Dieta: como sobrevivi ao fim de ano, viagens, festas e afins

trilha dieta | foto: conversa de meninaOi, meu povo! Olha e de volta com os posts sobre a dieta!!!! Continuo firme e forte, viu??? E vocês, estão no foco também? Vamos lá, hein? Eu resolvi escrever esse post depois de muitas perguntas sobre como sobrevivi às festas de fim de ano, às viagens que postei e afins… Demorei, mas aqui estou pra contar a vocês minha experiência com alguns meses longe das consultas com minha nutri, entre festas de fim de ano, viagens, demandas pessoais e afins.

Passei uns quatro meses sem ir na consulta com minha nutri, entre dezembro e abril. Não foi nada premeditado, foi uma série de fatores, aquela bola de neve que às vezes toma conta da vida da gente. Viajei no final de ano, passei quase um mês fora de Salvador, depois viajei de novo no Carnaval, aí tive um problema de saúde na família que demandou muito tempo… Ou seja, precisei sumir.

E como administrar a dieta em todo esse período? Foi tenso. Complicado. Mas quem disse que seria fácil, não é? Pois bem. O que aconteceu foi que passei o final de ano em um local com uma estrutura muito precária para quem tem uma alimentação mais controlada. Sabem o que aconteceu? É inacreditável, mas é real!

Os comerciantes locais não se prepararam para a demanda de gente que estaria por lá no período, daí que as frutas e verduras acabaram nos mercados. Isso mesmo. Para adquirir frutas e verduras, era preciso se dirigir à cidade vizinha. Tudo bem, não fosse o fato de meu carro ter dado problema na bateria e eu ter ficado sem poder me locomover até meu cunhado conseguir um kit pra fazer a famosa “chupeta” e levar meu carro para fazer a troca da bateria.

Imprevistos acontecem. Nem sempre conseguimos manter a rotina como deveríamos ou queríamos. Tive de improvisar, substituindo alimentos por outros que estavam na dieta em outros horários. Não fugi da dieta, mas não consegui seguir meu planejamento alimentar como deveria. De volta a Salvador, um novo imprevisto. A viagem que eu sempre quis fazer, para o vale do Pati, caiu no meu colo. Meu amigo é guia de turismo na Chapada e me convidou para me juntar a um grupo que faria o percurso durante o Carnaval. Ocorre que o convite veio praticamente às vésperas da viagem, não tive tempo de organizar nadica de nada em relação à alimentação. No dia seguinte estava embarcando para fazer uma das trilhas mais maravilhosas de minha vida.

dieta trilha | foto: conversa de meninaComo não tive tempo de me planejar dentro do contexto dessa viagem, tive de aceitar  que já havia sido combinado em relação à alimentação. Ficaríamos acampados, usaríamos cozinha coletiva e estávamos em grupo. E eu havia caído de paraquedas. A galera já havia feito as compras, não tinha ninguém com um estilo de alimentação como o meu. Resultado, tive de embarcar na alimentação da galera.

O que isso significa? Comi arroz, macarrão, fritura, pão, tudo o que já não fazia parte de minha rotina dieta trilha | foto: conversa de meninaalimentar. Cheguei inclusive a passar mão em um dia de trilha, em decorrência da alimentação.  Depois que você adota hábitos alimentares mais saudáveis, voltar a comer alimentos nocivos trazem consequências ruins. No meu caso, vômito e diarreia! Foi horrível!

Mas eu não podia deixar de aproveitar essa oportunidade. Era uma viagem que há muito tempo eu estava sonhando em fazer (falarei dela em um post específico). Aceitei as dificuldades e decidi enfrentá-las. Por sorte, como a atividade física era intensa e constante, acabei fazendo uma compensação entre a ingestão e o gasto calóricos. nessa viagem, foram sete dias fora de foco, comendo mal e o que aparecia.

Quando conversei com Camila Avelar (minha nutri) sobre o que havia acontecido, ela me deu várias dicas de como fazer a programação alimentar nesses casos. E numa próxima viagem, certamente farei várias coisas diferentes. Mas não me arrependo, foi tudo maravilhoso e faria de novo sem culpa!

Por fim, de volta a Salvador, me deparei com um problema de saúde familiar, envolvendo idas e dormidas em hospital, outra coisa que te tira completamente da rotina alimentar. Fora que mexe demais com o nosso emocional, e a comida vira a última coisa com o que você se preocupa. Não que eu comi todas as besteiras do universo, não. Não fugi da dieta, o que eu não consegui cumprir foram os horários e os alimentos certos nos horários certos. Tudo virou uma grande bagunça, com horários muito loucos.

dieta trilha | foto: conversa de meninaResumindo, foram quatro meses muito loucos, tentando administrar lazer, contratempo e preocupações. E tentando manter um mínimo possível de rotina alimentar nessa bagunça toda. Mas até que não me saí muito mal, porque apesar disso tudo, ao retornar à consulta com Camila, estava com um peso um pouco menor. Não foi uma redução significativa, perdi apenas 200g. Mas para quem passou por tudo isso, ainda conseguir perder um pouco de peso foi uma vitória e tanto. E de tudo a gente sempre tira um grande aprendizado. No meu caso, entendi que é importante tentar manter a organização da rotina alimentar o máximo possível, para evitar passar mal, como aconteceu comigo. E aprendi também que imprevistos acontecem, que situações adversas acontecem, mas que não podemos desanimar nem desistir. Que siga o fluxo!

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Acompanhe minha dieta

>>A primeira consulta com a nutricionista
>>Dieta 2: atendimento e primeira semana
>>Dieta: como foi o meu primeiro mês
>>Dieta: Meu primeiro mês – Resultados
>>Dieta: antes e depois – dois meses
>>Dieta: mudanças em minha rotina – parte 1
>>Dieta em foco: resultado dos novos exame
>>Dieta: antes e depois – três meses

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nutricionista camila avelar | foto: conversa de meninaContatos de Camila Avelar

Sou acompanhada pela nutricionista Camila Avelar. Como muita gente sempre pede os contatos dela, estou sempre deixando esse parágrafo padrão com os contatos no final de cada post que falo de minha dieta, pra facilitar.

