Nas Unhas: Ballet (Avon)

Quando a Avon lançou as quatro cores da coleção Ballet Color Trend, eu me apaixonei pelo Ballet. Na campanha de estreia do vidrinho à venda, fiz meu pedido. Assim que ele chegou, passou à frente de todos os outros que tenho em casa e veio parar no “Nas unhas”.

Como tinha dois compromissos no final de semana, o tom dele caiu como uma luva. Precisaria usar duas roupas de tonalidades completamente diferentes, e o toque neutro do Ballet foi o ideal para não me preocupar com as combinações. Ele combina com qualquer peça.

Uma pausa rápida para falar das unhas dos pés. Vocês nunca veem fotos das unhas dos meus pés. Mas tenho uma explicação, não costumo colocar cores variadas nos pés. normalmente utilizo um brilhinho discreto ou um tom transparente, para que dure o bastante e combine com qualquer cor que vá parar nas minhas mãos. Ultimamente tenho adotado o flocado Love Story (Impala) sobre algum tom transparente, o que tem me agradado bastante.

Parênteses fechados, voltamos ao Ballet. Ele tem um tom bem nude e neutro, com microbrilhos rosados. Parece um caramelo bem clarinho. Na minha pele, achei que ficou perfeito. Muito discreto e, ao mesmo tempo, elegante. E o toque especial são os brilhinhos rosados discretos, mas que fazem toda a diferença. Tentei captar os microbrilhos, mas foi difícil pegá-los nas fotos, principalmente com o tempo chuvoso que fez aqui no dia em que fotografei.

O toque de fundo rosado me lembrou muito o Boca de Sino (Impala), embora as fotos não tenham captado muito bem o detalhe. As cores não têm nada a ver uma com a outra, mas as partículas rosadas de brilho são bem parecidas. Agora, não gostei muito da consistência dele. É difícil explicar, mas quem pinta as unhas sabe do que estou falando. Ele deixa algumas falhas na primeira demão, não cobre a unha de forma uniforme. Não tive muitos problemas para limpar.

Mas tive um problema com o esmalte, que me deixou decepcionada. Pintei com ele um dia e minhas unhas ficaram cheias de bolhinhas. Ficaram feias mesmo. Achei que o problema podia ter sido o vento forte no dia em que pintei. Decidi dar uma segunda chance ao esmalte e pintei novamente com ele. Não sei o que houve, mas as bolhinhas voltaram. Em menor quantidade, mas apareceram de novo nas unhas. E isso nunca aconteceu comigo antes. Fiquei sem saber o que fazer.

Se vocês observarem bem as fotos, perceberão nitidamente as bolinhas em algumas unhas.  Não sei qual foi a barbeiragem que fiz. Se vocês souberem o que pode causar tais bolhinhas, me avisem, meninas. Eu gostei muito da cor e estou disposta a dar uma terceira chance a ela. Mas com bolhinhas não dá, né gente? Fica feio, nem dá vontade de apreciar. De qualquer forma, minhas mãos foram elogiadas até pela vendedora da loja que fui. Ela bateu o olho e perguntou qual a cor. Bacana, não é? Uma pessoa estranha observar e elogiar. Fico esperando a ajudinha de vocês para tentar fugir das bolhinhas.

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Nas Unhas: Amanhecer (Colorama)

O Nas Unhas desta semana é de um esmalte que usei há algum tempo, mas que não coloquei no blog, por ter esquecido completamente que tinha feito fotos na época. Aliás, eu nem lembrava onde tinha colocado as fotos.

Até que o marido de minha irmã foi formatar o computador daqui de casa e me avisou para fazer o backup dos meus arquivos. Comecei a vasculhar as pastas que estavam amontoadas na área de trabalho, abrindo todas elas para saber se havia algum arquivo meu, acabei me “esbarrando” com as fotos do Amanhecer. Lembrei exatamente de quando pintei as unhas com ele e de todas as circunstâncias.  Decidi então trazê-lo para cá.

Ele é um esmalte antigo, um rosinha bebê muito fofo e discreto. Acho ele lindo, é um dos tons de rosa que mais me agradam, clarinho, discreto e bonito. Não tive problemas com relação à durabilidade dele. Ultimamente, inclusive, tenho percebido que os esmaltes estão durando mais. Antes, no máximo, ficavam três, quatro dias. Hoje, se deixar, passo a semana inteirinha com apenas uma cor nas mãos, com raras exceções.

