Nas Unhas: Tubinho (Risqué)

Pintar a unha com o Tubinho foi uma questão de honra. Da última vez, como mencionei no post do Deck 017 (Mohda), tinha escolhido ele, cheguei a pintar uma mão inteira e tirar algumas fotos, até cometer uma imperícia com a máquina fotográfica e borrar tudo. Acabei limpando, mudando de cor, mas já estava certa de que ele seria mesmo o próximo e ponto final.

Para começar, minha relação com o Tubinho é antiga. Quando a Risqué lançou a coleção Pop 4 You, este foi o esmalte pelo qual me apaixonei. Ele era fosco e cinza. O que para muitos pode parecer uma combinação sem graça e insossa, para mim era admirável. Só que naquela época – e nem tem tanto tempo assim – eu ainda não estava na onda do vício em esmaltes e não corri à loja para comprá-lo.

Mas quando saí para realizar meu primeiro excesso esmaltístico, ele foi um dos que eu peguei sem nem pensar. Ele estava ali na prateleira, na minha frente, se oferecendo todo serelepe, então agarrei um tubinho e enfiei na cestinha. A cestinha estava repleta de esmaltes. Tinha catado vários, para depois escolher quais realmente levaria. O Tubinho era um dos que já estava decidida a comprar.

O meu ressentimento com este post é que queria ver o Tubinho nas minhas unhas grandes. Mas nem tudo é perfeito, e terei outras oportunidades para fazer isso. Eu até achei que ele é um esmalte bacana para pintar as unhas quando estão menores. Já mencionei por aqui que não consigo usar cores mais excêntricas se minhas unhas estiverem curtas. Nestes casos, o trabalho de escolha da cor demora um pouco mais – ela precisa ser discreta.

Outro fato importante é que não fiz a unha, não retirei o excesso de cutículas, apenas troquei de esmalte (o Deck 017 pelo Tubinho). E isso é ruim se o esmalte a ser usado em seguida é um fosco. Percebo que as falhas no fosco ficam bem mais aparentes que no esmalte com brilho normal. Não apenas nas unhas em si, mas também nos cantinhos. Sem fazer as unhas, algumas pelinhas já crescidas atrapalham bastante a limpeza, e isso fica visível nas fotos. Mas está valendo!!

Falando do esmalte em si, minha paixão por ele foi maior no frasquinho do que nas unhas. Eu não achei feio, não é isso. Achei ele super hiper sem graça. Fiquei pensando que se um dia me jogassem em uma lagoa congelada, minhas unhas ficariam assim por causa do frio, da cor do Tubinho. Meio mórbido isso, né? Ele não despertou em nada aquela emoção louca que senti com, por exemplo, o Garota da Capa (Avon). Tudo bem, tudo bem. Com o dourado da Avon tive uma crise aguda de “esmalticite”. Excesso de empolgação, é verdade. Às vezes acho que o fato de ter roído unha por muito tempo, de ter convivido com elas minúsculas por anos a fio, me deixa pouco animada quando elas quebram. Então sempre vejo um defeito ou outro quando as unhas estão mais curtas. Não fico tão empolgada em fazê-las, em mudar de cor ou experimentar tonalidades novas. Apenas espero que cresçam logo. É algo com que preciso aprender a lidar, afinal unhas pequenas também fazem parte.

No mais, nenhum contratempo desta vez. Tudo aconteceu como deveria, nenhum trabalho extra ou estresse. Fiz minhas unhas assistindo ao futebol, como na grande maioria das vezes (adoro futebol, é verdade!). E ainda ganhei – de novo – elogio de meu pai, embora tenha notado que o elogio foi mais pela astúcia em manusear meus equipamentos sentada no sofá com as pernas cruzadas, do que pela cor em si.

É isso, meninas, me contem o que acharam!