Ela atende na Rua Ewerton Visgo, n° 290, Edf. Boulevard Side Empresarial, sala 806, Caminho das Árvores (o prédio fica naquela rua atrás do Shopping Sumaré, ao lado da agência da Caixa Econômica Federal).O telefone de contato é o (71) 3483-4636 | 99227-9007 (whatsapp).

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Krav maga: meu primeiro exame de faixa

exame de faixa krav maga | foto: conversa de meninaQuem me acompanha por aqui sabe que eu pratico krav maga na Academia Haganá há alguns meses, inclusive já escrevi posts sobre isso (tem os links no meio desse texto). E pela primeira vez na vida passei por um exame de faixa. Quem faz luta que possui níveis de graduação sabe do que estou falando. Dá um misto de ansiedade e de expectativa. Cheguei ao local cedo.

Fiquei observando os colegas que também fariam exame, uns treinavam comigo, outros eram de outras academias. Imagino que havia cerca de cem pessoas ali. Engraçado como cada um reage diferente… Alguns batiam papo tranquilamente, outros demonstravam um pouco de nervosismo, havia ainda aqueles que preferiam revisar os golpes. Eu estava no grupo dos que batiam papo tranquilamente (mas que no fundo guardava um pouco de ansiedade).

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Leia também:
>>Krav Maga: como a arte da defesa pessoal pode mudar a sua vida
>>Krav Maga para mulheres
>>Meu primeiro contato com o Krav Maga
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exame de faixa krav maga | foto: conversa de meninaExiste toda uma ritualística no exame de faixa. É fechado para o público externo, ali ficamos diante apenas dos instrutores e do mestre Kobi, que trouxe o krav maga para a América Latina (leia sobre a história do krav maga). Como meu nome começa com a letra A, fiquei na primeira fila. Para ser mais precisa, fui a terceira. Mas quando coloquei o pé no tatame, me veio uma onda intensa de serenidade. Eu tinha consciência de que havia treinado exaustivamente nos últimos meses. E de que havia treinado sob a supervisão de sem dúvida alguma um dos melhores instrutores do País, Roque Jorge, um exemplo de força, disciplina e determinação. Ou seja, não tinha como dar errado! Se tem um ditado que é certo nessa vida é que todo esforço traz sua recompensa. Se você quer alguma coisa, batalhe. Só não vence quem desiste. Persistir é o segredo.

O exame de faixa

A parte física foi puxada, mas foi de boa para mim. Afinal, eu treino muito. Estou bem, condicionamento físico em dia. Deu pra suar bastante, exige muito. Mas eu estava pronta para aquele exame, tanto física quanto psicologicamente. Na hora da parte técnica, tentei me manter concentrada, lembrar das orientações de Roque durante os treinos e realizar os movimentos dando o máximo de mim naquele momento. Não olhei o que os colegas estavam fazendo. Estava confiante. Meu instrutor é o cara. Depois do exame, vieram aquelas sensações maravilhosas de orgulho e de privilégio de tê-lo como mestre. Roque treina seus alunos para serem os melhores dentro de suas possibilidades, para superarem suas limitações. Ele nos treina para nos deixar seguros, é aquele cara que não desiste do aluno. Ele corrige, insiste, repete… isso até que a gente dê o máximo. E isso traz uma autoconfiança muito boa. Traz determinação.

exame de faixa krav maga | foto: conversa de meninaQuando eu terminei o exame, antes mesmo de ter recebido o resultado, eu sabia que tinha ido bem. Eu tinha certeza de que tinha ido bem. Não era só a percepção de que eu iria passar e conquistar a faixa amarela. Era uma aura de que eu tinha dado o meu melhor. E isso para mim era o suficiente. Logo depois que decidi entrar no krav maga, tive uma lesão séria no ombro esquerdo, que acabou me afastando das atividades físicas por muitos meses. Quando voltei ao tatame, tive de começar do zero e aceitei o desafio de encarar logo o primeiro exame de faixa que apareceu. Esse resultado pra mim é motivo de muito orgulho. Superei uma lesão, voltei aos treinos, encarei o exame de faixa… E agora é um novo desafio, treinar mais forte ainda.

A cerimônia de entrega de faixa do krav maga

entrega de faixa krav maga | foto: conversa de meninaEsse é o nosso momento. Depois de deixarmos nossos instrutores orgulhosos do trabalho que fizeram no dia do exame, a cerimônia da entrega de faixas é aquele momento em que a gente simplesmente relaxa e aproveita. Em que nos sentimos orgulhosos de nós mesmos, em que bate aquela realização de termos feito um bom trabalho. Ali temos a certeza de que estamos evoluindo, de que subimos mais um degrau na escada dos desafios que nos propomos a encarar. Ali estamos nós, nossos instrutores, os parceiros de treinos, todos numa vibe tão gostosa e numa sintonia tão massa, que nem dá para explicar.

Graduação no krav maga

Para mim, a graduação é o momento em que você decide que quer realmente levar aquela prática para a sua vida. Decidir passar pela graduação é uma decisão que vai além de mudar de cor de faixa. É uma decisão de continuidade, é o momento em que você resolve abraçar aquela arte, se dedicar a ela. É quando você escolhe progredir, avançar, desenvolver, melhorar. Toda rotina de treino é dura e intensa. E quando eu me proponho a fazer alguma coisa, quem me conhece já sabe, eu quero fazer o melhor. Eu me cobro, eu exijo de mim, eu me dedico. Com essa vida louca que a gente leva hoje em dia, nem sempre é possível manter 100% da rotina em dia, mas dentro do que é viável, eu exijo 100% de mim.

exame de faixa krav maga | foto: conversa de menina

E no krav maga não tem sido diferente. Tenho feito o meu melhor, dentro do que é possível. Então, que venham os novos aprendizados e treinos. Que venham os novos degraus, porque eu quero subir todos!

