só deixar um comentário!

Beijos, meus amores! Espero que tenham gostado do resultado também!

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Que venha o quarto amor da minha vida!

amorHoje vou falar sobre os amores da minha vida! Sim, no plural. Eu já tive mais de um amor. Aliás, eu já amei três vezes. Claro que tive diversas outras relações nesses 38 anos de vida. Mas amor de verdade, daquele arrebatador, foram três. Todos de maneira intensa. Os três foram, cada um em sua época, o grande amor da minha vida. Mas foram três histórias completamente distintas. Os três nada têm em comum, personalidades diversas. Todos, no entanto, amores!

O primeiro, eu deveria ter uns 18 anos. Ele era quieto, estilo meio tímido, não bebia. Era educado e gentil. Daqueles que escreviam poemas. Que sempre entregava um cartão lindo junto com o presente. Não, eu não tenho mais nenhum desses cartões. Não costumo guardar o passado fora da memória. Tenho boas lembranças e só isso. Os motivos do fim, não vou citá-los aqui, em relação a nenhum dos três. Não importam, o propósito desse texto é outro. Passamos bons momentos, planejamos morar junto e fizemos até uma poupança pra isso. Foram dois anos bem felizes, cheios de cartões, bichinhos de pelúcia e jantares!

O segundo foi o meu relacionamento mais longo. Passamos quase nove anos juntos. Completamente diferente do primeiro, esse era alto astral, se infiltrava fácil nos ambientes, era brincalhão e bebia. Aliás, bebíamos! Nossas famílias tinham uma relação ótima, nossos amigos viraram os mesmos! Costumávamos fazer várias viagens, nos divertíamos muito. Saíamos bastante! Claro que não foi perfeito, até porque se tivesse sido, estaríamos juntos até hoje.  Mas conseguimos preservar tudo de bom e manter uma relação de amizade muito forte, que segue até hoje.

amorO terceiro amor tinha o meu perfil, era “meu número”. Gostava de tudo o que se relacionava à natureza, não era muito de balada nem de álcool. Bebíamos quando estávamos a fim. Adorava atividade física e esportes. Viajava no pôr do sol, na lua, nas paisagens, nas trilhas. Era bem daquele meu jeito do “Vamos? Vamos!”. Subíamos na moto ou encarávamos o carro para o destino! Sentia um pouco a falta dele entre meus amigos, minha família, porque era era meio bicho do mato. Mas tinha meu estilo, mais natureba, de ser. Foram quase cinco anos, por aí.

Por que falar de amor?

E porque eu estou descrevendo meus amores? Pra dizer a vocês que a gente pode, sim, amar mais de uma vez. Que o amor é  sentimento construído ao longo da convivência, dia após dia. O amor nasce dos momentos de felicidade que a gente vai vivendo ao lado do outro. Ele se alimenta da troca, dos risos, da alegria de estar junto, da gostosura dos papos intermináveis, da paciência e da tolerância. Acima de tudo, da vontade de querer estar junto, de acreditar. Se não deu certo uma relação, não significa que você é fracassado. Significa tão somente que o amor não era grande o suficiente para fazer vocês quererem insistir na relação mesmo diante das adversidades e das diferenças. Significa apenas que o amor não conseguiu resistir aos contratempos do dia a dia.

Certa feita, conversando com um amigo, ele me perguntou exatamente sobre isso (daí a ideia de escrever esse post). Ele tinha acabado de terminar uma relação de sete anos e estava se sentindo um fracasso. E, para ele, aquilo era mesmo um fracasso. Porque ele não tinha conseguido manter a relação. Pois eu penso de forma totalmente contrária. Não me sinto um fracasso por ter passado por três longos relacionamentos e não ter permanecido em nenhum. E sabem por quê? Porque eu fui feliz em todos eles. Nos três relacionamentos (juntos, eles somam cerca de 16 anos de minha vida), eu tive momentos de muita alegria, de gargalhadas intensas, de projetos, planejamentos. Com os três amores, quis que a relação fosse eterna! E durante cada experiência, achei que seria.