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Nas Unhas: Angélica (Risqué) + Love Story (Impala)

O verde fosco Rasteirinha, da Mohda, de fato não durou muito em minhas mãos. Não que ele tenha descascado ou coisa do tipo, nada disso. Eu que cansei mesmo dele, não consegui gostar do resultado nas unhas e decidi trocar a cor. Aliás, me diverti muito com o comentário da nossa querida leitora Viviane, no post do Rasteirinha, dizendo que parecia que eu tinha enfiado as unhas em um abacate. É Vivi, o verde está bem para abacate mesmo, você tem toda razão. E eu nem gosto de abacate! 🙂

Eu já estava querendo usar um transparente há muito tempo. Devo ter comentado em alguma oportunidade por aqui que era fanática por esmaltes transparentes e não conseguia pintar as unhas com outras cores. Depois de o vício esmaltístico se incrustar em mim, passei a testar tudo o que é cor e renegar os transparentes ao esquecimento. Na minha última – e praticamente única – comprinha, coloquei o velho de guerra Angélica (Risqué) na sacola. Um transparente que acho lindíssimo e de que eu sempre fui muito fã. Não consigo contabilizar a quantidade de vezes que já pintei as unhas com ele. Estava com saudades!

O Angélica é um transparente que tem um fundo coral. É bem natural, mas com uma tonalidade que se destaca nas unhas. Continuo muito fã dele. Aliás, ele marcou minha história de cuidados com as unhas, porque sempre que ela estava um pouco maiorzinha – eu roía as unhas demais – optava pelo Angélica entre os transparentes que estavam na cestinha da minha manicure. Nessa época eu nem sonhava que um dia aprenderia a fazer unhas. E meu amor por transparentes era tão visível, que a manicure trazia toda a sua coleção de transparentes – e só ela – quando vinha fazer minhas unhas em casa.

Sei que muita gente acha estes tipos de esmaltes sem graça. Eu acho muito elegantes. Em minha opinião, quando estamos com as unhas bonitas e bem cuidadas, os esmaltes transparentes deixam isso muito claro, porque não conseguem disfarçar as imperfeições. Adoro, e é isso. Mas apesar de todo amor, decidi inventar um pouco, cobrindo o Angélica com a cobertura flocada Love Story, da Impala. Já falei dela por aqui, quando escolhi o esmalte para usar no casamento da minha irmã (é só clicar aqui para ler).

Eu não queria mudar muito o contexto do transparente, por isso escolhi o Love Story, que é um flocado com brilhos alaranjados. Queria dar um ar diferente ao Angélica. Foi então que decidi passar duas camadas da cobertura flocada, para fazer sobressair os brilhos. Consegui exatamente o efeito que queria. Manter a cor clarinha, mas com o toque especial do flocado. Tudo bem que essa falta do que fazer no feriado junino ajudou muito a incrementar o Angélica. Sem muita opção na cidade, a gente sempre inventa, não é?

Agora vem a parte mais interessante disso tudo. Quando havia acabado de limpar o último dedinho, minha cunhada chega aqui em casa com uma vasilha de amendoim cozido, quentinho ainda. Gente, eu tentei, viu? Juro que tentei resistir aos amendoins, esperar secar as unhas e tal, mas fraquejei. No fundo, no fundo, sabia que as unhas não resistiriam ao quebrar de casquinhas, mas alimentei aquela ilusão de que, quem sabe, uma mágica protegeria as unhas e nada aconteceria com elas, enquanto devorava os petisquinhos.

Pois é, vocês já imaginam o que aconteceu. Não rolou a tal mágica, as unhas estavam ainda bem úmidas e eu destruí todo o meu trabalho artístico com cascas de amendoim. O primeiro deles já tirou o esmalte do dedão. Pensei, “tudo bem, eu pinto ele de novo”. Aí veio o segundo e arrancou parte do esmalte do dedo indicador, e assim foi o processo de destruição instantânea de todo o trabalho. Depois da vasilhinha já quase vazia, peguei minha acetona, meu algodão e tirei tudo. Ou seja, não durou nem uma noite sequer esta linda combinação.

Mas foi por uma boa causa, os amendoins estavam deliciosos e é São João, né gente? Plenamente justificável, como vocês podem ver. Pelo menos, deu tempo de tirar um monte de fotos das unhas antes de atacar a comidinha junina, e agora posso namorar minha combinação apaixonante pelo post, olhando as montagens. Nem tudo ficou perdido!!! Digam-me se gostaram, se valeu a pena todo o trabalho. E até a próxima!!!

