Nas Unhas: Boca de Sino (Impala)

Passei dias além da conta com o Tomara que Caia (Mohda). Só consegui render-me e tirá-lo, quando o primeiro pedacinho lascou. E demorou, demorou bastante, até que isso acontecesse. Passei cinco dias com ele nas unhas, sem qualquer transtorno, com direito a elogios diários de quem ainda não tinha visto a cor em minhas mãos. Foi um daqueles esmaltes que não me deu ansiedade em tirar logo, pelo contrário, queria era que ele durasse o máximo de tempo possível. Lindo, mesmo.

E decidi substituir uma tonalidade linda por outra. Não foi difícil a escolha, optei pelo Boca de Sino, integrante da coleção Novo 70, da Impala, uma das linhas que mais me agradou dentre os últimos lançamentos das marcas. Ele é um marrom perolado, com microbrilhos de fundo rosado. Os brilhinhos criam um efeito super especial e são perceptíveis à luz natural. Basta olhar as unhas de perto que dá para notar o toque perolado rosado.

Uma qualidade dos esmaltes perolados é que eles transformam uma cor comum e até monótona em algo chique e elegante. No caso do Boca de Sino, o tom café dele, bastante normal, ganha reflexos rosados, ficando muito mais atrativo.

A consistência é bem cremosa. Passei três camadas para não correr o risco de encontrar falhas depois. A cobertura é muito boa. E também é tranquilo limpar os excessos. Está aí algo que me deixa bem contente ao fazer as unhas: a facilidade em limpar. Fico chateada, quando a qualidade ou textura do esmalte não ajuda neste processo.  Espero também que ele dure bastante, pois estou em uma semana corrida e não terei tempo para trocar de cor, já que os horários livres serão restritos. Aliás, este foi um dos motivos que ajudou a escolher esta cor. Já tive boas impressões com a durabilidade dos vidrinhos da coleção Novo 70, e fiz mais uma aposta, com a esperança de que o Boca de Sino não me surpreenda negativamente no quesito resistência.

Fazia bastante tempo que não coloria as unhas com um tom café. O mais perto que cheguei disso – e ao mesmo tempo distante, porque o tom perolado é bem diferente – foi com o Miucha (Ana Hickmann). Mas vocês verão ao clicar no link que uma cor não tem absolutamente nada a ver com a outra. Completamente diferentes, e ambos lindos, mas “cada um em seu quadrado”.

E antes que me perguntem, minha preferência entre os dois fica mesmo com o Miucha. É um dos esmaltes mais bonitos que já usei nas unhas e dos mais diferentes também. Hoje em dia tudo é muito parecido, e não tenho nada que chegue nem perto do Miucha. E se vocês sabem de alguma cor semelhante ao Miucha, me contem! Vocês já sabem que sou novata em tudo isso e não conheço um mundo infinito de cores.

No mais, é isso meninas. Fiz mais algumas montagens de fotos, que seguem logo abaixo, para mostrar os ângulos diversos e as tonalidades que consegui captar com luzes variadas e sobre cores também variadas. Me contem o que acharam, se gostaram ou não gostaram, e aproveitem para ver um pouquinho mais do Boca de Sino!!

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Nas Unhas: Tomara que caia 023 (Mohda)

Depois de algumas “aventuras” com esmaltes que não me agradaram, peguei minha caixinha com a intenção de acertar. Quando olhei o Tomara que caia, já sabia que não havia a menor chance de me decepcionar com ele, ou de a cor me surpreender negativamente e não funcionar. Ele muito me lembrou o Forró (Ana Hickmann), que já até passou por aqui.

Comparando as duas cores, elas realmente se parecem. Ambos possuem uma tonalidade coral, com um brilho bem natural. E não é só nisso que eles se assemelham. A consistência do Tomara que caia é bem cremosa, assim como ocorre com o Forró. Para limpar é super fácil com ambos, nada de manchas exageradas ou cor grudando que nem cola Super Bonder na pele. Gostoso de passar, simples de limpar, lindo nas unhas… Melhor, impossível!