Na balança

Nenhum dos três era perfeito. Tinham qualidades maravilhosas e defeitos chatíssimos. Assim como eu! Ninguém é perfeito, isso a gente descobre desde muito cedo. Todos duraram um certo tempo, porque a gente sempre mensura o que vem de bom e o que vem de ruim. Enquanto a balança pender pro lado das coisas boas, é porque está valendo a pena insistir. No dia que pender para o lado das coisas ruins, está na hora de fazer uma reavaliação, de repensar. Não vale a pena é você se manter dentro de uma relação que já não pode mais ser consertada, que não tem mais perspectiva de melhorar.

Porque, minha gente, fracasso não é terminar uma relação, por mais longa que ela tenha sido. Fracasso é permanecer nela quando ela já não te traz alegria, quando ela te deixa infeliz. Se for pra ficar ao lado de alguém, que seja porque vocês se fazem bem, porque existe reciprocidade, porque existe uma vontade conjunta de fazer aquela relação dar certo. Porque existem duas pessoas batalhando diariamente do mesmo lado, em prol da relação. Se já não é assim, se liberte! Se dê uma nova chance de amar de novo, de sonhar novos sonhos, de construir uma nova história. Relação não é uma sentença de prisão perpétua. Escolha ser feliz e nunca, jamais, deixe nas mãos de outra pessoa a responsabilidade por sua felicidade.

Quanto a mim, que venha o quarto amor da minha vida! Será um prazer vivê-lo!

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Dica de filme: Sem Filtro, porque as mulheres querem falar sem censura

No filme Sem Filtro, a atriz Paz Bascuñán vive Pia, uma mulher em busca de liberdade

O filme chileno Sem Filtro, dirigido por Nicolás López, foi minha escolha para a sessão “cinema no sofá” no fim de semana. E porque a produção diz muito sobre as mulheres e suas aflições, trago a dica para vocês.

Sem Filtro (Sin Filtro), disponível no catálogo da Netflix, é uma comédia dramática que conta a história de Pia (Paz Bascuñán). Publicitária de 37 anos, sua rotina é atribulada e ela sofre de ansiedade, falta de ar e dores no peito. Está a beira de um colapso. Seu ex-namorado é o confidente com quem troca mensagens via Whatsapp. O cidadão é o típico ex metido a ‘príncipe encantado’. Mesmo já envolvido em outro relacionamento, fica rondando e não deixa espaço para ela se libertar e seguir a vida.

Com a língua solta

Ao procurar um tratamento experimental com um acupunturista, Pia recebe a orientação de deixar suas emoções fluírem. Ela deve dizer o que sente, ao invés de esconder o que incomoda para agradar os outros. Suas dores são o reflexo da repressão externa e de uma severa autocensura.

O filme foi lançado em 2016 e tornou-se uma das películas mais vistas do cinema chileno. O sucesso se deve a atualidade da obra. Além de tocar na questão da dificuldade das mulheres para fazerem-se ouvir, também traz temas contemporâneos, como a medicalização da vida. Pia começa o dia engolindo um coquetel com diversos tipos de calmantes.

A produção discute ainda as redes sociais e as celebridades instantâneas; e o contato de adolescentes com a pornografia violenta que circula na internet, criando nos jovens a cultura do abuso e estimulando a misoginia.

Não somos neuróticas, só estamos cansadas!

Um dos momentos interessantes de Sem Filtro é quando Pia tem coragem de se impor diante do chefe e do marido. Os dois, chocados com o fato dela assumir o protagonismo da própria vida, querem saber se ela está ‘con las reglas’. A personagem, cansada de imposições, questiona: “Por que, toda vez que uma mulher se irrita, os homens acham que ela está menstruada?”

Acredito que muitas mulheres se identificam com Pia. Em algum momento da vida, já carregamos mais peso do que deveríamos, iludidas pelo mito da Mulher Maravilha. Não são poucas as que adoecem e usam remédios para suportar abusos variados. Ou que vivem com maridos que não as valorizam e nem dividem obrigações cotidianas.

