Dependência emocional, relações e afins

dependência emocionalUma vez li um texto sobre dependência emocional, e uma colocação do autor (não me recordo agora de quem é o texto) me chamou a atenção. Ele associava o relacionamento em que havia dependência afetiva a um tipo de aprisionamento. E por que uma prisão? Porque a pessoa simplesmente não consegue tomar as rédeas da própria vida, não consegue tomar decisões sozinha. A pessoa acha que precisa daquela outra pessoa para sobreviver e ser feliz. A dependência emocional pode ser vivida não apenas em relacionamentos amorosos, mas também nas relações de amizade, por exemplo. Claro que quando o assunto é relacionamento amoroso, a incidência acaba sendo bem maior – e os danos também.

Você já parou para pensar na sua relação? Faça isso agora, nesse momento. Para aí uns cinco minutos e avalie: sua relação com seu parceiro é saudável? Te faz realmente bem? Muitas vezes, a gente está tão inserida – melhor seria dizer afogada – no relacionamento, que sequer consegue enxergar o que ele te provoca, como ele te transforma. Quando o relacionamento é pautado na dependência emocional, a pessoa simplesmente se anula em prol do outro. Se em sua relação, você não consegue pensar em você ou só toma decisões que são consentidas pelo outro, existe algum problema. Se você anda com autoestima embaixo do chinelo, se se sente pra baixo, não se sente valorizada, tem algo muito errado.

dependência emocional

Existem várias formas de se identificar a dependência emocional, mas muitas vezes a pessoa envolvida não consegue enxergar sozinha. Sabe aquela necessidade exagerada de afeto? Quando o sentimento chega a sufocar, a causar angústia? Isso indica dependência emocional. O medo de que o outro te troque, de que te abandone, de que te traia ou conheça alguém mais interessante que você não tem nada de saudável. Nenhum relacionamento deve ser movido por qualquer tipo de medo. Até porque só vale a pena estar na tal relação, se ela fizer bem a ambos.

Em algum momento, até o outro vai começar a se sentir mal dentro dessa relação. Porque existe uma grande diferença entre a dependência emocional e o relacionamento abusivo. Neste último, o outro te faz mal, te coloca para baixo, te diminui, te critica. Já falamos sobre as relações nocivas aqui no blog (clique aqui pra ler). Quando existe a dependência emocional, nem sempre o outro é uma pessoa tão má assim. Às vezes, ela é até vítima dessa dependência e acaba asfixiada por ela. A dependência emocional vai minando a energia e a liberdade do outro, vai dependência emocionaldesgastando a relação, consumindo-a e destruindo-a aos poucos. Se a relação vai chegar ao fim em decorrência dessa dependência emocional, isso são outros quinhentos. Mas que certamente não será uma relação feliz e saudável, ah não será mesmo.

Claro que também há os casos em que o outro se aproveita dessa dependência, para dominar a relação e controlar a vida do parceiro. Em que, propositalmente, manipula a relação a seu favor, deixando o outro ainda mais derrubado e dependente. E cada vez que o dependente emocional percebe que o outro está se afastando, mais atitudes toma a fim de “agradar” o outro. E mais dependente vai ficando. E vai ficando mais triste também, coma  autoestima cada vez mais baixa… Independente se o outro é um cara legal ou se é um canalha, fato é que uma relação de dependência emocional não faz bem a ninguém.

Relacionamento saudável x dependência emocional

Relação saudável é aquela em que os dois atuam em parceria. Até já falamos disso aqui (clique para ler). Em um relacionamento satisfatório, o casal se ajuda, se motiva, caminha de mãos dadas. As crises e desavenças vão existir sempre. Mas quando existe saúde na relação, os dois lidam com os problemas sem diminuir o outro, sem pisar nele ou maltratá-lo. Como falei antes, nem sempre é fácil identificar-se nesse papel dentro da relação, às vezes a gente nem quer se enxergar assim. Mas lembre-se que admitir o problema é o primeiro para tentar lidar com ele.