Esses tons corais moram no meu coração e não pagam aluguel. Eu gosto tanto daqueles puxados para o laranja, quanto dos que possuem um fundo mais rosado. A cor é bonita, tem cadeira cativa em qualquer estação, seja verão ouo inverno. Em minha opinião, é daquelas tonalidades consideradas “coringas” nos casos de dúvidas sobre o que usar (por falar em coringas, lembram do Figo – Impala? É outro coringa, para as horas de interrogação).

Vocês já devem ter percebido que me empolgo quando gosto de um esmalte! Uns me deixam elétrica, como aconteceu com o Garota da Capa (Avon), outros conquistam o meu amor de forma mais sutil, como este e o irmão gêmeo Forró. Deve ser coisa de quem roeu unha por muito tempo e descobre o que é ter unhas pintadas. 

E, gente, nada como um esmalte bonito e charmoso, depois de duas decepções seguidas, com o Tubinho (Risqué) e com a combinação Filó + Sonho (Impala). Ah, acabei de lembrar que incluí o Tomara que caia na enquete do esmalte rosa que deveria usar, em que o vencedor foi o Rosa Pitanga (Risqué). O esmalte da Mohda não fez feio na votação à época, ele ficou em segundo lugar, com três votos a menos que o ganhador.

Uma das coisas mais produtivas da empolgação com as unhas é que acaba rendendo um monte de foto. Fico tão admirada com a cor que começo a fazer imagens diversas sobre várias cores diferentes, para mostrar o máximo de variações da cor possível. Eu gosto, porque dá uma noção maior, com luzes diferentes. Vocês gostam, meninas, quando trago esse exagero de fotos também?

Está aí algo que nunca perguntei, mas é até importante saber, não é? Se vocês preferem assim ou se acreditam que uma quantidade menor de imagens é melhor. Fica aí o espaço aberto à opinião de vocês. Eu particularmente adoro o processo de buscar ambientes e texturas em casa para fotografar as unhas. 🙂

Antes, fazia tanta foto que ficava perdida na hora de escolher quais usar nas montagens. Hoje em dia já sou mais prudente com isso, até para reduzir o trabalho de seleção de imagens e agilizar a produção dos textos. Nesta correria louca do dia a dia, não dá para desperdiçarmos qualquer minutinho que seja. Bem, meninas, por hoje é só! Abaixo seguem mais algumas montagens que fiz. Gostaram?  

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Color Effect, nova coleção de esmaltes da Risqué

A Risqué lançou uma nova coleção em edição especial, a COLOR effect. São seis opções de cores que prometem o super efeito de aparecer de um jeito no vidrinho e se transformar nas unhas, refletindo novas cores com a luz. A coleção é resultado de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento que deu origem ao elemento COLOR effect: “glitters com efeito holográfico, flake de última geração, além de pérolas e pigmentos especiais que dão ao esmalte um visual ao mesmo tempo encantador, misterioso e surpreendente”. Ao menos essa é a promessa da marca. A edição especial Risqué COLOR effect já está à venda nas  farmácias e perfumarias do país. Vale experimentar  e conferir se os efeitos são tão deslumbrantes quanto anunciado. Agora vamos às cores e seus prometidos efeitos:

Risqué Cobertura Encantada: cobertura hightech de flakes alaranjados e avermelhados;

Risqué Poção do Amor: um vermelho metálico tridimensional com glitter dourado;

Risqué Chão de Estrelas: o reflexo das estrelas do céu em um chão negro de asfalto;

Risqué Viúva Negra: a atração fatal do preto com pérolas vermelhas;

Risqué Besouro: todo mistério da camuflagem do besouro decifrada em uma incrível cor roxa esverdeada;

Risqué Miragem Azul: um azul fechado com efeito ilusionista e holográfico.

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Nas Unhas: Filó (Impala) + Sonho (Impala)

Perdoem-me tomar algum espaço deste post para falar sobre as estrelinhas que usei quando pintei as unhas com o Deck 017 (Mohda). Acabei passando batida no post do Tubinho (Risqué), mas acho bacana retomar, comentando minhas impressões. Apesar de ter ficado bem bonitinha a unha decorada, as estrelinhas não sobreviveram à primeira noite.