Muitas têm familiares e amigos que as sobrecarregam com problemas e raramente retribuem esse cuidado. E elas aguentam as situações porque foram condicionadas desde a infância a serem “boas meninas”.

A Pia do filme percorre seu caminho em busca da própria liberdade, errando e acertando, disposta a seguir em frente. Que a sua jornada inspire outras mulheres a se livrarem de tudo que oprime o peito e as faz adoecer!

……

>>Veja o trailer de Sin Filtro:

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De olho na saúde: meditação contra o câncer

Praticar meditação traz inúmeros benefícios para a mente e o espírito. E agora, os cientistas descobriram que as técnicas de relaxamento também funcionam nos exames para detecção do câncer de mama. Esse é um dos destaques da semana na sessão De olho na saúde, que toda sexta-feira, traz informações fresquinhas sobre pesquisas e descobertas médicas; além de dicas para o bem estar e a qualidade de vida.

Sintonizadas na ternura

Pesquisadores da Universidade Duke (EUA) queriam saber os efeitos da meditação e da musicoterapia em pacientes com nódulos nas mamas que precisavam se submeter a biópsia. O exame serve para determinar se um tumor é benigno ou maligno e consiste em retirar um pedaço do nódulo para análise. Além de pressão emocional, o exame pode causar dor e desconforto.

Para isso, 121 voluntárias foram divididas em dois grupos, um para controle e outro submetido a sessões de meditação e musicoterapia. As mulheres que meditaram e foram estimuladas a focar em sentimentos amorosos, passaram pelo exame sem desconforto. Também foi notado que as que ouviam música relaxante não ficavam nervosas durante ou sentiam menos fadiga após o exame.

A música (tema da coluna na semana passada) e a meditação diminuem a ansiedade e a angústia das pacientes durante exames. Também auxiliam aquelas que, uma vez diagnosticadas com o câncer de mama, precisam se submeter a sessões de quimioterapia. Os autores da pesquisa acreditam que os benefícios são extensivos a qualquer procedimento médico.

Lição para a memória

Técnicas de memorização baseadas no agrupamento de palavras ajudam pacientes com tumores ou lesões no lobo frontal esquerdo do cérebro. A pesquisa é de uma equipe de neuropsicologia do Hospital das Clínicas, de São Paulo, e já foi destaque no Prêmio Saúde.

O lobo frontal esquerdo é a área que processa as informações verbais. Um grupo de pacientes que passou por cirurgias de remoção de tumores na região, recebeu uma lista com 16 palavras para decorar. Boa parte esqueceu tudo mal terminou a leitura. Usando como base um sistema de separação por categorias: nomes de frutas, de instrumentos musicais, de pessoas, de peças de vestuário, etc., os pacientes passaram a reter a informação.

Técnicas de memorização também são utilizadas por ‘concurseiros’ e profissionais que lidam com muita informação.

Fofura sem espirros

Sabe aquele bicho de pelúcia que você ganhou de presente e adora? Ou que seus filhos não desgrudam? Pois o Teddy é uma casa confortável para os ácaros que fazem a festa no nariz e nos pulmões dos alérgicos.

Para evitar transtornos à saúde, lave os bonecos à máquina uma vez por semana. Mas antes,  fique atenta (o) às seguintes dicas:

>>Use sabão neutro, que sabão em pó também é irritante para as vias aéreas e enxágue bem, para não sobrar nenhum resíduo de detergente;

>>Leia a etiqueta para ver se o material que enche o boneco é do tipo que pode ser rodado na máquina. Se for um brinquedo à pilha, retire as pilhas;

>>Retire também botões ou qualquer outro detalhe que pode desmantelar e coloque o bichinho dentro de uma fronha branca e amarre a ponta. Ele deve ser lavado dentro da fronha;

>>Após a lavagem, escove a pelúcia e coloque o brinquedo para secar em área bem arejada.