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13 Reasons Why: um olhar pessoal sobre a série

Assisti a 13 Reasons Why em uma sentada. Um episódio atrás do outro, até completar os treze. Eu não tinha Netflix, minha amiga e parceira aqui no blog compartilhou seu acesso comigo, e essa foi a primeira série a que eu assisti. Ouvi coisas aleatórias sobre 13 Reasons Why, muitos comentários divergentes. Me interessou o fato de a série movimentar tanto as redes sociais, de perceber um certo burburinho em torno dela, sempre rodeado de uma dose de polêmica. Muita gente defendendo e tantas outras criticando. Foi essa a razão que me fez optar por começar minha experiência na Netflix com 13 Reasons Why. E que me fez começar a escrever esse texto exatamente no momento em que terminei de assistir o último episódio.

13 reasons why

Sem pretensão

Não tenho a intenção aqui de escrever uma resenha ou um texto com fundamentos críticos a respeito da série. O que pretendo é compartilhar o meu olhar pessoal, despido de qualquer conhecimento técnico sobre análise fílmica. O meu objetivo é dividir angústias, questionamentos, suposições. Quero mesmo é bater um papo, conversar, falar do que me veio à mente. Para quem não assistiu à série, 13 Reasons Why fala sobre o suicídio. Uma estudante corta os próprios pulsos, mas antes disso grava treze fitas cassete em que explica os motivos que a levaram a cometer o suicídio. Nas fitas, ela aponta as pessoas que teriam influenciado diretamente essa decisão de tirar a própria vida. Na série, vamos acompanhando justamente o desenrolar dessas fitas.

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Escancarando

Essa é a primeira vez que vejo um produto televisivo tratar de uma maneira tão direta e aberta sobre o suicídio. A série é adaptada de um livro homônimo lançado em 2007. E o que me fez ter vontade de escrever esse texto é um ponto bem crucial de tudo o que envolve o ser humano. As relações interpessoais não têm a ver apenas com o que cada um fala ou faz. Têm muito a ver também com a forma como o outro recebe e digere aquilo que a gente fala ou faz. Cada pessoa processa atitudes e palavras de uma forma bem particular, porque isso mexe com a história de vida de cada um, com experiências passadas, com o lado interior de cada indivíduo. Mexe com nossa forma de ver o mundo.

Existem atitudes e atitudes. Existem aquelas que são de antemão socialmente ou moralmente inaceitáveis e há aquelas que, mesmo reprováveis, poderão ser compreensíveis a depender de quem julga a tal atitude. Mas é indiscutível o fato de que o que está dentro de nós e como nos sentimos com as atitudes dos outros muitas vezes é um grande mistério. As pessoas são diferentes. Algumas conseguem lidar com situações adversas com tranquilidade e força. Outras simplesmente não conseguem lidar. E não existe a forma certa ou errada de ser. As pessoas são diferentes, apenas isso. Ponto.

13 reasons why

Mais altruísmo

O que nós precisamos, na verdade, é olhar menos para nossos próprios umbigos e ser mais sensíveis com o outro. O que nós precisamos é nos colocar no lugar do outro antes de agir. É difícil conseguir capturar claramente o que se passa dentro de uma pessoa. Mas se a gente tem cuidado com nossas atitudes e palavras, já é meio caminho para evitar dores alheias desnecessárias. É importante olhar mais para o outro, tentar percebê-lo, respeitar suas limitações. Precisamos nos tornar menos egocêntricos, menos individualistas. Entender que pessoas diferentes possuem necessidades, personalidades e gostos diferentes. Que nem tudo o que nos faz bem faz bem ao outro. Não é o fato de sermos seres racionais que nos torna seres humanos. Precisamos disso, mais humanidade.

13 reasons why

13 reasons why fala mais que suicídio

Não se trata só de suicídio. A série fala também de depressão, de bullying, de homossexualidade, de violência sexual, de racismo. E tudo isso enquadrado numa época em que ainda estamos em formação intelectualmente, numa época delicada que é a adolescência, quando estamos cheios de dúvidas, quando fazemos milhões de questionamentos e tentamos ser aceitos por alguma turma. A adolescência é uma fase complicada por si só. E é uma fase em que convivemos a maior parte do tempo com pessoas que estão passando pelos mesmos dilemas e dúvidas que a gente. Que ainda não possuem maturidade suficiente para avaliar certas situações sem orientação.

Conscientização

Por isso que a educação e a conscientização são fundamentais. Por isso que é importante conversar sobre essas questões, debatê-las incansavelmente. Questões polêmicas precisam estar na pauta do dia diariamente. No noticiário, nas escolas, nas universidades, nos ambientes de trabalho. Porque não há como cobrar autoeducação nem autoconscientização de pessoas que sequer sabem o que é isso por pura imaturidade. Adultos bem resolvidos e sensíveis ao outro nascem de adolescentes bem orientados e educados.

13 reasons why

Eu não tenho a intenção aqui de dizer se 13 Reasons Why é uma série boa ou ruim. O que posso dizer é: assista e tire suas próprias conclusões. E tente ir além do que uma crítica cinematográfica é capaz de alcançar, ultrapasse a barreira dos critérios técnicos e da mera opinião. Simplesmente sinta a série. Coloque um olhar mais humano sobre o que acontece ali, sobre o que está sendo discutido, sobre o mecanismo das relações interpessoais. A gente não consegue caminhar só o tempo inteiro. Em diversos momentos da vida, precisamos de uma mão, um braço, um ombro, um apoio.Vamos então cuidar desse outro, olhar pra ele com cuidado, amor, carinho e atenção. Cuidando do outro a gente estará cuidando da gente. E vice-versa.

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Relacionamento ou parceria? O que você está vivendo?

relacionamento Ter um relacionamento não é o mesmo que ter uma parceria. São duas coisas bem diferentes. Você até pode ter um relacionamento e uma parceria simultaneamente, mas tem muita gente aí ostentando relacionamento sem viver uma parceria de fato. Há quem prefira estar com alguém para dar uma resposta à sociedade, para dizer por aí que está comprometido, sem se preocupar com o que aquela relação representa em sua vida, se existe uma troca, se está feliz. Há quem aceite ficar com alguém só para não ficar só, porque não aprendeu a amar a própria companhia, porque não aprendeu que a pior solidão é estar com alguém de corpo, mas não estar de alma.