Fiz tudo como manda o figurino. Coloquei um pouco de esmalte para prendê-las nas unhas e, em seguida, passei base por cima de toda a unha. Fiz todo o procedimento cedo, ainda durante o dia, tempo suficiente de as unhas secarem e o adereço ficar bem preso, para não correr o risco de soltar. Mas o cuidado não adiantou muita coisa. Na primeira dormida, as três estrelinhas soltaram da unha. É possível que haja uma técnica melhor de aplicação, que eu tenha feito alguma bobagem. Se vocês conhecem uma forma diferente de aplicar, deixem recado aí, para que eu possa experimentar, afinal ainda tenho bastante estrelinhas por aqui.

Feitas as devidas observações, vamos ao que interessa, à dupla da Impala, Filó + Sonho. Comprei estes esmaltes na véspera de pintar as unhas. Estava no Itaigara, onde faço fisioterapia, e não resisti a entrar em uma das tantas lojas de cosméticos que estão instaladas por lá. Queria um esmalte branco, ou que pelo menos fosse bem próximo disso. Não sei por que cargas dágua decidi comprar um esmalte branco, já que nunca gostei e nem acho que combina comigo, que tenho a pele clara.

Quando vi esses dois esmaltes, achei que a junção deles seria exatamente o que eu estava buscando. Mas nas unhas, só fiz confirmar que de fato não gosto de esmaltes nesta tonalidade. O Filó é péssimo de pintar, não é tão cremoso como deveria, deixa várias falhas até conseguirmos conseguir uma cor homogênea nas unhas. Desaprovação total!

Já o Sonho, eu gostei bastante, porque cria um tom perolado na cor. Vou experimentá-lo sobre outros esmaltes, e com certeza mostrarei ele por aqui novamente. A combinação, no entanto, me deu um trabalho terrível para limpar. Nem preciso descrever, porque vocês podem ver nas fotos como tive dificuldade. Ao final de todo o trabalho, minhas mãos ficaram assim, com falhas à mostra!

É verdade que depois de ver as unhas pintadas, fiquei me perguntando porque estava tão determinada a adquirir uma cor assim de esmalte, já sabendo que não gostaria. Vai entender, né? E tinha tanta cor bonita por lá. Impliquei mesmo nessa Filó. Vai ver que estava lá mofando na prateleira, órfá de amor e carinho, e meu lado maternal se sensibilizou involuntariamente. É a única explicação.

Também não ficou de todo horroroso, não é? Tirando a parte do mal pintado, dá para montar um look bacana com estas unhas e sair por aí sem parecer uma doida surtada. Mas é fato que não pretendo usar o Filó mais nunca na vida, vai entrar na minha vasilha de doações. Minha afilhada vai adorar ter mais uma cor para fazer desenhos decorados nas unhas dela.

Algum comentário, meninas?

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Nas Unhas: Tubinho (Risqué)

Pintar a unha com o Tubinho foi uma questão de honra. Da última vez, como mencionei no post do Deck 017 (Mohda), tinha escolhido ele, cheguei a pintar uma mão inteira e tirar algumas fotos, até cometer uma imperícia com a máquina fotográfica e borrar tudo. Acabei limpando, mudando de cor, mas já estava certa de que ele seria mesmo o próximo e ponto final.

Para começar, minha relação com o Tubinho é antiga. Quando a Risqué lançou a coleção Pop 4 You, este foi o esmalte pelo qual me apaixonei. Ele era fosco e cinza. O que para muitos pode parecer uma combinação sem graça e insossa, para mim era admirável. Só que naquela época – e nem tem tanto tempo assim – eu ainda não estava na onda do vício em esmaltes e não corri à loja para comprá-lo.

Mas quando saí para realizar meu primeiro excesso esmaltístico, ele foi um dos que eu peguei sem nem pensar. Ele estava ali na prateleira, na minha frente, se oferecendo todo serelepe, então agarrei um tubinho e enfiei na cestinha. A cestinha estava repleta de esmaltes. Tinha catado vários, para depois escolher quais realmente levaria. O Tubinho era um dos que já estava decidida a comprar.

O meu ressentimento com este post é que queria ver o Tubinho nas minhas unhas grandes. Mas nem tudo é perfeito, e terei outras oportunidades para fazer isso. Eu até achei que ele é um esmalte bacana para pintar as unhas quando estão menores. Já mencionei por aqui que não consigo usar cores mais excêntricas se minhas unhas estiverem curtas. Nestes casos, o trabalho de escolha da cor demora um pouco mais – ela precisa ser discreta.