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Amor sem neuras envolve parceria

Homer e Marge Simpson. Ela assume a ‘responsa’ e ele é o eterno garotão

O amor é um dos sentimentos mais esmiuçados e confundidos. Chamamos de amor coisas que nem de longe se parecem com ele. Criamos expectativas que os contos de fadas não dão conta de suprir. Nem mesmo zerando a tag de comédias românticas da Netflix. Inclusive porque, a depender do modelo de relacionamento vendido por esses filmes, a confusão só aumenta. E é por causa de tanto mal entendido que acreditamos que cuidar do outro no relacionamento é uma via de mão única. E toda esburacada pelo peso de carregar sozinha a história que deveria ser compartilhada pelo casal.

Quem aí nunca se sentiu pateta ao perceber que se esforçou ao máximo para que as coisas dessem certo e no fim elas deram errado por conta de tanto esforço? Quem nunca confundiu cuidado com o outro com sobrecarga? E quem nunca botou a culpa no outro pelo fracasso do relacionamento, justamente porque a pessoa que recebeu tanta dedicação não soube valorizar nosso esforço?

Primeiro, é importante ressaltar que a gente só deve se relacionar com quem nos valoriza, em todos os sentidos. Se a pessoa desmerece nosso corpo, nossas ideias, nossos sentimentos, nossos projetos e ambições, se encontra defeito em tudo o que somos ou fazemos, a solução é uma só: caia fora. Ninguém precisa de relacionamentos tóxicos para viver. Não se permita, jamais, viver relações abusivas e ser o tapete onde alguém limpa os pés.

Ser valorizada e valorizar com quem estamos não tem relação com ser mártir. Infelizmente, ainda existe quem se martiriza em nome de uma promessa de amor. Relações sadias não exigem sacrifícios, não requerem que a gente se anule ou auto-flagele. Amor mesmo, e não outros sentimentos confusos que se disfarçam de amor, não nos violenta.

Inverdades universais

Amor requer reciprocidade. Não é sua obrigação cuidar sozinha do casal

A pessoa mártir é aquela que faz questão de assumir todas as responsabilidades da relação, de controlar cada detalhe, de prover o parceiro de tudo o que ele necessita sem que a criatura sequer precise pedir. E depois, exausta, sofre por estar sobrecarregada. E o relacionamento, que era para ser bacana, vira fonte de dor de cabeça e decepções.

Nossa cultura ainda é prejudicial às mulheres em muitos aspectos. Um deles é o de propagar como verdade universal a ideia falsa de que as meninas amadurecem cedo e aprendem desde novas a serem responsáveis, a se comportarem e a resolverem os perrengues da vida diária; enquanto os meninos crescem e viram homens que aos 50 anos ainda precisam de cuidados maternos.

Na verdade, isso acontece não porque a natureza quis assim, mas porque meninos e meninas recebem educações diferentes. Enquanto somos treinadas para amar incondicionalmente, obedecer e servir; eles são estimulados a conquistar, dominar e ter todos os desejos atendidos. Já passou da hora de mudar essa educação desigual.

Para alguns homens, é cômodo ficar na posição de garotão e depois reclamar que a parceira é ‘controladora’. Ou então, deliberadamente, deixar que ela resolva as coisas chatas do cotidiano, porque é muito bom que outra pessoa esquente o juízo no nosso lugar. Mas, também é difícil, às vezes, fugir desse círculo porque tem muita gente que repete o padrão e toma para si o cultivo da relação, sem dividir as responsabilidades.

Relacionamentos afetivos são vias de mão dupla, sempre. Amor abnegado, sacrifício extremo, não esperar nada em troca, nada disso se aplica aos casais. E aqui não se trata de criar expectativas falsas sobre relacionamentos falidos, mas exigir reciprocidade. Não dá para sustentar um casal se só um lado doa, enquanto o outro vampiriza.

Seu boy não é seu filho

Você não é a mãe do seu boy!