dependência emocional

Se ao pensar na sua relação, você consegue identificar que não está feliz, não force a barra para se manter dentro dela. E se é difícil lidar com a situação só, busque auxílio profissional. No dia em que você conseguir retomar o curso de sua vida, você vai entender o quanto foi importante dar esse primeiro passo. Ninguém merece viver na sombra de alguém. Assuma sua responsabilidade por sua vida, valorize seus gostos, suas escolhas. Busque alguém que queira firmar uma parceria com você, em que ambos se esforçam em prol da relação.

bolinha de sabãoNunca é tarde…

E se você precisa dar um primeiro passo, comece pensando sobre isso. A vida é linda. Tem um monte de oportunidades e possibilidades aguardando por nós. Novas relações, novas pessoas, novas formas de lidarmos com nossas emoções e sentimentos. Quando estamos fortalecidos, tudo se fortalece ao nosso redor, e ficamos prontos para lidar com as adversidades com mais tranquilidade, maturidade e serenidade.

Dê o primeiro passo, olhe ao seu redor, não aceite ser menos do que você é, não aceite ser infeliz. Lembre-se que nunca é tarde para buscar a nossa felicidade, nunca é tarde para recomeçar e escrever uma nova história. Mexa-se que o mundo vai mexer com você. E vá atrás de sua felicidade. Ela está bem aí, dentro de você! Resgate-a.

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Batom líquido matte Rahda Stillo

batom líquido matte rahda stilloBatom é meu fraco, sério. Não que eu use todos os dias, que seja viciada, coisa e tal. Mas eu amo! Não posso ver uma cor nova, uma marca que ainda não testei, enfim… Foi assim com o batom líquido matte Rahda Stillo. Estava fazendo umas comprinhas numa farmácia e online e pahhhh.

Olha lá os batons com precinhos bons e que eu não conhecia. Comprei logo três cores, porque eu sou dessas. Preço bom e cor variada, “nós se joga” de com força. Eis que adquiri as cores Boca Glamour, Marsala Poderosa e Vermelho Paixão.

Testei por vários dias pra poder falar a vocês sobre eles. E eu simplesmente amei esses batons. Batom líquido matte Rahda Stillo tem uma textura ótima. Não são difíceis de passar, sabem?

Eles secam super rapidinho, então é bom ter cuidado pra não borrar. Se você for ágil, ainda consegue limpar o borrão, não chega a ser aquela velocidade de secagem milagrosa. batom líquido matte rahda stilloO que achei maravilhoso neles é que a boca não fica com aquela sensação de ressecado, mas, ao mesmo tempo, eles têm uma durabilidade ótima.

Eles têm uma alta cobertura, uma camada já deixa a boca bem preenchida. Eu sempre passo duas, porque gosto da intensidade da cor. Eles ficam com o tom opaco mesmo, o que eu adoro! As cores são super coringas, daquelas que você vai usar sempre, nas mais variadas situações. Do dia a dia àquela festa bafo!

Linha Batom Matte Líquido Rahda Stillo

A linha completa possui seis cores, as outras são Pink Mania, Rosa Clássico e Violeta Atitude. A embalagem com 4ml custa normalmente em torno de R$ 20, mas vai e vem os batons estão em promoção. Eu comprei por pouco mais que R$ 10, por exemplo.

Realmente gostei bastante dos batons, fica a dica pra você que quer investir um batom bom e barato. Aqui abaixo coloquei fotos dos batons nos lábios, para vocês terem noção de como eles ficam aplicados.

Batom líquido matte Rahda Stillo Batom líquido matte Rahda Stillo Batom líquido matte Rahda Stillo

E se você já experimentou, conta a sua experiência.

Beijocas amores, até mais!

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Primeiros socorros: por que fiz curso?

primeiros socorrosSim, eu fiz um curso de primeiros socorros. Mas por que cargas d’água eu faria um curso de primeiros socorros? Gente, sendo bem honesta com vocês, eu nunca tinha pensado nisso, não era um projeto, nem foi algo planejado. Um dia estava distraída no whatsapp, quando recebo uma mensagem no grupo do Krav Maga. Eu pratico a arte de defesa pessoal na Academia Haganá (Krav Maga Brotas), e temos um grupo no zap para compartilhar as informações sobre os treinos e afins. A mensagem de meu instrutor, Roque Jorge, perguntava quem tinha interesse em participar de um curso de primeiros socorros, que ele estava formando uma turma, para levar uma empresa para a academia, a fim de ministrar o treinamento.