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Nas Unhas: Rasteirinha (Mohda)

No post sobre o Rosa Pitanga (Risqué), já havia antecipado que o esmalte deste post seria um fosco. Pois é meninas, aqui está ele, o Rasteirinha, da Mohda, um verde limão fosco, bem diferente dos esmaltes que já apareceram por aqui. Vou dividir um segredo com vocês, quando comprei este esmalte, não prestei atenção no fato de ele ser fosco, embora a indicação esteja bem grande no frasco!

Falta de atenção mesmo. Mas até que gostei dele assim. Já comentei inúmeras vezes que alimentei uma paixão especial pelos esmaltes sem brilho. Tanto que passei alguns meses (há um tempo), em busca de uma cobertura mate. Acabei comprando a tal cobertura, da Ana Hickmann, embora não tenha mostrado nenhum esmalte com ela por cima aqui no blog – por enquanto, pelo menos.

Primeiro, preciso me desculpar pelas falhas nas unhas. As fotos intensificaram MUITO os probleminhas que tive na pintura. Juro que, pessoalmente, estão imperceptíveis as falhinhas que vocês estão vendo em praticamente um zoom de 32x nas fotos (exagerada!!!!). Como só uso photoshop para cortar as imagens, NUNCA para corrigir as falhas, você verão borradinhos e afins… Relevem!!! Pintei as unhas à noite! 🙂

De esmaltes foscos, lembro que já passaram por aqui o Pedra Granada e o Cigarrete, ambos da Risqué. Com o primeiro, a experiência foi bem tranquila, à exceção da inaptidão no manuseio dos instrumentos à época, já que foi o esmalte que inaugurou a minha fase manicure. Mas o segundo deu o maior trabalho para limpar, e já fiquei um pouco apreensiva enquanto pintava as unhas com o Rasteirinha.

No final, deu tudo certo, porque não tive problema algum com o verde da Mohda. Ponto para ele, que foi facinho de limpar e secou bem rápido. Ainda não sei se vai ser esse o esmalte do feriadão junino, porque é possível que eu canse da cor antes e decida mudá-la. Como passarei o feriadão de plantão na redação onde trabalho, terei longos dias para procurar o que fazer por aqui nas horas de folga. A cidade fica vazia, os amigos viajam, a família idem. Então, há uma grande possibilidade de mudar as unhas.

Agora é com vocês, meninos e meninas, o que acharam do verde limão fosco? Faz o estilo de vocês? Eu admito que não me apaixonei loucamente por ele e precisei de algumas longas horas para me acostumar. Mas já recebi elogios, e isso é bacana!

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Nas Unhas: Rosa Pitanga (Risqué)

Demorei de trocar de esmalte na última semana. Mas foi por um motivo muito nobre!! Fiquei tão apaixonada pelo Miucha (Ana Hickmann), que resisti até o último instante para trocar a cor. E ele durou bastante. Não lascou nem um pedacinho sequer e tampouco perdeu o brilho. Tirei pelo desgaste natural mesmo, quando a beirinha da unha começa a aparecer.

De unhas limpas, chegou o dia de atender as meninas que votaram na última enquete do blog e pediram para ver o Rosa Pitanga (Risqué) por aqui. Dentre as opções de tons de rosa, ele venceu a disputa com nove votos. Vinte pessoas participaram da nossa enquete.

O Rosa Pitanga é um tom de rosa forte, metálico. E lindo, realmente muito lindo. Ele tem a consistência bem leve, mas duas camadas são suficientes para cobrir a unha. Eu coloquei três camadas, porque estava pintando a unha à noite, com uma luz desfavorável, e não quis correr o risco de ter surpresas pela manhã.

Eu já havia visto o Rosa Pitanga em muitas mãos pela internet. Tinha curiosidade de vê-lo nas minhas. Mas o vício pelos esmaltes surgiu apenas há pouco tempo e a minha humilde coleção também é recente. Para vocês terem uma ideia, fui apenas duas vezes em lojas especializadas comprar esmaltes. E ele veio na segunda “sacolada”.

