Nas Unhas: 117 Sonho (Ellen Gold)

Lembram quando mostrei aqui o roxo/lilás 317 Linda (Ellen Gold) e disse que havia comprado um azul super lindo junto com ele? Pois é, meninas, apresento a vocês o 117 Sonho (Ellen Gold).

Quando vi este esmalte azul na bancada da loja, não pensei duas vezes. Eu tinha certeza de que devia levá-lo para casa. Mais que isso, eu tinha certeza – absoluta – de que ele ficaria lindo nas unhas.

Ele é um azul bem aberto, chama bastante atenção nas mãos, inclusive recebi vários elogios. Ele Tem uma pigmentação maravilhosa, sua consistência é ótima, usei duas camadas por precaução, mas uma demão já cobre bem.

Estou apaixonada pelos esmaltes da Ellen Gold, embora só tenho usado dois deles até agora. Em casa tenho mais um, vermelho perolado que, pelo menos no vidrinho, é de tirar o fôlego.  Breve ele aparece por aqui, prometo!

Outro ponto positivo dos esmaltes da Ellen Gold é a secagem. Eu pintei a unha à noite – como sempre -, era bem tarde já, e não demorei muito a pegar no sono. resisti por algum tempo, esperando ele secar um pouco, mas me entreguei aos braços de Morpheu antes do previsto. Acordei achando que estaria com as mãos borradas e já conformada com isso. Que nada, gente, ele estava sequinho!

Ah, meninas, uma observação importante. Por favor, desconsiderem o fato de a unha do dedo indicar estar maior do que todas as outras. A louca aqui lixou as unhas e esqueceu de fazer o mesmo com o indicador. Louca mesmo, eu sei. Fiquei entretida com outra coisa e só percebi a doideira depois de estar com as unhas pintadas! 🙂

No mais, achei ele super tranquilo de pintar e limpar. Na hora de limpar, manchei um pouco os dedos de azul, mas nada problemático. É só passar a acetona mesmo, que as “imagens abstradas” azuis desaparecem completamente.

É isso, meninas, me contem o que acharam do esmalte, se gostaram. E até o próximo “Nas Unhas”. Tem mais fotinhas aí embaixo para vocês se deliciarem com o 117 Sonho.

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Nas Unhas: Cashmere (Colorama)

Eu sou completamente apaixonada por cores nudes. Não tem jeito, embora tenha adotado os coloridos nas unhas, guardo no coração um apreço especial por estas tonalidades discretas e elegantes. Vez ou outra me deparo nas farmácias da vida com vidrinhos nestae tom e acabo sempre arrebatando mais um.

Com o Cashmere foi assim. Fui comprar um remédio para mainha e enquanto aguardava a atendente buscá-lo para mim, visualizei a torre de esmaltes no balcão. Rodei pra lá e pra cá, e dentro todas as cores disponíveis, foi o Cashmere que fez bater mais forte meu coração. Levei-o para casa!

Ele tem uma tonalidade bem bacana, com uns brilhos sutis, levemente perolado. Fica super elegante, dá uma levantada mesmo na beleza das mãos, deixando-as delicadas.

A consistência do esmalte é ótima, usei três camadas para ter uma cobertura homogênea. Se a intenção for dar apenas um leve toque transparente, duas camadas leves são suficientes. Ele vai ficar no estilo do Lolita (Impala).

Quando o assunto é nude, o Cashmere ganhou um lugar ao lado do Hong Kong (Ana Hickmann) na minha listinha de preferidos. É isso, meninas, tem mais fotinhas abaixo e me digam o que acharam.

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Nas Unhas: Bata Rosa (Impala)

O Bata Rosa integra a coleção Novo 70 da Impala. É um rosa perolado muito bonito. Quando olhei o vidrinho, achei que ele dava uns traços com o Rosa Pitanga (Risqué), e realmente eles têm uma proposta bem parecida: rosa perolado.