O Amanhecer, no entanto, é um esmalte um pouco mais ralo que os cremosos normais, porque ele tem um fundo mais transparente. Eu passei três camadas nas unhas, mas o ideal seria passar a quarta demão. Se for usar de novo o esmalte, com certeza serão quatro pinturas. Se vocês bem observarem, em algumas fotos ainda aparece – mesmo que discretamente – a parte esbranquiçada da unha.

Também não tive problemas para pintar ou para limpar. Adoro quando isso acontece, porque não consigo fazer as unhas com perfeição ainda, então, se o esmalte ajuda, é uma glória. Sem mais delongas, meninas, é isso aí. Mais fotinhas abaixo:

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Nas Unhas: Graphite (Mohda)

A intenção era aparecer aqui no blog com um vermelho fechado, puxado para o vinho. Mas um acidente de percurso acabou mudando meus planos involuntariamente. Já estava com uma das mãos pintadas, pronta para tirar as fotos para o blogquando fiz uma “barbeiragem” e borrei.

Acontece que já estava anoitecendo, e obras na rede de energia elétrica havia deixado meu bairro sem luz e sem previsão de retorno do fornecimento do serviço. Fiquei com medo de anoitecer antes de terminar as unhas e acabei optando por tirar tudo e deixar para pintar depois. No dia seguinte, mudei de ideia com relação à cor e peguei o Graphite na minha caixinha.

Ele é um cinza escuro, cor grafite mesmo, com um fundo azul petróleo. Ele é bonito, mas não entrou para a lista dos meus preferidos. É tranquilo de pintar e de limpar, e a secagem é rápida. É uma das qualidades dos esmaltes da Mohda. Todos que usei até hoje tiveram nota máxima no quesito secagem rápida. Já falei que costumo pintar as unhas à noite, e esta característica é fundamental para mim.

O Graphite não é parecido com nenhum esmalte que eu já tenha usado na vida. Então, quem tiver alguma dica de cores que se aproximem, que sejam parecidas, fiquem à vontade para dividir com a gente. Na minha caixinha, ele é o único nesta tonalidade.

E então, meninas, o que acharam da cor? Abaixo tem mais algumas montagens de fotos, para dar uma dimensão melhor de como fica a cor em diversas possibilidades.

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Nas Unhas: Babado Forte (Avon)

Depois do azul marinho perolado lindíssimo Hippie Rua, fiquei na dúvida sobre um vermelho ou um verde. Talvez pela minha veia mais clássica, acabei olhando o vermelho Babado Forte na caixinha e agarrando-o com toda a força. E, meninas, não era ele a opção de vermelho que tinha imaginado para esta semana.

Mas esmalte é isso, não é? Você pensa na cor antecipadamente, acha que está tudo resolvido, até que ao abrir a caixinha de vidrinhos uma outra tonalidade de repente solta aos nossos olhos, e a ideia inicial vai por água abaixo. Decididamente, isso tudo faz parte.

O Babado Forte da Avon tem um tom vermelho de tomate. Aquele tomate bem madurinho. Por aqui já passaram dois vermelhos, o Maysa (La Pogee) e o Merengue (Impala). O tom dos dois é um pouquinho mais aberto que o Babado Forte, mas os três seguem a mesma “tendência” de vermelho.

Uma observação importante a se fazer é sobre a qualidade dos esmaltes da Avon. Fico muito feliz em como a marca percebeu que precisava dar um “up” na fórmula e se empenhou nisso. Hoje em dia a Avon é uma das marcas de que mais gosto, porque tem uma cobertura muito boa e uma durabilidade excelente.

E é muito bacana perceber que isso não é apenas uma impressão minha. Como muitas de vocês já devem saber, já que comentei aqui no blog, sou consultora da Avon. Esta semana uma colega de trabalho me procurou justamente para pedir esmaltes, e a alegação dela era a mesma, que a duração dos da Avon nas unhas e a qualidade tinham evoluído.

A propósito, queria ouvir a opinião de vocês sobre isso. Caso conheçam ou tenham usado esmaltes da Avon, usem a caixinha de comentários para dividir as experiências de vocês. O legal de blog é isso, trocar ideias e saber a opinião de várias pessoas sobre o mesmo produto. Fiquem à vontade para contar o que acham.

Alguns esmaltes da Avon já passaram por aqui e vou deixar o link deles, para quem estiver a fim de ler minhas impressões. São eles o Garota da Capa, o Abusada, o Bikini e o Flor do Campo + Amore Mio.