Experimentei várias fotos, com e sem flash, e em áreas diversas daqui de casa, para tentar captar a beleza do esmalte. Em alguns momentos, inclusive, com o tom de luz reduzido, a cor fica mais sóbria, o perolado fica mais discreto, mas os brilhos persistem. Ele é realmente um dos tons de rosa mais bonitos que eu já usei.

Já estou pensando no próximo, e deve vir um fosco por aí. Mas a cor, desta vez será uma surpresa. E então, meninas, o que acharam da cor? Beijos!

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Nas Unhas: Miucha (Ana Hickmann)

Estava ansiosa para pintar as unhas com o Miucha. Eu tenho o vidrinho há bastante tempo, mas nunca havia testado sua cor. Quando veio a ideia de fazer a enquete, pedindo a ajuda de vocês na escolha do esmalte, o Miucha foi o primeiro que catei na caixinha para oferecer como opção.

E, para minha alegria, o esmalte foi também o segundo mais votado da enquete, perdendo apenas para o Figo (Impala). Como a diferença de votos entre os dois foi super pequena, de apenas um, achei mais justo trazer as duas tonalidades ao blog, uma na sequência da outra, para satisfazer à curiosidade dos que votaram em um e no outro.

O Miucha é um esmalte perolado. O que pude perceber nas unhas é que ele tem um fundo marrom, mas o tom perolado é puxado para o vermelho, o que o deixa muito bonito e extremamente elegante. Em um ambiente mais escuro, é difícil perceber esta variação de tonalidade, mas quando exposto à luz, o esmalte ganha um charme todo especial.

Como queria mostrar esta variação de tonalidade, fiquei um pouco restrita na escolha das fotos. Acabou que todas estão com uma atmosfera bem parecida. Mas a ideia foi justamente tentar passar para vocês a real tonalidade do Miucha à luz do dia. Não é necessário flash para visualizar os brilhos. Na luz natural, eles já ressaltam.

Particularmente, gosto de esmaltes perolados. Acabam sendo um resquício da época em que era indispensável colocar um cintilante por cima da cor cremosa. A diferença é que o perolado tem um visual muito mais natural e mais leve. E o Miucha em especial é um perolado bem sensual. Como assim? O esmalte deixa as mãos lindíssimas, dão um up visível ao conjunto.

E então, meninas, gostaram do resultado? Beijos!

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Nas Unhas: Figo (Impala)

O esmalte de hoje foi o grande vencedor da nossa humilde enquete realizada no post anterior. Das 19 meninas que entraram na brincadeira e votaram na cor que queriam ver aqui no blog, seis optaram pelo Figo, da Impala, e aqui está ele! A tonalidade é um vinho belíssimo, super elegante, e bem a cara do inverno.

Antes de prosseguir falando sobre o Figo, lembram do laranjão Orange 056, da Mohda? No post sobre ele, falei que não acreditava que permaneceria com ele por muito tempo nas unhas.

E foi o que aconteceu, mas não tanto pela ânsia nervosa em tirá-lo, mas pelos imprevistos que fizeram o bichinho descascar muito antes da hora, já que ele seguia brilhando e irradiando raios laranjas para todos os olhos bravamente.

Contei no post que iria pedalar e por isso arrisquei o Orange, lembram? Chegando à casa de minha amiga Clarissa, descobrimos que a bike dela estava com o pneu furado. Entre uma e outra artemanha para resolver o problema, incluindo o ato de desparafusar o pneu de uma bicicleta para trocar com o da outra, lá se foi um pedacinho do laranjão.

Eu já não estava mesmo apaixonada pela cor berrante, e desde que o esmalte se tornou um vício, não consigo ficar com pedacinhos descascados, por menores que sejam. Uni o útil ao agradável e tasquei-lhe acetona nas unhas. Na dúvida do que pintar foi que veio a ideia de fazer a enquete – ideia que repetirei mais vezes, podem deixar!