Para começar a botar ordem nas coisas, vale lembrar que nossos parceiros afetivos não são nossos filhos. Se o cara precisa de uma ‘mãezona’ para organizar a vida dele, o problema, companheira, não é seu, é do cidadão em questão. Não assuma papel de mãe, babá, secretária, enfermeira ou qualquer outro que te deixe desconfortável ou se sentindo usada na relação. Cuidar de quem está doente, ajudar nas necessidades, gerenciar a casa, educar filhos, zelar pelo sentimento de vocês, é tarefa de ambos, não apenas sua.

Faça o boy enxergar que casais se ajudam, são parceiros, jogam no mesmo time. Porque senão fica injusto e desequilibrado, provoca sofrimento ao invés de felicidade. Se o cidadão não aprender ou não estiver pronto para fazer a parte dele na história, então é hora de avaliar se o romance vale seu esforço.

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Dieta: antes e depois – três meses

dietaOlá, meus amores! Estou de volta para contar sobre os números da minha última consulta com minha nutricionista Camila Avelar. No último post, contei como foram os resultados da primeira reavaliação dos exames (clique aqui para ler) após o início da dieta. Se você ainda não leu o post, eu posso te dizer que super vale a pena, porque os resultados foram tão bons, que você vai descobrir que é possível melhorar absurdamente sua saúde apenas com alimentação e suplementação de vitaminas e minerais (se for preciso, claro).

Já contei inúmeras vezes o quanto esse novo plano alimentar mudou minha vida e não canso de repetir o quanto ganhei, em termos de qualidade de vida, depois que comecei o tratamento com Camila. No final desse post tem todos os links, para quem quiser acompanhar minha saga, e cada leitura vocês vão entender o tanto de mudanças que aconteceu durante minha dieta, como eu melhorei em todos os aspectos. E só para exemplificar, hoje não tenho nenhum sintoma de TPM, creiam!

dietaMas hoje nós vamos falar de números, de medidas, de perda, de resultados efetivos da dieta. Na balança, perdi mais 2,7kg de gordura e ganhei 1kg de massa magra. Meu percentual de gordura, que estava em 35%, sofreu mais uma queda, hoje está em 31,33%. Ainda é bastante alto, mas está melhorando a cada dia. É ter persistência e insistir, com a paciência que a gente precisa ter, que os resultados vão aparecendo.

Antes e durante a dieta – terceiro mês

Só no quadril, a perda desde a consulta anterior foi de mais 3cm (107 – 104). Perdi mais 3,5cm de cintura (71,5 – 68). A barriga, a redução foi de 3,4cm (89,9 – 86,5). Na coxa direita, reduzi 1,2cm (63,5 – 62,3). Na coxa esquerda, a redução foi de 2cm (63,5 – 61,5). Panturrilha, perdi 1cm na direita  (38 – 37) e 1,5cm na esquerda (38 – 36,5). Perdi ainda 0,7cm no braço direito (33,2 – 32,5) e 0,8cm no esquerdo (33 – 32,2). Com as fotos, fica bem mais fácil visualizar os resultados. O comparativo é de quando comecei até essa avaliação mais recente.

As fotos já mostram os resultados por si só, não é mesmo? Eu estou super satisfeita com meu tratamento, minha dieta é maravilhosa, simples de seguir, tranquila, não passo fome. E eu confesso a vocês que ver o corpo mudar é massa. Mas melhor ainda é não ter mais cólicas, não ter enxaqueca, não inchar durante a TPM. Eu nunca vou cansar de repetir, tenho uma gratidão eterna a Camila, por tudo o que ela conseguiu fazer para melhorar minha qualidade de vida. Hoje em dia costumo dizer que minha vida tem um divisor de águas: a.c e d.c – antes de Camila e depois de Camila.

dietaÉ importante ressaltar também que eu continuo minha rotina diária de atividades físicas. Isso é importantíssimo para obter melhores resultados. E digo isso não apenas para a estética, mas para a saúde mesmo. Se movimentar é fundamental para um envelhecimento mais saudável.