Voltando ao Babado Forte, ele é um esmalte cremoso. Passei três camadas nas unhas. A cobertura é ótima, ficou tudo bem homogêneo. A consistência também está aprovada, e é muito fácil limpar os dedos depois de todo o processo. A sujeirinha sai super rápido, sem qualquer transtorno.

E então, meninas, o que acharam?

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Nas Unhas: Tomara que caia 023 (Mohda)

Depois de algumas “aventuras” com esmaltes que não me agradaram, peguei minha caixinha com a intenção de acertar. Quando olhei o Tomara que caia, já sabia que não havia a menor chance de me decepcionar com ele, ou de a cor me surpreender negativamente e não funcionar. Ele muito me lembrou o Forró (Ana Hickmann), que já até passou por aqui.

Comparando as duas cores, elas realmente se parecem. Ambos possuem uma tonalidade coral, com um brilho bem natural. E não é só nisso que eles se assemelham. A consistência do Tomara que caia é bem cremosa, assim como ocorre com o Forró. Para limpar é super fácil com ambos, nada de manchas exageradas ou cor grudando que nem cola Super Bonder na pele. Gostoso de passar, simples de limpar, lindo nas unhas… Melhor, impossível!

Esses tons corais moram no meu coração e não pagam aluguel. Eu gosto tanto daqueles puxados para o laranja, quanto dos que possuem um fundo mais rosado. A cor é bonita, tem cadeira cativa em qualquer estação, seja verão ouo inverno. Em minha opinião, é daquelas tonalidades consideradas “coringas” nos casos de dúvidas sobre o que usar (por falar em coringas, lembram do Figo – Impala? É outro coringa, para as horas de interrogação).

Vocês já devem ter percebido que me empolgo quando gosto de um esmalte! Uns me deixam elétrica, como aconteceu com o Garota da Capa (Avon), outros conquistam o meu amor de forma mais sutil, como este e o irmão gêmeo Forró. Deve ser coisa de quem roeu unha por muito tempo e descobre o que é ter unhas pintadas. 

E, gente, nada como um esmalte bonito e charmoso, depois de duas decepções seguidas, com o Tubinho (Risqué) e com a combinação Filó + Sonho (Impala). Ah, acabei de lembrar que incluí o Tomara que caia na enquete do esmalte rosa que deveria usar, em que o vencedor foi o Rosa Pitanga (Risqué). O esmalte da Mohda não fez feio na votação à época, ele ficou em segundo lugar, com três votos a menos que o ganhador.

Uma das coisas mais produtivas da empolgação com as unhas é que acaba rendendo um monte de foto. Fico tão admirada com a cor que começo a fazer imagens diversas sobre várias cores diferentes, para mostrar o máximo de variações da cor possível. Eu gosto, porque dá uma noção maior, com luzes diferentes. Vocês gostam, meninas, quando trago esse exagero de fotos também?

Está aí algo que nunca perguntei, mas é até importante saber, não é? Se vocês preferem assim ou se acreditam que uma quantidade menor de imagens é melhor. Fica aí o espaço aberto à opinião de vocês. Eu particularmente adoro o processo de buscar ambientes e texturas em casa para fotografar as unhas. 🙂

Antes, fazia tanta foto que ficava perdida na hora de escolher quais usar nas montagens. Hoje em dia já sou mais prudente com isso, até para reduzir o trabalho de seleção de imagens e agilizar a produção dos textos. Nesta correria louca do dia a dia, não dá para desperdiçarmos qualquer minutinho que seja. Bem, meninas, por hoje é só! Abaixo seguem mais algumas montagens que fiz. Gostaram?  

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Nas Unhas: Filó (Impala) + Sonho (Impala)

Perdoem-me tomar algum espaço deste post para falar sobre as estrelinhas que usei quando pintei as unhas com o Deck 017 (Mohda). Acabei passando batida no post do Tubinho (Risqué), mas acho bacana retomar, comentando minhas impressões. Apesar de ter ficado bem bonitinha a unha decorada, as estrelinhas não sobreviveram à primeira noite.

Fiz tudo como manda o figurino. Coloquei um pouco de esmalte para prendê-las nas unhas e, em seguida, passei base por cima de toda a unha. Fiz todo o procedimento cedo, ainda durante o dia, tempo suficiente de as unhas secarem e o adereço ficar bem preso, para não correr o risco de soltar. Mas o cuidado não adiantou muita coisa. Na primeira dormida, as três estrelinhas soltaram da unha. É possível que haja uma técnica melhor de aplicação, que eu tenha feito alguma bobagem. Se vocês conhecem uma forma diferente de aplicar, deixem recado aí, para que eu possa experimentar, afinal ainda tenho bastante estrelinhas por aqui.