À erquerda, o Rosa Pitanga. À direita, o Bata Rosa. Clique para ampliar

Mas eles não são iguais, porque o Rosa Pitanga é um rosa mais pink.

Não era a minha intenção pintar com ele esta semana. Estou com uma cor azul lindíssima que quero experimentar, da coleção Ellen Gold – mesma marca do 317 Linda -, mas como minha unha voltou a quebrar, decidi aguardar um pouco mais. Estou com uma unha em cada mão com um tamanho um pouco menor, e as cores mais chamativas e exóticas destacam isso.

Peguei o Bata Rosa por acaso na minha caixinha de esmaltes. Nenhum motivo em especial, apenas queria um esmalte mais tradicional, que não chamasse tanta atenção para as unhas quebradas, como costuma acontecer com os azuis, verdes, amarelos e afins.

A consistência dele é maravilhosa. Muito fácil de pintar a unha e de limpar também. Quem quer começar a pintar as unhas, pode começar com ele, pela facilidade de manipulação. O brilho dele é muito lindo, faz a diferença.

É isso, meninas. O que acharam? Vejam mais fotos abaixo e me deem a opinião de vocês.

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Nas Unhas: 317 Linda (Ellen Gold)

O 317 Linda passou na frente de todos os esmaltes que tenho aqui em casa e mal comprei o frasquinho, ele já veio parar no blog. A historinha dele é a seguinte: conversando com uma amiga sobre o reparador de pontas em spray que eu uso, o Reparex (já falei dele aqui), ela se interessou em comprar o produto para experimentar.

Como sempre passo em frente à loja que vende o reparador, me ofereci para comprar pra ela, já que era mais fácil pra mim. Meus problemas começaram justamente ao entrar nesta loja de cosméticos no Itaigara. 🙂

Por sorte ou azar, para chegar à estante do reparador de pontas, passo pela dos esmaltes. E lá, se exibindo para mim, estavam vários vidrinhos rechonchudos da Ellen Gold. Eu não conhecia a marca, meninas, é verdade. Mas adorei as cores e peguei logo três: este lilás, um azul e um vermelho perolado. A dúvida foi qual esmalte escolher para o primeiro Nas Unhas com Ellen Gold. O sortudo foi o 317 Linda.

E lindo ele é mesmo. É um roxo bem aberto, super chamativo. O que mais gostei nele foi a consistência, porque ele é um cremoso incorpado. Achei que ele ficaria super bem com uma camada única, mas não resisti à segunda demão e me joguei nela. Tudo por precaução, né? Melhor pecar pelo excesso, já diz o ditado! Adorei o resultado nas mãos.

Pena que minhas unhas estão menores, duas delas quebraram nos últimos dias e tive de cortar. Mas tudo bem, faz parte! A embalagem diz que a secagem é rápida, e é mesmo, ponto para ele. E outra coisa bacana foi que pintei as unhas em plena ventania aqui em casa, e não apareceu nehuma bolhinha sequer!!! Fiquei achando que essa teria sido a razão das bolhinhas que surgiram com o Ballet (Avon), e fui testar. O 317 Linda ignorou completamente o vento e se comportou com uma “lady”.

Da família do roxo/lilás, já passaram por aqui o Deck 017 (Mohda) e o Ti Ti Ti Marta (Hits). Todos têm tonalidades bem diferentes, sendo o Ti Ti Ti Marta (Hits) mais voltado para o lavanda, bem clarinho e em tom pastel, e o Deck 017 (Mohda) seria um intermediário entre ele e o 317 Linda. Dos três, este da Ellen Gold é o mais forte, com a cor mais aberta mesmo. E aí, meninas, gostaram? Vejam mais fotinhas abaixo e me contem o que acharam dele!

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Nas Unhas: Amanhecer (Colorama)

O Nas Unhas desta semana é de um esmalte que usei há algum tempo, mas que não coloquei no blog, por ter esquecido completamente que tinha feito fotos na época. Aliás, eu nem lembrava onde tinha colocado as fotos.