Sobre a solteirice

Existe toda uma teoria a respeito da solteirice. A sociedade julga, as pessoas julgam? É como se estar solteiro fosse um carimbo de qualquer coisa muito ruim. Ou ninguém te quer, ou você deve ser muito difícil de lidar, vira um coitado ou coitada. Mas ninguém pensa que você pode estar solteiro por opção, simplesmente porque não encontrou alguém que mereça você. Não encontrou alguém com quem valha a pena dividir uma vida e criar uma parceria.

Isso quando você mesmo não é seu próprio inquisidor. Porque, sim, são muitas as pessoas que acham que precisam ter alguém de qualquer jeito, que querem ter alguém, não importa que alguém seja esse. Acabam se submetendo a relações nocivas (já falamos sobre relações nocivas aqui), aceitando conviver diariamente com a dor, o sofrimento e a infelicidade só para não ficarem solteiros. Vendendo para a sociedade a imagem de uma relação saudável, quando por dentro você está adoecendo. estampando risos falsos, contando aos amigos e familiares versões de histórias a dois que na realidade você não vive. Triste isso.

Melhor liberdade

A melhor liberdade que você pode cultivar é a liberdade emocional! Não depender de ninguém para ser feliz, não entregar a responsabilidade por sua felicidade a outras mãos. Entender que você é um ser completo e não uma metade atrás de outra metade. Que você está em busca de outro ser completo, para que as suas completudes conjuguem juntas os verbos amar, somar, compartilhar, compreender, respeitar, valorizar, ceder e tantos outros verbos tão importantes na vida a dois.

Não é qualquer relacionamento que te cabe, que é seu número. Aceite isso que dói menos. E se não te cabe, doe! Se liberte, se dê a oportunidade de reorganizar sua casa interior para receber um novo integrante. Se permita ter a possibilidade de conhecer outro alguém, de tentar de novo. De tentar quantas vezes forem necessárias até que encontre uma pessoa que caiba direitinho na sua vida, na sua rotina, no seu jeito de viver e de ver o mundo. Não aceite menos do que isso. Não aceite uma relação sem parceria. Não vista o que não cabe em você. Você não merece.

Relacionamento ou parceria?

Ninguém nasceu pra ser infeliz. E permitir que sua infelicidade seja causada por alguma coisa sobre a qual você tem o poder de escolha e decisão é burrice. E a gente sempre sabe se aquela relação está nos fazendo bem ou mal! No fundinho da alma e do coração, a gente consegue fazer uma avaliação mais realista sobre a relação que estamos construindo a dois. E mais do que ninguém, a gente é quem mais sabe se está feliz ou infeliz dentro daquele relacionamento.

Relacionamento qualquer casal tem. Mas parceria, meus queridos, aí  já é outra história. Porque a parceria pressupõe doação, cessão, dá trabalho. Porque um parceiro pensa em sua felicidade também, não apenas na dele. Um parceiro valoriza as suas necessidades, não apenas as dele. Relação parceira é aquela em que o diálogo prevalece pelo bem da relação. Ela acontece quando vocês têm o entendimento de que se relacionar não é fácil e exige dedicação. Parceria precisa de entrega. Se você tem um parceiro, ele entende suas limitações, entende sua TPM, se esforça para abafar seus medos, para evitar novas dores.

relacionamento Um relacionamento com parceria não é perfeito. Nenhum relacionamento vai ser. Mas quando existe parceria, quando existe amor, vocês se esforçam para fazer a relação dar certo diariamente. Você aprende a conviver com os defeitos (porque as qualidades são ainda maiores), você aprende a lidar com as falhas (porque os acertos são mais frequentes e constantes), você aprende a lidar com o outro (porque o outro te faz bem, te faz feliz), vocês amadurecem juntos, crescem juntos, lutam juntos em prol da relação.

Avalie. Ainda dá tempo

Se você hoje tem um relacionamento, avalie. Pare nesse exato momento e se pergunte se você tem ao seu lado um parceiro. Se a resposta for sim, abra um sorriso e agradeça. Se a resposta for não, não precisa abaixar a cabeça. Sorria também, por ter identificado isso nesse momento e por ter aberto uma janelinha em sua vida para dar uma velha e gostosa escapada. Se você não tem um parceiro e acabou de descobrir isso, respire fundo, assuma o controle de sua vida, se liberte e vá ser feliz. Nunca é tarde para recomeçar, especialmente se sua felicidade está em jogo. Não se conforme com um relacionamento. Não se acomode. Se não for parceiro, não vale a pena se relacionar.

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Adote um estilo de vida mais saudável

Desde que comecei esse novo ciclo de vida, em busca de uma vida mais saudável, que penso em escrever este post, reunindo algumas dicas para quem quer começar a mudar os hábitos alimentares, não sabe por onde começar e, pela razão que seja, não pode arcar neste momento com o acompanhamento de um nutricionista. Depois de muito maturar a ideia, reuni algumas informações e orientações iniciais para quem quer começar uma mudança.

De antemão, acho importante esclarecer que a intenção deste post não é passar a fórmula mágica da transformação, nem sugerir um cardápio inicial, por dois simples motivos. O primeiro, porque para mudar a alimentação, precisamos ter muita vontade, foco e disciplina, depende de cada um. Não é algo fácil. E, segundo, só quem tem capacidade e competência técnica para indicar um plano alimentar é o nutricionista, baseado nos resultados dos exames, da avaliação e nas necessidades específicas de cada paciente.

Esclarecidos estes pontos importantes, vamos adiante. A partir de agora, enumerarei algumas dicas  que podem ser implementadas na alimentação diária, agregando benefícios e qualidade nutricional a sua vida.

1.Aumente a ingestão de líquidos!

Sim, é muito importante beber bastante água, pelo menos dois litros por dia. Isso porque além de hidratar o organismo, este líquido incolor e sem sabor é fundamental para diluir as toxinas, eliminando-as do nosso corpo. A água também contribui para a queima de gordura. A baixa ingestão de água reduz o metabolismo, pois algumas reações enzimáticas só ocorrem na presença da água.

vida saudável

2.Notou suas unhas fracas e quebradiças?