Feitas as devidas observações, vamos ao que interessa, à dupla da Impala, Filó + Sonho. Comprei estes esmaltes na véspera de pintar as unhas. Estava no Itaigara, onde faço fisioterapia, e não resisti a entrar em uma das tantas lojas de cosméticos que estão instaladas por lá. Queria um esmalte branco, ou que pelo menos fosse bem próximo disso. Não sei por que cargas dágua decidi comprar um esmalte branco, já que nunca gostei e nem acho que combina comigo, que tenho a pele clara.

Quando vi esses dois esmaltes, achei que a junção deles seria exatamente o que eu estava buscando. Mas nas unhas, só fiz confirmar que de fato não gosto de esmaltes nesta tonalidade. O Filó é péssimo de pintar, não é tão cremoso como deveria, deixa várias falhas até conseguirmos conseguir uma cor homogênea nas unhas. Desaprovação total!

Já o Sonho, eu gostei bastante, porque cria um tom perolado na cor. Vou experimentá-lo sobre outros esmaltes, e com certeza mostrarei ele por aqui novamente. A combinação, no entanto, me deu um trabalho terrível para limpar. Nem preciso descrever, porque vocês podem ver nas fotos como tive dificuldade. Ao final de todo o trabalho, minhas mãos ficaram assim, com falhas à mostra!

É verdade que depois de ver as unhas pintadas, fiquei me perguntando porque estava tão determinada a adquirir uma cor assim de esmalte, já sabendo que não gostaria. Vai entender, né? E tinha tanta cor bonita por lá. Impliquei mesmo nessa Filó. Vai ver que estava lá mofando na prateleira, órfá de amor e carinho, e meu lado maternal se sensibilizou involuntariamente. É a única explicação.

Também não ficou de todo horroroso, não é? Tirando a parte do mal pintado, dá para montar um look bacana com estas unhas e sair por aí sem parecer uma doida surtada. Mas é fato que não pretendo usar o Filó mais nunca na vida, vai entrar na minha vasilha de doações. Minha afilhada vai adorar ter mais uma cor para fazer desenhos decorados nas unhas dela.

Algum comentário, meninas?

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Nas Unhas: Tubinho (Risqué)

Pintar a unha com o Tubinho foi uma questão de honra. Da última vez, como mencionei no post do Deck 017 (Mohda), tinha escolhido ele, cheguei a pintar uma mão inteira e tirar algumas fotos, até cometer uma imperícia com a máquina fotográfica e borrar tudo. Acabei limpando, mudando de cor, mas já estava certa de que ele seria mesmo o próximo e ponto final.

Para começar, minha relação com o Tubinho é antiga. Quando a Risqué lançou a coleção Pop 4 You, este foi o esmalte pelo qual me apaixonei. Ele era fosco e cinza. O que para muitos pode parecer uma combinação sem graça e insossa, para mim era admirável. Só que naquela época – e nem tem tanto tempo assim – eu ainda não estava na onda do vício em esmaltes e não corri à loja para comprá-lo.

Mas quando saí para realizar meu primeiro excesso esmaltístico, ele foi um dos que eu peguei sem nem pensar. Ele estava ali na prateleira, na minha frente, se oferecendo todo serelepe, então agarrei um tubinho e enfiei na cestinha. A cestinha estava repleta de esmaltes. Tinha catado vários, para depois escolher quais realmente levaria. O Tubinho era um dos que já estava decidida a comprar.

O meu ressentimento com este post é que queria ver o Tubinho nas minhas unhas grandes. Mas nem tudo é perfeito, e terei outras oportunidades para fazer isso. Eu até achei que ele é um esmalte bacana para pintar as unhas quando estão menores. Já mencionei por aqui que não consigo usar cores mais excêntricas se minhas unhas estiverem curtas. Nestes casos, o trabalho de escolha da cor demora um pouco mais – ela precisa ser discreta.

Outro fato importante é que não fiz a unha, não retirei o excesso de cutículas, apenas troquei de esmalte (o Deck 017 pelo Tubinho). E isso é ruim se o esmalte a ser usado em seguida é um fosco. Percebo que as falhas no fosco ficam bem mais aparentes que no esmalte com brilho normal. Não apenas nas unhas em si, mas também nos cantinhos. Sem fazer as unhas, algumas pelinhas já crescidas atrapalham bastante a limpeza, e isso fica visível nas fotos. Mas está valendo!!