Eu nem hesitei e mandei uma resposta imediatamente, sinalizando meu interesse em participar. Quando li a mensagem, pensei no quão importante seria ter aqueles conhecimentos. Todos estamos sujeitos a vivenciar uma situação de emergência. Inclusive pessoas muito próximas a nós, pessoas que amamos, até desconhecidos na rua. A gente nunca sabe quando e se um dia vai precisar colocar em prática um conhecimento desse. Mas se um dia for necessário agir em uma situação emergencial, é melhor que a gente saiba exatamente o que fazer e que a gente o que não deve fazer. No momento em que li a mensagem de meu instrutor, o que pensei foi: “nossa, isso pode me ajudar a salvar uma vida”. E pode mesmo. Me inscrevi.

primeiros socorros

O curso de primeiros socorros

O curso que eu fiz foi organizado pela All’erta Prevenção e Primeiros Socorros, ministrado pelo facilitador Olivaldo Macedo. Ele é salva-vidas, agente da Salvamar e tem treinamento pela American Heart Association. Foi um treinamento bem meticuloso, com aulas teóricas, simulações práticas e duração de 20 horas. Ao final das aulas, os participantes recebem certificado e são considerados socorristas leigos. E o que seria um socorrista leigo? É aquela pessoa que não é da área de saúde, mas que recebe treinamento para prestar assistência imediata em casos de emergência, até que a equipe de saúde profissional chegue ao local. A atuação dos socorristas leigos é fundamental, salva inúmeras vidas diariamente.

primeiros socorros

Importância dos primeiros socorros

Ninguém quer presenciar uma situação de emergência. Mas, como falei na abertura desse post, não estamos imunes a isso. Então, melhor mesmo é que a gente saiba como agir diante de certas situações. O normal é que as pessoas entrem em pânico e desespero e até tomem atitudes que podem acabar piorando o estado da vítima. O treinamento em primeiros socorros nos deixa alerta em relação a isso. Apesar da tensão da situação, é importante que o envolvido nos primeiros socorros tenha bom senso, tranquilidade e discernimento para agir. Não adianta querer agir a qualquer custo, é preciso garantir a sua segurança também. Caso contrário, serão duas vítimas ao invés de uma.

primeiros socorros

Então, o curso de primeiros socorros orienta o indivíduo a respeito dos procedimentos que devem ser adotados no caso de uma situação emergencial, para que seja garantida sua segurança e a segurança da vítima. E a gente aprende também que só deve agir dentro daquilo que fomos treinados. Não adianta se precipitar, tomar uma atitude impensada, achando que está ajudando, sem ter o conhecimento necessário para aquilo.primeiros socorros O prejuízo pode ser infinitamente maior. Algumas funções importantes do socorrista leigo, em linhas gerais, são avaliar o local do acidente, para descartar riscos; manter os sinais vitais da vítima; minimizar a gravidade dos ferimentos; e tentar evitar o agravamento do seu estado.

Principais situações de emergência

Cada caso exige um procedimento diferente. Lógico que os primeiros socorros para uma vítima de uma hemorragia não serão os mesmos aplicados em afogamentos. No curso que eu fiz, fomos preparados para identificar sintomas e prestar os primeiros socorros em situações variadas, como hemorragias, paradas cardiorrespiratórias, ferimentos, fraturas, traumas em geral (de face, ocular, raquimedular, abdominal, torácico, músculo-esquelético), entorse, engasgo, epilepsia, afogamento etc. Também aprendemos técnicas de imobilização e transporte. Claro que não cabe a mim reproduzir as técnicas aqui, não sou habilitada para ministrar aulas. Minha intenção foi compartilhar com vocês a importância do curso e os tipos de emergências que nos possibilitam uma atuação.