Acompanhe minha dieta

>>A primeira consulta com a nutricionista
>>Dieta 2: atendimento e primeira semana
>>Dieta: como foi o meu primeiro mês
>>Dieta: Meu primeiro mês – Resultados
>>Dieta: antes e depois – dois meses
>>Dieta: mudanças em minha rotina – parte 1
>>Dieta em foco: resultado dos novos exames

 

consultorio camila avelarContatos de Camila Avelar

Sou acompanhada pela nutricionista Camila Avelar. Ela atende na Rua Ewerton Visgo, n° 290, Edf. Boulevard Side Empresarial, sala 806, Caminho das Árvores (o prédio fica naquela rua atrás do Shopping Sumaré, ao lado da agência da Caixa Econômica Federal).O telefone de contato é o (71) 3483-4636 | 99227-9007 (whatsapp).

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Nas Unhas: Estilizando (Colorama)

O esmalte Estilizando é da linha de Gio Antonelli para a Colorama. Eu sou apaixonada por esmaltes nudes, já falei disso aqui milhões de vezes. Embora eu não goste muito de esmaltes metálicos, esse eu gostei bastante. É muito prático, tem uma durabilidade ótima, é fácil de pintar e de limpar. Além disso, o Estilizando é um esmalte 5Free, ou seja, contém menos substâncias alergênicas, é livre de tolueno, formaldeído, dibutilftalato (DBP), resina de formaldeído e cânfora.

Nas Unhas: Estilizando (Colorama)

Nas Unhas: Estilizando (Colorama)

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De olho na saúde: canção para salvar a memória

Depois da descoberta do poder do riso contra os males do estresse, outro ditado popular encontra respaldo e comprovação científica. Uma pesquisa da Universidade de Helsinki, na Finlândia, descobriu que cantar é uma forma eficiente de preservar a memória. Esse é um dos destaques da semana na sessão De olho na saúde, que toda sexta, traz informações sobre pesquisas e descobertas científicas; além de dicas para o bem estar e a qualidade de vida.

Quem canta suas lembranças preserva

A pesquisa na Finlândia reuniu 89 pessoas com o Mal de Alzheimer e as dividiu em dois grupos, um de controle e o outro que participou de um treinamento musical durante 10 semanas. O resultado é que a turma que participou das aulas de música tiveram melhoras na memória, raciocínio e capacidade de se situar no tempo e espaço.

Para o estudo, foram selecionadas músicas entre as preferidas dos pacientes, pois a familiaridade com as letras e melodias oferece conforto emocional, o que, por sua vez, estimula o cérebro. Para os portadores do Alzheimer, a musicoterapia funciona como mecanismo de atraso no avanço da doença.

Já para quem não está doente, os cientistas recomendam a cantoria como um preventivo de problemas cognitivos futuros. Em bebês, inclusive, o poder estimulante da música é usado para turbinar a capacidade de aprendizado e como estímulo para o desenvolvimento neuromotor.

Visão além do alcance

Três jovens oftalmologistas formados na USP São Carlos criaram uma startup (empresas de tecnologia em fase iniciante) para desenvolver um aparelho portátil que realiza exames de retina.  O equipamento será usado em pacientes que moram longe dos centros urbanos e têm dificuldades para deslocar-se até os locais das consultas.

O Smart Retinal Camera (SRC) é formado por uma estrutura que pode ser acoplada aos smartphones. Os primeiros testes estão programados para 2018. Uma prova de que ainda existem médicos fiéis ao juramento de salvar vidas!

Pele de laboratório para reduzir testes em animais

A equipe do Centro de Biologia da Pele da USP (Universidade de São Paulo) pesquisa a criação em laboratório de uma pele humana que servirá para testes de cosméticos e medicamentos, reduzindo o uso de animais.

O procedimento já existe no exterior e utiliza sobras de pele de cirurgias plásticas, que servem de base para a criação de tecidos novos. Indústrias multinacionais como a L´Oréal utilizam esse recurso e mantém parcerias com centros de pesquisa no Brasil, como Instituto D´Or, do Rio de Janeiro.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibirá o uso de animais em testes de laboratório a partir de 2019. E, por isso, cientistas trabalham para que o uso de peles criadas em laboratório ofereça resultados cada vez mais precisos. O material servirá para testar potenciais alergias, queimaduras, irritação, corrosão ou outros efeitos colaterais das substâncias químicas presentes em cosméticos e produtos de limpeza.