Falando do esmalte em si, minha paixão por ele foi maior no frasquinho do que nas unhas. Eu não achei feio, não é isso. Achei ele super hiper sem graça. Fiquei pensando que se um dia me jogassem em uma lagoa congelada, minhas unhas ficariam assim por causa do frio, da cor do Tubinho. Meio mórbido isso, né? Ele não despertou em nada aquela emoção louca que senti com, por exemplo, o Garota da Capa (Avon). Tudo bem, tudo bem. Com o dourado da Avon tive uma crise aguda de “esmalticite”. Excesso de empolgação, é verdade. Às vezes acho que o fato de ter roído unha por muito tempo, de ter convivido com elas minúsculas por anos a fio, me deixa pouco animada quando elas quebram. Então sempre vejo um defeito ou outro quando as unhas estão mais curtas. Não fico tão empolgada em fazê-las, em mudar de cor ou experimentar tonalidades novas. Apenas espero que cresçam logo. É algo com que preciso aprender a lidar, afinal unhas pequenas também fazem parte.

No mais, nenhum contratempo desta vez. Tudo aconteceu como deveria, nenhum trabalho extra ou estresse. Fiz minhas unhas assistindo ao futebol, como na grande maioria das vezes (adoro futebol, é verdade!). E ainda ganhei – de novo – elogio de meu pai, embora tenha notado que o elogio foi mais pela astúcia em manusear meus equipamentos sentada no sofá com as pernas cruzadas, do que pela cor em si.

É isso, meninas, me contem o que acharam!

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Nas unhas de Clara, adesivos

O Nas Unhas de hoje é muito especial. O nosso espacinho colorido tem a participação ilustre da também jornalista e amiga das meninas, Clarissa Borges. Ela acabou de chegar de São Paulo, onde encontrou uma loja especializada naquilo que amamos: unhas. Lá, comprou alguns adereços e aportou em Salvador com as mãos mais do que na moda, com estes adesivos lindos com desenhos de flores. Quando vi as mãos de Clata, fiquei apaixonada pela delicadeza do visual. Sugeri a ela aparecer de modelo por aqui e ela topou na hora.

Sem tempo para fazer as unhas, Clara optou por deixá-las ao natural e colocar dois adesivos, um no polegar da mão esquerda e outro no indicador da mão direita. Bonito é pouco para elogiar as unhas de Clara. O conjunto ficou um charme, de uma delicadeza só. Ah, e essa é uma ótima opção também para meninas que têm alergia e não podem usar esmaltes ou só podem usar os hipoalergênicos.

Os adesivos estão disponíveis em todas as grandes lojas que vendem produtos para unhas. O valor varia a depender do adesivo, da marca e também da loja. Estes que estão nas unhas de Clara custaram R$ 3, com direito a uma cartela recheada de adesivos. Ela contou que lá na 25 de Março (que esta avenida seja abençoada, Amém!), tem adesivos até por R$ 1, dos mais simples. A durabilidade é muito boa, gente. Para quem tem cuidado, eles ficam uma semana tranquilo nas unhas. Os adesivos são super bacanas, porque podemos brincar com as possibilidades. Usar por cima do esmalte ou assim, ao natural; passar uma camada de transparente por cima dele; usar em todas as unhas, em uma apenas, e até de forma alternada; variar nos modelos. São mil e uma ideias! Ah, e Clara trouxe um mega presente para as meninas, estrelinhas prateadas super lindas para decorar as unhas. Breve vocês verão por aqui!

Clara, obrigada por lembrar da gente em sua viagem e pelo presente lindo. E obrigada mais ainda por topar mostrar suas unhas aqui no blog e dividir com a gente sua experiência! Volte mais vezes!!! 🙂

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Nas Unhas: Angélica (Risqué) + Love Story (Impala)

O verde fosco Rasteirinha, da Mohda, de fato não durou muito em minhas mãos. Não que ele tenha descascado ou coisa do tipo, nada disso. Eu que cansei mesmo dele, não consegui gostar do resultado nas unhas e decidi trocar a cor. Aliás, me diverti muito com o comentário da nossa querida leitora Viviane, no post do Rasteirinha, dizendo que parecia que eu tinha enfiado as unhas em um abacate. É Vivi, o verde está bem para abacate mesmo, você tem toda razão. E eu nem gosto de abacate! 🙂

Eu já estava querendo usar um transparente há muito tempo. Devo ter comentado em alguma oportunidade por aqui que era fanática por esmaltes transparentes e não conseguia pintar as unhas com outras cores. Depois de o vício esmaltístico se incrustar em mim, passei a testar tudo o que é cor e renegar os transparentes ao esquecimento. Na minha última – e praticamente única – comprinha, coloquei o velho de guerra Angélica (Risqué) na sacola. Um transparente que acho lindíssimo e de que eu sempre fui muito fã. Não consigo contabilizar a quantidade de vezes que já pintei as unhas com ele. Estava com saudades!