primeiros socorros

Até porque, depois de terminado o treinamento, a sensação que fico foi que todos deveriam ter acesso a esse tipo de conhecimento. São procedimentos básicas, simples de utilizar, mas que podem determinar se aquela pessoa vai sobreviver. Hoje me sinto muito mais preparada para agir. Inclusive para improvisar, utilizando os materiais disponíveis (fazer uma imobilização com pedaço de madeira ou papelão, por exemplo, porque somos treinados para isso também). Claro que nem tudo fica guardado na memória, precisamos constantemente retomar o conteúdo, reler, realizar os movimentos. A reciclagem é fundamental. E também é claro que não quero precisar utilizar esses conhecimentos na prática, mas me sinto bem mais tranquila para tomar uma atitude em certas situações, a fim de evitar que o caso da vítima se agrave. Sei que na hora H tudo é bem diferente, o emocional acaba se sobressaindo, mas estou habilitada e fui treinada para agir. Hoje sei que, se eu decidir agir, será de forma responsável, adotando as condutas que fizeram parte de meu treinamento. E fiquei super satisfeita e realizada com esse aprendizado.

Quer saber mais sobre o Krav Maga?

>>Meu primeiro contato com o Krav Maga

>>Krav Maga para mulheres

>>Como a arte da defesa pessoal pode mudar a sua vida

>>A graduação e seu ritual

>>Meu primeiro exame de faixa

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Garimpo: guia da mochileira das galáxias

Retomei minha paixão antiga por mochilas, acessórios que acho práticos, confortáveis e lindos. Na adolescência, herdei um modelo em jeans, de uma das minhas tias. Quando veio para mim, já estava bem surrada, mas eu adorava aquela mochila e colocava vários broches nela. Os anos passaram e abandonei os patchs e bottons, mas continuei gostando muito de mochilas. Combino-as com vestidos, jeans e camiseta, oxfords, tênis e sapatilhas, os sapatos que amo para a vida.

Ultimamente, tenho notado alguns modelos que casam bem com roupas mais formais, principalmente se a ideia for dar um toque divertido a um visual mais sério. Nas ruas de Salvador, onde moro (e acredito que em outras cidades também) as mochilas viraram febre de uns tempos para cá. Se antes a gente via mais estudantes ou jovens descolados usando, agora tem senhorinhas com mais de 60 super estilosas e mochileiras.

Para mim é libertador que a moda atual esteja perdendo cada vez mais esse ranço de que “certas coisas não devem ser usadas por certas pessoas”. Defendo que todo mundo deve se vestir de acordo com a própria personalidade e conforto. Mochilas, por exemplo, cabem perfeitamente nas composições de gente mais madura.

Minha última aquisição foi essa gracinha aí da foto abaixo:

Em jeans, Blue Steel, R$ 99,90 (no site da Renner)

Essa mochila é em jeans molinho e com lavagem clara, sem divisórias internas. Tem forro rosa em um tom bem chamativo (e eu já amo coisas coloridas) e zíper. Não gosto das mochilas saco, daquelas de amarrar, acho zíper mais seguro. Ela também tem um bolso frontal pequeno e fechado por dois botões de pressão. As alças são de material sintético. Para o dia a dia é confortável, nem muito grande e nem pequena. Também não gosto das mini-mochilas, ficam desproporcionais ao meu corpo e me sinto estranha. Essa cabe o que preciso levar para o trabalho e ainda acondiciona bem compras básicas feitas no caminho.

Vira e mexe eu futuco a internet em busca de coisas interessantes. Dessa vez fiz um garimpo de mochilas. A seguir, alguns modelos pescados nos sites da própria Renner, Dafiti e Marisa. Clique nas imagens para ver a galeria completa ou passe o mouse na mochila que mais gostou para ver preço, marca e onde encontrar:

*O título do post é uma brincadeira com O Guia do Mochileiro das Galáxias, série de livros icônica de Douglas Adams.