Outro fato importante é que não fiz a unha, não retirei o excesso de cutículas, apenas troquei de esmalte (o Deck 017 pelo Tubinho). E isso é ruim se o esmalte a ser usado em seguida é um fosco. Percebo que as falhas no fosco ficam bem mais aparentes que no esmalte com brilho normal. Não apenas nas unhas em si, mas também nos cantinhos. Sem fazer as unhas, algumas pelinhas já crescidas atrapalham bastante a limpeza, e isso fica visível nas fotos. Mas está valendo!!

Falando do esmalte em si, minha paixão por ele foi maior no frasquinho do que nas unhas. Eu não achei feio, não é isso. Achei ele super hiper sem graça. Fiquei pensando que se um dia me jogassem em uma lagoa congelada, minhas unhas ficariam assim por causa do frio, da cor do Tubinho. Meio mórbido isso, né? Ele não despertou em nada aquela emoção louca que senti com, por exemplo, o Garota da Capa (Avon). Tudo bem, tudo bem. Com o dourado da Avon tive uma crise aguda de “esmalticite”. Excesso de empolgação, é verdade. Às vezes acho que o fato de ter roído unha por muito tempo, de ter convivido com elas minúsculas por anos a fio, me deixa pouco animada quando elas quebram. Então sempre vejo um defeito ou outro quando as unhas estão mais curtas. Não fico tão empolgada em fazê-las, em mudar de cor ou experimentar tonalidades novas. Apenas espero que cresçam logo. É algo com que preciso aprender a lidar, afinal unhas pequenas também fazem parte.

No mais, nenhum contratempo desta vez. Tudo aconteceu como deveria, nenhum trabalho extra ou estresse. Fiz minhas unhas assistindo ao futebol, como na grande maioria das vezes (adoro futebol, é verdade!). E ainda ganhei – de novo – elogio de meu pai, embora tenha notado que o elogio foi mais pela astúcia em manusear meus equipamentos sentada no sofá com as pernas cruzadas, do que pela cor em si.

É isso, meninas, me contem o que acharam!

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Nas Unhas: Deck 017 (Mohda)

Vocês devem estar percebendo minhas unhas em tamanho “mini”. Pois é, meninas, enquanto desfilava pelo mundo glamurosa com o dourado Garota da Capa, da Avon, a unha do indicador direito quebrou rente ao dedo. Não me perguntem como, nem quando, nem onde. Incrível, mas não tenho a menor ideia do que aconteceu. Estava em uma reunião no trabalho e, por nenhuma razão em especial, olhei para as mãos. Cadê unha? Tentei me recordar o que poderia ter causado isso, mas não lembrei de ter feito nada capaz .

Até aquela manhã, inclusive, as unhas estavam em seu devido lugar. Mas fato é que não consigo ficar com uma unha pequena e as demais grandes. Até me disseram para colocar bandaid na unha quebrada, para que ela pudesse crescer sem que eu precisasse cortar as outras. Não deu, gente. No mesmo dia, ao chegar em casa, peguei a tesoura. Depois de tanto tempo com as unhas sempre grandinhas, agora vou passar semaninhas com elas menores.

Desacostumada com as unhas curtas, fiquei um pouco perdida sobre a cor que colocaria. Já estava decidida pelo fosco Tubinho, da Risqué. Cheguei, inclusive, a pintar uma das mãos e tirar fotos para o post. Mas os foscos demoram um pouco mais para secar nas minhas mãos. Entre um manuseio da máquina fotográfica e outro, cometi um erro e acabei borrando a pintura. Foi o suficiente para tirar tudo e mudar a escolha, por um esmalte que secasse rápido, pois eu já estava com sono.

Como tenho tido boas expriências com os esmaltes da Mohda e precisava de uma cor  discreta por causa das unhas menores, escolhi o Deck 017, um lilás bem lindinho. Ainda não consigo pintas as unhas curtas de esmaltes escuros ou mais chamativos. Ao terminar a manicure, lembrei das estrelinhas que ganhei da amiga Clarissa – falei do presente no post sobre as unhas dela com adesivos – e decidi colocar as estrelinhas.