O Angélica é um transparente que tem um fundo coral. É bem natural, mas com uma tonalidade que se destaca nas unhas. Continuo muito fã dele. Aliás, ele marcou minha história de cuidados com as unhas, porque sempre que ela estava um pouco maiorzinha – eu roía as unhas demais – optava pelo Angélica entre os transparentes que estavam na cestinha da minha manicure. Nessa época eu nem sonhava que um dia aprenderia a fazer unhas. E meu amor por transparentes era tão visível, que a manicure trazia toda a sua coleção de transparentes – e só ela – quando vinha fazer minhas unhas em casa.

Sei que muita gente acha estes tipos de esmaltes sem graça. Eu acho muito elegantes. Em minha opinião, quando estamos com as unhas bonitas e bem cuidadas, os esmaltes transparentes deixam isso muito claro, porque não conseguem disfarçar as imperfeições. Adoro, e é isso. Mas apesar de todo amor, decidi inventar um pouco, cobrindo o Angélica com a cobertura flocada Love Story, da Impala. Já falei dela por aqui, quando escolhi o esmalte para usar no casamento da minha irmã (é só clicar aqui para ler).

Eu não queria mudar muito o contexto do transparente, por isso escolhi o Love Story, que é um flocado com brilhos alaranjados. Queria dar um ar diferente ao Angélica. Foi então que decidi passar duas camadas da cobertura flocada, para fazer sobressair os brilhos. Consegui exatamente o efeito que queria. Manter a cor clarinha, mas com o toque especial do flocado. Tudo bem que essa falta do que fazer no feriado junino ajudou muito a incrementar o Angélica. Sem muita opção na cidade, a gente sempre inventa, não é?

Agora vem a parte mais interessante disso tudo. Quando havia acabado de limpar o último dedinho, minha cunhada chega aqui em casa com uma vasilha de amendoim cozido, quentinho ainda. Gente, eu tentei, viu? Juro que tentei resistir aos amendoins, esperar secar as unhas e tal, mas fraquejei. No fundo, no fundo, sabia que as unhas não resistiriam ao quebrar de casquinhas, mas alimentei aquela ilusão de que, quem sabe, uma mágica protegeria as unhas e nada aconteceria com elas, enquanto devorava os petisquinhos.

Pois é, vocês já imaginam o que aconteceu. Não rolou a tal mágica, as unhas estavam ainda bem úmidas e eu destruí todo o meu trabalho artístico com cascas de amendoim. O primeiro deles já tirou o esmalte do dedão. Pensei, “tudo bem, eu pinto ele de novo”. Aí veio o segundo e arrancou parte do esmalte do dedo indicador, e assim foi o processo de destruição instantânea de todo o trabalho. Depois da vasilhinha já quase vazia, peguei minha acetona, meu algodão e tirei tudo. Ou seja, não durou nem uma noite sequer esta linda combinação.

Mas foi por uma boa causa, os amendoins estavam deliciosos e é São João, né gente? Plenamente justificável, como vocês podem ver. Pelo menos, deu tempo de tirar um monte de fotos das unhas antes de atacar a comidinha junina, e agora posso namorar minha combinação apaixonante pelo post, olhando as montagens. Nem tudo ficou perdido!!! Digam-me se gostaram, se valeu a pena todo o trabalho. E até a próxima!!!

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Enquete: com qual rosa pintar as unhas?

Oi, meninas. Estou aqui de novo para pedir a ajudinha de vocês na escolha do esmalte. Gostei da nossa última enquete e decidi repetir a brincadeira, desta vez com alguns tons de rosa.

Na última enquete, a votação maior foi pelo Figo (Impala), cujo post pode ser visto aqui. O próximo esmalte a aparecer por aqui será o Miucha (Ana Hickmann), o segundo mais votado da enquete passada. E depois do Miucha virá o mais votado deste post.

A enquete segue a ordem da foto, da esquerda para a direita, para ajudar na escolha de vocês. A imagem pode ser ampliada, é só clicar nela. Participem da brincadeira, votando abaixo!!

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