**Os preços das mochilas foram pesquisados em 13/01/2018.

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O Destino de Uma Nação – Crítica do filme

O Destino de Uma NaçãoA chegada de Winston Churchill (Gary Oldman) ao cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha ocorre em um momento historicamente turbulento e de maneira fortuita. Seu nome surge como opção ao cargo por se tratar de uma pessoa com facilidade de acesso ao Parlamento e o Rei. O filme O Destino de Uma Nação (Joe Wright) retrata exatamente esse período, quando a Grã-Bretanha está prestes a ruir diante da Alemanha na 2ª Guerra Mundial, lá na década de 40.
Em meio às avassaladoras derrotas no front, surge a possibilidade de negociar um acordo de paz com Hitler, que seria capaz de colocar um ponto final no conflito. E cabe a Churchill tomar a decisão que vai interferir diretamente no futuro do país.
Antes de qualquer coisa, preciso destacar a atuação de Oldman no filme, é simplesmente espetacular. A caracterização e transformação do artista no personagem foi extraordinária, Oldman está irreconhecível, inclusive fisicamente. Some-se a isso sua brilhante interpretação, que já lhe garantiu o Globo de Ouro de melhor ator em filme dramático. E que deve também lhe garantir o Oscar, aqui vai minha aposta!
O Destino de Uma Nação
E ainda em relação ao personagem Winston Churchill, O Destino de Uma Nação traz às telonas um forte vértice humano do personagem. A fragilidade do Primeiro Ministro Inglês é explorada com delicadeza, mas de forma bem clara. O filme, no entanto, não se trata de uma biografia de Churchill, é um recorte de um momento histórico específico.
O Destino de Uma NaçãoO Destino de Uma Nação explora os recursos cinematográficos de uma maneira muito aprazível. Os planos, a iluminação, os movimentos de câmera, toda a estética e plasticidade são muito belas. No decorrer do filme, quando o exército britânico está sendo dizimado aos poucos, todos parecem render-se à ideia de que o melhor seria ceder à pressão e tentar um acordo com a Alemanha. Até o próprio Churchill, sempre contrário a essa alternativa, chega a pensar no acordo como única saída.
Até que, e aí vem o que considero um apelo emocional exagerado, o Primeiro Ministro decide ouvir o povo e volta atrás, mantendo a posição de que a Grã-Bretanha não irá se render. Esse pequeno trecho do filme traz um cunho muito patriota e pouco verossímel. Mas isso não tira o mérito da produção, que tem um ritmo e um conjunto que merecem ser vistos.

Ficha técnica O Destino de Uma Nação

Titulo origina: The Darkest Hour
Gênero: Drama
Duração: 125 min
Direção: Joe Wright
Roteiro: Anthony McCarten

Elenco: Gary Oldman, Stephen Dillane, Lily James

Distribuidora: Universal
Classificação: 12 Anos

Estreia no Brasil: 11 de janeiro de 2018

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Batom Líquido Matte Vult – Cor 03

Batom Líquido Matte Vult - Cor 03Estava com vontade de testar o batom líquido matte Vult, que não é nenhuma novidade no mercado, mas nunca é tarde pra gente comentar, não é mesmo? Escolhi a cor 03, que é um rosa intenso. Sabem como é, né? Verão, sol, praia… tudo a ver com esse rosa chiclete lindo. A variação de cores dessa coleção é grande, mas escolhi a 03 para experimentar. Como faz parte de uma coleção antiga, comprei por um preço bem bom numa promoção numa farmácia online, não chegou a R$ 10. Mas vamos ao que interessa, minhas tchucas!

O batom líquido matte Vult tem uma textura molhadinha, bem fácil de aplicar. Não é daqueles batons que secam em dois segundos, e a gente entra no desespero da correria para cobrir todo o lábio antes que seque. Desliza super bem na boca, dá tempo de fazer o contorno e preencher na paz. Como tem esse toque cremosinho, não esfarela nos lábios nem fica com aquele ar de boca seca dos batons matte, sabem? Achei a cobertura boa, uma aplicação cobre bem os lábios, fica bem ok. Mas a louca aqui sempre passa duas vezes, porque sou dessas!

Batom líquido matte Vult – Sim, mas e aí?