Tinha usado duas estrelinhas, passado a base, tudo lindo. Até que fui dormir e, ao acordar, a estrelinha tinha “caminhado” pela unha, saído do lugar, e deixado um buraquinho no local onde estava presa inicialmente. Primeira lição: nada de colocar estrelinhas à noite e ir dormir (coisa óbvia, não é? Só eu mesma para fazer isso!!!). Pela manhã, tive de dar um jeito, cobrindo o buraco com outra estrelinha. Acabei com as unhas estreladas!!! Mas adorei a ideia.

Como Clara me deu um saquinho cheio de enfeites, prometo fazer um trabalho melhor da próxima vez. Mas valeu a intenção, né, gente? Para alguém que só pintava as unhas de esmaltes transparentes – até falei sobre isso no post do Angélica (Risqué) -, é um grande avanço inovar com adereços. Ah, e neste post vocês verão fotos com as estrelinhas e outras sem o acessório. É que fiz imagens antes e depois de colocá-las, e decidi misturá-las nas montagens.

E voltando ao Deck 017, ficou super combinando com minhas unhas curtas. Uma cor bonita que, ao mesmo tempo, consegue ser discreta. E vocês, meninas, gostaram? Também ficam arrasadas quando as unhas quebram?

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Nas Unhas: Garota da Capa (Avon)

Vou assumir um dos meus ex-preconceitos agora. Eu sempre achei completamente inutilizáveis os esmaltes dourados. Gente, é sério. Meus problemas com esmaltes dourados eram graves. Peguei-me criticando para mim mesma vários dourados que vi aí pela internet, colorindo unhas das amigas blogueiras.

E sofri quando uma de nossas leitoras sugeriu usar o Garota da Capa, da Avon. Adiei até o último momento colocar um douradão nas unhas, mas a assessoria da Avon enviou alguns vidrinhos da marca, e o Garota da Capa veio parar nas minhas mãos.

Ele estava lá, no cantinho da minha caixinha de esmaltes, escondidinho. No último post que escrevi, falando do Le Rose (Impala), até sugeri algumas opções do próximo esmalte que usaria. Falei de um amarelo, de um lilás, um azul marinho… E praticamente garanti que certamente seria um deles a colorir minhas unhas depois do pastel rosinha discreto da Impala. Como diria o ditado: “queimei minha língua”. Não só decidi colocar uma cor diferente das que sugeri no post anterior, como acabei gostando mais do que achei que fosse possível do resultado do Garota da Capa nas unhas.

Lição de casa: “deixe de preconceito com as cores, menina!!!”. E cá estou eu, mais dourada do que nunca e achando isso o máximo. Deixando o deslumbramento de lado (mesmo me achando a mais rica e fina das mulheres do universo!! Sim, eu surtei!), gostei do dourado. Ele tem um tom perolado bem bonito e um fundo meio ouro velho, que dá um toque charmoso e elegante. Sempre achei que ele ficaria escandaloso demais, e a cor me lembrava as almofadas de bordéis mostradas nos filmes de antigamente. Não tem como gostar de unhas douradas com essa lembrança na cabeça. Para mim, unhas douradas eram brega e ponto final.

Convenci-me do contrário. Talvez haja diversos tons dourados, uns mais bonitos do que outros. Não conheço a variedade do mercado, mas deste em especial eu gostei. Espeficicamente, eu gostei dele nas minhas unhas, gostei de como ele ressaiu no meu tom de pele. Não ficou chamativo, muita gente nem notou e eu precisei mostrar. Não acho também que ele seja um esmalte para o dia a dia, acredito que o charme dele é ser usado em ocasiões especiais, com aquele visual todo preparado.

A consistência dele é maravilhosa. Eu coloquei duas camadas desnecessariamente. Uma camada apenas cobre a unha de forma uniforme. A limpeza precisa ser cuidadosa, porque os brilhinhos dele acabam espalhando um pouco, com as fricções que fazemos com o palitinho nos cantos das unhas. Eu fiz a limpeza normal, e depois voltei a passar o palitinho com algodão nos cantos, só para tirar os brilhinhos. Sim, entrou na minha lista de esmaltes especiais para “abalar Bangu”. E vocês, gostaram?

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Nas Unhas: Le Rose (Impala)

Depois do desastre com o Angélica (Risqué), quis manter a cor das unhas em tonalidade clara, e o escolhido foi o Le Rose (Impala), um rosinha bem clarinho, em tom pastel.