Unhas fracas têm tudo a ver com alimentação! Este normalmente é um indicativo de falta de nutrientes. Uma ótima alternativa para unhas mais saudáveis e fortes é incluir na alimentação fontes de zinco (frutos do mar, carne vermelha, cereais), ferro (carne vermelha, folhosos verde escuro), silício (frutas, oleaginosas, aveia), vitamina A (frutas e vegetais amarelo alaranjados) e vitaminas do complexo B (frutas, verduras, folhosos verde escuro e grãos integrais).

3.Cuidado com a barrinha de cereal!

Nem toda barrinha de cereal é saudável! Isso mesmo! Algumas possuem ingredientes que devem ser evitados, se estamos em busca de saúde. Na hora de comprar, evite aquelas que possuem em sua composição xarope de glicose, frutose, açúcar, corantes, aromatizantes, poliois, mesmo que esteja estampado na embalagem os dizerem “redução de calorias” ou “light”.

barrinha cereal

4.Seu problema é a retenção de líquidos?

Há alguns alimentos que são super aliados no combate à retenção hídrica: melão, água de coco, salsão, abacaxi e folhosos verde-escuros. Para saber quais destes alimentos são mais indicados à sua dieta, é preciso consultar o nutricionista. Ele vai avaliar seu caso pessoal e indicar com propriedade quais alimentos e quantidades você deve consumir.

5.Kani não é um alimento saudável!

Pois é, o kani possui muitos ingredientes nocivos à saúde, como açúcar, aromatizantes, corantes, glutamato monossódico, estabilizantes e até glúten. Esse produtinho nada mais é que um embutido feito com carne de peixe processada. Não é porque é feito com carne de peixe que é saudável.

kani

6.Reduza o consumo de industrializados!

Alimentos industrializados normalmente possuem um alto teor de sódio, gorduras, carboidratos, colesterol e açúcares, aditivos químicos (corantes, aromatizantes, conservantes, estabilizantes, acidulantes), que são ingredientes nocivos. A praticidade de basear a alimentação em produtos prontos ou semiprontos pode trazer uma série de prejuízos à saúde. Opte sempre por uma alimentação mais natural.

7.Aprenda a ler os rótulos e seja saudável!

Quando você for consumir industrializados, leia os rótulos. Eles são verdadeiros aliados, nos orientando a respeito da composição dos produtos. A ordem dos ingredientes é colocada nos rótulos pela quantidade de sua presença naquele alimento. Ou seja, os ingredientes que aparecem primeiro são os que estão em maior quantidade no produto. Fique atento também à informação nutricional, pois ela é calculada para a ingestão de uma porção do alimento. Muitas vezes a embalagem do produto é de, por exemplo, 150g, mas a informação nutricional é para o consumo de 25g. Importante prestar atenção nesses detalhes.

rótulo

8.Você está mastigando os alimentos direito?

A mastigação adequada é fundamental, pois ela dá início ao processo de digestão do alimento, que tem relação com a sensação de saciedade. Cada porção deve ser mastigada entre 20 e 30 vezes antes de engolir. Dedique um pouco mais de tempo para realizar suas refeições com calma e tranquilidade.

9.Opte por alimentos orgânicos!

São alimentos muito mais saudáveis, porque são livres de agrotóxicos, hormônios e aditivos químicos. Além disso, os alimentos orgânicos ajudam na preservação do meio ambiente, pois evitam a contaminação do solo e da vegetação. E para completar, você ainda vai contribuir com o avanço e desenvolvimento dos pequenos produtores que investem neste tipo de cultivo.

10.Mexa o corpo!

Escolha uma atividade física para praticar com regularidade. Vai ajudar bastante para manter a saúde em dia. Ache um tempinho para dedicar a você! E se a rotina está muito corrida, e você não consegue achar um tempo para se matricular em uma academia, por exemplo, faça caminhadas, troque o elevador pelas escadas, ligue o som em casa e dance! Além de queimar calorias, a atividade física ajuda a diminuir o estresse do dia a dia!

mexa o corpoE aí, meus amores, gostaram das dicas? Mudar hábitos é um processo gradual, que exige dedicação e paciência. E exige também boa vontade para se permitir experimentar novos sabores, consumir alimentos diferentes do que estamos acostumados e variar o cardápio. Tudo para garantir a ingestão de todos os nutrientes que o nosso corpo precisa para funcionar bem! E para quem estiver em busca de mais dicas sobre adoção de hábitos saudáveis, recomendo seguir o instagram de minha nutricionista, Camila Avelar. Lá tem até receitas saudáveis e práticas, para dar o pontapé inicial e em uma nova rotina de vida. O insta dela é o @nutricionistacamilaavelar.

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Nas Unhas: Sonequinha (Novo Toque)

Não posso ver um esmalte em promoção! 🙂 🙂 🙂 Pois estava em uma lojinha e lá tinha uma cesta enorme com esmaltes da Novo Toque a R$ 1,50 ou algo assim, não lembro ao certo. Comprei uns três, e um deles foi esse Sonequinha. Ele é muito lindinho, vermelho com um fundo rosa intenso. Uma cor muito coringa, serve pra qualquer ocasião e estação. O sonequinha combina com qualquer cor de roupa, make ou estilo. Gosto muito de cores assim, que salvam o dia quando a gente não sabe que cor usar. A durabilidade é ótima, também é super fácil de esmaltar a unha e de limpar. Me contem o que acharam.

Nas Unhas: Sonequinha (Novo Toque) | foto: conversa de menina

Nas Unhas: Sonequinha (Novo Toque) | foto: conversa de menina

 

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Primer facial da Impala

Primer facial Impala | foto: conversa de meninaNão é nenhuma novidade que a Impala lançou um primer facial. E eu também não adquiri ele recentemente, pelo contrário, ganhei em um press kit há bastante tempo. Mas acabei esquecendo dele na maletinha de makes, até que um belo dia me deu aquela vontade de testar. E hoje vim contar pra vocês.

A embalagem é bem bonitinha e tem um bico dosador que funciona super bem. O que a marca promete é acabamento aveludado e redução dos poros e linhas de expressão, além de auxiliar na fixação da maquiagem.