Passadas as informações básicas, vamos à minha experiência prática. Falei da facilidade de passar, da boa cobertura, mas preciso destacar que ele demora pra secar na boca. Culpa da textura molhadinha, né, mores? Não dá pra ter tudo ao mesmo tempo. Apesar disso, achei que ele dura bastante, sabem? Não é lá um milagre do universo das makes, mas tem uma durabilidade bem justa para o preço.

batom líquido matte vult cor 03

Apesar da indicação de ser matte, ele não é totalmente opaco. Fica um tico de brilho na boca. Não chega a ser exagerado, mas fica. Gosto sempre de olhar fotos de outras meninas com o batom, e percebi que ele tem uma variação. Em umas meninas fica mais clarinho, em outras fica mais intenso. A depender da luz, ele também muda a cor. Então é bom levar isso em consideração, pois pode haver essa pequena variação.

Então…

Achei super válido adquirir o batom líquido matte Vult. Tem um preço ótimo, durabilidade ok, fácil de passar. Acho que ele é especialmente indicado para as tchuquinhas que não se dão muito bem com aqueles batons mega opacos, sabem? Que são difíceis de passar. Ou então para as amoras que possuem lábios mais ressecados, com aquelas pelinhas que a gente tenta exterminar e as vezes não consegue.

Então é isso, minhas tchucas! Me contem a opinião de vocês sobre ele. Já usaram? Gostaram?

Beijocas e até mais!

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120 Batimentos Por Minuto – Crítica do Filme

120 Batimentos Por MinutoUm filme intenso, tenso, emocionante e sensível. O diretor francês Robin Campill voltou à ativa quatro anos depois , com um enredo avassalador. 120 Batimentos Por Minuto saiu do Festival de Cannes com o Grande Prêmio do Júri e Prêmio da Crítica. O longa já acumula 19 premiações por todo o mundo. A história revive os anos 90. A Aids já era epidemia e ceifava a vida de centenas de pessoas.

O grupo ativista Act Up Paris, do qual o diretor do filme fez parte, intensifica suas ações. Ele tenta conscientizar e sensibilizar a sociedade, o Governo e a indústria farmacêutica sobre a doença. Mas 120 Batimentos Por Minuto não fala apenas de ativismo. O filme fala de amor, fala de luta, de uma dura e árdua luta pela vida, o filme fala de esperança.

Por trás da militância, a história de amor entre os personagens Nathan (Arnaud Valois), o novato do grupo, e o ativista Sean (Nahuel Perez Biscayart), vão costurando o enredo de uma maneira sólida, mas sensível, mostrando o universo homossexual soropositivo, com seus prazeres, suas dores e seus riscos. Destaque para a atuação intensa e comovente de Sean, um personagem que reúne alegria e tensão, força e fragilidade na dosagem certa. 120 Batimentos Por Minuto recria o cenário da Aids no início da década de 90 com bastante precisão, época em que a doença era deixada de lado pelas autoridades e ignorada pela população.

120 Batimentos Por MinutoSobre o diretor de 120 Batimentos Por Minuto

Este é apenas o terceiro filme de Campill. O primeiro, Eles Voltaram (2004), fala sobre o universo dos zumbis. O segundo, Meninos do Oriente (2014), traz como pano de fundo uma história de amor homossexual. A proposta em 120 Batimentos Por Minuto foi resgatar a importância da atuação da Act Up na mobilização social. É um filme que reescreve lembranças e memórias, que coloca a mulher em um papel importante na liderança militante da época, que mostra inclusive como a doença afetava as pessoas. É um filme que fala também sobre a morte, de uma maneira direta, objetiva, sem romantismo. As pessoas morriam da Aids, e isso está no filme. As pessoas queriam viver com a doença, e isso também está no filme.

Cenas intensas

As cenas de sexo chamam a atenção em 120 Batimentos Por Minuto, não pela sexualidade em si. Destacam-se pela relação construída ali, entre os personagens. É um filme que humaniza e personifica a Aids, que a coloca como uma real ameaça à vida, às relações, às pessoas. Essa parte humana da história é forte e comovente. O espectador não acompanha apenas as ações políticas do Act Up, acompanha o drama de seus membros, as dúvidas que os cercam, acompanha inclusive a fragilidade que toma conta deles, acompanha inclusive as discordâncias em suas reuniões.

120 Batimentos Por Minuto

O filme é forte, traz uma temática bastante importante e comove. O filme retrata a Aids da década de 90, mas a doença ainda está aí, ainda causa a morte de centenas de pessoas. É um filme que nos traz um alerta. A Aids tem tratamento, mas continua sem cura. E o filme toca no dilema do que é viver com Aids. Vale muito a pena ver.