Até que o marido de minha irmã foi formatar o computador daqui de casa e me avisou para fazer o backup dos meus arquivos. Comecei a vasculhar as pastas que estavam amontoadas na área de trabalho, abrindo todas elas para saber se havia algum arquivo meu, acabei me “esbarrando” com as fotos do Amanhecer. Lembrei exatamente de quando pintei as unhas com ele e de todas as circunstâncias.  Decidi então trazê-lo para cá.

Ele é um esmalte antigo, um rosinha bebê muito fofo e discreto. Acho ele lindo, é um dos tons de rosa que mais me agradam, clarinho, discreto e bonito. Não tive problemas com relação à durabilidade dele. Ultimamente, inclusive, tenho percebido que os esmaltes estão durando mais. Antes, no máximo, ficavam três, quatro dias. Hoje, se deixar, passo a semana inteirinha com apenas uma cor nas mãos, com raras exceções.

O Amanhecer, no entanto, é um esmalte um pouco mais ralo que os cremosos normais, porque ele tem um fundo mais transparente. Eu passei três camadas nas unhas, mas o ideal seria passar a quarta demão. Se for usar de novo o esmalte, com certeza serão quatro pinturas. Se vocês bem observarem, em algumas fotos ainda aparece – mesmo que discretamente – a parte esbranquiçada da unha.

Também não tive problemas para pintar ou para limpar. Adoro quando isso acontece, porque não consigo fazer as unhas com perfeição ainda, então, se o esmalte ajuda, é uma glória. Sem mais delongas, meninas, é isso aí. Mais fotinhas abaixo:

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Nas Unhas: Graphite (Mohda)

A intenção era aparecer aqui no blog com um vermelho fechado, puxado para o vinho. Mas um acidente de percurso acabou mudando meus planos involuntariamente. Já estava com uma das mãos pintadas, pronta para tirar as fotos para o blogquando fiz uma “barbeiragem” e borrei.

Acontece que já estava anoitecendo, e obras na rede de energia elétrica havia deixado meu bairro sem luz e sem previsão de retorno do fornecimento do serviço. Fiquei com medo de anoitecer antes de terminar as unhas e acabei optando por tirar tudo e deixar para pintar depois. No dia seguinte, mudei de ideia com relação à cor e peguei o Graphite na minha caixinha.

Ele é um cinza escuro, cor grafite mesmo, com um fundo azul petróleo. Ele é bonito, mas não entrou para a lista dos meus preferidos. É tranquilo de pintar e de limpar, e a secagem é rápida. É uma das qualidades dos esmaltes da Mohda. Todos que usei até hoje tiveram nota máxima no quesito secagem rápida. Já falei que costumo pintar as unhas à noite, e esta característica é fundamental para mim.

O Graphite não é parecido com nenhum esmalte que eu já tenha usado na vida. Então, quem tiver alguma dica de cores que se aproximem, que sejam parecidas, fiquem à vontade para dividir com a gente. Na minha caixinha, ele é o único nesta tonalidade.

E então, meninas, o que acharam da cor? Abaixo tem mais algumas montagens de fotos, para dar uma dimensão melhor de como fica a cor em diversas possibilidades.

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Nas Unhas: Babado Forte (Avon)

Depois do azul marinho perolado lindíssimo Hippie Rua, fiquei na dúvida sobre um vermelho ou um verde. Talvez pela minha veia mais clássica, acabei olhando o vermelho Babado Forte na caixinha e agarrando-o com toda a força. E, meninas, não era ele a opção de vermelho que tinha imaginado para esta semana.

Mas esmalte é isso, não é? Você pensa na cor antecipadamente, acha que está tudo resolvido, até que ao abrir a caixinha de vidrinhos uma outra tonalidade de repente solta aos nossos olhos, e a ideia inicial vai por água abaixo. Decididamente, isso tudo faz parte.