Voltando ao Figo, ele é aquele esmalte que, se você precisar ficar linda de última hora e estiver com dúvida sobre o que colocar nas unhas para não errar, pode se jogar nele. Não tem a menor possibilidade de não ficar com as mãos lindíssimas, independente da ocasião e da cor de sua roupa. Ele cabe da festa de Halloween ao casamento dos sonhos.

A consistência do esmalte é bem ralinha. Depois da primeira camada, fiquei achando que precisaria pintar umas quatro vezes para deixar a cor homogênea. Decidi então caprichar mais em cada demão, pegando mais esmalte com o pincel, e na terceira pintura já estava do jeitinho que vocês estão vendo nas fotos.

O Figo entrou para a minha lista de esmaltes coringa. Não tenho a menor dúvida que será um dos primeiros vidrinhos a acabar. Ele é clássico, bonito. Diria até, estratégico. Daquelas cores importantes de ter na maleta, pois nunca sairá de moda. E uma notícia boa para quem votou no Miucha, da Ana Hickman (2º lugar na enquete, com apenas um voto a menos que o Figo), é que ele será o próximo a aparecer por aqui!!

Gostaram, meninas? Vou adorar ler a opinião de vocês!

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Nas Unhas: Orange 056 (Mohda)

Uma coisa que aprendi com minha experiência esmaltística anterior, em que usei uma combinação do Boho Chic (Impala) com três holográficos (Mohda), é que nunca, mas nunca mais na vida inteirinha utilizo tantas camadas de glitter nas unhas de uma só vez.

Sim, isso é praticamente uma promessa! Gente, deu tanto trabalho de limpar, que quase pego todos os glitters da minha coleção pessoal – e olhe que há uma quantidade considerável deles, para alguém que tem tão poucos frasquinhos – e faço uma doação.

Deveria ter contabilizado o tempo que gastei apenas para tirar a cor. Fora que fiquei com a mão todinha de brilhos, embora tenha lavado loucamente várias vezes e utilizado vários produtos. Se alguém tiver uma dica de como tirar os brilhinhos que ficam nas mãos com rapidez e eficiência, eu agradeço imensamente! Ufa!

Pois é, meninas, fica aí a dica: cuidado com os glitters, holográficos e afins. Nada de exagerar na dose se você não quiser perder consideráveis minutos removendo a coloração. Acabei de aprender a lição!

O esmalte de hoje não tem nada a ver comigo nem com o meu estilo. Só pintei mesmo para mostrar o resultado por aqui e pela curiosidade, já que eu nunca havia usado nada tão neon quando este laranja, o Orange 056, da Mohda.

Ele é “ultra mega power” laranja. Chama bastante atenção. Ele não passou despercebido por ninguém. É aquele tipo de cor que vai ficar super bonito se você estiver com um pretinho básico, por exemplo. Suas mãos vão se destacar!

O Orange 056 é a cara do verão. Fica lindo num belo dia de sol, para ir à praia, ou passear por aí. Aproveitei que ia pedalar no final de semana como desculpa ideal para estampar o laranja nas unhas.

Todo mundo comentou. Sem exceção! Não foram só elogios, alguns comentários apenas destacavam a extravagância da cor e o fato de euzinha estar desfilando um laranjão nas mãos. Algumas pessoas fizeram uma cara de surpresa tão grande que não consegui identificar se era uma crítica ou um elogio. 🙂

A consistência dele é boa, mas passei três camadas para uniformizar a cor. O esmalte é bem cremoso e a secagem foi tranquila. Admito que não penso em voltar a usá-lo tão cedo. Só se surgir alguma ocasião bem específica, ou quando o verão chegar.

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ENQUETE:
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UPDATE: Gente, encerrei a enquete sobre o próximo Nas Unhas nesta quarta-feira (8). Tivemos 19 votos. O vencedor foi o Figo (Impala), quarto esmalte da esquerda para a direita, na foto logo abaixo.

Em segundo lugar ficou o Miucha (Ana Hickman), com cinco votos (ele está logo depois do Figo na foto).