Ficha técnica 120 Batimentos por Minuto

Título original: 120 battements par minute
Gênero: Drama
Duração: 140 minutos
Direção: Robin Campill
Roteiro: Robin Campillo, Philippe Mangeot
Elenco: Nahuel Perez Biscayart, Arnaud Valois, Adèle Haenel
Distribuidor: Imovision
Ano: 2017
Classificação: 16 anos
Estreia no Brasil: 4 de janeiro de 2018

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Yoga do riso: terapia e ressignificação

yoga do risoA primeira vez que ouvi falar em yoga do riso eu não tinha ideia do que era exatamente. Foi numa postagem no facebook, em que uma menina oferecia algumas vagas para uma sessão. A oferta dizia que a terapia era indicada para quem estava a fim de relaxar, descontrair, desestressar e desfrutar dos benefícios do riso genuíno. E que diacho era riso genuíno mesmo? Curiosa que sou, corri para aceitar. No dia marcado, estávamos lá, várias meninas ansiosas por desvendar esse tal de yoga do riso. Fomos recebidas por Emille Cerqueira e Iône Santos, que são líderes de yoga do riso. E foi somente lá que descobri do que se tratava.

Foi uma tarde diferente. Trata-se de uma atividade lúdica, em que nós rimos durante todo o tempo. Mas aqui despertamos o riso enquanto terapia, sabem? Conhecendo os benefícios que o riso promove, aprendemos a utilizá-lo a nosso favor. “Mas Alane, que maluquice é essa de rir por rir?” E quem disse que precisa de motivo para rir? Pois esse foi um dos meus maiores aprendizados na sessão. O riso deve ser provocado sempre, de forma consciente até, eu diria. Sabe aquela história do “eu sei que me faz bem, então vou fazer tal coisa”. É bem por aí.

E que benefícios são esses?

São inúmeros os benefícios que o riso nos traz. Vou só colocar aqui alguns.

risos

1.Alivia o estresse.
2.Mexe com o diafragma, músculos abdominais, faciais e respiratórios.
3.Produz endorfina, provocando sensação de bem-estar.
4.Melhora nossa relação com os outros.

E aqui só estou falando dos benefícios. Nem entrei no mérito da diferença da quantidade de vezes que uma criança e um adulto ri. Então, com a prática do yoga do riso, até recuperamos um pouco desse nosso lado mais lúdico, alegre e divertido. Porque nos policiamos para rir mais vezes. Você já pensou em olhar pro espelho e dar uma risada bem gostosa e alta? Soltar o ha ha ha que está dentro de você, com firmeza? Já pensou em treinar o riso? Passar uns minutinho do seu dia em algum lugar apenas rindo intensamente sem qualquer motivo? Já pensou executar execícios capazes de mudar o seu estado de ânimo? Pois você encontrou a terapia certa.

Como surgiu o yoga do riso

O método foi criado por um médico indiano chamado Madan Kataria, com inspiração em técnicas do yoga, especialmente os pranayamas e os asanas. A partir daí, foram criadas sequências com o objetivo de simular gargalhadas intensas. Mas para que isso? Para que os participantes riam! É uma forma de induzir o riso de forma artificial. E depois disso, com a conscientização do processo, começamos a internalizar a importância do riso e fazê-lo de forma espontânea.

yoga do riso

No início o riso é induzido por meios artificiais, sendo que logo se transforma em algo absolutamente espontâneo. Segundo o Dr. Madan Kataria, duas sessões de yoga do riso por semana, de 15-20 minutos de duração, melhoram muito a produtividade de uma empresa, reduzindo o stress e aumentando a motivação e a eficiência. Agora, imagina fazer isso em grupo? Todo mundo gargalhando… Não tem como não rir, minha gente. E olhe que é uma técnica relativamente nova, porque foi criada em 1995.

yoga do riso Rir é o melhor remédio

Quem nunca ouviu essa máxima, não é? Pois bem! Com o yoga do riso, eu passei a utilizar o riso como remédio mesmo. Tanto que eu já percebo a influência disso no dia a dia, especialmente porque muitas pessoas comentam o tanto que eu rio, a forma leve como levo a vida. As pessoas passam a enxergar uma leveza maior em nossa companhia, e isso é bem bom.