O Babado Forte da Avon tem um tom vermelho de tomate. Aquele tomate bem madurinho. Por aqui já passaram dois vermelhos, o Maysa (La Pogee) e o Merengue (Impala). O tom dos dois é um pouquinho mais aberto que o Babado Forte, mas os três seguem a mesma “tendência” de vermelho.

Uma observação importante a se fazer é sobre a qualidade dos esmaltes da Avon. Fico muito feliz em como a marca percebeu que precisava dar um “up” na fórmula e se empenhou nisso. Hoje em dia a Avon é uma das marcas de que mais gosto, porque tem uma cobertura muito boa e uma durabilidade excelente.

E é muito bacana perceber que isso não é apenas uma impressão minha. Como muitas de vocês já devem saber, já que comentei aqui no blog, sou consultora da Avon. Esta semana uma colega de trabalho me procurou justamente para pedir esmaltes, e a alegação dela era a mesma, que a duração dos da Avon nas unhas e a qualidade tinham evoluído.

A propósito, queria ouvir a opinião de vocês sobre isso. Caso conheçam ou tenham usado esmaltes da Avon, usem a caixinha de comentários para dividir as experiências de vocês. O legal de blog é isso, trocar ideias e saber a opinião de várias pessoas sobre o mesmo produto. Fiquem à vontade para contar o que acham.

Alguns esmaltes da Avon já passaram por aqui e vou deixar o link deles, para quem estiver a fim de ler minhas impressões. São eles o Garota da Capa, o Abusada, o Bikini e o Flor do Campo + Amore Mio.

Voltando ao Babado Forte, ele é um esmalte cremoso. Passei três camadas nas unhas. A cobertura é ótima, ficou tudo bem homogêneo. A consistência também está aprovada, e é muito fácil limpar os dedos depois de todo o processo. A sujeirinha sai super rápido, sem qualquer transtorno.

E então, meninas, o que acharam?

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Nas Unhas: Boca de Sino (Impala)

Passei dias além da conta com o Tomara que Caia (Mohda). Só consegui render-me e tirá-lo, quando o primeiro pedacinho lascou. E demorou, demorou bastante, até que isso acontecesse. Passei cinco dias com ele nas unhas, sem qualquer transtorno, com direito a elogios diários de quem ainda não tinha visto a cor em minhas mãos. Foi um daqueles esmaltes que não me deu ansiedade em tirar logo, pelo contrário, queria era que ele durasse o máximo de tempo possível. Lindo, mesmo.

E decidi substituir uma tonalidade linda por outra. Não foi difícil a escolha, optei pelo Boca de Sino, integrante da coleção Novo 70, da Impala, uma das linhas que mais me agradou dentre os últimos lançamentos das marcas. Ele é um marrom perolado, com microbrilhos de fundo rosado. Os brilhinhos criam um efeito super especial e são perceptíveis à luz natural. Basta olhar as unhas de perto que dá para notar o toque perolado rosado.

Uma qualidade dos esmaltes perolados é que eles transformam uma cor comum e até monótona em algo chique e elegante. No caso do Boca de Sino, o tom café dele, bastante normal, ganha reflexos rosados, ficando muito mais atrativo.

A consistência é bem cremosa. Passei três camadas para não correr o risco de encontrar falhas depois. A cobertura é muito boa. E também é tranquilo limpar os excessos. Está aí algo que me deixa bem contente ao fazer as unhas: a facilidade em limpar. Fico chateada, quando a qualidade ou textura do esmalte não ajuda neste processo.  Espero também que ele dure bastante, pois estou em uma semana corrida e não terei tempo para trocar de cor, já que os horários livres serão restritos. Aliás, este foi um dos motivos que ajudou a escolher esta cor. Já tive boas impressões com a durabilidade dos vidrinhos da coleção Novo 70, e fiz mais uma aposta, com a esperança de que o Boca de Sino não me surpreenda negativamente no quesito resistência.