Estava bastante influenciada pelo livro “Comer Rezar Amar”, que havia acabado de ler quando peguei meu kit manicure, a fim de escolher da cor. Queria alguma tonalidade que me desse a sensação de paz de espírito. O Le Rose logo saltou aos meus olhos.

Não tenho dezenas de linhas a falar sobre ele. Nenhum imprevisto aconteceu, ninguém fez qualquer comentário fora do normal. Ele é tão discreto que passou despercebido aos olhares alheios. Sempre tem uma pessoa ou outra que elogia, principalmente aquelas que são também apaixonadas por esmaltes, mas nada tão importante assim.

Precisei de três camadas para cobrir as unhas. Ainda assim, cabia mais uma demão. Como vocês podem ver nas fotos, a parte branca da minha unha ficou “saliente”, mesmo após a terceira camada. Até pensei em passar mais uma pincelada do Le Rose por cima, mas confesso que já estava cansada, teria de trabalhar cedo no dia seguinte e acabei desistindo.

Embora a fase das cores pasteis já tenha passado – lembro que há algum tempo havia virado febre, com todas as marcas lançando suas próprias coleções explorando o tom -, eu tenho cultivado um sentimento especial por estes tons. Logo depois de pintar com o Le Rose, me vi procurando outro tom do mesmo tipo na minha vasilhinha de cores.

Achei até um amarelinho e fiquei curiosa, já que nunca usei uma cor parecida. Não sei se será o próximo a aparecer por aqui, porque também estou tendendo bastante a um azul marinho lindo e até a um violeta também muito bonito. Ah, e tem um lilás em tom pastel também que fiquei namorando. Não decidi ainda, mas deve ficar entre estes daí. E então, meninas? Alguma observação sobre o Le Rose? Beijos!

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Nas unhas de Clara, adesivos

O Nas Unhas de hoje é muito especial. O nosso espacinho colorido tem a participação ilustre da também jornalista e amiga das meninas, Clarissa Borges. Ela acabou de chegar de São Paulo, onde encontrou uma loja especializada naquilo que amamos: unhas. Lá, comprou alguns adereços e aportou em Salvador com as mãos mais do que na moda, com estes adesivos lindos com desenhos de flores. Quando vi as mãos de Clata, fiquei apaixonada pela delicadeza do visual. Sugeri a ela aparecer de modelo por aqui e ela topou na hora.

Sem tempo para fazer as unhas, Clara optou por deixá-las ao natural e colocar dois adesivos, um no polegar da mão esquerda e outro no indicador da mão direita. Bonito é pouco para elogiar as unhas de Clara. O conjunto ficou um charme, de uma delicadeza só. Ah, e essa é uma ótima opção também para meninas que têm alergia e não podem usar esmaltes ou só podem usar os hipoalergênicos.

Os adesivos estão disponíveis em todas as grandes lojas que vendem produtos para unhas. O valor varia a depender do adesivo, da marca e também da loja. Estes que estão nas unhas de Clara custaram R$ 3, com direito a uma cartela recheada de adesivos. Ela contou que lá na 25 de Março (que esta avenida seja abençoada, Amém!), tem adesivos até por R$ 1, dos mais simples. A durabilidade é muito boa, gente. Para quem tem cuidado, eles ficam uma semana tranquilo nas unhas. Os adesivos são super bacanas, porque podemos brincar com as possibilidades. Usar por cima do esmalte ou assim, ao natural; passar uma camada de transparente por cima dele; usar em todas as unhas, em uma apenas, e até de forma alternada; variar nos modelos. São mil e uma ideias! Ah, e Clara trouxe um mega presente para as meninas, estrelinhas prateadas super lindas para decorar as unhas. Breve vocês verão por aqui!