A prática do Yoga do riso consiste em misturar exercícios de respiração e de riso. Além disso, há o contato visual intenso entre os participantes. Numa sessão, batemos palmas, dançamos, ficamos de pé, sentamos, deitamos, relaxamos, elogiamos o outro e rimos. Rimos muuuuito. A gente passa do riso simulado ao riso espontâneo muito rapidamente, e isso eu achei incrível. Como um exercício é capaz de despertar o riso genuíno, foi aí que eu entendi a lógica da coisa.

O que o Yoga do riso mudou em mim?

Bem, já falei ao longo do texto várias coisinhas que mudaram em mim com a prática. O riso constante aumentou a minha sensação de bem-estar, melhorou a forma como lido com as adversidades e pressões do dia a dia. E isso é R-E-A-L. Eu estou sempre rindo, e mesmo nos momentos não tão felizes, tenho procurado exercitar o riso, para que o meu organismo reaja a meu favor, produzindo a endorfina que preciso para aquele momento ruim vire algo menos sofrido.

yoga do riso Passei a encarar as questões da vida de outra forma. Os problema e as dificuldades persistem, mas eu mudei. E isso me fez muito bem. E percebi que o risso que damos muda completamente a reação das pessoas que estão a nosso lado. O riso desarma o outro, sabem? Isso é verídico. Deixa a gente muito mais alegre, mais de bem com a vida, é capaz até de evitar conflitos. E você aprende também a importância de rir sozinho!

É isso, minha gente, que tal a gente rir mais? Vamos exercitar isso diariamente? E qualquer dúvida, é só deixar um comentário, que respondo.

Beijocas e até mais! Ha ha ha!

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Batom Líquido Matte Luciana Gimenez Cor 13

Oi, meus amores! Hoje vim falar pra vocês daquele batom que você compra aleatoriamente e que acaba curtindo ele, sabem como é? Pois bem, estava eu navegando no site da farmácia em que eu normalmente compro medicamentos, quando me deparei com o batom líquido matte da linha da Luciana Gimenez. Sou apaixonada por batom matte, e como o preço estava bacana, resolvi comprar a cor 13 para experimentar.

BATOM LÍQUIDO MATTE LUCIANA GIMENEZ Cor 13 | foto: conversa de menina

Apesar de na foto parecer que ele tem brilho, na boca ele fica com o aspecto mais sequinho, mas não fica desconfortável, como alguns batons matte. O batom 13 da Luciana Gimenez tem um tom de malva bem bonito, eu acho essa cor o máximo! É a cor que eu usaria todo dia sem enjoar, sabem? Que dá pra combinar com todo tipo de make. Dá pra colocar uma sombra discreta ou fazer aquele olhão preto que a make vai ficar bonita com ele.

BATOM LÍQUIDO MATTE LUCIANA GIMENEZ Cor 13 | foto: conversa de meninaNão tem a maior durabilidade do mundo, como a grande maioria dos batons também não tem. E, honestamente, não me incomoda nem um pouco retocar um batom se for preciso. Aliás, isso pra mim não faz muita diferença, confesso. Não é uma exigência para que eu compre um batom, sabem? Se eu gostar da cor, se ficar bem em mim, eu compro. Desde que essa falta de durabilidade seja compensada pelo valor. Jamais pagaria caro num batom que não dure. É a lei da compensação.

BATOM LÍQUIDO MATTE LUCIANA GIMENEZ Cor 13 | foto: conversa de meninaEu paguei nele cerca de R$ 15 no batom líquido matte e não me arrependi de jeito algum. Já estou até pensando em arriscar outras cores. A embalagem é bem grandinha também, ele rende bastante. O aplicador é o normal de batom líquido, nada de anormal. Então é isso, meus amores. Vocês já conheciam essa linha de batom líquido matte da Luciana Gimenez? Me contem a experiência de vocês!

Beijocas e até já!

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