Quero agradecer a participação de vocês na brincadeira e aviso que muito em breve vocês verão Figo por aqui!!!

 

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Nas Unhas: Boho Chic (Impala) + Intensificador Holográfico (Mohda)

Esta edição do Nas Unhas teve uma participação especial: meu pai. Pois é, meninas, foi o paizão quem escolheu a tonalidade que iria colorir minhas unhas nos dias seguintes.

Eu confesso a vocês que estava doida para colocar um tom vinho ou marrom, mas acabei pegando cerca de cinco cores e pedindo a papis para escolher com o que pintar. Ele olhou, olhou, olhou e escolheu o Boho Chic, da Impala.

Dentre as opções que dei a ele, o Boho Chic era realmente o mais discreto. Tinha um laranjão neon, um marrom, um grafite e um vinho no meio.

E para quem estava assistindo à final da Liga dos Campeões, entre o Barça e o Manchester, realmente ele até que dedicou alguns segundinhos preciosos para decidir entre as opções que dei. E as unhas foram ficando prontas ao longo da partida – sim, meninas, eu amo futebol.

O Boho Chic é um cinza clarinho com umas partículas de brilho bem discretas em tom lilás. Elas são tão discretas, mas tão discretas, que não consegui captá-las nas fotos, que destacam muito mais o toque metálico do esmalte. No vidrinho, no entanto, a gente vê com bastante clareza as partículas. Mas ao final de todo o processo, os brilhinhos não chamam muita atenção nas unhas. Eles dão um toque especial e só aparecem sob certa luz.

A coleção da Impala a que pertence o Boho Chic, a Novo 70, me agradou bastante. Tenho percebido que as cores de esmaltes andam meio repetitivas e notei na Impala tons diferenciados. Gostei disso! Mas falando especialmente do Boho Chic, a cor não me agradou tanto assim. A que usei para o casamento de minha irmã, o Camelo misturado com os holográficos, me cativou mais. É bom ressalvar, no entanto, que ele não é ralinho e que duas demãos cobrem perfeitamente a unha.

Fiquei incomodada com a cor e decidi jogar um mega glitter por cima, o Intensificador Holográfico da Moha, que veio entre os vidrinhos comprados na internet juntamente com o Macaquinho, usado anteriormente. Bastou para o meu coração voltar a palpitar em ritmo acelerado. O glitter acendeu o Boho, deu vida ao esmalte. E pensar que eu não era nem um pouco fã dos brilhos, adorava os tons mate.

Agora é com vocês, meninas e meninos. Gostaram? (PS: E olha lá o Messi na TV!!!!! Distorcido, tudo bem, mas é ele!!!)

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UPDATE – 02/06/11
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Gente, estou voltando aqui para mostrar para vocês o “up” que dei no esmalte. Como não tive tempo para pintar as unhas, precisei dar um jeito de deixá-las em dias e, ao mesmo tempo, com uma tonalidade diferente que não me desse trabalho. Recorri mais uma vez ao santo glitter. Passei uma camada do holográfico Ametista e mais uma camada do holográfico Topázio, ambos do Mohda. Deu para enganar direitinho. Olhem o resultado:

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Nas Unhas: Camelo + Love Story + Paz e Amor

Finalmente chegou o dia de postar a cor que usei nas unhas para o casamento de minha irmã.

Ainda estava em dúvida sobre a tonalidade que iria escolher, quando recebemos a caixinha com a nova coleção da Impala, a “Novo 70”.

Eu já havia me encantado pelas cores ao ver fotos dos swatches nos diversos blogs de moda pela internet.

E ao saber que a assessoria da Impala também havia nos enviado os lançamentos, fiquei bastante animada com a possibilidade de já estrear algum deles no meu look.

E não deu outra, meninas. Quando abri a caixinha mágica, me veio logo uma ideia na cabeça: misturar as coberturas flocadas com algum daqueles tons cremosos. Foi o que decidi fazer ao final. Peguei o alaranjado Camelo, dei duas camadas nas unhas das mãos e dos pés, e em seguida cobri o esmalte com uma camada da cobertura flocada Love Story e mais uma camada da outra cobertura flocada, a Paz e Amor.