Fazia bastante tempo que não coloria as unhas com um tom café. O mais perto que cheguei disso – e ao mesmo tempo distante, porque o tom perolado é bem diferente – foi com o Miucha (Ana Hickmann). Mas vocês verão ao clicar no link que uma cor não tem absolutamente nada a ver com a outra. Completamente diferentes, e ambos lindos, mas “cada um em seu quadrado”.

E antes que me perguntem, minha preferência entre os dois fica mesmo com o Miucha. É um dos esmaltes mais bonitos que já usei nas unhas e dos mais diferentes também. Hoje em dia tudo é muito parecido, e não tenho nada que chegue nem perto do Miucha. E se vocês sabem de alguma cor semelhante ao Miucha, me contem! Vocês já sabem que sou novata em tudo isso e não conheço um mundo infinito de cores.

No mais, é isso meninas. Fiz mais algumas montagens de fotos, que seguem logo abaixo, para mostrar os ângulos diversos e as tonalidades que consegui captar com luzes variadas e sobre cores também variadas. Me contem o que acharam, se gostaram ou não gostaram, e aproveitem para ver um pouquinho mais do Boca de Sino!!

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Nas Unhas: Tomara que caia 023 (Mohda)

Depois de algumas “aventuras” com esmaltes que não me agradaram, peguei minha caixinha com a intenção de acertar. Quando olhei o Tomara que caia, já sabia que não havia a menor chance de me decepcionar com ele, ou de a cor me surpreender negativamente e não funcionar. Ele muito me lembrou o Forró (Ana Hickmann), que já até passou por aqui.

Comparando as duas cores, elas realmente se parecem. Ambos possuem uma tonalidade coral, com um brilho bem natural. E não é só nisso que eles se assemelham. A consistência do Tomara que caia é bem cremosa, assim como ocorre com o Forró. Para limpar é super fácil com ambos, nada de manchas exageradas ou cor grudando que nem cola Super Bonder na pele. Gostoso de passar, simples de limpar, lindo nas unhas… Melhor, impossível!

Esses tons corais moram no meu coração e não pagam aluguel. Eu gosto tanto daqueles puxados para o laranja, quanto dos que possuem um fundo mais rosado. A cor é bonita, tem cadeira cativa em qualquer estação, seja verão ouo inverno. Em minha opinião, é daquelas tonalidades consideradas “coringas” nos casos de dúvidas sobre o que usar (por falar em coringas, lembram do Figo – Impala? É outro coringa, para as horas de interrogação).

Vocês já devem ter percebido que me empolgo quando gosto de um esmalte! Uns me deixam elétrica, como aconteceu com o Garota da Capa (Avon), outros conquistam o meu amor de forma mais sutil, como este e o irmão gêmeo Forró. Deve ser coisa de quem roeu unha por muito tempo e descobre o que é ter unhas pintadas. 

E, gente, nada como um esmalte bonito e charmoso, depois de duas decepções seguidas, com o Tubinho (Risqué) e com a combinação Filó + Sonho (Impala). Ah, acabei de lembrar que incluí o Tomara que caia na enquete do esmalte rosa que deveria usar, em que o vencedor foi o Rosa Pitanga (Risqué). O esmalte da Mohda não fez feio na votação à época, ele ficou em segundo lugar, com três votos a menos que o ganhador.

Uma das coisas mais produtivas da empolgação com as unhas é que acaba rendendo um monte de foto. Fico tão admirada com a cor que começo a fazer imagens diversas sobre várias cores diferentes, para mostrar o máximo de variações da cor possível. Eu gosto, porque dá uma noção maior, com luzes diferentes. Vocês gostam, meninas, quando trago esse exagero de fotos também?