Realmente, o primer da Impala tem um efeito aveludado maravilhoso. A pele fica uma delícia, sabe? Bem gostosinha de pegar. Minha pele é um pouco oleosa, e não senti que o problema piorou com o uso do primer. E pela consistência dele, imagino que seja bem bacana para quem tem pele seca também. Ele espalha bem e rende bastante. Um pump dá para usar em toda a face.

Primer facial Impala | foto: conversa de meninaO que achei do primer

Eu gostei bastante desse primer da Impala, porque ele facilita bastante a aplicação da base. E não deixou minha pele mais oleosa com o passar do tempo (mas também não segurou a oleosidade). Outra coisa, ele disfarça um pouquinho a aparência dos poros. Na imagem não ficou muito nítido, mas dá para perceber que ele dá uma aliviada. Não faz milagres, mas dá uma melhorada no aspecto dos poros. É algo discreto, mas sempre faz diferença. Nas linhas de expressão, no entanto, não senti diferença.

primer impala | foto: conversa de meninaO primer facial da Impala custa cerca de R$ 30, e dá pra encontrar facilmente pela internet. A embalagem possui 30ml, mas dura bastante. O produtinho não tem nível de protetor solar, então é importante usar um de sua preferência.

E então, meninas, já usaram? Me contem a opinião de vocês. E se vocês têm um primer queridinho, me contem nos comentários.

Beijocas!

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Relações nocivas: liberte-se do que não te faz bem

Todo mundo deve concordar que precisamos nos afastar das pessoas que não nos fazem bem. Acho que é unânime. Numa conversa informal, tenho quase que absoluta certeza de que as pessoas se posicionariam nesse sentido. Engraçado que na teoria é mais fácil, né? Falar sobre isso, aconselhar alguém, julgar, tudo é muito mais simples do que viver a situação em si e tentar pensar de forma “fria” sobre ela. Aliás, às vezes, o difícil mesmo é simplesmente se afastar de fato da pessoa que não nos faz bem. Eu diria que algumas relações nocivas exercem um poder sobre as pessoas tão grande, que sair delas é como escalar um abismo.

relações nocivas Existem algumas relações nocivas das quais sequer conseguimos nos libertar. E podemos exemplificar com uma relação profissional. Nesses casos é complicado chutar o pau da barraca. Nesses casos, somos obrigados a conviver e até a manter uma aproximação que sequer gostaríamos que existisse. Certa vez, li um texto falando dessas relações que nos fazem mal, e o autor orientava a, toda vez que aquela pessoa chegasse perto da gente, que a gente concentrasse todas as nossas energias em pensamentos positivos, em coisas boas, para barrar a energia negativa que estava vindo do outro lado. Tenho adotado isso e funciona bem!

relações nocivasO problema maior é quando nós podemos nos afastar daquela pessoa que nos faz mal, mas não conseguimos. Parece loucura, mas isso é vida real. Sim, nem sempre conseguimos nos livrar de relações nocivas, e sabe-se lá por que cargas d´água. Não consigo visualizar uma razão única que consiga explicar a dificuldade de se livrar destas relações. Claro, é óbvio que ninguém entra em um relacionamento para ser infeliz. Mas ficar preso a algo que nos faz mal pode sinalizar uma série de questões, que vão desde a baixa autoestima, até a insegurança, passando pela dependência emocional, pelo medo, pela falta de amor próprio. Isso só para exemplificar.

Fato é que no fundo, no fundo, as pessoas conseguem reconhecer uma relação que não é saudável. Elas não conseguem é se libertar. E o que fazer? Pois é. Se você não consegue resolver essa questão sozinha, pode pedir ajuda profissional. Ir a um psicólogo é uma opção. Dar início a uma terapia, tentar entender o que acontece com você e a razão de não conseguir sair de uma relação que não está te fazendo bem. Eu já fiz terapia, por cerca de um ano, e foi maravilhoso.Me ajudou muito a evoluir e compreender algumas situações por que passei, a forma que agi, enfim.

O que eu não gosto em relação à terapia é quando ela cria uma dependência, sabem? Quando a pessoa acaba se tornando dependente da terapia e não mais consegue solucionar seus dilemas pessoais sem ajuda, mesmo os mais simples. Acho que em algum momento a gente precisa encontrar nosso caminho e seguir. Voltar a enfrentar os problemas com a cara e a coragem. E só retomar uma terapia, se por acaso surgir uma nova situação que não conseguimos resolver sem ajuda.

relações nocivasClaro que nesse post eu não me refiro a relações baseadas em agressões e violência física. Nesses casos, o buraco é bem mais embaixo. Estou me referindo apenas às relações que não nos fazem bem, que nos fazem sofrer, que nos causam infelicidade, dor e tristeza, apesar de também ter lá seus momentos de felicidade e alegrias.

E, sim, relações assim existem e não são raras. Para quem nunca viveu algo do gênero chega a ser difícil conseguir compreender. Mas relações nocivas existem em abundância e podem minar a autoestima, destruir a vida de alguém. E se você conhece alguém que esteja passando por isso, que tal dar aquela forcinha, incentivando a pessoa a buscar ajuda e se libertar?

Comportamentos que indicam relações nocivas

Acenda o alerta se algum desses fatos estão acontecendo com você, você pode estar sendo vítima de uma relação nociva. Lembrando que são só alguns exemplos do que pode acontecer.

1.Ele faz comentários ofensivos em público, conta a familiares e amigos situações que te deixam constrangida, cria apelidos humilhantes ou que te causam desconforto.

2.Vive comparando você aos relacionamentos anteriores dele, sempre te colocando numa situação de inferioridade, criticando seus comportamentos e criando padrões que são impossíveis de ser alcançados.

3.Justifica tudo o que faz contigo em relacionamentos ou fatos vividos no passado. Não consegue dissociar o que viveu do que está vivendo e te faz de alvo para suas histerias, estresses e gritos.

4.Você vive tensa, angustiada, tem poucos momentos de felicidade ao lado dele.

5.Ele te xinga e te ofende. Além disso, te faz críticas desmedidas, tentando te diminuir ou te rebaixar.

6.Acumula os motivos das discussões e sempre traz tudo à tona em cada nova briguinha.

7.A energia dele é pesada e negativa. Quando ele se aproxima, você tem uma sensação ruim ou fica de alguma forma incomodada.