Os consumidores, por sua vez, estão mais sensibilizados para a causa animal e exigem produtos cruelty free; além de estarem atentos aos rótulos das embalagens do que consomem, evitando xampus e outros cosméticos ricos em sulfatos, petrolatos e afins.

*Fonte de informações: revistas Saúde e Galileu 

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Sobre viver confortável na própria pele

Todas as belezas, de todas as cores e tamanhos, merecem o mesmo respeito

Sentir-se confortável com o próprio corpo ainda é um desafio para as mulheres. Com tantos apelos na mídia, tantas receitas ‘milagrosas’, e os padrões que começam a ser construídos desde a infância; para algumas, olhar-se no espelho e gostar do que estão vendo é um exercício constante de construção e manutenção da autoestima. Falo das mulheres porque é sobre elas que ainda pesa a exigência por uma imagem impecável. É delas que ainda se exige que “existam para enfeitar o mundo”. É sobre o corpo feminino que existe toda uma pressão e controle. O que não significa que homens, ou qualquer outra pessoa dos gêneros para além do binarismo homem x mulher, também não sofram com padrões de beleza às vezes impossíveis de alcançar e insensatos.

O esforço diário para a construção e manutenção da autoestima é mais que necessário. E estar confortável na própria pele não significa acomodar-se aos ‘defeitos’. Até porque, onde está o manual que diz que tal característica é de fato um defeito? Pessoas não nascem com manuais e qualquer tentativa de enquadrá-las só serve para disseminar preconceitos e causar angústia. A beleza é uma construção social que se encaixa na cultura de cada época. Isso significa que ela é relativa e que algo considerado muito bonito hoje, pode não ter sido valorizado há vinte ou trinta anos. E vive-versa. E se os padrões de beleza mudam constantemente, porque não podemos fazer um exercício de aceitar todos os padrões? O que significa, de fato, que o bacana é não ter padrão.

Vale tudo sim!
“Será que vão gostar do meu cabelo pink?” “O que importa é que você gosta!”

Foi-se o tempo em que ser ‘diferente’ era algo negativo. Cada vez mais, o mundo – apesar das resistências acirradas de alguns – abre-se para a diversidade. E que coisa maravilhosa é essa tal de diversidade! Que libertador é olhar-se com amor e respeito pela história escrita nas rugas, nos fios brancos, nos quilos a mais ou em um nariz mais largo.

Vale cabelo liso? Vale. Cacheado? Vale. Crespo, volumoso, colorido, descolorido? Sim! Ser careca? Lógico! Ir ao salão toda semana? Se é possível pagar por isso, por que não? Não gostar de fazer as unhas, maquiar-se? O que tem de errado em não fazer as unhas ou pintar o rosto? Ser assíduo na academia e manter uma rotina de alimentação controlada? Se te faz bem, se é por você mesma que está fazendo o esforço de abrir mão do brigadeiro e não porque impuseram regras sobre o seu corpo e o seu existir, então faça seus exercícios e sua dieta e, principalmente seja feliz!

Saudável vestindo XL
“Amiga, tá me achando bochechuda na foto?”  “Que nada, você está linda!”

Vestir GG, XL ou qualquer outro manequim grande e ainda assim ser saudável? A ciência e a medicina estão revisando vários estudos e derrubando mitos sobre a relação peso e saúde. Já caiu por terra, por exemplo, a ideia de que o Índice de Massa Corporal (IMC) é o indicador supremo de que tudo vai bem no organismo. Na verdade, o IMC é só um dos muitos índices que precisam ser checados antes de apontar se uma pessoa considerada gorda é de fato doente. Ou se uma pessoa considerada magra é de fato saudável.