Está aí algo que nunca perguntei, mas é até importante saber, não é? Se vocês preferem assim ou se acreditam que uma quantidade menor de imagens é melhor. Fica aí o espaço aberto à opinião de vocês. Eu particularmente adoro o processo de buscar ambientes e texturas em casa para fotografar as unhas. 🙂

Antes, fazia tanta foto que ficava perdida na hora de escolher quais usar nas montagens. Hoje em dia já sou mais prudente com isso, até para reduzir o trabalho de seleção de imagens e agilizar a produção dos textos. Nesta correria louca do dia a dia, não dá para desperdiçarmos qualquer minutinho que seja. Bem, meninas, por hoje é só! Abaixo seguem mais algumas montagens que fiz. Gostaram?  

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Nas Unhas: Filó (Impala) + Sonho (Impala)

Perdoem-me tomar algum espaço deste post para falar sobre as estrelinhas que usei quando pintei as unhas com o Deck 017 (Mohda). Acabei passando batida no post do Tubinho (Risqué), mas acho bacana retomar, comentando minhas impressões. Apesar de ter ficado bem bonitinha a unha decorada, as estrelinhas não sobreviveram à primeira noite.

Fiz tudo como manda o figurino. Coloquei um pouco de esmalte para prendê-las nas unhas e, em seguida, passei base por cima de toda a unha. Fiz todo o procedimento cedo, ainda durante o dia, tempo suficiente de as unhas secarem e o adereço ficar bem preso, para não correr o risco de soltar. Mas o cuidado não adiantou muita coisa. Na primeira dormida, as três estrelinhas soltaram da unha. É possível que haja uma técnica melhor de aplicação, que eu tenha feito alguma bobagem. Se vocês conhecem uma forma diferente de aplicar, deixem recado aí, para que eu possa experimentar, afinal ainda tenho bastante estrelinhas por aqui.

Feitas as devidas observações, vamos ao que interessa, à dupla da Impala, Filó + Sonho. Comprei estes esmaltes na véspera de pintar as unhas. Estava no Itaigara, onde faço fisioterapia, e não resisti a entrar em uma das tantas lojas de cosméticos que estão instaladas por lá. Queria um esmalte branco, ou que pelo menos fosse bem próximo disso. Não sei por que cargas dágua decidi comprar um esmalte branco, já que nunca gostei e nem acho que combina comigo, que tenho a pele clara.

Quando vi esses dois esmaltes, achei que a junção deles seria exatamente o que eu estava buscando. Mas nas unhas, só fiz confirmar que de fato não gosto de esmaltes nesta tonalidade. O Filó é péssimo de pintar, não é tão cremoso como deveria, deixa várias falhas até conseguirmos conseguir uma cor homogênea nas unhas. Desaprovação total!

Já o Sonho, eu gostei bastante, porque cria um tom perolado na cor. Vou experimentá-lo sobre outros esmaltes, e com certeza mostrarei ele por aqui novamente. A combinação, no entanto, me deu um trabalho terrível para limpar. Nem preciso descrever, porque vocês podem ver nas fotos como tive dificuldade. Ao final de todo o trabalho, minhas mãos ficaram assim, com falhas à mostra!

É verdade que depois de ver as unhas pintadas, fiquei me perguntando porque estava tão determinada a adquirir uma cor assim de esmalte, já sabendo que não gostaria. Vai entender, né? E tinha tanta cor bonita por lá. Impliquei mesmo nessa Filó. Vai ver que estava lá mofando na prateleira, órfá de amor e carinho, e meu lado maternal se sensibilizou involuntariamente. É a única explicação.

Também não ficou de todo horroroso, não é? Tirando a parte do mal pintado, dá para montar um look bacana com estas unhas e sair por aí sem parecer uma doida surtada. Mas é fato que não pretendo usar o Filó mais nunca na vida, vai entrar na minha vasilha de doações. Minha afilhada vai adorar ter mais uma cor para fazer desenhos decorados nas unhas dela.

Algum comentário, meninas?

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