Sim, sou completamente suspeita para comentar o resultado, porque eu fiquei perdidamente apaixonada pela combinação. Os brilhinhos coloridos das duas coberturas flocadas deram todo um charme ao tom alaranjado usado como base. O casamento de minha irmã foi pela manhã, e sempre que batia uma luz nas mãos, o efeito ficava ainda mais lindo, já que as diversas cores do flocado se sobressaiam bastante como gotas brilhantes e cheias de cor. Para mim, não podia ter sido outra a escolha.

Fora que minhas mãos viraram assunto na festa. Elogios das meninas e dos meninos fizeram-me fazer mais questão ainda de exibi-las para lá e para cá. A composição fez um par perfeito com o visual que escolhi para a data tão especial: um vestido longo, com três tons de verde, em crepe georgete, sapatos e bolsas prateados (prometo que volto para postar o visual completo, mas é que as fotos estão na máquina de uma amiga). E o look foi completamente aprovado pela minha irmã querida, e agora minha afilhada de casamento!

Duas observações Duas observações que acho importante mencionar: a primeira é que demorou um pouco para secar. Estou tão acostumada com os esmaltes que têm secagem rápida, que estranheei um pouco. Mas acredito que seja o efeito dos dois flocados juntos, mais as duas camadas da base. Ou seja, muito esmalte! Outra observação é quanto ao ato de retirar o esmalte. Dá um trabalhinho, meninas, por causa também do flocado. Mas para mim super valeu a pena e por certo repetirei a combinação com outra base muito em breve.

Vou aproveitar que estou falando do casamento, para desejar tudo de maravilhoso a minha irmã e a meu cunhado. Que vocês sejam muito felizes e saibam guiar a vida a dois com muito amor, sabedoria e tolerância.

E então, meninas? O que acharam?

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Nas Unhas: Merengue (Impala)

Sou fã incondicional dos esmaltes vermelhos e derivados. É uma cor clássica, difícil de errar na escolha. E com a moda das unhas pintadas, a grande variação de tonalidades chega a impressionar.

O esmalte escolhido para o Nas Unhas é justamente um vermelho muito lindo, o Merengue, da Impala. É um tom bem aberto, que chama a atenção.

Ele me lembrou bastante o Maysa, da La Pogee, que passou por aqui há algum tempo. A diferença é que a consistência do Merengue é muito melhor. Duas camadas cobriram tranquilamente toda a unha. Até pensei em partir para a terceira demão, mas fiquei com peninha do gasto desnecessário e parei onde devia. Economia esmaltística!

Tenho pintado as unhas sempre à noite e durmo bastante curiosa para ver como a cor se mostrará a mim na claridade do dia. Aliás, posso dividir com vocês que minha relação com os esmaltes tem se tornado cada dia mais íntima. Escolho a cor por um motivo, penso qual o tom que vou colocar nas unhas. Muito legal isso!

E como falei em motivar minhas escolhas, o Merengue foi parar nas minhas por uma razão bem simples: queria um esmalte vermelho que fosse fácil de ser retirado, porque tenho o casamento de minha irmã muito em breve para ir e não queria sofrer tendo de retirar esmalte da unha para pintar novamente dentro de alguns dias. Apostei na durabilidade, baseada na experiência que tive com outro esmalte da marca, o Sereia.

Já sei, vão me chamar de louca! Sonhar com um esmalte fácil de ser retirado e pintar as unhas de vermelho pode parecer meio contraditório mesmo. Mas fui na “onda” de minha cunhada, que me garantiu que este vermelho não me causaria problemas. Foi a “deixa” para eu atacar de vermelho cor do amor.

Porque parece mesmo com a cor do amor. Quando olho para minhas unhas avermelhadas de Merengue, só consigo imaginar um grande coração pulsando bem forte e apaixonado. Tudo bem, eu confirmo que também parece um tomate cereja bem vermelho, ou um caqui, Mas eu prefiro compará-lo ao amor.

E então, meninas, gostaram?

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