Junto com o IMC, exames precisam comprovar o estado do organismo do indivíduo. Há gordos com taxas de triglicérides, colesterol e glicemia normais e há magros com índices estratosféricos. Nem sempre, um corpo volumoso significa sedentarismo ou um corpo magro significa vida ativa. Nem sempre, um corpo maior é sinal de desleixo ou de voracidade à mesa. Estresse, descompassos hormonais, predisposição genética e uma infinidade de outros fatores podem levar alguém a engordar ou a emagrecer.

Além disso, nunca é demais lembrar que quem faz dieta e pega firme nos halteres de forma consciente e responsável, faz acompanhamento médico e nutricional, se submete a exames de rotina de acordo com as orientações desses profissionais e utiliza os serviços de preparadores físicos, fisioterapeutas, personal trainers, instrutores etc., para evitar lesões musculares e complicações às vezes difíceis de tratar.

E vale ainda lembrar que muitos gordos se exercitam sim, porque fazer exercícios não está diretamente relacionado a emagrecimento, mas a manter o corpo ativo, os músculos e articulações saudáveis para as atividades cotidianas.

Xô, gordofobia!

Saúde nem sempre é sinônimo de um corpo enxuto. A questão é sentir-se bem. E se você está bem internamente e se seu corpo está saudável vestindo 38/40, ótimo! Mas se está saudável e você se sente bem também vestindo 50/52/54…, não deixe ninguém dizer ou te fazer pensar o contrário. Empodere-se!

E aqui, ressalto, não estamos falando de extremos. Ninguém está fazendo apologia a anorexia ou a obesidade extrema. Não é bacana ser internada com desnutrição severa por privar o organismo de nutrientes essenciais à sobrevivência; ou pesando 300 quilos por algum piripaque severo no sistema endócrino. Mas também não é bacana julgar anoréxicos e obesos extremos como se fossem sub-pessoas. Antes de atirar pedras, faça um exercício de empatia e entenda que nesses casos é necessário ajudar porque a vida de alguém pode estar em risco. Mas essa ajuda precisa ser especializada, com tratamento médico e psicológico. E o apoio de quem não é especialista tem de ser oferecer compreensão e suporte emocional. Julgar, reclamar ou fazer pressão psicológica só agrava o problema.

Enfatizo que anorexia nervosa, bulimia, obesidade extrema ou qualquer outro transtorno alimentar requerem intervenções totalmente diferentes de simplesmente achar que toda pessoa que veste tamanhos extras-largos é uma ‘gorda sem força de vontade’ que tem de ser conscientizada porque está ou vai ficar doente se não emagrecer. Muitas vezes, o nosso comentário “bem intencionado” esconde preconceitos, camufla uma horrorosa gordofobia.

Beleza é um estado de espírito
“Acho que vou assumir os meus fios grisalhos” “E eu vou jogar umas mechas azuis no platinado” “Vou de vermelhão, que hoje eu quero causar!”

Gostar de se cuidar, seja da forma física ou da pele, dos cabelos, unhas, etc., é algo muito particular. Algumas pessoas são mais ligadas nessas rotinas de beleza, outras menos. A questão é ter em mente que a beleza precisa vir de dentro para fora e que padrões só servem para criar categorizações excludentes, que isolam e deprimem. Além disso, de nada adiantará ter um ‘corpo do verão’ e um ‘espírito de porco’.

Felizmente, vemos cada vez mais pessoas de todas as cores, todos os tamanhos, todas as idades, gêneros e orientações sexuais estampando capas de revistas, posando para ensaios, escrevendo blogs, postando vídeos cheios de autocuidado, autoestima e boas vibrações no Youtube. Essas iniciativas ainda são gotas no oceano de padronizações que muitas publicações, sites, redes sociais ou  programas de tv vendem como sendo ‘o modelo ideal’. Mas é um avanço e de avanço em avanço, construiremos um mundo decente. Fico feliz em ver que no mosaico das gentes maravilhosas que povoam esse nosso planeta, haverá cada vez mais espaço para as muitas belezas que existem e que ainda vão surgir!

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