8.Você não consegue ser você mesma na relação e precisa ficar pensando o tempo inteiro como deveria agir para ele não se chatear.

9.A relação é baseada em crises exacerbadas de ciúmes e cobranças exageradas.

10.Você não está mais feliz dentro da relação.

Liberte-se e seja feliz

liberdadeEstamos nesse mundo pra ser feliz. E se não for pra fazer a gente feliz, não vale a pena permanecer em uma relação. Aprenda a se amar, a amar sua companhia, a se livrar de dependências emocionais. Você não precisa estar envolvida em uma relação apenas para dar uma resposta à sociedade sobre seu estado civil.

Aliás, você não precisa estar com alguém. Só esteja com alguém se for pra sorrir, se for pra ter prazer, pra dividir momentos alegres, pra criar uma parceria. Permaneça com alguém apenas se esse alguém consegue te transformar numa pessoa melhor, se consegue arrancar um riso fácil do seu rosto, se faz seu coração pulsar mais forte. Se for pra chorar pelos cantos e viver dias de angústia e dor, liberte-se. Se dê a chance de voltar a ser feliz de novo. A responsabilidade pela sua felicidade é só sua, retome ela pra você e vá ser feliz. Você merece!

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Desafio beach cross: eu consegui vencer

beach cross 2017Sou movida por desafios. E falo tanto essa frase, que já virou clichê em minha vida. Mas é um clichê que eu sigo praticando. E hoje, meu assunto por aqui é mais um desafio vencido: a corrida beach cross 2017. Foram 5,5km de corrida na areia, no Jardim de Alah. Vocês me veem nas redes sociais, postando fotos de treino na praia e devem se perguntar por que cargas d´água essa prova seria um desafio para mim, que treino todo sábado na areia.

Pois bem, eu simplesmente não tenho fôlego! Tenho um desvio no septo que me atrapalha muito e me faz cansar demais em pouco tempo. Especialmente na areia. Por isso, todo o meu treino tinha um objetivo: chegar até o Aeroclube e voltar. Minha meta era apenas cumprir metade do percurso. Mas eu terminei! Sim, eu consegui!

Quem tem desvio no septo sabe do que estou falando. Chega uma hora em que o ar que entra pelo nariz já não é bastante, e a gente passa a respirar pela boca muito rapidamente. Respirando pela boca, parte do oxigênio é desviada no meio do caminho e não chega ao pulmão. Resultado: o fôlego se perde, a gente cansa muito mais rápido. É péssimo para quem quer evoluir na atividade física. Por isso, participar de uma prova de beach cross há algum tempo atrás era impensável para mim.

Mas daí que me bato com um instrutor maravilhoso, que conhece minhas limitações, mas me desafia o tempo inteiro, e que, mais importante que tudo, acredita em mim mais do que eu! O nome dele? Igor Alisson. A prova foi no domingo. No sábado tivemos treino, ele conversou muito sobre a prova de domingo.

No treino da véspera

Éramos um grupo. De todos os que treinam com ele aos sábados, umas oito pessoas, incluindo eu, decidiram encarar o desafio de fazer a prova. Eu era a única que não tinha o objetivo de completar os 5,5km. Mas na véspera, após ele passar todas as instruções necessárias para que realizássemos a prova, eu cheguei perto dele e perguntei sobre minha prova. Ele olhou pra mim e me disse: “Sua meta pessoal é até o Aeroclube, mas você está pronta para completar essa prova. Se você quiser, você consegue. Faça no seu ritmo, esqueça quem está a seu lado, quem está a sua frente, nem olhe para trás. Você está pronta para completar”. Quando cheguei domingo para a prova, já tinha internalizado a ideia de fazer a prova até o Aeroclube.

beach cross 2017Chegou a hora da largada do beach cross 2017. Coloquei o som no ouvido e parti. Quando dei o primeiro passo, pensei nas palavras de Igor na véspera. Não olhar para o lado, esquecer quem estava à minha frente ou atrás, fazer a minha prova, no meu ritmo. Me concentrei na música no ouvido e não olhei para a frente. Fiz a prova olhando para o chão o tempo inteiro, olhando cada passo que eu dava, concentrada na respiração e na música, no ritmo que eu achava que dava pra fazer, mais lenta que todos os meus amigos de treino, no meu ritmo.

Em um determinado momento, senti cansaço, as pernas pesaram, eu não sabia em que lugar exatamente estava, porque só olhava para o chão. Me deu vontade de parar de correr, de andar um pouco, mas só ouvia a voz de Igor me dizendo “você está preparada para completar. Você consegue”.

Decidi seguir e decidi olhar para a frente, queria saber se o Aeroclube já estava chegando. Foi quando me dei conta que já havia passado do Aeroclube há tempos. Eu já estava completando a primeira metade da prova. Agora era voltar. Já tinha batido minha meta, o que viesse dali pra frente era lucro. Peguei um copo com água no posto de hidratação e, sem parar de correr, joguei metade no pescoço, bebi uns goles e segui. Em vários momentos, me deu vontade de desistir. beach cross 2017Eu estava cansada, a respiração ofegante, as pernas estavam pesadas.

Mas sempre que me dava vontade de parar de correr e terminar a prova de beach cross andando eu lembrava que havia treinado para realizar aquilo ali e meu instrutor, que me acompanhou durante todo o processo, me disse que eu conseguia. Então, na minha cabeça, além da música que tocava no celular, só passava uma frase: eu consigo!

Os últimos 600m do beach cross

Foram sofridos, eu estava exausta, o sol incomodava, eu estava desidratando rápido, a água tinha acabado. Olhei para a frente de novo, ainda tinha um longo caminho, mas avistei Igor. Ele vinha em minha direção, com uma garrafa de água na mão. Quando chegou perto de mim, ele me disse “não pare, está terminando”. Eu estava esgotada. Bebi um pouco de água, tirei a camisa que estava encharcada de suor, entreguei a ele. E segui correndo. Os passos mais lentos, mas correndo.