Clara, obrigada por lembrar da gente em sua viagem e pelo presente lindo. E obrigada mais ainda por topar mostrar suas unhas aqui no blog e dividir com a gente sua experiência! Volte mais vezes!!! 🙂

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Nas Unhas: Angélica (Risqué) + Love Story (Impala)

O verde fosco Rasteirinha, da Mohda, de fato não durou muito em minhas mãos. Não que ele tenha descascado ou coisa do tipo, nada disso. Eu que cansei mesmo dele, não consegui gostar do resultado nas unhas e decidi trocar a cor. Aliás, me diverti muito com o comentário da nossa querida leitora Viviane, no post do Rasteirinha, dizendo que parecia que eu tinha enfiado as unhas em um abacate. É Vivi, o verde está bem para abacate mesmo, você tem toda razão. E eu nem gosto de abacate! 🙂

Eu já estava querendo usar um transparente há muito tempo. Devo ter comentado em alguma oportunidade por aqui que era fanática por esmaltes transparentes e não conseguia pintar as unhas com outras cores. Depois de o vício esmaltístico se incrustar em mim, passei a testar tudo o que é cor e renegar os transparentes ao esquecimento. Na minha última – e praticamente única – comprinha, coloquei o velho de guerra Angélica (Risqué) na sacola. Um transparente que acho lindíssimo e de que eu sempre fui muito fã. Não consigo contabilizar a quantidade de vezes que já pintei as unhas com ele. Estava com saudades!

O Angélica é um transparente que tem um fundo coral. É bem natural, mas com uma tonalidade que se destaca nas unhas. Continuo muito fã dele. Aliás, ele marcou minha história de cuidados com as unhas, porque sempre que ela estava um pouco maiorzinha – eu roía as unhas demais – optava pelo Angélica entre os transparentes que estavam na cestinha da minha manicure. Nessa época eu nem sonhava que um dia aprenderia a fazer unhas. E meu amor por transparentes era tão visível, que a manicure trazia toda a sua coleção de transparentes – e só ela – quando vinha fazer minhas unhas em casa.

Sei que muita gente acha estes tipos de esmaltes sem graça. Eu acho muito elegantes. Em minha opinião, quando estamos com as unhas bonitas e bem cuidadas, os esmaltes transparentes deixam isso muito claro, porque não conseguem disfarçar as imperfeições. Adoro, e é isso. Mas apesar de todo amor, decidi inventar um pouco, cobrindo o Angélica com a cobertura flocada Love Story, da Impala. Já falei dela por aqui, quando escolhi o esmalte para usar no casamento da minha irmã (é só clicar aqui para ler).

Eu não queria mudar muito o contexto do transparente, por isso escolhi o Love Story, que é um flocado com brilhos alaranjados. Queria dar um ar diferente ao Angélica. Foi então que decidi passar duas camadas da cobertura flocada, para fazer sobressair os brilhos. Consegui exatamente o efeito que queria. Manter a cor clarinha, mas com o toque especial do flocado. Tudo bem que essa falta do que fazer no feriado junino ajudou muito a incrementar o Angélica. Sem muita opção na cidade, a gente sempre inventa, não é?

Agora vem a parte mais interessante disso tudo. Quando havia acabado de limpar o último dedinho, minha cunhada chega aqui em casa com uma vasilha de amendoim cozido, quentinho ainda. Gente, eu tentei, viu? Juro que tentei resistir aos amendoins, esperar secar as unhas e tal, mas fraquejei. No fundo, no fundo, sabia que as unhas não resistiriam ao quebrar de casquinhas, mas alimentei aquela ilusão de que, quem sabe, uma mágica protegeria as unhas e nada aconteceria com elas, enquanto devorava os petisquinhos.

Pois é, vocês já imaginam o que aconteceu. Não rolou a tal mágica, as unhas estavam ainda bem úmidas e eu destruí todo o meu trabalho artístico com cascas de amendoim. O primeiro deles já tirou o esmalte do dedão. Pensei, “tudo bem, eu pinto ele de novo”. Aí veio o segundo e arrancou parte do esmalte do dedo indicador, e assim foi o processo de destruição instantânea de todo o trabalho. Depois da vasilhinha já quase vazia, peguei minha acetona, meu algodão e tirei tudo. Ou seja, não durou nem uma noite sequer esta linda combinação.

Mas foi por uma boa causa, os amendoins estavam deliciosos e é São João, né gente? Plenamente justificável, como vocês podem ver. Pelo menos, deu tempo de tirar um monte de fotos das unhas antes de atacar a comidinha junina, e agora posso namorar minha combinação apaixonante pelo post, olhando as montagens. Nem tudo ficou perdido!!! Digam-me se gostaram, se valeu a pena todo o trabalho. E até a próxima!!!

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