Foram os 600m mais longos de minha vida. Até que acabou! Eu cheguei lá. Terminei a prova. Fiz 5,5km de corrida na areia. E não andei, corri todo o percurso. Foi desgastante, exaustivo, mas consegui. E fiquei tão feliz que vocês não imaginam. Foi uma realização. Comecei esse post dizendo que sou movida por desafios. E cada um que  supero, me deixa ainda mais empolgada para enfrentar o próximo.

beach crossPor que consegui terminar?

Mas eu só consegui terminar a prova por causa de Igor. Consegui terminar, porque tenho um treinador que acredita no meu potencial, que exige de mim aquilo que eu posso dar. Um treinador dedicado, minucioso, exigente. Um treinador observador e motivador. Que incentiva, que acredita, que usa as palavras certas nas horas certas. Que trabalha seu corpo e sua cabeça. Que faz uma releitura de nossas limitações e utiliza elas a nosso favor. Que entende e respeita as necessidades de nosso corpo. Ele sempre me diz que eu consigo evoluir porque eu sou disciplinada, porque eu sigo as orientações.

Sim eu sou disciplinada nos treinos e sigo as orientações, porque eu acredito e confio no profissional que me treina. Todo treino é uma parceria. O seu treinador e você precisam estar conectados com um objetivo. É uma relação de troca. E se ele for bom, os resultados vão aparecer. E o meu treinador é bom! Bom, não, ele é excepcional.

No final das contas, o que eu posso dizer é que independente do desafio a que você se propõe, o seu psicológico precisa trabalhar a seu favor. Além de trabalhar seu corpo, trabalhe sua mente. Ela vai ser determinante. Quanto a mim, que venham os próximos desafios. Sempre estarei pronta pra eles. E se eu não estiver pronta, vou ficar. Porque eu consigo, você consegue. A gente só precisa querer!

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Ventosaterapia caseira: como faço e benefícios

O nome ventosaterapia ganhou os holofotes recentemente, quando o nadador Michael Phelps apareceu nas Olimpíadas do Rio de Janeiro com marcas redondas e arroxeadas pelo corpo. A técnica, no entanto, é bastante antiga na cultura oriental e muito utilizada para reduzir sintoma de dores, relaxar a musculatura, diminuir o estresse e até desintoxicar o organismo. São várias as finalidades da ventosaterapia. Eu já faço o tratamento há muitos anos, mas há pouco tempo decidi adquirir o meu próprio kit, para ficar independente e poder usar quando sentir necessidade.

Como funciona a ventosaterapia?

Copos redondos de vidro ou acrílico são aplicados no corpo, fazendo o efeito de uma ventosa, sugando a pele e parte do músculo. O resultado é a abertura dos poros e a melhora da circulação sanguínea e linfática. Alguns atletas fazem uso da técnica no pós-treino, por uma razão simples: o ácido lático dentro do músculo é o que provoca aquela dor muscular do pós-treino. A ventosaterapia promove o aumento do fluxo sanguíneo naquela região, permitindo a eliminação mais rápida do ácido lático.

Normalmente, a parte interna do copo é aquecida com fogo, para consumir o oxigênio ali alojado, facilitando a sucção e a sua aderência ao corpo. Hoje em dia, há aparelhos que já facilitam a retirada do ar de dentro dos copos, permitindo que a ventosaterapia seja aplicada mesmo sem o fogo. É o caso do kit que eu tenho, que possui um aparelhinho que suga o ar, criando o vácuo necessário para promover a sucção. O meu kit é de acrílico, bem prático e fácil de aplicar. Hoje em dia a gente encontra os kits com mais facilidade, na internet acha em vários sites.

ventosaterapia | foto: conversa de menina

Ação e sensação com a ventosaterapia

Eu não sinto dor, apenas um incômodo. Conheço pessoas que se queixam de dor, que acham que a terapia dói. Para mim não chega a ser uma dor, vai depender da sensibilidade de cada um. É importante manter a musculatura parada no momento em que as ventosas estiverem agindo. Se a pessoa se movimentar, pode acabar sentindo dores, inclusive depois de retirados os copos. É fundamental estar relaxado, deitado.ventosaterapia | foto: conversa de menina Vou dar um exemplo: ao tentar tirar as fotos com as ventosas aplicadas nas costas, acabei sentindo dor depois. Portanto, nada de estripulias durante a ação das ventosas.

Aliás, é a sucção que acaba deixando as famosas marcas vermelhas e arroxeadas, porque as ventosas estimulam a hemotopoiese, que é a formação, desenvolvimento e liberação de células sanguíneas no organismo. Assim, é feita uma vasodilatação local, forçando o sangue a circular na região e eliminando toxinas.

As manchas desaparecem com o passar dos dias. As marcas não me incomodam, não deixo de usar nenhum tipo de roupa por causa delas. Tem gente que não gosta. Pra mim é super tranquilo. Para mim, além dos benefícios terapêuticos, a ventosaterapia tem um efeito bem relaxante, costumo usar com muita frequência especialmente quando estou sentindo tensão muscular.

Indicações da ventosaterapia

Eu li muito sobre a ventosaterapia. Normalmente ela é aplicada para aliviar dores ou rigidez dos músculos, ansiedade, fadiga, enxaquecas e até com fins estéticos, para o combate de celulites, por exemplo. E não são apenas essas as indicações, elas servem para uma infinidade de outras coisas. São normalmente aplicadas por fisioterapeutas ou acupunturistas.

ventosaterapia | foto: conversa de menina

No meu caso – e por minha conta e risco – eu aplico as ventosas em casa mesmo. Eu não seria irresponsável de sair por aí incentivando a autoaplicação da ventosa. O que aconselho é que vocês busquem os profissionais adequados para isso. No meu caso, conversei muito com a acupunturista que fazia a ventosaterapia em mim e estudei bastante sobre a técnica. Com base nisso,  adquiri o kit e comecei a fazer a terapia em casa. Nas costas, minha sobrinha coloca os copos, eu indico exatamente onde quero que coloque. Nunca tive problemas, tenho apenas pontos positivos a falar sobre a aplicação caseira.

Essa é a minha experiência com a ventosaterapia. Se vocês quiserem perguntar alguma coisa que não mencionei no texto, é só deixar um comentário. E se você também faz uso da técnica, conte como tem sido a sua experiência! Vou adorar saber!

Beijocas!

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